Posts Tagged With: Líbia

Mísseis SA-24 líbios chegaram ao Hezbollah e ao Hamas

Conforme se temia, alguns mísseis anti-aéreos SA-24 Grinch que constavam no inventário dos paióis de Kadafi acabaram nas mãos do Hamas palestiniano e do Hezbollah libanês.

Dirão alguns que se trata apenas de um míssil antiaéreo soviético antigo, como o Stinger norte-americano, mas na verdade, o SA-24 é o mais moderno míssil portátil russo e é uma arma absolutamente temível para aparelhos voando a baixas altitudes. Os mísseis parecem ter sido contrabandeados para o Irão, país que depois os terá enviado para o Líbano e para Gaza.

Felizmente, embora sejam dos melhores mísseis portáteis do mundo, os SA-24 não são invencíveis e sabe-se que no recente conflito da Líbia houve vários disparos de mísseis desse tipo contra helicópteros britânicos Apache e em todas as ocasiões foi possível evitar os engenhos.

Contudo, os mísseis permanecem ameaçadores e a possibilidade de serem usados contra transportes aéreos civis é muito alta… Não somente quando descolam e aterram mas até quando voam a altitudes de cruzeiro.

Fonte:
http://defensetech.org/2012/03/13/hezbollah-and-hamas-have-gadhafis-old-sams/#ixzz1p0eOGMje

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Líbia: mais uma exportação para o Dassault Rafale?…

Dassault Rafale (http://www.defencetalk.com)

Dassault Rafale (http://www.defencetalk.com)

A Líbia é um dos países mais ricos de África e – simultaneamente – um dos mais mal armados do continente… Nem sempre foi assim, mas décadas de bloqueio e a recente guerra civil destruíram ou tornaram inoperacional a maior parte do equipamento das forças armadas líbias.

Ainda sob Kadafi, em 2007 assinou-se um contrato com França que ascendia a mais de 4.5 mil milhões de euros que previa a venda de caças Rafale, que (como tem sido hábito com os Rafale…) não se viria a concretizar. Depois de 2007 houve algumas noticias sobre contratos de manutenção com a Rússia.

Pouco antes da guerra civil, a força aérea Líbia contava com alguns F1 recuperados e (possivelmente) cerca de 30 MiG-23. Todos os MiG-21 estavam já inoperantes…

Este cenário abre boas perspetivas aquela que poderá ser a segunda exportação do Dassault Rafale… A presença determinante deste modelo nas operações de suporte aéreo da NATO na guerra civil, a existência de aparelhos franceses (o Mirage F1) e até a decisão de Kadafi em 2007, tudo joga a favor do aparelho francês… Vai uma aposta?…

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/the-french-connection-libya-seeking-arms-deals-04417

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Comentário a artigo do jornal “Avante” sobre a guerra civil na Líbia

http://www.gazetadeluanda.com

Recolhemos esta pérola no site do jornal do PCP, o Avante… Eis o nosso comentário a alguns segmento de um extraordinário artigo:

“Ao fim de seis meses de insurreição, cinco dos quais apoiados por persistentes bombardeamentos da NATO”

> Persistentes? Em seis meses, os aviões da NATO realizaram 55 missões de bombardeamento. Tendo em conta que – no papel – o exército de Kadafi tinha mais de 50 mil homens e quase dois mil blindados, não é difícil perceber que o principal fator nesta vitória dos rebeldes não foram os “bombardeamentos persistentes”, como alardeava a propaganda do regime, aqui veiculada pelo PCP, mas o próprio esforço dos rebeldes líbios.

“os contra-revolucionários tomaram a capital da Líbia.”

> Os “contra-revolucionários”?! Tive que ler esta frase umas três vezes até acreditar que o Avante tinha mesmo escrito esta palavra obsoleta, anacrónica e vinda de uma outra Era… Contra que “revolução”? A “verde”, do Coronel que acumulou em contas bancárias nos estrangeiro mais de 90 mil milhões de dólares, o equivalente ao PIB do seu país?… a mesma “revolução” que perseguiu e matou quase todos os opositores internos que se atreveram a sê-lo durante os 40 anos de “revolução verde”? É esta “revolução” que defende o PCP? Já sabia que defendia a tirania de Pequim sobre o povo chinês e a colonização do Tibete, mas isto é realmente demagogia a mais.

“No assalto a Tripoli, a Aliança Atlântica e os mercenários e fundamentalistas islâmicos afetos ao Conselho Nacional de Transição (CNT) mataram tantas pessoas como as vítimas civis estimadas pelo governo líbio durante todo o conflito.”

> “mercenários”?… então e os zimbabweanos, chadianos e angolanos que o regime recrutou e que eram o cerne da resistência do regime nestes últimos seis meses? E onde estão as provas, as imagens e o treino militar que provam a presença destes mercenários nas forças do CNT? Quando à presença de mercenários nas forças de Kadafi esta é conhecida desde há muito… por exemplo a força aérea líbia (uma das maiores de África) é praticamente totalmente dependente de mercenários.

“Misrata em mãos pró-colonialistas interrompendo a ligação costeira entre as martirizadas Zliten e Sirte.”

– A verborreia anacrónica continua… “pró-colonialistas”?! Como assim? Isso quer dizer que os rebeldes líbios vão agora correr para Roma clamando pelo regresso do braço paternal do colonialismo italiano?! Não duvidamos que as formas de que o capitalismo global e as multinacionais petrolíferas (como a italiana Eni) se aproximam de certas formas de neocolonialismo, mas esse destino é muito diferente do “colonial” e depende em última instância do próprio povo líbio.

“Não deixa de surpreender que o regime líbio tenha resistido tanto tempo. Não raras vezes, empurrou as hordas contra-revolucionárias para o desespero da derrota.”

– “hordas”?… e então como classificar a legião de mercenários ao serviço do exército do regime?

“No último momento, foram sempre os imperialistas a evitar a aniquilação dos bandos do CNT. Na conquista de Tripoli não foi diferente.”

– “bandos”? Sim, no sentido em que são apenas civis armados, muito mal treinados e comandados e sem outro equipamento pesado além daquele que conseguiram roubar ao exército do regime.

“O banho de sangue em que Tripoli foi afogada começou na noite de 20 de Agosto, quando células de jihadistas acoitadas na cidade foram chamadas à ação pelos imãs das mesquitas.”

– este é o discurso quase literal do regime desde que a revolta começou: na tentativa de colar os revoltosos ao extremismo islâmico para anular a honorabilidade internacional que têm merecido. Na verdade, o islamismo radical nunca foi forte na Líbia, e a população segue uma variante do Islão muito moderada, não somente nos círculos urbanos, como no deserto. Não é impossível que a revolta resvale, mas tudo indica que até ao momento os radicais são muito pouco numerosos e influentes entre a liderança do CNT, quase toda oriunda da antiga elite que rodeava Kadafi.

“Para espanto geral, Saif surge horas depois junto ao hotel onde se alojam os jornalistas garantindo que o pai está em Tripoli e que a cidade será retomada pelo exército regular.”

– Saif, com os bolsos cheios dos petro-dólares que a família Kadafi desviou do Estado Líbio durante 40 anos pagou a sua libertação ao bando de rebeldes desenquadrados e mal militarizados que o capturou. Não se tratou de desinformação, mas de corrupção, uma arma que o regime sempre soube jogar.

“Saliente-se que no Iraque como na Líbia e na Síria, a transformação de dezenas ou centenas de pessoas em multidões avassaladoras através de planos aproximados ou imagens de telemóveis distorcidas e sem qualidade, cumprem o mesmo objetivo de retocar a realidade ao sabor dos interesses imperiais”

– e assim se revela que o PCP também se opõe à revolta do povo sírio contra a ditadura alauíta… Mas que Partido é este que durante décadas combateu a ditadura em Portugal e que agora defende duas das ditaduras mais tirânicas e repressivas do Mundo Árabe?!… Que falta mais? Defende a ocupação militar do Tibete? Ah, não. Espera. Isso já o PCP defende.

“A queda de Tripoli é uma derrota para todos os progressistas e amantes da paz, mas não a sua rendição ou deserção da luta contra a barbárie.”

> esta frase final é um autêntico hino à demagogia… Em primeiro lugar, estes comunistas do PCP parecem esquecer que o regime de Kadafi nunca se assumiu como “comunista” ou mesmo aliado do Pacto de Varsóvia, bem pelo contrário, foi sempre apenas um cliente de armamento soviético e nunca um verdadeiro “aliado”. Os líderes soviéticos eram então mais sábios que os portugueses atuais reconhecendo no Coronel aquilo que efetivamente é um ditador alucinado, embriago por petróleo bruto e poder absoluto. Não se trata de um “progressistas”, mas de um ditador que não hesitou em disparar artilharia pesada sobre o seu próprio povo (os rebeldes não tinham então qualquer peça de artilharia) e com todas as intervenções colonialistas (estas sim, de pleno direito a usar este termo) no Chade não merece certamente o título do Avante de “amante da Paz”. E para “barbárie”, que dizer do financiamento ao terrorismo internacional e das mortes de civis inocentes em Lockerbie?…

Este artigo do Avante é de bradar aos céus e autêntico escândalo se nos recordarmos dos dignos pergaminhos de resistência à Ditadura Salazarista do PCP e dos sofrimentos pagos pela sua convicção e coragem contra um regime que era pelo menos tão opressivo como o regime do Coronel Kadafi.

Fonte:
http://www.avante.pt/pt/1969/internacional/115988/

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Campanha da Líbia: Mais um sinal da fraqueza crescente da NATO e da Europa…

Agora que a operação da NATO na Líbia parece ter conseguido o seu objetivo importa perguntar se esta intervenção deixou a Aliança mais forte ou não… É verdade que a França e o Reino Unido parecem ter sido capazes de preencher o espaço de liderança normalmente ocupado pelos Estados Unidos, mas a NATO ela própria não fica bem na fotografia. O sucesso não se deveu a esta organização, mas a uma aliança de dois países, apenas e as outras 3 grandes potencias europeias da NATO (Alemanha, Itália e Espanha) estiveram ausentes. Com esta quebra de solidariedade (especialmente grave no caso alemão) a Europa deu sinais renovados de uma baixa coesão. Quando a ausência dos EUA poderia ter permitido a afirmação da Europa, esta optou por ser aquilo que sempre foi: desunida, fraca e contraditória. Os líbios aliás, dizem-no, quando agradecem a “França” e a Sarkozy mas omitem a palavra “Europa”…

O iminente fim das operações militares abre uma nova fase para a Líbia e para a NATO onde a reconstrução deste país do norte de África rico em petróleo será o aspecto principal. Nesta fase, os países da NATO que estiveram contra – como a Alemanha – vão querer participar… Assim como a Turquia ou a Polónia, países que se opuseram veementemente.

A operação da NATO na Líbia foi de facto, uma operação franco-britânica, não da NATO da “Europa”. E uma missão onde (de forma inédita) os EUA (por estratégia e dificuldades financeiras) estiveram essencialmente ausentes. Parece uma vitória, mas, de facto, expôs de forma muito eloquente as fraqueza da NATO e do pilar europeu da organização, dando assim sinal de um enfraquecimento crescente do Ocidente que a curto prazo terá graves consequências no equilíbrio global de poder.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/europe-and-nato-weakened-despite-libya-victory-36606/#ixzz1WDZMNdZI

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A Líbia anda às compras… Para gáudio dos russos

A Líbia anda às compras… Assinou um grande contrato com a Rússia que ascende a quase dois biliões de dólares e que parece envolver a compra de espingardas de assalto Kalashnikov, 20 caças, dois sistemas anti-aéreos S-300 e várias dezenas de tanques T-90C.

A União Soviética foi antes da bloqueio o principal fornecedor de armamento ao regime de Kadhafi e este – no auge dos bombardeamentos norte-americanos – chegou a pedir a adesão ao Pacto de Varsóvia… O recente degelo nas relações entre a Líbia e o Ocidente, a abolição de todas as sanções que afetavam a Líbia e, sobretudo, a importância crescente do petróleo na diplomacia internacional, alteraram tudo e os primeiros contactos entre líbios e russos de meados de 2008 lograram agora resultados muitos concretos. Especificamente, a renovação do exército e força aérea que estavam praticamente inoperacionais depois de décadas de sanções.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Libya_strikes_billion-dollar_Russian_arms_deal_999.html

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As OGMA continuam a recuperar os C-130 da Força Aérea Líbia

C-130 da Força Áerea Líbia (http://i152.photobucket.com/albums/s193/KieronP)

A OGMA continua o trabalho de renovação dos aviões Hércules da força aérea líbia que começaram em outubro de 2007. Ate agora 3 foram entregues ao aeródromo de Meliga e o trabalho decorre num quarto aparelho. Um destes aparelhos era visível há ainda não muito tempo atrás, numa das pistas da OGMA, em Alverca, aguardando o voo de regresso até à Líbia.

A Lockheed Martin tinha dado ordem para parar com estes trabalhos, depois de ter recebido instruções para tal por parte do Governo norte-americano, por causa das sanções dos EUA à Líbia – ainda em vigor – mas o problema foi resolvido registando o avião com uma matricula civil e assim a empresa aeronáutica portuguesa acabou por receber as peças e a autorização para terminar as reparações dos Hércules líbios.

Esta reparação destes aparelhos de transporte é apenas um segmento de um extenso programa de manutenção que os líbios estão a conduzir na sua força aérea, praticamente tornada em simbólica por décadas de sanções. A maioria dos aparelhos líbios continuam inoperacionais, mas a Dassault já renovou alguns Mirage F.1 e empresas ucranianas, MiG-23, pelo que a Líbia começa a ter novamente uma força aérea à altura daquele que é ainda hoje um dos três maiores exportadores africanos de petróleo, entre a Argélia e a Nigéria.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

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A Líbia torna a operar o Mirage F1

Um dos F1 recuperados pela Dassault (http://www.shutterspeed.nl)

A Dassault começou no início de 2009 os trabalhos de recuperação de vários Mirage F1 líbios. Os aviões não voavam desde há mais de 12 anos, devido às sanções da ONU. Inicialmente, a força aérea líbia operava 16 Mirage F1AD, 6 Mirage F1BD bilugares e 16 Mirage F1ED de Defesa Aérea. Os aviões recuperados em Franca são os bilugares e a versão de Defesa Aérea já que as missões de ataque ao solo estão a ser cumpridas pelos Su-22 e MiG-23MLD da força aérea líbia.

A entrada ao serviço dos F1 vai dar à Força Aérea Líbia uma capacidade de defesa aérea líbia importante e suficiente até que este país do norte de África decida comprar um caça de 4,5 geração russo, como se espera que venha a acontecer brevemente, sendo a escolha muito provavelmente o Sukhoi-30 já operado atualmente pela vizinha Argélia.

Fonte:

Air Forces Monthly, dezembro de 2009

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Portugal garante o contrato de manutenção dos C-130H líbios


(Um dos C-130H líbios que as OGMA vão manter em http://img.photobucket.com)3891

Nesta perigosa época de recessão económica mundial, Portugal conseguiu assegurar junto da Líbia a renovação do contrato de manutenção dos 10 Hercules C-130H deste país do norte de África nas “Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica” OGMA. De facto, a notícia é ainda melhor, porque para além de um simples “contrato de manutenção” se prevê também que as OGMA realize diversas atualizações à aviónica e à eletrónica dos aparelhos e se tivermos em conta que o já extenso número de C-130H líbios (dez unidades) será brevemente aumentado ainda mais se as atuais negociações entre os EUA e a Líbia que respeitam à venda de sistemas de defesa e vigilância costeira e de aviões de transporte C-130 se concretizarem…

A Líbia não é propriamente um parceiro exemplar, já que apesar de toda a abertura diplomática recente continua a ser uma ditadura mais ou menos militar e nada democrática. Por isso, depender em excesso de um tal país, é sempre arriscado. Mas é imperativo alavancar a sustentação financeira das OGMA neste tipo de contratos, para obter assim o know-how tecnológico essencial para poder depois participar de forma menos passiva em futuros programas futuros onde Portugal possa ser mais do que um cliente passivo e possa participar na construção ou montagem de aparelhos. Recordemo-nos que devido ao desenvestimento quase total (com excepção para os EH101 Merlin e dos C-295) praticamente todos os meios operacionais das FAP têm mais de 20 anos de uso (Alpha Jets, Epsilon, C-130H, F-16) e em menos de 5 anos terão que começar programas de atualização e substituição de todos estes meios. Então, ou comprados tudo por atacado – como fazem muitos países africanos e do Médio Oriente – ou fazemos como fazem os países mais desenvolvidos e exigimos como contrapartida desses contratos a participação de empresas locais nesses programas. E localmente, não há muitas empresas especializadas na indústria aeroespacial, além da fábrica de componentes que a Embraer vai construir em Évora e das… OGMA, de Alverca.

Fontes:

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1170924

http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRE5256H720090306
http://en.wikipedia.org/wiki/Libyan_Air_Force

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