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Sobre o projeto parisiense de geotermia e da aplicação dessa energia renovável em Portugal

A central geotérmica dos Açores em http://www.eccn.edu.pt

A central geotérmica dos Açores em http://www.eccn.edu.pt

Um projeto que será implementado em Paris promete revolucionar a formar como as grandes cidades do mundo podem poupar energia e reduzir as suas emissões de CO2. Trata-se de extrair calor através da instalação de uma rede de canos até dois quilómetros sob um “distrito” da capital parisiense. A instalação aproveitaria a já conhecida potencialidade geotérmica de Paris e os trabalhos de escavação já começaram na região norte da cidade.

A França é dos países europeus que menos investiram em energia renováveis nos últimos anos, estando Portugal, por exemplo, bem acima (comparativamente) dos seus padrões de produção de energia já que em 2006, fomos o país da UE onde mais cresceu a produção de eletricidade por fonte eólica e no ano seguinte, um notável valor de 40% de toda a energia produzida no país tinha já fontes renováveis, um valor que aumentará ainda mais com a construção de novas barragens.

A perfuração alcança atualmente os 1700 metros de profundidade e a temperatura já é de 57 graus Celsius, o que confirma a viabilidade do projeto. Será esta água que será bombeada para a superfície, aquecendo depois outra tubagem de água até a blocos de apartamentos para aquecer radiadores e levar água quente até estas casas.

Esta energia inteiramente renovável permitirá uma poupança de gás e eletricidade usados atualmente para aquecer a água nestes lares parisienses e deverá cobrir até 2011 um máximo de doze mil residências. O custo total do projeto irá ascender a 31 milhões de euros. Em 2011, o sistema vai impedir a emissão de 14 mil toneladas de CO2 para a atmosfera e a energia usada para aquecer esta água corresponde a 54% do total da energia consumida por essas habitações.

A empresa responsável pela construção e exploração do sistema é detida parcialmente pelo município de Paris, dando uma prova do papel que as gestões locais podem dar na resolução de problemas ligados à ecologia e à energia quando os governos nacionais se deixam enredar em soluções mais convencionais e menos imaginativas como a energia nuclear ou o gás natural.

Na Islândia – país praticamente em bancarrota, mas provido de abundantes fontes geotermais – um quarto da energia já tem esta origem e nove décimos das casas do país são aquecidas desta forma.

Em Portugal, o governo anunciou recentemente um projeto para a produção de eletricidade a partir do calor interno da Terra, através de uma nova tecnologia designada de “Sistemas Geotérmicos Estimulados” que está a ser desenvolvida em parceria pela empresa Geovita e pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. O governo irá investir neste projeto 1,1 milhões de euros nos próximos cinco anos. Simultaneamente, existe um concurso da Direcção Geral de Energia e Geologia para a instalação de uma unidade de 12 MW de potência geotermal que será instalada na região centro do país, utilizando a tecnologia nacional dos “Sistemas Geotérmicos Estimulados”. Segundo os investigadores da Universidade de Coimbra, Portugal continental tem potencialidade para uma exploração em escala da geotermia, para além da já existentes unidades geotérmicas que funcionam nos Açores desde meados da década de sessenta e que agora têm condições para serem expandidas usando esta nova e mais eficiente tecnologia.

Fontes:

http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MEI/Comunicacao/Programas_e_Dossiers/20050929_MEI_Prog_Estrategia_Energia.htm
http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MAOTDR/Comunicacao/Programas_e_Dossiers/20071004_MAOTDR_Prog_Barragens.htm
http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=7500

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia | Etiquetas: | Deixe um comentário

Lost (“Perdidos”): S0406 “The Other Woman”; comentários

1. Quando Juliet está a chorar devido a perda de uma paciente (Henrietta), Goodwin entra e Juliet trata a queimadura que este diz ter feito no seu lugar de trabalho, na “Central Eléctrica”. Depois de tratado, Juliet diz-lhe que irá guardar segredo sobre a natureza química (e não eléctrica) da queimadura de Goodwin… A energia eléctrica parece ser uma constante na Ilha, algo que é estranho se tivermos em conta que se trata de uma Ilha remota, situada algures a sul das Fiji, no Pacífico Sul. Todas as Estações Dharma têm electricidade. a “Cidade dos Outros” (as “Barracas” do mapa) também… E a própria cerca sónica que rodeia as instalações onde agora vive o grupo de Locke também tem que ser alimentada…

(Video da “Cerca Sónica” que rodeia a “Cidade dos Outros”)

Aparentemente, todas estas instalações estão ligadas entre si, a uma mesma rede eléctrica cujo coração estará nesta “Central Eléctrica” de Goodwin, a qual datará do tempo da Dharma Initiative e que deve ser idêntica à chamada “Dharmanet”, a Intranet da Ilha que permitiu que Michael recebesse na Estação Cisne mensagens do seu filho Walt e que possibilitava a monitorização de todas as Estações da Ilha a partir da “Estação Pérola”.

Mais tarde, conversando com Juliet, Goodwin afirma que trabalha com químicos que poderia matar todos os homens, mulheres e crianças na Ilha. Seria este mesmo gás que Ben usou para aniquilar todos os membros na Dharma Initiative na “Guerra” a que Mikhail alude na Temporada 3?

2. O diploma de Psicologa que Harper tem no seu gabinete tem o logotipo da “Hanso Foundation“, a extinta fundação que parece estar na base da expedição à Ilha da “Dharma Initiative”

Será que Harper é assim um anterior membro da “Dharma Initiative” convertida por Ben em “Outra”? Ou será que tomou apenas a casa e a função da anterior proprietária da casa?

3. O problema da infertilidade dos Outros na Ilha, e a importância da sua resolução para Ben regressa neste episódio neste mesmo flashback mencionado no ponto 1. E aqui Juliet diz que algo se passa com o sistema imunitário das mães que aos três meses de gravidez os faz provocar a morte dos fetos… e das mães, aparentemente. Com excepção de Aaron, ao que parece.

3. O tipo de predominância e domínio absoluto que Ben parece deter sobre o grupo dos Outros é especialmente evidente no momento em que a psicóloga do grupo, Harper confronta Juliet com a evidência da sua relação com o seu marido Goodwin. Aqui ela exprime preocupação- fundada – quanto ao que Ben poderá fazer ao seu marido… Existe portanto uma relação de medo, e é sobre este temor que Ben faz assentar o seu controlo incontestado sobre os “Outros”. Eventualmente, os receios de Harper justificam-se já que Ben acaba por levar Goodwin à morte, como sabemos…

4. Harper diz que Ben se sente romaticamente atraído para Juliet, porque esta é “muito parecida com Ela”… Ora da Temporada 3 sabemos que a única relação afectiva de Ben foi quando adolescente, na cidade dos Outros, então ocupada ainda pela Dharma e por uma adolescente com a sua idade… Seria esta a “Ela” a que Harper se refere?

5. Quando Juliet está na selva procurando Daniel e Charlotte que tinha abandonado o acampamento, depara-se com um dos fenómenos mais intrigantes da Ilha: as Vozes… Estas, estão geralmente associadas a aparições do “Monstro de Fumo”, que nós já consideramos ser nanomáquinas (uma tese que entretanto os produtores já afastaram). Pouco depois, aparece Harper, encharcada como nas visões de Walt e aparecendo subitamente, como que materializando-se. Harper diz que tem uma mensagem de Ben (prisioneiro de Locke, note-se) e que tem que a avisar de que Daniel e Charlotte estão a caminho da “Estação Tempestade”, e que Juliet tem que os travar, a tiro. Se lá chegaram vão libertar o gás letal, e todos na Ilha irão morrer. Juliet admite a Jack, que aparece entretanto, que essa Estação é uma “central eléctrica”, confirmando a ligação entre o “gás letal” e a “central eléctrica” que estabelecemos no ponto 1. Se “Harper” era de facto uma manifestação do Monstro… Então não teria havido contacto com Ben, como parece plausível (Ben não conseguiu contactar os Outros quando estava detido na Cisne, então como o conseguiria agora?) e assim, seria o Monstro a manifestar em defesa da vida dos sobreviventes na Ilha…

Juliet arrives at the Tempest
(A porta blindada e hermética da “Estação Tempestade”)
Juliet at the Tempest
(Juliete com o logotipo da Dharma da “Estação Tempestade”)

Warning sign on the Tempest computer
(Diagrama do computador que controla o tanque de gás letal da “Tempestade”)

Tempest interior
(Computadores da década de 80 da “Estação Tempestade” (os terminais da “Cisne” eram da década de 70) que foram filmadas em bunkers da Segunda Grande Guerra no Hawaii)
(imagens obtidas em Lost…Stuff e na LostPedia)

6. No nosso comentário do episódio Lost S405, aludi à possibilidade do organizador da missão do cargueiro – chefiada por Naomi – ser Charles Widmore, que se mostrara tão empenhado em adquirir o diário de bordo do negreiro “Black Rock” que poderia oferecer indicações para encontrar a Ilha. Ben deixa aqui bem claro que é Widmore quem está por detrás desta missão e que a procura por causa das “curas milagrosas” que se registam na Ilha, como as remissões de tumores ou a própria cura de Locke, que chegará à Ilha de cadeira de rodas e agora se movimenta livremente por todo o lado. Esse é o “motor” de Widmore e é também por causa dessa demanda que a sua filha Penny, encontrou o rasto de Desmond e procura também a localização da Ilha.

7. Juliet na “Estação Tempestade” encontra Daniel dando comandos num termina Dharmanet e quando o confronta este diz que está a tentar travar a libertação de gás letal que matará todos os seres humanos na Ilha.

Comandos que Daniel dá na consola do computador da “Estação Tempestade”:

>:set valve 21B = close
V21B NOT RESPONDING

>:BC22 reset
BC22 RESETTING ..... RESET COMPLETE

>:set valve 21B = off
VALVE 21B REPORTS CLOSED
MASTER CAUTION AND WARNING!
CROSS FEED ASS 16 OVERPRESSURE ALERT!

>:set vent C = open
VENTC REPORTS OPEN
MASTER CAUTION AND WARNING!
CROSS FEED ASS 16 OVERPRESSURE ALERT!

>:master caution reset
MASTER CAUTION RESET

>:telnet tmpst4
CONNECTION REFUSED
MASTER CAUTION AND WARNING!
NEW ALARM
TES/31 VAPOR PRESSURE 81%

>:set n-p/hgd tank cooling = MAX
FMNT TANK COOLING = MAX
MASTER CAUTION AND WARNING!
NEW ALARM
TANKS 1, 2, 3, 4 INTEGRITY FAILURE.
EVACUATE NON-ESSENTIAL PERSONNEL.
CONTAINMENT BREACH IMMINENT!
EVACUATE NON-ESSENTIAL PERSONNEL.
MASTER CAUTION AND WARNING!
NEW ALARM
TES3/31 VAPOR PRESSURE 100%
CONTAINMENT BREACH IMMINENT!
EVACUATE NON-ESSENTIAL PERSONNEL.

>:set valve BC22 = open
VALVE NOT RESPONDING
MASTER CAUTION AND WARNING!
CONTAINMENT BREACH IMMINENT!
EVACUATE NON-ESSENTIAL PERSONNEL.

>:set valve BC
>:set valve BC22 = open
VALVE BC22 REPORTS OPEN

>:master caution reset
MASTER CAUTION RESET
NO CURRENT ALARMS
SYSTEM PRESSURE WITHIN NORM PARAM
TANK INTEGRITY TEST REPORT SECURE

Pelo meio... Note-se o comando:
>:telnet tmpst4

E o resultado do dito “Connection refused”… Uma tentativa para aceder a um regulador “tmp” de temperatura da Estação “st” (em que 4, é o número da Estação na rede de Estações da Dharma).

O nome da Estação pode estar ligado à peça de teatro de Shakespeare, com o nome “A Tempestade” onde o feiticeiro Prospero encontram uma Ilha com propriedades misteriosas… Prospero convoca uma tempestade, a qual provoca o naufrágio de um navio que transporta os seus inimigos. Prospero… Poderá ser Ben, com a sua estranha “intensidade” e inteligência que parece tudo e todos dominar, mesmo quando está detido. A “Ilha deserta” será a Ilha (“Though this island seem to be desert” (…) “… O navio que Prospero faz cair… O avião do Oceanic 815. A peça tem também um Monstro, de nome “Caliban” (“A most poor credulous monster!—Well drawn, monster, in good sooth! CALIBAN. I’ll show thee every fertile inch o’ the island“).

(Video do Monstro a matar Eko)

Este episódio permite esclarecer um dos maiores mistérios de Lost. Qual é a fonte da energia eléctrica que parece ubíqua e abundante em todo o lado? Como mencionei ainda na primeira Temporada, suspeitava que a alimentação da Estação Cisne vinha de uma central geotérmica, cravada sob a Estação. Agora parece claro que não. A Ilha é vulcânica (o mapa AQUI mencionado apresenta a já conhecida cratera de um vulcão extinto) e no Hawaii, os EUA mantêm já uma Estação Geotérmica em actividade onde em 1991 ocorreu um acidente que levou à libertação de sulfito de hidrogénio de um poço perfurado para uma dessa centrais. Em resposta um Tribunal forçou o governo a parar com o investimento em estações geotermais no Hawaii até se determinar completamente o impacto dessa actividade. Este gás é altamente tóxico em concentrações e elevadas e, naturalmente, ocorre precisamente em…: “Na indústria do petróleo as principais fontes de exposição são: Perfuração e produção: poços de gás e óleo.” Ou seja, é um subproduto da perfuração geotermal que alimenta a Central de Goodwin, e os tanques onde é mantido sob pressão são aqueles que Daniel tenta desesperadamente conter… E pode tammbém provocar queimaduras como a que Goodwin exibia no braço (ver AQUI).

O acidente do Hawaii de 1991 foi aliás com válvulas, como se lê aqui: “The mechanism designed to contain the geothermal fluid failed. It is believed that the operator of the drill rig, surprised by the steam, dropped an instrument holding the drill bit into the well, where it became stuck in the well-head assembly. When the valves designed to prevent blowouts closed, they left gaps for the steam to get through. The valves are designed to close around a circular piece of pipe.

A energia gerada por esta central no Hawaii era de 10 megawatts, e a central geotérmica dos Açores, gera 3 MW, valores mais do que razoáveis para alimentar as modestas necessidades das instalações construídas pela Dharma na Ilha…

(Central Geotérmica da Ribeira Grande)

Estas centrais são relativamente seguras:
“We assess several of the important health and environmental risks associated with a reference geothermal industry that produces 21,000 MWe for 30 y (equivalent to 20 x 10{sup 18} J). The analyses of health effects focus on the risks associated with exposure to hydrogen sulfide, particulate sulfate, benzene, mercury, and radon in air and arsenic in food. Results indicate that emissions of hydrogen sulfide are likely to cause odor-related problems in 29 of 51 geothermal resources areas, assuming that no pollution controls are employed. Our best estimates and ranges of uncertainty for the health risks of chronic population exposures to atmospheric pollutants are as follows (risks expressed per 10{sup 18} J of electricity): particulate sulfate, 44 premature deaths (uncertainty range of 0 to 360); benzene, 0.15 leukemias (range of 0 to 0.51); elemental mercury, 14 muscle tremors (range of 0 to 39); and radon, 0.68 lung cancers (range of 0 to 1.8). The ultimate risk of fatal skin cancers as the result of the transfer of waste arsenic to the general population over geologic time ({approx} 100,000 y) was calculated as 41 per 10{sup 18} J. We based our estimates of occupational health effects on rates of accidental deaths together with data on occupational diseases and injuries in surrogate industries. According to our best estimates, there would be 8 accidental deaths per 10{sup 18} J of electricity, 300 cases of occupational diseases per 10{sup 18} J, and 3400 occupational injuries per 10{sup 18}J. The analysis of the effects of noncondensing gases on vegetation showed that ambient concentrations of hydrogen sulfide and carbon dioxide are more likely to enhance rather than inhibit the growth of plants. We also studied the possible consequences of accidental releases of geothermal fluids and concluded that probably less than 5 ha of land would be affected by such releases during the production of 20 x 10{sup 18} J of electricity. Boron emitted from cooling towers in the Imperial Valley was identified as a potential source of crop damage. Our analyses, however, showed that such damage is unlikely. Finally, we examined the nonpollutant effects of land subsidence and induced seismicity. Land subsidence is possible around some facilities, but surface-related damage is not expected to be great. Induced seismic events that have occurred to date at geothermal resource areas have been nondestructive. It is not possible to predict accurately the risk of potentially destructive events, and more research is needed in this area.”
http://www.osti.gov/energycitations/product.biblio.jsp?osti_id=890955

Mas a memória deste acidente (e de outros semelhantes) de 1991 pode ter dado origem à inspiração dos produtores para estabelecerem esta ligação entre a Estação Eléctrica Geotermal e o “gás letal” cuja utilização por Ben e pelos Outros foi exposta na Temporada 3.

Categories: LOST (Perdidos) | Etiquetas: , | 14 comentários

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