RepórterGrunho

RepórterGrunho: Fotografia 8

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O meu primeiro híbrido!

Não, não é realmente "meu"… É apenas o primeiro híbrido que vejo, estacionado a uns quarteirões da minha rua, na av. Estados Unidos da América.

Feio como um raio, este Toyota Prius é provavelmente um dos carros mais feios de sempre. Mas é híbrido.

Por isso, acho-o muito bonito.

Ponto.

E a atmosfera agradece. Só falta o Governo baixar o IA de modo a que compra destes carros seja realmente interessante para os consumidores.

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RepórterGrunho: Fotografia 7

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Bem… Palavras para quê?

Se "ele sabe quem é", é porque é certamente alguém raro e que merece ser amado…

Quantos de nós sabem efectivamente "quem são"?

Moi non… Embora faça uma ideia aproximada… Acho eu! Embora possa estar enganado!

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RepórterGrunho: Fotografia 6

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"Stres e tensão muscular"

Stres?

É certo que segundo o novo Dicionário da Academia, a grafia portuguesa correcta seria "stresse" (eu sei… eu sei…), mas este "stres" é novo… Bem, pelo menos não escreveram "streche", o que ainda seria pior.

Enfim, mais uma facadinha na língua portuguesa descoberta aqui pelo "Repórter Grunho" numa rua algures em Lisboa…

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RepórterGrunho: Fotografia 5

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Esta foi a manifestação do Sindicato da Função Pública do dia 1 de Maio de 2006.

Na minha memória ainda anda a grande confusão e o entusiasmo que foi o primeiro 1 de Maio depois da Revolução de Abril. Por isso, não posso deixar de estranhar quando vejo que as manifestações de trabalhadores da actualidade são feitas ao volante…

Onde estão os militantes pedestres de antanho?

Hum?

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RepórterGrunho: Fotografia 4

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Esta aqui foi tirada num restaurante da Gare do Oriente. Vê-se mal para caramba (vá lá… agradeçam aqui ao fotógrafo…) mas confiem em mim quando digo que esta salada tem uma legenda onde se lê: "Salada Vegetariana". Tudo bem.

Tudo mal.

A dita "salada vegetariana" é composta por um ovo e da última vez que li, o "ovo" ainda não era um vegetal e as galinhas ainda não caiam das árvores.

Mas posso estar enganado.  Ao fim ao cabo, já me enganei antes…

 

P.S.:

Óbviamente, a fotografia foi tirada à socapa… 

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RepórterGrunho: Fotografia 3

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Depois de umas obras de emergência no Hall de entrada do edifício onde moro, o belo e antigo telefone de porteiro do começo de 1940 foi substituído por… este pedaço de cartão de uma camisa.

Ainda alimentei por uns tempos a ilusão de que se tratara de um roubo, puro e simples.

Mas foi pior… Foi a senhoria que mandou tirar o telefone, com o pretexto de que "estava a cair" e substituir por este estético e decorativo… cartão de camisa.

Foi roubado sim senhor… Mas pelo próprio… E agora decora o estendal de um qualquer antiquário lisboeta!

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RepórterGrunho: Fotografia 2

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Encontrei este carta da Igreja Maná colado num parque do Pinhal Novo, mas cópias do mesmo podem ser encontradas coladas por toda a cidade de Lisboa.

O cartaz afirma "A sua família está de cabeça para baixo?" e o que choca imediatamente na coisa é apresentação comercial. Sendo a "Igreja" Maná um credo religioso, ou uma interpretação do Cristianismo, não é um Negócio ou uma actividade comercial e não devia (acho eu) usar a mesma Gramática de Marketing de uma actividade comercial.

Este apelo à desgraça das famílias, este convite à "solução" proposta pela Maná revela a existência de um motor comercial para as actividades religiosas da Igreja.

Quanto custaram estes cartazes? Quem os colou? Quem os desenhou e imprimiu?

Se analisarmos todas estas respostas veremos que a "Igreja Maná" tem muito pouco de "Igreja" e muito de… "Empresa".

Logo, devia chamar-se "Empresa Maná" e não "Igreja Maná". E pagar impostos (IRC) como aquilo que efectivamente é:

Uma empresa.

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RepórterGrunho: Fotografia 1

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Este será o primeiro de várias "reportagens fotográficas" realizadas com uma das piores câmaras digitais do Universo (a de 1.3 mega pixels do meu s100) e tiradas pelo pior fotógrafo vivo!… Preparem-se pois para queimar umas pestanas a tentarem perceber o que raio fotografei.

Bem, adiante.

Esta fotografia mostra o aspecto actual do edifício da nova agência europeia de Segurança Marítima recentemente construído no Parque das Nações. Na altura, já tinha dado por esta "anomalia" dos vasos de tamanhos aleatórios colocados na escada de incêndio do prédio, mas no dia em que tirei esta fotografia (a semana passada) tinha reparado que algo tinha mudado… Agora os vasos têm a prendê-los uns arames… Parece que alguém teve um "banho de sensatez" e se perguntou, como eu, o que aconteceria a tal demonstração de vasaria lusitana na primeira vaga de vento forte…

Vá lá…

Pelo menos agora a Agência Europeia de Segurança Marítima parece mais segura aos altos das cabeças dos transeuntes que por debaixo dela, no passeio, vão passando…

Obrigado!

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Do engenho tuga enquanto automobilista

Eis expresso tão cabalmente como é possível a arte do engenho tuga enquanto automobilista.

Na falta de um lugar de estacionamento nas redondezas, este motorista (podem vê-lo ainda sentado na sua cadeira enquanto espera que o seu colega termine lá o que raio está a fazer) estacionou a sua carrinha mesmo no meu da hipermovimentada avenida de Roma, sobre um triângulo de sinalização…

E quem passar ao lado, arriscando-se a raspar na carrinha… Que se dane! Bem à portuguesa…

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Interdito o uso de bonés…

Diz o texto deste aviso colocado na porta de entrada de um café em Lisboa:

“Interdito o uso de bonés, chapéus, gorros e similares no interior do estabelecimento”

E capachinhos? Pode-se?

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Canilarme Mk 2

Já antes abordei este assunto… Mas desta vez acompanho com uma fotografia. Neste quiosque, sito perto do nº 39 da Av. de Roma em Lisboa a jornaleira usa o inovador sistema “canilarme Mk 2”.

Um pequeno cão, de raça incerta, é conservado no interior (sem luz nem janelas) durante toda a noita, das 18:00 às 8:00 do dia seguinte afastando eventuais meliantes com o seu latir constante. Quem passar perto ouve: Auf Auf Auf e assim por diante.

Isto é obviamente legal. Mas será ético? É para isto que temos animais na nossa “posse”? Que destino será o desta senhora quando reencarnar como… cão?

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Os caçadores de incautos

Agora que tenho passado uns dias em casa tenho reparado num grupinho de quatro individuos jovens (3 mulheres e um homem) que percorrem toda a avenida de Roma, de cima, desde o Júlio de Matos, até à Praça de Londres, de cima para baixo, durante todo o dia… De aparência eslava do sul (Roménia, Bulgária, Bósnia, etc.) estas pessoas fazem-se acompanhar de uma folha fotocopiada com o logotipo dos deficientes no canto superior direito e um texto em castelhano que diz: “certificado de deficiente auditivo”. Abordam as pessoas por gestos e tentam fazer com que estas assinem o papel. Depois, pedem dinheiro.

Vai uma aposta sobre as capacidades auditivas desta gente?

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Neva em Lisboa

Tirei esta fotografia no auge do famoso “Nevão de Janeiro de 2005”. Se fizerem Zoom até uns 150% poderão ver as partículas de neve que durante uns vinte minutos se abateram sobre a região de Lisboa.

Se um nevão em Lisboa é isto, porque não usamos este exemplo para mostrar aos investidores que montam fábricas no leste e norte da Europa a vantagem de montarem uma fábrica num país onde as estradas não são cortadas pela neve, onde os funcionários não ficam em casa quando neva e onde a fábrica não encerra nos grandes nevões?

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Será que existe uma outra Lisboa?

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Santanaz Lopes, Presidente da República Portuguesa

Ontem acordei num mundo alternativo. De noite, deve ter-se formado um Buraco Negro sobre a minha cama e fui sugado para um Universo Paralelo onde um dos meus receios mais profundos, o “Grande Medo” se tinha concretizado: Santanaz Lopes era Presidente da República portuguesa.

Depois, esfreguei os olhos e olhei de novo para o monitor. Não. Aquilo continuava lá.

O site da prestigiada e sempre fiável BBC dizia que Santanaz Lopes era o Presidente da República. E se a BBC dizia que o nosso presidente era Santanaz, era porque era mesmo! Depois reparei melhor…

E comecei a pensar… Será uma partida de carnaval? Será que algum brincalhão tinha hackado o site da BBC Brasil e colocado lá esta “brincadeira”?

Nope. O site era mesmo deles e não havia sinais de hacking…

Seria galhada cometida por algum jornalista estagiário? Será que algum português no Brasil quando lhe pediram fotografias do nosso PR por gozo lhes mandou a de Santanaz Lopes?

Fosse como fosse. Santanaz para a BBC Brasil é o nosso Presidente. E o resto é conversa.

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O Padre e o Presidente ou a Apropriação de Coisa Alheia


Cumprindo a sua missão de Serviço Público, o incontornável blogue Do Portugal Profundo chamou a atenção para o crime impune cometido por Mário Soares quando se apropriou dos presentes recebidos enquanto Presidente da República. Talvez esta apropriação seja Legal, mas certamente não será Moral, porque Mário Soares recebeu os ditos presentes quando exercia o cargo de Presidente, e foi enquanto representante de Portugal que os recebeu. Os presentes em questão não são de “Mário Soares”, mas do Presidente da República, que incidentalmente, era na época, Mário Soares… Se na altura não existia um Museu da Presidência, ainda se compreende que os tenha guardado, mas que hoje os esteja a esconder nos cofres da Fundação Soares, é algo que já não conhece desculpa, uma vez que hoje já existe um tal museu

Caso idêntico ocorre hoje com o Padre Vítor Melícias…

Com efeito, um pouco por todo o país multiplicaram-se os outdoor em que este mediático sacerdote franciscano e ex-confessor de Guterres, recomenda esta Biblia Paulista que é comercializada juntamente com o JN. A questão moral reside aqui: será ético a Melícias usar a sua função religiosa para promoção de um produto comercial? Qual foi o cachet que Melícias nesta campanha de Marketing? Qual foi a parte que entregou à entidade que representa, cujo título ostenta e cujo fardamento orgulhosamente exibe? Pode um padre lucrar comercialmente das suas funções religiosas? E se pode, é Ético fazê-lo?

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Como foi que disse, senhor presidente?

“Para os serviços contratualizados a 2 Mega, em média velocidade é de 1 Mega. O que é muito bom”.
Presidente da Anacom, dia 9 de Janeiro de 2005 em entrevista ao telejornal da RTP2

Hum… Qual é o erro desta frase? E não se deixem influenciar pelo meu negrito…

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A Caverna de Ali Babá dos Fumadores


Trabalho num edificio onde é suposto ser proibido fumar em alguns andares. À menos de um ano, houve mesmo um incêndio porque alguém atirou uma beata ardente pelo tubo de despejos e este deflagou um incêndio no depósito de lixo.

No outro dia, quando me esforçava por chegar de um andar a outro a pé – fugindo aos elevadores par abater calorias – encontrei este pequeno espéctaculo clandestino: um cinzeiro de pé descansando em plena escada de incêndios…

Algum fumador inveterado impedido de lançar as suas baforadas nos lugares do costume havia colocado esta coisa ali (provavelmente de conluio com um “gang de fumadores” que imagino devem ter comprado em vaquinha a cinzeiro). Imaginei logo as deslocações de grupinhos para a furtiva escada de incêndio para aplacarem o vício…

O mais curioso é a maneira como dei com este cinzeiro… Subia eu do 6º andar para o 7º quando encontrei no chão da escada cinco cêntimos… Subi mais um lanço, até ao 7º, e eis mais cinco cêntimos… Será que?… Subi até ao 8º, e dei com mais dez cêntimos… Assim foi, até ao 10º andar e mais 15 cêntimos (3 moedas de 5 cêntimos cada). Estava evidentemente perante um “trilho de fumadores”. Uma espécie de caminho secreto até a um “cemitério de elefantes”, só que para fumadores. Algum fumador tinha espalhado as moedas pelos andares de modo a deixar pistas para que os seus colegas de vício seguissem até darem com o cinzeiro.

Sentindo der dado de caras com uma espécie de Caverna de Ali Babá, pisguei-me dali sorrateiramente e lá acabei por ir ter ao 7º andar onde me esperava uma qualquer malfeitoria de um qualquer computador…

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Dell “Portugal”???!!!


A Dell pode ser uma grande empresa nos EUA e no resto do mundo, mas em Portugal não passa de uma anedota.

Repare.se nesta página do site da Dell que supostamente estaria em português e que aparece sob a descrição “Dell Portugal”.

Quantas línguas se podem contar nesta página? Duas? Três? Sim. Três: português (pouco), espanhol (muito) e inglês (menos).

Que bela salganhada e que aspecto tão profissional…

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Miami (Portuguese) ????


Esta é a página Web da MSI, um dos maiores fabricantes mundiais de Motherboards para computadores pessoais.

Reparem agora naquilo que surge na popup de países…

“Miami (portuguese)”?

Como assim? Em Miami, a língua oficial é “portuguese”? Porque é que ninguém nos avisou que Miami era uma província portuguesa?

Será que Miami é o nome daquela ilha onde governa Jardim?

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Domingo 15H “Não deite fora a sua oportunidade”

Alguém num dos últimos dias me terá entregue na rua um folheto que dizia: “domingo 15h não deite fora a sua oportunidade”.

Por princípio, aceito sempre este tipo de propaganda, em deferência para quem a distribui e na crença de que pelo menos nas minhas mãos o papel há-de ir parar a um centro de reciclagem. Assim fiz. Embora tivesse logo estranhado o fundo amarelo, as letras vermelhas e sobretudo a frase “traga este convite na morada abaixo alameda d. Afonso Henriques n 35”. Alameda? Mas espera aí?! Não é aí que está o antigo cinema Império, hoje “catedral da Fé” da seita cristã conhecida como IURD?

No folheto destacam-se logo os termos característicos do mundo publicitário como:
“domingo 15h não deite fora a sua oportunidade”
“gratuitamente”
“convite especial”
“abra”
E que revelam bem o mote comercial e mercantilista que move estas seitas que usam a religião como máscara e pretexto para actividades lucrativas e isentas de impostos.

No interior do folheto vinha o verdadeiro sumo da coisa… Surgiam quatro quadros: “problemas de saúde”, “problemas espirituais”, “problemas familiares”, “problemas financeiros”. E dentro de cada surgiam problemas específicos que os interessados deviam marcar com uma cruz e levar até à “catedral” de modo a ter o seu problemazito resolvido. Sabem aqueles papéis que alguns supermercados distribuem e onde marcamos com cruzes os produtos que nos faltam em casa. Exacto. Algo do género, para que se veja a mercantilização desta IURD…

P.S.: Reparei também que o nome da IURD está completamente omisso deste folheto da Igreja…

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Selecção Portugal no Seu Melhor: 1

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A Humilhação dos Angolanos e o Orgulho do Funcionário

Todas as manhãs encontro este VW Jetta topo de gama (na sua classe) estacionado frente a um condomínio fechado com um motorista aguardando a chegada de alguém que desce e entra no carro com uma matrícula “CD”. Sublinho que o preço mínimo de compra de um apartamento neste condomínio à cinco anos era de 140 mil contos…

Pergunta: Sendo este carro da embaixada angolana e não sendo esta a residência do embaixador pergunto como é que um país onde a maioria da população passa fome e a Cólera e SIDA grassam se pode dar ao luxo de sustentar um motorista de um qualquer funcionário da embaixada e um carro topo de gama…

Para quem acusa a embaixada portuguesa em Luanda de humilhar quem quer Vistos… E esta ostentação de luxo? Não será humilhação para todos os angolanos que rapam fome nesse “paraíso” da África Subsahariana que é Angola?

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o canilarme

Perto do sítio onde moro existe um quiosque de jornais modernaço, daqueles que a Câmara de Lisboa construiu e entregou aos jornaleiros no ano passado. A jornaleira em questão tem dois cães que estão sempre com ela desde que chega de manhã até às sete, quando fecha o estaminé e parte.Ora numa destas noites passei junto ao quiosque fechado por volta da meia-noite e oiço vindo de seu interior (sem janelas) um latido abafado… Aproximo-me e confirmo: existe efectivamente um cão encerrado no seu interior! Nos dias e semanas seguintes confirmo a mesma situação.

Eis assim demonstrado mais uma vez a imensa amplitude do engenho luso: na falta de um dispendioso sistema de alarme, pega-se num cão (encontra-se facilmente na rua rondando baldes do lixo ou mictando nas jantes dos vossos carros) e encerra-se o dito às escuras durante 14 horas diárias. A criatura sairá da experiência (diária) tão enlouquecida que se há-de tornar tão feroz como um rotteiller com cio em dia de lua cheia.

E pronto. Ficamos com um eficiente, barato e muito disuasor cani-larme no nosso querido quiosque de jornais. Como se vê, é só vantagens, excepto na perspectiva do cão, mas como esse não fala… Azar! É claro que se pode sempre questionar a Humanidade de quem desenvolveu o sistema canilarme mas quando se observa na televisão o magote de imbecis que ululam “Fátinha! Fátinha!” aquando da insana libertação de Fátima Felgueiras percebe-se bem quão baixo pode descer o povo português…

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O desrespeito pela Lei


Em Portugal parece existir um desrespeito crónico e endógeno pela Lei. Por todo o lado, encontramos diversos exemplos deste desprezo e não é preciso procurar muito para encontrar casos desta violação.

O exemplo anexo mostra dois vasos de flores colocados em frente de uma saída de emergência da Estação de Serviço de Grândola (A2).

A explicação mais comum para este desprezo passa pelo excesso de controlo ocorrido durante o Salazarismo, a que se seguiu uma descompressão excessiva durante o período do chamado “Verão Quente” de 1975. Sequelas desta descompressão viveriam ainda hoje na nossa Sociedade e explicariam fenómenos como este ou como aquele carro da PSP que na mesma semana encontrei estacionado sobre uma passadeira para peões à frente do tribunal de Vila Real de Santo António na mesma semana.

Mas será que a “descompressão do Salazarismo” explica completamente este fenómeno? Ou será que é porque os portugueses não sentem simplesmente respeito por um Estado que não sentem seu, que os aliena e que os trata como “pessoa estranha” a recordar apenas em vésperas de eleições?

Fenómenos deste género provam que o laço entre Estado e “Res Publica” / “Coisa Pública” foi diluído e só mantêm um mínimo de coesão quando usa os mecanismos de repressão que restaram do Salazarismo (Polícia, Tribunais, etc.).

Enquanto os portugueses não se sentirem como coautores da Lei, não participarem da sua Redacção não se sentirão obrigados a cumprir a Lei.

Enquanto a “Democracia Representativa” não fôr abolida como sistema democrático que permite o florescimento de grupúsculos de interesses particulares conhecidos como “Partidos” e não foram implementados sistema de governo baseados na Democracia Directa, não haverá a ligação sólida e imediata que deve existir entre o Cidadão que faz a Lei e a Lei que Rege o Cidadão. Condição Sine Qua Non para Cumprir o Quinto Império.

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