Job Searching

O que fazer se numa entrevista de emprego é confrontado com perguntas agressivas ou moralmente duvidosas

http://pembertonjobsearch.synthasite.com

pembertonjobsearch.synthasite.com

Não tenha dúvidas: o primeiro passo para conseguir um determinado emprego é garantir uma entrevista. Por isso, tudo o que nela se passar será absolutamente crucial para o bom sucesso desta tentativa de sair da situação de desemprego…

Ora nestas entrevistas há recrutadores que podem colocar questões muito incomodas… isto acontece tendencialmente com entrevistadores muito experientes e do mesmo sexo que o entrevistado e raramente nos casos opostos, pelo que conhecer previamente a idade e a carreira do entrevistador é sempre avisado… e é algo onde o linkedin pode contudo ajudar…

Mas sejamos concretos: se durante a entrevista, o recrutador perguntar algo de inconveniente ou – até – ilegal, do tipo: “dormiria comigo para conseguir este emprego”, “qual foi o maior erro da sua carreira”, “está disposto a trabalhar mais que dez horas por dia? “o que fazer? Obviamente, não existe uma “resposta certa” e tudo depende de quem pergunta e de quem pergunta, mas há sempre que manter a calma e a descontração já que alguns entrevistas usam perguntas intencionalmente agressivas para testar o comportamento do candidato quando confrontado em situações de stress, uma condição com a qual um utilizador em situação de atendimento ao público ou em profissões de elevado stress deve ser capaz de lidar com alguma fleuma e calma.

Para além disso, o candidato deve ter sempre preparadas algumas respostas a possíveis perguntas “difíceis”… por exemplo “qual foi o seu maior erro no emprego anterior?” Deve certamente ter uma resposta preparada e especialmente focada naquilo que fez para o resolver e evitar a sua recorrência.

Se já está no desemprego há muito tempo, por exemplo, a “pergunta incomoda” pode ser essa… prepare a resposta e justifique com razoabilidade e sem omissões temporais. Se a pergunta for claramente ofensiva (“já levou algo do escritório sem autorização?”) Ou ainda pior “já teve um relacionamento sexual com uma chefia” podem estar a testar a sua moral e padrões éticos. Obviamente, responda em conformidade ao que se espera de si. E se perguntarem se trabalharia dez ou mais horas por dia, apresente as suas reais disponibilidades para tal ou opte por uma saída bem-disposta do tipo “algures terei que dormir e comer, certo? ” que sempre tem a vantagem de arrancar um sorriso no entrevistador.

Anúncios
Categories: Job Searching | Deixe um comentário

Algumas regras básicas para redigir e apresentar um bom currículo…

Além dos conhecimentos pessoais (amigos e familiares) a segunda grande ferramenta para obter um emprego é, certamente, o currículo…. O currículo deve ser adaptado em função da proposta concreta a que se está a candidatar e ter como objetivo (foco) demonstrar que você é o candidato perfeito para a posição. Realce os seus feitos passados diretamente relevantes para o selecionador. Sem esquecer os feitos passados, não descure formas de demonstrar que continua com um bom potencial para se desenvolver e expandir as suas áreas de conhecimento. Quando no currículo mencionar as suas principais realizações, não se alongue muito sobre elas, mas como as alcançou.

Quando enviar a mensagem que tem o seu currículo, tenha muito cuidado com a grafia e com os erros de português. Nessa mensagem insira um brevíssimo resumo daquilo que acha pode via a fazer na posição a que se candidata. Tenha contudo em consideração que essa mensagem nunca deverá exceder as oito ou dez linhas.

Por fim, ao redigir o currículo se a sua formação académica for especialmente relevante para a posição a que se candidata, coloque-a em destaque no currículo, nomeadamente se se tratar de uma universidade ou curso muito prestigiado.

Categories: Job Searching, Sociedade Civil, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

Sete coisas a NÃO FAZER num novo trabalho

Depois de se ter conseguido realizar o feito – cada vez mais difícil neste contexto economico – de ter obtido um novo emprego é vitalmente importante que o novo colaborador não deite tudo a perder deixando nos primeiros dias de trabalho uma impressão negativa. A opinião que se forma nesses primeiros dias juntoo dos colegas e das chefias será aquela que será a predominente e, se for negativa, será muito dificil de anular, exigindo um esforço desproporcionalmente mais elevado… importa assim ter certos cuidados durante as primeiras semanas e, depois, manter essa impressão inicial.

1. Não fale demais nem… de menos!

Porque “A Virtude está no Meio” (Aurea Mediocritas) os novos colaboradores devem evitar falar em demasiado por forma a estabelecerem, logo nos primeiros dias, laços com os seus colegas. Não inicie conversas – sobretudo pessoais – foco no trabalho e nas questões de serviço, mas também não recuse responder a nenhuma questão (mesmo pessoal), mas modere a extensão de todas as respostas.

2. Não proteste

Por muittas dificuldades que encontre nas suas novas funções guarde para si todas as críticas, anote-as cuidadosamente e, posteriormente, procure soluções para cada uma delas. Antes de levar essas dificuldades aos seus colegas ou à sua chefia perca algum tempo procurando soluções você mesmo, idealmente com mais que uma alternativa. Se tiver dúvidas na sua execução, peça apoio na escolha da melhor opção. Mostre assim resiliciencia, persistencia e flexibilidade.

3. Nunca digal mal

Nunca, mas nunca mesmo, digal mal da sua antiga empresa ou da sua antiga chefia ou equipa. Tal admissão, especialmente se feita nos primeiros dias, deixará a sua nova equipa e chefia a pensar que brevemente será ela o alvo do seu criticismo… por outro lado, passará assim a imagem de alguém que tem dificuldade em relacionar-se com os seus colegas.

4. Pontual!

Se existe algo que deixa uma impressão que depois leva muito tempo a anular é chegar atrasado logo nos primeiros dias. Faça tudo por tudo para chegar uns minutos antes da hora de entrada (saindo com uma margem de segurança de pelo menos uma hora e depois esperando nos arredores). Se estiver ligeiramente doente (gripe, dor de dentes, etc) faça um esforço e vá trabalhar… nada tem pior impacto na imagem profissional de um novo colaborador do que faltar logo nos primeiros dias de um novo trabalho.

5. Não coma em Serviço

Nao suje a sua nova secretaria ou local de trabalho. Nao coma na sua secretaraia, nao faça barulho com embalagens nem suje o seu ambiente de trabalho… não deixe que uma imagem de desleixo ou sujidade se associe à sua pessoa.

6. Roupa adequada

Antes mesmo de começar, procure saber que tipo de indumentaria se espera de si: formal, informal, gravata, casaco, etc. Vestir roupa exageradamente formal pode ser tão mau como trazer jeans, logo no primeiro dia. Sonde o ambiente local e ajuste-se a ele, procurando nao sobressair, nem pelo excesso, nem pelo defeito. Se for mulher, evite excessos em colares ou pulseiras ou maquilhagem demasiado carregada. Em suma: não dar nas vistas para não criar impressoes erradas que depois podem levar meses a esvanecer-se…

7. Não se gabe: seja humilde!

Por muito experiente ou conhecedor que seja na sua área profissional, não alarde os seus conhecimentos. Seja discreto e preocupe-se mais em ouvir e observar do que em falar e fazer. Se está numa nova equipa haverá sempre muito para aprender e não queira colar a si a fama de arrogante ou presumido… se a equipa onde se está a inserir já cumpre a sua missão à muitos anos certamente que sabe o que faz, epsar de poder cometer aqui e ali os seus erros. Anote-os e depois, procure aponta-los (sempre com soluções práticas) quando – mais tarde – for oportuno, mas evite mencionar isso logo nas primeiras semanas de trabalho.

Categories: Job Searching, Sociedade Civil | Deixe um comentário

Segundo um estudo da Universidade da Carolina do Norte (EUA) o facto de um profissional ser recrutado através das redes sociais Facebook e Linkedin leva a que o quadro remuneratório mais favorável que a média.

Segundo um estudo da Universidade da Carolina do Norte (EUA) o facto de um profissional ser recrutado através das redes sociais Facebook e Linkedin leva a que o quadro remuneratório mais favorável que a média.

O estudo abordou o chamado “recrutamento informal”, em que o novo colaborador é abordado diretamente pelo recrutador para uma determinada posição. O estudo concluiu que 27% de todos os postos de trabalho nos EUA são preenchidos desta forma e revelou ainda que as empresas que mais pagam são também aquelas que mais recrutam através das redes sociais, o que pode explicar o fenómeno da remuneracao acima da média acima apontado.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/carreira/2012/07/27/profissionais-admitidos-via-redes-sociais-tem-salarios-maiores/

Categories: Job Searching | Deixe um comentário

14 Conselhos práticos para Desempregados com mais 40 anos

1. Mantenha-se tão ativo quanto o possível e inicie a busca por um novo emprego tão rápido quanto for possível. Analise os seus pontos fortes e os pontos fracos, elabore um plano de ação que conduza à sua superação. Passe a escrito este plano e atualize-o regularmente com as melhorias e desenvolvimentos que forem ocorrendo. Inclua sempre neste plano, formação técnica, profissionalizante ou universitária…

2. Encare a sua busca de emprego como se de um emprego efetivo se tratasse, defina horários restritos para a realizar e cumpra-os. Afira o seu desemprego neste “emprego” pelo número de entrevistas que conseguir obter por semana, analise esta métrica e a sua evolução em função do seu próprio esforço e dos desenvolvimentos que tenha acrescentado entretanto ao seu perfil. Como outra “métrica de desempenho” pessoal conte o número de contactos que fez por semana, analise a sua evolução e tente manter semanalmente um ritmo sempre crescente.

3. Mantenha o currículo sempre atualizado e tenha especial atenção pela forma como o redigiu (evite erros de português! ) e pela sua essência garantindo que dá o devido relevo às suas caraterísticas mais positivas.

4. Quando não está ativo a procurar emprego, ocupe-se. Participe em associações, na vida do seu bairro/aldeia/cidade, envolva-se na política e – muito importante – dedique tempo à sua família… combata assim o monstro da depressão que assola de forma tão aguda todos aqueles que são levados a esta condição. Nos tempos que lhe sobejarem, trate de si: vá a um ginásio, visite museus, exposições e espetáculos de musica.

5. Atualmente, é particularmente difícil encontrar trabalho depois dos quarenta anos, todos o sabemos… mas existem já sinais de que esta situação não vai durar muito mais tempo. Vários países do mundo já perderam os complexos idiotas da maioria dos gestores de Recursos Humanos e empresários portugueses e recomeçaram a contratar desempregados com mais de 40 anos. É o caso do Brasil ou do Japão (país que detém o recorde mundial de empregabilidade acima dos 50 anos). Por isso, não desanime… a situação está a evoluir rapidamente e o crescente número de emigrantes jovens e a muito baixa demografia lusitana tornarão brevemente obsoletos os preconceitos dos empregadores quanto a contratações de desempregados seniores.

6. A maior vantagem de que goza um desempregado sénior é a sua experiência. Não pode assim hesitar em realçar essa vantagem: descreva a sua experiência nas empresas por onde passou, das suas realizações e procure estabelecer a ligação com a posição a que agora concorre.

7. A maior fragilidade de um desempregado sénior é a associação mental que muito empregadores estabelecem entre a senioridade e a falta de atualização técnica e profissional. Na entrevista e no currículo deve assim esforçar-se por destacar todos os cursos e formações que tenha feito. Se não os fez, bem, então é altura de começar.

8. No currículo é importante espelhar a sua energia e capacidade organizativa: a prática de desporto num horário rigoroso vai assim transmitir uma imagem de dinamismo e jovialidade que pode compensar a imagem negativa associada à senioridade por parte de alguns empregadores.

9. Foque o seu currículo no futuro e não no passado. Verifique se vale mesmo a pena listar os empregos que teve há mais de dez ou vinte anos. Se tem uma secção para “educação académica” altere-a para “educação e formação”, inserindo aqui, primeiro, as ações de formação mais recentes. Liste no currículo apenas as competências que são relevantes para a função a que concorre e omita todas aquelas que são hoje obsoletas. De resto, faça tudo para nunca ter mais que duas páginas de currículo… os currículos demasiado extensos são frequentemente descartados apenas por essa razão…

10. Quando o entrevistador abordar a remuneração (nunca seja você a levantar essa questão) indique um valor mínimo e máximo e acrescente que as suas expetativas são conformes à sua experiência profissional na realidade laboral da atualidade.

11. Procure apresentar exemplos de situações em que trabalhou lado a lado ou sob as ordens de um líder mais jovem do que você.

12. Aparente ser uma pessoa desperta e enérgica: caminhe pela sala até à cadeira de forma decidida, sente-se direito e mantenha-se sempre alerta e atento a tudo.

13. Vista-se de forma adequada. Um fato e gravada podem ser necessários, mesmo se não for essa a sua indumentaria habitual…

14. Existe frequentemente entre os empregadores a perceção de que os candidatos seniores de que estes exigirão sempre remunerações mais altas que os mais jovens. Uma forma de responder a este obstáculo é abordar o assunto logo na carta de apresentação e diretamente durante as entrevistas. Indique o que o motiva para além do salário, sobretudo profissionalmente e o quanto deseja fazer a diferença na função.

Categories: Job Searching, Política Nacional, Portugal, Sociedade Civil, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

35 formas não-financeiras de recompensar os seus colaboradores

Em época de grave crise económica, muitas organizações estão sem recursos financeiros para recompensarem os seus melhores colaboradores. Como consequência, os níveis de descontentamento nas equipas sobem e, com eles, os de insatisfação. Este dilema falta de recursos VS recompensa parece insolúvel, à primeira vista, mas não o é, com alguma imaginação… eis alguns métodos de reconhecimento de mérito, eficazes e sem custos.

Intercale estas medidas, espaçando-as (para não ficar rapidamente sem ideias) e para que elas durem durante, pelo menos, um ano… eis algumas ideias, que posteriormente hei de enriquecer. Nota: algumas ideias não se devem usar mais do que uma vez, sob pena de se tornarem ridículas, enfadonhas ou pior… que se tornem habituais!

1. Se o seu grau de autonomia enquanto chefia lhe permite tal atitude, introduza horários flexíveis. Este é provavelmente o método mais económico e mais apreciado pelos seus colaboradores. Defina, p. ex. métricas mensais de desempenho e premeie aquele seu colaborador com uma tarde livre por mês para o recompensar.

2. Entregue uma nota manuscrita: entregue ao melhor colaborador uma nota de cinco euros com uma nota pessoal tendo escrito “Obrigado por seres um colaborador de excelência e pelo teu contributo para a equipa X”.

3. Anime as hostes: uma vez cada quinze dias, cada colaborador trará uma fotografia de um bebé, coloca-a numa parede de um armário e escreve, por baixo, o nome do colega de equipa que mais se parece com esse bebé.

3. Ligue os colaboradores: apresente-os a fornecedores-chave, introduza-os nas reuniões regulares e faça-os participar nelas.

4. Uma vez por semana defina um “dia sem sapatos”. Além de boa disposição e moral, isso aproximara a equipa. Os sapatos (naturalmente…) estarão sempre por perto, num cesto ou junto a um cabide.

5. Recompense o esforço da mesma forma que recompensa o sucesso. Consagre o prémio anual “a melhor ideia que não funcionou” e num almoço anual da equipa (pago pela chefia) entregue um troféu humorístico mas motivador.

6. Se os Recursos Humanos autorizarem (isto é, se forem flexíveis, o que nem sempre sucede), recompense os melhores colaboradores com um dia inteiro de descanso. No momento da comunicação dê-lhe uma carta tipo monopólio com a inscrição “Passe Dia”, que o colaborador poderá usar sempre que lhe aprouver, sem ter justificar (avisando apenas de véspera).

7. De surpresa, compre donuts ou outros pequenos bolos e chocolates e deixe-os para que a equipa os possa apreciar.

8. Compre uma máquina de café de cápsulas e ofereça-a a sua equipa numa das reuniões quinzenais regulares da equipa após o bom sucesso de um dado projeto que tenha envolvido todo o grupo.

9. No dia de anos, almoce com o seu colaborador e pague-lhe o almoço. Oiça-o e tome em conta aquilo que ele lhe disser. Reconheça o seu mérito e valor para a equipa.

10. Peça ao todos os membros da equipa que escrevam uma frase curta sobre o que mais gostam de cada um dos seus colegas. Depois, cole as frases todas sob as fotografias deles e exponha-as numa parede de um armário e no portal corporativo.

11. Deixe que o seu melhor colaborador do mês escolha um de vários projetos disponíveis.

12. Sempre que alguém se destacou de uma forma muito particular, nas reuniões quinzenais da equipa, batam palmas e elogie em público esse desempenho.

13. Institua as “reuniões caminhantes”: em vez de usar salas de reunião, pesadas e formais, saiam do edifício e enquanto caminham, falem. Naturalmente, isto só será possível quando simples papéis forem o único material necessário para a reunião…

14. Imprima “notas falsas”, com uma designação humorística e ofereça-os ao membro da equipa que mais se destacou num dado mês. Ao fim de um ano, as notas podem ser trocadas por um prémio real, por exemplo se no total somarem quinze euros, podem ser gastas num almoço.

15. Crie um “muro da fama” com os nomes, fotos e com textos curtos descrevendo as realizações dos melhores da equipa, colocar tal informação no portal corporativo.

16. Use um canto menos usado da sala como “ponto de relaxe” ou reflexão, com puffs e uma mesa. Chame ao espaço “ClubMed”.

17. Atribua aos seus melhores colaboradores um lugar de estacionamento junto ao do diretor geral ou num piso ou lugar mais próximo da porta.

18. Se num dado projeto, ou incidente, houve necessidade de um dado colaborador ficar no trabalho para além do seu normal horário de trabalho, recompense a sua esposa pelo tempo que roubou à sua família, oferecendo uma flor.

19. Publicite o sucesso dos melhores: no portal colaborativo, na página da equipa, onde toda a organização a poderá ler.

20. Tele-trabalho, premeie os melhores trabalhadores deixando que – após uma boa avaliação anual – estes trabalhem a partir de casa dois dias por mês, à sua escolha. Proponha este modelo aos recursos humanos ou implemente-o se tal estiver dentro do seu grau de autonomia.

21. Use a palavra “obrigado” na sua equipa pelo menos uma vez por dia. Certamente, que mesmo numa pequena equipa haverão diariamente ocasiões para usar, com justiça, essa palavra.

22. Crie um grupo de “cartões casuais” e distribua-os aos seus melhores colaboradores à medida em que o seu desempenho o vai justificando. O colaborador pode usar esse cartão, e no dia em que o decidir usar, pode vir vestido da forma que melhor lhe aprouver. Obviamente, este método só funciona em empresas em que o “vestuário formal” seja norma interna… E quando houver contactos diretos com clientes, haverá que estabelecer excepções.

23. Peça aos seus fornecedores por pequenas ofertas (canetas, tapetes de rato, etc). Distribua-as depois pelos membros da sua sua equipa. Se não tiver para todos, faça um sorteio. Evite ficar com este tipo de itens para si próprio.

24. Ofereça um jogo de vídeo ao filho do seu melhor empregado do ano.

25. Prepare um vídeo curto, que celebre as realizações da sua equipa nos últimos anos, assim como a memória daqueles que já a deixaram. Coloque-o na página corporativa da equipa.

26. No dia de aniversário, envie para a casa dos seus colaboradores um postal a desejar Bons Anos.

27. Procure algo que cada um dos seus colaboradores colecione e ofereça-o

28. Peça sugestões sobre formas pelas quais querem ser reconhecidos.

29. Compre dois bilhetes de cinema, idealmente vouchers.

30. Ofereça uma limpeza do carro – de surpresa – ao veículo do seu melhor colaborador do mês.

31. Um dia, de surpresa, organize um lanche surpresa. Não o repita muitas vezes (faça-o mesmo raramente) por forma a que não tomem tal iniciativa como um dado adquirido, independente da performance da equipa.

32. Altere os seus “job titles”, para designações mais modernas e apelativas

33. Institua um “Play Hour”: Traga de casa um jogo de tabuleiro e numa hora de serviço, com a sua equipa joguem.

34. Organize um jantar anual da equipa e aqui, atribua prémios aos colaboradores por categorias (podem ser humorísticas, mas nunca que possam ser negativas ou diminuitivas)

35. Sempre que possível, envie os seus colaboradores para todas as conferências exteriores e gratuitas que recebem.

Categories: Informática, Job Searching, Sociedade | Deixe um comentário

Onze dicas para procurar trabalho no mundo das Tecnologias de Informação

1.Envie o seu currículo apenas para propostas de emprego que pensa realmente aceitar

Selecione apenas as ofertas de trabalho cujo perfil em termos de competências, localização e disponibilidade lhe sejam efetivamente interessantes. Não envie currículos se não tem as competências necessárias ou se as tem a mais para aquilo que é requerido. Recorde-se de que o principal objetivo da primeira entrevista é precisamente o de verificar se o currículo enviado é verdadeiro e corresponde às necessidades do empregador. Se se tratar de uma empresa de recrutamento ou de uma empresa que contrata outsourcers para entidades terceiras, ser “apanhado” a mentir num currículo, adaptando-o para a oferta de emprego especifica poderá até ter efeitos de longo prazo porque é frequente o registo desses currículos em bases de dados (especialmente em empresas de outsourcing e consultoria) e as alterações de currículos podem ser assim facilmente localizadas.

2. Traga sempre consigo uma PEN drive com o seu currículo em PDF. Nunca se sabe quando aparece uma oportunidade o entregar…

3. Tenha sempre consciência de que o seu entrevistados não tem – provavelmente – o mesmo background técnico que você tem. Seja acessível e evite excessivos tecnicismos verbais.

4. Não minta, não afirme ter conhecimentos que não tem. Não hesite em afirmar que conhece de “ouvir falar” algo (como SQL e Cloud), mas não alegue ter participados em projetos com tecnologias onde efetivamente não esteve… Evite povoar de acrónimos o seu CV, especialmente se nunca esteve diretamente envolvido nestes.

5. Mantenha o seu CV tão compacto quanto o possível. A maioria dos CIO ou diretores de TIC não têm nem tempo nem (muito menos) paciência para digerirem longos currículos.

6. Não se enfoque somente nas suas competências técnicas. Muitos recrutadores procuraram também caraterísticas como liderança, inovação e poder de análise. A capacidade para trabalhar sobre stress e em prazos muito curtos é também particularmente apreciada no ramo.

7. Não se concentre demasiado na aparência, mas também não a descuide... Tente saber antes da entrevista se se espera que leve fato e gravata ou não. Nunca apareça de calças de gana e t-shirt, nem despenteado ou de barba por fazer. Não procure demonstrar que é um “geek” vestindo como julga que eles vestem.

8. Esteja preparado para debater sobre os projetos em que participou nas organizações onde já trabalhou. Aqui, o entrevistador não estará tão interessado sobre aquilo que tecnicamente conseguiu, mas naquilo que as suas palavras vão refletir sobre o nível de interesse do candidato no projeto ou das suas qualidades de trabalho.

9. Seja transparente: se tem outro emprego, em full ou part-time, assuma-o logo de início e questione sobre se isso poderá ser um obstáculo à admissão nas funções a que se candidata.

10. Evite falar de dinheiro… e deixe que seja o entrevistador a levantar o assunto.

11. Se após uma entrevista não ficou com o emprego, não desespere… o seu nome pode vir a ressurgir mais tarde à superfície noutro processo semelhante. Se possível, questione o recrutador sobre os motivos que levaram à sua rejeição e elabore um plano de ação para os atacar num prazo muito curto e com métricas muito objetivas.

Categories: Informática, Job Searching | Deixe um comentário

50 perguntas e respostas para usar em entrevistas de Emprego

Eis uma tradução de um artigo do blog bhuvans.wordpress.com, redigido por sua vez a partir do livro “The Accelerated Job Search” de Wayne D. Ford. Como estamos em maré de busca acelerada de emprego, em plena maré de quase meio milhão de desempregados pensei que fosse muito oportuno apresentar aqui a minha tradução “livre”, com algumas achegas de minha própria lavra. Cá vão assim as 50 perguntas que mais frequentemente surgem em entrevistas de emprego, e que podem ser usadas nos dois papéis, quer como entrevistador, quer como entrevistado:

1.  Fale-me sobre você:

Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.

2. Porque deixou o seu último emprego?

Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.

3. Que experiência tem neste campo?

Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.

4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?

Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.

5. O que pensam os seus colegas de si?

Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.

6. O que conhece sobre esta organização?

É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.

7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?

Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.

8.  Está a concorrer também a responder a ouras ofertas de emprego?

Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.

9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?

Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.

10. Conhece alguém que trabalha para nós?

Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.

11. Qual é salário que espera poder obter?

Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.

12. Como se dá com o trabalho em equipa?

Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.

13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?

Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.

14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?

Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.

15. Qual é a sua filosofia quanto ao Trabalho?

Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.

16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se reformar, fá-lo-ía?

Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar reformado…

17. Já alguma vez lhe pediram para deixar uma função?

Se sim, seja honesto… mas com brevidade e sempre sem dizer nada de negativo sobre a circunstância em que isso aconteceu.

18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização

Uma das respostas mais importantes de toda a entrevista é esta… Use-a para destacar os seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade sobre a mesa.

19. Porque é que deveríamos contratar?

Sublinhe em que medida é que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização. Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato.

20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego

Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada. Esta deverá ser uma que foi aceite (de forma a manter o tom positivo) e que tenha tido uma aplicação bem sucedida. Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de funções a que está agora a concorrer.

21. O que o irrita mais nos seus colaterais?

Não lhe cheira a armadilha? Se não devia, porque é exatamente disso que aqui se trata… Simule que está a pensar em alguma coisa e depois diga que não lhe ocorre nada neles que o irrite e que o seu relacionamento com eles é tão bom que não lhe acorre agora nada que o irrite neles.

22. Qual é a sua maior força?

Pode dar uma de várias respostas. Desde que seja um aspecto claramente positivo. As respostas mais comuns são algo do género: a sua capacidade para prioritizar a resolução de problemas ou projetos, a sua capacidade para trabalhar sobre pressão, os seus conhecimentos técnicos ou a sua capacidade de liderança.

23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”

Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa. Não mencione especificamente um outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade. O melhor é manter-se no campo das generalidades.

24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?

Mencione as suas capacidades, experiência e motivação.

25. O que procura num trabalho?

Veja a resposta 23

26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?

Mencione deslealdade para com a organização, violência física ou verbal ou ilegalidade. Qualquer coisa menos grave do que isto deve ser omitida.

27. O que é mais importante para si; dinheiro ou trabalho?

O dinheiro é sempre importante, mas o tipo de trabalho e a satisfação que se retira dele pesa sempre mais.

28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?

Há aqui várias respostas possíveis, como lealdade, energia, capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, etc

29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico

Mais uma armadilha… A ideia é colocá-lo a falar mal do seu superior. Se cai nela, a entrevista está concluída. A solução pode ser manter-se positivo e alegar falta de memória, exatamente como fazem os políticos quando se sentem mais apertados.

30. O que é o desapontou antes num emprego?

Não seja negativo. Fale de “falta de desafios” ou se foi afastado numa qualquer reorganização ou se a empresa fechou as portas, use essa informação agora.

31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão

Diga que gosta de certos tipos de pressão. Dê exemplos que se possam relacionar com o cargo a que está a concorrer.

32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?

Provavelmente, este. Não dê pistas de que poderia quer mais outro emprego além deste.

33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?

Depende de si… Mas pode usar chavões como Desafios, espírito d realização pessoal e organizativa, reconhecimento do bom trabalho feito. Etc

34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário? Fazendo noites e fins de semana?

Sim, claro… Se necessário e se a organização precisar, terá que estar disposto a tudo.

35. Como vai saber se teve sucesso neste emprego?

Existem varias formas de medir o sucesso. Definindo elevados padrões de qualidade e desempenho e cumprindo-os. Mas somente o seu superior é que saberá de facto se foi ou não bem sucedido.

36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?

Deve ser claro e honesto. Devendo recolher junto da sua própria família a sua disponibilidade para tal mudança se lhe parecer provável que o questionem sobre tal. Nunca diga que está disposto a mudar-se e depois não o faça… Já que isso poderá determinar o fim da sua carreira.

37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?

Esta questão pretende aferir a sua potencial lealdade. Não se alongue. Limite-se a responder que sim.

38. Descreva o seu estilo de gestão

Fuja dos chavões de gestão, porque parecem exatamente aquilo que são: ocos. Contudo, pode usar termos comuns como “progressivo”, “gerador de consensos” (como apregoa Obama) e diga que o altera de acordo com as necessidades de cada circunstância.

39. O que aprendeu de erros anteriores?

Uma armadilha, de novo… Não mencione nada de realmente grave, mas não deixe de mencionar um ou outro pequeno erro, sublinhando sempre o aspecto positivo (medidas corretivas, aprendizagem obtida, etc)

40. Tem alguns pontos fracos?

Não lhes dê pistas… Obviamente que os tem – como toda a gente – mas deixe ao seu futuro empregador a tarefa de os descobrir. Refugie-se na frase de que ninguém é bom juiz em casa próprio.

41. Se estivesse a contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?

Obviamente, seja lá o que for que diga, mencione sempre características que já possua e deixe de parte todas aquelas que não tem.

42. Acha que está sobrequalificado para esta vaga?

Diga qualquer coisa menos sim. Se pensar assim, e se o confirmar dizendo, está a dizer ao seu potencial empregador que irá sair na primeira oportunidade…

43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?

Se tem alguma experiência relevante de que o entrevistador ainda não tem conhecimento, refira-a agora. Se não, concentre-se em confirmar o seu empenhamento e a sua capacidade de esforço.

44. Que qualidades procura num superior hierárquico?

Seja genérico e positivo. Aluda a confiança, sentido de humor (todos julgamos que o temos, especialmente os chefes) e conhecimentos.

45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores

Dê um caso concreto e aluda sobretudo à forma como resolveu o problema.

46. Que posição prefere numa equipa que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?

Seja honesto. Indique se trabalha bem em equipa, se tem capacidades de liderança e exemplifique sumariamente com exemplos concretos.

47. Descreva a sua ética de trabalho

Mencione tudo aquilo que possa beneficiar a organização, como espírito de missão e gosto pela satisfação recolhida pela pura execução de um trabalho com qualidade e eficiência.

48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?

Diga lá o que disser, nunca pode mencionar algo que estivesse sob o seu controlo direto. Demonstre espírito de aceitação e evite negativismos.

49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?

Algo que contribuiu para a organização e dentro do normal prosseguimento das suas funções, naturalmente…

50. Tem alguma pergunta?

Leve sempre – mentalmente – uma lista preparada de perguntas, fruto das suas pesquisas na Internet e que tenham a ver com a forma como pode contribuir para a organização. Questione sobre os projetos que estão a decorrer e sobre aqueles que estão prestes a começar e sobre a estrutura onde se irá integrar.

Fonte Principal:
http://bhuvans.wordpress.com/2006/08/19/50-common-interview-qa/

Categories: Job Searching, Sociedade | 115 comentários

Dez Dicas para uma entrevista de emprego…

Neste excelente Podcast podem ser encontrados alguns excelente conselhos sobre como conduzirmos a primeira entrevista com um possível futuro empregador. Já que segundo um estudo da Challenger & Grey, 25% dos empregados se acabam por arrepender ter aceite o emprego logo no primeiro ano, e já que cá – provavelmente – o número não será muito diferente, eis aqui a dita, devidamente traduzida e alterada e apresentando alguns excelentes e muito avisados conselhos:

1. Procurar ter várias entrevistas, com pessoas em diversas posições na organização, antes de aceitar o trabalho
2. Durante a entrevista, procure focar nas funções e não se deixe iludir pelas condições do edifício, do escritório, da secretária (ambas…), etc.
3. Elaborar previamente uma lista de todas as perguntas que quer colocar ao seu entrevistador
4. Observar o futuro local de trabalho e se aqui as pessoas parecem tensas ou relaxadas e amistosas…
5. Perguntar o que aconteceu à pessoa que desempenhou esse trabalho antes de si
6. Peça entrevistas com as pessoas com quem vai trabalhar, especialmente se forem colaterais
7. Tome muitas notas durante a entrevista
8. Anote o tempo que o levaram a contactar após a primeira entrevista. Foram lentos ou rápidos a decidir?
9. Use o google para recolher todos os dados que puder sobre a empresa
10. Procure e leia o seu relatório anual de contas, se este estiver disponível

Fonte: Secrets of the Job Hunt

Categories: Job Searching, Sociedade | Deixe um comentário

“O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h”

Help Desk (M/F)
A M* l selecciona para Instituição Bancária, um Técnico de Help Desk para integrar o departamento de Gestão Operacional da Rede.

Descrição da Função:
– No âmbito da redefinição das equipas de suporte, redimensionamento da equipa para atendimento, procuramos ser contactos por profissionais para efectuar o atendimento telefónico na primeira linha do HelpDesk técnico.

Requisitos:
– Bons conhecimentos informáticos ou seja conhecedor de Windows do ponto de vista utilizador;
– Facilidade de comunicação telefónica;
– Alto nível de customer satisfaction;
– Saber trabalhar bem em equipa;
– Auto iniciativa.O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h.

Este curioso anúncio apareceu num dos numerosos sites de procura de Emprego e expõe uma das situações mais curiosas do actual mercado de trabalho português, pelo menos no que concerne às actividades profissionais relacionadas com as Tecnologias de Informação… “O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h.” Ou seja, o horário remunerado é de 7 horas, mas espera-se que o técnico esteja sempre disponível para o estender até às 20:00, ou seja, para que trabalhe 10 horas por dia (presumindo uma hora de almoço)…

E depois admiram-se que neste mercado exista uma grande (e perniciosa) rotação de pessoal…

Categories: A Escrita Cónia, Informática, Job Searching, Sociedade Portuguesa | 9 comentários

Algumas ideias criativas para… Encontrar emprego!

Encontrei no podcast “Secrets of the Job Hunt” de Greg Farley uma emissão designada “23 Creative Ideas to find Job” realizada a partir de um artigo do blog de Chris Russell. Dado que o Desemprego em Portugal é aquilo que sabemos, ascendendo já a 8,1% de toda a população activa, um valor muito mais alto que a média europeia de 7%… pareceu-me importante apresentar aqui a lista, à qual irei também somar mais algumas entradas.

Eis a dita, sendo os comentários da minha própria lavra:

1. Cartões de Visita:
Mesmo quando está sem trabalho deve ter sempre um cartão de visita, em papel e no formato habitual que possa entregar em qualquer circunstância que seja oportuna… É que esta pode surgir a qualquer momento, em qualquer lugar e deve carregar consigo – sempre – estes cartões… Pode mandar fazê-los numa gráfica ou imprimi-los você mesmo, como preferir, mas coloque aqui todos os seus contactos pessoais, desde o telefone ao e-mail e ao… Blog (ver ponto 2) e inclua aqui uma pequena frase, ou lema, sobre si mesmo, que transmita ao potencial empregador uma ideia positiva sobre si mesmo… Aliás, esta mesma frase deve acompanhar cada mensagem de e-mail que enviar dentro deste contexto.

2. Criar um Blog de “Procura de Emprego”:
Pondere a criação de um Blog especial dedicado exclusivamente à sua campanha de “Procura de Emprego”. Não colocar aqui um Currículo, mas responder aqui às três perguntas:
a. Quem sou
b. O que me motiva
c. Porque deveria contratá-lo?

AQUI podemos ver um exemplo concreto da aplicação deste modelo…

3. Apareça!
Não perca nenhum evento social ou de negócios para onde seja convidado… Conferências, seminários, apresentações, etc. Vá a tudo. E uma vez aqui converse, entabule conversas, troque experiências, enfim, faça-se visto e troque contactos com todos os que puder!

4. Jornais
Leia os jornais, tendo especialmente cuidado com as secções locais, procurando notícias sobre desenvolvimentos de negócios na sua região ou cidade, expansão da actividade de negócios existentes com possíveis novos recrutamentos. Adicionalmente pode conhecer também melhor alguma empresa a que vai responder mais tarde, dando-lhe uma vantagem competitiva quando fôr entrevistado.

5. Publique Anúncios na Imprensa
Coloque um pequeno anúncio nos jornais da sua região de interesse com uma descrição sumária da sua área profissional… É pouco provável que seja recrutado desta forma, mas sempre é mais uma maneira que pode seduzir um empregador pela sua originalidade e espírito de iniciativa.

6. Testando e Ensaindo Entrevistas
Contacte com os seus amigos e procure que estes simulem consigo uma entrevista de emprego. Procure que estes sejam realistas e assumam a mesma posição de um potencial empregador na área que lhe interessa. Antecipe as perguntas e escreva as potenciais respostas de forma a ir bem preparado para responder às perguntas que certamente irão acabar por aparecer.

7. Marque uma Entrevista
Telefone e contacte a empresa, pedindo a marcação de uma entrevista para melhor conhecer a empresa e a sua área de actividade. A entrevista – se a conseguir, o que é pouco provável – poderá dar-lhe uma alavanca para dentro da empresa ao contactar um insider e dar-lhe-á também a oportunidade de recolher dados sobre a empresa e a sua actividade. Aproveite para recolher brochuras, revistas, etc, enfim, tudo o que a empresa dispõe para oferecer aos seus clientes e que é de distribuição pública.

8. Ofereça ideias!
Tenha ideias criativas sobre como pode ajudar uma empresa e oferece-as à dita. Marque uma reunião e faça aqui uma apresentação profissional e cuidadosamente ensaiada. Se está desempregado tem tempo para ser criativo… Consulte o site corporativo da empresa, recolha aqui informação sobre a mesma e com esta informação e outra recolhida na imprensa (ver pontos anteriores) seja criativo e identifique novas soluções e proponha-as – de graça – à empresa.

9. Pague para ser ouvido
Seja agressivo e… Contacte a empresa-alvo e ofereça dinheiro para ser ouvido! Ofereça 100 euros por 10 minutos de uma entrevista com o recrutador. O problema desta abordagem é que temos que chegar à pessoa certa, e essa identificação nem sempre é fácil. Precisamos de ter também algo concreto para oferecer (ver ponto 8). Quanto ao dinheiro… Não se preocupe, geralmente acabam por esquecer ou perdoar os 100 euros e conceder mais do que dez minutos…

10. Acredite em si próprio
Acredite em si próprio… Se não acreditar nas suas próprias capacidades de encontrar trabalho, nas suas competencias e se não fôr capaz de o mostrar a um potencial empregador, ninguém acreditará…

11. Dez contactos por dia, no mínimo!
Faça 10 contactos de procura de trabalho por dia… Contacte quem quer que o possa ajudar, amigos, familiares, antigos colegas, empresas, etc. Estabeleça como patamar mínimo de contactos o número 10. Procure todos aqueles que o podem contratar ou ajudá-lo a ser contratado.

12. Vá lá pessoalmente e sem marcação
Apareça pessoalmente no escritório da empresa visada e pergunte na recepção se há alguém disponível com quem possa falar. Diga que tem uma ideia que quer oferecer (ver ponto 8). Se não o receberem, recolha toda a informação possível… Brochuras, revistas, tudo o que lhe puder dar informações sobre a empresa… Procure deixar um cartão de visita (ponto 1) para ser entregue à área de recrutamento. Este método parece ser particularmente eficaz em empresas em que existe um contacto directo com o público, seja como vendedor ou em cafés, restaurantes ou em lojas comerciais, mas pode também ser usado em empresas de escritório, mas apenas para funções muito específicas de frontoffice.

13. Investigue
Investigue e compile tudo o que puder sobre a empresa-alvo. Recolha dados na Internet, no site da empresa e em jornais e revistas. Procure informação de tipo financeira e sobre os proprietários da empresa…. Use o http://www.google.com. Fotocopie, recorte e anote tudo com comentários seus. E arrume os danos recolhidos em dossiers com ordenação alfabética.

14. Escreva uma carta à mão
Escreva à mão uma “carta de motivação” e envie-e como um prefácio ao seu Currículo. As cartas manuscritas são provávelmente dos meios de recrutamento mais poderosos simplesmente porque já quase ninguém… escreve cartas! Na carta resuma de forma muito sucinta, sempre em menos do que 10 linhas, o seu currículo, a motivação que o leva a responder ao anúncio ou a propôr o seu anúncio e deixe o seu contacto de e-mail e a morada logo no cabeçalho da carta.

15. Treine-se!
Obtenha treinamento na área que lhe interessa… Se as empresas onde pensa apresentar o seu CV são multinacionais, frequente cursos de línguas… Sobretudo se forem línguas menos conhecidas em Portugal, como o italiano ou o espanhol. Se é informático, procure uma certificação MCSE ou ITIL, frequentemente mais procuradas que uma licenciatura e Engenharia Informática, e possíveis de obter em poucos meses.

16. Actualize a sua literatura de negócios
Leia toda a literatura essencial e mais actual para o ramo profissional em que procura emprego. Esteja a par do que se passa do meio, municiando-se de argumentos para a entrevista de recrutamento. Conheça a terminologia e o jargão de negócios que mais estiver na moda… Enfim, compre e leia revistas de negócios, tipo “Exame”.

17. Monte o seu Negócio!
Começe um negócio próprio! Seja audaz, determine quais são as suas melhores perícias, reúna as suas ideias e… arranque com a sua própria empresa! Usufrua dos programas do IEFP que o ajudam e lhe dão consultoria nessa abordagem, tendo sempre em mente que em 5 anos, apenas 1/3 dos negócios se mantêm de pé… Concentre-se nas suas características, pense como as pode comercializar ou usar para comercializar um dado produto e… vá para o Mercado!

18. Anuncie
Anuncie em sites de Busca de Trabalho como o Net-empregos.com ou em jornais e revistas da sua área profissional. Publicite a sua disponibilidade e as suas características sumárias.

19. Venda!
Veja o que tem em casa e não usa ou já não precisa… Procure um fornecedor que lhe possa vender um conjunto de artigos a um preço de desconto e… Registe-se no miau.pt ou no ebay.pt e venda o que tem! Pode não conseguir viver do negócio ou ficar rico, mas pelo menos manterá algum dinheiro a entrar se não fôr demasiado ganancioso e se mantiver um bom e credível perfil como vendedor online. Pode também tentar vender Herbalife ou Amway, mas isto implicará “chatear” a sua rede de contactos pessoais e implica também um perfil de vendedor que nem todos têm…

20. Seja um fabricante!
Faça uma coisa a partir de outra, construa, molde, pinte, monte algo. Pinte pratos, pinte palhaços de cerâmica, faça conjuntos de flores secas, bolos, rissóis ou sandes e comercialize-as nos cafés, lojas e restaurantes das redondezas. Michael Dell, o fundador da Dell começou por montar PCs para os seus colegas da faculdade e acabou CEO de uma das maiores empresas de informática do mundo…

21. Registe a sua Campanha
Mantenha um registo cuidado e detalhado de toda a sua campanha… Use o docs.google.com para manter uma folha de cálculo sempre online, onde quer que esteja e mantenha-a sempre actualizada com cada passo e contacto da sua campanha. Assim, pode verificar e analisar onde está a falhar e onde pode aperfeiçoar o rumo da sua campanha de procura de emprego. Como disse Lord Kelvin: “Aquilo que não é medido, não é melhorado.” Se estabeleceu 8 contactos por dia durante a última semana e ainda não arranjou trabalho, então aumente para 10, por exemplo.

22. Seja criativo!
Seja criativo e anexe a esta lista as suas próprias ideias… Escreva-as aqui – em comentário – e publicite-as aqui para ajudar outros empenhados na mesma árdua caminhada…

Nota Final:

Repare como se pode conduzir esta Operação de “Procura Activa de Emprego” como se se tratasse de um… Emprego!

Categories: Job Searching | 8 comentários

Site no WordPress.com.

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

Moradores do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Moradores do Areeiro

AMAA

Associação de Moradores e Amigos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Parece piada... fatos incríveis, estórias bizarras e outros micos

Tem cada coisa neste mundo... e todo dia surge uma nova!