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Do Estado Atual do Setor de Defesa Argentino

Submarino "San Juan" (http://www.naval.com.br)

Submarino “San Juan” (http://www.naval.com.br)

Num momento em que a tensão diplomática e militar entre a Argentina e o Reino Unido se intensifica em pleno clima de crise económica nos dois países (o que sempre cria condições para que se procurem “inimigos externos”) importa fazer uma breve passagem sobre aquilo que são hoje as forças armadas deste país da América do Sul.

As despesas militares argentinas subiram de forma consistente nos últimos anos e assim deverá continuar a acontecer até, pelo menos,  2015. Um aspecto importante tem sido um estreitamento constante nas relações no setor de Defesa entre a Argentina e o Brasil naquela que tem sido uma das “alianças estratégicas” regionais mais fortes, reforçada simbolicamente nos últimos dias com a revelação de que o Brasil apoiou a Argentina na Guerra das Malvinas.

Ainda que pareça remota,  há uma possibilidade para que a Argentina procure retomar pela via armada o controlo das Malvinas. O maior obstáculo a que isso aconteça é hoje o estado em que se encontram as forças armadas argentinas, muito inferior em termos de qualidade e números de equipamento ao que se verificava na década de oitenta. Recentemente, e apesar da crise económica, o governo decidiu encomendar 40 treinadores avançados IA-63 Pampa e assim financiar o desenvolvimento projetado de uma versão de ataque do aparelho. Os Pampa serão entregues ao longo de quatro anos a partir de 2012.

A Argentina entretanto terminou um estaleiro de manutenção dos seus submarinos, o “CINAR” que completou recentemente a manutenção do submarino “San Juan” da Classe alemã TR-1700. Previamente, a Argentina era forçada a enviar os seus submarinos para o Brasil, para serem atualizados.

Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/TR-1700_class_submarine
http://www.defencetalk.com/argentina-defence-and-security-report-2012-41802/

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Dívida Externa e Bancarrota: As lições da Argentina e da Islândia

Portugal entrou – de facto – em Bancarrota em abril de 2011. O pedido de “ajuda” ao FMI/FEEF/BCE sucedeu em decurso desse processo, e vivemos hoje de facto, já nessa situação concecional. Portugal iludiu essa bancarrota transferindo essa dívida para uma dívida à Troika. Daqui a dois anos, quando a “ajuda” acabar, não é crível que Portugal esteja pronto para dispensar novo endividamento, nem que esteja pronto para começar a amortizar a divida anterior. Pelo contrario, em 2013 a opção de declarar bancarrota tornara a estar sobre a mesa.

Importa assim estudar o que se passou na Argentina em 2000 e 2001. O que aconteceu com a bancarrota argentina e qual é a situação atual de um país que em 2000 parecia completamente acabado?

A Grécia – depois de muita volta e revolta – acabou por conseguir um perdão de 50% da sua dívida. A Argentina em 2000 decidiu unilateralmente não pagar a sua. Os efeitos foram os mesmos, mas em escala diversa… O governo Passos Coelho mantém o discurso “politicamente correto” do “bom aluno” e recusar qualquer Incumprimento. Mas importa descartar os dogmas que nos são atirados para os olhos a partir do norte da Europa e que interessam aos banqueiros holandeses, austríacos e alemães, mas que colidem com o supremo (?) interesse nacional português.

Mas há alternativa. Há sempre o exemplo Argentino. Em 2000, o país sul-americano declarou a sua incapacidade de pagar a dívida externa de 95 mil milhões de dólares e recusou a proposta “ajuda” do FMI que a Europa impôs a Portugal. Foi o fim da economia argentina? Não. Desde então o país não tem parado de recuperar, ano após ano. Esta coragem (que faltou a Sócrates e a Passos) demonstrada pela presidente Cristina Kirschner, agora reeleita, e antes pelo seu marido, Néstor criaram as bases para uma economia saudável, prospera e resiliente. Desde 2000, o PIB cresceu 94%, muito acima de qualquer uma das economias regionais. A pobreza conheceu uma descida sem precedentes, caindo 4 pontos percentuais para 21.5%, quase o mesmo que a muito badalada economia brasileira com o seu índice de 21.4% (dados de 2009) e muito melhor que o México com os seus humilhantes 51.3%.

Cumprindo um percurso diametralmente oposto ao português, a Argentina triplicou as despesas sociais, a desigualdade de rendimentos (onde Portugal é um dos 3 piores exemplos europeus) caiu para metade. Hoje, na Argentina, os 5% mais ricos ganham 17 vezes que a media dos cidadãos. Em 2000, ganham
34 vezes.

O exemplo argentino desfaz desde logo um mito: que uma Recessão criada por uma crise financeira implica sempre uma recuperação lenta e plena de sacrifícios. Depois do incumprimento, a Argentina esteve apenas 3 meses em recessão. Portugal deverá estar pelo menos 3 anos. Com sorte. Em 2003, a economia estava já em regime de cruzeiro e assim permaneceu até aos dias de hoje.

Portugal deve assim contemplar a via argentina. E de seguida, olhar para a grega: Três anos depois da “ajuda” da Troika, a Grécia contraí a uma média de 5% por ano.

Não serei, contudo, demagogo. A via argentina deve ser ponderada, mas riscos. Desde logo, implica um afastamento automático dos Mercados financeiros por um prazo que nunca será inferior a dez anos. É também seguro que no dia em que o Incumprimento for declarado o valor real do dinheiro depositado ou investido em Fundos cairá entre 50% a 75%. Há indícios de que alguns números oficiais do governo de Buenos Aires podem estar “apimentados”, como os da inflação e é por isso mesmo que país está no top 25 do Clube da Bancarrota…

Não olhemos assim para a Argentina com uma visão excessivamente cor-de-rosa e otimista. Mas cruzêmo-lo com o algo semelhante exemplo islandês. Na Islândia, a tremenda dívida da Banca não foi absorvida pelos contribuintes. A economia também recuperou de forma robusta e estável e o desemprego está em queda depois da declaração de Incumprimento. O país investiu de novo no setor produtivo (o mesmo que Cavaco mandou desmantelar) e liberto de uma dívida impagável e do seu pesado serviço de divida pode refinanciar essa recuperação.

Daqui se conclui que alem da opção “mais dívida”, transferindo a divida externa para “dívida à troika”, sem mudar realmente o seu peso, nem a estrutura inquinada da economia, não vai resolver nada. Cedo ou tarde, chegara o momento de declarar bancarrota. E então, as lições (boas e mas) da Argentina e da Islândia têm que ser aprendidas.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-pode-a-grecia-aprender-com-o-default-argentino_129803.html

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As duas vias para a solução da crise financeira portuguesa: Islândia e Argentina

Tumultos na Argentina em 2001 (http://www.verdant.net)

Tumultos na Argentina em 2001 (http://www.verdant.net)

A “solução” para a crise atual não pode passar por dez anos de restrições orçamentais severas para manter os Bancos que – de forma ávida e desbragada – nos emprestaram dinheiro. Com efeito, se o Lucro deve recompensar o Risco, então não se compreende porque é que têm que ser os Estados e o total da população a impedirem que os Bancos espanhóis (são eles os nossos maiores credores) percam dinheiro com os nossos empréstimos.

Portugal tem assim duas opções: Empréstimos draconianos e recessão durante dez anos ou Bancarrota. Parcial (Portugal em 1911) ou Total (Argentina em 2001).

A alternativa argentina (a bancarrota):

As Bancarrotas de Estados não são de alguma forma uma ocorrência rara na História. Em épocas recentes, a Rússia declarou-a em 2004, a Alemanha também o havia já feito em 1923 e 1945.

Quando um país declara bancarrota sacrifica durante anos qualquer regresso aos mercados financeiros uma vez que ao declarar que é incapaz de honrar os seus compromissos financeiros em juros ou amortizações de dívida, os mercados deixam de confiar (compreensivelmente) nele como recetor de novos empréstimos.

Uma das consequências mais comuns de uma Bancarrota estatal são elevados níveis de inflação, os quais serão, aliás, intensificados pela política cegamente monetarista do Banco Central Europeu. Se Portugal declarar bancarrota podemos contar com o mesmo fenómeno que se observou em 2001 na Argentina: uma deslocação massiva de “homens de negócios” com malas de viagem cheias de dólares formando filas nos bancos espanhóis e marroquinos. Foi isso que aconteceu em 2001, com os mais abastados argentinos que inundaram os bancos uruguaios com milhões de dólares e será isso que acontecerá também em Portugal caso o país declare bancarrota. Após este previsível êxodo de capitais, todas as contas bancárias serão previsivelmente congeladas pelo governo, como sucedeu em 2001 na Argentina, após o que dias depois serão reabertas com levantamentos limitados. Isto significa que os pequenos depositadores serão os mais afetados. Será de esperar quedas dos níveis de consumo da ordem dos 60%, e vagas de saques a lojas comerciais. Portugal está na sua maior crise financeira dos últimos cem anos. Em 2001, a Argentina também estava. Mas em 2001, a Argentina podia deixar flutuar a cotação do peso (antes esta tinha estado fixada à do dólar) e em resposta a esta crise foi isso que fez. Em consequência, muitas empresas – que tinham créditos da época em que o peso valia o mesmo que o dólar – abriram falência. O desemprego, que já era elevado, subiu acima dos 25%. A instabilidade política argentina nesta época foi tremenda, com cinco presidentes em apenas duas semanas até que o último, Kirchner declarou oficialmente que o país não conseguia pagar os 115 mil milhões de dólares que devia ao exterior. Curiosamente, um valor que é cinco vezes inferior ao português, com os seus impressionantes 507 mil milhões de euros (2009).

A alternativa islandesa:

As consequências de uma bancarrota podem assim – como se viu no exemplo argentino – ser terríveis. Importa assim observar a alternativa à “solução” argentina: a Islândia. A sua via não tem sido divulgada devidamente porque consistiu numa corajosa resistência ao complexo financeiro-político que hoje governa ademocraticamente a União Europeia. A opção islandesa não serviu os interesses dos bancos europeus, logo estes têm todo o interesse em que se não fale dela nem que esta possível via chegue aos ouvidos dos cidadãos.

Quando em 2007, a Islândia foi o primeiro país europeus a soçobrar perante a crise mundial, declarando bancarrota por causa da falência do seu maior banco muitos desconsideraram o impacto de tal crise alegando que se tratava apenas de um pequeno país com pouco mais de meio milhão de habitantes e que seria facilmente “socorrido” por um empréstimo do FMI. O problema foi que na Islândia a “ajuda” do FMI foi levada a referendo e… derrotada.

Qual será a melhor para Portugal? Ou melhor: qual será aquela que os nossos “amigos” europeus nos vão deixar seguir?… Nenhuma das duas, claro.

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A SpaceX vai lançar dois satélites argentinos


(Foguetão Falcon 9 em http://www.spacex.com)

A empresa privada norte-americana SpaceX assinou um contrato com a CONAE, a agência espacial argentina, para dois lançamentos em foguetões médio-pesados Falcon 9. Os dois lançamentos deverão colocar em órbita os satélites SAOCOM 1A e 1B de observação da Terra em órbita geosíncronas, capazes de captar imagens do solo, monitorizar recursos naturais e gestão de emergências. O primeiro Falcon 9 será lançado ainda este ano, estando a primeira cápsula não-tripulada Dragon agendada para um segundo voo do Falcon 9. A SpaceX colocou no espaço o primeiro foguetão totalmente construído por uma empresa privada, o Falcon 1, em 28 de setembro de 2008. Sendo este especialmente concebido para manter um baixo custo de lançamento e construção. A empresa tem também um contrato no âmbito do programa COTS “Commercial Orbital Transportation Services competition” da NASA para o envio de 12 cápsulas Dragon para a ISS entre 2010 e 2015 por intermédio de lançadores Falcon 9, como este que será usado pelo satélite argentino.

A CONAE é a “Comision Nacional de Actividades Espaciales”, a agência espacial da Argentina responsável pelo lançamento até à data de três satélites e que conduz diversas parceiras internacionais com agências espaciais de outros países como a NASA, a CSA canadiana, a AEB/INPE do Brasil, ASI italiana, o CNES francês e a ESA europeia.

Os dois satélites seriam réplicas perfeitas um do outro e transportarão um “L-band Synthetic Aperture Radar” e serão integrados com dois satélites italianos COSMO-SkyMed formando a rede argentino-italiana SIASGE “ystem of Satellites for Emergency Management” de gestão de emergências. Os primeiros três satélites italianos foram lançados em 2007 e 2008, sendo 2010 a data estimada para o lançamento do quarto.

Fontes:
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=27985
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dragon_SpaceX

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Sobre os projetos argentinos Tronador I e II e o “Carga Útil VS-30” com o Brasil

Ainda que seja muito pouco mediático, existe um programa espacial argentino, bem vivo e relativamente ambicioso. O seu cerne gira em torno do chamado “Projeto Tronador”. O projeto consiste no desenvolvimento faseado de um lançador de satélites a combustível líquido.

A primeira fase tem a designação de “Tronador I” e tratar-se-á de um veículo balístico com o principal objetivo de conceber, testar e provar um motor de combustível líquido de concepção argentina.

O motor a combustível líquido está a ser desenvolvido pela CONAE, a agência espacial argentina em colaboração com o Centro Atómico Bariloche e o Instituto Universitário Aeronáutico da “Fuerza Aérea Argentina”.

O foguetão “Tronador I” terá uma altura de 3,4 metros e pesará pouco mais de 60 kg. O seu motor recorrerá a anilina como combustível liquido e a ácido nítrico na função de oxidante. O motor deverá ser capaz de produzir um impulso de 550 kg e será lançado a partir da base de “del Chamical”, na província de La Rioja. O foguetão foi concebido para alcançar uma altitude máxima entre os 15 e os 20 kms, variando com o ângulo de lançamento.

O “Tronador I” será composto por sete secções distintas, em que a superior contêm aquilo a que os argentinos chamam de “Ojiva Cónica” que terá um peso máximo de 4 kg. Imediatamente abaixo, segue uma secção de instrumentos alojando um receptor GPS, dois acelerómetros e outros instrumentos, assim como baterias e reguladores de tensão para a alimentação elétrica de todos estes sistemas.

A fase seguinte do “Projeto Tronador” será desenvolvida em torno de um foguetão de dimensões maiores designado muito adequadamente como “Tronador II”. Este foguetão já não será meramente balístico, como o seu antecessor, mas será capaz de realizar um voo controlado e dirigido, graças a sistemas de controlo remoto e navegação desenvolvidos inteiramente na Argentina.

A cooperação com o Brasil produziu o “projeto carga útil VS-30. O projeto decorre de um acordo assinado entre o Brasil e a Argentina em 1998 e que deverá produzir o primeiro resultado concreto dentro de alguns anos com o envio de uma experiência de “validação ambiental” de uma carga útil tecnológica não-propulsada argentina num veículo lançador de satélites brasileiro VS-30. A experiência irá comprovar, num voo suborbital, o desempenho do hardware e software, do sistema de navegação por GPS e do sistema de controlo de atitude que orientará a “carga útil” por intermédio de pequenos jatos de gás frio. A “carga útil” conterá também uma experiência brasileira de microgravidade.

O programa espacial argentino é portanto modesto e relativamente pouco ambicioso. Talvez num e no outro aspecto seja adequado às presentes graves dificuldades económicas argentinas (o país está praticamente em bancarrota), mas tem a inteligência bastante para criar as bases de um lançador de satélites nativo, através da aprendizagem do projeto Tronador, procura realizar um “salto quântico” usando a plataforma brasileira de lançamento para testar uma carga útil, antes mesmo do país ter meios próprios para o lançar e, sobretudo, recorre a uma lógica de cooperação e parceria com o Brasil, país em que a tecnologia aeroespacial está mais madura, para alavancar um programa espacial muito embrionário, mas que (se não faltar o dinheiro) pode dar à Argentina as bases para um programa espacial autónomo.

Fontes:
http://www.conae.gov.ar/accesoalespacio/tronador.html
http://www.conae.gov.ar/accesoalespacio/vs30.html

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Da adopção do português na Argentina e da expansão da Lusofonia no mundo

“A língua portuguesa passou a constar obrigatoriamente no leque de disciplinas opcionais das escolas secundárias na Argentina. O plano será implementado por todo o país até 2016, mas a prioridade serão as regiões fronteiriças com o Brasil, nas quais a língua vai ser integrada nos currículos educativos a partir do ensino primário”

Vera Monteiro
Público, 23 de dezembro de 2008

Se dúvidas houvesse, eis mais uma demonstração do truísmo de que a língua portuguesa não é mais propriedade de Portugal. Não é também propriedade do Brasil, nem de outro país lusófono. É hoje algo que pertence a todos os que a falam. Na América do sul, o peso económico, demográfico e político do Brasil é inquestionável. Este verdadeiro país-continente apresenta hoje vários sinais de que poderá atravessar a presente crise financeira (prestes a transformar-se em depressão global) sem interromper o seu desenvolvimento económico e social. Será este peso dominante neste subcontinente que está a tornar o Brasil um pólo atrativo para a lusofonia na América do sul. Não é Portugal, é o Brasil.

Perante a constatação da crescente importância do Brasil na promoção e defesa da Lusofonia num mundo cada vez mais globalizado e anglófono, Portugal e os demais países lusófonos devem decidir se se mantém arreigados a lógicas neocoloniais anacrónicas ou se, pelo contrário, optam por refundar a perdida pátria lusófona e esquecemos a artificial barreira de fronteiras políticas, prezamos mais as proximidades culturais, linguisticas e emocionais do que as distancias geográficas e as esquadrias dos diplomatas e reconhecemos de qualquer expansão da lusofonia é a expansão de todos os lusófonos e o reconhecimento do óbvio papel de liderança que o Brasil tem no seu seio, assim como a irrelevância das fronteiras políticas quando a língua e a cultura que as atravessam são uma só e mesma… Pátria lusófona.

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