Olivença

O alcaide espanhol de Olivença quer organizar um espectáculo “comemorando” a invasão

Concelhos de Olivença (http://www.mapadeportugal.net)

Concelhos de Olivença (http://www.mapadeportugal.net)

Existe em Portugal uma estranha amnésia coletiva quanto à ocupação de uma parcela muito significativa do nosso território por parte de uma potência estratégia: essa parcela são os concelhos de Olivença e essa potência é Espanha.

A amnésia coletiva foi contudo recentemente questionada quando o alcaide espanhol de Olivença decidiu realizar uma “comemoração” da invasão de 1801 dos concelhos de Olivença. A questão esteve quase completamente ausente do Parlamento até que o alcaide espanhol de Olivença (do PP espanhol) decidiu lançar a provocação contra Portugal e agora seis deputados do PS (Maria de Belém Roseira, Alberto Martins, Basílio Horta, Paulo Pisco, Laurentino Dias e Gabriela Canavilhas) pediram a Paulo Portas que faça o que estiver ao seu alcance para impedir a realização dessa provocação gratuita.

Esta provocação espanhola sucede precisamente após o PP ter assumido a gestão da autarquia e uma das primeiras decisões do novo executivo foi a de organizar uma megaprodução reconstituindo a “Guerra das Laranjas”. Esta aparente grande prioridade do PP vai encenar durante 18 dias a invasão espanhola e a derrota portuguesa.

Não nos espantaria contudo se este apelo não fosse ouvido por Portas. Se o PP espanhol em Olivença começou o seu “governo” escolhendo como prioridade humilhar Portugal e se Paulo Portas escolheu também – numa das suas primeiras decisões – bloquear a entrada como observador consultivo na CPLP de uma associação cultural galega apenas para agradar ao… PP espanhol, então não nos parece que Paulo Portas oiça este apelo.

De qualquer modo, Portugal tem o Dever e o Direito de se insurgir contra mais esta afronta espanhola e de fazer renascer a exigência de uma solução para o problema de Olivença.

Entretanto já assinou ESTA petição?

Fonte:
http://www.publico.pt/Pol%EDtica/ps-reabre-polemica-de-olivenca-por-causa-da-guerra-das-laranjas-1534448

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Categories: História, Olivença, Portugal | 6 comentários

A César o que é de César

(Sonho que tive: os espanholistas deixaram de exigir Gibraltar aos ingleses e entregaram Ceuta e Melilla aos marroquinos. Então deixei de lhes exigir Olivença.)

Partilho a realidade:

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

*Divulgação

Petição «O Estatuto Jurídico de Olivença»

Numa iniciativa original de alguns apoiantes da Causa de Olivença, encontra-se em subscrição pública, «on-line», uma petição aos candidatos ao Parlamento Europeu. Pode consultar e subscrever em: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N53

Lx., 27-05-2009

SI/GAO.

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Olivença, 208 anos…

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org
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Divulgação 05-2009

«Problema ibérico: A integração do Estado português, pela reintegração de Olivença».
(Fernando Pessoa)

PORTUGUESES DE OLIVENÇA: 208 ANOS DE SEQUESTRO POLÍTICO E CULTURAL!

Em 20 de Maio de 1801, Olivença foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam hoje 208 anos.
Teve início e prossegue desde então a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a Cultura portuguesa.
Escondeu-se aos oliventinos a sua História, amesquinhou-se a sua Cultura, castelhanizaram-se os nomes, menorizou-se a Língua portuguesa.
O processo de colonização e aculturação espanholizante, encontrando a resistência surda das gentes oliventinas, continuou até aos nossos dias.
Portugal e a Cultura portuguesa defrontam-se com a perda e o sequestro de uma parte de si. A Língua de Camões – a Pátria de Fernando Pessoa! – encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.
Em contraponto, também hoje, comemora-se o sétimo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo, os Timorenses reencontraram a sua identidade cultural e política.
Sinal e esperança de que também Olivença obterá Justiça, resgatando a sua História e dignificando a consigna que de Portugal recebeu: «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença»!

Contra o silêncio, um passo por Olivença!

Lx., 20 de Maio de 2009.

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Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2009

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Divulgação 04-2009

Saiu o Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2009, disponível para consulta em:
http://www.olivenca.org/boletins/Bol_GAO_200905.pdf

Lx., 11-05-2009.

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OLIVENÇA NA IMPRENSA BRITÂNICA

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Grupo dos Amigos de Olivençawww.olivenca.org

Divulgação 03-2009

Daniel Hannan, político, escritor e jornalista inglês, com vasta obra publicada sobre política europeia, debruçou-se agora, com saber e perspicácia, sobre a Questão de Olivença em artigo no Telegraph, cuja tradução para português se transcreve (segue-se o original em inglês).
http://blogs.telegraph.co.uk/daniel_hannan/blog/2009/03/13/if_spain_wants_gibraltar_when_is_it_planning_to_give_up_olivena

SE A ESPANHA QUER GIBRALTAR, QUANDO TENCIONA DEVOLVER OLIVENÇA?

Daniel Hanan

E se tivesse sido ao contrário? E se a Espanha tivesse tomado um pedaçode território de alguém, forçado a nação derrotada a cedê-lo num tratadosubsequente, e o mantivesse ligado a si? Comportar-se-ia Madrid como querque a Grã-Bretanha se comporte em relação a Gibraltar? Ni pensarlo! Como é que eu posso estar tão certo disso? Exactamente porque existe umcaso assim. Em 1801, a França e a Espanha, então aliadas, exigiram quePortugal abandonasse a sua amizade tradicional com a Inglaterra e fechasseos seus portos aos navios britânicos. Os portugueses recusaram firmemente,na sequência do que Bonaparte e os seus confederados espanhóis marcharamsobre o pequeno reino. Portugal foi vencido, e, pelo Tratado de Badajoz,obrigado a abandonar a cidade de Olivença, na margem esquerda do Guadiana. Quando Bonaparte foi finalmente vencido, as Potências europeiasreuniram-se no Congresso de Viena de Áustria para estabelecer um mapalógico das fronteiras europeias. O Tratado daí saído exigiu um regresso àfronteira hispano-portuguesa (ou, se se preferir, Luso-espanhola) anteriora 1801. A Espanha, após alguma hesitação, finalmente assinou o mesmo em1817. Mas nada fez para devolver Olivença. Pelo contrário, trabalhouarduamente para extirpar a cultura portuguesa na região, primeiro proibindoo ensino do Português, depois banindo abertamente o uso da língua. Portugal nunca deixou de reclamar Olivença, apesar de não se termovimentado para forçar esse resultado (ameaçou hipoteticamente com a ideiade ocupar a cidade durante a Guerra Civil de Espanha, mas finalmenterecuou). Embora os mapas portugueses continuem a mostrar uma fronteira pormarcar em Olivença, a disputa não tem sido colocada na ordem do dia nocontexto das excelentes relações entre Lisboa e Madrid. Agora vamos analisar os paralelismos com Gibraltar. Gibraltar foicedida à Grã-Bretanha pelo Tratado de Utrecht (1713), tal como Olivença foicedida à Espanha pelo Tratado de Badajoz (1801). Em ambos os casos, o paísderrotado pode reclamar com razões que assinou debaixo de coacção, mas éisto que acontece sempre em acordos de paz. A Espanha protesta que algumas das disposições do Tratado de Utrechtforam violadas; que a Grã-Bretanha expandiu a fronteira para além do quefora estipulado primitivamente; que implementou uma legislação deauto-determinação local em Gibraltar que abertamente é incompatível com ajurisdição britânica especificada pelo Tratado; e (ainda que este aspectoseja raramente citado) que fracassou por não conseguir evitar a instalaçãode Judeus e Muçulmanos no Rochedo. Com quanta muito mais força podePortugal argumentar que o Tratado de Badajoz foi derrogado. Foi anulado em1807 quando, em violação do que nele se estipulava, as tropas francesas eespanholas marcharam por Portugal adentro na Guerra Peninsular. Alguns anosmais tarde, foi ultrapassado pelo Tratado de Viena. Certamente, a Espanha pode razoavelmente objectar que, apesar dospequenos detalhes legais, a população de Olivença é leal à Coroa Espanhola.Ainda que o problema nunca tenha passado pelo teste de um referendo, parececom certeza que a maioria dos residentes se sente feliz como está. A línguaportuguesa quase morreu excepto entre os mais velhos. A cidade (Olivenza emespanhol) é a sede de um dos mais importantes festivais tauromáquicos daépoca, atrai castas e matadores muito para além dos sonhos de qualquerpueblo de tamanho similar. A lei portuguesa significaria o fim da touradade estilo espanhol e um regresso à obscuridade provinciana. Tenho a certeza que os meus leitores entendem aonde tudo isto vailevar. Este “blog” sempre fez da causa da auto-determinação a sua própriacausa. A reclamação do direito a Olivença (e a Ceuta e Melilla), por partede Espanha, assenta no argumento rudimentar de que as populações láresidentes querem ser espanholas.Mas o mesmo princípio certamente se aplica a Gibraltar, cujos habitantes,em 2002, votaram (17 900 votos contra 187!!!) no sentido de permanecerdebaixo de soberania britânica. A Grã-Bretanha, a propósito, tem todo o direito de estabelecer conexõesentre os dois litígios. A única razão por que os portugueses perderamOlivença foi porque honraram os termos da sua aliança connosco. Eles são osnossos mais antigos e confiáveis aliados, tendo lutado ao nosso ladodurante 700 anos – mais recentemente, com custos terríveis, quando entraramna Primeira Guerra Mundial por causa da nossa segurança. O nosso Tratado dealiança e amizade de 1810 explicitamente compromete a Grã-Bretamha nosentido de trabalhar para a devolução de Olivença a Portugal. A minha verdadeira intenção, todavia, é a de defender que estesproblemas não devem prejudicar as boas relações entre os litigantes rivais.Enquanto Portugal não mostra intenção de renunciar à sua reclamação formalem relação a Olivença, aceita que, enquanto as populações locais quiserempermanecer espanholas, não há forma de colocar o tema na ordem do dia. Nãoserá muito de esperar que a Espanha tome um atitude semelhante vis-a-visGibraltar. Uma vez que este texto certamente atrairá alguns comentários algoexcêntricos de espanhóis, devo clarificar previamente, para que fiqueregistado, que não é provável que estes encontrem facilmente um hispanófilomais convicto de que eu. Eu gosto de tudo o que respeita ao vosso país: oseu povo, as suas festas, a sua cozinha, a sua música, a sua literatura, asua fiesta nacional. Amanhã à noite, encontrar-me-ão no Sadler´s Wells,elevado até um lugar mais nobre e mais sublime pela voz de Estrlla Morente. Acreditem em mim, señores, nada tenho de pessoal contra vós: o problemaé que não podem pretender ter uma coisa e o seu contrário.

(trad. C. Luna)

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«Jornadas sobre o Português Oliventino»

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Divulgação 02-2009

As «Jornadas sobre o Português Oliventino», realizadas no passado dia 28-02-2009 em Olivença, constituíram uma notável manifestação dos oliventinos na defesa das suas tradições e da sua língua, e demonstraram a vontade e determinação das gerações mais novas em preservar a sua identidade e a sua cultura.
Congratulamo-nos com a oportunidade de testemunharmos um momento novo na afirmação de Olivença.
Estão de Parabéns, ao terem organizado e levado por diante as «Jornadas», os Oliventinos de Além Guadiana!

[ Para melhor conhecimento, consulte-se:
. http://alemguadiana.blogs.sapo.pt
. www.alemguadiana.com
. http://www.youtube.com/user/alemguadiana
. alemguadiana@hotmail.com ]

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As turmas de português em Olivenza e Almendral (Badajoz): Jornada para todos em Olivença. Participe.

As turmas de português em Olivenza e Almendral (Badajoz): Jornada para todos em Olivença. Participe.

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«Jornadas sobre o Português Oliventino»

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Por iniciativa da Associação Além Guadiana realizam-se no próximo dia 28 de Fevereiro, em Olivença, as Jornadas sobre o Português Oliventino, numa assinalável demonstração do interesse dos oliventinos na preservação da sua Língua, da sua Cultura e da sua Identidade.

Sábado, 28 de Febrero de 2009

09:30 h. Inscrição de participantes e entrega de documentação

10:00 h. Inauguração

Guillermo Fernández Vara. Presidente da Junta da Extremadura.
Manuel Cayado Rodríguez. Presidente da Câmara Municipal de Olivença.
Joaquín Fuentes Becerra. Presidente da Associação “Além Guadiana”.

10:30 h. Pausa para café

11:00 h. Juan Carrasco González. Catedrático de Língua e Literatura
Portuguesas e Diretor do Departamento de Línguas Modernas e Literatura Comparada da Universidade da Extremadura.
Olivenza y las variedades linguísticas de la frontera extremeña.

11:40 h. Eduardo J. Ruiz Viéytez. Director do Instituto de Direitos Humanos da Universidade de Deusto e Consultor Externo do Conselho da Europa.
A importancia das linguas minoritarias na Europa e o papel do Conselho da Europa.

12:20 h. Lígia Freire Borges. Leitora do Instituto Camões na Universidade da Extremadura. A língua portuguesa no mundo com o Instituto Camões.

12:45 h. 1ª Mesa Redonda: O português de Olivença.

Manuel Jesús Sánchez Fernández. Licenciado em Filologia.
O nosso português não tem futuro.

Servando Rodríguez Franco. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses.
Alterações na toponimia de Olivença.

José António A. Meia Canada. Falante de português oliventino.
Testemunhos do nosso português.

14:00 h. Intervalo

16:30 h. 2ª Mesa Redonda: Características e situação de outras línguas e dialetos minoritários.

Domingo Frades Gaspar. Presidente da Asociación Fala i Cultura e membro da Real Academia Galega.
La fala del valle del Eljas.

Doutor José Gargallo Gil. Professor de Filologia Românica na Universidade de Barcelona.
Fronteiras e enclaves na Península Ibérica.

Manuela Barros Ferreira. Doutora em linguística pela Universidade de Lisboa.
O mirandês, língua de fronteira.

Isabel Sabino. Vereadora da Câmara Municipal de Barrancos.
Traços do barranquenho e ações de proteção ou promoção.

18:00 h. Projeção de um documentário a cargo de Mila Gritos sobre o português em Olivença.

18:30 h. Fim da jornada.

Lugar: Sala de Atos do Convento de São João de Deus.
Inscrições (gratuitas): Através do nosso correio eletrónico (alemguadiana@hotmail.com), ou in situ, no dia da jornada.
Expedir-se-ão certificados de assistência a quem o solicitar.

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UM PROBLEMA LUSÓFONO FALADO NO CONSELHO DA EUROPA

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O Conselho da Europa, através do seu Comité de “Especialistas”, referiu, em Estrasburgo, no dia 11 de Dezembro de 2008, e pela primeira vez, a situação da Língua Portuguesa em Olivença e Táliga. O Comité começa por declarar que recebeu, principalmente, por parte da Associação (oliventina) Além-Guadiana, informações pouco satisfatórias sobre a situação actual do Português na região. Acentua ser do seu conhecimento ser a Língua Lusa o idioma da região desde o Século XIII, e que não lhe parece correcto que o Português seja ensinado no território dos dois Concelhos, no que só pode ser interpretado como um apelo, no mínimo, a uma situação de co-oficialidade das línguas castelhana e portuguesa.
É a primeira vez que o Comité do Conselho da Europa se pronuncia sobre este problema.
E, mais, faz um apelo no sentido de as autoridades (espanholas) esclarecerem a questão (da negligência da língua autóctone, o Português), colaborando com a já referida associação oliventina (Além-Guadiana), para que a situação se modifique. e isto sem que se aborde nada sobre eventuais discussões de soberania, o que, à partida, evita divisões opinativas desnecessárias. Aliás, este Comité não se “mete”, digamos assim, em tal tipo de problemáticas.
É com alguma espectativa que se aguardam reacções de alguns intelectuais, órgãos de informação, e, por que não, entidades estatais portugueses, perante esta chamada de atenção (digamos assim) para este problema que respeita a toda a Lusofonia (tão defendida em discursos oficiais e politicamente correctos), provinda de uma Instituição europeia e supra-estatatal.

Parabéns à Cultura Portuguesa de Olivença!

Estremoz, 16 de Dezembro de 2008
Carlos Eduardo da Cruz Luna

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Sobre o português como segundo idioma na Extremadura


“O presidente do Governo da Extremadura espanhola, Guilhermino Vara, anunciou que o português será o segundo idioma na sua região a partir do próximo ano letivo”

Correio da Manhã, 28-11-08

A par da Galiza e da Catalunha, onde existem grandes potencialidades a explorar quanto a uma aproximação política e económica que seja percursora da “federação de Estados autónomos” sonhada pelo professor Agostinho da Silva, eis a Extremadura como um outro potencial pólo de desenvolvimento desta federação ibérica… Não tanto a união ibérica a que Saramago recentemente aludiu e que se fosse concretizada se haveria de esgotar rapidamente num modelo em que Madrid e Castela assumiam um papel dominante e imperialista, mas uma federação conduzida a partir do exemplo da reunião entre a Galiza e Portugal, prolongada depois até à Catalunha (onde existe uma corrente pró-portuguesa com algum impacto) e depois até à Extremadura e ao País Basco.

Que esta colocação da língua portuguesa como o segundo idioma na Extremadura seja percursora desta federação e que Olivença – inserida na Extremadura – e onde ainda hoje em dia, depois de 50 anos de repressão cultural e linguística franquista e madrilena, o português ainda falado por perto de 70 por cento da população, possa desta forma regressar ao seio da Lusofonia.

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No próximo fim-de-semana a Cultura Portuguesa marca presença forte em Olivença

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Nota Informativa

No próximo fim-de-semana a Cultura Portuguesa marca presença forte em Olivença.

Numa promoção conjunta da associação oliventina “Além Guadiana” e da associação eborense “Do Imaginário”, com a colaboração do Gabinete de Iniciativas Trans-fronteiriças, da Santa Casa da Misericórdia e da Câmara Municipal, Olivença acolherá nos dias 13 e 14 de Dezembro, o programa cultural “Lusosonias”.
Conforme se pode ler no blogue da “Além Guadiana”, este programa pretende fomentar o intercâmbio cultural e aproximar Olivença à tradição musical portuguesa, unindo transmissão oral, animação de rua e sons de Portugal, num espaço de vincado carácter visual e musical».

Do programa destaca-se:
Sábado, às 12:00 h., animação de rua pelos “Gigabombos”, gigantes e cabeçudos acompanhados de uma banda de tambores e gaitas.
Sábado, às 20:00 h., e domingo, às 13:15 h., o trio musical “Sons do Vagar” interpretará ambientes musicais do Alentejo e o grupo coral feminino “Vozes do Imaginário” percorrerá as polifonias tradicionais portuguesas do Minho ao Algarve.
Ambos os concertos terão lugar na capela da Santa Casa da Misericórdia, instituição de origem portuguesa que este ano celebra o seu 507.º aniversário.

No entender da associação “Além Guadiana” este programa cultural constitui uma maneira de vitalizar a herança portuguesa de Olivença, manifestada no seus monumentos, língua e tradições.

Pode conhecer-se melhor na página www.alemguadiana.com e no blogue http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/34303.html .

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Texto que nos chegou…

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Viva o 1.º de Dezembro!

No próximo 1.º de Dezembro comemoram-se 368 anos da Restauração da Independência.
Logo em 5 de Dezembro de 1640, Olivença, assim que lhe chegaram notícias da revolta, repudiou o domínio filipino e fez jus à divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA!

Ocupada militarmente em 1801, desde então sob administração espanhola e forçadamente separada das demais terras portuguesas, Olivença constitui alerta eloquente para todos aqueles que querem um Portugal verdadeiramente livre e independente.

Lembrando a NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA, e apelando à participação cívica de todos na defesa da sua portugalidade, o Grupo dos Amigos de Olivença participará como habitualmente nas comemorações públicas do Dia da Restauração.

Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Olivença que se concentrará, no dia 1.º de Dezembro, às 15:30 horas, frente à Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerimónias oficiais que terão lugar às 16:00 horas, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

Para Lembrar e Reencontrar Olivença!

Lx., 23-11-2008.
A Direcção

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