Ubuntu

Sobre o processo da Microsoft contra o ex-presidente do ITI e da sua comparação da Microsoft a… Traficantes de Drogas


(Sérgio Amadeu quando era presidente do ITI in http://www2.fpa.org.br)

A Microsoft processou em Junho de 2007 um membro do governo brasileiro por “difamação”. Mais especificamente, Sérgio Amadeu, na altura presidente do “Instituto Nacional de Tecnologia de Informação” foi processado pelo gigante de Redmond quando em Março de 2007 foi citado num artigo com o título “O Pinguim Avança” da revista “Carta Capital“. Neste artigo o ex-presidente do ITI compara a Microsoft a Traficantes de Drogas: dão os seus produtos de graça ou deixam que estes sejam roubado de forma a ficarmos dependentes deles e eventualmente acabam por encontrar uma forma de cobrar por eles. Mas o que talvez tenha irritado mais Redmond tenha sido a declaração de Sérgio Amadeu segundo a qual: “Para ser economicamente livre, o Brasil precisa de ser tecnologicamente livre.” Logo, o Brasil precisa de usar software open source, tecnologia não-DRM e assentar aqui o essencial da sua aposta tecnológica.

Em toda esta história talvez o mais curioso seja a frase que consta na queixa apresentada ao tribunal brasileiro e que refere “um excesso de liberdade de expressão e pensamento, pela forma da disseminação de informação“. Exacto. Não “desinformação”, mas… “informação”… Por alguma razão, ou talvez porque a acção foi interposta sem ter em conta a escala dos danos de imagem da corporação, e que finalmente, alguém, no seu seio, acabou por reconhecer os danos que esta acção estaria a provocar na imagem da multinacional e deu ordem para parar com o processo. E tendo em conta a suicidária frase: “um excesso de liberdade de expressão e pensamento, pela forma da disseminação de informação”… fizeram muito bem… Desde quando é que o conhecimento e a divulgação do mesmo podem estar na base de uma queixa judicial? E o reconhecimento de que a “disseminação de informação” incomoda a Microsoft não implica um reconhecimento implícito de que o Linux é superior ao produto de Redmond?

Que tiro no pé…

Fonte:
Culture Kitchen

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Usando o mpgtx (Ubuntu) para quebrar um ficheiro mpeg

Como saberão, para colocar um filme no YouTube (coisa que tenho feito, por ESTAS bandas) é preciso cumprir simultaneamente duas regras:
1. O filme não deve ter que mais do que 100 Mb
2. O filme não deve ter mais do que dez minutos de duração
Para além de, obviamente, não violar nenhum Direito de Autor (algo que foi no meu caso devidamente acautelado)

Mas se temos um filme, fora destes dois limites, e se trabalhamos em Ubuntu – como eu – o que devem fazer para fazer o upload desse video?
Bem… Começamos por carregar o programa em modo-de-linha mpgtx em http://mpgtx.sourceforge.net/#Download e depois numa janela de Terminal:

chmod +x mpgtx.bin (para tornar o .bin um executável)

Depois se invocarmos simplesmente o mpgtx expandido (o .bin é um formato de compressão oriundo do Macintosh) temos o erro:

The program ‘mpgtx’ is currently not installed. You can install it by typing:
sudo apt-get install mpgtx
Make sure you have the ‘universe’ component enabled
bash: mpgtx: command not found
O que nos diz claramente para:

sudo apt-get install mpgtx
Password:
Reading package lists… Done
Building dependency tree
Reading state information… Done
The following NEW packages will be installed:
mpgtx
0 upgraded, 1 newly installed, 0 to remove and 0 not upgraded.
Need to get 66.5kB of archives.
After unpacking 197kB of additional disk space will be used.
Get:1 http://pt.archive.ubuntu.com feisty/universe mpgtx 1.3.1-2 [66.5kB]
Fetched 66.5kB in 0s (139kB/s)
Selecting previously deselected package mpgtx.
(Reading database … 116226 files and directories currently installed.)
Unpacking mpgtx (from …/mpgtx_1.3.1-2_i386.deb) …
Setting up mpgtx (1.3.1-2) …
E já está. Já podemos usar o mpgtx:

mpgtx -s VTS_02_1_full.mpeg {99M}
Sendo que nesta sintaxe, por exemplo, vai partir o VTS_02_1_full.mpeg por vários (os suficientes) ficheiros mpeg de 99 Mb cada…
E para saber mais parâmetros do mpgtx… é dar: man mpgtx

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FFmpeg: Convertendo VOBs em MPEGs em Ubuntu

Para converter um ficheiro .VOB não encriptado extraído préviamente de um DVD Video sob o Ubuntu podemos recorrer à ferramenta ffmpeg que pode ser carregada da Internet gratuitamente e após a sua instalação numa janela de Terminal invocar a seguinte instrução:

ffmpeg -i VTS_02_1.VOB -target vcd VTS_02_1_ffmpeg.mpg
A qual resultará em:

FFmpeg version SVN-rUNKNOWN, Copyright (c) 2000-2004 Fabrice Bellard
configuration: –enable-gpl –enable-pp –enable-pthreads –enable-vorbis –enable-libogg –enable-a52 –enable-dts –enable-libgsm –enable-dc1394 –disable-debug –enable-shared –prefix=/usr
libavutil version: 0d.49.0.0
libavcodec version: 0d.51.11.0
libavformat version: 0d.50.5.0
built on Jan 28 2007 22:48:38, gcc: 4.1.2 20070106 (prerelease) (Ubuntu 4.1.1-21ubuntu7)
Input #0, mpeg, from ‘VTS_02_1.VOB’:
Duration: 00:23:59.2, start: 0.287267, bitrate: 2328 kb/s
Stream #0.0[0x1e0]: Video: mpeg2video, yuv420p, 720×576, 9000 kb/s, 25.00 fps(r)
Stream #0.1[0x80]: Audio: ac3, 48000 Hz, stereo, 192 kb/s
Assuming PAL for target.
Output #0, vcd, to ‘VTS_02_1_ffmpeg.mpg’:
Stream #0.0: Video: mpeg1video, yuv420p, 352×288, q=2-31, 1150 kb/s, 25.00 fps(c)
Stream #0.1: Audio: mp2, 44100 Hz, stereo, 224 kb/s
Stream mapping:
Stream #0.0 -> #0.0
Stream #0.1 -> #0.1
No accelerated IMDCT transform found
Press [q] to stop encoding
frame=36018 q=2.0 Lsize= 244531kB time=1440.6 bitrate=1390.5kbits/s
video:202240kB audio:39392kB global headers:0kB muxing overhead 1.199756%
rmartins@quintus:~/Desktop$ split

Depois, se precisarmos, podemos segmente o .mpg resultante em várias parcelas usando o já conhecido mpgtx…

mpgtx -s VTS_02_1_ffmpeg.mpg {99M}
Now processing VTS_02_1_ffmpeg.mpg [1/2] … 100.00%
Now processing VTS_02_1_ffmpeg.mpg [2/2] … 100.00%
E pronto… Lá ficam mais umas dicas para que se aventurando nos mares do Linux, como eu…

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Como instalar o BOINC (Seti@Home e quejandos) em Ubuntu


(O Seti@Home, um programa que corre como ScreenSaver no seu PC e que procura sinais de vida inteligente no Espaço, já que cá em baixo… Esta parece não abundar…)

1. Em Applications:Add/Remove adicionar o BOINC Manager
2. Ir a http://boinc.ssl.berkeley.edu/download.php e carregar o último cliente
2. Terminal:
su root
sudo passwd root (se esta password ainda não existir)
sh boinc_5.8.16_i686-pc-linux-gnu.sh (mudar a versão se fôr o caso)
aparece o texto: “use /home/rmartins/Desktop/BOINC/run_manager to start BOINC”
cd BOINC
ls
aparece:
“binstall.sh boincmgr boincmgr.8×8.png run_client
boinc boincmgr.16×16.png ca-bundle.crt run_manager
boinc_cmd boincmgr.32×32.png locale”
boinc_cmd
aparece:
“The program ‘boinc_cmd’ is currently not installed. You can install it by typing:
apt-get install boinc-client
Make sure you have the ‘universe’ component enabled”
apt-get install boinc-client
aparece:
“Reading package lists… Done
Building dependency tree
Reading state information… Done
Suggested packages:
boinc-app-seti
The following NEW packages will be installed:
boinc-client
0 upgraded, 1 newly installed, 0 to remove and 0 not upgraded.
Need to get 346kB of archives.
After unpacking 881kB of additional disk space will be used.
Get:1 http://pt.archive.ubuntu.com feisty/universe boinc-client 5.4.11-5 [346kB]
Fetched 346kB in 0s (545kB/s)
Preconfiguring packages …
Selecting previously deselected package boinc-client.
(Reading database … 115822 files and directories currently installed.)
Unpacking boinc-client (from …/boinc-client_5.4.11-5_i386.deb) …
Setting up boinc-client (5.4.11-5) …
* Starting BOINC core client: boinc_client [ OK ]”

3. Está instalado. Ir agora a Applications:Acessories:BOINC Manager
4. Fazer o Advanced:Select Computer e escolher localhost
5. E já está. Em Advanced já se pode fazer o Attach Project e juntarmo-nos aos nossos projectos BOINC… Como o… Seti@Home que procura sinais de inteligência extraterrestre e que corre nos meus PCs há uns bons 12 anos!…

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O Google Earth Sky em Ubuntu… Algumas voltas até chegar lá…

O Google disponibiliza já desde há alguns dias um novo serviço ao seu “Google Earth“: trata-se “Sky Mode” que permite ver o céu com fotografias de alta resolução do Telescório Hubble e obtidas noutros telescópios do mundo (americanos, britânicos e australianos, até agora). Cada fotografia inclui informação sobre a estrela, constelação ou galáxia. Infelizmente, ainda não pudemos testar pessoalmente esta nova versão, já que a versão para Linux (desde há semanas que só uso este pc com Ubuntu) parece meio críptica, no que concerne à sua instalação. O GoogleEarthLinux.bin é carregado… O Ubuntu e os demais requisitos são cumpridos, deve ser possível… Não descobri ainda é como…. Adiante!

Não espera! Parece que o “.bin” é um formato de compressão, talvez o MacBinary dos MacOS8… Abrindo a Consola e escrevendo:
rmartins@Quintus:~$ chmod 755 GoogleEarthLinux.bin
rmartins@Quintus:~$ ./GoogleEarthLinux.bin
Verifying archive integrity… All good.
Uncompressing Google Earth for GNU/Linux 4.2.180.1134……………………………………………………..

Aparece um guia assistido de instalação…
Mas depois dou com algo que deve ser necessáriamente um erro do Instalador… Diz que preciso de 60 Mb de espaço livre e que só tenho 0 Mb, o que é manifestamente falso!…

Seguindo este documento da Google:
http://earth.google.com/support/bin/answer.py?answer=44713&topic=1135 dei com o problema… Estava a dar a mais o chmod… Devía-me ter ficado pela simples execução via sh GoogleEarthLinux.bin

O directório de default de instalação é o “/usr/local/google/google-earth.” e depois de instalado aparece em Aplicações:Internet:Google Earth

Embora o Google Earth seja algo manhoso nos refersh após zoom e durante a visualização de fotografias, a função Sky trabalha bem… Para a usar temos um ícone “Sky” ou no menu Visualizar “Mudar para Céu”. Podemos pesquisar por objectos celestes, por exemplo “Mars” para saber onde está Marte no firmamento neste momento, no local onde estamos. Infelizmente, aqui, também somos massacrados pelos problemas de refresh que impedem a visualização das magníficas fotografias do Hubble… Mas a função de Zoom é espantosa e permite observer o firmamento, as suas galáxias, planetas, estrelas com um nível de detalhe verdadeiramente… astronómico!

Fonte: News.com

Categories: Informática, SpaceNewsPt, Ubuntu | 11 comentários

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