Posts Tagged With: Iraque

A República Checa vai vender ao Iraque 24 aviões Aero L-129

Aero L-129 (http://en.valka.cz)

Aero L-129 (http://en.valka.cz)

O Iraque vai comprar à República Checa aviões avançados de treino e ataque ao solo L-129. As negociações demoraram mais de três anos, mas finalmente foi decidida a aquisição de 24 aparelhos deste tipo. Estes serão aviões em segunda mão, que chegaram a voar na Força Aérea checa, mas durante pouco tempo.

Os Aero L-159 podem ser armados com mísseis Sidewinder, de curto alcance e vários tipos de armas Ar-Terra tendo sido concebidos para poderem funcionar normalmente em condições muito austeras.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/iraq-to-buy-czech-l-159-trainer-jets-45084/#ixzz29LaVW8MW

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O Iraque recebeu o último grupo de 9 MBTs norte-americanos M1A1 num total de 140 blindados deste tipo

O Iraque recebeu o último grupo de 9 MBTs norte-americanos M1A1. No total, este país do Médio Oriente vai assim poder contar com 140 blindados deste tipo no seu inventário tendo as entregas começado em março de 2009. No total, os 140 veículos terão custado 860 milhões de dólares ao Iraque, dos quais 804 foram pagos diretamente sendo que os restante 56 milhões terão provindo dos cofres dos EUA. Altos responsáveis iraquianos têm repetidamente declarado que o país só estará completamente capacitado para se defender sozinho a partir de 2020, algo que não tem tido muito acolhimento por parte dos EUA…

No total, o Iraque terá já realizado mais de 12 mil milhões de dólares em compras de material militar aos EUA, sendo a este respeito particularmente importante a aquisição de 36 aviões F-16IQ Block 52, um downgrade em relação ao modelo F-16C/D Block 52.

Fontes:
http://www.defencetalk.com/iraq-takes-delivery-of-final-batch-of-us-tanks-44379/
http://www.reuters.com/article/2011/12/18/us-iraq-withdrawal-idUSTRE7BH03320111218
http://www.defenseindustrydaily.com/Iraq-Seeks-F-16-Fighters-05057/

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Insurgentes iraquianos conseguem invadir o canal de vídeo dos UCAVs Predator

Pois é. Aquilo que se esperava acontecer – mais cedo ou mais tarde – com tanta informatização nos exércitos modernos, aconteceu: um grupo de insurretos no Iraque terá penetrado a rede dos aviões sem piloto Predator da USAF e visto em tempo real as imagens de vídeo que eles emitem.

Por enquanto, estes hackers iraquianos foram apenas capazes de penetrar num canal de emissões de vídeo, e segundo o exército dos EUA, não houve tentativas de interferir com o sistema de comando e controlo dos UAVs, nem para o tornar indisponível, nem para assumir o seu controlo.

O hacking foi possível porque os insurretos iraquianos terão adquirido uma cópia do SkyGrabber na Internet e recolhido imagens enviadas por links não codificados usados pelos Predator. Segundo o Wall Street Journal, os serviços de informação iranianos teriam assistido os insurretos xiitas nesta invasão dos sistemas de “vídeo streaming” dos drones, algo que ficou patente em provas recolhidas em vários laptops obtidos pelas forças dos EUA no Iraque e que continham indícios dessas ligações assim como horas de vídeos dos voos dos Predator. Esta situação é conhecida desde finais de 2008 e poderá estar também a acontecer no Afeganistão e no Paquistão onde os Predator estão a operar ainda mais intensamente com os seus data links de vídeo streaming não encriptado…

Os “data links” de controlo dos UCAVs são encriptados e logo será muito mais difícil penetrá-los e – no caso mais grave – virá-los contra as próprias forças que os construíram, mas não é uma impossibilidade teórica, especialmente porque num sistema tão utilizado como o Predator os laxismos e os excessos de confiança poderão levar a que os operadores não substituam as chaves de encriptação com a frequência que deviam ou que utilizem chaves fracas (se o sistema o permitir). Na Segunda Grande Guerra, os britânicos quebraram as Enigma porque no calor da batalha os operadores desta máquina de códigos alemã se desleixavam e repetiam chaves como “qwerty” ou “asdf”… O mesmo poderá acontecer com o sistema de comando dos Predator?…

Por outro lado, ainda que esta invasão cibernética não seja o tal “worst case scenario” implica de per si algo já suficientemente mau: os insurgentes podem desde 2008 ver o que os UCAVs estão a ver e tomarem as medidas evasivas suficientes para os iludir ou anular as operações que os drones estão a conduzir… É por isso vital – para manter a operacionalidade destes engenhos – cifrar todas as comunicações… Uma lição que deve ser aprendida por todos os países que desenvolvem UCAVs de última geração, como o nEUROn europeu ou como os projetos idênticos que hoje decorrem na Rússia e nos EUA.

Fonte:
http://www.military.com/news/article/insurgents-hacked-drone-feeds.html?ESRC=topstories.RSS

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O Iraque encomenda mais dois C-130J-30

C-130J-30 (www.thaic-130.com)

C-130J-30 (www.thaic-130.com)

Mais dois aviões de transporte C-130J-30 foram encomendados pela força aérea iraquiana. Os aviões custaram mais de 140 milhões de dólares e foram pagos através da própria USAF.

Estes aparelhos vão juntar-se aos G.222 recentemente renovados em Itália e entregues ao Iraque cumprindo missões de transporte militar entre as várias cidades iraquianas, colocando meios – com rapidez e segurança – onde eles são mais necessários, algo que não poderá nunca ser feito usando as más e sempre perigosas estradas do país.

A escolha do C-130J, um dos aviões de transporte mais criticados da atualidade, pode resultar surpreendente… Não é das opções mais económicas e tecnicamente não obteve grande reputação, entre os seus operadores. Contudo, se tivermos em conta que se trata de uma aquisição direta da USAF, que depois os entrega a custo zero à Força Aérea Iraquiana, a seleção do avião fica mais compreensível… É claro que serão os iraquianos a pagar a manutenção dos C-130J, mas quanto a isso… Azar!

Fonte:
Air Forces Monthly de outubro de 2009

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Afinal os mercenários da Blackwater sempre vão a julgamento…

Finalmente, parece que afinal sempre se tentara fazer alguma justiça no caso Blackwater… Cinco  “seguranças” da empresa norte-americana serão acusados pelo Departamento de Justiça dos EUA de terem assassinado dezassete iraquianos em Bagdade, em 2007. Os cinco suspeitos entregaram-se voluntariamente às autoridades respondendo a uma acusação de assassinato de 17 civis iraquianos e mais de 30 feridos quando em setembro de 2007 ao responder a um ataque a uma coluna diplomática que escoltavam começaram a dispara indiscriminadamente sobre a população e residências na zona.

Uma investigação realizada pelo governo iraquiano concluiria pela existência de “homicídios premeditados” de civis iraquianos motivados por uma reação de pânico por parte dos mercenário da Blackwater e pela inexistência de provas de que a caravana tivesse sido vitima de qualquer ataque. O que é certo é que se trata de um caso legalmente muito complexo. Não é claro se os homens serão julgados pelas leis americanas ou iraquianas, já que embora os acontecimentos tenham ocorrido no Iraque, nesse momento, os mercenários trabalhavam para o governo dos EUA. Para complicar tudo há ainda uma promessa de “imunidade total” dada pelo Departamento de Estado (Negócios Estrangeiros) dos EUA. Este, nega tal oferta, e afirma que apenas prometeu que o quer que fosse que os mercenários tivessem dito no local do crime não seria usado contra eles… Já se sabe da ira que sente o governo iraquiano a propósito da imunidade de que gozam os militares dos EUA no Iraque, mas ao saberem que esta também se estendia às empresas americanas operando no Iraque. Isso de facto, fazia parte de um acordo datado dos primeiros dias da ocupação do Iraque, mas recentemente, foi reconhecido ao Iraque o direito de “exercer jurisdição” nestes casos, assim sendo isso implicara que estes mercenários serão julgados no Iraque? Um caso a acompanhar… Especialmente porque no mês passado o governo dos EUA renovou o contrato com a Blackwater e porque no Iraque crescem as criticas contra as forcas de ocupação, e que se sabe já que Obama deseja reduzir ao mínimo as suas forças no Iraque, reenviando-as para o Afeganistão, onde a situação é cada vez mais critica, sendo agora ate já necessário colocar forcas em torno de Kabul de forma a proteger a capital de ataques diretos dos Talibãs.

Fonte:
www.cnn.com

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Bob Woodward: “há capacidades operacionais secretas que foram desenvolvidas pelos militares para localizar e matar líderes da Al Qaeda”

(Será que é um destes a “arma secreta” dos EUA no Iraque?)
Segundo o conhecido jornalista norte-americano Bob Woodward o sucesso atual das forças da Coligação no Iraque teria uma raiz essencial na utilização de um “programa de operações especiais sofisticado e letal”. Descrevendo-o de forma muito lacónica para o jornalista que na década de 70 expôs o “Escândalo Watergate” o agora jornalista da CBS escreveu no seu último livro “The War Within: A Secret White House History 2006-2008” que este sucesso se deveria a uma tecnologia militar secreta tão radicalmente nova, como o a introdução do tanque ou do avião o foi para a sua época. Entrevistado por Scott Pelley, da CBS: “Este é um segredo muito sensível e muito secreto, mas há capacidades operacionais secretas que foram desenvolvidas pelos militares para localizar e matar líderes da Al Qaeda no Iraque, líderes da Insurgência, e líderes renegados das milícias.”
Quando Scott Pelley lhe perguntou: “Mas do que é que está a falar? De algum tipo de definir alvos somente para as pessoas que procura? A liderança do inimigo?” ao que Woodward respondeu: “Gostaria muito de entrar em detalhes, mas não o vou fazer”. Já que estes, afirmou, iriam comprometer todo o projeto e que a sua natureza era tão revolucionária como a “introdução do tanque ou do avião”, na 1ª e na 2ª Grande Guerra… E acrescentando ainda “é o tipo de coisa sobre a qual se escrevem romances”…

Os pudores de Woodward quanto a dar mais detalhes sobre este programa são estranhos… É claro que podem ser unicamente motivados por intuitos comerciais para melhor vender o seu livro, fazendo criar uma aura de mistério sobre o “segredo”. Por outro lado, se ele é assim tão “secreto”, como é que chegou a Woodward e, sobretudo, como é que deixaram que a sua existência (ao fim ao cabo, o ponto principal para o preservar) fosse escarrapachada num best seller???

Bem, como se viu, não tenho grande fé na existência desta “arma secreta” que estaria a virar decisivamente a guerra no Iraque a favor dos EUA. Desde logo, por tudo aquilo que acima escrevi. Por outro lado, se essa arma existe, porque não está a ser usada no Afeganistão, onde a situação piora um pouco mais em cada dia que passa?

Mas ainda assim, admitamos que essa “arma secreta” existe… E admitindo essa tese, então acreditamos que pode ser uma de duas coisas:

1. Visão Remota… Da qual existem vários projectos nos EUA, alguns da CIA datando da década de 70 onde o “stargate” foi o projeto mais amplo tendo sido “oficialmente” terminado apenas em 1995… Não vou aqui aprofundar este tema, mas se não houvesse nada de substancial por detrás deste projeto a CIA iria financiar o mesmo durante trinta anos consecutivos? E porque o “encerrou” subitamente, ou… o passou para “programa subterrâneo”, encerrando-o oficialmente… Um programa de “Visão Remota” cumpriria a primeira parte da enigmática frase de Woodward (“localizar”), mas não o “destruir”, o que me leva à segunda tese:

2. Microrobots insectóides, telecomandados e transportando pequenas cargas de explosivos… A tecnologia já existe, é muito eficaz, permitindo “localizar e destruir” como refere a frase de Woodward, como se vê aqui, neste artigo do Washington Post…

Fontes:
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Os EUA usaram uma arma nuclear no Iraque em 1991?

Jim Brown, um antigo militar dos EUA que tomou parte na primeira guerra do Golfo, em 1991, afirmou que os Estados Unidos em 27 de Fevereiro desse ano utilizaram uma arma nuclear. A declaração, prestada a uma televisão italiana detalhe que a arma foi usada perto de Baçorá, não muito longe da fronteira iraniana e que seria um engenho nuclear de baixa potência, inferior às 15 megatoneladas da bomba de Hiroshima, por exemplo. Não é a primeira vez que surgem alegações do uso de armas nucleares de baixa potência no Iraque… Há dois anos, uma notícia da Al-Jazeera dava como certo o lançamento de uma arma destas no triângulo sunita. A investigação subsequente a estas declarações feita pelo canal Rainews24 identificou um “abalo sísmico nesta região, neste mesmo dia e um anormal aumento do numero de casos de cancro em Baçorá nos anos seguintes, dois indícios independentes que reforçam a possibilidade das declarações de Jim Brown serem verdadeiras…

Fonte:

Diário de Notícias. 10 de Outubro de 2008

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Caças F-16… a próxima força aérea iraquiana?


(Caças F-16… a próxima força aérea iraquiana? in http://schema-root.org/military)

Embora o Exército iraquiano tenha vindo a assumir gradualmente o controlo do seu próprio país, relegando as forças dos EUA para um papel cada vez mais secundário, a verdade é que existe ainda uma área de soberania que continua a faltar ao Iraque e que enquanto não for colmatada irá sempre colocar o Iraque numa posição subalterna em relação às forças dos EUA na região e em relação aos seus poderosos vizinhos Saudita e Iraniano: a Força Aérea.

Atualmente, a Força Aérea iraquiana opera uma multiplicidade de pequenos aviões Cessna e C-130E, mas nenhum “avião combatente” (uma lacuna que faz lembrar o estado pré-guerra da força aérea georgiana, o que deu aqueles resultados que todos conhecemos…). Existem planos para comprar 8 EMB-314 Super Tucanos ao Brasil (indiretamente, via USAF) e, mais recentemente, 36 F-16 norte-americanos… A aquisição não chegaria para fazer regressar a força aérea iraquiana ao seu estatuto anterior de uma das mais fortes forças aéreas da região, mas restoraria pelo menos alguma paridade com a força aérea iraniana. Sendo caças-bombardeiros, os F-16s seria usados essencialmente em missões de ataque ao solo, apoiando as forças terrestres iraquianas, mas permitiram obter alguma capacidade de combate aéreo que atualmente não existe.

A mudança para aparelhos de origem norte-americana, em vez dos aviões de origem soviética e francesa que formavam antes o cerna da força aérea iraquiana de Saddam tem óbvias motivações políticas já que a aquisição destes aviões faz parte de um pacote ambicioso de re-equipamento que ascende a 10,7 biliões de dólares e que resulta de um financiamento direto do Departamento de Defesa dos EUA. Além dos 36 F-16s, o Iraque deverá também adquirir tanques M1A1 Abrams por 2,16 biliões de dólares, sendo o negócio dos F-16 estimado em cerca de 3,6 biliões de dólares.

A aquisição destes aparelhos, contudo, não está a ser pacífica… Os curdos da “Aliança do Curdistão” exigem que esta aquisição seja acompanhada por uma declaração do governo garantindo que estes aviões nunca serão usados contra o povo curdo, ao que o governo central – dominado pelos shiitas – respondeu que a aquisição iria servir o Iraque após a retirada das forças da Coligação e que essas exigências eram “inaceitáveis”.

Não é claro que se tratem de aparelhos novos ou usados, ainda que pareça haver indícios de que estamos perante aparelhos novos.

Fontes:
http://news.yahoo.com/s/nm/20080905/ts_nm/lockheedmartin_dc
http://www.juancole.com/2008/09/iraq-f-16-purchase-roils-relations-with.html
http://www.gulfnews.com/region/Iraq/10242964.html
http://www.chinadaily.com.cn/world/2008-09/05/content_7004038.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Iraqi_Air_Force

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O Iraque está a recuperar a sua produção petrolífera…

(http://www.thecolorawards.com)

O Iraque esta a colocar quantidades crescentes de petróleo nos mercados internacionais, à medida que a situação de segurança interna estabiliza. O pais alcançou novos recordes de produção, desde a invasão norte-americana e estes novos níveis de produção têm muito a ver com a colocação em pleno funcionamento do oleoduto do norte, na região autónoma do curdistão. Sendo que este oleoduto é agora seguro em grande medida porque as tribos sunitas que antes o atacavam agora são pagas para… O proteger. Dando razão aqueles que acreditavam que a chave para o problema iraquiano reside não no empenho de mais forcas estrangeiras, mas na “localização” da guerra civil e, sobretudo, fazendo com que as populações locais sejam as primeiras beneficiarias das riquezas do subsolo.

Atualmente, as exportações iraquianas pelo norte ultrapassam já o limite dos dois milhões de barris diários e continuam a subir a ritmo constante. A sul, o Iraque tem mais campos e reservas mais generosas, mas a produção esta ainda estagnada nos 1,92 milhões de barris diários, devido à existência de uma situação de segurança ainda critica.

Estas noticias – que não têm merecido o devido foco mediático – são importantes porque indicam que numa época em que o consumo de hidrocarbonetos começa a ser mais intenso que a produção, existem países com capacidade para injetar mais petróleo no mercado. As noticias de ataques de rebeldes na Nigéria, de tempestades no Golfo do México ou de ataques iminentes (mas nunca realizados) contra o Irão, contribuem, a cada noticia ou rumor, para um aumento dos preços do barril de crude e para a dilatação escândalos dos lucros de especuladores e intermediários. Mas existe um silenciamento quase suspeito das boas noticias – como esta – que fariam diminuir a febre nas bolsas e descer os preços – muito inflacionados – do petróleo… Haverá relação entre este silenciamento e o facto de a maior parte dos grupos de media (que compraram hoje quase todos os media independentes) serem detidos direta ou indiretamente por grande grupos financeiros com grandes presenças nas Bolsas de todo o mundo?

Fonte:

http://www.energy-daily.com/reports/Analysis_Security_allows_Iraqi_oil_output_999.html

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O Secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates critica publicamente o desempenho da USAF

O Secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, declarou em 21 de Abril que a “Força Aérea não estava a fazer o suficiente para ajudar o esforço de guerra no Iraque e no Afeganistão”, acrescentando que “alguns líderes militares ficaram encravados na maneira antiga de fazer as coisas”. Gates queixava-se especialmente da falta de missões de reconhecimento aéreo sobre estes cenários de guerra no Médio Oriente. Aparentemente, Gates queixava-se que ainda que o número de drones de vigilância Predator tivesse sido aumentado 25 vezes desde 2001, o essencial das missões de reconhecimento ainda eram entregues a aviões convencionais… Este discurso, proferido publicamente e perante vários cadetes da USAF reflete algum nervosismo e revela bem o stresse a que estão submetidos os governantes daquela que é a mais impopular Administração da História dos EUA… Quando um comandante critica publicamente as suas tropas, mina o seu moral e a sua eficiência no terreno. Alguma critica que houvesse, devia ser comunicada em privado, nunca desta forma que nos permitiu – ultimamente – escrever sobre ela… Ainda que possa ter razão…

Fonte:
http://www.cbsnews.com/stories/2008/04/21/national/main4030601.shtml?source=RSSattr=HOME_4030601

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