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O Rover marciano ExoMars foi redesenhado e será lançado em 2016

Rover ExoMars (http://www.mps.mpg.de)

Rover ExoMars (http://www.mps.mpg.de)

O trabalho de concepção do rover que a Agência Espacial Europeia (ESA) vai enviar para o planeta Marte aproxima-se da sua última fase. A missão ExoMars irá constituir num Lander e num Orbiter, mas e ao contrário daquilo que tinha sido inicialmente planeado o conjunto não será mais lançado por um único foguetão mas (por razões de custo) o ExoMars, agora, será lançado para o Espaço em dois lançamentos diferentes e a NASA (pela mesma razão) tornou-se parceira, num projeto que começara por ser totalmente europeu.

A concepção sumária do ExoMars estará concluída em janeiro de 2011 e um plano mais detalhado será entregue até março. Segundo os planos atuais, a construção começará em abril e terminará em junho de 2015.

O lançamento da primeira missão ExoMars terá lugar em janeiro de 2016 e será da responsabilidade da ESA com os módulos de Entrada, Descida e o Lander a seu cargo. À NASA caberá a segunda missão, que lançará o Orbiter que além de servir esta missão de 2016 se manterá em órbita até, pelo menos, 2018, acolhendo então a segunda missão ExoMars, com dois rovers: um da NASA e outro da ESA.

O Rover europeu de 2018 será completamente autónomo e incluirá uma broca capaz de penetrar até dois metros no subsolo marciano de forma a recolher aqui amostras que depois analisará enviando para Terra os seus resultados.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_generic.jsp?channel=awst&id=news/awst/2010/11/01/AW_11_01_2010_p68-260118.xml

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Foi observado um clarão misterioso no planeta Vénus

Planeta Vénus (http://i.factmonster.com)

Planeta Vénus (http://i.factmonster.com)

Um clarão que surgiu nas nuvens altas de Vénus intriga os cientistas… O fenómeno foi observado apenas alguns dias depois de um cometa ter colidido com Júpiter, deixando uma cicatriz na sua atmosfera e a coincidência criou uma imediata associação causal na mente dos planetólogos.

O clarão foi observado pela primeira vez pelo astrónomo amador Frank Mello, de Nova Iorque, e não é a primeira vez que se observam tais fenómenos na atmosfera venusiana… Contudo, desta feita, o fenómeno luminoso pareceu confinado numa região menos extensa que o habitual.

A observação foi também confirmada pela sonda europeia Venus Express que orbita atualmente o planeta. A sonda revelou ainda que o clarão começou quatro dias antes do astrónomo amador o descobrir e que se estendeu após a sua primeira aparição até à área máxima em que foi observado por Melilla.

Existem várias teorias para explicar fenómenos como este: desde uma violentíssima erupção vulcânica; a uma interação do vento solar com a alta atmosfera venusiana… A tese vulcânica convence poucos planetólogos porque os vulcões venusianos tendem mais a ser do tipo explosivo e atmosfera venusiana é extremamente densa. Existe também a possibilidade de se tratar de um impacto de um cometa ou de um grande asteróide, de caraterísticas particulares, provocando um clarão muito intenso e duradouro devido à extrema densidade da atmosfera de Vénus.

Fonte:

http://www.space.com/scienceastronomy/090730-venus-bright-spot.html

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O “Advanced Reentry Vehicle” ou ARV europeu: uma cápsula tripulada europeia na calha?

No campo dos lançadores de satélites, eletrónica e sondas planetárias, a Europa é líder mundial. Por isso, é estranho que ao contrário de americanos, russos, chineses e agora, até indianos, não tenha um programa próprio para colocar astronautas no Espaço e depende totalmente das Soyuz russas e dos Shuttle norte-americanos… No passado houve planos para colmatar esta lacuna, com o pequeno vaivém Hermes, abandonado por falta de interesse, mas agora, isso volta a estar em equação.

A agência espacial europeia (ESA) declarou recentemente que está a trabalhar no conceito de colocar uma cápsula tripulada sobre o lançador Ariane 5. A EADS assinou com a ESA um contrato para conduzir um “teste de conceito”, a primeira consequência prática de uma reunião dos ministros dos países que compõem a Agência que acordaram em desenvolver “um veículo avançado de reentrada”, o conceito essencial para lançar uma cápsula espacial tripulada… O veículo deverá ser baseado no ATV que a ESA lançou com sucesso em 2008 e que esteve atracado, com abastecimentos, na ISS. Na sua versão atual, o ATV é solto da ISS e destrói-se na atmosfera. A sua variante, deverá ser capaz de resistir às temperaturas da reentrada e logo, poderá transportar astronautas de regresso à Terra.

O novo veículo, intitulado “Advanced Reentry Vehicle” ou ARV deverá estar pronto a fazer uma reentrada não tripulado até 2015 e uma reentrada tripulada até 2025. Estas longas marcas temporais explicam-se porque não há muitos recursos a alocar a este “programa ARV”, apesar de existir já um lançador (o Ariane 5) e de o ATV ser uma excelente plataforma para expandir até assumir a forma do ARV. É que o relacionamento com os russos tem provado ter sido económico e eficiente e a maioria do orçamento da ESA está já comprometido com vários programas científicos e com o Aurora, a ambiciosa exploração robótica do Sistema Solar… E o dinheiro não estica.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/Europe_launches_study_into_manned_spacecraft_scheme_999.html

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A rede europeia de GPS Galileo dispara os custos

O Giove-B da rede Galileo em órbita em http://www.giove.esa.int

O Giove-B da rede Galileo em órbita em http://www.giove.esa.int

Os problemas de gestação da rede europeia de posicionamento global (GPS) Galileo ainda não terminaram… Segundo o CEO da EADS Astrium, colocar em órbita os satélites da rede Galileo pode custar mais 40% que o originalmente previsto, ou seja, 1,16 biliões de euros.

O aumento de custos resulta diretamente da redução do volume de atividade de construção de equipamento para a rede, quer na EADS Astrium, quer na segunda empresa que irá construir a Galileo, a alemã OHB System. Cada fabricante irá construir oito satélites cada. Após esta primeira remessa, o consórcio Galileo irá avaliar qual dos dois foi melhor e encomendar a este mais 12 satélites.

A divisão entre os dois contratados não tem sido contudo isenta de dificuldades… Quem está a financiar o Galileo é a Agência Espacial Europeia (ESA) e a EADS e a EADS Astrium queixa-se que está a receber menos dinheiro que a sua concorrente alemã, seis milhões, contra dez, uma diferença que não é compreensível e que resulta possivelmente de jogadas políticas de bastidores.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/06/18/328294/paris-air-show-galileo-faces-40-cost-hike-says-eads.html

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Haverá vida na região do Olympus Mons, em Marte?

Um dos locais mais suportar ainda hoje vida em Marte é o gigantesco vulcão conhecido como “Olympus Mons“. É verdade que ainda não existem provas claras  que Marte teve mesmo vida… e nem mesmo o famoso meteorito marciano ALH84001 (ver AQUI) não foi capaz de esclarecer a resposta a essa pergunta até hoje. Mas alguns cientistas estão a focar a sua atenção no Olympus Mons, um vulcão gigantesco, incomparavelmente maior do que qualquer vulcão terrestre, e possuindo uma área total que se estende por 241.401 metros da superfície do planeta Vermelho. Ora, na Terra a presença de tanto material vulcânico sugere a presença de argilas formadas pela presença de água (algo que pode ser observado em vários locais, na Terra). Essa foi a conclusão de um grupo de geofísicos do “Lunar and Planetary Institute“, ligado à NASA que recorrendo a simulações de computador pôde explicar a singular forma do vulcão através da presença de grandes áreas de sedimentos, responsáveis pela sua forma assimétrica. E se houve sedimentos… Então houve água.

A sonda europeia “Mars Express” nos últimos anos já encontrou vários depósitos de argila em Marte e suspeita-se que sob o vulcão existe uma camada com varias centenas de metros de espessura.

Recentemente, a sonda marciana Phoenix encontrou gelo de água no pólo norte marciano. Por isso, não é impossível presumir que exista também gelo na região do grande vulcão marciano e se houver água com argila as hipóteses de persistir aqui alguma forma de vida aumentam significativamente. o calor geotermal, a humidade, a argila, são todos factores que podem suportar vida microbiana (termófilos) no subsolo sob o vulcão… Talvez seja esta a misteriosa fonte de metano que se sabe existir em Marte que ainda recentemente noticiámos por aqui.

Fontes:

http://www.space.com/scienceastronomy/090304-mars-volcano-water.html
http://www.lpi.usra.edu/features/marsMountain/

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O segundo ATV europeu, o “Johannes Kepler” será lançado em 2010

O primeiro ATV Jules Verne em http://www.flightglobal.com

O primeiro ATV "Jules Verne em http://www.flightglobal.com

O segundo ATV “Automated Transfer Vehicle” será intitulado “Johannes Kepler”, em homenagem a este importante astrónomo europeu e cujos 400 anos de aniversário se comemoram no próximo ano. A nave espacial não-tripulada europeia será lançada em meados de 2010.

A segunda missão do ATV para abastecer a ISS representa o comprometimento da Europa na manutenção da Estacão Espacial Internacional e a fiabilidade da tecnologia espacial europeia comprovada pelo primeiro ATV “Jules Verne” e a sua missão sem falhas. Cada ATV é capaz de levar até seis toneladas de abastecimentos para a Estação e com os seus propulsores contribui para manter a órbita da ISS. Quando a sua carga de combustível se esgota, o ATV é largado pela Estação e destrói-se na reentrada atmosférica, juntamente com 2,5 toneladas de lixo produzidas durante os seis meses que esteve atracado na ISS.

O “Johannes Kepler” está atualmente em construção nas instalações da EADS Astrium, em Bremen, na Alemanha.

O ATV é hoje essencial para a sobrevivência da ISS, porque devido à relativamente baixa altitude da Estação esta é tão sujeita à fricção da atmosfera com a consequente perda de velocidade e decorrente perda de altitude. A Estação tem também estado perigosamente dependente das naves russas Progress e Soyuz, e os russos ainda que neste concreto tenham sido um parceiro de confiança do Ocidente, desde a guerra na Geórgia que estão empenhados numa estratégia de confronto, como demonstrou a sua pressão para que os EUA abandonassem a sua importante base aérea no Uzbequistão e as várias “guerras do gás” que tanto têm afectado a Europa.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/Second_ATV_Named_After_Johannes_Kepler_999.html

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O cargueiro espacial europeu (ATV) “Jules Verne” já está atracado à ISS


(Vídeo da aproximação e atracagem do ATV na ISS)


(Vídeo oficial da ESA sobre o ATV)

O primeiro cargueiro europeu Automated Transfer Vehicle” (ATV), com o nome muito apropriado de “Jules Verne” está agora atracado à Estação Espacial Internacional (ISS). O cargueiro vai trazer mantimentos vitais para os astronautas que trabalham em permanência na ISS e daqui a seis meses será usado para que o lixo resultante da ocupação normal da Estação seja destruído quando o ATV se soltar da ISS e cair controladamente sobre a Terra.


(Lançamento do ATV por um foguetão Ariane 5 ECA, da Guiana Francesa em 9 de Março de 2008 )

O ATV tem o tamanho aproximado de um autocarro de dois andares e é o projecto espacial mais ambicioso jamais executado na Europa. O veículo não-tripulado transporta mais de 7,5 toneladas de carga útil (6 toneladas de combustível interno, 270 Kg de água potável, 80 Kg de roupas, 500 Kg de alimentos e 136 Kg para o módulo laboratorial europeu Columbus ).

de água, alimentos e de outros consumíveis para os astronautas e 860 Kgs de combustível para elevar a altitude da ISS, compensando a perda de altitude de algumas centenas de metros que a Estação sofre todos os dias. No momento do seu lançamento, o “Jules Verne” pesava quase 20 toneladas, mas gastou algum combustível em diversas manobras de teste que realizou antes de atracar à ISS e o lançamento foi também ele um momento único, já que o ATV com as suas 10 toneladas foi a carga mais pesada jamais lançada pelo Ariane 5. O veículo tem uma área pressurizada de 50 metros cúbicos, quase a mesma área de um contentor comum.

Um dos maiores desafios com o ATV foi a concepção de um sistema de atracagem totalmente computorizado, um elemento tão importante do veículo que esteve, aliás, na origem da designação “Automated Transfer Vehicle” (“Veículo de Transferência Automática”). Os cargueiros russos Progress são guiados manualmente até à ISS e o mesmo acontece com os Shuttles da NASA, mas o ATV é capaz de atracar sozinho, de uma forma perfeitamente autónoma, graças a um sistema GPS até aos 280 metros da Estação, altura em que o resto do percurso é guiado por laser. O controlo desta tecnologia é essencial para a construção de grandes estruturas no Espaço, como, por exemplo, a nave que um dia levará os primeiros humanos para o Planeta Vermelho. Mas, como tudo o que constrói para o Espaço… O ATV tinha um sistema de emergência: se os astronautas a bordo da ISS encontrassem um erro na aproximação do veículo poderiam abortar a aproximação carregando num botão vermelho, fazendo o ATV retirar para uma distãncia segura. Um botão amarelo, imobilizaria o veículo no Espaço.

Conceber o ATV e construir o primeiro veículo terá custado perto de 1,3 biliões de euros. Daqui a alguns meses outros quatro ATVs serão lançados, cada um custando 300 milhões de euros cada, aproximadamente o mesmo preço que custou a missão “Mars Express” que ainda hoje orbita Marte. Estes cinco ATVs já estão contratualizados, mas a ESA espera lançar ainda mais dois antes de construir o último ATV. O ATV europeu será então descartado a favor de um veículo espacial que está a ser desenvolvido em conjunto pela Europa, Rússia e pelo Japão.

Este é o primeiro voo de um ATV, com as suas notáveis 20 toneladas e vai permitir que a Europa se torne um parceiro de pleno direito na ISS ao satisfazer uma das principais obrigações contratuais que assumiu aquando do acordo Rússia-Japão-EUA-ESA a propósito da construção de uma Estação Espacial Internacional. Quando, em 2010, a NASA retirar finalmente a sua envelhecida frota de Shuttles, o ATV será o maior cargueiro a abastecer a ISS e sem ele, a operação da Estação teria que ser muito reduzida. A grande capacidade de carga do ATV (três vezes maior que um cargueiro russo Progress) fez com que inicialmente os planeadores europeus considerassem a hipótese de o tornar habitável, mas essa opção foi descartada pelo sacrifício de carga útil que implicava, assim como pelo maior custo e duração do desenvolvimento, mas sobretudo porque então as negociações com a Rússia pelo desenvolvimento partilhado do Kliper já íam bem avançadas.

Fontes:

http://www.guardian.co.uk/science/2008/mar/10/spaceexploration.spacetechnology?gusrc=rss&feed=science http://www.guardian.co.uk/technology/video/2008/apr/03/atv.esa?gusrc=rss&feed=science
http://www.esa.int/esaMI/ATV/index.html
http://www.nasa.gov/mission_pages/station/structure/elements/progress.html
http://www.youtube.com/watch?v=0cyzgOCnWjQ
http://www.planetary.org/explore/topics/space_missions/mars_express/facts.html
http://www.esa.int/esaMI/Columbus/ESAAYI0VMOC_0.html
http://www.independent.co.uk/news/science/starship-troopers-the-fleet-keeping-mankind-in-space-794369.html
http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/4286086.stm
http://www.esa.int/esaMI/Launchers_Access_to_Space/SEM0LR2PGQD_0.html

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A Europa e o Japão vão enviar em 2013 uma sonda para Mercúrio: A BepiColombo

BepiColombo
(A sonda europeia a Mercúrio BepiColombo in http://bepicolombo.esa.int)

A Europa vai lançar em 2013 a Sonda BepiColombo que deverá chegar ao planeta Mercúrio em 2017. A sonda europeia vai custar cerca de 360 milhões de euros e será composta de componentes fabricados na Alemanha, Itália, em França e ainda no Reino Unido.

Além de ser um produto da tecnologia europeia, a BepiColombo terá também tecnologia nipónica, uma vez que se trata de facto de uma sonda dupla: com um orbiter europeu que estudará o interior e a superfície de Mercúrio e um outro orbiter, construído no Japão para a JAXA (Agência Espacial japonesa) que estudará a magnetosfera do planeta. Ambas, serão lançadas por um foguetão russo Soyuz-Fregat do espaçoporto europeu na Guiana.

O custo será elevado para as nossas bolsas, e especialmente em época de grave crise económica como aquela que se adivinha já no horizonte, mas… estes 360 milhões de euros são inferiores aos custos totais por exemplo da missão “Low Cost” da NASA ao mesmo Mercúrio “Mercury Messenger” que ainda que se estimasse não custar mais do que 286 milhões de dólares, acabou por ficar em 446 milhões… (ver AQUI), se a esta fosse somada uma missão idêntica japonesa. E isto mesmo compaando os 965 milhões totais da BepiColombo (além deste contrato industrial agora assinado) com desconhecidos custos totais da Messenger + Sonda Japonesa hipotética. Quanto ao salto dos custos da Messenger, note-se que supostamente devia ter ficado em 286 milhões, mas depois “saltou” para quase o dobro (446 milhões)… Não é só nas lusas paragens e nas obras de certa estação do Metropolitano de Lisboa que as estimativas de custos descambam completamente…

Este modelo de juntar duas sondas e fazê-las percorrer o mesmo caminho até um planeta está a tornar-se regra… Foi usado com sucesso pelo par Beagle2-Mars Express em Marte e Cassini-Huygens em Titã e constitui uma forma inteligente de reduzir a praticamente metade os custos de lançamento de um sonda deste género… O uso de lançadores russos, fiáveis e baratos e lançados agora a partir do novo pod de lançamento russo no espaçoporto europeu na Guiana é outro factor interessante nesta BepiColombo… Uma sonda que seguiremos atentamente!… Lá para… 2013. Snif.

Fonte: BBC

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