Posts Tagged With: Marrocos

A Força Aérea Marroquina recebeu os primeiros F-16 Block 52

A Força Aérea Marroquina recebeu os primeiros 4 aparelhos F-16 Block 52 de um total de 24 recentemente adquiridos aos EUA. Os aviões foram entregues numa configuração específica requerida por Marrocos e vão representar para a força área deste país vizinho de Portugal um importante aumento da capacidade operacional, já que se trata da variante mais moderna deste aparelho de combate norte-americano.

Os aparelhos foram incluídos num pacote que inclui equipamento de suporte, equipamento operacional alternativo por 233.6 milhões de dólares.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Lockheed_Martin_Delivers_First_Advanced_F_16s_To_Morocco_999.html

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Marrocos começa a receber as suas novas fragatas FREMM

Fragata FREMM (http://www.enjeux.org)

Fragata FREMM (http://www.enjeux.org)

A primeira fragata Multi-Mission para a marinha marroquina construída pelos estaleiros “Damen Schelde Naval Shipbuilding ” (DSNS) está concluída. O navio está agora na água e deverá estar operacional até final do corrente ano.

As segunda e terceira fragatas marroquinas deverão ser entregues já para o próximo ano deixando assim a marinha de guerra deste nosso vizinho num nível de operacionalidade que nunca antes na sua história possuiu e tornando Marrocos um país equipado com meios navais mais modernos e letais do que os da marinha portuguesa, o que acontece também pela primeira vez e que é um reflexo direto do intenso desinvestimento em meios navais modernos e do abate de 12 navios de guerra sem que tenha havido a sua devida substituição.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/16972/

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Portugal vai financiar a aquisição de “Patrulhões” (NPO2000) por Marrocos?

Os bancos portugueses BES e CGD querem financiar a aquisição por Marrocos de vários navios patrulha.

O negócio em questão alcança os 450 milhões de euros e envolve a Marinha marroquina e a empresa portuguesa Empordef, uma “holding” estatal de Defesa e a venda de seis navios patrulha oceânicos e de seis navios patrulha costeiros que seriam construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

O negócio vem ao encontro de uma necessidade marroquina na patrulha de uma extensa linha costeira, muito permeável ao tráfego de droga para a Europa do sul e aos fluxos migratórios que vindos de toda a África acabam em Marrocos e o tornam no último entreposto africano antes de chegar à “utopia” europeia. Em virtude destes dois fenómenos, o reino Hachemita tem sido muito pressionado a aumentar o seu controlo nas fronteiras marítimas, algo para que não tem meios suficientes e uma necessidade que os “patrulhões” portugueses poderiam satisfazer. É claro que militarmente, os navios de Viana do Castelo têm um valor muito reduzido (estão armados apenas com um canhão), pelo que não constituem uma ameaça militar. Mas são navios relativamente rápidos e capazes de enfrentar a rudeza do Atlântico, com uma plataforma para um helicóptero ou um UAV e poderão ser cruciais na deteção e intercepção de barcos de pesca ilegal, de contrabando ou narcotráfico ou perigosamente carregados de imigrantes ilegais.

O bom sucesso deste negócio pode determinar a possibilidade de realizar outras exportações idênticas para o norte de África, nomeadamente para a Tunísia  e para a Líbia, com que Portugal tem agora excelentes relações.

Fonte:

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376997

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Marrocos compra 24 F-16 Block 52 e Portugal passa à “2ª Divisão”

(F-16 Block 52 da Força Aérea Grega)
O armamento discreto e silencioso do nosso instável vizinho marroquino prossegue… As primeiras manobras francesas para levar a sua antiga colónia a comprar 18 Rafales por 2,6 bilões de dólares ou 24 por 3,4 biliões de dólares falharam rotundamente, apesar dos rumores que davam a operação como certa graças a um financiamento saudita. Agora, parece certo que o reino hachemita vai comprar 24 aviões F-16 Block 50/52 aos EUA.
E ao contrário dos que sucedeu com os F-16 portugueses, os F-16 marroquinos serão aparelhos novos, não aviões usados previamente pela USAF! O preço parece ser comparável ao anteriormente reportado como sendo aquele que Marrocos iria pagar pelos Rafale franceses, o que desmente alegações que os EUA teriam tirado a venda aos franceses através de um dramático dumping de última hora…
A proposta francesa foi lançada em duas fases: primeiro propuseram 18 Rafales por 1,8 biliões de euros e depois 24 aparelhos por 3,2 biliões. Ambas as ofertas incluiam os excelentes mísseis MBDA MICA e bombas AASM guiadas por laser, assim vário equipamento de apoio em terra, que nos F-16 teria que ser comprado separadamente. A opção francesa seria assim claramente superior à norte-americana, quer pelo armamento, quer pelo equipamento, quer, sobretudo pela evidente superioridade do Rafale quando comparado com o F-16. E se atualmente, os MiG-29 e SU-30 argelinos – o clássico adversário regional de Marrocos – já são claramente superiores a qualquer avião atual no inventário marroquino, a aquisição dos F-16 não iria suprir esta desvantagem, mas iria reduzi-la e, sobretudo, iria tornar a força aérea deste país muçulmano do norte de África superior à força aérea portuguesa (FAP) onde só seis aparelhos foram modernizados para o padrão F-16AM e os restantes 19 aparelhos permanecem no antigo padrão Block 15.
A opção marroquina pelo F-16 parece ter seguido critérios claros: o país não tem recursos para adquirir um aparelho mais caro como o Typhoon ou o F-35. O Rafale seria mais dispendioso que o F-16, ainda que contando com os mísseis, bombas e equipamento oferecido, a opção russa foi descartada por receio (fundado) de que em caso de conflito com a Argélia, a Rússia escolheria esta para o envio de peças e equipamentos. Restam os EUA, que tentam manter abertas as linhas de produção do Falcon e que mantêm estreitas relações com o governo marroquino no âmbito da “Guerra ao Terrorismo”.
Esta aquisição é grave para Portugal. Como se não bastasse já a aquisição de uma moderníssima fragata FREMM por Marrocos, superior a qualquer uma das cinco fragatas MEKO 200 e Karel Doorman, agora sabemos algo ainda pior. O instável reino hachemita, sempre sujeito a uma tomada de poder pelos islamitas radicais que florescem na sociedade deste pobre país do norte de África, re-equipa a sua força aérea até um ponto em que esta se torna superior à portuguesa. Ainda que pareça que este assunto esteja longínquo da agenda política e mediática, além da instabilidade latente de Marrocos, a verdade é que certos sectores da sociedade marroquina (e o coronel Khadafi na sua curta fase de namoro Marrocos) alegam que o arquipélago da Madeira é território africano, e logo, território marroquino sob ocupação… Esta quebra no equilíbrio de forças nesta delicada região que engloba a Argélia (ainda envolvida numa dura luta contra a insurgência islamita), o pobre e consequentemente instável Marrocos e o nosso aliado na OTAN, Espanha (com praças no norte de África reclamadas por Marrocos) e Portugal (com fronteiras próximas de Marrocos, pelo Algarve e Madeira), deveria fazer suar os nossos responsáveis políticos e colocar sobre a mesa a instalação – pelo menos – da atualização MLU nos nossos F16A nos 19 aviões onde este ainda não foi instalado e, sobretudo, lançar um concurso de atualização e substituição destes aparelhos. É este o momento para começar, já que estes projetos levam sempre entre 3 a 5 anos até produzir efeitos concretos. Sobre os aparelhos que poderiam substituir os F-16 muito haveria a dizer… Os aparelhos russos estão obviamente fora de equação… Assim, como os dos EUA, pelo seu preço, e o mesmo se aplica ao Typhoon. Restam assim o Gripen NG e o Rafale… Tendo em conta o grau de desespero francês por exportar o primeiro Rafale, iria pelo segundo… Mas de que serve debater este tema? No governo português, ninguém parece preocupado com a Segurança Nacional e descida dramática de “Divisão” que esta aquisição marroquina vai implicar!

Fontes:

http://www.f-16.net/f-16_versions_article2.html

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