Guiné-Bissau

Fadul defende que o país deve ser protectorado por 10 anos

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Agencia AngolaPress

– A Guiné-Bissau é um “Estado falhado” e como tal deve ser transformado num protectorado da ONU “como aconteceu com Timor-Leste”, defende o antigo primeiro-ministro e presidente do Tribunal de Contas, Francisco Fadul.
Este ponto de vista, que não é original, foi domingo expresso por Fadul em entrevista ao Diário de Noticias, em Lisboa.

Francisco Fadul encontra-se em Lisboa em tratamento médico, desde que há duas semanas foi selvaticamente agredido em sua casa, em Bissau, por um grupo de militares. Em Lisboa, ele tem-se desdobrado em entrevistas à imprensa.

Domingo último o antigo primeiro ministro defendeu que diante dos problemas por que passa a Guiné-Bissau a solução é este país ser transformado num protectorado da ONU por 10 anos.

Segundo Fadul, “o país está sequestrado por poderes complementares e coniventes, com uma lógica de salve-se quem puder e quem tem a mão na massa já está salvo”. E mais, na sua opinião, “o Estado, ao falhar, abriu brechas e o tráfico entrou e instalou-se. E há sinais de divisão étnica, por acção oportunista de políticos. Já Amílcar Cabral dizia que um político oportunista, é um tribalista…”

Esta não é a primeira vez que um cidadão guineense defende a transformação da GB num protectorado. Ainda recentemente, num debate radiofónico em Cabo Verde, o historiador Leopoldo Amado (professor na Uni-CV) defendeu igual ponto de vista.

E precisamente para ajudar a GB a sair do buraco em que se encontra há muito mergulhado que terá lugar no próximo dia 20, na Cidade da Praia, uma mesa-redonda de parceiros sobre a reforma das forças armadas e de segurança.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/Fadul-defende-que-pais-deve-ser-protectorado-por-anos,d312be9b-ef5f-494e-8abb-06926d4e4fbb.html

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A ONU?! Ou a CPLP?…

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“ONU devia fazer da Guiné protectorado por dez anos”
Francisco Fadul

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1199408&seccao=CPLP

Comentário: A ONU não se preocupará nunca com a Guiné. Esta tem que ser, prioritariamente, uma responsabilidade da CPLP…

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Francisco Fadul em entrevista a Mário Crespo

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Ex-PM Francisco Fadul vai processar governo guineense

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O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau Francisco Fadul disse hoje, antes de viajar para Portugal, que não está arrependido do que disse e reafirmou que vai processar o governo guineense.
O também presidente do Tribunal de Contas do país falava no aeroporto internacional de Bissau, onde chegou de ambulância e escoltado pela Polícia de Intervenção Rápida (PIR) e militares, momentos antes de embarcar no avião da TAP para Lisboa.
«Até à morte nunca me arrependerei. Se vivesse 100 vezes tornaria a dizer 100 vezes aquilo que já disse», afirmou, quando questionado pelos jornalistas se estava arrependido sobre as declarações que fez.
Francisco Fadul foi hoje transferido para Lisboa para receber tratamento médico na sequência de ter sido atacado na sua residência em Bissau, após ter acusado em conferência de imprensa o primeiro-ministro de estar a revelar atitudes de submissão perante os militares.
Questionado sobre o que vai fazer, Francisco Fadul disse que uma das coisas é «processar o governo».
«Vocês esperem para ver. Uma das coisas que vou fazer é processar o governo», afirmou.
O antigo primeiro-ministro guineense disse ainda que foi atacado por militares em carros novos e com fardas e armas novas.
«São os militares. Em carros militares e com fardas novas e falaram-me de assuntos militares. Bandidos não falam de assuntos militares», referiu.
«Com carros novos, com fardas novas, com armas novas. Eu reitero: foram os militares», salientou Francisco Fadul.
«Infelizmente aqueles que eu tenho defendido sempre foram mandados contra mim», lamentou ainda.
Aos guineenses, o presidente do Tribunal de Contas disse que nos «momentos mais terríveis é quando estamos mais próximos da bonança e da satisfação das nossas necessidades».
Sobre o seu estado de saúde, Francisco Fadul afirmou que já ultrapassou a fase de perigo e que vai tudo correr bem.
«Acho que já ultrapassei a fase de perigo. Estou muito combalido, com muitas dores, mas já acredito que tudo vai correr bem», disse.
Diário Digital / Lusa

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Uma boa notícia…

Francisco Fadul, ex-primeiro-ministro da Guiné-Bissau, deverá ser evacuado às primeiras horas de sábado para Lisboa, para receber tratamento hospitalar. Fadul foi alvo de mais uma bárbara agressão, na madrugada de quarta-feira, por um grupo de militares que invadiram a sua casa na capital do país. Segundo informações prestadas pelo próprio, terão sido cerca de 15 militares, fardados e armados de metralhadoras AK. Actual presidente do Tribunal de Contas da Guiné, Fadul foi imediatamente internado no hospital Simão Mendes, de onde deverá sair directamente para um avião que o transportará até Lisboa.
Recorde-se que terão sido também grupos de militares que assassinaram no passado dia 1 de Março o chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, Tagma Na Waie, e, horas depois, o próprio Presidente da República, Nino Vieira.
Francisco Fadul chefiou um governo de transição após a guerra civil de 1998/98, que opôs uma Junta Militar, chefiada pelo general Ansumane Mané (também ele assassinado), ao Presidente Nino Vieira.

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Guiné-Bissau: Oposição alerta comunidade internacional para "perigosa deriva" do Estado

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Bissau, 02 Mar (Lusa) – Os 21 partidos da oposição da Guiné-Bissau alertaram hoje a comunidade internacional, em comunicado distribuído à imprensa, para a “perigosa deriva do Estado de direito democrático” no país.

Os partidos da oposição alertam para a “perigosa deriva do Estado de direito democrático” na Guiné-Bissau “numa altura em que se assiste no país, a cada dia que passa, a situações com contornos e proporções imprevisíveis”.

Para a oposição, aquelas situações deixam vislumbrar a instauração de uma “ditadura” que põe em causa as instituições da República e “ameaça os políticos em consequência das suas opiniões no quadro dos seus exercícios políticos”.

Os 21 partidos exigiram também a demissão do actual governo de Carlos Gomes Júnior, a quem acusam de incapacidade em conduzir os destinos do país, e ameaçam sair às ruas.

No documento, divulgado após uma reunião, os 21 partidos afirmam-se também preocupados com o “silêncio” do Presidente da República interino, Raimundo Pereira, bem como do primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, face aos últimos acontecimentos no país.

Os partidos da oposição referiam-se à detenção e espancamento pelos militares do advogado Pedro Infanda e do presidente do Tribunal de Contas e líder do Partido Democrático para Democracia e Cidadania (PADEC), Francisco Fadul.

Para a oposição, estes “acontecimentos graves em nada abonam para a credibilidade e a boa imagem do país”, pelo que apelam ao Governo para que assuma as suas responsabilidades perante “os actos repugnantes”.

Em declarações aos jornalistas, Silvestre Alves, que falava em nome dos partidos da oposição, anunciou a possibilidade de fazerem o povo sair às ruas caso não haja medidas do Governo.

“Por enquanto, divulgámos esse comunicado, exortando o Governo a assumir as responsabilidades, mas se nada for feito seremos obrigados a tomar outras medidas, que passarão pela convocação do povo à rua para manifestarmos a nossa indignação”, disse Silvestre Alves, líder do Movimento Democrático Guineense (MDG, partido sem representação parlamentar).

Sobre o espancamento de Francisco Fadul, por homens fardados e armados com “material bélico de uso exclusivo do exército” guineense, a oposição condena o sucedido.

Aos deputados, a oposição pede que promovam um debate de urgência no Parlamento para analisar questões que se prendem com a segurança interna do país e a protecção da integridade física dos cidadãos.

MB.

Lusa/Fim

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9510171.html

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NOVO COMUNICADO DO MIL SOBRE A SITUAÇÃO DA GUINÉ-BISSAU

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Na madrugada de ontem, a casa de Francisco José Fadul, ex-Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, foi assaltada, tendo ele, a esposa e o filho sido selvaticamente espancados, estando agora o actual Presidente do Tribunal de Contas às portas da morte no Hospital Simão Mendes de Bissau.

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO vem mais uma vez apelar ao Governo Português e aos demais governos dos países da CPLP para que, de forma concertada, auxiliem este nosso povo irmão, desde logo garantindo condições mínimas de segurança, sem as quais não pode depois haver a desejável cooperação social, económica e política.

A esse respeito, o MIL manifesta publicamente o seu apoio à recente proposta cabo-verdiana de formação de uma força militar com os países da CPLP e da CEDEAO para a Guiné-Bissau, recordando, uma vez mais, a Petição “POR UMA FORÇA LUSÓFONA DE MANUTENÇÃO DE PAZ”, por si lançada, precisamente para responder a situações como esta.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora

Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, que conta já com mais de oito centenas de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar publicamente (
http://www.novaaguia.blogspot.com/), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.

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Agora a sério: mais uma triste notícia sobre a Guiné…

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Bissau, 31 Mar (Lusa) – O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau e actual presidente do Tribunal de Contas guineense, Francisco Fadul, foi espancado hoje de madrugada na sua residência em Bissau por homens armados, encontrando-se a receber tratamento no hospital da capital.

“Fui espancado por 15 homens vestidos com uniformes militares e armados com AK-47”, afirmou Francisco Fadul, em declarações aos jornalistas.

“Roubaram-me dinheiro e bens”, acrescentou.

O ataque a Francisco Fadul aconteceu depois do ex-governante ter acusado o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, de estar a revelar atitudes de submissão perante os militares, durante uma conferência de imprensa, na segunda-feira.

Francisco Fadul alertou ainda na conferência de imprensa para o “risco de as Forças Armadas assumirem o poder” caso não houvesse um consenso entre a classe política em relação à realização de presidenciais.

O primeiro-ministro guineense anunciou terça-feira que os partidos políticos chegaram a um consenso político e que as presidenciais deverão ocorrer em finais de Junho.

MSE.

Lusa/Fim

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Eu também…

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“Sou só eu, ou mais alguém está impressionado pela facilidade com que a imprensa portuguesa decretou que a Guiné-Bissau é um caso perdido?”

Rui Tavares, in Público, “Um país pelo bueiro”, 04.03.09

P.S.: Na verdade, não estou. Para quem não sente, como nós, os guineenses como compatriotas, é perfeitamente natural que o destino deles lhe seja indiferente. Isto para não falar da má-consciência histórica relativamente ao modo como foi feita a “exemplar” descolonização…

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COMUNICADO DO MIL SOBRE A SITUAÇÃO DA GUINÉ-BISSAU

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Os assassinatos do Presidente Nino Vieira e do Chefe Geral das Forças Armadas, Tagmé Na Waie, vêm acentuar de forma dramática mais um grave período de instabilidade na República da Guiné-Bissau.

Todos os povos e Governos da CPLP devem aproveitar estes acontecimentos trágicos para ajudar os irmãos guineenses a construir um verdadeiro Estado de Direito, eliminando de forma definitiva a imagem de Narco-Estado que infelizmente tem sido a da Guiné-Bissau, nos últimos anos.
Nessa medida, o MIL congratula-se com a manifestação de governos de países da CPLP no sentido de se empenharem no auxílio imediato aos irmãos guineenses de modo a evitar que a situação se degrade ainda mais.
Esse auxílio deverá, a nosso ver, concretizar-se em todos os planos: humanitário (através do envio de bens essenciais), cívico (principalmente nas áreas da educação e saúde), económico (através de um Fundo a criar no âmbito da CPLP) e, ainda, no plano da segurança interna. A este respeito, o MIL recorda a Petição “POR UMA FORÇA LUSÓFONA DE MANUTENÇÃO DE PAZ”, por si lançada, precisamente para responder a situações como esta que se vive na Guiné-Bissau.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora

Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, que conta já com mais de oito centenas de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar publicamente (
www.novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.

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Sobre o assassinato de Nino Vieira e da Força Lusófona de Manutenção de Paz

(militares guineenses em http://www.bbc.co.uk)

O morte do presidente da Guiné-Bissau, Nino Vieira, vem confirmar o estado desesperado em que se encontra esta nação luśofona… Nino Vieira teria sido morto nesta madrugada de 2 de março de 2009, por um grupo de militares ligados ao falecido Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas guineenses, o general João Tagme Na Waie, que teria falecido na explosão de uma bomba detonada por controlo remoto e que destruiu por completo o edifício onde se encontra instalado o Estado-Maior. Nino Vieira teria sido assassinado ao tentar abrigar-se na embaixada do Brasil.

Nino Veira tinha sido afastado do poder – depois de um acumular de rumores ligando-o e à sua mulher a esquemas de corrupção – em 1999, depois de um golpe de estado militar onde a Marinha portuguesa haveria de cumprir um papel muito mais ativo do que a História haverá alguma vez de registar. Eleito em meados de 2005, regressaria ao poder, abandonando o apoio do seu nebuloso amigo Valentim Loureiro, em Portugal e reassumindo a função presidencial.

A sua morte teria resultado de um ataque de forças militares à sua residência e teria resultado de uma reacção à morte do Chefe de Estado-Maior, onde se suspeita que Nino Veira teria sido o mandante e que no passado mês de janeiro já teria conseguido escapar a um atentado.

Em dezembro, Nino Vieira, tinha sobrevivido a um ataque à sua residência (uma sorte que não tiveram dois dos seus guardas) e apesar das garantias de controlo dadas pelo exército, a verdade é que durante toda a noite e parte da manhã se ouviram disparos de armas automáticas de RPGs em vários locais de Bissau.

A morte do seu corrupto presidente é apenas mais um passo na caminhada descendente que a Guiné-Bissau percorre desde a sua independência… Praticamente desprovida dos recursos naturais ao dispôr de outros países lusófonos, a Guiné depende quase em exclusivo das ajudas internacionais, sendo um dos exemplos mais acabados de “Estado-Falhado” do mundo. No último ano, os narcotraficantes colombianos tinham aproveitado esta falência do Estado para se instalarem impunemente no país e para o usarem como eixo de envio de narcóticos para a Europa, já que os controlos alfandegários europeus tendem a ser menos exigentes para voos vindos de África do que para aqueles que provêm da América do Sul. Havia bastos indícios que ligavam Nino Vieira e os seus elementos mais próximos no Exército e estes indivíduos que se movimentam livremente em pequenos aviões e SUVs numa Bissau onde qualquer sinal de riqueza é imediatamente notado. Torna-se evidente, até à exaustão que a Guiné-Bissau não tem atualmente condições para se governar sozinha. O presente caos pode ser decisivo para entregar o governo do país nas mãos das poderosas mafias colombianas que estão ativas no país… e a necessidade da presença de uma força militar lusófona, como ESTA cuja existência aqui defendemos torna-se cada vez mais evidente, uma estrutura lusófona que possa rapidamente intervir em qualquer perturbação no seio do espaço da CPLP, colmatando fragilidades locais e dissuadindo aventuras de vizinhos mais ávidos…

Fontes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1367365
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1367294&idCanal=11
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Bernardo_Vieira

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