Livros

Uma obra de um nosso MILitante…

peça já a sua cópia autografadaChrys CHRYSTELLO, An Australian in the Azores/Um Australiano nos Açores (Portugal)drchryschrystello@gmail.com ; drchryschrystello@yahoo.com.au drchryschrystello@sapo.pt Homepage/página de entrada: http://oz2.com.sapo.pt/ /Colloquia/Colóquios: http://lusofonias.com.sapo.pt/

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Antologia sobre a espiritualidade de S. Nuno de Santa Maria

ZÉFIRO EDITA ANTOLOGIA INÉDITA SOBRE A ESPIRITUALIDADE
DE S. NUNO DE SANTA MARIA – NUNO ÁLVARES PEREIRA

Após séculos de devoção, o popularmente denominado Santo Condestável vai poder gozar, finalmente, do título de Santo. A sua canonização terá lugar no próximo dia 26 de Abril, em Roma.

Por este mesmo motivo, a Zéfiro traz a público uma obra única no seu conteúdo: uma antologia inteiramente dedicada à espiritualidade de Nuno Álvares Pereira, ao contrário das edições até agora publicadas que abordam sobretudo o seu carácter militar.

Este é o primeiro livro em que se invoca o título canónico de S. Nuno de Santa Maria – vulgo Santo Condestável ­–, após o reconhecimento pelo Vaticano das suas virtudes e milagres.

A presente Antologia, que pretende ser a derradeira e imperecível prova da santidade de Nuno Álvares Pereira, nasceu do envolvimento de J. Pinharanda Gomes nas pesquisas que levou a efeito, na sua qualidade de Membro da Comissão Histórica do Processo de Canonização.

Esta obra inclui uma cronologia fundamental, uma selecção bibliográfica, memórias e estudos, hinos e poemas, e outros documentos fundamentais para a compreensão da vida e obra de Nuno Álvares Pereira, que conduziram à sua canonização..

Esta obra é apadrinhada e prefaciada por figuras incontornáveis e dedicadas a esta Causa: o Padre Frei Francisco J. Rodrigues, O. Carm., Vice-Postulador da Causa da Canonização do Beato Nuno de Santa Maria, e S. E. o Cardeal D. José Saraiva Martins, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos.

«Trata-se de uma obra que constitui um extraordinário contributo para um melhor conhecimento desta gigantesca figura de Santo, e, em particular, da sua rica e profunda espiritualidade.»

Cardeal D. José Saraiva Martins

Consultar o ÍndiceLer um excerto

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Um livro de um nosso ilustre colaborador…

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Próxima terça…

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Car@s Amig@s,

Tenho o prazer de vos convidar para a apresentação e palestra sobre os meus últimos livros: “A Pedra, a Estátua e a Montanha. O V Império no Padre António Vieira” e “O Jogo do Mundo. Ensaios sobre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa” (Portugália Editora. Terá lugar no dia 10 de Março, 3º feira, pelas 15 horas, na Livraria Escolar Editora, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Saudações cordiais

Paulo Borges

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Francisco Seixas da Costa

Texto e Imagem: Embaixada de Portugal no Brasil

Esta é a capa do livro “Tanto Mar?”, da autoria do embaixador Francisco Seixas da Costa, uma edição da Thesaurus Editora, de Brasília, que sai do prelo no dia 8 de Dezembro.

Trata-se de um volume de 352 páginas, que recolhe textos sobre as relações políticas, económicas e culturais entre Portugal e o Brasil, ao longo dos últimos quatro anos, cobrindo igualmente temas ligados à comunidade portuguesa, às comemorações dos 200 anos da deslocação da corte para o Brasil, etc. O livro aborda também a articulação da União Europeia com o Mercosul e com o Brasil, em especial a Parceria Estratégica UE-Brasil, criada sob iniciativa portuguesa.

Leia mais no Portugal Digital e na Lusa.
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UM NATAL COM OS LIVROS SERRA D’OSSA EDIÇÕES

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Neste Natal, ofereça os livros da Serra d’Ossa.
Nós oferecemos-lhe os portes.
E 10% de desconto sobre o preço de capa.

– “O CANTO DOS SERES: Saudade da Natureza”, de Pedro Sinde
Preço promocional: € 10,80

– “O CÉU E O QUADRANTE: Desocultação de Álvaro Ribeiro”, de Pedro Martins
Preço promocional: € 14,40

– “FILOSOFIA DO RITMO PORTUGUESA”, de Rodrigo Sobral Cunha
Preço promocional: € 9,00

Faça a sua encomenda para o nosso endereço electrónico: serradossa@aeiou.pt

Visite-nos em http://www.serra-dossa.blogspot.com/

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Romance do Manuel Abranches de Soveral

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Próxima terça…

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Os primeiros dicionários do novo Acordo Ortográfico

Agora que finalmente o segundo protocolo modificativo para o Acordo Ortográfico de 1990 está a andar nos corredores deste nosso luso poder, começamos a assistir às primeiras reacções do mundo editorial de forma a adaptarem-se a esta nova realidade e a anteciparem o excessivamente dilatado prazo de moratória de seis anos (ainda assim mais razoável que os 10 anos da nefanda Pires de Lima). Neste contexto, a Texto Editores (ver AQUI) editou hoje – dia 14 de Março – dois dicionários e um pequeno guia condensando as alterações introduzida na grafia do português pelo Acordo.

As três edições são as seguintes:
Novo Dicionário da Língua Portuguesa – Conforme Acordo Ortográfico (uma edição corrente)
Novo Grande Dicionário da Língua Portuguesa – Conforme Acordo Ortográfico (uma edição de luxo)
e o guia condensado “Atual – O Novo Acordo Ortográfico – O que vai mudar na grafia do Português” (que sim… no título já utiliza a nova grafia).

A dita “edição de luxo” inclui mais de 250 mil entradas, enquanto que a edição corrente tem “apenas” 125 mil entradas… Mas enfim, nenhuma será verdadeiramente tão útil e importante como o guia, cuja compra irei fazer assim que terminar de escrever estas linhas… De qualquer forma, eis o primeiro e mais importante passo para pela via deste Acordo, reaproximar aquilo que a História da República portuguesa separou já que efectivamente foi Portugal que no começo do século XX abandonou a comunhão de grafia com o Brasil, não o contrário.

Sem dúvida que estas edições são um passo importante para aproximar o mundo lusófono pelo reforço daquele que será nos anos vindouros uma das maiores ferramentas para aproximar todos os lusófonos do mundo: o Acordo Ortográfico.

Fonte:
Jornal de Notícias

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Goor 2 “A Crónica de Feaglar II”

Goor 2
Este livro de Pedro Ventura é o segundo volume de uma série que começou (naturalmente) “A Crónica de Goor 1” e que foi uma verdadeira lufada de ar fresco no normalmente seco e estático panorama editorial português… Esta obra de fantasia épica, dividida em duas partes, pode ser lida de forma separada, sem prejuízo do prazer da leitura, mas pertence a um Todo, e logo, recomendamos a leitura seguida do conjunto.

As personagens das obras buscam inspiração no fértil terreno de uma mente lusitana, embebida por várias camadas de mitologias cruzadas, desde a céltica, ao ciclo arturiano ao famoso e muito mais recente trabalho de Tolkien. A acção percorre caminhos idênticos aos dos épicos mais convencionais, com a eterna luta entre o Bem e o Mal como tema dominante e essencial à acção, com um factor fantástico subterrâneo, expresso pelos poderes paranormais detidos por algumas personagens e que são essenciais à resolução dos conflitos da acção.

A segunda parte de Goor, “A Crónica de Feaglar” consolida a promessa já revelada na primeira parte do épico: os personagens, a profundidade das suas personalidades e a riqueza da acção e da interacção das personagens é muito mais profunda que a primeira parte e revelam um autor completamente consolidado e completamente amadurecido. Esperamos ansiosamente pelas novas obras de Pedro Ventura já que o seu estilo está completamente amadurecido, o autor revela uma grande consistência na construção de personagens e enredos e… é senhor de uma imaginação fértil e domina completamente essa difícil arte de construir mundos e universos virtuais!

“Goor 2 – A Crónica de Feaglar” pode ser comprado em vários locais, mas recomendamos o contacto directo com o autor, clicando AQUI.

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Goor2 (“A Crónica de Feaglar II”) !

Já é possível adquirir o segundo volume do excelente ciclo de “High Fantasy” de Pedro Ventura. A história estabelece a continuidade com o primeiro volume, alicerçando-se contudo num estilo mais amadurecido e consistente que revela um desenvolvimento notável do estilo de escrita do autor e torna o produto final numa das melhores edições deste ano… Infelizmente, a pequenez do nosso mercado editorial parece ter deixado arredada esta edição das livrarias…

Mas é possível encomendar o livro AQUI, directamente junto do autor!

Recomendo vivamente este livro, não só para quem aprecia o género, mas também para quem não está habituado a este estilo, já que para além de bem escrito o livro apresenta também um argumento e um desenrolar da acção que cativa o leitor até à última página…

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Uma forma alternativa de usar o seu leitor de MP3: Audiolivros

Uma das minhas mais interessantes descobertas recentes em andanças cibernéticas foi ter deparado com a AudioBooksForFree.com um site que nos oferece uma forma alternativa de usarmos os nossos leitores de MP3: para ouvir livros… Ou melhor, audiolivros…

A redução dramática dos preços dos leitores de MP3 popularizou muito estes gadgets e hoje em dia é relativamente comum encontrar pessoas nas ruas e nos transportes públicos com os seus pequenos auriculares brancos, ouvindo música… Mas acedendo ao AudioBooksForFree.com ou a AudioBooks (entre muitos outros) deparamos com uma extensa lista de livros que podemos carregar gratuitamente da Internet e colocar nos nossos leitores de MP3.

De entre muitas centenas, destaco os seguintes:

Count of Monte Cristo (by Alexandre Dumas)

Anarchist (by Joseph Conrad)

Jungle Book (by Rudyard Kipling)

Taras Bulba (by Nikolai Gogol)

Charge of the Light Brigade (by Lord Tennyson)

todos em inglês, infelizmente… Mas completamente gratuitos!

E o “Alan Quatermain” de Rider Haggard (o mesmo autor das “Minas do Rei Salomão”) que actualmente vai preenchendo as minhas longas caminhadas diárias…

Categories: Alquimia, Informática, Livros | 12 comentários

Lost (Perdidos): Teoria: “Farmer, o Mundo do Rio (Riverworld) e os ‘Outros'”


(Capa do primeiro livro de Farmer e imagens do episódio piloto da série televisiva)
Aparentemente existem pelo menos dois grupos bem distintos de “Outros”: Aqueles que foram recrutados no mundo exterior, como Juliet ou os que foram antigos funcionários da Dharma Initiative e um outro, composto por indivíduos que pré-existiam na Ilha… A esta camada pertence o misterioso Jacob, Richard Alpert e aparentemente um número muito significativo dos “Outros”. Richard Alpert, em particular parece não ter envelhecido desde a meninice de Ben, ou seja, desde que este tinha cerca de 10 anos sendo que agora aparente ter mais de 40… Jacob que foi antevisto por segundos aparenta ter um penteado de estilo colonial e uma roupagem que parece do século XVIII. A tese que já defendemos é de que algo Ilha retarda o processo de envelhecimento biológico, talvez um efeito colateral do mesmo fenómeno que acelera a recuperação de feridas (como as Sawyer, Locke, Naomi, Mikail, etc).

Mas existe outra possibilidade… Será que estes indivíduos foram “recompostos”, da mesma forma descrita por Philip José Farmer no seu fantástico ciclo “Mundo do Rio” (Riverworld), um conjunto de quatro livros contendo alguma da melhor ficção científica jamais escrita. A história assenta na construção de um planeta artificial por uma raça de seres todo-poderosos. Esse planeta é percorrido em todo o seu eixo longitudinal por um rio, merecendo o título “Mundo do Rio”. Esta super-raça conseguiu ressuscitar aqui todos os seres humanos que jamais viveram na Terra, exacto… Todos os 37 biliões que jamais viveram nesse planeta artificial, foram ressuscitados precisamente no mesmo dia e com os mesmos corpos que tinham em vida, recompondo-os a partir da sua alma ou “Ka”. Estes ressuscitados não têm que se preocupar com a alimentação, recolhendo-a gratuitamente de uns equipamentos em forma de cogumelo que estão dispostos ao longo do Rio, um pouco como… caiem do céu os abastecimentos da Dharma?

Fonte:
http://www.xs4all.nl/~rnuninga/PJFriverw.htm

Categories: Alquimia, Ciência e Tecnologia, Livros, LOST (Perdidos) | 7 comentários

O livro “A Papisa Joana” vai ser passado a cinema pelo realizador alemão Volker Schlondorff

Talvez se recordem DESTE meu post anterior sobre o livro “A Papisa Joana”… Se sim, saibam que o realizador alemão Volker Schlondorff vai filmar este ano na Bulgária um filme baseado no livro que descreve a vida atribulada de Joana, uma mulher que no misógamo século IX se fez passar por homem, e que após uma carreira como frade e depois, como médico do Vaticano foi eleita Papa, um cargo que ocupou enquanto “homem” até ao momento em que deu à luz, em plena procissão em Roma…

Estou curioso para ver a reacção do Ultracatólico Papa Ratzinger e da turba que se move sempre que um filme vagamente polémico para com o Cristianismo chega às salas de cinema…

E será que… esta gaffe do açúcar também vai surgir no filme?

Fonte: RTP

Categories: Alquimia, Cinema, Educação, Livros | 15 comentários

Venceu o “Sim”

E perderam:

os padres Excomungadores,

os Tartufos hipócritas,

a Beatada frígida,

os Marcelos tudo-sabedores,

os Cavacos silenciosos,

os Papas ex-Nazis

e toda a restante cáfila.

 

Ganhou a figura mais democrática do nosso sistema eleitoral: o Referendo e as mulheres que a partir de agora não poderão mais ser humilhadas pelos Tribunais nem armazenadas em Cadeias de Delito Comum.

Ganharam também todos os que não se deixaram aclimatar à torpe inércia dos seus tépidos sofás, levantaram o rabo e foram defender aquilo em que acreditam.

Categories: A Escrita Cónia, Livros, Referendo da IVG, Sociedade Portuguesa | 10 comentários

O Referendo da IVG: O Argumento do “Menor Sofrimento”

“Poder-se-ia pensar que o movimento teria indirectamente significado moral, na medida em que trataria da indicação de alguma forma de consciência – e, como já vimos, a consciência e a capacidade de sentir prazer ou sofrimento têm um significado moral real.”

(…)

“Com base em estudos que demonstram que o movimento tem lugar tão cedo quanto seis semanas após a fertilização, associados a outros estudos que deram conta de alguma actividade cerebral na sétima semana, aventou-se que o feto poderia ser capaz de sentir dor nessa fase inicial da gravidez.”

página 162

Ética Prática, Peter Singer, Gradiva, Lisboa, 2002.

Não é o facto de embrião apresentar a capacidade de se mover que determina a sua capacidade para Sofrer, Sentir prazer ou estar “animado” por uma Alma ou ter Consciência de Si. A actividade cerebral na sétima semana, já merece outra atenção… Parece ser ainda demasiado fraca e dispersa para poder representar algum dos três factores de fronteira que definimos inicialmente como pontos essenciais na defesa pelo “Sim” neste Referendo:

1. O embrião sente Dor?

2. O embrião sente Prazer?

3. O embrião tem Consciência de Si?

Mas estes três, são sobrepostos por aquele que é o verdadeiro argumento fundamental: o Sofrimento…

Todos concordarão quando se diz que uma criança que não é desejada tem mais probabilidades de ser alguém Infeliz ao longo da sua infância, junto dos progenitores que não desejaram ou que o abandonaram e que existe uma tendência esmagadora para constituir um adulto infeliz e, consequente, um pai/mãe que provoca por sua vez a infelicidade e o sofrimento nos seus filhos. Assim, ainda que o embrião possa a partir das 7 semanas sentir alguma dor (Sofrimento) este será certamente inferior à carga de Infelicidade que terá que transportar durante toda a sua vida por não ter sido querido, nem desejado…

Se existe uma balança com dois pratos, e se num destes, o peso do Sofrimento é menor, não devemos então escolher este e…

Votar “Sim”?

Qual será o seu sentido de voto a 11 de Fevereiro?
1) Sim
2) Não

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Categories: A Escrita Cónia, Livros, Referendo da IVG, Sociedade Portuguesa | 4 comentários

O Referendo da IVG: 2º Argumento (a “Alma” e os Movimentos do Feto)

“Se não é nascimento nem a viabilidade que marcam uma distinção moral significativa, há ainda menos a dizer a favor de um terceiro candidato [aos argumentos em defesa ao “Não” à IVG]: os primeiros movimentos do feto. Na tradição da teologia católica, pensava-se que este era o momento em que o feto ganhava a alma. Se aceitássemos esta perspectiva, poderíamos pensar que os primeiros movimentos são importantes porque a alma é, na acepção cristã, aquilo que distingue os seres humanos dos restantes animais. Mas a ideia de que a alma entra no feto quando ele se começa a mexer constitui uma superstição ultrapassada, rejeitada mesmo pelos teólogos católicos. (…) Não encaramos a falta dessa capacidade como algo que negue a pretensão das pessoas paraplégicas de continuarem a viver.”

página 162-163

Ética Prática, Peter Singer, Gradiva, Lisboa, 2002.

Esta é a filosofia subjacente ao cartaz da Campanha pelo “Não”: “Abortar sabendo que já bate um coração?”. Na verdade, o movimento do embrião e – neste particular – o movimento do coração nada tem a ver com aquilo que transformaria o embrião num bebé ou ser humano. O coração não é já a “sede da Alma” ou da Consciência, como se acreditava na Idade Média… É certo que certa padraria excomungadora e laurindiana ainda crê que a Alma está alojada no coração… Mas o órgão onde reside a Consciência de Si (o “homúnculo de António Damásio) e onde são processados os sinais de Dor, Sofrimento e Prazer ainda não está suficiente desenvolvido às 10 semanas para poder produzir nenhum destes tipos de sentimentos e muito menos é já capaz de fornecer ao embrião uma consciência, condição essencial para alguém poder ser incluído na designação de… Ser Humano.

Qual será o seu sentido de voto a 11 de Fevereiro?
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2) Não

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O Referendo da IVG: 1º Argumento (a fertilização In Vitro)

“Em 1978, o nascimento de Louise Brown levantou uma nova questão em relação ao estatuto da vida humana nos seus primórdios. Louise Brown foi o primeiro ser humano a nascer a partir de um embrião fertilizado no exterior do corpo humano. O êxito de Robert Edwards e Patrick Steptoe ao demonstrarem a possibilidade de fertilização in vitro (FIV) assentou em vários anos de experiências com embriões humanos – nenhum dos quais sobreviveu. A FIV constitui hoje um modo de proceder rotineiro para certos casos de infertilidade e deu origem a milhares de bebés saudáveis. No entanto, para se chegar a este ponto, muitos mais embriões tiveram de ser destruídos no decurso de experiências científicas.”
página 156

Ética Prática, Peter Singer, Gradiva, Lisboa, 2002.

É por esta razão que quem realizou, realiza, ou antevê realizar a breve prazo um processo de fertilização In Vitro não pode – em plena consciência – ser um opositor do “Sim” ao Referendo… Todas as fertilizações (FIV) contemplam sempre (se forem bem sucedidas) e necessariamente a produção de vários embriões que são depois destruídos ou armazenados, e nada distingue estes embriões daqueles que persistem no interior do ventre materno, com excepção do local onde são inseridos ou não…

Ou seja, é moralmente incompatível defender a “santidade” do embrião no sentido em que este deve ser preservado a todo o custo e que é já um “ser humano” e depois praticar a FIV… Alimentar esta contradição é como votar “Não” e participar na Campanha pelo “Não” e depois, fazer parte daquela lista de duas mil mulheres que vão abortar a Badajoz todos os anos…

Qual será o seu sentido de voto a 11 de Fevereiro?
1) Sim
2) Não

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O Açúcar da “Papisa Joana”

Ando agora a ler a biografia romanceada da misteriosa e polémica “Papisa Joana” numa edição da Presença (ver AQUI). O texto surge recheado de alusões “feministas” sobre os escassos (nulos?) direitos humanos das mulheres na época, infelizmente perfeitamente correctas no contexto social da Alta Idade Média carolíngia, mas numa das primeiras páginas do livro dei com um erro de palmatória… (ver AQUI)

Joana, a futura papisa, ainda menina entra no salão do Bispo, que fundou a Escola onde irá estudar e encontra um fausto banquete a decorrer… E sobre a mesa vários doces… feitos de açúcar. A palavra açúcar fez logo tocar umas campaínhas cá dentro, porque não me pareceu que fosse conhecido na Europa do século VIII d.C. Os próprios árabes e egípcios aprenderam com os persas a produzir açúcar sólido, mas apenas no século X d.C. e a introdução do dito na Europa ocorreu apenas por volta do século XIII, mas somente no século XV é que haveria de conhecer uso corrente entre os europeus… Como num banquete “bispal”…

Enfim. Um erro. Compreensível, mas ainda assim um erro que mancha um livro que nos demais aspectos me parece absolutamente correcto e históricamente certeiro.

Enfim… Erro mais crasso, só mesmo aquele que alguém cometeu sobre os… crotalus

(ainda se lembram?)

Já leu o livro «A Papisa Joana»?
1) Sim
2) Não

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Categories: Alquimia, Economia, História, Livros | 10 comentários

O radar e a “Conspiração de Estúpidos”


(http://upload.wikimedia.org)

Ultimamente, ando a ler o excelente (e recomendável) “Conspiração de Estúpidos” de John Kenney Toole um romance estranhíssimo, de elevada qualidade e originalidade (uma característica que pela sua raridade prezo cada vez com maior intensidade). O romance é claramente autobiográfico e ressalta logo pelo facto de ser uma obra vencedora do Prémio Pulitzer de Ficção de 1981 e pelo facto de ter sido publicado postumamente depois do suicído do autor em 1969, com apenas 31 anos, desiludido com as recusas sistemáticas de publicação pelas editoras a quem enviava os seus manuscritos.

Mas algo “bate mal” na tradução da edição portuguesa, da chancela da Terramar… Estranhei quando num parágrafo, logo no começo do livro, o personagem descreve que foi mandado parar quando seguir de Taxi por “um radar num carro da polícia”… Em 1969?

Hum… Porque é que será que tenho dúvidas sobre esta tradução?…

Mas posso não ter razão para a ter! Alguém tem ideia de que isto era possível em 1969? As minhas buscas na Net não foram conclusivas…

O livro pode ser adquirido via LivrosNet, AQUI.

Categories: Livros, Sociedade Portuguesa | 7 comentários

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