Posts Tagged With: Vénus

O falhanço da sonda venusiana japonesa Akatsuki e as consequências para o programa espacial nipónico

O falhanço recente da sonda japonesa Akatsuki em conseguir colocar-se na orbita de Vénus está a levar a uma reavaliação de todo o programa espacial nipónico.

Este falhanço com a Akatsuki em Vénus, segue-se à outra única tentativa nipónica para colocar em orbita uma sonda espacial, a Nozomi, que em 2003 também não conseguiu entrar em órbita de Marte.

O problema com a Akatsuki consistiu na incapacidade da sonda de 300 milhões de dólares em usar os seus foguetes de travagem durante os 12 minutos necessários para entrar em órbita de Vénus, já que funcionaram apenas durante dois minutos e meio. Segundo os sensores na Akatsuki uma quebra de pressão na linha de combustível terá sido a responsável pela interrupção do impulso. A causa desta quebra de pressão é desconhecida.

A próxima tentativa japonesa tem que ser mais conservadora de forma a garantir o sucesso até hoje não alcançado com uma sonda interplanetária. E isto vai influenciar a concepção da próxima sonda japonesa, desta feita para Marte: em vez de uma missão ambiciosa, esta poderá ser bem mais pequena, procurando levar um pequeno lander, ou um pequeno rover até ao solo do Planeta Vermelho e não a missão de grande escala que já se começava a antecipar nos corredores da JAXA, a agência espacial japonesa.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/Japan_re-thinking_space_plans_999.html

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O regresso a Vénus que a NASA está a preparar: Robot, um aeroplano e… astronautas em órbita

O avião marciano da NASA (http://www.epower-propulsion.com)

O avião marciano da NASA (http://www.epower-propulsion.com)

Já há muito tempo que não se enviam missões para a superfície do planeta Vénus, ou seja, a perigosa superfície venusiana não é visitada desde que as sondas soviéticas da série Venera o visitaram na década de 70 e 80. Mas agora a NASA está a avaliar o envio de uma ambiciosa missão composta por uma autêntica frota de sondas, com um robot, um aeroplano e um Orbiter.

Um dos grandes impulsos para este regresso a Vénus é a semelhança da sua atmosfera com aquilo em que a atmosfera terrestre se pode transformar nas próximas décadas. Estudando Vénus hoje, podemos compreender mais facilmente aquilo que será a Terra no futuro. Infelizmente…

Se na década de 60, as Venera apenas conseguiam sobreviver alguns minutos no solo, antes de serem destruídas pela atmosfera corrosiva e pelas temperaturas extremas, agora já existe tecnologia para fazer sondas mais resistentes, em teoria, um robot poderá manter-se operacional durante pelo menos duas horas, quase o dobro da recordista Venera 14 com os seus impressionantes 57 minutos (o dobro do previsto).

As condições na superfície venusiana são efetivamente muito duras: 465 graus Celsius e pressões atmosféricas de 90 atmosferas, isto é, 90 vezes superiores à pressão atmosférica terrestre.

A frota que a NASA está a avaliar seria comandada por astronautas em órbita.

Está também a ser avaliada a possibilidade anexar a esta frota um aeroplano alimentado a painéis solares que fosse capaz de atravessar a espessa atmosfera venusiana, recolhendo assim dados e cobrindo uma área impossível de outra forma. O aeroplano foi inicialmente concebido para operar em Marte, mas o projeto seria abandonado. Agora, seria possível recuperar todo o trabalho de desenvolvimento, mas reforçando a sua resistência já que se sabe que na atmosfera venusiana os ventos de 400 km/h são comuns..

Fonte:
http://www.space.com/scienceastronomy/venus-mission-astronauts-robots-planes-100730.html

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Foram escolhidos os três finalistas do programa “New Frontiers” da NASA: Lua, Vénus ou um Asteroide

Vénus: um dos destinos prováveis do New Frontiers da NASA (http://pacificempire.org.nz)

A NASA selecionou três projetos candidatos. A escolha final será realizada até meados de 2011 e deverá determinar o destino da próxima missão ao Espaço exterior da agencia espacial norte-americana.

Na final está uma missão para estudar a atmosfera e a crosta de Vénus; uma missão para recolher e trazer para a Terra uma amostra de um asteroide e uma terceira missão para colocar um missão na Lua capaz de recolher amostras do Pólo Sul e regressar a Terra.

Os trabalhos de seleção começaram em 2010 e o lançamento da missão vencedora deve ocorrer antes do final de 2018. A missão deverá custar menos de 650 milhões de dólares.

1. A missão venusiana SAGE ou “Surface and Atmosphere Geochemical Explorer” pretende lançar uma sonda que desça através da densa atmosfera marciana, recolhendo dados sobre a sua composição. Esta sonda aterrará depois na superfície, recolhendo mais dados, desta feita do solo venusiano.

2. A missão a um asteróide será a “Origins Spectral Interpretation Resource Identification Security Regolith Explorer” ou Osiris-Rex, que terá como principal objetivo o estudo local e recolha de material de um asteróide para análise em Terra.

3. A Missão “MoonRise” ou “Lunar South Pole-Aitken Basin Sample Return Mission” quer colocar um Lander no pólo sul lunar e trazer para Terra amostras.

As três propostas fazem parte de um grupo de propostas mais numeroso que foram entregues à NASA a 31 de julho de 2009 no âmbito do programa “New Frontiers”. Este programa da NASA tem como objetivo explorar o Sistema Solar com missões frequentes e de custo médio. A primeira missão deste programa foi lançada em 2006 e chegará a Plutão em 2015 e depois partirá a caminho da Cintura de Kuiper, para estudar os cometas que se estimam serem aqui abundantes. A segunda missão, é a Juno que irá orbitar Júpiter pela primeira vez e que será lançada em agosto de 2011.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/Venus_Asteroids_And_Moon_To_Compete_For_Next_New_Frontiers_Mission_999.html

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Foi observado um clarão misterioso no planeta Vénus

Planeta Vénus (http://i.factmonster.com)

Planeta Vénus (http://i.factmonster.com)

Um clarão que surgiu nas nuvens altas de Vénus intriga os cientistas… O fenómeno foi observado apenas alguns dias depois de um cometa ter colidido com Júpiter, deixando uma cicatriz na sua atmosfera e a coincidência criou uma imediata associação causal na mente dos planetólogos.

O clarão foi observado pela primeira vez pelo astrónomo amador Frank Mello, de Nova Iorque, e não é a primeira vez que se observam tais fenómenos na atmosfera venusiana… Contudo, desta feita, o fenómeno luminoso pareceu confinado numa região menos extensa que o habitual.

A observação foi também confirmada pela sonda europeia Venus Express que orbita atualmente o planeta. A sonda revelou ainda que o clarão começou quatro dias antes do astrónomo amador o descobrir e que se estendeu após a sua primeira aparição até à área máxima em que foi observado por Melilla.

Existem várias teorias para explicar fenómenos como este: desde uma violentíssima erupção vulcânica; a uma interação do vento solar com a alta atmosfera venusiana… A tese vulcânica convence poucos planetólogos porque os vulcões venusianos tendem mais a ser do tipo explosivo e atmosfera venusiana é extremamente densa. Existe também a possibilidade de se tratar de um impacto de um cometa ou de um grande asteróide, de caraterísticas particulares, provocando um clarão muito intenso e duradouro devido à extrema densidade da atmosfera de Vénus.

Fonte:

http://www.space.com/scienceastronomy/090730-venus-bright-spot.html

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