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A Tailândia adiou a compra de mais 6 Saab Gripen

Saab Gripen da Tailândia (http://www.dae.mi.th)

Saab Gripen da Tailândia (http://www.dae.mi.th)

A Tailândia decidiu prolongar a vida dos seus F-5A/B/E/F cancelando assim a compra planeada de mais 6 Saab Gripen JAS39. Assim, e pelo menos até 2015, o país terá apenas 6 Gripen como caças de primeira linha, que cumprirão as mesmas missões que os F-5.

A Tailândia não desistiu de comprar mais 6 Gripen, apenas adiou a decisão mais cinco anos, esperando então que a situação orçamental do país melhore e os fundos necessários estejam novamente disponíveis.

Fonte:
Air Forces Monthly outubro de 2009

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A Tailândia escolhe o Saab Gripen

Saab Gripen

Saab Gripen

Não é segredo para ninguém que – apesar de fabricar um dos melhores aviões do mundo, na sua classe – o sucesso comercial do Saab Gripen tem sido, na melhor das leituras, modesto. Para além da própria força aérea sueca, apenas a República Checa, a Hungria e a África do Sul operam o aparelho.

Por esta razão, a decisão tailandesa de favorecer o aparelho sueco numa disputa que envolvia também o sempre muito difícil de bater Sukhoi SU-30, o MiG-29 (com um preço muito competitivo) e o eterno derrotado em concursos deste género, o Rafale francês é importante para a Saab e terá que despertar a atenção de países que também estão a avaliar o aparelho, como o Brasil. De permeio, a poderosa influência económica e política dos EUA também se fazia sentir, com o F-16 alinhando-se como favorito… O facto da Força Aérea Tailandesa operar 50 F-16 A e B (Block 10 e 15), reforçava ainda mais a proposta da Lockheed Martin, assim como o facto dos aviões a serem substituídos serem uma frota envelhecida de caças F-5 B e E. Assim, a proposta sueca teve que apresentar um fortíssimo pacote de contrapartidas industriais para vencer este duro concurso algo que se terá devido a um generoso pacote de contrapartidas industiais, contratos de manutenção, cooperação logística, transferência de tecnologia e científica.

O competitivo pacote sueco inclui numa primeira fase a entrega de 6 gripen, com peças sobresselentes e treinamento, assim como um Saab Ereiye S-2000 AEW.  Nesta fase 1, a Tailândia vai investir 600 milhões de dólares, a pagar até 2012. Na fase 2, serão entregues mais 6 Gripen, novamente com peças e treino, assim como um segundo avião AEW, mas desta feita por apenas 500 mlhões de dólares, a pagar entre 2013 e 2017.

Fontes:
http://www.gripen.com/en/MediaRelations/News/2007/071017_thai.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/JAS_39_Gripen

http://en.wikipedia.org/wiki/Royal_Thai_Air_Force#Aircraft_inventory

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Os Saab Gripen húngaros começam a operar em pleno

Os Saab Gripen hungaros começam a operar em http://www.flightglobal.com

Os Saab Gripen húngaros começam a operar em http://www.flightglobal.com

Os 14 aviões Saab JAS39 Gripen da força aérea húngara foram oficialmente declarados operacionais. A cerimónia teve lugar no aeródromo Kecskemet a 22 de dezembro e os aviões passaram imediatamente a assumir as suas missões no âmbito da “NATO Quick Reaction Alert” sobre o espaço aéreo húngaro e sobre o seu sector aéreo na fronteira leste da NATO.

Os Gripen vão coexistir nestas missões com os MiG-29 Fulcrum húngaros pelo menos até finais do corrente ano de 2009, altura em que os aviões suecos irão assumir completamente esse papel.

Fonte:
Air Forces Monthly, março de 2009

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Da avaliação suíça do Saab Gripen e das hipóteses renovadas do aparelho no Programa F-X2 brasileiro

A Saab ofereceu o seu caça de 4,5 geração Saab Gripen a um “Request for Proposal” suíço emitido em 7 de Janeiro de 2008. Isto significa que o ministério da Defesa suíço vai avaliar o caça sueco no âmbito de um processo de aquisição de novos aparelhos de caça que decorre e que já começou a avaliar o Gripen em finais de Julho num processo que se deverá prolongar até meados do corrente mês de Agosto.

Dois aparelhos bilugares Gripen D estão estacionados na Suíça. O primeiro voa todos os dias sendo pilotado por pilotos suíços, suecos e da Saab, sendo a maioria conduzidos com um piloto suíço no lugar frontal e um sueco no traseiro. O segundo aparelho está quase sempre em terra e é utilizado para avaliar a dificuldade em manter o aparelho, o seu re-equipamento e abastecimento.

O objetivo suíço é substituir a sua frota envelhecida de aparelhos 54 F-5 E/F Tiger e o Gripen é um dos três candidatos a ser avaliados no âmbito do projeto “Neues Kampfflugzeug” (NFK) “Novo Avião de Guerra” sendo os restantes o Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale tendo a Boeing saído do projeto em Maio deste ano com o seu F/A-18E/F Super Hornet, o mesmo modelo que tentam agora in extremis introduzir no FX-2 brasileiro…

Esta avaliação é a mais extensa jamais realizada por um cliente sobre o Gripen e não admira que tenha sido exigida precisamente pela Suíça conhecida mundialmente pelos seus elevados padrões de exigência e pela precisão dos seus… relógios…

O Gripen é também considerado por muitos como o favorito no atual concurso brasileiro por um caça para substituir também caças F-5 como os suíços, além de outros aparelhos. E neste concurso (o FX-2) a vantagem do Gripen resulta do facto de ter apenas um motor, o que simplifica as suas necessidades de manutenção, a disponibilidade sueca para disponibilizar o know-how necessário para construir o caça é também um factor importante. Assim como o facto da Suécia estar a desenvolver uma nova geração de caças Gripen, o Gripen NG, cujo primeiro demonstrador tecnológico, o “Gripen Demo” foi apresentado ao público em 23 de Abril de 2008.

O “Gripen Demo” foi apresentado ao público a 23 de Abril de 2008 e voou pela primeira vez a 27 de Maio. Sendo um “demonstrador”, o aparelho não será nunca construído, mas incorpora diversas soluções tecnológicas que serão parte do “Gripen NG”, tais como o novo motor General Electric GE F414G que está a ser alvo de testes intensos até pelo menos 2010. O F414G é basicamente o mesmo motor F414-GE-400 que equipa os F/A-18 Super Hornet que agora a Boeing tenta vender ao Brasil, mas com várias pequenas melhorias para optimizar o funcionamento em aviões com um único motor.

O novo motor, um novo radar ativo AESA, mais capacidade de carga útil, um aumento da capacidade interna para combustível em 40% e um decorrente aumento em 50% do alcance do caça, são os três pontos principais a destacar no “Gripen Demo” e no decorrente “Gripen NG” que vêm responder precisamente aos quatro mais comuns pontos fracos do caça da Saab. Todas estas alterações tornarão o Gripen um caça capaz de competir com a maioria dos caças adversários até pelo menos 2040.

O “Gripen Demo” e o seu sucessor, o “Gripen NG” usarão também novos sistemas de comunicações e guerra electrónica, assim como um novo sistema de aproximação de mísseis.

A Saab apresentou já o novo modelo “Gripen NG” à Noruega, Índia e Dinamarca, países que nem sequer se encontram entre os clientes do Gripen C e D (Suécia, África do Sul, Hungria, República Checa e Tailândia) e aos quais agora se deve somar o Brasil, já que o Gripen NG surge assim como um dos membros da selecta lista de finalistas a este programa de atualização da FAB.

O Gripen NG foi concebido, mesmo a partir dos primeiros modelos Gripen, como sendo um aparelho robusto e de operação barata. Esses eram dois critérios essenciais para o governo sueco e são também pontos importantes a considerar agora na avaliação do governo brasileiro. Os sistemas de monitorização são internos, o que dispensa complexos e móveis sistemas externos de manutenção, assim como a sua fácil manutenção mesmo fora da sua habitual base de operação e estes critérios mantêm-se no NG. O Gripen em termos de dimensão e peso é um dos mais pequenos aparelhos do seu tipo. Isto contudo não quer dizer que se trate necessariamente de um aparelho inferior. A carga útil é semelhante, assim como as capacidades embarcadas. A única diferença realmente significativa é o raio de alcance, o qual de facto é menor que qualquer um dos seus competidores diretos.

O problema da reduzida capacidade de combustível e do decorrente escasso raio de ação resulta diretamente das necessidades antecipadas pelo governo sueco: defesa aérea de proximidade. Um raio de ação maior é necessário em países de grande extensão, como o Brasil ou em nações cujo conceito estratégico implica a prossecução de ações de ataque a países estrangeiros, como os EUA, França ou o Reino Unido. Para um país que pertence à NATO, onde intervenções em cenários distantes são comuns, um avião com curto raio de ação pode ser uma má decisão, assim como para um país de escala continental e com ambições de surgir mais vezes e melhor na cena internacional (como o caso do Haiti), e esta limitação afastaria o Gripen da decisão brasileira no F-X2. Mas se esse problema foi ultrapassado no NG…

Fontes:

http://www.spacewar.com/reports/Switzerland_Puts_Gripen_To_The_Test_999.html

http://www.gripen.com/en/MediaRelations/News/2008/080702_Saab_offers_Gripen_to_Switzerland.htm

http://www.reuters.com/article/pressRelease/idUS115604+02-Jul-2008+BW20080702

http://en.wikipedia.org/wiki/Swiss_Air_Force

http://www.nowpublic.com/world/bid-air-fighters-brazil-gripen-ahead

http://www.segurancaedefesa.com/EntrevistaBengt.html

http://www.milavia.net/news/2007/saab-selected-ge-f414g-engine-for-new-gripen-variant.html

http://www.gripen.com/en/MediaRelations/News/2007/070702_GEengine.htm

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