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“Manter vivo o tema de Olivença” de Pedro Santana Lopes: Comentário

“Manter vivo o tema de Olivença
Pedro Santana Lopes

A propósito de insistência em temas, quero dar voz aos que, com coragem, continuam a insistir no tema de Olivença. Grupos de investigadores, académicos e cidadãos em geral continuam a levar a cabo iniciativas diversas para manter a questão presente. Infelizmente, também este é um tema normalmente ignorado, silenciado.
De qualquer modo, vai crescendo o acolhimento em instâncias internacionais, nomeadamente o Parlamento Europeu. Estudos vários se desenvolvem sobre a cultura das gentes daquela terra tão especial.
Outros países, incluindo a própria Espanha, têm mantido reivindicações territoriais – e admitem, como é óbvio, que os seus cidadãos tenham distintas parcelas de território. Portugal, que não quer conflitos com ninguém e muito valoriza a sua amizade profunda com o país vizinho, deve no entanto respeitar os que defendem laços diferentes com Olivença. A liberdade assim o exige.”

Por estas e outras paragens, não temos sido parcos em palavras de critica à gestão de Santanaz Lopes naqueles simultaneamente trágico e cómicos quatro meses de mandato. Por isso, não podemos deixar de exprimir o nosso espanto perante este apoio santânico à impopular e incómoda causa oliventina. É certo que naquele curioso período de 4 meses não se ouviram de Santanaz nenhuma palavra ou ação a favor de Olivença ou da preservação da língua e cultura portuguesa nesse território ocupado português, pelo que agora, quando está desprovido de quase toda a influencia na classe dirigente do PSD e à beira de uma quase certa derrota em Lisboa (isto é, se os lisboetas tiverem alguma memória) é um tanto tarde para tal expressão publica de apoio. Mas fica-lhe bem e é um importante lembrete para uma causa que – juntamente com a Reintegracionista galega – alimentamos com muito carinho e devoção, especialmente no seio do GAO: Grupo de Amigos de Olivença, de que fazemos parte e a quem instamos todos os lusófonos a aderir, enquanto Castela e Madrid não destroem o derradeiro espírito lusófono oliventino…

Fonte:
Jornal Sol de 9 de maio de 2009

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: , | 13 comentários

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