Política Nacional

#SabiaQue

#SabiaQue Se resolvêssemos o problema dos 1500 milhões de euros que pagamos anualmente às concessionárias das #PPPs rodoviárias o nosso défice passaria a… zero?!

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#SabiaQue

 

#SabiaQue se o Estado fizesse uma emissão de dívida a curto prazo pagaria menos de metade do que vai pagar às concessionárias das #PPPs rodoviárias nos próximos anos?…

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#SabiaQue

#SabiaQue 59 mil milhões de euros em #PPPs não entram nas contas da dívida mas são pagos todos os anos entre 2 a 3 mil milhões de euros anuais?…

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#SabiaQue

#SabiaQue um detido (como Oliveira e Costa) vista ao Estado mais de 1500 euros por mês?

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#SabiaQue

#SabiaQue existem fórmulas adulteradas nos contratos de #PPP a favor das concessionárias? Quem as alterou? A favor de quem? Com que benefício?

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#SabiaQue

#SabiaQue não há nenhum outro país da Europa que tenha tantas PPPs rodoviárias como Portugal?

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Porque arde tanto a floresta portuguesa?

Porque arde tanto a floresta portuguesa?
Devido à tempestade perfeita provocada por
1 alterações climáticas
2 desertificação do interior
3 eucaliptização
4 incúria ou incapacidade financeira dos proprietários para manterem a sua propriedade (97% da floresta portuguesa é privada)
5 extinção do corpo de guardas florestais
6 liberalização da plantação de eucaliptos e da consequente monocultura (tornando assim a floresta mais frágil)
A meu ver – e falando em nome do bom senso e não de uma qualquer varinha magia de um “perito” ou “académico” urge:
1 sem expropriar: o Estado deve arrendar aos proprietários todas as terras que estes pedirem para tal ou que, após levantamento nacional feito pelas autarquias, se comprove estarem abandonadas.
2. Desbloquear os inúmeros casos de heranças de terrenos florestais que estão em tribunal criando para tal um tribunal especial e temporário
3 travao total à plantação de novos eucaliptos
4 recuperar o corpo de Guardas Florestais, equipa-los com drones de grande alcance
5 criar estímulos fiscais ao repovoamento do interior
6 criar um corpo público de limpeza florestal financiado com o produto dessa limpeza (venda e biomassa)

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“as economias, culturas e sociedades mais bem sucedidas são as que assumiram ideias liberais há mais tempo e em que estes princípios foram assimilados pelos governantes e pela lei”

“as economias, culturas e sociedades mais bem sucedidas são as que assumiram ideias liberais há mais tempo e em que estes princípios foram assimilados pelos governantes e pela lei”
Robert Service historiador

(não confundir “liberais” com “neoliberais”)

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Portugal gasta, todos os anos, 70 milhões de euros no combate aos incêndios florestais.

Portugal gasta, todos os anos, 70 milhões de euros no combate aos incêndios florestais.
Mais quatro vezes que em prevenção…
E se metade deste valor fosse pago em alugueres de terrenos florestais aos proprietários dos terrenos que não querem (ou não podem) cuidar das suas propriedades e limpar as suas matas
e com o lucro da exploração financiar a limpeza, em escala, pelo Estado, criando emprego, exportações e recursos para o Estado sem expropriar e, até, criando-lhes um rendimento através destes alugueres?

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#SabiaQue

#SabiaQue foram precisos nove anos para conseguir uma sentença em primeira instância no caso BPN?…

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Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:

Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:
1. Em amortizações da dívida
2. Na redução da carga fiscal sobre as empresas que contratem sem precariedade
3. Na redução dos prazos (95 dias) que o Estado demora a fazer os seus pagamentos às empresas (pelo efeito cascata que isso provoca na economia e pelo bom exemplo de Lisboa onde os pagamentos se fazem, praticamente, a zero dias)
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sabemos que o “rendimento básico universal” é incontornável

sabemos que o “rendimento básico universal” é incontornável enquanto resposta possível ao desemprego sénior de longa duração, à globalização e à automação quando encontramos uma das putativas alternativas a Passos Coelho no PSD vir a público defender essa forma alternativa de distribuição de rendimentos.
(e não percebo porque não está o PS – que implementou o Rendimento Mínimo em Portugal – na vanguarda deste debate)

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#SabiaQue

#SabiaQue, embora Portugal seja dos poucos países do mundo em que há limitação de mandatos em alguns Estados da Alemanha se o candidato ultrapassar o limite de idade da reforma deixa de se poder recandidatar?…

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Rui Rio vai jogar depois das autárquicas a sua última cartada.

Rui Rio vai jogar depois das autárquicas a sua última cartada. Depois de tantos falsos arranque ou vai desta ou perde o capital bastiânico e entrega esse capital a Pedro Duarte (que tem excelentes relações com Marcelo ao contrário de Passos, a Rangel (que não avançara contra Rio).
Rio não tem o factor Marcelo a seu favor mas tem o factor Costa…
Graças às excelentes relações pessoais entre ambos num ano em que o PS vai ser forçado a esticar a máquina da Geringonça (défice a 1%) Rio tem a vantagem de lhe ser mais fácil que a qualquer um dos outros dois de fazer uma aliança com o PS (e de ser mais centrista que Passos)

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não sou perito.

não sou perito.
Mas não é preciso ser perito para saber que 98% da floresta portuguesa está na mão de privados
e que estes
ou são absentistas
ou idosos
que não têm meios para uma limpeza regular das matas
urge então dar a está missão a meios públicos (de alguma forma)

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parece que Jardim mantém um blog de nome “Renovadinhos”

 

parece que Jardim mantém um blog de nome “Renovadinhos” (o lema de Miguel Albuquerque na sua campanha interna de 2014 era “Renovação” 🙂 ) que usa para atacar – diariamente – o Governo Regional.
Isso e a súbita erupção de candidatos independentes oriundos do PSD da a entender que não só Jardim não se reformou
como
está em guerra

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Há um factor conjuntural que está a contribuir para o crescimento da economia:

Há um factor conjuntural que está a contribuir para o crescimento da economia:
os investimentos das autarquias em ano de eleições autárquicas.
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chamem-me chato se quiserem (aguento 😃 ) mas sou contra despesas em festas, festarolas e viagens pagas quando há pessoas em grave situação de carência financeira não é para isto que pago uma das mais violentas cargas fiscais da Europa

chamem-me chato se quiserem (aguento 😃 )
mas sou contra despesas em festas, festarolas e viagens pagas
quando há pessoas em grave situação de carência financeira
não é para isto que pago uma das mais violentas cargas fiscais da Europa
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#SabiaQue Portugal tem a maior proporção de território atribuído ao eucalipto do mundo?

#SabiaQue Portugal tem a maior proporção de território atribuído ao eucalipto do mundo?
Por isso saúdo a decisão do XXI governo de colocar travão ao eucalipto em Portugal
(ainda que tardia)

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O que faz e para que serve, a Concertação Social?…

O que faz e para que serve, a Concertação Social?… Se a maioria das matérias a que diz respeito são hoje votadas e aprovadas no Parlamento será que isso significa que, a prazo, vamos pagar, todos, mas sobretudo os trabalhadores do Privado (que BE e PCP não se focam – mal – em representar)? É que se as lutas sindicais hoje são impossíveis em empresas privadas e se os sindicatos passam a funcionar no Parlamento e não na Concertação Social são estes, quem, precisamente, mais perde.
Ou seja, para os trabalhadores da Função Pública (representados pelo PCP-CGTP) tudo melhorou
Para os trabalhadores das empresas privadas tudo piorou… muito.
Mas a isto obriga o actual arranjo Parlamentar.
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#PerguntaSingela: Se a Alemanha tem superavit orçamental e se isso viola o Tratado Orçamental porque não é multada e esse excesso (desviado dos países do Sul) reverte para um “Plano Marshall” europeu?…
(Porque Sim e porque falamos da Alemanha)
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#SabiaQue

#SabiaQue no OGE2017 o imposto de selo que até agora incidia sobre imóveis com valor acima do milhão de euros é substituído por uma taxa adicional ao IMI e que assim quando os proprietários tiverem sede fiscal num Offshore passa de pagar 7.5% para apenas 0.3% para os valores acima de 600 mil euros?

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“o PCP é um partido profundamente responsável e ordeiro”

“o PCP é um partido profundamente responsável e ordeiro. O país não tem noção de quanto deve à cultura deixada pelo PCP de Álvaro Cunhal”
João Soares, entrevista ao Expresso de 10 de dezembro de 2016

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Carta Aberta à Câmara Municipal de Lisboa sobre o Programa de Controlo da População de Pombos (Columba Livia)

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Considerando que a técnica da captura por redes e subsequente abate é cruel e ineficaz (a redução pontual da população leva a um rápido preenchimento do nicho porque não é global mas localizada) os subscritores desta Carta Aberta propõe:
  1. Reforçar as campanhas de sensibilização especialmente quanto à proibição de alimentos a pombos na via pública (que faz aumentar a população destas aves).
  2. Reforçar as coimas e a eficácia da fiscalização contra a alimentação de pombos na via pública.
  3. Que a CML preste, gratuitamente e a pedido, o serviço de instalação de repelentes de poiso em prédios particulares.
  4. Aumentar a distribuição de contraceptivos orais pelos serviços da CML.
  5. Sabendo que a CML é o maior proprietário imobiliário de Lisboa reforçar nos seus edifícios as medidas de redução de locais de nidificação e os repelentes de poiso.
  6. Instalar locais de nidificação – onde se distribui alimentos com contraceptivos regulamente – de onde, posteriormente, os serviços da autarquia podem remover os ovos ou substituí-los por ovos falsos (como em Nova Iorque e Melbourne)
  7. Produzir e manter um relatório anual da quantidade de pombos na cidade, por freguesia, e indicando pontos de concentração. Incluir nesse relatório todas as acções de controlo, os seus custos e efeitos directos.
English Version:
Open Letter to Câmara Municipal de Lisboa (City Council ou “CML”) on the Pigeon Population Control Program (Columba Livia):
Considering that the technique of network capture and subsequent slaughtering is cruel and ineffective (the point reduction of the population leads to a rapid filling of the niche because it is not global but localized) the subscribers of this Open Letter propose:
1. Reinforce awareness campaigns especially on banning pigeon feed on the public road (which increases the population of these birds).
2. Reinforce the fines and the effectiveness of police surveillance against pigeon feeding on public roads.
3. That Lisbon City Council provide, free of charge and upon request, the service of installation of repellents of poiso in particular buildings.
4. Increase the distribution of oral contraceptives by CML services.
5. Knowing that Lisbon City Council is the largest real estate owner in Lisbon to reinforce in its buildings the measures to reduce nesting sites and house repellents.
6. Installing nesting sites – where food is delivered with regular contraceptives – from which the local authorities can later remove the eggs or replace them with fake eggs (as in New York and Melbourne)
7. Produce and maintain an annual report of the number of pigeons in the city, per parish, and indicating points of concentration. Include in that report all control actions, their costs and direct effects.
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“as eleições ganham-se ao centro”?

Uma das regras da politica europeia em geral e portuguesa em particular é de que “as eleições ganham-se ao centro” significando com isso que se os partidos de centro-esquerda queriam ganhar eleições tinham que “centralizar” o seu discurso por forma a ganhar o eleitorado centrista.
O dogma dizia que o eleitorado à esquerda do centro era insuficiente para dar maiorias absolutas e, até, relativas.
Mas esta realidade está a mudar… A “centralização” do Syriza, a moderação e razoabilidade demonstrada por BE e PCP (apesar de tudo), a deriva “esquerdista” do Labour e a evaporação intensa dos partidos europeus de centro esquerda indicam que, hoje, talvez não seja preciso cativar o centro para ganhar eleições.
Veremos.
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Por uma Lei ANTI GRAFITO (Assine e Divulgue!)

Rua Xavier Cordeiro (5).jpg

Porque a proliferação de tags e grafitos selvagens nas cidades portuguesas está a passar todos os limites.
Porque a Lei actual é ineficaz e não dissuada (descriminaliza o grafito e tag selvagem)
Porque é PRECISO FAZER ALGUMA COISA:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ANTIGRAFITOS
Propostas para Nova Legislação Anti-Grafitos:

1. Todos os tipos de tintas vendidos em latas de spray devem ser apenas de compostos que permitam a sua fácil limpeza.
2. A venda ou cedência gratuita de latas de tinta sob pressão “sprays” é proibida a menores é proibida a menores de 18 anos. O incumprimento conduzirá o vendedor a uma multa de até 500 euros, à qual se devem somar as custas judiciais. No local onde se aceitarem estes pagamentos, bem visível a este funcionário ou responsável de loja deve estar um afixação com a frase “Vender sprays de tinta a menores de 18 anos é contra a lei e levará a uma coima a quem vender este produto”. Esta venda é permitida se o menor estiver acompanhado por um dos seus progenitores, tutor, professor ou empregador maior de idade.
3. Nenhum cidadão está autorizado a transportar um spray de tinta no interior de um recinto que pertença a uma autarquia local ou ao Estado sem uma autorização escrita por parte de um representante dessa entidade, excepto se essas embalagens estiverem seladas ou completamente fechadas num contentor ou caixa de transporte.
4. Cada venda de um spray de tinta será obrigatoriamente registada com o nome completo e identificação do comprador por parte do comerciante.
5. Todas as latas de spray de tinta terão o aviso “Grafito é Crime. A compra de latas de spray é ilegal por menores de idade é CRIME: Vendedores e Compradores serão punidos.” em formato bem legível e em destaque na embalagem.
6. Todos os espaços comerciais que tenham no seu inventário sprays de tinta devem ter estes materiais numa zona visível ao público, mas que acessível apenas com a assistência de um funcionário do estabelecimento.
7. Todos os espaços que comercializam sprays de tinta devem ter um aviso em local bem visível com a frase “Quem destruir ou prejudicar propriedade privada por via de grafitos será processada judicialmente pagando a devida coima que poderá ir até aos ) 25 mil euros (Lei n.º 61/2013, de 23 de Agosto)”
8. Nenhum cidadão menor de 18 anos pode possuir um spray de tinta ou um marcador de ponta grossa num local público ou privado sem a autorização expressa para tal por parte do proprietário ou utilizador dessa propriedade.
9. Todos os operadores de gás, comunicações, água ou esgotos que tenham instalações acima da superfície devem cobri-las com tinta anti-grafitos ou tomarem outras providências que previnam a sua ocorrência.
10. Quem quer que seja apanhado em flagrante e que seja notificado pelas autoridades tem 24 horas para remover o grafito sem receber qualquer tipo de punição.
11. Nenhum proprietário de uma propriedade privada poderá autorizar qualquer forma de grafito se este for visível a partir de um espaço público a menos que consiga uma licença de alteração de fachada explícita por parte da autarquia local.
12. Prever, nos casos mais graves (nomeadamente em grafitos em monumentos ou em património municipal devidamente referenciado)
1. penas de prisão que podem ir até 90 dias.
2. Suspensão até um ano da carta de condução e/ou
3. Serviço comunitário em remoção de grafitos até 100 horas

13. Responsabilidade parental: os progenitores ou tutores do menor condenado por grafitagem ilegal são responsáveis por todos os danos provocados pelo menor nessa actividade pagando a coima que lhe for atribuída.
14. Em caso de condenação, o condenado pelo crime grafitagem ilegal ou o seu tutor ou responsável legal – em caso de se tratar de um menor de idade – será condenado a reembolsar a autarquia que levou a cabo a operação de limpeza ou remoção.
15. Sempre que um grafito em propriedade pública ou privada seja visível a partir de um espaço público ou de acesso livre um representante da autarquia está autorizado a proceder à remoção do mesmo, imputando-os ao proprietário do espaço afectado.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ANTIGRAFITOS

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Citações sobre o MDP no Público

“Segundo os dados coligidos até meados de maio de 2016 (o MDP) “o CDS, seguido pelo PSD e depois pelo PS são os partidos em que a percentagem de deputados com actividade profissional fora do Parlamento é mais elevada”
Artigo do Público de 14 set 2016
“No CDS, oito dos 18 deputados (44.4%) têm actividades fora do Parlamento, no PSD há 37 em 89 deputados (41,6%) e no PS são 26 em 86 (30,2%)”
Artigo do Público de 14 set 2016
“O partido com um nível médio mais elevado de colisão de interesses (usando os dados do portal de contratação pública) é o CDS, seguido por PSD e PS: “o partido com mais deputados activos em empresas com contratos com o Estado é o PSD (sete) seguido do PS (cinco) e CDS (um)”
Artigo do Público de 14 set 2016
“Segundo o estudo (do MDP), em maio havia 28 deputados que exerciam funções fora do Parlamento como administradores, gestores ou sócios-gerentes, 23 que acumulavam com a profissão de advogado, dez que eram também professores, sete que eram consultores, três médicos, um engenheiro-civil e um arquitecto”
Artigo do Público de 14 set 2016
“Feita contabilização, o MDP encontrou quatro deputados das bancadas do PS e do PSD que acumulam seis actividades extraparlamentares remuneradas e um socialista que chega mesmo às oito actividades”
Artigo do Público de 14 set 2016
“A disparidade de critérios no preenchimento do registo de interesses é notado pelo MPD, que já questionou a comissão de transparência sobre a dualidade na declaração de remunerações: “porque motivo existe diversidade de critérios, havendo deputados que indicam o valor da remuneração e outros que não o fazem e, até mesmo, omitem a informação sobre se a função é remunerada?”
Artigo do Público de 14 set 2016
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Democracia em Controlo Remoto

A Democracia está em Controlo Remoto
Os eleitores nacionais elegem representantes para cargos nacionais, mas, com a globalização comercial e financeira e a transferencia massiça das soberanias nestes campos a maioria das decisoes nao sao tomadas por estes politicos eleitos mas pelos “mercados” e por tecnocratas e banqueiros centrais ansiosos por agradarem aos primeiros.
O resultado é uma politica economica sobre-economizada e despolitizada e algos niveis de abstenção: para quê votar se que manda, de facto, nao sao os eleitos mas estas forças nao-democráticas?…
A Democracia dos 400
Estima-se que o poder “real” (económico e politico) esteja nas mãos de não mais de 400 famílias. São elas que estão do lado de lá da cada vez maior separação entre Governantes e Governados. São elas, também, que participam nas reuniões e negociações entre interesses públicos e privados, ora de um lado, ora do outro, alternando posições a cada ciclo politico e criando um espírito de grupo único que facilita as transições de um mundo para o outro e a renovação regular destas famílias com sangue novo oriundo das estrelas politicas do momento.
A Inflação da Abstenção
Na Primeira República a abstenção chegou a ser, em 1925, superior a 86%. Em 1975, com a instalação da “novidade” do regime democrático em que os cidadãos tinham a percepção (correcta) de que o seu voto contava e fazia a diferença, a abstenção foi de apenas 8.3%, mas desde então não parou de crescer a 3% a 8% a cada sufrágio até ao recorde máximo alcançado nas eleições de 2015 de 43.07%! A esta velocidade, a partir de meados da década de 2030, chegaremos aos números de 1925 e o sistema será então, simplesmente, insustentável.
Embora estes niveis de abstenção não estejam muito distantes das médias europeias, o seu crescimento não tem, praticamente, paralelo a nível europeu e revela uma doença profunda no sistema politico que os partidos politicos ainda não quiseram resolver (nomeadamente através de uma revisão profunda da lei eleitoral).
A Crise da Militância Partidária
Existem em Portugal cerca de 302 mil cidadãos inscritos, como militantes nos partidos políticos. A comparação com a totalidade da população coloca-nos na lista de pais (do sul da Europa) com menor taxas de militância do mundo desenvolvido (cerca de 2% da população).
A crise, como se disse mais acima, não é nacional, mas global. No Reino Unido, por exemplo, pais que registava das taxas mais altas de todo o globo e onde os Conservadores listavam na década de 1950 mais de 3 milhões de militantes, hoje, contabilizam pouco mais de 134 mil… Uma tal hecatombe teria colocado uma empresa comercial na insolvência, mas apesar disto, os partidos resistem, resistem…
O maior partido político português é, desde há bastante tempo, o PSD que conta, hoje em dia, com 118 mil militantes, mas em 2008 eram mais de 153 mil… E destes 118 mil apenas 53 mil têm as quotas em dia e, consequentemente, votam em eleições internas. O segundo maior partido político é o PS com 84 ml (eram 125 mil em 1982). O terceiro maior partido português é o PCP com, aproximadamente, 60 mil militantes dos quais 43% têm as quotas em dia. E isto num partido considerado (justamente) como o mais “militante” de todos os partidos portugueses… De notar, ainda que em 1983 o PCP tinha mais de 200 mil militantes e que, por regra (e salvo raras excepções) o militante comunista apenas deixa de o ser por… morte. Isto quer dizer que o partido não se renovou e que se está a evaporar a um ritmo ainda mais intenso que os outros partidos políticos portugueses.
Em termos de dimensão, quarto partido português é o CDS, com 30 mil militantes e cerca de 19 mil “activos” (não é claro, na terminologia dos Centristas se isso significa que são militantes com as quotas em dia).
A considerável distancia destes “grandes” partidos encontramos por fim o BE, que terá pouco mais de 10 mil militantes, dos quais 5200 mantêm as suas quotas em dia, numa percentagem que indicia uma maior taxa de actividade militante que advém da relativa juventude do partido e do quadro sociológico e demográfico deste partido.
Nao é facil obter números quanto aos restantes partidos, sobretudo aos que estao fora do Parlamento, mas estimamos que tenham entre 5 militantes activos a algumas dezenas a algumas centenas.
Estes numeros significam que, em média, menos de 50% dos militantes dos “grandes” partidos pagam as suas quotas e, logo, participam activamente nos actos eleitorais internos.
A cada três anos, nos processos internos de refiliação os partidos perdem, em média, metade dos seus militantes, provando assim que pelo menos metade destes eram produto de arrebanhamentos massivos ou de esquemas falsos de registo de novos militantes e que, simplesmente, muitos destes novos militantes se desiludiram com a realidade que encontraram nestes partidos.
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