Posts Tagged With: Índia

O partido indiano Aam Aadmi (ou “partido do Homem comum”)

Na Índia – nada mais, nada menos, que a maior democracia do mundo – corre lesto o debate de como tornar mais democrático e aberto o regime.

Em particular, levantam-se vozes sobre referendos através de mensagens SMS, revogação de mandatos de representantes eleitos e a adição nos boletins de voto de uma opção para “nenhuma das alternativas cima listadas”, entre outras estão na agenda do debate político local.

Este debate, na direção de um caráter Participativo reforçado na democracia indiana corre ao lado de outro que a critica e que a responsabiliza pela persistência de largas centenas de milhões de indianos na miséria e fome mais abjetas. Acusam estes críticos (não sem razão), que a democracia na Índia, pouco fez para resolver as enormes assimetrias que caraterizam desde sempre a sociedade indiana e que a corrupção na classe política está cada vez mais disseminada.

Esta crise da democracia indiana pode levar a dois tipos de evoluções: ou o sistema se cristaliza numa democracia formal na aparência, mas de raiz autoritária e populista ou, ocorre uma evolução na direção de um regime mais participativo ou aberto. Um sinal de que a segunda opção não pode ser descartada é a força do movimento indiano contra a corrupção que levou à aparição de um novo partido político, o partido Aam Aadmi (ou “partido do Homem comum”) que logrou alcançar um desempenho surpreendente nas últimas eleições no estado de Nova Dehli. O novo partido assume uma ruptura com o sistema porque não depende de nenhum financiador e não representa nenhuma casta, raça ou religião e está a conseguir reunir muitos indianos que até agora se encontravam afastados da política e dos “grandes” partidos indianos.

Saído vencedor das eleições, o AAP não aceitou formar governo sem antes lançar um referendo por SMS em que questionava os cidadãos sobre se deveria, ou não, formar governo. Assumida essa função, começou a cumprir o seu programa, nomeadamente as suas promessas eleitorais quanto aos custos de água e eletricidade. Estas medidas foram recebidas com grandes reservas por parte da oposição, que acusa o novo partido de irresponsabilidade fiscal. Foi também acusado de promover o caos nas ruas devido a manifestacoes dos seus apoiantes. A forma como o AAP gere a polícia local também tem estado sob fogo: detenções ilegais e um apelo por parte do governo do AAP para que os polícias despissem as suas fardas e se juntassem às manifestações anti-corrupção foi muito criticado nos media indianos.

Internamente, o AAP também está a ter dificuldades na implementacao da promessa de “democracia interna”. Alguns militantes criticam a falta de atenção da direção do partido aos críticos internos. Esta contestacao interna é mais intensa do que nos “partidos normais” indianos porque apenas uma pequena minoria dos militantes do AAP são políticos profissionais, sendo a sua esmagadora maioria formada por cidadãos “comuns”, e que logo, não dependem do partido para cargos, funções ou empregos, como sucede normalmente com os políticos profissionais. Por exemplo, a opção do governo para bloquear a entrada de capital estrangeiro no setor do retalho foi alvo de muita contestacao interna. Externamente, e porque o discurso do AAP considera que todos os partidos representativos são inerentemente corruptos, as opções de formar coligações são muito remotas.

Fonte:
http://www.opendemocracy.net/openindia/l-k-sharma/euphoria-and-caution-greet-new-democratic-experiment

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A Índia prepara uma missão a Marte e o seu primeiro voo orbital tripulado

A Índia vai lançar em outubro uma missão a Marte com o objetivo de estudar a atmosfera do planeta. O custo da missão não deverá ultrapassar os 70 milhões de dólares e deverá manter-se ativa em órbita durante pelo menos um ano. Com esta missão, a Índia assume um papel de preponderância no campo da exploração espacial tornando-se numa potencia capaz de lançar, construir e operar uma sonda espacial a tão grandes distâncias (algo que a China ainda não conseguiu).

Em 2016, a Índia vai lançar um veículo orbital de 3 toneladas capaz de transportar 2 astronautas até órbita numa missão que não deverá exceder os dois dias. Uma versão mais desenvolvida desta cápsula deverá ser capaz de cumprir missões com até sete dias de extensão e de acoplar em órbita com outras cápsulas ou estações orbitais.

Esta cápsula será lançada pelo foguetão GSLV-Mk II e após ter alcançado uma órbita de 300 Km regressará para Terra, amarando algures no Golfo de Bengala.

Após estas missões orbitais, a Agência espacial indiana ISRO tenciona realizar missões lunares depois de 2020.

Fontes:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3066146
http://en.wikipedia.org/wiki/Indian_human_spaceflight_programme

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O primeiro PAK-FA indiano vai voar em 2014

A primeira versão do novo caça indiano de 5a geração, desenvolvido conjuntamente pela Rússia e pela Índia a partir do PAK-FA (Sukhoi T-50) deverá realizar o seu primeiro voo em 2014, sendo um segundo protótipo recebido da Sukhoi três anos depois. O programa recebeu a designação “Fifth Generation Fighter Aircraft” (FGFA) e conhecera posteriormente, em 2022, uma segunda fase, com a adoção de caraterísticas furtivas no aparelho. Até ao final deste ano a conceção final do aparelho deve estar terminada pelos engenheiros russos e indianos que se encontram hoje na Sukhoi, começando logo depois a construção do primeiro protótipo.

O projeto conjunto deverá ascender a mais de 11 mil milhões de dólares e deverá traduzir-se na aquisição de 214 aparelhos FGFA até 2030, a custo estimado de 30 mil milhões de dólares.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/fifth-gen-fighter-aircraft-to-be-unveiled-in-india-by-2014-44279/

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O primeiro MiG-29KUB aterra no porta-aviões indiano INS Vikramadity

O primeiro avião de treino (ou “treinador” para o Otus 😉 ) RAC MiG-29KUB pilotado por pilotos de teste russo aterrou a bordo do porta-aviões indiano INS Vikramaditya. De seguida o avião descolou usando o “sky jump”. Estes testes bem sucedidos são um passo decisivo para a operacionalização do porta-aviões indiano (o antigo Almirante Gorshkov) depois de vários anos em obras de modernização em estaleiros russos. Só quando o navio entregue aos indianos é que pilotos indianos começarão a aterrar no navio, algo que deve acontecer em finais de 2012.

A Índia já recebeu todos os doze MiG-29K comprados à Rússia e encomendados em 2004. Existe uma segunda encomenda de 34 aparelhos deste modelo, mais recente, mas os aviões ainda não começaram a ser entregues.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/news/articles/indian-navy-confirms-mig-29kub-landing-aboard-vikramaditya-374864/

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Atrasos com o plano indiano de ter até 2015 dois grupos de batalha no Índico

INS Vikrant (cdn2.shipspotting.com)

INS Vikrant (cdn2.shipspotting.com)

Os Estados Unidos têm planos a médio prazo para concentrar 60% do seu poder naval região Ásia-Pacífico, como forma de contrabalancar o crescimento do poder naval chinês. Outro elemento de equilíbrio seria o desenvolvimento da frota de porta-aviões da Índia, nomeadamente do plano indiano para operar dois grupos de porta-aviões autonomos até 2015.

Mas este plano indiano está a atravessar sérias dificuldades: o fim da construção do primeiro porta-aviões indiano, de 40 mil toneladas e que está a ser construido nos estaleiros de Cochim está três anos atrasada e o navio não estará certamente pronto antes de 2017. Este navio terá o nome de INS Vikrant e está apenas dois terços pronto apesar de a sua construção ter já começado em 2009. Os custos de construcao também não têm parado de subir.

Este atraso significa que a Índia não vai conseguir ter os dois planeados “grupos de batalha” com destroyers, fragatas, submarinos e liderados por um porta-aviões até 2015… e cuja simples existencia tornariam a Índia numa potencia com capacidade de projeção global de pooder, como poucos outros países conseguem hoje fazer.

Pelo menos, o primeiro “grupo de batalha” está teoricamente pronto, centrado no INS Vikramaditya, o antigo porta-aviões russo Almirante Gorshov e que estará pronto em 2013 (após uma intensa revisão de 2.3 mil milhões de dolares)

Uma solução poderá ser a de estender a vida util do porta-aviões de 28 mil toneladas, o INS Viraat, um navio de origem britânica ja com mais de cinquenta anos e apenas onze caças Sea Harrier… muito diferentes dos MiG-29K que equiparao os outros dois porta-aviões…

O INS Vikrant terá 260 metros de omprimento, terá embarcados 12 aviões MiG-29K, oito Tejas e dez Kamov helicópteros anti-submarinos e de reconhecimento.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/indias-aircraft-carrier-ambitions-take-a-dive-43771/

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A Índia continua a preparar a sua primeira missão robótica a Marte

Logo da ISRO (http://www.topnews.in)

Logo da ISRO (http://www.topnews.in)

A agência espacial indiana (ISRO) está a ultimar os estudos para um orbiter marciano por forma a os apresentar oficialmente ao governo em novembro deste ano.

O planeamento da missão está praticamente completo e existe ja uma lista quase final de carga científica que será transportada pela sonda até à órbita do planeta vermelho.

O objetivo desta primeira missão marciana da Índia é lançar o engenho com o lançador pesado “Polar Satellite Launch Vehicle” (PSLV-XL) e ao fim de uma viagem interplanetaria colocar o orbiter a cerca de oitenta mil quilometros da superficie. O orbiter deverá transportar cerca de 25 kg de carga util que recolhera dados sobre sinais de vida, clima, geologia e a evolução de Marte.

Concluída está ja a forma exterior do satélite, assim como as suas células solares e o refletor.

Fonte:
http://zeenews.india.com/news/space/india-all-set-to-give-go-ahead-for-mars-mission_787459.html

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A Índia vai lançar uma sonda para Marte antes de 2020

O GSLV indiano que será usado para lançar a sonda marciana (http://www.satnews.com)

O GSLV indiano que será usado para lançar a sonda marciana (http://www.satnews.com)

A Índia aprovou em meados de março o orçamento para a sua agência espacial incluindo neste o financiamento de 24 milhões de dólares para um orbiter marciano.  A data de lançamento desta sonda marciana deverá ser entre finais da década de 2010 ou começos da de 2020.

O desenvolvimento da sonda vai começar já em novembro deste ano e o processo de seleção dos instrumentos a embarcar na sonda já começou com espectrómetros de infravermelhos,  câmaras,  espectrómetros de radiação, um sensor de metano,  entre outros na lista.

O sensor de metano será um instrumento particularmente importante. Detetado pela primeira vez em 2009 a partir de um telescópio terrestre a sua presença aparente em grandes quantidades renovadas regularmente na fina atmosfera marciana é a melhor prova conhecida até hoje da existência de vida no Planeta Vermelho.

A decisão de avançar com esta missão marciana,  num momento em que o seu principal competidor,  a China,  aposta cada vez mais num programa espacial tripulado reflete o atraso do programa tripulado indiano mas também a maturidade da sua tecnologia robótica,  recentemente demonstrada pela sonda lunar Chandrayaan-1.

Fonte:
http://www.wired.com/wiredscience/2012/03/india-looks-toward-mars

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A Índia tornou-se o maior importador mundial de armamento pesado

Sukhoi Su-30 (http://www.acig.org)

Sukhoi Su-30 (http://www.acig.org)

A Índia tornou-se o maior importador mundial de armamento pesado. Segundo um relatório recente, mais de 10% de todas as compras de armamento pesado entre 2007 e 2011 foram indianas contando-se entre estas contratos tão importantes como os 120 Su-30MKI e os 29 Mig-29Ks russos. Depois da Índia, encontramos países como a Coreia do Sul, o vizinho e eterno rival Paquistão, a China e… Espantosamente, a pequena Singapura. Todos somados, respondem por mais de 30% de todas as importações de armamento.

Os maiores exportadores continuam a ser os EUA (30%) e a Rússia (24%). Entre os “sucessos” encontramos aviões F-15E e F-15SG, F-16C e F/A-18 e os acima mencionados Sukhoi Su-30.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/33456/

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A Índia vai desativar os seus MiG-21 entre 2014 e 2016

Finalmente, depois de quase meio século e dezenas de acidentes (com 6 acidentes apenas em 2011!), a Índia vai desativar a sua frota de caças MiG-21. A desativação dos aparelhos vai ocorrer em 2014. A decisão é importante porque o MiG representa hoje perto de 40% de toda a força aérea…

Os MiG-21 – na maioria construídos na empresa indiana HAL – estão a ser gradualmente substituídos por aparelhos mais modernos e deverá estar concluída antes do final de 2016.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/India_sets_date_for_scrapping_MiG-21_jets_999.html

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A HAL indiana prepara-se para construir aviões Rafale

A empresa aeronáutica estatal indiana  Hindustan Aeronautics Limited (HAL) está a preparar-se para fabricar o Dassault Rafale que ganhou o concurso de 126 aparelhos para a força aérea indiana.

A HAL vai construir num terreno em Bangalore uma nova fábrica para construir os componentes e integrar os mesmos com outros vindos de França para montar localmente os Rafale indianos.

Os primeiros 18 Rafale virão já prontos de França até 3 anos depois da data de assinatura formal do contrato. No entretanto, a HAL deverá ter a linha de fabricação e montagem pronta e todo o know-how francês devidamente transferido.

Além destes primeiros 18 Rafale, 108 aviões serão montados a partir de kits enviados de França. Posteriormente, a HAL começará a fabricar fuselagens e outras partes. No total, o Rafale indiano deverá representar para a HAL uma compensação financeira de quase 5 mil milhões de dólares, o que é notável uma vez que representa metade do custo total do programa. Supõe-se que os 5 mil milhões remanescentes serão pagos à Dassault e à Snecma (fabricante dos motores).

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/HAL_prepares_to_manufacture_Rafale_combat_jet_in_India_999.html

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A Índia vai começar a construir um Reator Nuclear a Tório

A Índia está a trabalhar numa central nuclear que usa um combustível mais seguro que o Urânio: o Tório. Atualmente, decorre o processo de identificação do local onde a central será construída até 2020.

Já foram feitos vários estudos sobre centrais a Tório nos EUA e na antiga União Soviética, mas sempre sem que se produzisse um reator viável. O facto do Urânio ser uma das matérias primas para bombas nucleares fez também preferir os reatores a Urânio sobre todas as outras alternativas, como o Tório. O conceito é uma espécie de “santo graal” da física nuclear moderna, quer pela maior segurança, quer pela abundância relativa do mineral.

Os trabalhos estão a ser conduzidos pelo “Bhabha Atomic Research Centre” (BARC) de Bombaim, que  terminou com sucesso uma serie de testes ao conceito de um reator a Tório e que ultima agora a conceptiva de um reator comercial, sobretudo na questão tecnicamente mais difícil: a da ignição do reator, que deverá ser realizada através do uso de Urânio. Este primeiro gerador deverá ser capaz de produzir 300 MW de eletricidade, ou seja, cerca de metade de um reator convencional.

Os reatores a Tório, além de serem mais baratos, da sua matéria-prima ser mais abundante e da sua operação ser mais simples, apresentam ainda duas outras vantagens: o seu subproduto não pode ser usado para construir armas nucleares e, sobretudo, não cria os resíduos radioativos com a duração de milhares de anos, mas resíduos de vida muito mais curta. É assim uma tecnologia muito interessante que seguiremos com especial atenção aqui no Quintus…

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/environment/2011/nov/01/india-thorium-nuclear-plant

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O Rafale e o Typhoon são os finalistas do concurso indiano M-MRCA

Eurofighter Typhoon (http://www.defencetalk.com)

Eurofighter Typhoon (http://www.defencetalk.com)

O Ministro da Defesa indiano convidou os dois finalistas do concurso indiano: o Eurofighter e o Rafale para a 4 de novembro apresentarem formalmente as suas propostas comerciais por forma a que o seu governo tome a decisão final de compra.

O vencedor será quem oferecer um preço mais baixo e receberá a encomenda de 126 “Multi-role Combat Aircraft” (M-MRCA) .

Recentemente, em Abril, a Lockheed Martin, a Boeing, a MiG e a Saab tinham sido excluídas do concurso por serem incapazes de cumprirem os requisitos técnicos indianos. Os dois sobreviventes europeus, têm agora a hipótese de vencer aquele que é nos círculos de Defesa chamado de “A Mãe de Todos os Contratos”. Ou seja, um contrato que seria muito interessante para assegurar umas centenas de postos de trabalho nas fábricas da EADS no Reino Unido, Alemanha e Itália. E crucial para assegurar a sobrevivência a prazo do Rafale, avião que ainda não conseguir assegurar um único cliente internacional.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/combat-aircraft-deal-eurofighter-dassault-rafale-shortlisted-37883/#ixzz1brxeQYGB

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A Índia coloca o Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale na lista de finalistas do seu concurso “Medium Multi-Role Combat Aircraft”

Dassault Rafale (http://www.aerospaceweb.org)

Dassault Rafale (http://www.aerospaceweb.org)

Aproxima-se (finalmente) o desfecho com concurso indiano “Medium Multi-Role Combat Aircraft” (MMRCA) no valor de 12 mil milhões de dólares por 126 aparelhos: em setembro, o governo vai começar a seleção final no começo de setembro. Nos finalistas ficaram o Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale, uma seleção que resultou das transferências de know-how e de participação industrial.

Depois da escolha entre o Typhoon e o Rafale, a Índia tomará a decisão se aumenta a encomenda de 126 para 189 (uma opção contratual que poderá ser antecipada) com o subsequente aumento para 20 mil milhões.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_channel.jsp?channel=defense&id=news/awst/2011/08/08/AW_08_08_2011_p37-355148.xml

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A MiG continua a entregar aparelhos MiG-29K/KUB à Marinha da União Indiana

A MiG entregou cinco aviões MiG-29K/KUB à Marinha indiana assim como um simulador e diverso equipamento de manutenção. Estes cinco aparelhos fazem parte de um contrato que prevê a entrega de 12 aviões MiG-29K e 4 bilugares MiG-29KUB assinado em 2004 por um valor que ascende a 1.5 mil milhões de dólares.

Estes MiG-29 serão colocados no antigo porta-aviões russo Admiral Gorshkov que está a ser ainda reparado num estaleiro russo antecipando a sua entrega à Marinha Indiana em 2013. Os primeiros 4 MiG-29Ks e MiG-29KUBs entraram em serviço em fevereiro de 2010 em março de 2010 num segundo contrato a Índia adquiriu mais 29 aparelhos, que deverão ser entregues em 2012.

Enquanto o porta-aviões não chega estes MiG serão utilizados a partir do aeródromo de Goa.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/russia-mig-29k-naval-fighters-to-india-34583/#ixzz1NuQF6Sjt

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MMRCA: O “F-X2” indiano tem agora dois novos finalistas: Rafale e Typhoon

MiG-35: menos um no MMRC indiano (http://defense-update.com)

MiG-35: menos um no MMRC indiano (http://defense-update.com)

A Índia anunciou finalmente os finalistas do seu já longo (ainda que não tão longo como o F-X2 brasileiro…) programa “Medium Multirole Combat Aircraft” (MMRCA): o  Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale. O Saab Gripen foi excluído, assim como terão sido também afastados o Boeing F/A-18E/F, o Lockheed Martin F-16 e até o MiG-35 (que muitos acreditavam ser um dos favoritos a ganhar o MMRCA).

Nesta seleção além da surpreendente rejeição do avião russo (uma derrota que colocará a MiG em grandes dificuldades financeiras) surpreende igualmente o afastamento dos dois aviões norte-americanos, dada a imensa pressão diplomática e económica que os norte-americanos derramaram na Índia nos últimos anos.

A decisão final entre o Typhoon e o Rafale dependerá agora das contrapartidas comerciais e industriais e deverá ser conhecida nos próximos meses. O programa prevê a aquisição de 126 aparelhos, mas este número deverá depois ser dilatado, tornando-o no programa mundial mais importante tendo em conta as verbas envolvidas e a quantidade de aviões que estão em equação.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_generic.jsp?channel=aerospacedaily&id=news/asd/2011/04/28/02.xml

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A Agência Espacial Indiana (ISRO) encontrou uma gigantesca caverna subterrânea na Lua

A Agência Espacial Indiana (ISRO) encontrou uma gigantesca caverna subterrânea na Lua. Esta caverna poderá ser usada no futuro como o local perfeito para instalar uma base permanente no nosso satélite natural.

A descoberta foi feita pela sonda Chandrayaan-1 e expõe uma caverna com 1.7 km de comprimentos de 120 metros de largura perto do equador lunar que poderia proteger os seus ocupantes dos perigos da radiação, das temperaturas extremas e dos micro-meteoritos que impactam constantemente na superfície lunar. Esta caverna terá sido formada por um “tubo de lava” e confirma a existência na Lua deste tipo de estruturas que outras observações tinham já permitido antever e que são altamente interessantes para os dois países que mantêm atualmente a intenção de enviarem astronautas para a Lua: China e Índia.

Fonte:
http://www.siliconindia.com/shownews/ISRO_finds_cave_in_moon_can_be_used_as_base_station_for_astronauts-nid-79567.html

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A Índia está prestes a encetar as negociações para um contrato de mais de 12 mil milhões de dólares por 126 caças

MiG-21 indiano (http://kensekhon.ca)

MiG-21 indiano (http://kensekhon.ca)

A Índia está prestes a encetar as negociações para um contrato de mais de 12 mil milhões de dólares por 126 caças. Desta forma, a modernização urgente da Força Aérea indiana pode prosseguir e o vencedor – entre os 6 finalistas – do concurso “Medium Multi-Role Combat Aircraft” (MMRCA) terá nas mãos um contrato milionário.

A competição começou em 2007 e os testes com aparelhos concorrentes em 2008. Atualmente, segundo algumas fontes, o F-16 e o F-18 parecem levar vantagem sobre os adversários: o Rafale, o Typhoon e Gripen.

Nos termos deste contrato, além destes 126 aparelhos, mais 18 poderão ser adquiridos em 2012 e outros 108 fabricados localmente. Mais 64 aviões ficarão em opção de compra.

Com este contrato, a envelhecida (e cada vez menor) frota de MiGs será renovada e os níveis operacionais deste gigante asiático recuperarão os padrões que a Índia alcançava na década de oitenta.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/india-to-start-talks-on-12-billion-fighter-aircraft-order-31944/#ixzz1F3tBfLVP

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Sobre o falhanço do último lançamento do GSLV indiano e das suas consequências…

A explosão do mais importante e ambicioso foguetão jamais desenvolvido na Índia, o “Geosynchronous Satellite Launch Vehicle” (GSLV) comprometeu seriamente as ambições indianas de disputar com russos e europeus o lucrativo mercado de lançamento de satélites e até os planos indianos de colocar astronautas no Espaço a breve trecho.

O GSLV explodiu em pleno voo após apenas um minuto de um voo onde devia colocar em órbita um satélite de telecomunicações. Este acidente é o segundo em apenas um ano e indica que algo está muito mal no programa espacial indiano. O insucesso vai também ter impacto na data prevista para o primeiro voo tripulado indiano que deveria usar um GSLV e cuja data estimada de 2016 está agora ameaçada e o país deverá perder ainda mais terreno para o vigoroso e muito bem encaminhado programa espacial chinês.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/failed-rocket-launch-threatens-indias-space-ambitions-30815/

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Atrasos na entrega das Krivak III indianas

Datam de 2006 as intenções indianas de construirem 3 “navios furtivos” por 1.1 biliões de dólares. Os navios que então estavam sobre a mesa eram as fragatas Krivak III de concepção russa. Na altura, esse navios não tinham as caraterísticas furtivas exigidas, sendo, de facto, fragatas multifunção de médio alcance e especialmente focadas em missões anti-submarino. Em meados de 2006 houve declarações que indicavam que a primeira Krivak seria entregue em 2011 e as outras duas 12 meses depois.

Mas em dezembro de 2010 soube-se que o estaleiro Yantar estava sem fundos para prosseguir com a construção das Krivak, tendo pedido 100 milhões de dólares à empresa russa Rosoboronexport. Desta forma, as datas de 2011 e 2012 ficam fora de equação… enquanto o Paquistão continua a receber as 4 fragatas que encomendou à China desequilibrando o delicado balanço de poder no Índico entre estes dois tradicionais rivais…

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/india-orders-3-more-krivak-iiitalwar-class-frigates-02448/

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O projeto russo-indiano “multi-role transport aircraft” (MTA)

"multi-role transport aircraft" (MTA) (http://homepage.tinet.ie/~steven)

"multi-role transport aircraft" (MTA) (http://homepage.tinet.ie/~steven)

A Índia e a Rússia começaram a trabalhar num projeto conjunto para a construção de avião de transporte “multi-role”. O programa tem a designação “multi-role transport aircraft” (MTA) e é o produto de intensas negociações entre as duas partes.

O acordo foi assinado entre a Hindustan Aeronautics indiana e e Rosoboronexport e levou à fundação de uma empresa mista com sede em Bangalore que agora vai começar a desenvolver o conceito de avião de transporte militar com uma capacidade de carga entre 15 a 20 toneladas. Nesta fase inicial, o programa receberá um financiamento de 600 milhões de dólares, a repartir em partes iguais entre a Rússia e a Índia. O plano é fabricar 205 MTAs e colocar mais aparelhos no mercado internacional apresentando algumas caraterísticas muito competitivas, como uma velocidade cruzeiro de 800 km/h, um raio de alcance de 2700 km e uma altitude máxima de 12 mil metros, tudo isto a um preço muito competitivo entre os aparelhos da mesma classe como o C-130J, o A400M (este mais pesado) ou o novo projeto brasileiro Embraer KC-390.

Não é claro como é que a Índia vai conciliar este projeto com a sua encomenda de aviões Hercules C-130J, um concorrente teórico do MTA. A existência de dois aparelhos da mesma classe no inventário da Força Aérea Indiana não é lógica, não só porque isso irá reduzir as unidades encomendadas à HAL, e logo: aumentar o seu preço unitário como irá também aumentar os custos de operação de dois aparelhos tão diferentes em simultâneo na mesma força aérea… estas duas decisões são assim absolutamente incompreensíveis para mim.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2010/09/16/347311/india-russia-launch-multirole-transport-aircraft-project.html

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No concurso indiano MMRCA, o Typhoon e o Rafale levam vantagem…

Dassault Rafale, o provável vencedor do MMRCA indiano (http://defense-update.com)

Dassault Rafale, o provável vencedor do MMRCA indiano (http://defense-update.com)

A força aérea indiana já concluiu a sua avaliação técnica dos seis aparelhos que lhe foram submetidos a concurso no âmbito do “Medium MultiRole Combat Aircraft” (MMRCA) que há de levar à aquisição de 126 aviões por 10 biliões de dólares, com a opção para mais 63.

Os seis aviões em concurso eram o Typhoon, o Rafale, o MiG-35, o Gripen E/F, o Super Hornet F/A-18 E/F e o F-16 E/F Fighting Falcon.

Segundo algumas fontes, os indianos terão classificado o Rafale e o Typhoon como seus eleitos, tendo ficado o Super Hornet como “opção marginal”. O Gripen foi considerado redundante em relação ao programa indiano Tejas. O MiG-35 e o F-16 foram rejeitados porque se baseavam em “plataformas obsoletas”.

Existe na Índia uma longa tradição de uso de aviões franceses, pelo que a opção Rafale é bem provável e poderia aumentar as possibilidades de vitória da construtora francesa no Brasil, tornando simultaneamente o Rafale de um dos aviões menos exportados do mundo num dos mais… a EADS precisa de compensar as recentes reduções de encomendas anunciadas pelos governos britânico e italiano (num total, menos 90 aparelhos!) e assim financiar com esta encomenda o desenvolvimento do Typhoon Tranche 3.

A decisão final quanto ao vencedor do MMRCA será conhecida apenas depois de 2011 com as primeiras entregas a decorrerem logo em 2012 ou 2013.

Fonte:
http://www.defence-update.net/wordpress/20100810_mmrca_shortlist_typhoon_rafale.html

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Arjun: As dificuldades de crescimento do tanque pesado indiano

A História da indústria de defesa indiana está recheada de histórias de fracassos, adiamentos e meios sucessos. Nos últimos anos, um dos exemplos destas histórias menos memoráveis foi a do MBT Arjun. O Arjun começou a ser desenvolvido ainda em 1974! Na época, o objetivo era substituir com um tanque fabricado localmente os tanques soviéticos T-54 e T-72.

A solução Arjun deveria ser totalmente indiana, desde o desenvolvimento até à produção. O problema é que isso iria implicar sérios avanços em várias frentes tecnológicas e essa ambição cobraria o seu preço! Estas dificuldades levariam a várias alterações do projeto e até à compra de tanques russos como “solução intermédia”, mais especificamente de veículos T-90S.

Foi só em maio de 2009 que o primeiro MBT Arjun entrou ao serviço no exército indiano, razão aque explica porque é que hoje é o T-90S e não o Arjun é o tanque principal do exército indiano.

Ao contrário dos planos iniciais, vários componentes do Arjun são importados (como o motor ou a mira da arma principal), opções tomadas durante a sua longa fase de desenvolvimento para suprir diversas dificuldades com sistemas desenvolvidos localmente. Todas estas alterações transformaram um tanque que não devia exceder as 40 toneladas num veículo com mais de 58. Outras alterações tornaram a sua arma principal de apenas 105 mm num canhão de 120 mm. Obviamente, todas estas alterações fizeram disparar o custo total do projeto para a estratosfera…

Todas estas razões tornaram o exército indiano num cliente muito cético do Arjun… razão pela qual as encomendas foram muito tímidas e começaram apenas em maio de 2009 e previam apenas a entrega de 124 unidades mas no ano passado a encomenda subiu para 248 tanques mas mesmo com este aumento, o exército indiano continua a pedir ao seu governo a compra de 1,657 T-90Ss, ou seja, nem dobrando as encomendas o Arjun será o tanque mais numeroso nas forças armadas indianas.

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/India-Plans-to-Cap-Arjun-Tank-Production-04984/

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A Índia está a trabalhar num shuttle automático, o Reusable Launch Vehicle Technology Demonstrator” (RLV-TD)

O "Shuttle" automático indiano (http://www.hinduonnet.com)

O "Shuttle" automático indiano (http://www.hinduonnet.com)

A Índia está a trabalhar num foguetão reutilizável e a sua agência espacial, a ISRO (Indian Space Research Organisation) ultima um “Demonstrador Tecnológico” para testar o conceito. O veículo será designado como “Reusable Launch Vehicle Technology Demonstrator” (RLV-TD) e será o primeiro passo para o desenvolvimento de um veículo de dois estádios completamente reutilizável.

O RLV-TD permitirá testar várias tecnologias como o voo hipersónico, aterragens automáticas, voo de cruzeiro com propulsão e voo hipersónico com ar atmosférico. Entre estas tecnologias, a ISRO (agência espacial indiana) vai começar por se dedicar ao voo hipersónico.

Por outro lado, a Índia continua a preparar a sua próxima missão lunar, a Chandrayaan-2 que deverá ser lançada entre 2012 e 2013 e está agora a avaliar 36 cargas úteis diferentes para o orbiter ou para o lander e rover da missão. Esta ambiciosa missão vai incluir um orbiter e um mini-rover indianos e um lander e um rover russos, na missão lunar mais colaborativa de sempre entre a Índia e a Rússia.

Fonte:

http://www.space-travel.com/reports/India_Developing_Winged_Reusable_Rocket_999.html

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O programa espacial indiano recebe um forte impulso orçamental do seu governo: GPS, Aditya, Sondas lunares e PSLV

O programa espacial tripulado indiano recebeu um forte sinal de confiança do seu governo com a aprovação do orçamento da agência espacial indiana ISRO. A agência recebeu também uma dotação orçamental para elaborar um sistema global de posicionamento (GPS), concorrente com o GPS norte-americano, com o russo Glonass, assim como o europeu e chinês já em em desenvolvimento. O plano indiano consiste em desenvolver uma cápsula capaz de colocar dois astronautas em órbita.

O orçamento inclui também verbas para financiar dois sondas lunares que a Índia quer colocar no solo da Lua, enviando imagens e realizado aqui diversas experiências.

O sistema GPS indiano será designado como IRNSS (Indian Regional Navigational Satellite System) e deverá ter – numa primeira fase – uma constelação de sete satélites que fornecerá sinais de posicionamento na região onde se situa a Índia. O primeiro destes sete satélites deverá estar a funcionar até 2011. A ISRO vai também construir e lançar para uma órbita solar o Aditya, um satélite científico para estudar a cronoesfera do Sol.

Todos estes projetos estarão dependentes do desenvolvimento da uma versão mais robusta do “Polar Satellite Launch Vehicle” (PSLV), e quer o programa tripulado, quer o lunar, o GPS ou o Solar, revelam que a Índia não hesitou em reforçar a dotação orçamental da sua agência espacial para recuperar a distância perdida para a China (seu rival direto em tantos campos) e que ambiciona equivaler os seus feitos a médio prazo.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/India_Space_Budget_Gets_A_Major_Boost_999.html

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O Eurofighter Typhoon terá hipóteses de vencer o MMRCA indiano?

EADS Eurofighter Typhoon (www.military.cz)

EADS Eurofighter Typhoon (www.military.cz)

O consórcio Eurofighter está bater-se por um contrato de 10,4 biliões de dólares no concurso indiano “medium multi-role combat aircraft” (MMRCA). Um Typhoon da Luftwaffe esteve recentemente presente num espetáculo aéreo na Índia, mostrando as suas capacidades, como forma de reforçar as suas possibilidades no MMRCA, onde está presente como candidato desde 2007

Existem sinais contraditórios quanto à possibilidade de sucesso do Typhoon no MMRCA… Por um lado, os indianos parecem acreditar que o desempenho do avião está claramente acima dos requisitos, mas por outro, não parecem muito satisfeitos com o preço do caça europeu. O embaixador indiano na Itália, Arif Shahid Khan, terá dito recentemente que o Eurofighter estava a liderar o concurso. Em competição no MMRCA estão também o Rafale, o JAS 39 Super Gripen IN, o F/A-18E/F-IN Super Hornet, o F-16IL e o MiG-35 russo.

Até ao momento apenas a Áustria e a Arábia Saudita compraram Typhoons, além de Espanha, Itália, Reino Unido e Alemanha, países que fazem parte do consórcio construtor.

Um ponto essencial para a vitória do Typhoon no concurso indiano pode acabar por ser o seu motor… Com efeito, a EUROJET Turbo GmbH já admitiu estar disposta a transferir a construção dos motores do aparelho para a Índia e este poderia ser também utilizado para o caça indiano Tejas, sendo esta vantagem provavelmente tão importante como a aparente superioridade técnica do aparelho sobre os seus oponentes no MMRCA… Resta saber se estas duas grandes vantagens serão suficientes para compensar o alto preço do Typhoon, especialmente contra o Gripen e o Super Hornet.

Fonte:

http://www.defpro.com/daily/details/508/

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A Índia inicia os testes sobre o seu tanque Arjun

A Índia está prestes a iniciar uma bateria de testes entre o tanque Arjun, fabricado localmente, e tanques russos T-90. Os testes serão realizados durante pouco mais de um mês entre 14 MBTs de cada modelo e serão conduzidos na 24a Divisão de Infantaria de Bikaner, no norte do Rajastão.

O desempenho dos dois modelos de tanques será cuidadosamente medido e comparado: velocidade, precisão de tiro em movimento, capacidade para funcionar em longas distancias e fadiga nas tripulações.

O exército indiano já encomendou 124 Arjuns e está a avaliar a substituição dos 399 de T-90 comprados em 2001 para serem usados enquanto o Arjun não estivesse operacional. Algo que foi sendo adiado sucessivas vezes devido aos problemas com o novo MBT.

Estes testes comparativos podem indicar que o exército indiano acredita agora que o Arjun está pronto para substituir os mais de 4 mil tanques em inventário no exército indiano, sobretudo para os seus T-72. De facto, este teste não decidirá se o T-90 ou o Arjun irá substituir esta imensa frota de blindados, mas apenas se o Arjun já está pronto ou não para o fazer.

O problema é que o Arjun tem sido muito difícil de desenvolver. Problemas com o sistema de controlo de fogo, peso excessivo, suspensão, fraca mobilidade ligada às suas 60 toneladas (o T-72 pesa apenas 45 toneladas) têm retardado a entrada do tanque ao serviço.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/The_Arjun_tank_faces_it_biggest_trial_999.html

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A “Missão Solar” da Índia: a resposta indiana ao problema das Alterações Climáticas

Painéis Solares na Índia

Painéis Solares na Índia (http://www.greenpeace.org)

A Índia está empenhada num extenso programa para aumentar a produção de energia solar em apenas dez anos. Esta estratégia é o cerne da ação indiana contra as Alterações Climáticas e que nesse período de tempo deverá resultar na produção de 20 mil megawatts.

O grande problema desta estratégia indiana é que o custo de produção da energia solar é ainda muito alto, especialmente quando comparado com o da produção convencional e que, logo, tal estratégia tem que contemplar investigação científica e produção de novos materiais e técnicas.

A Índia tem além do mais, outro grande problema: metade da população indiana não tem acesso a energia elétrica e qualquer aumento da produção de energia “verde” será rapidamente absorvido. É assim compreensível que o governo indiano procure na energia solar formas de fornecer energia elétrica à sua população, de forma distribuída e local.

A Índia espera gastar até 19 biliões de dólares na sua “Missão Solar”, os quais serão investidos localmente em investigação e na fabricação dos painéis solares e que serão determinantes para que a Índia assuma a sua parte que lhe cabe no seu dever global para o problema das Alterações Climáticas.

Fonte:
http://www1.voanews.com/english/news/India-Boost-Solar-Power-Generation-11Jan10–81147317.html

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A Índia está a trabalhar em lasers e num veículo espacial capaz de destruir satélites em órbita.

O veículo está a ser desenvolvida no âmbito do programa indiano de mísseis balísticos da “Defence Research and Development Organisation” do Ministério da Defesa indiano. O veículo utilizará lasers para orientar até ao satélite alvo, destruindo-o pela força do impacto.

Recordemo-nos que em 2007, a China realizou um teste de uma arma semelhante que deixou muitos destroços orbitais numa órbita muito povoada e que se suspeita que pelo menos um satélite de comunicações foi destruído em consequência. Se a Índia começar também a fazer testes com armas anti-satélite, e criar ainda mais destroços orbitais haverá ainda mais satélites destruídos a troco de uma muito duvidosa capacidade para “cegar” eventuais países com os quais a Índia entre em conflito, em que a China surge muito claramente como o principal alvo, já que o Paquistão não tem satélites espiões ativos e a Índia tem um longo conflito pendente com Pequim.

Fonte:
http://www.space.com/news/india-antisatellite-plans-100111.html

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