Partido Socialista

Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:

Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:
1. Em amortizações da dívida
2. Na redução da carga fiscal sobre as empresas que contratem sem precariedade
3. Na redução dos prazos (95 dias) que o Estado demora a fazer os seus pagamentos às empresas (pelo efeito cascata que isso provoca na economia e pelo bom exemplo de Lisboa onde os pagamentos se fazem, praticamente, a zero dias)
Anúncios
Categories: Economia, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Decorrem – neste momento – duas “guerras de calendário”

Decorrem – neste momento – duas “guerras de calendário”, surdas, mas poderosas e que terão graves consequências nas nossas vidas nos próximos anos:

1ª Guerra: Todo o “processo Sócrates” foi cuidadosamente desenhado e programado, em termos de calendário (sobre a substância, não falo, por desconhecimento directo) para prejudicar os resultados eleitorais do PS e preservar o governo austero-merkelista que nos rege.
2ª Guerra: Legislativas marcadas para a segunda metade do ano, altura em que o triplo cruzamentos dos fundos do QREN e dos planos Juncker e Draghi vai ter um impacto na economia e no emprego e, de forma transitória e superficial, favorecer o sufrágio nos partidos no poder.

Marcar calendário desta forma é corromper a democracia e o justo, transparente e liso jogo democrático e nesta jogada são cúmplices alguns agentes do sistema judicial e a presidência da república que (ainda) vamos tendo.

Categories: Partido Socialista | Deixe um comentário

Álvaro Beleza defende que a escolha do candidato que o PS vai apoiar nas Presidenciais deve passar por Primárias

Álvaro Beleza defende que a escolha do candidato que o PS vai apoiar nas Presidenciais deve passar por Primárias abertas a simpatizantes, idênticas aquelas que colocaram António Costa como secretário-geral do Partido.
Obviamente, estou de acordo. Havendo (como há) várias possibilidades sobre a mesa e tendo em conta a (errada) proximidade de eleições legislativas com presidenciais, por muito que isso perturbe as agendas eleitorais (e perturba), é preciso colocar em cima da mesa, assumidamente, o tema das Presidenciais. E escolher esse candidato a apoiar pelo PS em Primárias é uma forma de devolver aos cidadãos a centralidade nessa escolha, dando ao pais uma lição de cidadania e abertura à sociedade civil. Dar aos cidadãos essa escolha é também uma forma de divulgar o programa e as intenções do candidato ganhador e de fazer campanha eleitoral.
Dito isto e tendo em conta que até o Bloco de Esquerda vai escolher o seu candidato presidencial em referendo interno nem quero pensar que no PS esta escolha seja feita no seio da direcção ou do aparelho sem consultar os eleitores (Primárias) ou os militantes (Referendos). Seria demasiado mau e seria, igualmente, inaceitável para quem, como eu, defende uma revolução participativa no seio dos partidos tradicionais.

Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista, Partido Socialista | Deixe um comentário

“No mínimo os titulares de cargos políticos devem ser obrigados a mostrar as suas declarações fiscais, atualizadas todos os anos, e, no máximo, que esse fim do sigilo fiscal seja estendido a todos os contribuintes, sejam ou não políticos.”

“No mínimo os titulares de cargos políticos devem ser obrigados a mostrar as suas declarações fiscais, atualizadas todos os anos, e, no máximo, que esse fim do sigilo fiscal seja estendido a todos os contribuintes, sejam ou não políticos.”
Álvaro Beleza

Concordo com esta proposta – aparentemente muito radical – de Álvaro Beleza e gostaria de a ver inscrita no futuro programa de governo do PS. A aparente radicalidade da proposta é-o apenas dessa forma: uma aparência. Esta é, já hoje, a situação existentes nos países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca) expressando assim o desenvolvimento destas democracias, a sua maturidade e amplitude e solidez de uma cultura cívica que continua a ser reduzida nos países do sul da Europa.

A Transparência Fiscal permitiria – numa primeira fase, aplicada apenas a titulares de cargos eletivos, permitiria um maior e mais eficaz combate à fraude e corrupção, dando paralelamente um incentivo à atenuação das disparidades de rendimentos entre cidadãos. O exemplo dos países mais desenvolvidos e a necessidades de encontrar novas formas de responsabilizar os poderosos perante os mais pobres assim como a de reforçar as formas de combate à corrupção, fazem que seja, também, defensor da Transparência Fiscal absoluta.

Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista, Partido Socialista | Deixe um comentário

Citações do debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)

“Só podemos exigir mudanças internas se todos lutarmos para que o PS ganhe as eleições com maioria absoluta”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Os partidos não são fins em si mesmo, como os clubes de futebol. São instrumentos de intervenção na sociedade e devem ser corrigidos quando não conseguem intervir na sociedade.”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“O Secretário-Geral tem o dever de assegurar a unidade do Partido, não podendo ser prisioneiro de capelinhas ou interesses”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Os escalões intermédios no partido tendem a eternizar-se” (sobre a limitação de mandatos)
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“O Álvaro Beleza é um homem que não se ajoelha”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Não devemos ter medo de opor as nossas ideias às ideias do outros. Temos o direito de fazer ouvir a nossa voz. (…) A voz não pode pertencer apenas aos “iluminados””
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Entre eleitos e eleitores foi criada uma barreira que criará uma crise na democracia tal como a conhecemos e como ela decorre da revolução de 25 de abril”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“A comunidade não se sente representada por aqueles que tomam decisões em seu nome”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“As Primárias não são a bala de prata que vai resolver todas as crises. Mas são um dos instrumentos do partido para se relacionar com a cidadania permitindo que as pessoas tomem parte das decisões”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Como partido temos que reflectir que se o PS quer ser uma casa onde um conjunto de progressistas se encontram não temos grande alternativa senão olhar para as primárias como meio de o Partido chegar aos cidadãos”
Manuel dos Santos no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Não estamos em situação de subtrair. Todos somos poucos para regenerar Portugal”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Portugal tem que se levantar: está de joelhos perante a Alemanha e isto foi o pior que esteve governo fez”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“A República é de todos, não é só para alguns. Todos querem decidir e isto tem muito a ver com eleições primárias”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Não é admissível que os portugueses tenham que escolher nas Legislativas as pessoas que os comités partidárias escolhem para deputados” (falando sobre Primárias)
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Se as democracias mais consolidadas têm circulos uninominais, porque não os temos nós em Portugal? Talvez porque nos tempos que se seguiram ao 25 de abril se pensou q o povo não estava preparado para se auto-governar”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Quem nos governa é uma elite que quer continuar a escolher os deputados e os governos” (sobre Primárias as listas distritais de deputados)
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Isto de ter académicos a governar está errada. Devem ser os políticos a governar”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Quem quer ser ministro deveria ser antes deputado”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Para se ter a maioria absoluta tem que se ser audaz e lider na reforma do sistema politico. Se se introduzirem primárias e se nelas votarem centenas de milhar de pessoas para as listas de deputados e para as presidencias imaginem a  imagem de progresso que isso representará?”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Na politica, a credibilidade assenta no exemplo”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“A proposta de levar ao Parlamento o novo governador do Bando de Portugal é uma boa proposta. Mas o presidente do Tribunal de Contas, o PGR e os presidentes das entidades reguladoras também devem ser escrutinados pelo Parlamento antes de assumirem essas funções. O mesmo deve ocorrer também com todos os novos membros do governo”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“Não é concebivel que se seja deputado de manhã e funcionário de um escritório de advocacia à tarde”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“No mínimo, em Portugal, deviam ser públicas todas as declarações de rendimentos dos políticos eleitos”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
“O PS para ganhar as eleições tem que estar unido dentro da sua diversidade e tolerância”
Alvaro Beleza no debate “Democracia de Proximidade” (Matosinhos)
Categories: Partido Socialista | Deixe um comentário

Citações de Álvaro Beleza (RTP)

“O Partido Socialista tem uma tradição plural em que não podemos sempre concordar com os líderes do partido. Eu próprio já discordei muitas vezes. Se de cada vez que discordasse, tivesse que sair do partido, já tinha saído algumas vinte vezes.”
Alvaro Beleza
“Temos que redimir as nossas diferenças, porque isso é saudável. É saudável que haja diferenças.”
Alvaro Beleza
“A crítica interna é possível e é saudável. A crítica deve-mo-la fazer nos órgãos do partido. Eu, quando tenho alguma diferença de opinião com o António Costa, digo-a nos órgãos.”
(obviamente, isto aplica-se a quem pertence aos órgãos… e quem não pertence, pergunto eu?…)
(talvez faltem esses canais, no interior do PS, para militantes e simpatizantes. Como aliás defende a COTS e o PS 3.0)
Alvaro Beleza
“eu sou completamente contra o Bloco Central (coligação PS-PSD), porque para mim, “Bloco Central” é “Bloco Central dos Interesses”
Alvaro Beleza
“A falta de confiança das pessoas na política vem de os políticos muitas vezes mentirem para ganhar eleições”
Alvaro Beleza
“Há que fazer mais para que todos sejam envolvidos (no Partido Socialista), a todos os níveis do Partido”
Alvaro Beleza
“Se não houver maioria absoluta, o Partido Socialista deveria dizer aos eleitores muito claramente: “connosco, não haverá Bloco Central (PS-PSD)”
Alvaro Beleza
“O Bloco Central (PS-PSD) é o Pântano”
Alvaro Beleza
“Na Europa há governos de coligação, temos que nos deixar de complexos e admitir essa possibilidade”
Alvaro Beleza
“Governarem os dois partidos de governo é mau para a República: permitirá que as franjas, os extremismos à Esquerda e à Direita – que estão a crescer na Europa – cresçam.”
Alvaro Beleza
“O PS tem que ser uma terceira via entre uma direita germânica e austera e uma esquerda utópica à grega”
Alvaro Beleza
“Na vida só se consegue alguma coisa com ambição e ousadia”
Alvaro Beleza
“Quando se for para o Governo, não é para fazer tábua rasa e desfazer tudo o que foi feito, só porque somos nós. Esse também é outro problema que nós temos em Portugal”
Alvaro Beleza
Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista, Partido Socialista | Deixe um comentário

Na evolução politico-partidária na Grécia há um facto ao qual não tem sido dada a devida relevância: em apenas cinco o conjunto Nova Democracia-PASOK (centro-direita e centro-esquerda) passou de dois terços do eleitorado para menos de um terço.

Na evolução politico-partidária na Grécia há um facto ao qual não tem sido dada a devida relevância: em apenas cinco o conjunto Nova Democracia-PASOK (centro-direita e centro-esquerda) passou de dois terços do eleitorado para menos de um terço.
Ou seja, metade do eleitorado do centro rotativista evaporou-se.
E não se sublimou para a abstenção.
Sublimou-se para uma alternativa de Governo à Esquerda.
A situação parecia impossível ainda há menos de 6 anos, mas agora está aí, para quem a quiser ver…
E a quebra da alternância advém do reconhecimento popular do esgotamento desse modelo e do preço pago pelo servilismo bacoco aos ditames do norte da Europa.
Aliás, a reacção popular contra o rotativismo helénico é uma reacção contra a Comissão Europeia, o BCE e o FMI, que governavam em Atenas usando o governo de bloco central como “proxy”.
Daqui devem tirar-se duas lições:
1. coligações de Bloco Central em períodos de soberania limitada são fatais para os coligados e insuflam os extremos no voto de protesto contra essa limitação (nunca referendada…) de soberania.
2. Este é o tempo do “tempo rápido”… Realidades tidas como estáticas e asseguradas durante décadas são hoje obsoletas e a imprevisibilidade dos resultados eleitorais é maior do que nunca, já não tendo o fenómeno da fidelização do voto o mesmo tempo que tinha há apenas cinco anos.

Os tempos mudaram.
Os gregos já perceberam.
Os portugueses vão percebendo…
Mas aqueles que no PS defendem coligações à direita, ainda não.

Categories: Partido Socialista, Política Nacional | Deixe um comentário

“As pessoas estão fartas da classe politica”,

“As pessoas estão fartas da classe politica”, disse, citada pela Reuters, Antónia Fernandez, uma pensionista madrilena de 69 anos, que se assumiu como antiga votante do PSOE. “Queremos mudar as coisas a partir da base. Espero que o Podemos mude o sistema”, disse Juan Francisco Pacheco, de 47 anos”.
A www.COTS-ps.org assenta nas bases de militantes e simpatizantes socialistas com um partido centripedo, profundamente dirigista, com um predomínio excessivo do papel do líder e onde o aparelho distrital sequestrou um poder excessivo e quase asfixiante que menoriza a relevância das bases.
A COTS acredita que é possível Mudar e Mudar a partir de um grande partido, com vocação e prática de poder, como o PS.
Essa é a nossa convicção.
Essa é a nossa luta.

Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

“A passagem por uma câmara é uma das experiências que as pessoas que chegam a um Governo deviam ter”

“A passagem por uma câmara é uma das experiências que as pessoas que chegam a um Governo deviam ter. A proximidade que temos com as pessoas e com a realidade é completamente diferente”
Graça Fonseca, vereadora CML

E a Proximidade é precisamente o ponto fulcral do aumento da qualidade da relação entre eleitos e eleitores que importa imprimir na Democracia para a resgatar das mãos dos Interesses que dela se apossaram.
Mas a Proximidade não chega: não basta que os políticos andem nas ruas e falem com os cidadãos, que os escutem e cumprimentem. Mais que Proximidade, precisa-se de Proximidade Eficaz, que desses contactos surjam decisões politicas consistentes e fundamentadas na vontade destes cidadãos e não baseadas apenas nos interesses dos Aparelhos ou de entidades supranacionais não-democráticas. Aproximar é uma via para a Democracia Participativa não um fim em si mesmo.

Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Começa a ganhar algum peso a possibilidade de Maria de Belém como candidata presidencial

Começa a ganhar algum peso a possibilidade de Maria de Belém como candidata presidencial da área de centro-esquerda (socialista) às eleições do ano que vem.
O nome foi lançado pela primeira vez pela eurodeputada Ana Gomes, numa reunião da Comissão Politica do PS e conta já com o apoio do Departamento das Mulheres Socialistas.
Maria de Belém reúne em si várias características que a tornariam uma boa candidata e uma melhor presidente: em primeiro lugar seria a primeira mulher no cargo e só isso daria um refrescamento a um cargo que perdeu muita da sua dignidade e credibilidade sob Cavaco Silva.
Maria de Belém também conseguirá recolher uma boa rede de apoios, muito além da restrita área do Partido Socialista e manteve um registo neutral e equilibrado na disputa das Primárias, demonstrando capacidades de arbitrar conflitos gerir situações de crise, que poucos teriam.

Escolha que candidato prefere em http://poll.fm/55abw

Categories: Partido Socialista, Política Internacional, Portugal | 1 Comentário

sabem porque teve o PASOK menos de 5%?

Porque – entre outras (boas) razões – esteve coligado com a Nova Democracia (centro-direita) num governo tão desumano que para agradar à desumana Germânia e à sádica Comissão Barroso, deixou de prestar cuidados de saúde a quem estivesse desempregado mais de três meses.
Lições a aprender e a reter quando se pensar em fazer uma coligação PS-PSD depois de outubro.

Categories: Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

A expressiva participação dos cidadãos nas eleições Primárias do Partido Socialista do passado dia 28 de setembro veio revelar uma sociedade ávida de novas formas de participação política

A expressiva participação dos cidadãos nas eleições Primárias do Partido Socialista do passado dia 28 de setembro veio revelar uma sociedade ávida de novas formas de participação política e nas tomadas de decisão que, até agora, tinham estado restritas a um reduzido número de “iluminados” e “especialistas” profissionais ou semi-profissionais.

O sucesso representa um primeiro passo que agora tem que ser continuado, em nome da consistência e, até, do respeito pelos cidadãos que participaram massivamente neste importante exercício de Democracia Participativa. Desde logo sendo emulado noutros grandes partidos, com vocação de poder, havendo neste sentido já indicações favoráveis em declarações recentes de Paulo Rangel e, mais antigas, do próprio Passos Coelho. A necessidade tática de estabilizar o partido e a (enorme) ambição de Rui Rio irão travar esse processo, mas ele é incontornável, tamanho foi o sucesso das Primárias no PS (150 mil simpatizantes e 90 mil militantes inscritos) e tamanha é a disponibilidade dos cidadãos para tomarem uma parte mais ativa nos processos internos de decisão dos partidos.

Depois das, Directas (para escolha do líder partidário) e das Primárias semi-abertas (só a Simpatizantes) importa prosseguir nesta caminha participativa e aprofundar estes sistemas de abertura dos partidos à sociedade civil: Primárias Abertas, listas abertas com voto preferencial é mecanismos de revogação de mandatos.

Apesar de todos os seus enormes méritos, as Primárias de 2014, tiveram duas grandes lacunas: por um lado, os Simpatizantes registados neste processo não puderam transitar diretamente para o registo nacional de simpatizantes do Partido Socialista, devido a uma imposição de vistas curtas do regulamento eleitoral. Por outro lado, o processo de registo obrigou a que os Simpatizantes fossem não apenas cidadãos que concordam com uma “carta de princípios” especificamente elaborada para o efeito, mais generalista e menos orientada para a Declaração de Princípios do Partido. De facto, para ser realmente aberto, as Primárias poderiam (deveriam) ter sido abertas a todos os que não sendo militantes noutro partido estivessem interessados em participar nesse acto de cidadania que são umas eleições Primárias. Desta forma, alargar-se-ía o âmbito eleitoral, a amplitude de cidadãos que tomariam parte neste processo interno de Democracia Participativa e abrir-se-ía, também, o partido à Sociedade Civil. Duas alterações, portanto, a ponderar em futuros actos eleitorais semelhantes…

Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Abertura Governativa à Esquerda

O começo do afluxo dia fundos europeus do novo quadro de fundos comunitários (a partir da Primavera de 2015), a necessidade de se gastarem os 5,5 mil milhões que restam do atual quadro e o eleitoralismo que já se começa a sentir nas hostes do Governo colocam dificuldades na substituição deste governo que tanto tem prejudicado Portugal e os portugueses, na sua servil lógica de servilismo bacoco à ditadura dos Mercados e a este austero-merkelismo que nos rege. Perante tais circunstâncias é imperativo que o próximo governo seja, não somente de maioria (para ser estável) mas que quebre também com essa estranha e perniciosa tradição de nunca, em Portugal, terem existido condições para um verdadeiro governo de coligação à esquerda.  Como em tudo na vida, a responsabilidade por esta estranha (e única, no quadro europeu) anomalia política compete não a um, mas a todos os partidos de Esquerda. A um Partido Socialista que tem alinhado frequentemente mais à direita que a maioria dos seus compartes europeus, mas sobretudo ao PCP e ao BE, que têm expressamente reiterado várias vezes (e recentemente até o candidato alternativo à direção do Bloco, Pedro Filipe Soares o confirmou) essa indisponibilidade para governarem, assumirem essas responsabilidades políticas de governação e estabelecerem pontes políticas estáveis e produtivas com o PS com o objetivo de formarem essa alternativa estável e confiável de um governo de Esquerda. Ambos os partidos parecem ter-se viciado num discurso e prática de protesto profissional que pode capitalizar votos durante algum tempo, mas que a prazo, e porque se trata de uma táctica estéril é suicida. Estes efeitos aliás são já visíveis na estagnação dos votos do PCP e na severa erosão e transferência de votos do Bloco para a abstenção, e, sobretudo para o Livre e para Marinho e Pinto.

Mas este cenário política está a mudar muito rapidamente. O quadro político-partidário português, o mais estável do continente (mais uma anomalia nacional no mapa europeu…) está a evoluir mais rapidamente do que alguém se atreveu a esperar, e atualmente existe uma hipótese muito palpável de que o Livre eleja pelo menos dois deputados e que o PAN (se ultrapassar a sua crise atual) eleja pelo menos um. Estes três deputados, mais os dois ou três deputados que o partido de Marinho e Pinto pode almejar a conquistar vão alterar as opções de coligações à esquerda e permitir ao Partido Socialista quebrar o tabu de nunca ter sido possível firmar uma coligação de governo à Esquerda.

Nesta abertura de pontes, o Livre está a fazer a sua parte convidando António Costa a intervir no seu congresso, ao lado de Ana Dragão, da Associação Forum manifesto e de Paulo Fidalgo, da Renovação Comunista. O vencedor das Primárias de 28 de setembro, aceitou o convite, cumprindo assim o seu papel que confirmação de interesse no estabelecimento dessas pontes. Uma decisão sábia e acertada que pode ser decisiva para um futuro governo de Esquerda em Portugal.

São bons sinais na direcção certa. Que nenhum agente deixe agora estragar está margem de aproximação que, por iniciativa do Livre, se abre assim à Esquerda e à República Portuguesa.

Categories: Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Primárias

“As Primárias do PS deram uma nova esperança a um sistema envelhecido e cianótico. A partir do momento em que o PS conseguiu 250 mil inscritos e 175 mil votantes, o objetivo principal foi atingido: mobilizar um elevado número de simpatizantes para uma eleição partidária. Muitos dirão: não foi assim tanta gente. Eu digo:  só podem estar a gozar”.
(…)
“se houve um milhão de pessoas a votar no PS nas últimas Europeias, como é que um quarto desse número para umas Primárias pode ser desvalorizado? Não pode. E o efeito deste feito é imediato: a moralização automática do sistema, na medida em que pagar as quotas a militantes falecidos ou que se acumulam às dúzias num T1 da Reboleira passou a ser mau negócio.  Há quem lacrimeje: terrível processo, que desvaloriza ainda mais os partidos e fulanizada a política. Mas eu gostaria de saber em que altura da História, portuguesa ou mundial, os partidos políticos foram mais valorizados do que as pessoas que os dirigiam. A política é, sempre foi é sempre será uma atividade fulanizada.”
João Miguel Tavares no Público
Não esquecer: Foi Álvaro Beleza quem, em 1992, propôs em Congresso, pela primeira vez a realização deste tipo de eleições.

 

Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Três causas para a Lei de Ferro dos Partidos e três razoes pelas quais está lei não é hoje inevitável

Segundo a “Lei de Ferro” dos partidos, de Robert Michaels (investigador alemão do início do século XX), a formação inevitável (na sua leitura) de uma oligarquia no topo das direções partidárias deve-se ao cruzamento de três ordens de factores (citadas por Miguel Coelho, em “os partidos políticos e o recrutamento do pessoal dirigente em Portugal”):
“1. Causas técnico-administrativas: a indispensabilidade da organização das democracias; a inviabilidade das democracias directas; o partido político moderno, enquanto organização de combate, pelo que, organizado tendencialmente, numa perspectiva de centralização e de forte disciplina interna.
2. Causas psicológicas: o direito tradicional do chefe ao cargo; a necessidade de chefia sentida pelas massas e o culto da personalidade; a gratidão e veneração das massas para com os seus dirigentes; caraterísticas acessórias dos dirigentes, tais como capacidade oratória, figura física, energia, fama e idade.
3. Causas intelectuais: a condição de dirigente profissional como fator que permite a aquisição de uma superioridade ou vantagem técnica e formal, porque os dirigentes profissionais dedicam todo o tempo à especialização e aquisição de informação, a par do estabelecimento de um corpo de funcionários pagos para executarem as tarefas ordinárias da organização.”

É contudo, os tempos mudaram. A “lei de ferro” continua a existir, enquanto um impulso natural deste tipo de organizações políticas, mas a sofisticação tecnológica dos tempos modernos criou ferramentas que permitem combater, anular e ultrapassar cada um destes três factores.

Causas técnico-administrativas:
A dita “indispensabilidade da organização” não tem que levar necessariamente à cristalização e acomodação permanente das classes dirigentes. Mecanismos como a limitação de mandatos (que já existe), o foco no voluntariado de militantes (que importa estimular aumentando o seu grau de influência na direcção estratégia do partido) e a utilização das novas tecnologias para a gestão interna da organização podem simplificar e agilizar a organização, tornando mais flexível, menos pesada e burocrática. O argumento da “inviabilidade das democracias diretas” também é anacrónico. O facto de estarmos hoje perante a população mais qualificada de sempre e com mais fácil acesso à informação e de muitos organismos públicos publicarem abertamente os seus dados e de este contexto ocorrer num momento em que as tecnologias de informação e a Internet simplificam e agilizar os processos de comunicação e participação leva a que seja hoje fácil implementar formas de democracia directa ou Semi-Directa num partido político: nunca foi tão fácil como hoje lançar um referendo eletrónico interno aos militantes, nem uma sondagem, nem requerer por forma eletrónica e segura uma petição online para revogar um mandato ou orientação política. A “disciplina interna” é também hoje uma forma de participação política por anacrónica: não se pode esperar que hoje os militantes sejam tão passivos, dóceis ou seguidores como o foram nos tempos passados. Aliás, foram precisamente esse tipo de comportamentos que levaram a que hoje, os partidos estivessem esvaziados de militantes.  Não vivemos um tempo de seguidores, mas um tempo em que os cidadãos são críticos, atentos e bem informados. A disciplina partidária não pode ser a mesma que os partidos exigiram no passado e os regulamentos e estatutos partidários devem ser revistas em conformidade com esta realidade, removendo a maior parte das motivações para suspensão ou expulsão e permitindo, por exemplo, que um militante na situação de desemprego prolongado possa ser isentado do pagamento de quotas, sem perder nenhum dos seus direitos políticos.

Causas Psicológicas:
O culto da personalidade e o papel dos media nesta construção continua a ser um elemento importante da afirmação de uma liderança partidária. Mas este processo está hoje, pela primeira vez desde a aparição dos partidos políticos, em causa: os media já não têm a mesma influência junto dos cidadãos. A televisão, que ainda há alguns anos era capaz de “vender um candidato presidencial”, está hoje ameaçada pelas redes sociais e pelos blogs numa disputa permanente pela atenção e tempo, havendo já muitos cidadãos que passam mais tempo na Internet que a ver televisão e que, nos inquéritos, admitem que são as redes sociais a sua principal fonte de informação, não a televisão. De facto, as fontes de informação são hoje mas descentralizadas do que nunca e o controlo dos seus fluxos é hoje muito difícil. Estes fatores dificultam a construção mediática de um “líder” e a grande velocidade e voracidade com que hoje se cria uma notícia e se passa à frente para a seguinte criam ainda mais dificuldades a estes processos mediáticos de “construção de líderes”. De facto, hoje vivemos numa época em que a falibilidade, a humanidade de um líder e a sua capacidade para se deixar influenciar pelos seus seguidores é mais valorizada do que nunca. A rapidez dos tempos modernos leva também as lideranças tenham a ser mais transitórias do que nunca sendo este factor mais um elemento que impede a “lei de ferro da oligarquias partidárias” seja de aplicação tão automática como era nos começos do século XX.

Causas intelectuais:
Sem dúvida que a realidade actual é mais complexa do que nunca e que o nível de preparação e conhecimentos técnicos que hoje se exigem a um dirigente partidário é mais intenso do que alguma o foi, antes, no passado. De facto, este nível de preparação é tão alto que ninguém pode estar, humanamente, à altura dessa exigência. O erro é assim inevitável, induzido pelo mito anacrónico do “líder omnisciente” que vem do século passado e que tudo sabe e que tudo decide sozinho, sem o concurso de mais ninguém. Novamente, esta imagem não é actual. Os partidos têm hoje ao seu dispor uma imensa massa de cidadãos bem preparados em diversas áreas técnicas e dispostos a colaborar com a liderança na construção de um programa partidário (o “Novo Rumo” do Partido Socialista foi um exemplo deste tipo de “programas colaborativos” de nova geração). Importa dar importância e eficácia prática às secções temáticas e sectoriais e criar mecanismos eletrónicos de retorno e feedback entre a direcção e estas organizações partidárias, permanentes e fluidas em ambas as direções que permitam colocá-las a trabalhar no programa e a produzirem informação e respostas informadas para a direcção dos partidos, criando no processo autênticos “gabinetes de estudo” voluntários que possam assistir e orientar as lideranças partidárias.

Através destas três reações à “Lei de Ferro”, será possível transformar a Partidocracia que nos rege numa Democracia menos Representativa e mais Participativa, uma autêntica Democracia 2.0 que os cidadãos reclamam e exigem de forma cada vez mais eloquente, eleição após eleição, através de taxas elevadas, e crescentes, de abstenção e desinteresse nas campanhas eleitorais.
Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista, Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Marinho e Pinto não é uma ameaça

Nas últimas Eleições europeias Marinho Pinto foi o catalisador da insatisfação de muitos portugueses com os partidos políticos e cativou assim (de forma transitória e talvez não sustentada) muitos votos roubando ao PS uma vitória mais dilatada, desviando ainda mais votos ao PSD e até 2 deputados ao Bloco de Esquerda. Recentemente, António Costa haveria até de “validar” uma eventual sua candidatura às próximas Legislativas mostrando-se disponível o uma política de alianças que o viesse eventualmente a incluir. Seguro, a este respeito e talvez de forma mais prudente, nada disse…

Sejamos claros: Marinho Pinto é hoje um fenómeno de popularidade política que não pode ser descartado nem desconsiderado. Representa uma vontade de mudança do sistema e dos partidos do sistema (PS, PSD, PP) a que os partidos do “eterno protesto” não souberam responder. Em vez de o encaixarmos numa categoria estanque de “populismo”, devemos, refletir qual foi a motivação do sucesso e encontrar essa resposta na forma anacronismo a e obsoleta com o partidos (e, no particular o PS) ainda conduzem a sua governança interna: fechadas, pouco aberta à sociedade civil e aos movimentos sociais (apesar de alguns bons passos nesse sentido com o LIPP) e onde os militantes ainda valem demasiado pouco se comparados com os poder das direcções das seções locais e das direcções nacionais.

Marinho Pinto não é uma ameaça à democracia, é uma lição. Aprendamos o que representa a sua atual popularidade, a muito provável conquista de um grupo parlamentar com 2 a 4 elementos e preparemos uma reação adequada e em consonância com a realidade, respeitando sempre a vontade e escolha dos seus eleitores, não fechando pontes nem rejeitando nada. Se Marinho Pinto conseguir mesmo eleger esse grupo parlamentar não o faz por ser um líder “populista” (termo muito abusado), mas porque foi eleito em eleições livres e justas e logo, os seus resultados deverão merecer a devida análise e reacção, adequada e racional e não fruto do despeito ou de uma suspeição absoluta.

Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Os partidos estão em declínio

Apesar do aumento notável no número de militantes inscritos, é preciso não conhecer um grande partido, por dentro, para não saber que todos, sem excepção têm hoje graves problemas de militância e de participação das suas bases.Os partidos estão em declínio. Urge dinamizar e tornar a colocar no centro dos processos decisórios, os militantes e urge, também trazer para dentro dos partidos todos os cidadãos que já estão cívicamente ativos em associações e movimentos sociais. Urge criar formas de participação cívica a e política inovadoras e eficazes que façam com que os cidadãos tornem a acreditar na política e nas Instituições democráticas. Urge reformar a nossa democracia tornando-a mais participada e participativa e menos fechada e representativa.

António José Seguro deu passos nesta direcção (Primárias, Voto Preferencial, Referendos Internos, Listas Abertas de Deputados, etc). O bom caminho é para continuar e aprofundar, não para arrepiar. De notar, que neste campo (Democracia Participativa) não há nenhuma proposta do lado do candidato António Costa.
Categories: Democracia Participativa, Partido Socialista, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Ainda há muita gente nos “partidos de poder” (PS incluído) que ainda não percebeu que é preciso ruptura

Ainda há muita gente nos “partidos de poder” (PS incluído) que ainda não percebeu que é preciso ruptura. Ruptura que rompa com o situacionismo, com todo o tipo de seguidismo acéfalo que nos levou ao exacto ponto onde estamos.

É preciso romper. Romper com o passado que nos levou a uma europa que nos esmaga e que há que enfrentar com coragem e força e ruptura para com  um sector financeiro que nos governa, efectivamente e com multinacionais que brevemente (com o tratado TTIP) vão passar a mandar mais que qualquer governo eleito.
Aceitem-se os Erros do passado (todos os partidos de poder são, sem excepção, co-responsáveis pela bancarrota em que vivemos), Incorporem-se os mesmos e façamos diferente.
Acredito que tal é possível. Como dizia alguém, no Congresso da FAUL: “há novos partidos a serem formados. Saiam, e sigam para lá”. A frase pode colar em quem se sentir identificado com a mesma e não estiver disposto a mudar nada, para que tudo fique na mesma.
Categories: Partido Socialista, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

Site no WordPress.com.

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

Moradores do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Moradores do Areeiro

AMAA

Associação de Moradores e Amigos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Parece piada... fatos incríveis, estórias bizarras e outros micos

Tem cada coisa neste mundo... e todo dia surge uma nova!

O Vigia

O blog retrata os meus pensamentos do dia a dia e as minhas paixões, o FLOSS, a política especialmente a dos EUA, casos mal explicados, a fotografia e a cultura Japonesa e leitura, muita leitura sobre tudo um pouco, mas a maior paixão é mesmo divulgação científica, textos antigos e os tais casos ;)