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A Rússia terá mesmo vendido S-300s ao Irão?


(Sistema S-300 in http://www.enemyforces.net)

Mas afinal a Rússia vendeu ou não, os sofisticados sistemas de defesa aérea S-300 ao Irão? No passado dia 26, um representante da diplomacia russa negou a notícia, que tinha origem nas declarações de um deputado iraniano segundo o qual a Rússia teria começado a entregar mísseis S-300 e os seus respectivos lançadores à República Islâmica. Os russos chegaram mesmo a acusar os media de “falta de notícias” e de estarem a inventar para “vender papel”. É certo que outras fontes russas também indicam que esta venda ocorreu mesmo… Por exemplo, o deputado russo Esmaeil Kosari, que é nada mais nada menos que membro da comissão parlamentar de segurança nacional e política externa afirmou à agência noticiosa iraniana que a Rússia tinha começado a enviar componentes dos S-300PMU-1 para o Irão… Outra fonte, desta feita um artifo da RIA Novosti alegava que a Rússia estaria a vender cinco batalhões de sistemas S-300, ou seja entre 20 a 60 sistemas lançadores, tendo cada um três tubos.

Os mísseis 48N6E2 dos S-300 PMU-2 têm um alcance entre os 150 km e os 200 km e são considerados dos sistemas anti-aéreos mais eficientes do mundo, com a capacidade de atacar seis alvos por sistema, lançando 12 misseis. Ou seja, um batalhão com 4 sistemas lançadores pode enfrentar 24 aviões ao mesmo tempo.

Obviamente, os EUA estão muito preocupados com estas alegações, já que se forem bem utilizados, os S-300 poderão abater os aviões israelitas ou norte-americanos que realizem raids sobre instalações nucleares iranianas… Atualmente, o Irão já opera 29 sistemas Tor-M1 de médio alcance, que já preocupam sobremaneira.

Fonte:
http://english.farsnews.com/newstext.php?nn=8710060954

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O Irão lança um “satélite simulado” e deverá colocar o “Omid” em órbita ainda em Agosto

O Irão lançou em meados de Agosto um foguetão que irá utilizar posteriormente para colocar um satélite em órbita. Trata-se de um foguetão de dois andares designado como “Safir” (“Mensageiro”) o qual segundo a agência noticiosa iraniana “vai preparar o terreno para colocar o primeiro satélite iraniano em órbita”. O foguetão terá enviado um “satélite simulado” para o Espaço, não sendo claro se este ficou ou não em órbita, apesar das declarações oficiais irem nesse sentido. O satélite que o Irão irá lançar terá a designação de “Omid” (“Esperança”) e será colocado a uma órbita baixa de 650 Km de altitude ainda em Agosto, juntando-se ao satélite Sina-1 colocado em órbita em 2005 por um foguetão russo.

Este lançamento ocorre no decurso da prolongada tensão entre a república islâmica e o Ocidente a propósito do programa nuclear iraniano e de facto, se o Irão demonstrar ter a capacidade para colocar um satélite em órbita, prova também que consegue colocar uma ogiva nuclear em qualquer ponto do globo, independentemente do alcance dos seus foguetões, dos quais o Shahab 3 tem um alcance de 1300 Km, ou seja, alcance bastante para atingir Israel ou qualquer base americana na região.

O lançamento teve lugar a partir do novo centro espacial inaugurado em Fevereiro e segue-se a um primeiro lançamento “científico”, realizado em
Fevereiro de 2007 com um lançamento de um foguetão “Explorer-1” que colocou uma “carga científica e militar” no Espaço, a qual, aparentemente, não terá contudo entrado em órbita.

O Irão fez especial questão em destacar que “todos os sistemas eram fabricados no Irão”, aludindo indiretamente a todos os relatos que dizem que a tecnologia de foguetes iraniana depende fortemente da influência e dos ensinamentos dos técnicos norte-coreanos que trabalham no Irão desenvolvendo o Shahab 4 desde 1999 a partir dos foguetões russos SS-4. O Shahab 4 parece ter sido abandonado em 2003 e convertido num “lançador de satélites civil” de acordo com declarações do ministro da Defesa iraniano

Até 2010, o Irão prevê colocar vários satélites em órbita, os quais estão agora em diversas fases de finalização sendo alguns deles satélites de comunicações e outros de monitorização geográfica.
Fontes:
http://www.space-travel.com/reports/Iran_sparks_US_concern_with_satellite_rocket_launch_999.html http://edition.cnn.com/2008/WORLD/meast/08/17/iran.rocket/index.html?iref=topnews
http://www.iranwatch.org/wmd/wmd-iranmissileessay.htm

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Assine a Petição: Não aos negócios com os mullahs iranianos!


“No final deste ano*, a OMV (empresa petrolífera) prevê concluir um contrato de 22 mil milhões de euros com o Irão. Este incremento das relações financeiras faz da Áustria e da Europa parceiros estratégicos e cúmplices de um regime político, que financia o terrorismo internacional e exerce violentas represálias contra a sua própria população, e que desenvolve armas nucleares que podem atingir a Europa e ameaçar a paz mundial. A perseguição sistemática do povo curdo, às minorias religiosas, como os Baha’i, a execução de homossexuais e as represálias contra as mulheres que se recusam submeter aos cânones islâmicos, são igualmente características do regime que profere ameaças genocídas contra Israel e contesta a existência do Holocausto.

As fantasias repressivas, punitivas e de martírio, que estão longe de ser puras fantasias, renovam sob novas formas políticas e religiosas com a obsessão extirpativa do Estado nacional-socialista, incluindo a disposição de sacrificar a própria população para atingir objectivos apocalípticos. Por este motivo a política de desencorajamento não funciona a partir do momento em que possuírem armas nucleares. Consequentemente, os que quiserem manter um diálogo com a República Islâmica do Irão, terão uma atitude comparável à tido com os nazis, que resultou na guerra de destruição mais mortífera da história da humanidade.”
ler mais & assine a petição

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O fim do dólar como moeda-padrão está perto?… O Irão já não o usa para vender o seu petróleo

(http://i.cnn.net)

O Irão, país que é atualmente o segundo maior produtor de petróleo da OPEP, já não está a fazer transacções comerciais em dólares, cumprindo assim uma promessa já antiga do seu presidente… A decisão resulta de um aumento de pressão da diplomacia dos EUA contra o programa nuclear iraniano, mas também devido à continuada redução da cotação dólar-euro e ao seu impacto nos rendimentos da República Islâmica. O movimento de transição para o Euro e outras moedas já tinha começado no começo de 2007. Para a Europa, o Irão vende petróleo em euros, e um misto de euros e ienes são usados nas exportações para os países asiáticos.

O Irão está a pressionar os outros países da OPEP a segui-lo, mas, por enquanto sem grande sucesso, sobretudo por causa da influência que os EUA ainda detêm nas políticas dos governos dos países do Golfo Pérsico, mas não tardará muito até que a Venezuela siga os seus passos e depois, a massa crítica poderá ser suficiente para levar os demais países da OPEP a enveredar pelo mesmo caminho, especialmente se a fraqueza do dólar persistir, e nada indica que assim não seja, uma vez que a maioria dos economistas dão como certo o prolongamento da recessão nos EUA pelo menos até finais de 2009… E se o dólar continuar a ser a moeda preferida nas transacções de petróleo, até os países importadores vão começar a pressionar para o seu abandono. É claro, que a perda do papel de referência do dólar no mercado global vai implicar uma profunda ameaça à própria economia americana, que muito tem vivido da predominância da sua moeda no mundo, e logo, criar ainda mais condições para que esta recessão que dizem ainda ser ligeira, se torne efetivamente numa das mais graves de sempre na Economia americana. Sabendo como esta responde por 30% do consumo mundial, isso não irá arrastar todo o planeta para a recessão, mesmo a Ásia e a Europa que têm estado relativamente afastadas desta?

Fonte: http://www.cbsnews.com/stories/2008/04/30/business/main4057490.shtml?source=related_story

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Os EUA vão atacar o Irão?…

Os Estados Unidos transferiram um segundo porta-aviões nuclear para o Golfo Pérsico e os comandantes norte-americanos na região receberam, segundo a CBS, ordens para avaliarem as suas opções para um ataque ao Irão. Estas novas ordens resultam do recrudescimento da actividade das milícias shiitas no Iraque e do apoio que estas teriam recebido do Irão, nomeadamente em treinamento, armamento e munições, alegações que não são novas, mas que regressam agora, novamente.

O Secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, o mesmo que há semanas criticava a eficiência do comando da USAF, declarou: “O que os iranianos estão a fazer é matar soldados americanos dentro do Iraque”. Outros factores seriam a atitude crescentemente agressiva das vedetas iranianas contra navios estrangeiros no Golfo o prosseguimento do programa nuclear iraniano, muito concretamente a exibição numa televisão local do ministro da defesa iraniano visitando as instalações de enriquecimento de urânio de Teerão…

Atualmente, os EUA não têm capacidade terrestre disponível para um ataque convencional ao Irão, dada a densidade do seu empenhamento no Iraque e no Afeganistão, e isso mesmo foi admitido implicitamente pelo general Mike Mullen: “Temos capacidade em reserva, em particularmente na Marinha e na Força Aérea, logo seria um erro pensar que estamos sem capacidade de combate”. Admitindo também que a ter lugar (e por aqui já o previmos no passado, sem sucesso…) este ataque seria realizado através de mísseis Tomahawk lançados a partir de navios no Golfo Pérsico e de ataques aéreos cirúrgicos contra fábricas nucleares e de processamento de urânio, mas também escolhendo como alvo a estrutura logística e de comando do projecto nuclear. O Iraque, e sobretudo o seu primeiro ministro Nouri al-Maliki tem multiplicado as suas alegações quanto à presença de apoios iranianos no recente recrudescimento das milícias shiitas e deslocou-se a Teerão para reclamar desses apoios, transportando provas de que algumas instituições no interior do governo iraniano estão a apoiar milícias dentro do Iraque. Se daqui, não vier uma redução dese apoio… e sabendo que esta viagem se parece muito com um ultimato, poderemos então assistir a uma série de ataques aéreos e por via marítima.

Já antes abordámos esta questão do programa nuclear iraniano e quanto achávamos ser improvável que este tivesse unicamente fins pacíficos. Ora se o programa nuclear iraniano pode fornecer a Teerão a capacidade de fabricar uma arma nuclear e se Teerão tem praticamente a tecnologia suficiente para lançar satélites, então isso significa que o imprevisível e fanatizado regime no poder em Teerão pode colocar um engenho nuclear em qualquer ponto do mundo… Isso deveria levar os EUA a procurar consensos com a Rússia e a usar a sua engenharia e a sua própria extensão territorial para instalar sistemas anti-mísseis e de rastreamento capazes de anular ameaças vindas do Irão ou da Coreia do Norte. Infelizmente, ainda não houve esse bom senso, e a estratégia de irritar o urso russo permanece a mesma… Assim, a hipótese de um ataque devastador, mas cheio de riscos contra o Irão torna-se cada vez maior… Contudo, o seu desfecho é imprevisível. A força aérea iraniana está em bom nível de prontidão e não foi desgastada por décadas de sanções, como a iraquiana. Os sistemas anti-aéreos foram atualizados com novos sistemas russos e as bases americanas do Golfo estão ao alcance dos mísseis balísticos de Teerão, sendo certas retaliações se tal ataque ocorrer. Tudo se conjunga pois para que George Bush passe ainda uma última prova que pode fazer descer ainda mais os recordes de impopularidade do seu mandato. E dar argumentos ao regime fundamentalista de Teerão para ganhar as próximas eleições.

Fonte:
http://www.cbsnews.com/stories/2008/04/29/eveningnews/main4056941.shtml?source=RSSattr=HOME_4056941

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O Estranho Incidente de Ormuz de 5 de Janeiro, entre os EUA e o Irão


(Vídeo do “incidente” entre 3 navios da US Navy e pequenos patrulhas iranianos de 5 de Janeiro)

Um jornalista americano descreve o incidente ocorrido em 5 de Janeiro, no Estreito da antiga cidade portuguesa de Ormuz como uma “fabricação”…

Talvez se recordem que no passado dia 7 de Janeiro o comando da 5ª Esquadra dos EUA no Golfo Pérsico emitiu uma declaração referente a um encontro com pequenos navios patrulha iranianos. Segundo um artigo do jornal Asia Times: “o relatório oficial afirma que vários “pequenos barcos” iranianos “manobraram agressivamente até ficarem muito próximo do Hopper. Mas o relatório não menciona que os barcos iranianos ameaçaram de alguma forma os navios americanos ou que estes estiveram quase a abrir fogo sobre estes.” De facto, acrescenta o jornal indiano, este tipo de encontros são frequentes, nestas paragens e o que aconteceu em Janeiro seguiu completamente todos os procedimentos habituais: alerta via rádio, tentativa de estabelecimento de comunicações e manobras evasivas.

A notícia começou a aparecer depois – diz o Asia Times – de uma reportagem de Barbara Starr da CNN que mencionou as tais “manobras agressivas” por parte dos iranianos que, afinal, nunca existiram nos relatórios oficiais. Depois desta reportagem da CNN, a CBS repetiu a notícia, e horas depois estava já nos écrans de todas as televisões no mundo, televisões lusas inclusivé… com excepção do canal público iraniano, suponho… A fonte desta falsa notícia é confusa, mas em resposta o Pentágono acabou por divulgar um vídeo condensado (ver acima) que ilustra o incidente. No video ouve-se algo assim “Vou para cima de ti… Vou explodir dentro (inaudível) minutos.” Os iranianos, depois da divulgação do vídeo negou tudo e declarou que o som tinha sido digitalmente inserido. Dias depois, a 13 de Janeiro, representantes do Pentágono admitiam que desconheciam a fonte da emissão de rádio captada em vídeo quando antes afirmavam ter a certeza de que a emissão viera de um dos barcos iranianos… Mais tarde o comandante da 5ª Esquadra, o vice-almirante Kevin Cosgriff negou que os seus navios estivessem estado quase a disparar sobre os barcos iranianos… como dizia a notícia da CNN!

Na altura, quando o episódio chegou às televisões lembrei-me do famoso “Incidente do Golfo de Tonkin” ocorrido em 1964, ao lago do Vietname do Norte e onde dois patrulhas P-4 norte vietnamitas teriam atacado navios de guerra americanos em águas internacionais. Todo o episódio está envolto em polémica, mas é geralmente tido como uma fabricação para justificar a entrada de forças dos EUA no conflito… Uma técnica que aliás já tinha sido usada nos EUA, quando da Guerra Hispano-americana onde o “Maine” também teria usado em idênticas circunstâncias… A grande diferença com estes casos é que não houve um conflito justificado pelos mesmos. Será que algo falhou no plano para justificar um ataque aéreo às bases navais e à marinha iraniana? Algo do género de oposição interna dentro dos EUA, ou será que apenas os iranianos não cumpriram a parte “deles” e não tiveram uma atitude agressiva o suficiente para produzir tal resultado?

Fonte principal:

Raw Story

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O irão prepara o lançamento do seu primeiro satélite


(O lançamento do foguetão experimental iraniano)

O lançamento pela República Islâmica do Irão de um foguetão com “capacidade orbital” que serviu de plataforma de teste para um segundo lançamento a realizar ainda este ano e que colocará em órbita um satélite experimental iraniano. Este lançamento é cumprimento de uma promessa – realizada no final de 2007 – de que o Irão iria lançar um foguetão deste tipo em 2008 e embora este não passe de uma projecção realizada a partir de planos norte-coreanos e que engenheiros deste país estejam a colaborar com a República Islâmica desde à anos, trata-se de um feito notável e indica que muito provavelmente o Irão será capaz de completar com sucesso a próxima fase do seu programa espacial: lançar um satélite chamado Omid (Esperança) em Março de 2009 e, mais tarde… colocar em órbita o primeiro astronauta islâmico lançado por um país muçulmano (a Malásia já enviou astronautas antes para o Espaço mas em cápsulas Soyuz).
É claro que esta mesma tecnologia pode ser usada para criar um ICBM, um míssil balístico de longo alcance capaz de colocar uma ogiva nuclear em qualquer ponto do globo, e logo, cria algum justificado nervosismo nas chancelarias ocidentais. Bem, mais exactamente este será o primeiro “islamonauta” masculino, já que… por via de uma viagem turística Soyuz a primeira mulher de credo muçulmano e iraniana será Anoushe Ansari, que pagará do seu próprio bolso a viagem (ver AQUI)… Sim, porque com o registo que o Islão tem de tratamento das mulheres… Quantas hipóteses acham de que o primeiro islamonauta seja uma mulher? Hum?

Entretanto e depois deste lançamento, a França já veio dizer que o foguetão iraniano não era capaz de manobrar no Espaço, isto é, que não tinha nem sistemas de navegação nem foguetes de orientação, o que não é necessário se o dito fôr um protótipo de um ICBM, mas que seria imperativo ter se se tratasse de um protótipo de um lançador de satélites… O que… Convenhamos ou quer dizer que o programa espacial iraniano está mais atrasado do que gostariam ou quer dizer que a sua vocação é puramente militar.

Fontes:
Reuters
Red Orbit

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