OVNIs

Será que o “disco voador” do Báltico afinal de contas é apenas…

A anomalia do Báltico (http://truthfall.com)

A anomalia do Báltico (http://truthfall.com)

Uma das descobertas mais entusiasmantes do ano passado foi, sem dúvida, a descoberta daquilo que parecia ser um “disco voador” no fundo do Mar Báltico… a empresa que tinha localizado a “anomalia”, a sueca Ocean X parecia convicta da natureza alienígena do objeto e multiplicou as declarações mais ou menos crípticas sobre a sua natureza, contribuindo para um mistério que se foi avolumando.

Peter Lindberg, da Ocean X, afirmou que o objeto “tinha uma estranha formação em forma de escada” e que “se foi construido, tem que o ter sido dezenas de milhar de anos antes da Idade do Gelo”, ou seja, há mais de vinte mil anos atrás. O sueco chegou mesmo a dizer “se isto for Atlantis, então isso seria mesmo espetacular”. Mas o seu registo nem sempre anda em linhas tão esotéricas, admitindo que pode ser uma formação natural, um meteorito ou um vulcão submarino.

O local exato onde se encontra o objeto é conhecido apenas pela Ocean X que está agora a trabalhar num documentário televisivo sobre o achado, pelo que brevemente poderemos conhecer mais alguns detalhes sobre o “disco”. Mas já se sabe que afinal de contas existe uma grande possibilidade que se trate mesmo de uma formação natural: Volker Brüchert, professor de Geologia da Universidade de Estocolmo recebeu algum do material recolhido do local pela Ocean X e constatou que se tratava de algumas rochas vulcânicas, com algumas dezenas de milhar de anos e uma maioria de rochas sedimentares. Em suma, precisamente aquilo que seria de esperar encontrar no fundo do Báltico. As rochas vulcânicas, especula o geólogo, poderão estar aqui apenas pela ação dos glaciares que na Idade do Gelo esculpiram as feições geográficas que hoje apresenta o Mar Báltico.

Fonte:
http://www.lifeslittlemysteries.com/2839-baltic-sea-object-glacial-deposit.html

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O fenómeno OVNI do bosque de Rendlesham de 26 de dezembro de 1980

O OVNI de Rendlesham (http://www.rense.com)

O OVNI de Rendlesham (http://www.rense.com)

O bosque de Rendlesham está situado a leste de Ipswich, em Inglaterra. Diz-se que na década de 80, o farol e alguns edifícios em seu redor eram usados pela NSA norte-americana, em “pesquisa de equipamentos radar”, segundo a tese oficial. Foi nesta época, mais especificamente a 26 de dezembro de 1980 que a família Webb, observou uma grande luz branca sobre as árvores. O objeto parecia voar sobre as duas bases da NATO de Woodbridge e Betwaters. Não muito longe, Dave Roberts e a sua namorada viram o céu completamente iluminado e observaram algo a cair a menos de um quilometro do local onde se encontravam. Minutos depois, viram passar um jipe do Exército que seguia a alta velocidade para esse local. No limite do bosque, Gordon Levett estava no jardim com o seu cão e observou no céu um objeto em forma de flecha invertida e que emitia um brilho branco-esverdeado. O objeto imobilizou-se sobre eles durante algum segundos e partiu na direção da base aérea de Woodbridge. Curiosamente, o cão de Levett morreria dois dias depois com sinais de envenenamento, segundo o seu veterinário.

No mesmo dia, os militares norte-americanos John Burroughs e Budd Parker estavam a guardar o portão leste de Woodbridge e viram um objeto luminoso descendo sobre o bosque. Eram então duas da manhã quando alertaram a segurança da base. Foi então que o jipe com os militares Jim Penniston e Herman Kavanasac saiu da base para ser visto pouco depois por Dave Roberts e a sua namorada. Estes dois militares chegaram ao local onde o objeto tinha tocado o solo. Os militares não conseguiram comunicar com a base porque a estática era muito intensa, como se um grande campo magnético se tivesse instalado no local, ao aproximarem-se os cabelos dos militares ficaram eretos e sentiram um forte formigueiro na pele.

O objeto tinha uma forma cónica, o tamanho de um carro pequeno e parecia flutuar a cerca de trinta centímetros do chão. Rodeava-o uma aura luminosa e expunha alguns pontos negros laterais, como se fossem marcas. Os militares tentaram aproximar-se, mas descobriram que não eram capazes de o fazer, ainda que não o soubessem explicar. De súbito, o objeto emitiu uma forte luz e começou a ascender.

As teses de um avião acidentado, de um meteorito, um carro da polícia, ou até de um farol (!) foi aventada, mas sem conseguir explicar aquilo que foi relatado pelas testemunhas. Com efeito, o avistamento OVNI de Rendlesham é uma das observações mais bem documentadas e credíveis e segue hoje escapando a uma explicação de um quadro mais convencional

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O OVNI (?) no fundo do Mar Báltico

Tem havido muita celeuma sobre a descoberta de um objeto em forma de disco no leito do Mar Báltico. O mistério começa agora a ser aclarado com a chegada ao local de uma expedição sueca da empresa OceanX que realizou já vários mergulhos no local. A empresa confirmou a existência do objeto e do rasto no leito marinho, como se tivesse deslizado no fundo do mar até parar no ponto onde se encontra hoje. Os céticos julgavam tratar-se de uma simples formação rochosa, mas os mergulhos confirmaram a presença de um objeto com cerca de sessenta metros de diâmetro e a cerca de oitenta metros de profundidade.

A OceanX encontrou formações no topo do objeto, num ângulo de noventa graus e que parecem passagens ou muros, assim como algo que aparenta ser uma escadaria. Foi também encontrado uma cavidade com cerca de 25 cm de diâmetro.

Até ao momento, o maior obstáculo tem sido a temperatura abaixo de zero das aguas do Mar Báltico, que tem impossibilitado a descida de mergulhadores e que tem forçado ao uso exclusivo de robots subaquáticos. A equipa tem também enfrentado problemas técnicos, por exemplo, com câmaras e outros equipamentos eletrónicos. Um telefone satélite também deixou de funcionar, mas quando o navio se afastou duzentos metros do objeto este telefone recomeçou a funcionar, como se nada fosse…

A equipa sueca está convicta de que está perante um objeto muito invulgar, de origem ainda indeterminada não excluindo por enquanto nenhuma possibilidade desde tratar-se de um meteorito, um vulcão ou até uma base de submarinos da Segunda Grande Guerra (fabricada e levada até aquele local) ou mesmo… um disco voador como aqueles que no primeiro grande fenómeno OVNI da História foram avistados precisamente nesta região nos anos que se seguiram ao desfecho da Segunda Grande Guerra (1945-1947) mais de dois mil OVNIs, dos quais 200 com observações no radar num fenómeno então designado como “foguetes fantasmas”.

As observações da equipa sueca mostram um objeto em forma de cogumelo elevando-se cerca de quatro metros da superfície marinha, com lados arredondados e cantos agudos. No topo, mostra uma cavidade em forma de ovo, ao lado de formas circulares compostas por pequenas rochas alinhadas.

O estranho rasto no leito oceânico que conduz ao objeto é formado por escavação e está quase perfeitamente nivelado.

Algumas amostras do objeto circular estão agora a ser analisadas em laboratório e está a desenhar-se um mapa sonar de toda a região onde se encontra o objeto pelo que brevemente teremos mais notícias sobre este estranho achado… a seguir, com muita atenção.

Fontes:
http://www.iheartchaos.com/post/25875536391/mysterious-baltic-sea-object-was-supposed-to-bring
http://www.etupdates.com/2012/06/19/new-first-pictures-from-the-baltic-sea-mystery-video/

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O “OVNI” do Cabo Espichel

Cabo Espichel (http://static.flickr.com)

Cabo Espichel (http://static.flickr.com)

Segundo uma lenda documentada em 1336, o culto da Senhora do Cabo do Cabo Espichel estaria relacionado com a observação por dois anciões que viram uma “estranha luz” que iluminava todo o cabo.

Lugares Inesquecíveis de Portugal
Paulo Loução
Eranos

A “estranha luz” segundo a lenda explicaria o trilho da mula que hoje se sabe ser apenas o testemunho fóssil de uma caminhada de sauropodes e gravada na pedra, mas pode também ser uma recordação da observação de um OVNI por parte da testemunha que terá observado o fenómeno, transpondo-o assim até à atualidade e enquadrando-o no cenário religioso que servia na época para explicar todas as anomalias que se observavam na natureza. Fica a possibilidade…

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O “OVNI” siberiano de Otradnesnky

O "OVNI" siberiano (http://i1.r7.com)

O "OVNI" siberiano (http://i1.r7.com)

Há um mistério novo na Sibéria… um estranho objeto metálico foi descoberto nos arredores de uma pequena cidade siberiana. O objeto é circular e tem o tamanho de um pequeno automóvel. Os habitantes locais dizem que “caiu do Espaço”, mas especialistas da Agência Espacial Russa já estivera,  no local e concluíram que não se tratava de nada relacionado com “tecnologia espacial”.

O objeto pesa cerca de 200 kg, tem uma forma cilíndrica e apresenta numa das  extremidades encontra-se uma campânula prateada. O objeto foi encontrado a presença de março numa floresta nos arredores da cidade de Otradnesnky e rebocado daqui até à cidade. Pouco depois seria confiscado pelo governo russo para “inspeção”, a qual terá aparentemente concluído não se tratar de “tecnologia espacial”.

Mas então, de que se trata?  Será uma parte de um estádio de um foguetão lançador? Mas se sim, porque não foi logo reconhecido como tal pela Roscosmos?  Sendo de titânio bem que pode ser parte de um engenho aeroespacial, mas não pode ser parte de um avião, já que faltavam nos arredores do local onde o objeto foi descoberto componentes presentes em aeronaves,  como asas,  carlinga ou motores. O facto de ser composto de titânio não faz crer que tenha sido abandonado,  pelo elevado preço desse metal.

Não é também provável tratar-se de algo que veio do Espaço, já que não apresenta sinais de reentrada atmosférica e muito menos um “OVNI”…. já que nenhum componente ou material exótico parece estar presente.  Assim, por exclusão de partes a explicação mais provável é de que se trata de uma parte de um lançador, provavelmente do primeiro estádio e que o lançamento foi confidencial: ou seja, um lançamento militar… mas de que tipo de satélite?

Fontes:
http://news.discovery.com/space/ufo-siberia-120323.html#mkcpgn=rssnws1
http://www.space.com/15010-ufo-fragment-siberia-mystery.html

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Alguns comentários aos “Ficheiros OVNI” das décadas de 50 e 60 recentemente revelados

Alguns “ficheiros OVNI” recentemente tornados públicos pela CIA. Ainda que a CIA não seja propriamente vocacionada para estas atividades, o facto é que a agência dedicou durante bastantes anos mais atenção ao fenómeno do que geralmente se crê.

No total, existirão mais de 240 documentos da CIA sobre este tema, ao longo de mais de 50 anos. Nenhum faz referência a ETs ou a discos voadores despenhados e guardados pela agência (infelizmente…). Mencionaremos apenas aqueles que parecem mais interessantes:

Um documento de 1 de julho de 1952 menciona as possibilidades de uma invasão alienígena falsa poderia ter num contexto “ofensivo ou defensivo”. Enviado para o “Psychological Strategy Board” o memorando sugere que alguém na Agência avaliou as vantagens em promover o medo público pelos “discos voadores” algo que pode ter levado a algumas simulações com vista a camuflar outras atividades da Agência.

O “Report of Unusual Flying Object Sightings and Attendant Scientific Activity” de 17 de abril de 1956 refere uma observação registada na Hungria (então um Estado-Satélite soviético). O memorando menciona “atividade OVNI” durante várias semanas “enervando a população” e tendo alguns “grupos científicos” estimado velocidades da ordem dos 12 mil km/h.

Um outro memorando de 27 de outubro de 1958, intitulado “Unexplained Traveling Bright Light Seen in the Sky” que refere uma observação “perto de Leninegrado” de um objeto avistado a partir do comboio e que deixaria atrás de si “um longo rasto de fumo negro”. Segundo o relato “o aparelho seri demasiado brilhante para um avião”.

Um relatório de 16 de dezembro de 1960 menciona um objeto “que parecia um meteoro mas que era extremamente grande e quase como um disco”. O objeto teria uma cor esverdeada.

Um relatório mais recente, datado de 17 de fevereiro de 1967, menciona uma série de fotografias de um OVNI fornecidas pela Força Aérea. O memorando, contudo, não conclui pela veracidade ou não das fotografias…

Em conclusão, o mais interessante é a referência ao uso do fenómeno OVNI para efeitos de manipulação da opinião pública e o interesse com que a CIA seguia os relatos destes fenómenos para além da Cortina de Ferro… como que para validar assim os registos semelhantes ocorridos no Ocidente.

Fonte:
http://dvice.com/archives/2011/09/investigating-t-1.php

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Foi encontrado um Disco Voador no fundo Mar Báltico?

Uma equipa liderada pelo pesquisador sueco Peter Lindberg encontrou no leito oceânico aquilo que parece ser… um disco voador. A equipa de “caçadores de navios afundados” e que tem no currículo vários casos de recuperação de navios antigos e da sua carga, não se trata assim de um qualquer lunático.  Foi no decurso desta atividade, que o sonar da equipa descobriu um objeto circular que – dizem alguns – pode ser um disco voador.

O misterioso objeto estaria a cerca de 90 metros de profundidade e na região de fronteira marítima entre a Finlândia e a Suécia, no Golfo de Bothnia. O objeto terá cerca de vinte metros de diâmetro segundo o investigado “durante 18 anos de vida profissional nunca vi nada assim. A forma é completamente circular.” Lindberg encontrou também uma espécie de perturbação no leito oceânico que parece indicar que o objeto circular se moveu antes de parar no local onde agora se encontra.

A natureza exata deste objeto está por apurar, assim como a origem da “pista” que o acompanha no fundo do mar. Há a possibilidade de se tratar de uma formação geológica natural ou – opção mais apelativa – de se tratar de um objeto fabricado. Pelo Homem ou por alguém que tenha vindo do Espaço Exterior…

O objeto, contudo, não é tão “perfeitamente circular” como Lindberg declara e as linhas que levam até ele e que aparentam ser um rasto de queda, podem ter uma origem diferente.

Em suma, sabe-se que:
1. está a cerca de cem metros de profundidade
2. tem cerca de 20 metros diâmetro
3. tem uma forma (quase) circular
4. tem um rasto no leito oceânico
5. foi encontrado no mar entre a Finlândia e a Suécia

Ora o tamanho, a forma e o local fazem recordar os objetos avistados numa das primeiras “vagas OVNI” da História, a dor “foguetes fantasmas” avistados nesta região nos anos que se seguiram ao fim da Segunda Grande Guerra. Alguns, especulam que seriam o resultado de experiências soviéticas com aparelhos discóides alemães capturados (os V-8 e V-9 de alguns relatos) outros, que seriam engenhos de origem extraterrestre…

Uma investigação mais detalhada é portanto imperativa. Mas tal expedição poderia custar milhões de euros (especialmente se envolvesse uma recuperação) e não está ao alcance de qualquer um…

Fonte:
http://www.mnn.com/earth-matters/space/stories/was-there-a-ufo-discovered-on-the-ocean-floor

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Será que os discos voadores de Roswell eram de facto… armas secretas alemãs utilizadas por soviéticos?

Disco de Roswell (http://i437.photobucket.com)

Representação de Disco de Roswell... (http://i437.photobucket.com)

Todos conhecemos o “Mistério de Roswell”. Eu próprio já o abordei várias vezes, aqui no Quintus: http://movv.org/?s=Roswell e de facto, continua a ser o acontecimento OVNI mais intrigante da História… Ora surgiu a propósito de Roswell uma nova teoria que é – no mínimo – muito interessante e que gostaria de partilhar convosco: Os discos voadores de Roswell seriam… tecnologia nazi, utilizada pelos soviéticos.

Segundo esta teoria, em julho de 1947 os radares norte-americanos teriam localizado dois objetos deslocando-se a alta velocidade através do sul dos EUA. Os dois objetos moviam-se como um avião normal, mas mais rápido e parando no ar, subitamente, recomeçando depois o seu voo. Na época, nenhum aparelho voador era capaz de tal desempenho, pelo que foi ordenado ao experiente piloto Kenny Chandler que descolasse do seu aeródromo da Base Aérea de Kirtland procurando intercetar estes dois objetos. O piloto nunca chegou a observar visualmente os dois veículos voadores, mas pouco tempo depois um dos objetos iria despenhar-se no solo, perto de Roswell, no Novo México. Imediatamente, ao ver este acontecimento nos monitores de radar o “Joint Chiefs of Staff” assumiu o comando das operações de resgate e enviou uma equipa ao local que recuperou a estrutura da aeronave, assim como partes do seu sistema de propulsão e a energia que o propulsava. O veículo não tenha cauda nem asas, era completamente redondo, mas tinha uma cúpula montada no topo. Estes detalhes surgem num memorando militar desclassificado em 1994 e descrevem aquilo a que hoje poderíamos chamar de “disco voador”. Mais intrigante era ainda o facto existir num anel em torno do corpo redondo do disco uma fila muito longa de carateres cirílicos, o alfabeto usado na então União Soviética (hoje Federação Russa).

A conclusão era óbvia: os soviéticos dominavam uma tecnologia aeronáutica muito superior à dos EUA. Pouco depois, o “Joint Chiefs of Staff” recebeu informações sobre um segundo disco voador caído no solo. De urgência, os cientistas alemães Wernher Von Braun e Ernst Steinhoff, recuperados dos destroços da Alemanha nazi e trazidos para os EUA foram chamados e o mesmo aconteceu com outros alemães especializados em medicina aeronáutica.

Começou então a chamada “Operação Harass” dedicada a estudar a tecnologia recolhida nestes dois acidentes, sob a direção de um grupo militar de inteligência, o G-2. Algum tempo depois as conclusões preliminares foram conhecidas: os dois engenhos voadores tinham sido construídos pelo Homem e derivavam diretamente do trabalho de dois geniais engenheiros aeronáuticos alemães: os irmãos Walter e Reimar Horten… os conhecidos construtores de uma série de asas voadoras a propulsão hélice ou a reação.

Não há muitos elementos a reforçar esta teoria… Até certo ponto é plausível: os alemães trabalham de facto em vários projetos de engenhos voadores em forma de disco (como o V-7 e o V-8) e por aqui, no Quintus, já os abordámos com alguma extensão. Não é assim possível que os soviéticos tenham colocado as mãos em alguns protótipos ou planos destes engenhos. Já é mais difícil que os fossem experimentar em território dos EUA, quando tinham um país tão vasto para os experimentar em completa confidencialidade. Não há também qualquer indício de que os irmãos Horten tivessem trabalhado em discos voadores, já que todo o seu trabalho se concentrou efetivamente na concepção e fabricação de asas voadoras. A alusão ao seu nome poderia advir do conhecimento de que os cientistas alemães do projeto Paperclip tinham de forma imprecisa do seu trabalho especulando e dizendo aos seus novos amigos americanos que os estranhos objetos eram fruto do trabalho dos irmãos Horten. Tudo isto pode ser assim apenas um equívoco… mas ficam por explicar os carateres cirílicos (a menos que fossem também eles um erro de reconhecimento) e a própria presença destes engenhos, naturalmente, o maior e grande Mistério de Roswell…

Fonte:
http://gizmodo.com/5807380/were-roswells-aliens-nazi+powered-soviet-spies

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Terá sido descoberta uma “base alienígena” em Marte ou… será um engano da compressão para JPEG?

A partir da sua própria sala, um norte-americano de nome David Martines alegou ter encontrado na superfície do planeta Marte uma estrutura retangular quando “navegava” no Google Mars.

A anomalia marciana consiste num objeto longo, branco, muito pixelizado e estaria situada nas coordenadas 49’19.73″N 29 33’06.53″W. As dimensões da estrutura seriam de 213 metros de comprimento e 75 metros de largura e aparentaria ser construída a partir de uma série de cilindros ligados entre si.

Os peritos que analisaram as imagens concluíram que a fonte seria um erro comum na captação da imagem e provocado pela interferência de raios cósmicos na câmara, um fenómeno que é registado em diversas observações astronómicas fora da proteção da magnetosfera terrestre.

Quando um raio cósmico atravessa o sensor de imagens de uma câmara numa sonda orbital, a sua carga elétrica transfere-se para pixeis na imagem captada eletronicamente. Se esta passagem ocorre numa linha reta, um grupo de pixeis em linha reta é assim afetado e imagens como esta detetada por David Martines aparecem, especialmente se sobre as imagens origens corre software de compressão que as torna em jpegs, como sucede com o Google Mars.

O Google Mars não identifica a origem da imagem, pelo que é impossível aceder à imagem original (antes da compressão para jpeg feita pela Google) e confirmar a leitura da imagem esclarecendo assim um mistério que… se arrisca a ficar em aberto para sempre.

Não é a primeira vez que se julga reconhecer estruturas construídas em Marte, sendo a “cidade” das planícies de Cydonia o melhor exemplo: uma região litoral a um antigo mar marciano que teria além da famosa (e entretanto desmentida) “face marciana”, um conjunto de gigantescas pirâmides e outras construções retangulares. A maior parte dos cientistas acredita que estas “ruínas” são produto de erosão e das forças da natureza. Se esta imagem do Google Mars for algo mais que uma pixelização provocada por raios cósmicos pode ser ainda assim (como as “ruínas” de Cydonia) uma formação natural. Mas a certeza depende da Google e de estar colocar no seu Google Maps a origem exata das fotos (data da captura e o nome da sonda que as tirou). Aguardemos então. Sentados.

Fonte:
http://www.lifeslittlemysteries.com/amateur-astronomer-spot-secret-mars-base-bio-station-1754/

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Sobre o estranho caso do OVNI de Cleveland de março de 2010

No começo de março de 2010 vários habitantes que residem nas imediações do Lago Erie, em Cleveland (EUA) observaram no céu uma estranha luz durante toda uma semana. Durante sete dias, a aparição surgiu perto das 19:30 e evoluiu no firmamento noturno durante cerca de duas horas.

Existem vários filmes deste OVNI, um dos mais importantes eventos OVNI dos últimos anos, sendo impossível que se trate de um meteorito pela sua recorrência e pontualidade ou um engenho militar experimental, pela densa população que reside nesta região: ao fim e ao cabo, Cleveland não é propriamente ao lado da Area 51, no Novo México…

Fonte:
http://theweek.com/article/index/200781/The_Cleveland_UFO_What_on_Earth

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www.uapreporting.org: Um sítio para reportar eventos OVNI

Agora, da próxima vez que vir um Disco Voador… Pode aceder ao sítio do astrónomo amador Philippe Ailleris “The Unidentified Aerospace Phenomena (UAP) Observations Reporting Scheme”. A ideia é fornecer a astrónomos profissionais e amadores um local onde possam reportar qualquer fenómeno astrónomo mais invulgar que observem.

O sitio contêm também indicações para despistar os erros mais comuns, como satélites, balões atmosféricos, foguetões ou o planeta Vénus: http://www.uapreporting.org/. Uma ligação a mantermos nos favoritos dos nossos computadores à espera… Do momento certo.

Fonte:
http://news.discovery.com/space/see-a-ufo-might-want-to-check-here-first.html

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Sobre a espiral luminosa que apareceu nos céus da Noruega a 9 de dezembro de 2009

Em 9 de dezembro de 2009, os habitantes do norte da Noruega foram surpreendidos pela aparição de uma gigantesca espiral luminosa. Estando a tais latitudes, não é raro observarem Auroras Boreais tão espantosas como esta:

Mas o que observaram a 9 de dezembro foi muito mais invulgar. As imagens são tão espantosas que parecem digitalmente manipuladas, mas existem múltiplas fotografias e filmes, captados por várias testemunhas que contradizem essa possibilidade. Algumas testemunhas referiram que o fenómeno começou por aparentar-se a uma Aurora Boreal comum de cor predominantemente verde, com uma espiral rotativa numa extremidade, mas depois, cresceu até se tornar num grande halo luminoso, tocando o solo, numa das suas extremidades. O fenómeno foi observado em praticamente todo o extenso território norueguês e portanto, deve ter ocorrido a elevadas altitudes.

Ainda que a explicação mais sedutora possa ser a aparição de um OVNI a verdade parece residir para as bandas do… urso russo. De facto, é altamente provável que esta estranha espiral tivesse sido provocada por um lançamento de teste de um míssil intercontinental a partir de um submarino russo algures no Ártico. Essa hipótese resulta de um alerta emitido para o sistema de alertas para a navegação marítima que terá emitido um alerta notificando par uma zona onde não poderiam circular aviões, precisamente no Mar Branco, para esse dia 9 de dezembro. A espiral assim observada seria a criada pelo motor de foguete desse míssil, que parece ter ficado fora de controlo e ascendido em espiral. É claro que fica a pergunta…: Se estava fora de controlo, porque é que o comando de terra não emitiu uma ordem remota para a sua autodestruição?

O míssil russo aqui testado terá sido um dos novos “Bulava”, que de facto, não apresenta grande registo nos seus testes… Com falhanços que recuam ao primeiro teste em junho de 2004 a que se seguiram vários outros, sobretudo com o seu terceiro estádio, como terá também acontecido desta feita. No total, de 13 lançamentos, 7 resultaram em falhanços! (havendo quem diga até, que de todos, apenas um foi bem sucedido).

De facto, em 9 de dezembro corresponde à data do último teste de um míssil Bulava a partir de um submarino submerso, precisamente falhando no seu terceiro estádio, quando se encontrava mais alto na atmosfera, quando o terceiro estádio falhou pela quarta vez. A coincidência de datas indica que terá mais este teste falhado a causa do fenómeno observado nos céus da Noruega: o terceiro estádio de um Bulava subindo descontrolado em espiral nas camadas mais altas da atmosfera.

Fontes:
http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/auroras_boreais.html
http://www.spaceweather.com/archive.php?view=1&day=09&month=12&year=2009
http://www.hidrografico.pt/avisos-a-navegacao-navtex.php
http://en.wikipedia.org/wiki/RSM-56_Bulava
http://en.rian.ru/russia/20091210/157186305.html

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Revelações (ou não) made in NASA no “Incidente OVNI de Kecksburg”

Um dos incidentes OVNI mais conhecidos teve lugar na cidade de Kecksburg, na Pensilvânia a 9 de dezembro de 1965. Foi este o dia em que alguns dos residentes desta pequena cidade norte-americana viram uma bola de fogo atravessando os céus noturnos. Os relatos da época descreviam um objeto do tamanho de um janto Jumbo e parecia ter feito uma aterragem controlada num bosque próximo. Falava-se também que militares tinham isolado a região pouco depois e que algo tinha saído dali num camião militar e oculto sob uma lona.

Para procurar esclarecer o que se passou em Kecksburg, a jornalista nova iorquina Leslie Kean encetou um processo judicial para obter do Governo toda a documentação necessária. O processo começou em 2002, com um pedido formal de um “Freedom of Information Act” (FOIA), de forma a obrigar o Governo a entregar toda a informação existente nos arquivos governamentais. O processo haveria de resultar em 2003 num segundo processo contra a NASA, acusada pela jornalista de ter bloqueado a entrega de documentos a propósito deste incidente OVNI. Em outubro de 2007 a NASA acabaria por acordar em entregar centenas de documentos relevantes a este caso, numa busca interna que só terminaria em agosto de 2009.

O documento resultante das fontes da NASA seria intitulado “Conclusão do Processo contra a NASA – Referente ao caso OVNI de Kecksburg de 1965” e detalha todas as peripécias do processo judicial, assim como a conclusão da busca depois do acordo judicial de 2007.

O relatório conclui que muitos ficheiros não foram localizados ou que foram pura e simplesmente destruídos. As conclusões do relatório abordam também o já conhecido “Project Moondust”, uma espécie de agencia governamental que lida com a recuperação de todos os objetos espaciais de origem não norte-americana e vários documentos provam a ligação da NASA à recuperação e exanimação destes objetos.

A jornalista depois de ter estudado a documentação libertada pela NASA concluiu que algo caiu de facto em Kecksburg e continua a acreditar que existe uma considerável probabilidade de se tratar de um objeto de origem extraterrestre. Não exclui contudo, a possibilidade de se tratar de um projeto ultrasecreto dos EUA ou de outra nação, mas não dá a esta tese muita substância, segundo o relatório da NASA sobre a análise o lixo orbital que poderia (ou não) ter caído em Kecksburg. Esta informação é corroborada pelos dados do “U.S. Space Command” e da Agencia Espacial Russa que apontam para que o que caiu em Kecksburg não era nem um satélite soviético. Se não era soviético, só poderia ser “made in usa” ou… Alienígena. Mas se era norte-americano então porque é que essa origem permanece secreta mais de 40 anos depois? Uma pergunta que só reforça a possibilidade extraterrestre. É claro que poderia ser um teste militar ultra-secreto, evolvendo mortos ou motores nucleares (como os NERVA ou Kiwi que estavam então a ser desenvolvidos em segredo), a radioatividade, a morte de militares poderia explicar o secretismo…

A origem natural do objeto está aparentemente excluída, já que logo nos primeiros relatos as diversas testemunhas afirmavam que o objeto atravessara o céu, virando subitamente sobre Kecksburg e abrandando depois a velocidade realizando uma aterragem controlada na floresta. Mais tarde, outras múltiplas testemunhas (diferentes das primeiras) observaram um objeto metálico em forma de bolota semi-enterrado no solo. E a rápida recuperação do mesmo por um grupo de homens uniformizados indica que se tratava de algo muito importante. Cápsula espacial experimental ou… OVNI, fica ao critério do leitor. Eu já fiz a minha escolha.

Fonte:
http://www.space.com/searchforlife/091124-kecksburg-ufo-mystery.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+spaceheadlines+%28SPACE.com+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader

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Algumas das melhores observações de sempre de um OVNI são gravadas na China em 22 de julho de 2009

Vinte e dois jovens astrónomos chineses do Purple Mountain Observatory em Nanjing filmaram um OVNI durante o último eclipse que ocorreu nesta cidade do sul da China. A filmagem do eclipse durou mais de 40 minutos, durante os quais foram captadas as ditas imagens. As imagens foram captadas em 25 de julho e reveladas só recentemente após aturado estudo que terá certificado a sua validade.


(Uma das melhores imagens deste filme http://www.telegraph.co.uk)

A filmagem foi realizada por um grupo de 22 jovens astrónomos que estavam no telhado e foram também confirmadas por centenas de testemunhas no solo tendo sido amplamente noticiado por vários meios de comunicação chineses, a partir de uma noticia do jornal Xinhua. No Ocidente, as observações foram ignoradas, apesar da invulgar qualidade das imagens recolhidas e da aparente fiabilidade e multiplicidade das testemunhas.

De facto, existe o filme e várias fotografias do mesmo evento captadas por vários estudantes nas suas máquinas fotográficas:


Varias testemunhas deste encontro OVNI afirmam que o objeto mudou de forma várias vezes durante a sua observação e que se no principio parecia de um azul brilhante, à medida que evoluía no ar, ia ficando cada vez mais escuro.

As fotografias e o filme são dos melhores de sempre, pela qualidade e pela verificabilidade. A este propósito o diretor do observatório em cujo teto foi gravado o filme, de nome Ji Hai-sheng declarou à agência sina.com que não queria especular em público sobre a natureza deste filme, até ele ser intensamente estudado mas confirmou que “durante o eclipse solar total de 22 de julho, foi descoberto, perto do Sol, um objeto não identificado, cuja natureza física é desconhecida até um estudo mais profundo. Estamos atualmente a coordenar uma equipa para lidar com estes dados, completar a análise de dados e revelar os resultados científicos. Tudo isto vai demorar pelo menos um ano a finalizar.”

Estas imagens são apenas as melhores e mais recentes de muitas imagens de OVNIs que têm surgido na China nos últimos meses. Com efeito, parece haver uma multiplicação destes fenómenos na China, potenciado pela multiplicação de câmaras de vídeo e de telemóveis do câmara, mas também por uma atitude de estranha liberalidade do governo chinês e da sua censura… Não nos iludamos: cada noticia de OVNIs que chega aos media chineses foi previamente vistoriada pelo Governo e se o governo da Rússia Soviética proibia estas noticias, o Governo de Pequim parece ter outra estratégia, estranha num país tão fechado como a China… Será que o Governo comunista está a preparar a sua população para uma revelação bombástica?…

Fontes:
http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/howaboutthat/ufo/6148974/Chinese-scientists-filmed-UFO-for-40-minutes.html
http://www.allnewsweb.com/page7947943.php

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Dick Cheney terá visto OVNIs e ETs na instalação secreta S-4?

Dick Cheney: ele viu OVNIs e ETs na S-4? (http://www.harrywalker.com)

Dick Cheney: ele viu OVNIs e ETs na S-4? (www.harrywalker.com)

Diz-se muita coisa por aí… E uma das coisas que se dizem por aí, é que em abril de 1991, o nefando Dick Cheney visitou umas instalações subterrâneas no deserto do Nevada, no perímetro da base aérea de Nellis tendo observado… Discos voadores capturados e corpos de extraterrestres. Isto é o que afirma um antigo segurança de Nellis num vídeo gravado em outubro de 1991. O antigo segurança teria fotografias e vários documentos para sustentar as suas bombásticas afirmações.

A instalação secreta teria a designação S-4, pelo menos é o que diz Derek Hennessy, o antigo segurança dessas instalações. A história começa contudo a fraqueja quando Derek Hennessy afirma que foi também um Navy SEAL envolvido em várias Black Ops” onde teria morto – a ordem da CIA e de outras agencias governamentais – 18 indivíduos. Foi nesta qualidade que teria recebido a missão de guardar a S-4 nos seus últimos nove meses de serviço militar.

Segundo Hennessy, a S-4 empregaria um total de 75 pessoal, em dois níveis subterrâneos distintos. Hennessy afirma que abaixo destes, haveria mais dois níveis, onde trabalhariam 15 pessoas. A sua missão primária seria a de guardar os elevadores que ligam estes níveis, que só funcionariam com três chaves diferentes, uma impressão digital e um reconhecimento da retina… Os níveis 3 e 4 seriam aqueles onde estariam os hangares para sete discos voadores recuperados ao longo dos anos. No total, haveria dez hangares, numa estrutura conhecida internamente como “O Museu”. Alguns destes engenhos terão sido levado até à superfície, em mais do que uma ocasião, e até colocados no ar… Sempre em momentos em que se sabia que não havia satélites de reconhecimento russos ou aliados ativos. Hennessy descreve também sete “tubos” onde seriam conservados corpos de extraterrestres, descritos como “cinzentos” e imersos num fluido de conservação regularmente vigiado.

Segundo o antigo segurança, Cheney teria visitado estas instalações e observado apenas os níveis um e dois da S-4, mas visto os extraterrestres e os discos voadores.

Tratam-se de declarações bombásticas, sem dúvida… Para fundamentar o seu testemunho Hennessy apresenta documentos vários que provam a sua relação laboral com o Governo dos EUA, confirmados por fonte independente. Alguma desta documentação indica também que o militar foi “reprogramado” entre missões, isto é, que os seus dados pessoais e biográficos foram alterados várias vezes, aparentemente após cada operação secreta para a CIA.

As fotografias que mostrou ao investigador John Dilettoso não puderam ser analisadas, já que Hennessy fez questão de nunca as deixar. Mas o investigador conta que quando o ex-militar passou com ele um mês, em 1991, contando-lhe a sua história, certa vez, quando regressavam a casa, encontraram na caixa do correio um embrulho com um dedo cortado e uma nota para devolverem as fotografias e provas sobre a existência da S-4. Hennessy decidiu expor a sua história publicamente depois de contrair – na invulgar idade de 29 anos – uma forma rara da Doença de Hodgkins, acreditando que a doença lhe foi induzida pelo grupo que protege a S-4, para o eliminar.

Esperemos que estas fotografias surjam a público… Algo duvidoso tendo em conta que já passaram quase dez anos desde a revelação sobre a sua existência, sendo insegura a informação que da conta de que o antigo militar ainda estaria vivo. Será assim esta mais uma história incerta, por confirmar, sobre a existência de OVNIs? Para quando uma história irrefutável, que afaste definitivamente os cépticos? Será que ainda viveremos esse dia?

Fonte:
http://www.examiner.com/x-2383-Honolulu-Exopolitics-Examiner~y2009m7d19-Cheney-taken-inside-S4-to-view-flying-saucers–EBE-bodies

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O general Lemos Ferreira viu um OVNI em 1957

Talvez o mais fiável caso OVNI português seja aquele que o antigo Chefe de Estado Maior da Força Aérea Portuguesa (FAP), o general Lemos Ferreira descreveu como tendo acontecido em 4 de setembro de 1957… E mais fiável, pela patente da testemunha, apenas isso, já que muitos outros casos existem, mas mais nenhum de um ex-Chefe de Estado Maior.

Nessa noite de 4 de setembro de 1957, o então capitão Lemos Ferreira chefiava uma patrulha de 4 aviões a reação F-84 da FAP num exercício conjunto de navegação aérea noturna entre Portugal e a Espanha quando sobre a cidade espanhola de Cáceres encontraram aquilo que o general descreveu como “uma fonte luminosa esférica que de verde passou sucessivamente a amarelo alaranjado e a vermelho. (…) o objeto chegou a passar por debaixo e por detrás da formação.”

Este é o primeiro caso conhecido de avistamento de OVNIs por pilotos sobre Espanha sendo paradoxal que tenha sido protagonizado por um piloto português… É apenas um dos casos que mais fazem hesitar os céticos na atribuição das causas destes fenómenos a avistamentos de meteoros, Vénus ou balões meteorológicos. Ainda que tais confusões se possam produzir mais ou menos facilmente aos olhos de um observador não-treinado, poderão iludir um piloto de caça, altamente treinado e cuja carreira e credibilidade podem ser facilmente postas em causa se forem apanhados a inventar uma observação deste tipo?

Fonte:
Más Alla. Junho de 2009

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Os “X-Files” da marinha russa são falsos ou verdadeiros?

Segundo o site do jornal “Russia Today” cita um texto do “Svobodnaya Pressa” que afirma que a Marinha Russa publicou diversos relatórios do tempo da Guerra Fria sobre encontros com OVNIs. Digo “afirma”, porque embora tivesse procurado não encontrei nenhuma referência oficial a essa desclassificação… Apenas referências cruzadas aos mesmos sites e, neles, sobretudo ao site “Svobodnaya Pressa” cujo URL… não existe. Suspeito, admitamos… Os registos supostamente desclassificados pertencem à era soviética e são o produto do trabalho de um grupo da Marinha soviética liderada pelo Almirante Nikolay Smirnov. Estas funções não constam da sua lista de atividades oficiais, em vários sites de língua russa, o que pode ser ou não, indício de uma notícia falsa… É certo que o oficial fez a sua carreira nos submarinos começando como navegador em 1939, passando pelo posto de comandante da frota de submarinos do Mar Negro, mas não há referências ao comando dessa unidade. A fonte primária da notícia parece ser um tal de “perito OVNI russo” Vladimir Azhazha, ou “Dr. Vladimir Azhazha”, um “Físico e Professor de Matemática da Universidade de Moscovo” que apesar dos títulos, apenas deixou obra escrita sobre OVNIs e sobre as alegadas “falsas missões lunares Apollo” (ver AQUI). Ou seja, os dados reunidos até agora não são bons para a credibilidade da notícia…

A notícia indica vários encontros, a maioria consistentes com incidentes semelhantes ocorridos noutros locais do mundo, e nomeadamente nos EUA, com a US Navy. Num dos casos, um submarino nuclear, em missão no Pacífico (Smirnov chegou a ser o comandante da frota do Pacífico) encontrou seis objetos submarinos. O navio teria sido perseguido os OSNIs (“Objetos Submarinos Não Identificados”), sem lhes conseguir fugir, tendo o comandante ordenado a subida à superfície. Os OSNIs seguiram-lhe o exemplo, mas ao contrário do submarino, continuaram as ascensão e desapareceram numa rápida subida. Noutro caso, supostamente ocorrido não longe do famoso Triângulo das Bermudas, um submarino comandado pelo depois Contra Almirante Yury Beketov descreve a “falha de todos os instrumentos” e que teriam encontrado objetos que “nos instrumentos do navio se moviam a velocidades impossíveis. Alguns cálculos indicavam que se moviam a 230 nós. Uma tal velocidade seria possível no ar, mas não com a resistência da água. Era como se esses objetos desafiassem as leis da Física. Há só uma explicação: as criaturas que os construíram ultrapassam-nos muito em desenvolvimento”, terá dito o oficial. Existe de facto um oficial reformado com esse nome que se pronunciou recentemente sobre a eventual recuperação do submarino Kursk (ver AQUI), por aí nada a dizer… Ou seja, o facto de se colocar na boa deste oficial a afirmação não prova, nem deixa de provar que os acontecimento sucederam assim, da forma descrita.

Os supostos relatos incluem também um encontro no Lago Baikal, o lago de água doce mais profundo do mundo em que “mergulhadores militares encontraram um grupo de criaturas humanóides com fatos prateados (…) tentaram apanhar os visitantes mas três dos sete homens morreram no processo e os restantes quatro acabariam seriamente feridos.” Isto teria acontecido em 1982 a cerca de 50 metros de profundidade. É estranha a omissão de mais dados… Faltam nomes dos militares, os detalhes exatos dos ferimentos, certamente presentes no relatório (se este existisse).

Toda esta incerteza se consolida quando numa nota de imprensa da agência noticiosa russa ITAR-TASS, emitida em Moscovo a 29 de julho de 2009 se nota que “A Marinha Russa declarou não ter conhecimento oficial de documentos desclassificados sobre encontros militares soviéticos com objetos voadores não identificados (OVNI)”.

Fontes:

http://www.godlikeproductions.com/forum1/message850294/pg1
http://www.russiatoday.com/Top_News/2009-07-21/russian-navy-ufo-records-say-aliens-love-oceans.html
http://www.foxnews.com/story/0,2933,534960,00.html

http://www.warheroes.ru/hero/hero.asp?Hero_id=1851http://uk.news.yahoo.com/5/20090728/twl-ufos-prefer-water-for-close-encounte-3fd0ae9.html

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O HMS Daring quase dispara sobre um OVNI

O HMS Daring (www.frimleycc.co.uk)

O HMS Daring (www.frimleycc.co.uk)

A 5 de junho de 2009, o contratorpedeiro HMS Daring esteve prestes a lançar um míssil antiaéreo contra um número indeterminado de OVNIs que evoluíam nos céus de Liverpool. Os objetos voavam a uma velocidade superior a 4500 km/h e a sequência de lançamento foi abortada apenas poucos segundos antes do disparo.

Este foi apenas um dos múltiplos avistamentos de OVNIs registados durante os últimos meses em Liverpool e Southport, mas foi a primeira em que quase houve um disparo de um míssil.

A que se deverá este súbito ressurgimento da atividade OVNI no sul de Inglaterra? Haverá relação com os testes de mar do ultra-sofisticado novo contratorpedeiro HMS Daring, com algum dos seus sistemas de radar ou de guerra eletrónica?

Fonte:
The Daily Telegraph, 6 de junho de 2009

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Ainda sobre o “Evento de Tunguska” e os restos de um OVNI “descobertos” pela “Tunguska Spatial Phenomenon Foundation”

O mistério de Tunguska continua a fazer correr rios de tinta… Segundo o russo Yuri Labvin, presidente da “Tunguska Spatial Phenomenon Foundation” foram encontrados pela sua organização fragmentos de quartzo com marcas “estranhas” que Labvin acredita fazerem parte do sistema de controlo do OVNI que se despenhou em Tunguska no começo do século XX, em 1908.

Os fragmentos foram encontrados perto do local da explosão e – segundo ele – provariam que a nave espacial alienígena teria chocado intencionalmente com um meteorito para evitar que este caísse no solo e, no processo, destruísse toda a vida terrestre.

Segundo o ovnilogista, “não temos tecnologia que nos permita imprimir este tipo de desenhos em cristais”. A organização alega ter também encontrado silicato de ferro, um produto que – segundo Labvin – só pode ser fabricado no Espaço, sem ação da gravidade.

Toda esta construção deriva dos fragmentos de cristal e estes, contudo, ainda não foram submetidos a análises por organizações independentes… E as “provas” de que o OVNI teria colidido com um meteorito são, no mínimo… Fracas. Assim sendo, é muito provável que esta história não seja mais do que um hoax, lançado para financiar esta “fundação” de Labvin, caso contrário estas inscrições já estariam nas mãos de entidades cientificas independentes, capazes de avalizar a sua realidade e verdadeira origem e não escondidos num qualquer cofre de uma fundação obscura e quase desconhecida, algures em Moscovo.

Fonte:
http://www.ananova.com/news/story/sm_3339591.html?menu=

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O astronauta Edgar Mitchell acredita que o Governo “oculta informação sobre o Caso Roswell”

Segundo o antigo astronauta da NASA, Edgar Mitchell, (que participou na Apollo 14) não só existiria vida extraterrestre como o governo dos EUA estaria a ocultar a sua existência. Estas declarações foram proferidas na quinta conferência X-Conference, um encontro de ativistas OVNI, nos EUA.

Mas esta proclamação não foi o essencial da apresentação do antigo astronauta… O ponto fulcral foi quando revelou ter crescido em… Roswell, a famosa pequena cidade do Novo México onde em 1947 teve lugar o mais famoso incidente OVNI de sempre. Mitchell tinha então quase dez anos e recorda-se de haver autoridades militares a bater de porta em porta avisando os habitantes locais a “não falarem sobre o acontecimento” e sendo avisados de “graves consequências” caso não cumprissem as ordens dos militares. Isso contudo não impediu que comentassem o caso entre eles, e Mitchell afirma ter escutado ecos dessas histórias.

O ex-astronauta contou ainda que em finais da década de noventa teve uma reunião no Pentágono onde abordou as historias que ouvira em Roswell décadas antes. A reunião de Mitchell terá sido com um almirante do Chefe de Estado Maior, mas de nome desconhecido, que lhe teria prometido revelar toda a verdade por detrás do Caso Roswell confirmando na ocasião as histórias sobre a queda de um OVNI. Mitchell afirmou também que quando esse almirante tentou aceder a detalhes do processo, o acesso a essa informação foi-lhe negado. Atualmente, o mesmo almirante (cujo nome Mitchell se recusa a revelar) hoje negaria toda a história.

É certo que em 1994, a USAF acabaria por cumprir parte da promessa deste almirante ao afirmar que os destroços de 1947 seria os restos de um balão ultra-secreto.

Fonte:
Stephen Bassett em www.cnn.com

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A “Chuva Vermelha” de Kerala: extraterrestres entre nós?

//education.vsnl.com/godfrey)

(os microorganismos de Kerala in http://education.vsnl.com/godfrey)

Uma pequena garrafa de líquido vermelho que está no laboratório de microbiologia da Universidade de Sheffield, no Reino Unido pode bem ser a prova da… existência de vida extraterrestre. As amostras encerradas dentro da garrafa foram recolhidas em 25 de julho de 2001 numa “chuva vermelha” que caiu nesse dia no Estado indiano de Kerala, na Índia ocidental, mas que depois conheceu episódios durante dois meses. Na época, acreditou-se que a chuva era vermelha porque transportava partículas de areia vermelha desde a península arábica, mas nem todos tinham já então essa opinião… Por exemplo, Godfrey Louis, um professor de Física da Universidade indiana Mahatma Gandhi, que não acreditou logo de começo nessa possibilidade: “se observar essas partículas num microscópio, pode ver que não se trata de poeira, mas algo com um nítido aspecto biológico”. O físico indiano acredita que se trata de bactérias que se libertaram de um cometa que se desfez ao entrar na atmosfera. Em suma, nesse dia, choveram extraterrestres. Bactérias, sim. Mas bactérias ET.

A tese do físico é muito contestada no meio cientifico. Mas não por todos. Milton Wainwright, um microbiologista da Universidade de Sheffield que estudou amostras da “chuva vermelha” concorda que não se trata de poeira. Mas também não encontrou ADN… “mas uma bactéria não teria necessariamente ADN”. Algumas analises indicam que as partículas são compostas por 50 de carbono, 45 por oxigénio com vestígios de sódio e ferro: estes valores são compatíveis com materiais biológicos… O físico indiano também encontrou testemunhos de um forte som, como aqueles que por vezes se registam quando um meteorito ou um cometa entram na atmosfera. Teria sido neste objecto que teriam viajado estes microorganismos.

Se estamos mesmo perante organismos extraterrestres, como parece, então ocorrem-me duas questões:
1. Estes organismos poderiam ter sobrevivido às duras condições da reentrada?
2. Qual seria a origem destes microorganismos?

Quanto à primeira pergunta, a resposta é sim… Quando o vaivém Columbia caiu na terra, provocando a morte de todos os seus sete astronautas, algumas amostras biológicas que estavam no interior da nave sobreviveram… E quando os astronautas da Apollo 12 recolheram a câmara da sonda Surveyor 3 encontraram nela microorganismos terrestres. Por isso, sim, microorganismos podem sobreviver em estado de latência no Espaço e resistir a uma reentrada no interior de um meteorito ou cometa.

A segunda pergunta é de resposta mais difícil… A Terra é o único local conhecido do Sistema Solar onde se pode desenvolver vida… Mas o trabalho dos rovers marcianos e da Phoenix demonstraram não somente a existência de agua liquida, como de condições químicas para a existência de vida microbiana em Marte. E Vénus, que nem sempre foi a fornalha infernal que é hoje, pode também ter albergado esse tipo de vida num passado mais longínquo. Um meteorito, como os vários meteoritos marcianos (pedaços de Marte enviados para o Espaço por vulcões ou por impactos meteóricos) poderia transportar assim algumas minúsculas bactérias em estado latente pelo Espaço até ter por fim, tombado sobre a Terra e chegando a Kerala…

Bem, podem não ser elegantes ou fotogénicos como Keanu Reeves (“O Dia em que a Terra parou”), mas estas bactérias vermelhas, sem ADN, bem que podem ser os primeiros extraterrestres que o Homem já contactou, a menos que… Hubert Reeves tenha razão e nós próprios sejamos os descendentes de bactérias semelhantes, é claro…

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/science/2006/mar/05/spaceexploration.theobserver

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Sobre o encontro entre um F-26 Sabre e um “porta-aviões voador” em 1957


(Um F-86 Sabre como o deste encontro com um OVNI in http://www.richard-seaman.com)

Segundo os “Ficheiros Secretos” recentemente revelados ao público pelo governo britânico, dois caças norte-americanos teriam tentado interceptar um OVNI em 1957, sobre o Reino Unido. Um dos pilotos relatou ter disparado 24 foguetes sobre o misterioso objeto o qual – segundo um dos pilotos, de nome Milton Torres – aparecia no radar como se tivesse o tamanho de um “porta-aviões voador”. O piloto descrevia ainda como ele se comportava de forma errática no ar, acelerando subitamente a velocidades superiores aos 12 mil km/h, parando depois no ar.

O piloto, que hoje tem 77 anos e vive na Florida e descreveu como depois de ter regressado à base de Kent foi procurado por alguém que lhe ordenou que “não descrevesse o incidente a ninguém”. O incidente terá acontecido durante o mês de maio de 1957 e o avião de Torres seria um “F-86D Sabre”, segundo descreve: “era apenas um tenente, mas estava muito consciente da gravidade da situação. Quando chegou a ordem de disparar uma salva de foguetes sobre o OVNI, a autenticação era válida e lancei os 24 foguetes. Tinha um alvo do tamanho de um porta-aviões voador. Quando maior o avião, mais fácil o lock-on.” Contudo, no último momento, o objeto desapareceu do radar e a foi dada ordem para abortar a perseguição.

Desde incidente – presente em registos governamentais britânicos – o mais curioso é para além da extraordinária dimensão do OVNI a descrição que o piloto faz da visita que recebeu pouco depois de ter aterrado na base: “parecia umbem vestido vendedor da IBM” … Este ameaçá-lo-ía com uma violação da segurança nacional se deixasse transparecer nem que fosse uma só palavra sobre o incidente a alguém”.

Pessoalmente, quando vejo casos descrevendo este tipo de incidentes, fico sempre um tanto céptico. Mas quando se trata de pilotos, e sobretudo de pilotos militares é impossível não acreditar que eles viram de facto alguma coisa. Há muitos lunáticos por aí, clamando por um fugaz minuto de fama e recorrendo sem hesitação às mais absurdas mentiras. Mas quando um piloto comercial compromete a sua carreira e credibilidade para descrever um encontro deste género ou quando um piloto militar – altamente treinado e dotado do melhor equipamento disponível – narra um encontro como o que teve em 1957 Milton Torres, então como não admitir que anda aí fora algo de efetivamente muito estranho, e como não ponderar seriamente a possibilidade de que se trata de um visitante de um outro planeta?

Sim… Porque não me digam que Vénus ou um balão metereológico tinha o “tamanho de um porta-aviões” (no radar!) ou que era um meteorito capaz de travar e acelerar em pleno ar… Isso seria algo merecedor do maior cepticismo. Aliás, o relatório britânico não se atreve a sugerir uma dessas explicações para este caso, o que diz tudo sobre a sua estranheza, penso eu.
Fonte:
http://www.newscientist.com/article/dn14991?feedId=online-news_rss20

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O Governo Britânico prepara-se para divulgar em 2008 os seus “X-Files”


(Desenhos dos OVNIS avistados em Rendlesham (Reino Unido) em 1980 in http://www.ufoevidence.org)

O Reino Unido prepara-se para divulgar uma parte dos seus arquivos oficiais sobre o fenómeno OVNI. Entre estes relatórios encontram-se vários encontros de aviões da RAF com OVNIs registados nos últimos trinta anos. Os relatórios serão publicados directamente pelo Ministério da Defesa britânico e a sua publicação procura ser uma forma de parar com os rumores e a desinformação que tem rodeado este tema e poderá contribuir para o esclarecimento de alguns dos casos OVNI mais intrigantes dos últimos anos

Aparentemente, todos estes relatórios a serem publicados em breve foram o produto de um ramo secreto da Inteligência Britânica, designado como DI55 que tinha como missão exclusiva investigar estes incidentes e cuja própria existência era negada pelo Governo até muito recentemente (ver AQUI). Os relatórios podem englobar mais de sete mil incidentes distintos e seguem-se a um movimento de publicação idêntico realizado em França, no ano passado (ver AQUI).

Muitos investigadores do fenómeno OVNI estão especialmente ansiosos por ler o que o governo tem nestes relatórios sobre os acontecimentos registados na floresta de Rendlesham em 1980 a chama “Roswell Britânica” onde várias testemunhas muito credíveis, militares e os seus respectivos superiores terão avistado “luzes” e “objectos metálicos cónicos” cobertos de hieroglifos (ver AQUI), muito ao estilo da série de televisão Stargate… Pessoalmente, admito alguma relutância em admitir que uma Civilização alienígena capaz de criar naves que atravessam as imensidões siderais estivessem ainda no estádio mais remoto da Escrita, a Hieroglifica, como a Egípcia ou Maia, que obrigando ao uso de milhares de caracteres é muito menos eficiente que as formas alfabéticas como esta que uso agora, neste momento e que deriva directamente do alfabeto fenício… Mas pronto… A China e o Japão ainda usam hoje os seus “hierogligos”, por isso… É estranho, mas não é completamente impossível, admito.

(Hieroglifos vistos sobre o OVNI de Rendlesham in http://www.mod.uk)

Não devemos esperar nenhuma revelação estrondosa destes ficheiros. Assim como não a tivemos no lançamento idêntico feito em França, também não o teremos agora. Se existem mesmo “segredos alienígenas” nas mãos dos Governos do mundo (e há-os certamente) estes continuarão a sê-lo por razões de Segurança Interna, como sempre foram. Os relatórios devem incluir relatos e descrições mais ou menos pormenorizadas sobre os casos conhecidos, e sobretudo sobre o que se passou na floresta de Rendlesham em oitentas e depois dessa data, mas não devem ter nada tão espectacular como a revelação de que o governo britânico tem um OVNI num armazém ou que houve encontros entre representantes do governo e alienígenas… nada disso.

E existem mais relatórios sobre OVNIs no Reino Unido do que os produzidos pelo DI55… Outros serviços de informação britânicos mantiveram estudos sobre estes fenómenos praticamente desde finais da década de quarenta como o MI5, o MI6, o GCHQ, etc, etc… E estes ficheiros não serão agora divulgados…

Fonte:
The Guardian

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Um antigo militar da base de Roswell (Milton Sprouse) fala dos estranhos acontecimentos de Roswell em 1947


(O capitão Jesse Marcel exibindo alguns dos achados do crash de Roswell in http://www.abduct.com)

Quando em Julho de 1947, um agricultor encontrava estranhos destroços na sua quinta situada nos arredores da pequena cidade rural de Roswell, estava, sem o saber, a criar a maior história de OVNIs de sempre… O agricultor chamou o xerife local, que por sua vez, telefonou para a base áerea de “Roswell Army Field”, a qual enviou dois militares. No dia seguinte, a 9 de Julho de 1947, um artigo publicado no “Roswell Daily Record” afirmava “A Força Aérea captura um disco voador num rancho da região de Roswell”. Estava posta em andamento a “Grande Roda”, que daria origem am milhares de livros, documentários, séries e filmes de ficção, e que se haveria de tornar numa verdadeira indústria que ainda hoje constitui uma das principais fontes de rendimento da região.

Oficialmente, o incidente até já mereceu a (rara) atenção governamental, com uma multiplicação contraditória de explicações “oficiais”, deste balões meteorológicos, ao “Projecto Mogul”, a manequins dentro de cápsulas de testes, etc. Longe de esclarecerem o mito, estas tentativas desajeitadas mais não fizeram do que adensar o mito…

E eis que agora, surje um novo testemunho… Um residente da cidade americana de “Escondido“, na Califórnia de nome Milton Sprouse:

afirma ter estado no centro dos acontecimentos de Roswell… Um elemento comprovado do 393º esquadrão de bombardeiros B-29, transferido para Roswell no final da Guerra, Sprouse afirma que “estava lá quando anunciaram a queda de um OVNI. No dia seguinte, apareceu publicado no Roswell Daily Record, e nessa noite, todos os generais desmentiam a notícia”. Ora, a novidade deste testemunho está em que Milton Sprouse afirma ter feito parte do grupo de militares da Força Aérea que foi enviado para o rancho de William Brazel recolher os materiais que estavam espalhados pelo campo e que, segundo ele, incluiam “paus” (sticks), bandas de borracha (rubber strips), tela metálica (metallic foil) e um tipo de papel resistente (sturdy paperI), transportando-os ao xerife George Wilcox, que tinha pedido ajuda à base aérea. Respondendo à chamada, o oficial da Inteligiência Militar Jesse Marcel teria sido enviado às instalações do xerife, passando depois a noite a encher com o material recolhido por Sprouse e outros militares um camião que depois foi enviado para a Base. Pouco depois, o coronel Blanchard, o superior de Jesse Marcel, emitiria um comunicado declarando que a Força Aérea tinha capturado um “disco voador”. O material é embarcado num B-29 e recambiado para uma base da Força Aérea no Texas e nunca mais se ouve falar dele… E a partir daqui começa a campanha de desinformação com a publicação de uma declaração negando todas as afirmações anteriores e afirmando que o “disco voador” era, afinal, um balão meteorológico… Sprouse diz que na mesma altura ele e outros militares receberam ordens para recolher todos os jonais desse dia e que centenas de militares, sem ele, mas com 5 homens do seu pelotão, eram enviados para o local do acidente para baterem cada cm2 de solo em busca de mais restos. “Eles diziam que algo que não era deste mundo”, disse Sprouse. Entre os objectos recolhidos, os militares diziam ter encontrado uma “tela metálica” que quando era amalgamada, retornava à forma original, numa descrição quase idêntica à Jesse Marcel.

A explicação oficial para os acontecimentos de Roswell, pelo menos a de 1995, consiste na declaração de que se tratava de um “balão meteorológico” fabricado para o “Projecto Mogul” que consistia numa série de balões de alta altitude com sensores capazes de detectar a detonação de bombas atómicas sobre o território da União Soviética. O estranho material descrito seria o do balão. Mas o “Projecto Mogul” não explicava porque houve relatos de “cadávares” recolhidos no local… Para o explicar, a USAF lançaria mão, mais tarde, em 1997, de nova “explicação oficial” alegando que se tratariam de manequins usados para testar paraquedas de alta altitude (ver AQUI)

(Manequim usado para testes de paraquedas de altas altitudes in CNN)

O problema desta explicação oficial de 1997 estava em que… estes manequins só começaram a ser usados na década de 50… três anos depois de Roswell, portanto… (ver AQUI) a explicação não é propriamente das mais convincentes que jamas se fizeram… Sprouse também se recorda de ter ouvido camaradas seus a referirem ter colaborado na recolha de “corpos alienígenas” que teriam levado para um hangar da base, guardado por dois guardas com metralhadoras até serem transferidos para fora da base aérea. O ex-militar afirma ainda ter ouvido de um colega de caserna que trabalhava numa sala de emergência médica onde teria visto um “humanóide” a ser transportado para o hospital da base, onde teria sido observado por dois médicos e duas enfermeiras que assim que fizeram o seu trabalho, foram “transferidos”.

O oficial Jesse Marcel continua a manter até hoje a sua história inicial. Em 1978, numa entrevista televisiva reafirmou a natureza alienígena dos achados desse dia de 1947 e tornou a fazê-lo mais tarde, em 1980 relatando as características de um “pedaço de madeira que não ardia” e de “um segmento de metal que não podia ser dobrado”, recolhidos no local da queda. Hoje já falecido, o seu legado continua a viver pelo seu filho, Jesse Marcel Jr, que publicou um livro “The Roswell Legacy” onde toma a defesa do seu pai.
Fonte Principal:
NC Times

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O “Caso Roswell” do “The Nebraska State Journal” de 7 de Junho de 1884

Uma das primeiras notícias sobre “Discos Voadores” data de 1884 e descreve os acontecimentos ocorridos nesse ano no Estado americano do Nebraska. A fonte é um artigo do jornal “The Nebraska State Journal” de 7 de Junho de 1884.

Eis o artigo em questão, traduzido para português:
“Um Visitante Celestial
Uma espantosa e curiosa história da região do condado de Dundy

Um fenómeno muito notável ocorreu por volta da uma da tarde ontem a cerca de 35 milhas a noroeste deste lugar. John W. Ellis. um rancheiro bem conhecido, levava o seu gado para o campo com 3 dos seus filhos e vários outros vaqueiros para o encontro anual. Quando cavalgavam ao longo da planície ouviram um som terrível, como um rugido pairando sobre eles e olhando para cima, viram aquilo que parecia ser um meteoro de tamanho imenso caindo em ângulo sobre a terra. Um momento depois precipitou-se para a terra e saiu de vista. Subindo apressadamente a colina viram o objecto caindo a cerca de meia milha e desaparecendo atrás de outra colina.

Galopando a toda a velocidade, ficaram espantados ao ver vários fragmentos de rodas dentadas e outras peças de maquinaria espalhadas pelo chão, ao longo do caminho percorrido pelo visitante dos céus, brilhando com um calor tão intenso que a erva estava queimada até uma longa distância em torno de cada fragmento e tornando impossível a aproximação a cada um deles (“they were astounded to see several fragments of cog-wheels and other pieces of machinery lying on the ground, scattered in the path made by the aerial visitor, glowing with heat so intense as to scorch the grass for a long distance around each fragment and make it impossible for one to approach it”). No fundo de uma ravina funda onde o objecto tinha caído, havia um calor tão intenso que era impossível de suportar e havia aqui uma luz tão intensa que o olho humano não a podia suportar a não ser por breves instantes.

Uma ideia deste calor pode ser adquirida do facto que um membro do grupo, um cowboy chamado Alf Williamson, deixando a sua cabeça descuidadamente exposta sobre o banco da ravina tombou sem sentidos ao fim de meio minuto. A sua face estava desesperadamente queimada e o seu cabelo estava queimado e quebradiço (“hair singed to a crisp”). O seu estado era perigoso. À distância do aerolito, fosse ele o que fosse, era de cerca de 200 pés. O homem queimado foi levado até à casa de Mr. Ellis, tratado da melhor maneira possível de acordo com o que as circunstâncias permitiam e foi chamado um médico. O seu irmão, que vivia em Denver foi chamado por telégrafo.

Descobrindo ser impossível a aproximação ao visitante misterioso, o grupo voltou para trás sobre o seu rasto. Onde este primeiro tocou o solo estava areia e alguma era. A areia estava fundida até uma profundidade desconhecida num espaço de cerca de 20 pés de extensão por oito, e o material fundido ainda borbulhava e silvava. Entre este o local de paragem final havia vários pontos onde tinha entrado em contacto com o solo, mas nenhum estava tão bem marcado como este.

Descobrindo ser impossível fazer alguma investigação, Mr. Ellis voltou para a sua casa e enviou mensageiros para os ranchos vizinhos. Quando a noite chegou a luz do objecto maravilhoso era tão forte como o sol, e os visitantes que o foram ver continuavam a ser incapazes de suportar o brilho.

Na manhã seguinte outra visita foi feita ao local. A equipa incluia E. W. Rawlins, o inspector para este distrito que tinha chegado a Benkleman nessa noite, e a quem uma amostra de particulas recolhidas no local foi entregue. As partes menores da maquina espalhada tinham arrefecido a um ponto até que já era possível a aproximação, mas ainda não a sua manipulação. Uma peça que parecia uma pá de uma hélice feita de metal e a aparência de ser uma espécie de bronze com cerca de 16 polegadas de largura, 3 de grossura e 3 e meia de comprimento foi recolhida com uma pá. Não devia pesar mais do que cinco onças, mas parecia tão forte e compacta como qualquer outro metal conhecido. Um fragmento de uma roda com um diâmetro aparente de sete ou oito pés, foi também recolhida. Parecia ser do mesmo material e tinha a mesma notável leveza.

O aerolito, ou lá o que fosse, parecia ter entre 50 a 60 pés de comprimento, cilindrico e com 10 ou 12 pés de diâmetro. Havia uma grande excitação na vizinhança mas a aproximação foi suspensa enquanto os cowboys esperavam que esta descoberta maravilhosa arrefecesse de forma a que a pudessem examinar.

Mr. Ellis foi à cidade e contactou o “land office” com a intenção de garantir que a terra onde a estranha coisa estava era sua, de forma a que esta posse não fosse disputada.

Um grupo foi enviado para o local e viajaria durante toda a noite até lá chegar. O terreno na vizinhança era muito selvagem e duro, e os caminhos pouco mais do que trilhas.”

O Jornal em questão tem parte dos seus artigos disponíveis online por AQUI (um site ligado à busca de genealogia), sendo a data mais antiga disponível 1897. E de facto, aqui, neste ano em diante há vários artigos mencionado o nome de John W. Ellis… Será então que a publicação do jornal começou apenas em 1897 e logo, o artigo era um “hoax”? Não… O jornal era publicado em 1893, como se depreende desta biografia e do comentário a esta fotografia:


(“Cather at the Nebraska State Journal offices, c. 1893-1895.”)

Mas… Parece que demos com o rabo do gato. Segundo este site, a primeira edição do Nebraska State Journal ocorreu em 1887:
“Nov 28, 1887 First Monday edition of Nebraska State Journal”. Só que… Se referem à sua edição à segunda-feira! É que segundo este outro site: “Gere founded Lincoln’s first newspaper, The Nebraska Commonwealth (later the Nebraska State Journal) in 1867. When the State Journal became a daily in 1870“. Ou seja, entre 1867 e 1870, o jornal haverai de assumir a forma que tinha em 1884: Nebraska State Journal. Fica por tanto estabelecida a certeza de que pelo menos tal jornal existia nesta data…

A história em torno deste estranho relato foi conhecida pela primeira vez em 1964 (ver AQUI) e embora na altura ainda fosse possível encontrar na região pessoas que tivessem alguma recordação do caso estas não foram encontradas… Alguns acreditam que esta história é um Hoax. Alguns detalhes apontam nesse sentido como o das “rodas dentadas” ausentes de todas as histórias modernas de OVNIs, mas compatíveis com o ambiente técnico da época do relato. É claro que as “rodas” podiam não ser exactamente “rodas dentadas”, mas antes círculos ou outros objectos percepcionados como “rodas dentadas”. É verdade que os jornais da época não estavam muito interessados em reportar factos e que a concorrência feroz colocava-os frequentemente no caminho da pura invenção, apenas para “vender papel”. O facto de haver aqui várias testemunhas designadas pelo nome, de haverem indícios da sua existência nesta época e local (ver acima). No Nebraska havia várias famílias Ellis nessa data (ver AQUI, AQUI). Mas no censo de 1860 desse Estado não aparece nenhum John W. Ellis (ver AQUI) e por estas bandas:

Mas aparece um “John Ellis” no censo estatal de 1885:

Teria então 25 anos? E já 3 filhos? É possível… Já que não há indicações que se tratasse de um recém-chegado ao Condado de Dundy, mas até que era uma figura conhecida…

O incidente é segundo parece o relato mais antigo jamais surgido em jornais em todo o mundo. Um outro caso, de 1897, suportamente ocorrido em Aurora, no Texas (ver AQUI) em cujo cemitério:

Estariam enterrados… 4 alienígenas e que teria dado azo a esta notícia:

( http://www.ufocasebook.com/haydonarticle.jpg)

A lápide funerária foi roubada já há muito tempo (ver AQUI) e parece que o Mayor da cidade tinha motivos para atrair população à cidade e esta possível invenção pode ter feito parte desse estratagema (ver AQUI).

O que mais estranha neste caso “roswelliano” do Nebraska é a ausência de testemunhos materiais… Quer dos pedaços de maquinaria, quer da própria “nave”… Será que ainda existem soterrados algures no vale do rio Republican, onde supostamente estaria esta ravina?

Esta é a região onde se teria despenhado este ovni em 1884 (Google Maps).

Fontes:
Ufologie.net
Daily Nebraskan

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Os “Encontros Imediatos do Terceiro Grau” da Apollo 11

(Filme da primeira alunagem da Apollo 11, em 1969)

Os rumores de que astronautas teriam tido vários “Encontros Imediatos do Terceiro Grau” não são novos… Um dos mais espantosos são as transcrições de diálogos trocados entre os astronautas da Apollo 11 e a equipa terrestre onde Buzz Aldrin e Michael Collins descrevem um “objectivo cilindrico” que teriam encontrado durante a aproximação à Lua.

Buzz Aldrin ainda recentemente admitiu a existência este encontro, durante um programa do Larry King, na CNN:

Aldrin descreveu o objecto como um “cilindro”, enquanto que Armstrong falou antes de dois anéis ligados entre si (“two connected rings”). De qualquer modo, é certo que não se tratava do booster do foguete Saturno IV porque os dois astronautas questionaram o apoio de terra e esta informou-os que este se encontrava a mais de seis mil milhas de distância. Na ocasião, os dois astronautas optaram por não contar ao Control Center o encontro, já que acreditaram (com razão…) que julgariam que estavam loucos e isso poderia comprometer toda a missão lunar…

Mas os relatos estranhos nesta primeira missão Apollo não se ficam por aqui… Segundo uma história da Associated Press publicada a 20 de Julho de 1969 no San Bernardino Sun-Telegram os dois astronautas observaram luzes no interior de uma cratera perto do ponto onde deveriam alunar no dia seguinte: “Parece que uma quantidade ligeira de florescência nela. A área na cratera é muito brilhante” (“It seems to have a slight amount of florescence to it. The area in the crater is quite bright”, mas esta frase não aparece entre as transcrições dos diálogos da Apollo 11 com Terra (ver AQUI) o que pode implicar que houve nesta transcrição uma “limpeza” ou que tal conversa… simplesmente não existiu. Segundo Christopher Kraft que foi director da estação de rastreio da NASA em Houston durante as missões Apollo, a parte removida do registo oficial das transcrições da missão Apollo 11 seria esta:

– NElL ARMSTRONG e BUZZ ALDRIN: “Those are giant things. No, no, no …. this is not an optical illusion. No one is going to believe this!”

– MISSION CONTROL (HOUSTON CENTER): “What…what…what? What the hell is happening? What’s wrong with you?”

– ASTRONAUTS: “They’re here under the surface.”

– MISSION CONTROL: “What’s there? Emission interrupted… interference control calling Apollo II.”

– ASTRONAUTS: “We saw some visitors. They were there for awhile, observing the instruments.”

– MISSION CONTROL: ”Repeat your last information.”

– ASTRONAUTS: “I say that there were other spaceships. They’re lined up on the other side of the crater.”

– MISSION CONTROL: “Repeat…repeat!”

– ASTRONAUTS: “Let us sound this orbita ….. In 625 to 5… automatic relay connected… My hands are shaking so badly I can’t do anything. Film it? God, if these damned cameras have picked up anything… what then?”

– MISSION CONTROL: “Have you picked up anything?”

– ASTRONAUTS: “I didn’t have any film at hand. Three shots of the saucers or whatever they were that were ruining the film.”

– MISSION CONTROL: “Control, control here. Are you on your way? Is the uproar with the U.F.O.s. over?

– ASTRONAUTS: “They’ve landed there. There they are and they are watching us.”

– MISSION CONTROL: “The mirrors, the mirrors…have you set them up?”

– ASTRONAUTS: “Yes, they’re in the right place. But whoever made those space ships surely can come tomorrow and remove them. Over and out.” (ver AQUI)

Kraft explica esta contradição entre o relato oficial da Apollo 11 e este extracto porque o diálogo teria sido travado numa frequência secreta e durante os dois minutos de interrupção nas transmissões públicas. Obviamente, a única referência a esta “frequência secreta” só pode ser ligada em locais ou publicações mais ou menos ligadas à investigação do fenómeno OVNI… Por outro lado, estas declarações de Kraft também não puderam ser confirmadas e ainda que repetidas em vários locais, não encontrei nenhuma referência do próprio admitindo tê-las alguma vez produzido… Será mais um hoax? Francamente é mais do que provável que existisse mesmo uma “frequência secreta” de comunicações entre as missões lunares e Houston, em pleno contexto de Guerra Fria e apenas pela simples necessidade de manter algum tipo de comunicações escudada da interferência pública, parece plausível. Muito mesmo… Mas deveremos então também tomar como credíveis estas citações? Não creio… Aldrin admitiu o primeiro encontro, publicamente e por várias vezes. Porque omitiria assim o segundo? Simplesmente, não faz sentido, e estaremos provavelmente apenas perante mais um episódio mítico, um constructo, ou seja, um mito produzido pela máquina que alimenta e que se alimenta do fenómeno OVNI…

De qualquer modo, fica o primeiro relato. Muito credível e fundamentado e provávelmente uma das melhores provas de que… Existe alguma coisa lá fora…

Bem, meio a despropósito, mas aqui fica um filme que alude de uma forma satírica à posição daqueles que acreditam num “Moon Hoax”, isto é, de que todas as missões Apollo foram orquestradas em Estúdio:

Não é a minha posição, mas que existem algumas fotografias estranhas… Existem. Não há como negar e um dia ainda hei-de voltar a esta questão…

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Hoax: Os “OVNI” do Haiti e da República Dominicana expostos…

Percorrem o Yout Tube algumas das mais espantosas imagens de discos voadores jamais vistas… Em particular, algumas delas foram aqui mencionadas pela primeira vez pelo Golani, revelando um cepticismo que se sabe hoje… era completamente fundamentado.

As sequências de video, de uma qualidade gráfica nunca antes vista em filmes idênticos (e por isso mesmo altamente suspeitas) teriam sido captadas supostamente no Haiti e na República Dominicana por um turista aí passando as suas férias. Desde logo, a primeira localização expunha outra inconsistência … Quantos turistas estarão hoje a passar férias na turbulenta República do Haiti, a qual se mantêm com uma aparência de mínima normalidade graças à presença de uma força militar brasileira de mais de mil homens?

Os videos em questão foram concebidos de forma a aparentarem ser videos caseiros, recolhidos numa normal câmara de video, nas mãos de um turista, tão improvável como anónimo. Os videos foram colocados no You Tube a partir de duas contas distintas (Barzolf814 e Ladavel1969) e revelam a evolução aérea de engenhos aparentemente alienígenas com um enorme detalhe, mas passando sobre folhas de árvore, com exclamações de alguém espantado pela aparição e até cães latindo… A imagem é instável, como deveria ser tivesse sido captada por uma pequena câmara portátil…

Outra séria inconsistência nestes videos, é o facto de tão espantosas capturas de imagem não terem sido acompanhadas por notícias sobre os ditos avistamentos… Nem um artigo, nem uma peça televisiva, nada. Quem os captou, não os apresentou a nenhum canal de televisão, não procurou comercializar tão espantosas imagens, nada. Limitou-se a colocá-las no You Tube… Suspeito…

As próprias imagens – ainda que geralmente bem concebidas e muito realistas – não são livres de erros… As árvores são demasiado parecidas, e de facto, parecem simples copy-paste feito a partir de uma imagem original… Alguns dos comentadores das imagens, pararam o primeiro filme frame a frame e descobriam que duas das árvores eram completamente idênticas, até nos menores detalhes…

Por fim, o jornal “Los Angeles Times” esclareceu completamente a questão… Pela forma mais simples, como sempre deve ser feito… Contactando todos aqueles que tinham colocado e comentados os videos no You Tube… Depois de muita volta e falsas partidas o jornalista David Sarno conseguiu contactar o autor original dos filmes, um tal de “Barzolf814” um animador profissional francês, anónimo, de 25 anos. O artista teria consumido 17 horas de trabalho a conceber os dois videos usando um MacBook Pro e várias ferramentas de animação 3-D, como o Vue 6. Os dois filmes teriam sido realizados como pesquisa para um projecto de uma empresa cinematográfica francesa, a Partizan… Como aliás, se pode ver na homepage da empresa! (ver AQUI). O filme, uma comédia estaria ainda em pós-produção e aborda uma das maiores falsificações sobre OVNIs da História dos EUA… Aliás, a Partizan já não resguarda o nome do realizador… Admite agora tratar-se de David Nicolas (ver AQUI) e que as imagens seriam parte desse filme.

Barzolff AKA David Nicolas admite ter colocado os videos no You Tube para testar e como uma “experiência sociológica”, mas que de facto a nós nos parece ter sido um mero exercício da nova disciplina de “Marketing Viral” que agora está a tornar-se uma espécie de uma moda (ver o artigo do Quintus sobre a “Subservient Chicken” (ver AQUI)

Fonte: LA Times

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Foi esclarecido o mistério das luzes lunares? (TLP)

(Fotografia rara de um TLP tirada em 1953 in http://www.space.com)

Um dos mais intrigantes mistérios da astronomia têm sido aqueles fenómenos que são observados por vezes na Lua e que são conhecidos pela designação inglesa de TLP Transient Lunar Phenomena”). Observados desde pelo menos o século XVIII, consistem em clarões súbitos de luz na superfície lunar. Durante séculos, os astrónomos procuraram explicações prosaicas, como turbulência na atmosfera terrestre, ilusões de óptica e até causas psicológicas. Até agora… Um estudo da Columbia University dirigido pelo astrónomo Arin Crotts identificou uma correlação entre estes avistamentos e os locais
onde a Apollo 15 e a sonda Lunar Prospector identificaram gases sendo libertados da superfície lunar… Sobretudo na cratera Aristarco (50% dos avistamentos) , Platão (15%) e em algumas outras…

Os investigadores acreditam que o fenómeno das luzes lunares são uma expressão da libertação de radão e argon do interior da Lua e produzidos pelo decaímento radioactivo do Urânio 238 e do Potássio 40 da crosta lunar. Tremores de terra lunares e uma provável actividade vulcânica de algum tipo podem então explicar este fenómeno… Algo que a sonda japonesa Selene, a lançar em 2008 poderá esclarecer. De qualquer modo, a minha tese favorita, de que estaríamos perante a actividade de… bases espaciais alienígenas na Lua sofre um certo revez… Embora no lado oculto da Lua… Quem sabe? (ver AQUI)

Fonte: Space.com

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