O Código da Vinci

A Índia está a desenvolver uma versão para submarinos do seu míssil intercontinental Agni III


Míssil Agni III numa parada (http://newsimg.bbc.co.uk)

A Índia está a desenvolver uma versão para uso em submarinos do seu míssil intercontinental Agni III. Segundo o director da organização estatal de pesquisa DRD: “Os cientistas da DRDO trabalham actualmente na minituarização dos sistemas do Agni III de forma a que o seu terceiro estádio possa ser instalado num míssil de 16 metros de comprimento mantendo o mesmo payload de 1,5 toneladas.”

O objectivo da Índia é equipar uma pequena frota de submarinos com mísseis nucleares e usá-los numa resposta a um ataque nuclear de que o país seja eventualmente alvo, afirmou o líder da DRDO.

No desenvolvimento do Agni III, a instituição estatal DRDO surge apenas como “líder de projecto”, já que o desenvolvimento e construção dos mísseis está a cargo de 258 empresas privadas que colaboram com 20 laboratórios do DRDO no desenvolvimento do principal míssil estratégico da União Indiana.

Se a Índia conseguir tornar o Agni III num míssil capaz de ser lançado a partir de submarinos, o que pode bem conseguir, já que parece ter finalmente conseguido ultrapassar as dificuldades no desenvolvimento deste míssil (ver AQUI) vai tornar a sua nação efectivamente imune a qualquer aventura islamita vinda do Paquistão e aumentar o grau de defesa da União contra o seu velho e agressivo rival chinês… Infelizmente num mundo, onde o Paquistão nuclear parece efectivamente cada vez mais nas mãos dos radicais islâmicos e onde a China elegeu a expansão do seu poder naval (para o Índico nomeadamente onde têm sido vistos os seus submarinos), urge para a Índia dotar-se de meios que lhe permitam dissuadir qualquer ameaça nuclear que se possa abater contra aquele que devia ser… o maior aliado do Ocidente na região.

Fonte: India-Defence

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Israel concretiza a compra de 2 Submarinos alemães SSK Dolphin


(http://www.keyscorner.com)

Depois de muitas discussões entre representantes do estaleiro alemães da HDW e do governo israelita, a aquisição de dois submarinos SSK Dolphin por Israel, anunciada em Agosto de 2006 (ver AQUI), vai finalmente avançar. Estes submarinos terão equipamento AIP de forma a poderem operar durante mais tempo submersos, numa adaptação do mesmo sistema que opera actualmente outra classe de submarinos da HDW, a U-212.

O custo total do programa deve ascender a 1,27 biliões de dólares, sendo 1/3 da verba proveniente dos cofres do governo alemão, como forma de manter emprego na Alemanha e o estaleiro em actividade.

Estes dois submarinos AIP vão alargar em muito a capacidade operacional da arma submarina israelita, e serão complementados brevemente pela instalação de um sistema de sonares fixos que deverão alertar Israel em caso de aproximação de uma qualquer ameaça submarina estrangeira.

Fonte: DefenceIndustryDaily

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A empresa israelita Elbit vai equipar os novos EADS C-295 da FAP


EADS C-295 (http://www.defenseindustrydaily.com)

A empresa israelita Elbit Elisra Group ganhou o concurso de fornecimento de “Radar Warning Receivers” (RWR) para os 12 EADS C-295 que irão equipa a FAP substituindo os vetustos Aviocar da CASA nos próximos anos. Três do C-295 serão equipados com um kit completo de defesa electrónica enquanto que os restantes nove receberão apenas a infraestrura montada de forma a poderem receber esse sistema numa fase posterior (isto é, quando houver orçamento…)

Fonte: DefenseIndustryDaily

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A Venezuela vai adquirir até 2011, 600 novos blindados de transporte de tropas

A Venezuela pretende adquirir 600 blindados de transporte de tropas durante os próximos cinco anos. Em opção estão os BMP3 russos ou os “Iguana” da fábrica belga Sabiex. Com esta aquisção, as unidades blindadas ao serviço no exército venezuelano aumentarão em mais do dobro, a partir dos 350 actuais (ver AQUI). Com esta aquisição, completada no mar com os submarinos Amur e no ar com os Sukhoi Su-35, a Venezuela actualiza as suas forças armadas e tornar-se-á numa das forças armadas mais bem equipadas do continente… Mas será que é uma das mais eficientes?…

Fonte: DefesaNet

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Da situação de liderança militar do Brasil na América do Sul e das suas ameaças

Depois de quase dez anos em que a política de Defesa do Brasil primou pela dormência, surgem agora vozes que receiam pela perda de influência do maior país da América do Sul na região mercê do enfraquecimento crescente das suas forças armadas e do fortalecimento crescente e evidente das dos países seus vizinhos…

Actualmente, os planos de reequipamento militar de países como a Venezuela, a Colômbia e o Chile tornam estas nações como adversários mais bem equipados que as forças armadas brasileiras, no ar e no mar. Se perder a liderança militar na região, o Brasil arrisca-se a perder capacidade de obter o lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU que ambiciona e que já devia ser seu por direito económico e demográfico, como adverte o professor Expedito Bastos da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O ambicioso programa de modernização da FAV venezuelana é bem conhecido… Assim como os seus novos 24 Sukhoi Su-30 e a modernização dos F-5 pelo Irão, para além da compra de submarinos russos Amur que por aqui já noticiámos… E a Venezuela mantêm o conflito com a Guiana que por aqui abordámos, mesmo ao lado da Amazónia brasileira…

Mais a Sul, e desta feita, sem ter fronteiras comuns com o Brasil (uma raridade neste continente sul-americano…) o Chile tem mantido um discreto mas igualmente ambicioso programa de rearmamento que inclui novos caças americanos F-16C/D, 3 fragatas Tipo 23 britânicas e 118 blindados Leopard II alemães… E agora, até a Colômbia se junta a esta campanha de rearmento injectando mais de 3,7 biliões de dólares em novos helicópteros e aviões de combate num plano de quatro anos para reforçar as forças que combatem os rebeldes, mas tornando-se também numa das mais importantes forças armadas da região…

Perante isto tudo, e sobretudo perante a atitude cada vez mais autista e financiada de Hugo Chavez, o Brasil deveria assumir a sua posição de líder regional e procurar pelo menos acompanhar estes desenvolvimentos com programas de reequipamento que lhe permitam manter a sua posição no seio da nações sul-americanas ou pelo menos manter a paridade. Sem que seja cumprida esta condição, as justas reinvidicações brasileiras por um assento permanente no CS estarão comprometidas e a nova atitude mais interventiva na cena internacional que o Brasil exprimiu ao liderar a força da ONU no Haiti estará condenada à evaporação…

Fontes:

DefesaNet

Alert.Net

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Os generais russos falam sobre o ataque americano ao Irão


Tor M-1 (http://www.chinadaily.com.cn)

Segundo declarou numa conferência de imprensa o general Yuri Solovyov, o responsável máximo pela Defesa Aérea de Moscovo: “De acordo com as nossas estimativas, o sistema de defesa aérea do Irão é bastante forte.” (…) “As armas do Irão, entre outras fontes, incluindo sistemas anti-aéreos que lhes permitirão combater todos os tipos de aeronaves actualmente em serviço nas forças armadas dos EUA… Além do mais, recordem-se de que os nossos especialistas os treinam desde os tempos soviéticos.”

A Rússia finalizou a entrega de sistemas anti-aéreos Tor-M1 ao Irão, criando uma onda de protestos nos EUA e em Israel, ao que a Rússia responder afirmando que os Tor-M1 eram sistemas de curto alcance e logo, puramente defensivos.

Na mesma conferência de imprensa, o general Sergei Razygrayev, acrescentou “A situação actual é que o lado atacante (os EUA) tem armas mais modernas e poderosas e usufrui de supremacia em quantidade, comparadas com as defesas iranianas. Eles (os americanos) são capazes de criar uma tal superioridade quantitativa que poderão cumprir os seus objectivos, embora também venham a sofrer perdas.” Uma semana antes, o chefe do Estado Maior russo, Yuri Baluyevsky afirmara por seu lado: “Os EUA poderão danificar o potencial industrial e militar do Irão, mas é impossível vencer.”

Questionado sobre as análises e projecções russas sobre este possível ataque, o general Sergei Razygrayev declarou que os peritos militares russos analisaram os padrões de ataques americanos na Jugoslávia e no Iraque e concluiram que qualquer ataque ao Irão deveria começar por procurar suprimir os sistemas de radar iranianos e depois, numa segunda vaga lançar uma onda massiva de mísseis de cruzeiro, avançando só depois, as várias vagas de ataques com aviões convencionais e steatlh.

Os generais russos e os seus serviços de informações começaram por antever para 9 de Abril o ataque dos EUA ao Irão… Depois passaram a data para a segunda metade de Abril… O que se passará? Terá havido um cancelamento do ataque por parte dos EUA devido à captura dos marinheiros britânicos? Terá havido um erro nas fontes russas no Irão, agora que as relações entre a Rússia e o Irão esfriaram devido à redução dramática da colaboração russa no programa nuclear iraniano?

Bem… De qualquer modo, o mês de Abril ainda não chegou ao fim…

Fonte: Reuters

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Mais detalhes do novo projecto da Embraer: O EMB C-390

Embraer C390
(EMB C-390) Obrigado ao Ultramar pela imagem!

A Embraer divulgou mais informações sobre o seu projecto de um avião militar de transporte que referimos AQUI.

O anúncio da Embraer ocorreu na feira de defesa “Latin America Aero e Defence” (LADD) realizada no Rio de Janeiro e consiste no reconhecimento de que existe um estudo da construtora brasileira para a criação de um aparelho, designado de C-390. O avião poderia transportar até 19 toneladas de carga e uma rampa traseira para blindados e desembarque rápido de tropas. Como expõe a imagem digital, o avião poderia receber abastecimento em vôo e a Embraer antevê mesmo uma versão reabastecedora em vôo.

O C-390 deverá ser uma variação do EMB 170/190 e pretende concorrer directamente no segmento dos operadores do popular Lockheed C-130 “Hercules”, uma lista que ascende a 68 países (ver AQUI). A Embraer coloca este aparelho não entre os C-27 Spartan e o C-130J, como indicavam anteriores rumores, mas como um concorrente directo do próprio C-140Jm o sucesso do C-130H “Hercules”. Provavelmente, esta subida de patamar na ambição da empresa brasileira resulta da crescente insatisfação de muitos operadores do novo C-130J e das próprias reservas em relação ao aparelho manifestadas por membros do Governo e da USAF americanas… Sinais desta nova ambição são as intenções de construir um avião com autonomia e velocidades superiore, vantagens que resultam do uso de motores a jacto e não a hélice, como no C-130J, ficando-lhe apenas atrás no que respeita à capacidade de carga, que no C-130 ascende a 33 toneladas, contra apenas 19 no projecto da Embraer…

Tendo em conta a participação da Embraer nas OGMA (Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica) e as necessidades de Portugal de um aparelho que venha substituir a nossa frota de C-130H, não seria do superior interesse estratégico e económico participar na construção e desenvolvimento de um aparelho militar daquela que já é hoje a quarta maior construtora aeronáutica do mundo?

Fonte: O Globo

 

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O AFV “VBTP-MR”, o sucessor do Urutu-3 no Exército Brasileiro

O governo brasileiro decidiu recentemente que uma nova versão do blindado de transporte de tropas concebido em meados da década de oitenta e conhecido como “Urutu” será o próximo veículo blindado de tropas do exército brasileiro.

O novo Urutu será equipado com um sistema electrónico central de controlo de armas e poderá incorporar um conjunto de novos equipamentos externos como torres de armas ou blindagens reactivas e ainda pneus resistentes a projécteis de alto impacto.

O nome completo do novo blindado será VBTP-MR (“Viatura Blindada de Transporte de Pessoal-Médio de Rodas”) e deverá ter os primeiros 16 protótipos entregues até 2012. O AFV terá capacidade anfíbia, uma velocidade de 90 Km/h em estrada, um sistema GPS, visão nocturna e uma metralhadora de 7,62 mm na torre e sensores laser. O Brasil espera adquirir nove versões do VBTP-MR, desde centro de comando, a transporte de tropas (com 11 militares embarcados a lança-mosteiros.

O modelo actual, o Urutu-3 tem sido amplamente utilizado pelo destacamento de 1200 homens que o Brasil possui em Missão de Paz da ONU, no turbulento Haiti, onde tem dado boas provas.

Fonte: DefesaNet

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Da proposta da Embraer para um “EMB190 militarizado” e da substituição dos C130H da FAP


Embraer EMB190 (http://www.letectvi.cz)

A construtora aeronáutica brasileira Embraer prepara a construção de um avião de transporte militar que tenha características entre o C27J da construtora italiana Alenia e o C130J da americana Lockheed. O Director-geral da empresa brasileira Maurício Botelho afirmou recentemente, em Paris:

“Hoje existe um nicho de mercado entre o C27J e o Hércules C130”, e adiantou logo de seguida que a proposta da Embraer seria a construção de um aparelho mais próximo do C130 do que do C27J italiano.

O novo aparelho da Embraer poderia custar até 50 milhões de dólares, um preço relativamente baixo e justificado pelo factor do novo aparelho ser uma variante militar do bem sucedido EMB 190.

Embora o projecto esteja ainda na fase embrionária, além de ser um derivado do EMB190, e logo, um aparelho a reacção de asa alta que incluiria uma rampa traseira de acesso, uma capacidade total de carga de até 19 toneladas e poderia ser apenas uma primeira variante militarizada do EMB190, abrindo-se perspectivas para uma série de outras variantes, desde patrulha navais, reconhecimento e AWACs…

Numa época em que parece inevitável a substituição dos nossos velhínhos, mas muito fiáveis C130H Hercules e dos ainda mais idosos CASA Aviocar… Estes últimos serão substituídos por 7 C295 (versão táctica) e 5 C295 (versão vigilância marítima).

Quanto aos C130H, a voar em Portugal desde a década de 70 (ainda havia bandeiras portuguesas a flutuar no continente africano…) o governo anterior tinha abandonado a participação nacional do caríssimo A400M e substituindo este pela actualização do C130, de nome C130J. Aliás, o A400M era tão caro que se esperava substituir os 6 C130H da frota por apenas 3 A400M, o que significaria uma grande perda de capacidade de transporte.

Estes sinais, como a compra do C295 do consórcio europeu EADS e a entrada da construtora no capital da OGMA poderão fazer alterar a decisão pelos C130J… Especialmente agora que a RAF parece ter suspendido a compra de um segundo lote do aparelho americano e os EUA reduziram as encomendas… O aparelho da Lockheed parece sofrer de uma série de erros de concepção que prejudicaram a imagem de excelência do seu antecessor e que vão desde questões aerodinâmicas com o lançamento de paraquedistas até uma série de outros problemas que fizeram aumentar o coro de critícos ao aparelho nos EUA até níveis quase ensurdecedores (ver AQUI) salvando-se o programa apenas porque… “The Pentagon yesterday abandoned a plan to kill Lockheed Martin Corp.’s C-130J transport plane contract, after determining it would cost almost as much to cancel the program as to complete it.”… Será então este um aparelho à altura das necessidades da FAP? Parece que não… E sendo o A400M um aparelho de transporte reputadamente muito caro (mais de 111 milhões de euros por unidade, como se pode ver AQUI) então porque não levantar os olhos… Aproveitar a participação da Embraer nas nossas OGMA e procurar criar parcerias com o construtor brasileiro para adquirir e construir (ainda que parcialmente) esta novo modelo do EMB190 em Portugal?

Porque… Falta visão?

Fontes:

DefesaNet (1)

DefesaNet (2)

www.sfu.ca

Air Attack

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Ainda sobre o provável ataque dos EUA ao Irão em Abril…


(www.chinadaily.com.cn)

Fontes bem situadas no aparelho de Informações russo têm a certeza de que os EUA estão prestes a terminar a preparação para um ataque ao Irão ainda durante a primeira metade do corrente mês de Abril…

Segundo a fonte – citada pela agência noticiosa russa RIA-Novosti – os EUA já teriam terminado a lista de alvos no solo iraniano e estariam a ensaiar essas operações durante os exercícios que decorrem actualmente nas águas do Golfo Pérsico. A mesma fonte refere que a presença militar dos EUA na região é actualmente tão intensa como era em Março de 2003, aquando da segunda guerra do Iraque e os recentes progressos do programa nuclear iraniano, assim como o recente incidente com os 15 marinheiros britânicos e até a nova Resolução do Conselho de Segurança da ONU defendo uma intensificação das sanções económicas contra o Irão aprovada a semana passada indicam que a probabilidade de um tal ataque é mais intensa do que nunca… Especialmente agora, que a Rússia recuou no seu apoio ao Irão, em resultado das pressões e negociações secretas com os EUA acerca do Escudo Anti-Míssil…

As mesmas fontes aludem a um ataque triplo: aéreo, naval e… terrestre… Da imensa probabilidade de um ataque aéreo dos EUA e do RU ao Irão já falámos aqui abundantemente e até defendemos o mesmo até certo ponto, especialmente se os alvos forem limitados a alvos militares ou ligados ao programa nuclear iraniano. Um ataque pode ser “naval” na medida em que também visa alvos da Marinha Iraniana ou lançamento de mísseis de cruzeiro a partir de vasos de guerra. Mas terrestre? A partir do Iraque ou com desembarques no Sul do Irão? Parece-me extremamente improvável e muito arriscado para o bom sucesso (obrigatório) de um tal ataque…

Fonte: MosNews

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Guiana-Venezuela… Um conflito latente na América do Sul

(Mapa da área territorial da 5ª Divisão de Infantaria do Exército Venezuelano onde se observa à direita metade do território da Guiana como parte integrante do estado Venezuelano in http://www.ejercito.mil.ve/images/quinta_division.gif)

Embora muitos temam a renovada força militar venezuelana e o carácter mais ou menos imprevisível do seu presidente Hugo Chavez, poucos conhecem contudo que a haver um conflito militar envolvendo a Venezuela bolivariana e uma outra nação, este será com toda a probabilidade um conflito contra… a Guiana e não contra os EUA…

O primeiro indício surgiu em 13 de Março de 2006 com a adição de uma oitava estrela à bandeira venezuelana, com a explicação de que seria um tributo à contribuição da província da Guiana na luta da independência venezuelana no século XIX…

Mas simultaneamente o site do exército venezuelano passou a mostrar nos mapas que definem as áreas de responsabilidade de cada uma das suas seis divisões um mapa a verde que surge novo território a Este… ou seja, cerca de metade do território da Guiana… E agora passem o rato sobre o link de cada uma destas divisões de infantaria… sim, o território à esquerda aparece como parte integrante do mapa da Venezuela mas não possuí nenhuma divisão assignada a ele… ainda?

De facto, a Venezuela reclama como seu este território desde 1966, uma reclamação semelhante à Argentina sobre as Malvinas já que também opôs o Reino Unido a uma nação latino-americana… A primeira reclamação formal na ONU surgiu e 1963, reclamando então a Venezuela todos os territórios a oeste do rio Esequibo. A independência da Guiana do Reino Unido em 1966 não aplacou a questão, levando até à ocupação militar de uma ilha fronteiriça pelo exército venezuelano de então, uma ocupação que subsiste até hoje…

Em 2002, uma fragata da marinha venezuelana entrou nas águas territoriais da Guiana, para recuperar um navio de pesca capturado pela guarda costeira da Guiana, no que se lhe opôs o navio patrulha da Guiana “Esequibo” e a fragata, levando esta última a retirar-se sem disparar um tiro…

Se algum dia houver um confronto militar aberto entre os dois países a vantagem venezuelana fará impôr um desfecho certo… dado que os 1600 soldados, 3 patrulhas e zero aviões pouca oposição poderão fazer ao renovado petro-exército venezuelano…

Fonte: DefesaNet

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Tony Blair, as “ameaças” ao Irão e da verdadeira capacidade militar do Reino Unido na actualidade…


(SAS, “Special Air Service” britânicos em treino)

Tony Blair aumentou a escala verbal do discurso britânico sobre a captura dos 15 militares britânicos (oito Royal Marines e sete marinheiros) pelo Irão advertindo a República Islâmica que a questão “entrará numa nova fase” se estes não forem libertados. Actualmente os militares estão a ser interrogados pelos Guardas da Revolução, em Teerão, algo que certamente não será fácil, conforme relatou um outro militar britânico detido em idênticas circusntâncias em 2004 e que disse ter sido vítima de várias humilhações e sido vítima de “execuções simuladas” aquando desses interrogatórios…

Mas admitamos que os militares não são libertados e que são usados como “moeda de troca” para a questão nuclear ou plantados como “escudos humanos” nas instalações nucleares do Irão… Como já aconteceu antes, no Iraque e como muito bem recordou o Golani?… Que opções restam aos britânicos? Eles têm forças para lançarem uma operação de resgate em Teerão? Uma espécie de reedição da famigerada Eagle Claw que em 1980 tentou resgatar os elementos da embaixada americana no Irão que tinham sido detidos em Teerão… Impossível não seria… Mas neste caso sabia-se exactamente onde estavam os americanos (na Embaixada Americana) e agora… Duvido que se saiba o paradeiro destes militares… e o Irão de hoje não é o mesmo de 1980… Tem ao contrário deste uma força aérea operacional e capaz de detectar e enfrentar qualquer missão que os britânicos enviem para os seus céus…

Neste contexto, as ameaças veladas de Tony Blair não produzem grande efeito… É que nem o Irão é a Argentina de Galtieri, nem o Reino Unido de hoje tem as mesmas forças armadas que serviam a senhora Tatcher em 1982… É certo que o Reino Unido tem ainda uma das mais eficientes forças armadas do mundo, e no que respeita à capacidade para projectar forças, está atrás apenas dos EUA, tendo a segunda maior marinha de guerra do mundo… E sobretudo, as suas forças especiais (SAS, sobretudo) são provavelmente as melhores do mundo… Mas terá o Reino Unido a vontade para resgatar os seus militares? Provavelmente, ninguém quererá arriscar uma operação de salvamento no contexto do aumento do preço do petróleo e do agravamento constante da situação no Iraque… E assim sendo… Este verbo de Blair… Arrisca-se a não passar de um suave arrufo infértil e estéril…

Em 28 de Março, o Reino Unido revelou fotografias e dados de navegação que indicam que o grupo de 15 militares estavam 1,7 milhas náuticas dentro das águas territoriais iraquinas. Estranhamente, o Irão revelou duas coordenadas diferentes, sendo que as primeiras colocavam o sucedido precisamente em águas iraquianas, um “erro” que foi depois corrigido, no segundo conjunto de coordenadas enviado aos britânicos, afirmando agora que os britânicos foram capturados quando estavam 500 metros dentro das águas territoriais iranianas. Sabe-se também agora que os militares britânicos foram capturados com dois barcos insufláveis e que tinham acabado de abordar um navio de bandeira indiana suspeito de transportar carros roubados para o Irão.

Fonte: Público

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15militares britânicos capturados no Irão… Em que circunstâncias? (versão editada)


“Combat Support Boat” britânico

O Irão capturou 3 embarcações e 15 militares britânicos, naquilo que classificou como “uma incursão” nas suas águas territoriais. Ao que se diz, os militares foram capturados numa intercepção a um cargueiro iraniano que estaria a contrabandear automóveis roubados no Iraque, levando-os para os seus receptadores, no Irão.

O que parece certo é que a pequena flotilha britânica foi capturada em águas iranianas…

O grupo eram composto por três embarcações, dois “Boston Whalers” eum “British Army Combat Support Boat”, desarmados, mas transportando soldados com armamento pessoal completo. Se os britânicos foram capturados em missão de treino ou de intercepção é incerto… Mas é certo que esta captura de militares britânicos, altamente treinados e bem armados, aparentemente sem terem oferecido qualquer resistência e sem terem sequer tentado escapar de volta para águas iraquianas é estranha… Porque se renderam estes soldados sem disparar um só tiro nem terem tentado escapar? E não tinham consigo mapas e sistemas de GPS capazes de lhes dizer em que país estavam?…

Ou será que…

Foram capturados bem no interior do território iraniano, e cercados aqui por forças muito superiores que lhes cortaram a retirada e os forçaram a uma rendição silenciosa?

E se assim foi… O que estariam a fazer estes militares britânicos numa operação nem no interior do território iraniano? A preparar a esperada operação que os EUA e o RU se preparam para desencadear contra a República Islâmica em Abril?…

 

Fonte:

BBC

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Depois de 200 anos de serviços exemplares, os Gurkhas do Exército Britânico conseguem direitos idênticos aos dos seus companheiros britânicos


Soldado Gurkha em operações no Afeganistão (http://www.army.mod.uk)

Finalmente, depois de séculos de serviços prestados à Coroa Britânica e tantas vezes recompensados apenas com o sangue e as vidas derramadas, os soldados Gurkhas conseguiram obter do Governo de Sua Magestade pensões e direitos de Férias idênticos às dos restantes militares das forças britânicas.

O processo começou há dois anos, sob pressão de associações Gurkhas no Nepal, de onde são oriundos estes famosos e eficientes mercenários do Exército Britânico, o Ministério da Defesa do Reino Unido cedeu nas posições anteriores que defendiam que os Gurkhas que regressavam ao seu país natal deviam seguir os padrões de vida locais no que concerne ao níel das suas pensões. Mas o argumento começou a cair por terra porque a maioria dos soldados Gurkhas que se retiram ficam no Reino Unido e nunca mais regressam ao Nepal, tendo que sobreviver no Reino Unido com uma pensão que é… Seis vezes inferior à dos seus congéneres britânicos…

Infelizmente, a medida não vai englobar os 22 mil Gurkhas que já se retiraram do serviço activo e que vivem no Reino Unido, mas com pensões compatíveis apenas com o nível de vida no Nepal…

Existem actualmente 3400 soldados Gurkhas ao serviço do Exército Britânico reunidos na Brigada Gurkha actualmente cumprindo missões no Afeganistão e que resultam de uma das selecções mais exigentes de todo o mundo… Todos os anos 28.000 jovens nepaleses concorrem e apenas 200 são escolhidos através de um conjunto de provas físicas extremamente exigentes, mas que produzem um dos corpos militares mais eficientes do mundo com provas dadas na Guerra das Falklands e mais recentemente durante as operações de pacificação em Timor Leste, após a Independência.

Fontes:

BBC Online

Times Online

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A Índia vai substituir os seus MiG-21 por novos aparelhos… F/A-18, F-16 ou… MiG-35?


MiG-35 (http://www.defesanet.com.br)

A Índia anunciou que vai gastar até 10 biliões de dólares na aquisição de 40 caças Sukhoi-30 à Rússia e na de outros aparelhos, com o objectivo de substituir os MiG-21 ainda em operação na força aérea do país. Esta verba vai permitir a aquisição de um total de 126 aviões, que além destes Su-30 russos, poderão ser aparelhos de outras origens, desde os EUA até à Suécia.

Sabe-se que os russos exibiram na Feira de aviação de Bangalore, caças MiG-35 (uma versão modernizada do MiG-29) e os americanos os seus F-16 e F/A-18. E estas são as três opções que parecem melhor posicionadas actualmente, com vantagem dos russos, já que os MiG-29 já constam do inventário indiano, ao contrário de aparelhos americanos, que estão completamente ausentes aqui… E que a Índia conseguiu recentemente a licença para produzir na HAL os motores RD-33 series 3 usados pelo MiG-29 e pela variante de empuxo vectorial MiG-35…

Sabe-se também que a Índia vai participar no Project PAK, de desenvolvimento de um caça de quinta geração, o mesmo que alguns defendem que deverá também receber participação brasileira, via Embraer…

De qualquer modo, os indianos foram mais sensatos que o ministério da defesa brasileiro… Também seduzidos com as propostas francesas para oferecer uma versão modernizada do Mirage 2000 (o 2000V5), a Índia recusou e isto apesar de já operar 40 Mirage 2000D e estes poderem ser actualizados para este novo padrão…

Fontes:

Airway.uol.com.br

DefenseIndustryDaily

Segurança e Defesa

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A Dissuasão submarina Venezuelana: 11 Submarinos… A maior frota de submersíveis da América Latina


(Submarino russo Amur: http://www.admship.ru)

Em 2012, a Venezuela terá a mais numerosa frota de submarinos da América Latina e, certamente, uma das mais modernas do mundo. O plano deverá dotar a marinha venezuelana de 11 submarinos, dos quais 9 submarinos modernos e os restantes dois, modernizados.

O custo total deste programa de modernização ascenda a mais de 3 biliões de dólares, o que dá bem a medida das ambições venezuelanas…

A Venezuela ainda não escolheu o modelo de submarino em que vai basear esta força. Os concorrentes são actualmente o modelo alemão IKL-214 (o mesmo que o Brasil seleccionou), o franco-espanhol Scorpene (que esteve em análise em Portugal) ou o russo Amur, que parece ser a escolha mais provável.

O Amur, pode disparar até 4 mísseis de cruzeiro com um alcance de 300 Km e transportar até 10 mísseis tácticos ou anti-aéreos, para além de 18 torpedos. O Amur tem um casco capaz de deflectir os sinais de sonar, o que o torna num dos primeiros submarinos Stealth do mundo e a escolha mais acertada para Chávez…

Este reforço vai aumentar exponencialmente as capacidades da marinha venezuelana, que actualmente opera apenas dois IKL-209 (que estão actualmente em manutenção). Com 11 submarinos, dos quais 9 modernos, stealth e com AIP, a Venezuela torna-se uma ameaça efectiva a qualquer operação militar que os EUA queiram desempenha na região, ou contra si, como se suspeita que está planeado nos gabinetes de Washingtom desde há muito tempo… 9 AMUR são uma ameaça demasiado sério aos grande porta-aviões que os EUA usam sempre como coração das suas operações aeronavais no exterior e provavelmente bastarão para dissuadir qualquer actividade do género… Neste contexto, ainda que caros, são provavelmente um bom investimento… E mais baratos do que seguir o exemplo norte coreano ou iraniano de dotar o país de armas nucleares…

Fonte: DefesaNet

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A África do Sul recebe a 3ª de 4 corvetas stealth alemãs


(http://www.ports.co.za)

A África do Sul recebeu a terceira de quatro corvetas Stealth alemãs Meko A-220AN, de nome SAS Spioenkop, construídas nos estaleiros alemães da Blohm & Voss. A corveta vai cumprir missões de apoio a forças de paz, patrulhamento, missões diplomáticas e particiar em exércicios navais. Estes navios tornam a marinha da África do Sul numa das mais modernas do hemisfério sul, ultrapassada apenas pela marinha australiana, já que o programa de modernização da marinha brasileira tarda em arrancar…

Fonte: Ports & Ships

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Os EUA recusam vender F-22 à Austrália


F-35 (http://www.militaryfactory.com)

Os EUA recusaram a um dos seus mais fiéis aliados de sempre, a Austrália, a exportação de um dos melhores caças do mundo, o F-22 Raptor. Esta recusa aumenta as possibilidades da aquisição de F-35 JSF para a RAAF dado que termina o debate interno que dividia os especialistas australianos de Defesa sobre qual seria o melhor sucessor para a envelhecida frota de F-111 australiana, se o F-22, se o F-35.

Assim, é provável que a Austrália formalize a compra de 100 unidades de F-35 por um valor que se estima superior a 15 biliões de dólares, o que será a maior aquisição de equipamento militar da história da nação da Oceânia.

A Austrália deve receber o primeiro F-35 antes de 2014 a um preço que deverá rondar os 70 milhões de dólarespor cada unidade.

Os EUA esperam construir 2500 F-35s para a USAF e para a exportação para nove dos seus aliados mais próximos, entre os quais o Reino Unido e a Austrália, mas a intenção é dotar estes aparelhos de tecnologia furtiva inferior aos aparelhos vendidos à USAF, o que provocou o descontentamento destes aliados, e sobretudo dos australianos.

Para colmatar o período de tempo entre o fim de vida dos F-111 e a entrega dos primeiros F-35, o governo australiano vai assinar um contrato de leasing de 24 F/A-18F Super Hornet. Um pouco como fez recentemente o governo brasileiro ao adquirir Mirage 2000 usados à França enquanto o projecto F-X não selecciona o novo caça brasileiro e começam as entregas no novo avião de combate para a FAB.

Fonte: The Australian

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James Cameron “descobre” o… Túmulo de Jesus

A declaração recente de que foi descoberto o túmulo de Jesus e da sua família, supostamente corrobada por provas científicas como a análise de DNA e o apoio de alguns académicos.

O achado sugere que Jesus e Maria Madalena, casaram (o que está longe de ser uma novidade) e que teriam tido um filho de nome Judá. O túmulo colectivo, descoberto em 1980 será o tema de um documentário do “Discovery Channel” a emitir em 4 de Março onde o conhecido realizador James Cameron (o mesmo de “Exterminador”) assume o papel de Produtor Executivo.

A descoberta foi feita em 1980, quando trabalhos de construção civil em Talpiot, Jerusalém, revelaram a existência de um túmulo. O resultado das escavações foi publicado pelo historiador israelita L. Y. Rahmani sob o título “Um catálogo de ossários judaicos”, onde descrevia o túmulo e a presença no seu interior de uma dezena de ossários.

Cinco dos dez ossários descobertos tinham nomes como “Jesus”, “Maria”, “Mateus”, José” e “Maria Madalena”, todos nomes comuns entre 30 a.C. e 70 d.C. Um sexto ossário tinha uma inscrição mais extensa: “Judá, filho de Jesus”.

Em 2003, um estudo realizado na tumba confirmou a datação que o colocava na época em que teria vivido Jesus Cristo, o século I d.C., mas lançaram dúvidas sobre a autenticidade das inscrições… As análises de DNA que a notícia refere não sei o que pretendem provar… Certamente que não a identidade de Jesus, já que não se conhece descendência dele… Pelo menos a não acreditar nas teses popularizadas pelo “Código da Vinci”… Talvez se limitem a confirmar a ligação genética entre este “Judá” e os ossos do ossário de “Jesus”. Veremos…

Por outro lado, se existem ossos no ossário… Então o que fazer dos relatos biblícos que mencionam o desaparecimento do seu corpo? Isso não abalar pela fundação o edifício de crenças tão laboriosamente erguido pela Igreja Católica?

Mas este não é o único… “Túmulo de Jesus”… Outro ossário, conservado nos armazéns da autoridade arqueológica israelita (nº de catálogo 80503) tem a inscrição “Jesus, filho de José”. De facto, nos mais de mil ossários idênticos dessa época seis apresentam o nome “Jesus” e um outro (além deste primeiro) a frase “Jesus, filho de José”. Segundo o arqueólogo israelita Zvi Greenhut, 25% dos nomes femininos nestes ossários apresentam o nome “Maria” ou uma das suas variações e “José” é o segundo nome mais comum nesse período.

E já agora… Sendo a família de Jesus, a família de um carpinteiro teria esta os recursos para construir para si um túmulo familiar como este descoberto em Jerusalém?

Fontes:

http://www.msnbc.msn.com/id/17349123/

http://br.noticias.yahoo.com/s/23022007/25/mundo-cameron-diz-mostrar-tumba-jesus-documentario.html

http://www.unexplained-mysteries.com/viewnews.php?id=89190

http://time-blog.com/middle_east/2007/02/jesus_tales_from_the_crypt.html

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/02/26/294707675.asp

Acha que este é o verdadeiro «Túmulo de Jesus»?

1) Sim
2) Não

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São descobertos 50 mísseis anti-aéreos num armazém perto de Bagdad


Míssil Strela 3 (SA-14)

A Polícia iraquiana encontrou perto de 50 mísseis terra-ar num armazem situado nos arredores de Bagdad. Esta descoberta poderá estar relacionada com o recente aumento do número de helicópteros americanos abatidos no Iraque, dos quais sete aeronaves foram abatidos num único mês. Embora os EUA tenham admitido que apenas um fora derrubado por um míssil, a verdade é são demasiados helicópteros a serem abatidos num único mês por metralhadoras ligeiras… Se é que algum o foi…

O míssil que abateu o último helicóptero, um CH-47, parece ter sido um “Strela”, um míssil concebido na Rússia mas produzido em vários países do mundo, desde a Coreia do Norte ao Egipto. O Strela-2, é relativamente abundante no mercado negro iraquiano, mas é mais provável que tenha sido usado um Strela 3, que é mais eficiente e que não é fácil encontrar no Iraque… Já que custa 10 vezes mais e requer um treinamento especial…

A notícia não indica que tipo de mísseis foram encontrados, mas a quantidade descoberta indica que poderão não ser restos do arsenal de Saddam, mas novos armamentos, recebidos do Irão, onde é fabricada uma grande profusão de mísseis pessoais anti-aéreos. A intensificação destas entregas destes armamentos poderia explicar este súbito aumento das perdas de helicópteros americanos no Iraque e enquadrar-se-ía no contexto de um eminente ataque aéreo ao Irão, que este tenta dissuadir intenficando o conflito no Iraque e aumento das já muito altas perdas americanas no terreno.

Fontes:

Jornal do Brasil

KavkazCenter

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A Rússia vai vender MBTs T-90 à Arábia Saudita e… Tecnologia Nuclear!


T-90 do exército indiano (http://upload.wikimedia.org/wikipedia)

A Arábia Saudita está em negociações com a Rússia, preparando a aquisição de um pacote de armamento e de tecnologia nuclear civil.

No pacote de armamento poderão estar 150 MBTs T-90 russos e sabe-se que o reino hachemita testou estes carros no deserto, em 2006, avaliando a possibilidade da sua aquisição.

Do pacote de compras à Rússia, também fariam parte helicópteros de transporte Mi-17.

Completando esta aproximação Rússia-Arábia Saudita, está ainda a proposta feita por Putin, na sua última viagem ao reino hachemita de colaboração no domínio da tecnologia nuclear, que se insere plenamente na declaração conjunta dos países do Conselho de Cooperação do Golfo, que agrupa para além da própria Arábia Saudita, os Emirados Arábes Unidos, o Kuwait, o Qatar, o Bahrein e Oman, de que estariam interessados em desenvolver tecnologia nuclear para… fins pacíficos…

Esta movimentação dos países que orbitam em torno do poder saudita, sunita e rico, resulta certamente da aproximação crescente do momento em que o Irão se irá armar com a Bomba Nuclear… Se a República Islâmica se armar com a Bomba, as restantes potencias da região não poderão ficar impassíveis e imóveis, e terão que embarcar, elas também, na mesma corrida, com todos os riscos que isso implica para a Paz e para a Estabilidade Regional e Mundial… Se o Irão se tornar Potencia Nuclear, a Arábia Saudita terá que lhe seguir os passos… Para alegria da Rússia, que assim vê aumentar a sua influência no Médio Oriente, através da exportação da tecnologia a toda a gente, que competirá entre si pelo seu controlo e exportando armamento de ponta a todos os que o quiserem comprar… Ganha a industria armamentista russa e perde a estabilidade regional…

Por isto e pelo resto que já por aqui escrevi, acredito cada vez mais que se impõe um movimento radical e decisivo que ponha cobro às ambições nucleares do Irão… Um movimento que retire ao Irão as capacidades para construir bombas atómicas, mas que não provoque perdas civis, nem económicas. Um movimento que não destrua as hipóteses que os moderados regressem ao Poder no Irão, mas que exponha a fraqueza do regime e a tirania de que este se alimenta.

Fonte: Público

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Da Capacidade do Irão para resistir a um ataque aéreo dos EUA ou de Israel

Os EUA parecem muito inclinados para realizar um ataque áereo às instalações nucleares do Irão… E se não o fizerem, Israel fá-lo-á… Mas será que a execução bem sucedida deste ataque é tão garantida como o ataque israelita ao reactor iraquiano de Osirak? As recentes notícias de detenções a “agentes” dos serviços de informações iranianos no Iraque… Os rumores sobre o fornecimento de armamento aos Insurrectos iraquianos, e até a recente multiplicação da perda de helicópteros americanos por mísseis supostamente fornecidos pelo Irão, para além da manutenção do programa nuclear deste país e dos rumores de que estaria em contactos com a Coreia do Norte para preparar uma detonação de uma bomba atómica reforçam a minha convicção de que um ataque americano às instalações nucleares iranianas e às bases aéreas e instalações de defesa aérea que as defendem está eminente…

Mas será o Irão um adversário tão indefeso como foi o Iraque de Saddam? Para procurar contribuir para oferecer uma resposta a esta questão eis uma lista da aviação de combate iraniana:

Shafaq: Caça totalmente desenvolvido no Irão, com capacidades furtivas e com versões de caça, caça-bombardeiro e treinamento. Em inventário (1)

F-14: Modernizados no Irão, os excelentes F-14 Tomcat comprados pelo Shah continuam operacionais, mas em número desconhecido e foram recentemente equipados com clones dos mísseis AIM54 e Phoenix. Segundo algumas fontes, o Irão seria actualmente capaz de duplicar 90% do aparelho, mas os motores ainda não seriam possíveis de fabricar no Irão. Em inventário (25)

Saeqeh: Construído no Irão, a partir da estrutura de caças F-5 americanos, o Saeqeh incluiria avionica iraniana e poderia lançar mísseis iranianos. O aparelho terá entrado em produção, mas ignora-se se algum já foi entregue a alguma unidade de primeira linha. Em inventário (?)


F-5 E/F Tiger II: Este caça de origem EUA, foi actualizado com tecnologia iraniana. Em inventário (60)

Azarakash: Em 1999, o Irão começou a fabricação local desta variante do F-5, mas em 2000 apenas quatro aparelhos tinham sido construídos. Os planos do Irão são de construri 10 aparelhos por ano, mas actualmente só 6 constam em inventário. Em inventário (6)


F-4D/E / RF-4E Phantom: Estes aparelhos adquiridos aos EUA continuam em uso e alguns foram modernizados recentemente. Em inventário (65)


MiG-29: Este caça russo é actualmente um dos melhores aparelhos de combate da Força Aérea Iraniana e um oponente capaz de vencer os F-16 e F-15 que constituem o grosso da USAF… Mas será que os pilotos iranianos têm o treino e o apoio de terra e o armamento equivalente? De qualquer modo, o Irão reforçou o seu inventário com MiG-29B que voaram do Iraque, na última guerra do Golfo e que segundo alguns teriam sido actualizados para o padrão M/SMT. Em inventário (25)

Sukhoi Su-24MK: Mais um caça-bombardeiro russo de grande qualidade, ainda que algo obsoleto, mas perfeitamente capaz de realizar missões no contexto militar do Médio Oriente, embora não seja já um adversário à altura dos melhores caças dos EUA e do RU… Concebido como um bombardeiro capaz de penetrar no espaço aéreo inimigo e destruir pontes, postos de comando, refinaruas, etc, o Su-24 não é muito manobrável, mas pode transportar até 8 toneladas de bombas e mísseis e era na época o equivalente ao F-111 americano que tanto sucesso teve nas operações americanas no Golfo de Sirte contra a Líbia. Em inventário (30)

Su-25K: Temível no seu papel de Ataque ao Solo, o Su-25 Frofoot é na sua classe um dos melhores aparelhos actualmente em serviço no mundo. Comparável ao famoso A-10 Thunderbolt americano, o Su-25 consegue transportar 4 toneladas de bombas e atacar os seus alvos com o canhão de 30 mm. (7)

MiG-23 Flogger: Este caça, cujo desempenho foi particularmente infeliz nos conflitos entre os EUA e a Líbia, e posteriormente, entre Israel e a Síria, mas sobretudo devido ao baixo treino dos pilotos (e motivação, no caso dos mercenários que a Líbia empregava…) e sobretudo devido à aviónica inferior e ao armamento de qualidade inferior ao norte-americano. Em inventário (15)

MiG-31: Existem vários relatos e avistamentos de interceptores MiG-31 no espaço aéreo iraniano, mas a República Islâmica nunca admitiu operar este excelente caça-bombadeiro russo. O aparelho é um dos aviões mais rápidos de sempre, com velocidades de cruzeiro de Mach 2,35 e máxima de 2,83. Em inventário (?)

Mirage F-1: Este excelente, mas algo obsoleto caça francês foi recebido do Iraque, atra´ves dos aparelhos que abandonaram este país e procuraram refúgio no Irão. Vendido para 11 países, e conhecendo uma fabricação total de mais de 700 unidades, este caça, o antecessor do Mirage2000 da Força Aérea Francesa é ainda hoje uma das melhores presenças do inventário da Força Aérea Iraniana. Em inventário (25)

Su-27: Embora existem desde há longo tempo rumores sobre a existência de aparelhos Su-27 no Irão, estes não parecem ter fundamento… Sabe-se que a Rússia tentou vender estes aparelhos ao Irão em finais da década de 90, mas as pressões americanas parecem ter conseguido bloquear esta venda. Apesar disso, certas fontes reflectem o uso deste aparelho (ver AQUI)… Em inventário (26?)


Chengdu F-7/J-7 Airguard: Uma variante chinesa medíocre (para os padrões actuais) do Mig-21 russo. Praticamente irrelevante no contexto do combate aéreo moderno. Em inventário (25)

Fonte Principal:

http://www.globalsecurity.org/military/world/iran/airforce-equipment.htm

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A Venezuela e o Irão vão desenvolver em conjunto um UCAV


F-5 Iranianos (http://www.tonyrogers.com)

A Venezuela vai desenvolver com o Irão aviões não-tripulados e colaborar na recuperação das asas dos caças F-5 da força aérea iraniana. Recentemente, os EUA recusaram ao Irão a venda de peças para os F-5 iranianos, pela razões que facilmente se podem adivinhar… Isto é, porque certamente não faltará muito tempo até que o Irão e os EUA se enfrentem nos ares do Médio Oriente…

A Venezuela afirma ter já desenvolvido algum trabalho no campo dos aviões não-tripulados e vai partilhar essa informação com idêntico trabalho desenvolvido no Irão com vista a produzirem em conjunto um UCAV idêntico nas capacidades aqueles que estão actualmente em desenvolvimento um pouco por todo o Ocidente.

Fonte: O Estado de São Paulo

Concorda com esta aliança estratégica entre o Irão e a Venezuela?
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2) Não

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Segundo o IISS, o Irão estaria a 2 ou 3 anos da sua primeira bomba nuclear…


(http://img.interia.pl)

Segundo um Think Tank britânico (“International Institute for Strategic Studies”) o Irão estaria a apenas 2 ou 3 anos de produzir a sua primeira bomba nuclear. Segundo John Chipman, do IISS o Irão já teria armazenado 250 toneladas de Urânio (UF6), que, depois de enriquecido, seria suficiente para construir 30 a 50 armas nucleares.

O Irão está perto de conseguir colocar em produção um total de três mil centrifugadoras de enriquecimento de urânio nas suas instalações de Natanz, mas só daqui a 11 meses (estima a IISS) é que o Irão poderá ter fabricado os 25 Kg de urânio enriquecido necessários para fabricar a sua primeira bomba nuclear.

Embora Bush tenha declarado recentemente ao Congresso americano que não tinha planos para invadir o Irão, os EUA patrocinaram a imposição de sanções ao Irão no Conselho de Segurança da ONU e intensificaram as suas actividades contra os serviços secretos iranianos que agem no Iraque em apoiando, treinando e municiando as milícias shiitas…

A data, que coloca uma arma nuclear viável nas mãos do regime iraniano num prazo entre 2 a 3 anos coloca perante o governo americano a necessidade de decidir sobre o melhor rumo a tomar… Se deixar o Irão juntar-se ao Clube Nuclear ou se destruir as suas instalações através de um ataque aéreo… É claro que Israel está atenta… E se a sua paciência se esgotar há-de acabar por tratar sozinho do assunto…

Fonte: SpaceWar

Acha que uma bomba nuclear iraniana deve ser travada pela via militar?
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O sistema PAD (Prithvi Air Defense): Um sistema de defesa anti-míssil indiano


(http://www.armyrecognition.com)

A Índia prepara um novo teste ao seu sistema anti-míssil no próximo mês de Junho. Em 27 de Novembro, o sistema PAD (Prithvi Air Defense) foi testado com sucesso, quando um PAD abateu um míssil balístico que estava em velocidade de cruzeiro a uma distância superior a 50 Km. O teste provou que o PAD tem capacidades idênticas ao sistema israelita Arrow-2 e indica a maturidade já alcançada pela indústria aeronáutica indiana.

O teste de Junho pretende demonstrar que o PAD é pelo menos tão capaz como sistema americano PAC-3 (“Patriot Advanced Capability-3“). Se fôr bem sucedido, o teste colocará a Índia ao mesmo nível tecnológico dos melhores do mundo, na área de luta anti-mísseis.

O PAD possui dois modos de intercepção, cada um concebido para atingir um alvo em menos de quatro minutos: um exo-atmosférico, acima de 50 Km e um outro endo-atmosférico, para altitudes inferiores a 30 Km. O primeiro modo depende do radar israelita Green Pine importado pela Índia em 2004.

Fonte: SpaceWar

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A Rússia convida a Índia a juntar-se ao programa “PAK-FA” (T-50)

A Rússia ofereceu à Índia o desenvolvimento conjunto de um caça de Quinta Geração, que se presume ser o programa PAK-FA. Discussões conjunta entre o governo indiano e o presidente russo decorreram em Nova Delhi no passado mês de Janeiro e devem produzir uma declaração conjunta nos próximos meses.

A Rússia espera realizar o primeiro vôo do aparelho em 2009 e a empresa indiana Hindustan Aeronautics poderia ser esse parceiro privilegiado que a Rússia procura, auxiliando no desenvolvimento do aparelho e até na sua produção e exportação…

A carga financeira resultante de um aparelho de Quinta Geração totalmente novo (mesmo o Sukhoi Su-37 não passa de uma variante do Su-27 Flanker…) seria assim distribuída entre a Rússia e a Índia, velhos aliados e parceiros, apesar de algumas desconfianças recentes.

O PAK-FA deverá custar cerca de 20 biliões de dólares a desenvolver, e estes fundos ainda são dificeis de reunir na Rússia, mesmo com crescimento do PIB da ordem dos 7% ao ano e da multiplicação das receitas energéticas… A Índia por sua vez continua atascada no desenvolvimento do caça ligeiro Tejas depois de mais de 25 anos de trabalho no dito… e este só em 2008 é que deverá entrar em produção nas fábricas da HAL.

Fonte: FlightGlobal

 

Acha que o Brasil deveria juntar-se ao PAK no âmbito do F-X?
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Foi completado o primeiro MiG-29 KUB para a Marinha Indiana


MiG 29 KUB (http://www.flightglobal.com)

A empresa russa RSK MiG conduziu com sucesso o primeiro vôo de um avião MiG-29KUB a 20 de Janeiro de 2007. O aparelho, um caça multirole de dois lugares deverá ser utilizado pela Marinha Indiana para operações embarcadas e será o primeiro de um lote de 16 aparelhos comprados à Rússia pela Índia por 720 milhões de dólares.

Os aparelhos vão guarnecer o porta-aviões INS Vikramaditya e são a primeira versão do MiG 29 adaptada para uso em porta-aviões, apresentando asas retractéis e várias alterações aerodinâmicas.

Fonte: FlightGlobal

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O Sky-X da Alenia: O primeiro passo italiano para um UCAV


(http://www.flightglobal.com)

A Alenia Aeronautica está a avaliar a possibilidade de criar uma nova configuração para o Sky-X, um demonstrador de UCAV (“Unmanned Combat Air Vehicle”). A nova versão do aparelho aumentará o seu raio de alcance de uma forma muito significativa, transformando-o em algo que se assemelhara a:

A nova versão além de uma maior autonomia será também capaz de cumprir com mais eficácia um vasto leque de operações de vigilância.

Na segunda metade de 2007, a Alenia vai começar a trabalhar no desenvolvimento seguinte deste programa de testes, um UCAV puro e o sucessor directo do actual demonstrador tecnológico Sky-X.

A Itália coloca-se assim na vanguarda das empresas aeronáuticas que estão a tentar fabricar um caça automático (UCAV) e alinha naquele que será o grande mercado de exportação dos próximos anos… É que treinar hoje em dia um piloto é uma tarefa longa, exigente e extremamente dispendiosa… E nada recompensa a perda da vida do piloto, quando esta é perdida, razão pela qual a fórmula dos UCAV é cada vez mais apelativa…

Fonte: Flight International

Acha que o UCAV serão os aviões de combate do futuro?
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