MCSE: MOC2272

Algumas pequenas dicas para o MOC2272…

1. Sharing: Podemos ter Home Directories de Users num share de rede, sem usar Roaming Profiles.

2. Sharing: Ler bem a pergunta… “Shared Folder” refere-se a Share Permissions e “Folder” ou “NTFS” às ACLs(ACEs) de cada pasta e estas podem ser completamente diferentes…

1. Ambiente: Para suportar Diacritical Marks no XP, temos que adicionar o suporte para o U.S. Keyboard.

2. Ambiente: Na Local Security Policy existe um parâmetro que pode permitir ou proibir a formatação ou eject de um Removable Media.

3. Ambiente: As FilterKeys vão ignorar breves ou repetidas séries de keystrokes.

1. Fax: Só os Fax Modem que suportam Adaptive Answer podem ser usados simultaneamente para Dial-Up e para recepção de Faxes.
1. Security: O utilitário C2config.exe pode ligar o “Halt on Audit Failure” que impede um logon quando o Security log alcança um dado tamanho. A partir daí só um local administrator é que pode logar e limpar o dito log. De seguida, esse administrator deve correr novamente o c2config.exe de forma a colocar o CrashOnAuditFail a 1

2. A Default Domain Policy só se aplica a contas de Domain. Contas locais criadas na SAM dos XPs não serão afectadas por estas policies, apenas serão afectadas Domain User Accounts.

1. Offline Files: O CSC permite que network users acedam a ficheiros em network shares, mesmo quando estão desligados da rede. Os Offline Files têm uma folder structure que está escondida por default e que não deve ser modificada directamente. O utilitário cachemov.exe pode mover a CSC para um novo disco, mas os utilizadores devem ter permissões para escrever na root do disco. Se o ficheiro temporário não puder ser criado, os ficheiros offline nunca ficarão sincronizados com o servidor.

2. Offline Files: Para garantir que os portable clients possam trabalhar offline quando estão desconectados. Em Folder Options:Advanced e “When a network connection is lost”, seleccione “Notity me and begin working offline”. Esta é a opção de Default.

3. Offline Files: O Fast User Switching é incompatível com o uso de Offline Folders.

4. Offline Files: Na GPO para Computer Configuration\Administrative Templates\Network\Offline Files consta uma lista de ficheiros que não pode ser usada em Offline. Esta policy overrides a lista de default para estes ficheiros que inclui:

.slm (MS Source Library Management File)

.mdb .ldb .mdw .mde (MS Access files)

.pst (PSTs de Outlook)

.db? (Base de dados genéricas)

5. Offline Files: Quando se pretende que uma Tasks de sincronização não corra quando um laptop está em modo de baterias podemos usar a Schedule tab do Synchronization Settings Dialog Box para editar as propriedades dessa task e no Power Management seleccionar o “Don´t start the task if the computer is running on batteries”.

1. EFS: O XP não permite a compressão de ficheiros encriptados. Sempre que um ficheiro comprimido é encriptado ele perde o seu estado de compressão, e sempre que um ficheiro encriptado é comprimido, perde o seu estado encriptado.

2. EFS: É possível impedir o uso do EFS num XP. Para isso devemos aceder à Local Security Policy e desmarcar o “Allow users to encrypt files using Encrypt File System (EFS)”.

3. EFS: Existe uma GPO para forçar o “encrypt the offline files” de forma a garantir que estes estão encriptados no local computer.

4. EFS: Se um administrator remover ou mudar a password de uma user account, a user account vai perder todos os ficheiros EFS, os personal certificates e as stored password para web sites e network resources. Cada utilizador deve crira um Password Reset Disk para evitar esta situação. Para criar um Password Reset Disk, abra o User Accounts e, sobre Related Tasks, clicar “Prevent a forgotten Password.” O Wizard vai então criar uma disquete de Password Reset.

1. WINS: Não é preciso usar um WINS Proxy numa rede Windows. Um WINS Proxy é usado para permitir que clientes Não-Windows (como UNIX) possam usar um WINS server.

2. WINS: Se um XP precisar de aceder a um NT4 Server terá que usar o seu NetBIOS name. Estes são resolvidos por WINS Servers e devem conter o registo para os NT4 Servers que servem.

1. Networking: Se um utilizador de um Share de rede introduziu mal uma password e se agora não lhe é pedido novo username-password ao aceder novamente a esse share, deve ser usado o comando: net session \\server /delete para encerrar a sessão com esse servidor e fechar todos os ficheiros abertos nessa sessão.

2. Networking: Quando há uma ligação VPN o comando: Route -add permite adicionar rotas da zona IP local e permitir assim a comunicação do Branch Office com a sede e simultaneamente a comunicação inter-máquinas no Branch Office.

3. Networking: O service QoS Packet Scheduler permite que utilizadores e aplicações específicas possam ter uma prioridade mais alta na packet queue.

4. Networking: Quando um Trace mostra um loop entre dois routers isto indica que existe neste Router um erro de configuração. Os pacotes são enviados para um IP de um router e para outro, e regressam de novo ao primeiro, até chegar ao limite máximo de routers.

1. NTFS: Só os membros do grupo local Administrator podem usar a característica de “Mount Volume on a Folder”. O disco de destino também tem que ser NTFS e a pasta tem que estar vazia.

2. NTFS: Quando se dá ordem de executação do convert para NTFS no próximo boot esta só pode ser abortada apagando no registry a entrada autocheck autoconv\??\X: /FS:NTFS em HKLM\CurrentControlSet\Control\Session Manager.

1. WFP: O System File Checker do WFP só pode ser corrido por um local administrator.

1. IE: First-party cookies são cookies que estão associadas ao host domain. Third-party cookies, são cookies que estão associadas a outros domains.

1. Driver Signing: A opção de Driver Signing que permite o load de unsigned drivers é user base. Tem que ser marcada em cada utilizador que vai usar – por exemplo – uma impressora USB.
1. Bluetooth: Tipicamente, um Bluetooth-enabled computer será capaz de descobrir outros devices. Mas, se quisermos criar uma PAN (Personal Area Network) com vários computadores temos que colocar um em Discovery Mode. Por Default, o Discovery Mode não está ligado no SP2, porque um device discoverable é menos seguro que um que não seja discoverable.
1. Printers: Se criarmos uma Impressora separada e permitirmos que somente os membros de um grupo possam imprimir na nova impressora, podemos usar as print priorities para garantir que os seus print jobs tomam precedência sobre os restantes que estão parados aguardando por um tamanho de papel que está esgotado na impressora.
1. Performance: Se um disco onde está o pagefile.sys está quase cheio está certamente muito fragmentado e este pagefile deve ser movido para outro disco – se disponível – de forma a aumentar o desempenho do sistema.

2. Performance: Quando um rato selecciona vários items e em consequência o sistema fica lento, podemos desmarcar em System Performance a opção para “Show Translucent”.

1. Backups: Só os Backup Operators podem ver Tape Devices no RSM

1. Monitors: Só um local administrator é que pode mudar o Refresh Rate de um monitor.

2. Multiple Displays: Para que haja suporte para o Multiple Display (2 monitores) ambos os video adapters têm que constar no Device Manager. E o VGA support deve estar desabilitado no segundo de forma a acomodar monitores multiplos.

1. Plug-and-Play: Por Default, o Device Manager não mostra os drivers de devices que não sejam plug-and-play. Devem ser assim vistos no “Show Hidden Devices” do menu View e só assim poderão ser desabilitados.

1. Remote Access: O Netsh.exe pode ser usado para gerir vários serviços de rede. Pode, por exemplo, ser usado para monitorizar o acesso a Remote Access Server via PPP, com o comando “netsh set ras tracing”, (o PPP logging está desabilitado por default).

2. A “Wait for Remote User Profile” policy permite que o sistema espere que a cópia remota do roaming user profile carregue, mesmo quando o seu carregamento é lento. Se desabilitar esta policy ou não a configurar, então quando um remote profile é lento no seu carregamento, o sistema vai carregar uma cópia local do roaming user profile.
1. USB: Normalmente, temos que ligar Printers e External USB disk a um Self-Powered USB bus porque eles precisam de até 500 mA de power e o bus-powered USB hub só fornece até 100 mA por port. Só o Self-Powered USB bus é que pode oferecer este nível de potencia porque possuia uma fonte externa de electricidade que pode suportar até 400 mA por port.

1. Dynamic Disks: Não é possível fazer um Extend a discos C:, porque quase sempre eles contêm uma System ou uma Boot Partition.

1. RIS: Quando queremos que o Client Installation Wizard mostra várias opções de linguagens devemos usar o Welcome.osc (OSC: Operation System Chooser).

2. RIS: Um Answer File de uma instalação RIS não pode perguntar por um driver SCI (F6) já que contêm apenas respostas para a parte gráfica do setup.

1. Remote Assistance: Num ambiente corporativo, o Windows Messenger pode ser configurado para usar Exchange 2000/2003 em vez do .NET Passport e assim ser usado para enviar convites de controlo remoto.

1. Se usarmos o FrontPage para gerir permissões, este vai mudar qualquer ACL existente, fazendo-lhe um reset. Se queremos usar permissões específicas para ficheiros e pastas temos que usar a opção “Manage permissions manually” no Frontpage.

2. Upgrades: Se queremos fazer um Upgrade para XP temos que arrancar com esse OS e inserir o CD do XP e correr o setup a partir daí. Arrancar pelo cd-rom e escolher o mesmo directório onde está instalado o 98/Me/2000 não será suficiente.

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Instalando Hotfixes

Existem algumas maneiras de instalar Hotfixes em XP. A primeira maneira é aplicá-los durante a instalação do próprio XP. Para o conseguir é preciso:

1. Criar um Distribution Folder. Este será denominado i386 e conterá uma pasta chamada $OEM$. O processo de instalação vai referir-se a esta pasta para a inclusão de ficheiros.

2. Criar um Answer File. Este irá orientar a instalação sobre como interagir com o Distribution Folder que foi criado no primeiro passo.

3. Criar um Cmdlines.txt. Este ficheiro vai conter linhas específicas de código que vão instalar cada hotfix separadamente.

4. Copiar os ficheiros para o Distribution Folder. Depois de todos os ficheiros terem sido criados, terá que copar 3 itens (o answer file, o cmdlines.txt e o executável do hotfix) para o Distribution Folder.

5. Arranque a instalação. O último passo será instalar o OS, o que por sua vez vai instalar os hotfixes a partir das entradas que foram colocada no cmdlines.txt. Os dois comandos de instalação são o winnt.exe e o winnt32.exe

Outra opção é a de instalar os hotfixes cok o QChain.exe. Esta ferramente permite que vários hotfixes sejam instalados sem um reboot. É claro, que se tentar instalar os hotfixes normalmente, sem um reboot, pode provocar sérios danos no computador, e mesmo um completo colapso do sistema.

Os Hotfixes também podem ser distribuídos com o SUS, o SMS e GPOs e através do método update.msi, se o hotfix incluir este ficheiro. A distribuição de hotfizes é semelhante à dos Service Packs e as opções idênticas.

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Removendo um Service Pack

Existem dois métodos principais para remover um Service Pack.

O primeiro é o velho método de ir ao Add or Remove Programs no Control Panel. Esta opção permite a deinstalação de um Service Pack enquanto o sistema ainda está funcional.

O outro método de remover o Service Pack é usar o programa spuninst.exe que está localizado em %systemroot%\$NTServicePackUninstall$\spuninst\. Esta pasta é criada quando se instala o Service Pack, a menos que se use o switch /n. O programa spuninst.exe pode também ser executado a partir da Recovery Console no caso de um sistema ter ficado tão instável que não consegue arrancar com sucesso.

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Aplicando um SP manualmente

Se não foi possível criar uma Slipstreamed Distribution Share, pode aplicar-se o SP correndo o update.exe na máquina local. Se foram instalados alguns serviços depois do SP, o XP procura qualquer ficheiro de que necessite nesse SP aplicado.

Este processo actualiza um service ou uma aplicação sem requeer que se reaplique continuamente o SP sempre que se adiciona alguma coisa nova, como sucedia antes, no NT4…

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Instalações Unattended do SP2 a partir da Command Line

Existem duas maneiras de instalar o SP2 a partir da command line. Os dois métodos são semelhantes, mas usam ficheiros diferentes:

update.msi

e

xpsp2.exe

Em ambos os casos, são usados switches comuns. Eis alguns deles:

/quiet: não mostra um display, nem coloca perguntas

/n não cria um backup para remover o SP

/f força as aplicações a fechar para um reboot

/forcerestart

/norestart

/uninstall

/integrate:fullpath (usado para slipstreaming)

A maioria dos Service Packs, Updates e Hotfixes vêm com um ficheiro update.msi, que suporta estes switches. Isto significa que é possível fazer um slipstreaming destes ficheiros numa copya partilhada do XP ou numa imagem RIS.

O novo update.msi também suporta a instalação “fora da ordem” de patches e service packs. Isto permite a instalação dos updates em qualquer ordem e o instalador do XP irá lidar com os conflitos e os updates out-of-date de forma a que sejam incluídos no SP que já tenha sido aplicado.

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Slipstreaming SPs

O processo de combinar os ficheiros de instalação do Windows XP com um SP é chamado de Slipstreaming. Aplica-se um SP a um Distribution Share executando o comando:

update.exe /integrate:fullpath

Se instalar o XP usando a distribuição slopstreamed, as instalações conterão SP. Usando este método podemos poupar muito tempo e evitar a necessidade de aplicar o SP depois de cada instalação.

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Post-Installation Tasks

As versões de retalho do XP têm que ser activadas nos primeiros 30 dias de uso. Isto associa a Product Key que é introduzida no programa de setup com o particular hardware onde o OS é instalado. Se fôr reinstalado depois de terem sido feitas alterações no hardware, particularmente em placas de rede, pode receber a mensagem de que o XP já foi activado noutro computador. Nesse caso, terá que contactar a MS para que esta faça um reset à base de dados de forma a que o sistema seja reactivado.

Se passarem esses 30 dias sem activação o computador vai parar de funcionar.

Os utilizadores corporativos com Volume Licensing não têm que activar indivualmente cada XP.

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Migrating User Environments

A migração de outras máquinas e versões de Windows pode ser conseguida via:

.File and Settings Transfer (FAST) Wizard

.User State Migration Tool (USMT)

O FAST foi desenhado para ser usado em pequenos ambientes onde só algumas máquinas terão os seus settings migrados. O USMT foi desenhado para ajudar as corporações que querem migrar grandes números de utilizadores.

File and Settings Transfer (FAST) Wizard

O FAST wizard foi desenhado para aqueles ambientes onde é preciso permitir que um utilizador copie os seus personalized settings de uma máquina para outra. Isto facilita o deployment das novas máquinas pela redução do tempo de interrupção que é gasto na reconfiguração dos desktop settings e da localização de ficheiros.

Esta é uma lista de opções de configuração com a FAST tool:

.Internet Explorer Settings

.Internet Explorer Favorites

.Cookies

.Outlook Express Settings and Store

.Outlook Settings and PST

.Dial-up connections

.telephony settings

.regional options

.accessbility options

.wallpaper and screen saver

.fonts

.folder options (default)

.taskbar settings

.mouse and keyboard settings

.sound settings

.network drive and printer mappings

.desktop folder

.my documents folder

.office settings

.office templates

.office documents

O FAST Wizard corre em duas partes: A primeira corre na nova worksation e a outra na antiga. Se é necessário proceder à migração com floppy disks e a máquina antiga não tem um cd-rom, pode correr-se o fast wizard na máquina de destino de forma a criar um wizard disk que pode ser usado na máquina antiga. De outra forma, o FAST wizard seria corrido na máquina de origem, primeiro.

User State Migration Tool

A USMT faz as mesmas coisas que o FAST, contudo, uma vez que é uma command line utility, pode ser automatizada em logon scrips ou em GPOs. Consiste em dois utilitários:

ScanState.exe -> captura os ficheiros e os settings

LoadState.exe -> Copia os ficheiros e os settings para a nova máquina a partir da informação capturada pelo ScanState.exe

O USMT é substancialmente mais flexível que o FAST porque captura ficheiros e settings via ficheiros .INF. Os ficheiros .INF têm a mesma informação interrogada pelo FAST, mas adiciona mais opções.

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Upgrading Windows XP Professional

Upgrade Paths para XP:

.Windows 3.x -> Upgrade para 98 ou Me e daí para XP

.Windows 95 -> Upgrade para 98 ou Me e daí para XP

.Windows NT -> Upgrade para NT 3.51 ou 4.0 e depois para XP

Hardware Compatibility:

É possível gerar um relatório de compatibilidade através do Readiness Analyzer por duas vias:

a. winnt32.exe /checkupgradeonly Este comando arranca a primeira parte da instalação do XP mas verifica apenas o hardware

b. Correr o chkupgrd.exe que pode ser carregada do site da Microsoft

Upgrading Windows 98/Me:

1. Actividades que devem ser cumpridas antes de começar um upgrade:

.Uncompress de todas as drives comprimidas

.Scan a virus

.Fazer um backup completo a um sistema

.Remover software incompatível

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Instalação do Windows XP Professional

Fase 1 – Correndo o programa de Setup

Existem 3 formas de começar o processo de instalação:

.Arrancar o sistema, carregar os drivers apropriados para activar o CD-ROM e carregar o programa de setup executando do command prompt winnt32.exe

.Se o computador suporta o arranque por CD, pode-se arrancar pelo CD do XP. Desta forma o programa de setup será automaticamente chamado

.Pode usar-se um network client e usar os ficheiros de instalação através da rede

A primeira fase do processo de instalação é por vezes referida como “text-mode”. Durante esta fase é questionado sobre informação básica sobre a instalação.

A fase “text-mode” inclui:

.O Setup coloca em memória uma versão mínima do XP

.A parte text-mode do setup arranca

.É questionado sobre drivers RAID/SCSI (F6)

.É questionado sobre o licensing agreement

.O setup pergunta qual é file system usado para a partição. Quer escolha uma nova partição ou uma existente, em FAT ou NTFS. Existe a opção de deixar a partição intacta. Se a partição seleccionada fôr FAT é apresentada a opção de upgrade para NTFS.

.O setup começa e copia ficheiros para o disco e guarda informação de configuração.

.O setup recomeça o computador e arranca a parte GUI da instalação.

Instalando a partir de um CD local:

Se está a fazer a instalação a partir do DOS deve usar o winnt.exe para invocar o processo de setup. Com qualquer outro OS Microsoft deve chamar o winnt32.exe

Dica de Exame:

Existem questões de exame onde se perguntam pelos switches do winnt.exe e do winnt32.exe…

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Workgroup Model e Domain Model

Workgroup Model:

.Cada computer que faz parte de um Workgroup mantem a sua security database.

.Está limitado a pequenos grupos de máquinas

.Para juntar a um workgroup basta conhecer o nome desse workgroup

Domain Model:

.Suporta a centralização da informação de segurança

.Para juntar um computador a um Domain, temos que saber:

..O nome DNS do domain

..Uma computer account já deve existir no Domain a que nos vamos juntar. Esta pode também ser criada no processo de instalação se a conta de instalação tem direitos para criar domain computer accounts

..Um domain controller e o DNS Server devem estar disponíveis na rede

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NTFS

1. Recoverability: É um file system recoverable. Usa transaction logging de modo a salvaguardar ficheiros e pastas para que em caso de system failure o sistema possa fazer um redo.

2. Security: Oferece segurança a nível de ficheiros e pastas

3. Compression: Suporta compressão de pastas e ficheiros para poupar espaço em disco

4. Encryption: Suporta encriptação a nível de ficheiros.

5. Disk Quotas: Suporta quotas a user level. Quando o utilizador alcança o limite estabelecido pelo administrator não pode escrever mais nesse disco.

6. Spase Files: Os ficheiros muito grandes criados por algumas aplicações são optimizados pela forma como o ntfs lhes aloca espaço.

7. Size: Suporta partições maiores que o FAT e o FAT32 até 16 exabytes.

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8. As versões de NTFS do XP e do 2000 são diferentes do NT4. Por essa razão, um sistema de dual boot entre XP, 2000 e NT4 só pode existir se fôr aplicado o Sp5 no NT4 antes de ser feita a primeira instalação de 2000 ou XP.

9. Num exame, se a questão abordar a compatibilidade, o FAT ou FAT32 devem ser a opção, mas se a prioridade fôr segurança ou encriptação, a resposta certa deverá ser o NTFS.

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FAT32

1. O FAT32 é similar ao FAT. Foi introduzido no Windows 95 OSR2. A maior diferença é o suporte para cluster sizes maiores e por isso não desperdiça tanto espaço

2. Suporta, como o FAT, long filenames, multiple periods e preserva a case, mas sem ser case sensitive

3. Não suporta segurança nem compressão, encriptação, remote storage, mount points e disk quotas

4. Não é suportado em OSs anteriores ao 95OSR2

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FAT

1. A File Allocation Table (FAT) é actualmente suportada pela maioria dos OS no mercado, como Nt3.5, NT4, 95/98/me e 3.1x. Por isso é o menor denominador comum quando se tem que arrancar em XP e ter dual boot.

2. A versão de FAT suportada no XP tem algumas características novas:

.Long filenames até 255 caracteres

.Multiple spaces

.Multiple periods

.Filenames que não são case sensitive mas que preservam a case

3. As maiores limitações da FAT são:

.A FAT é ineficiente em grandes partições pelo seu mau uso dos cluster sizes. Um cluster é a menor parcela de uma partição. Quando maior fôr o cluster size, mais espaço desperdiçado haverá numa partição FAT

.A FAT não oferece segurança, logo não há maneira de impedir o acesso de utilizador a um ficheiro

.A FAT não suporta compressão, encriptação, remote storage, mount points e disk quotas

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Minimum Hardware Requirements para XP

1. 233 MHz (300 MHz recomendados)

2. 64 Mb de RAM (128 Mb recomendados)

3. CD-ROM

4. Free Disk de 1,5 Gb

5. SuperVGA (800×600)

6. Teclado e Rato

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Repondo Ficheiros e Pastas com ntbackup de XP

1. Se o backup foi de um volume NTFS, deve ser reposto para outro volume NTFS5 de forma a preservar permissões, efs, disk aquota, mounted drive e remote storage.

2. Repôr um backup de um NTFS num fat ou fat32 implica perder toda a configuração clássica de um NTFS

3. Repôr um backup NTFS em XP num NTFS de NT4 (ntfs4) implica perder o EFS, disk quotas, permissões avançadas NTFS e remote storage configuration information.

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Volume Shadow Copy em Backups de XPs

1. A VSS permite que se possam criar backups de data files e aplicações mesmo quando estes estão loceked em memória e em uso. Quando começa um backup, uma Shadow Copy instantânea é tirada (snapshot) sobre a drive que está a ser alvo de um backup.

2. O VSS está ligado por default.

3. As Volume Shadow Copies só são criadas em volumes NTFS sob XP professional.

4. Tem que haver espaço livre suficiente em todas as drive letters locais

6. Depois de um snapshot de VSS ser capturado, não muda, mesmo se os dados originais foram alterados. Se o backup é completado com sucesso a snapshot é apagada.

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O System State Backup inclui:

1. O Registry

2. Ficheiros protegisos pela Windows File Protection

3. A componet services class registration database (COM+ objects)

4. Todos os System e Boot files

5. Certificate Services Database (2000 server e 2003)

6. Active Directory (DCs)

7. Sysvol folder (DCs)

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Diagnostics Tools para usar em TCP/IP troubleshooting

1. Address Resolution Protocol (ARP): Lista e edita as tabelas de conversão IP para MAC

2. Hostname: lista o nome do local host

3. ipconfig: Mostra a actual configuração tcp/IP do local computer, assum como o ip address, a subnet mask e servidores wins e dns (/registerdns, /displaydns, /flushdns, /release, /renew)

4. lpq: mostra o current status da impressora ldp

5. nbtstat: mostra as estatísticas por protocolo e as ligações actuais que usam netbios sobre tcp/ip (-R e -RR)

6. netstat: mostra estatísticas de rede e as ligações tcp/IP actuais

7. ping: usado para testar a conectividade tcp/ip entre dois hosts

8. router: editar as routing tables do local computer

9. tracert: mosta a route (path) que o data packets percorrem à medida que viajam do local computer até ao remote destination computer

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Configurando o TCP/IP

Subnet Mask: É essencialmente um IP address filter que é aplicado a cada unique IP address. A subnet mask determina que parte de um IP address de um computador especifica a network segment onde o computador está localizado, contra a parte do IP address que especifica o seu unique IP address. Por exemplo, um IP address de 192.168.1.20 com uma subnet mask de 255.255.255.0 tem uma network ID de 192.168.1. O host address desse computer será, assim, 20.

Default Gateway: Este IP address especifica o router para o local network segment (ou subnet). Se este endereço estiver ausente, o computador não poderá comunicar com outros computadores fora do local network segment. A default gateway é frequentemente obtidapor DHCP se o computador está configurado para obter um IP automaticamente.

Preferred and alternate DNS servers: Tendo mais do que um DNS server na rede ajuda a oferecer balanceamento de carga e fault tolerance para os client computers que têm que fazer hostname-to-ip address resolution. O DNS também é utilizado por domain controllers, DFS roots e Global Catalog Servers. A Name Resolution é vital ao TCP/IP. A informação sobre o DNS server é frequentemente recolhida via DHCP.

WINS Server Addresses: O WIN oferece name resolution entre NetBIOS computer names e IP addresses. Os WINS servers são frequentemente obtidos por DHCP.

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Classful IP Address Prefix Ranges e as suas Classes

0-127 A

128-191 B

192-223 C

224-239 D

240-255 E

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Endereços IP reservados para funções específicas

255.255.255.255: reservado para network broadcasts

 

127.0.0.1: reservado para o loppback address para testes à configuração IP do host computer

 

192.168.x.x, 172.16.x.x, 172.31.x.x e 10.0.x.x foram reservados como nonroutable

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IPSec

1. Também chamado de Secure IP.

2. Oferece autenticação a computer level e também encriptação de dados em ligações VPN que usem o protocolo L2TP. O IPsec negoceia entre o client computer e o servidor do tunel remoto antes de uma ligação L2TP ser estabelecida, o que segura quer as passwords de autenticação, quer os dados. Usa métodos de autenticação padrão como os:

Extensible Authentication Protocol (EAP)

Microsoft Challenge Handshake Authentication Protocol (MSCHAP)

CHAP

Shiva Password Authentication Protocol (SPAP) e o

Password Authentication Protocol (PAP)

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Layer 2 Tunneling Protocol (L2TP)

1. É uma alternativa ao PPTP, é novo no Windows 2000 e oferece uma funcionalidade semelhante ao PPTP, contudo, o L2TP é um protocolo VPN padrão da indústria. Encapsula tcp/ipipx, netbeui em túnel. Pode ser usado em conjunto com o IPsec para maior segurança.

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Point-to-Point Tunneling Protocol (PPTP)

1. É o único protocolo de VPN que vinha no NT4. Encapsula tcp/ip ipx e NetBEUI e encripta os dados sendo transmitidos em túnel pela Internet. Os clientes PPTP podem ligar-se a qualquer servidor PPTP microsoft compatível desde que tenham as devidas credenciais.

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Point-to-Point Protocol (PPP)

1. O PPP substituiu o SLIP. É um protocolo de acesso remoto/dial-up que suporta TCP/IP, NWLink, NetBEUI e AppleTalk. É optimizado para conecções de low bandwidth e logo é preferido em ligações de dial-up/modem.

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Automatic Private IP Addressing (APIPA)

1. Esta feature foi introduzida no 98. Em computadores que são configurados para obter um IP dinâmico, o APIPA aparece quando nenhum DHCP está disponível na rede. O APIPA interroga automaticamente os outros computadores de forma a garantir que não há uma duplicação de IPs e então assigna ao computador um IP único no 169.254.x.y com a subnet mask de 255.255.0.0

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Backups

1. Os utilizadores membros do Administrators e do Backup Operators podem fazer backup a todos os ficheiros que estejam num XP. Se um user não é mebro de um desses grupos terá que ser o owner desses ficheiros e pastas para poder fazer backup deles.

2. O user pode fazer backup a ficheiros de que seja:

Read ou

Read and Execute ou

Modify ou

Full Control

3. Só membros do Administrators é que podem fazer backup ao System State.

4. O System State só pode ser alvo de um backup no local computer

5. Tipos de Backups:

Normal: Backup de todos os ficheiros e pastas seleccionados. O mais compreensivo, mas também o mais lento.

Copy: Copiar toda a selecção

Differential: Backup a tudo o que mudou desde o último Normal. Se cria um Normal e uma semana depois cria um Differential e depois, noutra semana, outro Differential pode recuperar-se todos os dados usando o Normal e o último Differential. O primeiro pode assim ser descartado.

Incremental: Backup de todos os dados que foram mudados desde o backup mais recente (normal ou incremental). Se se faz um Normal e depois 3 Incrementais, para se repôr toda a máquina terá que se repôr todos os 4.

Daily: Backup de tudo o que mudou durante o dia.

6. O NTFS5 oferece o Change Journal Attribute que vai além do archive bit e regista também alterações em permissões e mudanças de um nome de um documento.

7. Porque não fazer um Normal Backup e depois backups incrementais até ao final dos tempos? Porque os incrementais levam mais tempo a recuperar que um backup diferencial. Imagine recuperar uma máquina que teve um normal backup há um ano e que depois teve um incremental por semana. Se tiver que recuperar o sistema em caso de catástrofe, terá que restaurar o normal backup mais 51 backups incrementais. Assim, deve-se equilibrar entre o custo de tempo de um backup contra o custo de tempo de recuperação.

Categories: MCSE: MOC2272, Quids S3 | Deixe um comentário

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