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Hoax: As “500 noivas do Hamas” ou “PEDOFILIA OFICIAL: CASAMENTO COLETIVO DE 450 HOMENS COM MENININHAS COM MAIS DE 4 ANOS EM GAZA”

Uma das fotos do hoax do Hamas em http://www.recordrio.com.br

Uma das fotos do hoax do Hamas em http://www.recordrio.com.br

De quando em vez falo por aqui de Hoaxes (Mitos Urbanos). E quando esta mensagem me chegou à caixa de correio… Cheirou-me logo a esturro. A mensagem que percorre a Internet lusófona sob vários títulos, mas em que predomina “as noivas do Hamas” não é, de facto, verdadeira.

O hoax parece ter começado em agosto de 2009 e consiste numa mensagem de mail ilustrada com fotografias de crianças tomando parte num casamento de grupo com homens adultos, militantes do movimento islâmico palestiniano Hamas.

A mensagem tem origens obscuras, mas não é impossível que seja um produto dos serviços secretos israelitas (Mossad) no cumprimento da sua conhecida estratégia de denegrir o prestígio internacional da polémica organização palestiniana.

O essencial – e fonte do hoax – é a presença neste casamento conjunto de meninas das famílias dos nubentes, algo que aliás é também comum em qualquer casamento católico realizado em qualquer parte do globo.

A versão original deste hoax foi publicada pela primeira vez na página pessoal do político brasileiro F. Pesaro, o vereador da megapole brasileira de São Paulo e pouco depois, repetida no site ultradireitista http://www.thelastcrusade.org.

Toda a história é falsa: as “noivas-criança” são apenas as crianças que levam os anéis aos noivos e as imagens que mostram os noivos com as meninas pelas mãos não vão casar com elas, como sugerem as imagens, mas apenas a representação de uma tradição local em que as crianças da família dos consortes os levam um ao outro, pela mão. Quem tirou as fotografias sabia disto e o deputado paulista também o sabia, provavelmente, mas nem por isso deixou de forjar esse hoax…

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A solução de Dois Estados e da “Cidade livre” de Jerusalém

//www.lib.utexas.edu)

(A Faixa de Gaza in http://www.lib.utexas.edu)

Ainda que o conflito em Gaza tenha agora amainado, o essencial dos problemas que lhe deram origem persistem e não tardará muito tempo a um novo conflito – talvez de inédita intensidade – tornar a suceder. Nesse sentido a defesa feita por vários lideres europeus recentemente no Egipto de uma solução de “dois Estados” faz regressar a necessidade de implementar tão cedo quanto o possível dessa abordagem.

O modelo de uma Federação, entre Palestina e Israel, seria um modelo que foi defendido por muitos, durante muito tempo, inclusive por negociadores palestinianos. Mas o agudizar das relações entre israelitas e palestinianos e a recente crise em Gaza erodiram a viabilidade dessa tese. Cada vez é mais certo que a única forma de haver paz num futuro próximo no Médio Oriente é criar dois Estados independentes, economicamente viáveis e de fronteiras coesas e consistentes. Para isso, a Palestina não poderia ser formada por dois territórios descontínuos e sem contacto directo; Gaza e Cisjordania e, sobretudo, não poderia haver colonatos em nenhum deles, como os há ainda na Cisjordânia. Se Israel não pode por sua vez aceitar ser dividida em duas para criar um corredor, então este pode ser criado, em território israelita, mas com supervisão e soberania internacional. O mesmo exemplo deve ser seguido para resolver a questão de Jerusalém, que deve ser transformada numa “Cidade Livre”, independente, mas protegida por forças internacionais.

Com esta estrutura estável e duradoura montada poderiam ser criados programas que propiciassem às camadas mais jovens todo o tipo de contactos e intercâmbios, desde programas de férias, tudo o que aproxime as pessoas, e quanto mais jovens, melhor, para anular os preconceitos quando estes ainda estão na forja. Como poderá haver ódio entre pessoas que se conhecem e forjam amizades desde novas, e sobretudo, sem a tensão de manter uma federação insustentável e artificial (como a da Bósnia) em dois Estados vizinhos mas tão próximos quanto o podem estar as suas gentes.

Fonte:

www.dw-world.de

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