Fernando Nobre

As três principais as razões que me levaram a apoiar a candidatura do Dr. Fernando Nobre

São três as razões que me levaram a apoiar a candidatura do Dr. Fernando Nobre, desde o primeiro momento e a ser hoje um voluntário ativo nas bancas de recolha de assinaturas, no núcleo de Lisboa e na organização de diversos eventos de campanha:

1.     Desde logo, enquanto membro da Comissão Executiva do MIL: Movimento Internacional Lusófono, fui um daqueles que instou a que o MIL apoiasse logo desde o primeiro momento a candidatura, algo que colheu um eco imediato junto dos demais membros da direção do Movimento. De facto, o MIL, foi a primeira organização a expressar publicamente esse seu apoio, um património de que muito nos orgulhamos.

2.     O apoio do MIL, ao Dr. Fernando Nobre adveio em primeiro lugar do facto de se tratar de alguém que surge motivado por um imperativo de cidadania, para além da partidocracia que bloqueou efetivamente o sistema democrático português, impondo um verdadeiro Rotativismo do Bi-Partido PS-PSD. O Dr. Fernando Nobre, personalidade de pergaminhos éticos e humanistas indiscutíveis pode representar o primeiro passo de mudança de um regime que constitui hoje o maior bloqueio para o desenvolvimento da nossa sociedade.

3.     Entre todos os candidatos, o Dr. Fernando Nobre é o único que apresenta um discurso coerente, consistente e – sobretudo – reafirmado por uma experiência de vida que o apresenta como o único capaz de defender e promover esse aspecto único da História e da Presença de Portugal no mundo que é a Lusofonia. Fernando Nobre é pela sua ascêndencdia, pela experiência de vida (na Diáspora, em todos os países e regiões de fala portuguesa) o único candidato que poderá religar Portugal a uma Comunidade Lusófona cujo desenvolvimento é o objetivo supremo do MIL.

Estas são as razões – institucionais e pessoais – que me levam a participar na Campanha do Dr. Fernando Nobre e tudo fazer para o eleger em Janeiro de 2011.

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Fernando Nobre: “É de temer que, após uma ligeira cirurgia plástica, ou alguma banha da cobra, os mentores financeiros e políticos de todo esse descalabro, passado o susto que levou os ainda estados a socializar os prejuízos com milhões de milhões de euros, queiram recomeçar o mesmo jogo de casino, de derivados, de offshores e de outros produtos tóxicos”

Fernando Nobre

Fernando Nobre

“É de temer que, após uma ligeira cirurgia plástica, ou alguma banha da cobra, os mentores financeiros e políticos de todo esse descalabro, passado o susto que levou os ainda estados a socializar os prejuízos com milhões de milhões de euros, queiram recomeçar o mesmo jogo de casino, de derivados, de offshores e de outros produtos tóxicos”
Fernando Nobre, Humanidade, p.22

Não duvidemos. As próprias dificuldades da Administração Obama em fazer impor um pacote de regulação ao descentrado e selvagem setor financeiro norte-americano indicam que este setor – secundado por um poderoso e universal Lobby – estão resistir a qualquer mudança menos que cosmética na regulação e na supervisão Bancária, aos Especuladores e aos Mercados Financeiros.

Importa assim que todos os cidadãos do globo façam questão de reassumirem nas suas próprias mãos os seus próprios destinos e forcem os seus governos (supostamente democráticos e por eles sufragados) e a domarem esse Monstro descontrolado e insaciável do setor financeiro. Tomemos as rédeas dos nossos destinos pessoais e coletivos e elejamos quem não está ligado a estas mafias que levaram o planeta à ruína nem recebe financiamentos dos seus lobbistas: o Dr. Fernando Nobre, libertando no acto o país das teias que a partidocracia e os interesses que a financiam souber erguer contra nós e contra a República.

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Sobre o apoio oficial do PS à candidatura de Manuel Alegre

Fernando Nobre

Fernando Nobre

A caminhada de Alegre para Belém – algo que o inflamado ego do próprio dava como certa há bem pouco tempo atrás – encontrou um sério escolho com a aparição da candidatura de Fernando Nobre. Embora a estratégia gisada pelos seus conselheiros lhe dite que deve evitar qualquer referência a Fernando Nobre nos seus discursos e intervenções públicas e focar-se unicamente em Cavaco Silva, a verdade é que Alegre parte de um pressuposto coxo: o 1,1 milhão de votos que agregou em 2008 não são “seus” mas de um eleitorado que desconte com o Socretismo e identificando em Alegre um crítico do regime escolheu botar na sua caixinha o seu voto de protesto. Não foram assim votos em “Alegre” mas sim votos em “Protesto!”

O apoio oficial do PS a Alegre é neste contexto da capitalização do voto de protesto o pior que lhe poderia ter acontecido.

www.fernandonobre.org

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Fernando Nobre compara a UE a “monstro burocrático”

Fernando Nobre (http://jpn.icicom.up.pt)

Fernando Nobre (http://jpn.icicom.up.pt)

A União Europeia comporta-se como uma imensa horda de carimbadores anafados e completamente distanciados da realidade dos seus cidadãos quando deixa que a sua pesada máquina burocrática bloqueie as ajudas a que a Madeira tem direito. Isso mesmo foi recordado por Fernando Nobre na sua última visita à ilha quando comparou a UE a um “monstro burocrático” que não hesita em travar de “forma injustificada”, todas as ajudas que o seu próprio Durão Barroso tinha prometido como resposta europeia a esta crise que assolou a Madeira a 20 de fevereiro (!) deste ano.

Nobre deslocou-se à Madeira na qualidade de presidente da AMI – não de candidato presidencial – para entregar aos bombeiros do Funchal equipamento de resgate no valor de 35 mil euros e comparando essa ajuda da AMI com a inércia e insensibilidade que caraterizam o “monstro burocrático” que é a UE.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/madeira-fernando-nobre-compara-ue-a-monstro-burocratico-por-atrasar-apoios-pos-temporal=f593668

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Vídeo: 1º Debate “Desígnios Nacionais” do Dr. Fernando Nobre: Lusofonia Global e Dinâmica (24 de julho de 2010)

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Sobre o apoio de Mário Soares a Fernando Nobre

Fernando Nobre

Fernando Nobre

O eventual apoio de Mário Soares à candidatura presidencial independente de Fernando Nobre tem feito correr muita tinta na imprensa e bits na Internet… em primeiro lugar porque alguns acreditam que Nobre terá avançado apenas depois de para tal ter sido convencido por Mário Soares. Interrogado sobre tal, Fernando Nobre responderia: “Terei orgulho se Mário Soares decidir apoiar-me” mas aclarando que apenas à sua mulher terá pedido opinião ANTES de avançar: “Com a minha mulher, embora ela estivesse completamente contra. Falei com imensas personalidades após ter decidido e a todas fiz uma única pergunta, tanto ao general Ramalho Eanes, como a Mário Soares, ao D. Duarte, Adriano Moreira, Miguel Portas, Henrique Granadeiro, Carvalho da Silva, a todos fiz a mesma pergunta: acha que é estapafúrdio um homem como eu, com o meu percurso de vida, ser candidato à Presidência da República? Porque era a única pergunta que me importava, se alguém achava que era completamente anómalo, que não tinha cabimento. E lembro-me sobretudo da grande conversa que tive com o general Ramalho Eanes, uma hora e meia, em que ele me disse: “Bem pelo contrário, o meu amigo tem todo o perfil que se enquadra na Constituição e na definição de um candidato à Presidência da República.” Mas a decisão foi solitária, como não podia deixar de ser. Mas, afirmo desde já aqui, enfim, só agora é que a minha mulher está a adaptar-se à situação. Ela, como os meus filhos mais velhos, os meus irmãos, foram frontalmente contra porque disseram – e talvez até tivessem razão – que de um momento para o outro eu iria passar de bestial a besta. Mas eu entendi, enquanto cidadão português que sempre fui e sou, que neste momento da nossa crise nacional eu tinha deveres para com Portugal. E por isso decidi fazê-lo.”

Mais adiante, na mesma entrevista a Fernando Nobre publicada no Diário de Notícias, o candidato é ainda mais contundente no que respeita ao papel de Mário Soares na génese da sua candidatura presidencial: “Vejo isso como um insulto pessoal, porque quem me conhece sabe qual é o meu carácter. Eu sempre fiz tudo porque decidi fazê-lo, não é por acaso que nos meus livros digo sempre que sou a cabeça do rato e não o rabo do elefante, é um provérbio africano. Espanta-me que as pessoas não se interroguem no sentido inverso, porque, repare, o dr. João Soares e o dr. Alfredo Barroso estão com Manuel Alegre e são elementos da família Soares também, que eu saiba. Então porque me acusam de ter o
apoio?”

Como já escrevi noutros fóruns, o apoio de Mário Soares é efetivamente neutro no que concerne a resultados eleitorais: trará votos dos mais ferrenhos seguidores daquele que é – queiramos ou não – uma das figuras mais gradas da democracia portuguesa, mas também anticorpos, na Esquerda que nunca lhe perdou as “traições à Direita”, nem à Direita que nunca lhe esqueceu a Descolonização. Na contabilizacao final de votos, acreditamos que ambos os factores se acabarão por equilibrar… com ou sem o apoio explicíto de Mário Soares a Fernando Nobre.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/discursodirecto.aspx?content_id=1586651

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Efeitos da crise no apoio do PS a Manuel Alegre

O apoio de Sócrates a Alegre ainda lhe vai custar muito caro… Depois de meses de silêncio cúmplice e de clamante rebaixaria em troca deste apoio, eis que a bem oleada e municiada máquina partidária socialista se coloca ao lado da candidatura de Manuel Alegre.

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

A crise financeira está aí e para durar. A sua existência e a certeza de que será uma constante nos próximos anos irá reduzir a popularidade do governo PS a patamares nunca antes vistos, nem mesmo sob o soarismo da década de oitenta e se Alegre se deixar enredar demasiado neste apoio socialista isso poderá ter um efeito fatal no sufrágio presidencial e evaporar todas as suas possibilidades de disputar a segunda volta com Cavaco.

Alegre tem que ter a paciência (qualidade que não abunda na sua personalidade) para usar o aparelho do PS sem parecer que o usa e tudo fazer para que os dirigentes do partido não apareçam ao seu lado na Campanha, um exercício de funabulismo político muito difícil e provavelmente fatal às aspirações presidenciais do candidato.

Alegre terá que criticar o governo e aumentar ainda mais esse tom de crítica, para não repelir a crescente massa de descontentes, entre funcionários publicos, desempregados, jovens, etc. mas não a um nível que seja incompatível com o apoio do partido que o apoia.

Por outro lado, com este apoio do PS, Manuel Alegre não pode agora nem atacar Cavaco sem antes ter sempre que ponderar se Cavaco Silva não está a ser favorável a uma dada política governamental, algo que será cada vez mais frequente à medida que os impulsos neoliberais de Passos Coelho sejam cada vez mais evidentes e que isso colida com o conhecido Keynesianismo do Presidente…

Em suma: o apoio do PS a Alegre pode agora revelar-se bem mais prejudicial do que benéfico para o candidato oficial (não o esqueçamos!) do PS e reforçar de uma forma muito significativa os votos que Fernando Nobre conseguirá capitalizar em janeiro de 2011, já que este candidato não está condicionado por nenhuma destas contradições da candidatura de Alegre.

Fonte:
www.publico.pt

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Fernando Nobre: “Nada é perene e ainda menos a democracia”

“Nada é perene e ainda menos a democracia. O fascismo, o nacional-fascismo, a xenofobia e o egoísmo feroz estão à espreita e, se deixarmos de estar em situação de alerta, esses “ismos” contidos nos fundamentalismos e nos extremismos de todas as espécies virão à superfície e desencadearão catástrofes.”
Fernando Nobre
Gritos contra a Indiferença

Os níveis de Endividamento externo a que chegou a República e os níveis de crescimento anémico que se prevêm para os próximos anos só podem ter uma consequência: durante os próximos dez anos o nosso nível de vida vai descer. Já nao era dos mais altos da Europa e nos últimos dez anos ja caiu sensívelmente, mas o declínio do PIB, a explosão do Desemprego e as dificuldades de financiamento serão de tal grau de dificuldade que é quase certo que os partidos extremistas e xenófobos aproveitem este descontentamento por um sistema esgotado e incapaz de dar soluções aos anseios das pessoas.

Como na Alemanha de Weimar, quando a crise social se agravar, quando o frágil “Estado-Providência” português se revelar incapaz de servir de almofada para aparar a queda de centenas de milhares de famílias de desempregados crónicos, de mães desesperadas e de filhos esfaimados, então surgirá certamente um líder populista, bom orador e visualmente apelativo que capitalizará num discurso simplista e primário todo este descontentamento a seu favor e lançará o seu partido nacionalista a expressões eleitorais nunca antes vistas em Portugal. Esse é o nosso pesadelo e o Dr. Fernando Nobre.

Será já demasiado tarde para impedir a ascensão de um partido nacionalista e xenófobo em Portugal? Não devemos nunca baixar os braços perante nenhuma situação que consideremos errada ou injusta. Nem mesmo quando esta se torna evidente e se nos estoura na cara. Se até aí a prioridade era impedir a sua ocorrência, a partir daí a prioridade passa a ser resolver o problema e corrigir as injustiças. Por isso não devemo desesperar e temos o dever moral que travar este empobrecimento crescente do país defendendo – é minha convicção pessoal – formas de neoproteccionismo que possam recuperar a nossa agricultura, pescas e indústria; é preciso recuperar o Escudo e as armas cambiais que com ele regressariam é preciso, em suma, pensar Local e agir Localmente, mas sem estéreis e bacocos isolacionismos e buscando sempre nos laços especiais que unem os povos lusófonos o sólido esteio que há de permitir alavancar a recuperação de Portugal e obviar assim à ascensão ao poder de qualquer grupúsculo extremista que esteja em gestação.

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Fernando Nobre: “Querem fazer-nos crer que o liberalismo selvagem é o único sistema possível”

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

“Querem fazer-nos crer que o liberalismo selvagem é o único sistema possível; que o sistema que se baseia essencialmente na especulação financeira sem rosto e de ganância pura é o único sistema possível para o futuro da Humanidade. É o deus Finança, é o novo mundo da especulação, das leis do mercado, de uma globalização apenas financeira enquanto se põe de parte aquela globalização que efectivamente interessa, a globalização dos valores, da ética, da cultura e da tolerância”
Fernando Nobre
Gritos contra a Indiferença

Querem fazer-nos crer, mas não é. O (falsamente) aparente sucesso da globalização neoliberal no levantamento dos PIBs de muitos países – especialmente na Ásia – mascarou o insucesso de um processo desumano e obteve esse seu “sucesso” muito à custa da desumanização da vida económica. Como diz o Dr. Fernando Nobre, esta Economia ergeu-se contra o Homem, nao por si e levou-nos a todos até ao ponto de pré-colapso onde se encontra hoje o sistema económico e financeiro.

Mas o sistema neoliberal nao é eterno. Trata-se de uma invenção recente e atravessa atualmente uma tremenda crise em solução à vista. Todo o sistema dependia essencialmente de dois fatores: abundância de credito barato e mao-de-obra barata no Oriente. Com o colapso de muitos Estados, esmagados por dívidas galopantes que resultam de desequilíbrios crónicos das balanças de pagamentos e com a aparição de sinais de revolta na China contra as condições subhumanas que as multinacionais impõem aos trabalhadores locais, o sistema está a sossobrar. Estamos assim à beira de pelo menos uma década de grande crise e de convulsões sociais constantes, após a qual um novo sistema económico surgirá. E que sistema será este? Obviamente e em resultado da natural reposição de equilíbrios perdidos, será um sistema oposto em muitos termos do atual: irá favorecer o Local contra o Global, com entidades políticas e económicas de pequena e média escala, democratizado a todos os níveis e profundamente distribuído e descentralizado. Será dominado por padrões éticos e ambientes a todos os níveis, desde o consumo e passando pelo gestor e pelo produtor. Será, sobretudo, e nas palavras do candidato presidencial um “sistema da cultura e da tolerância”, onde a produção de bens culturais será sobremaneira mais importante do que a bens tangíveis e palpáveis e onde o sagrado valor da “tolerância” será determinante para pacificar um mundo caraterizado por uma “cultura global de matrix anglosaxónica” que tudo tenta coloniazar, gerando no processo violentos anticorpos que se manifestam de múltiplas formas, mas onde o Terrorismo Islâmico é talvez a mais conhecida.

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Fernando Nobre sobre o Tribunal Penal Internacional, do Protocolo de Quioto, da Convenção Antiminas e a Convenção sobre Bombas de Fragmentação

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

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“…se obtenham uma efectiva implementação do Tribunal Penal Internacional, do Protocolo de Quioto, da Convenção Antiminas, da Convenção sobre Bombas de Fragmentação…
A Cidadania Global Solidária é provavelmente a última muralha contra o apocalipse (Jacques Atali) e corresponde por certo ao novo paradigma humano, tão ansiado e indispensável para os próximos tempos inquietantes que muitos de nós já vislumbramos.”

Humanidade, Fernando Nobre

Esta “cidadania global solidária” é efetivamente um dos pontos mais originais do pensamento político do candidato presidencial. Enforma o tipo de relações entre os Estados e os habitantes das diversas nações do mundo num laço comum que nunca existiu antes do mundo e que as Nações Unidas foram a última tentativa (gorada) de produzir. Não a confundindo com “globalização” e fusão de todos os Estados em entidades supranacionais não-democráticas para depois aí criar “moedas únicas” e como patamar intermédio para um governo global, dominado pelas multinacionais e pelos grandes grupos financeiros, a “cidadania global solidária” é antes o reconhecimento por parte do indivíduo de que faz parte de algo maior, de que o sofrimento do Outro é também o seu e que a Humanidade pressupõe solidariedade.

www.fernandonobre.org

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Debate: Lusofonia global e dinâmica

Sábado, 24 de Julho
Onde: Sede Nacional da Candidatura de Fernando Nobre
Quando: Sábado, 24 de Julho das 18:30 às 21:00
Oradores: Miguel Real, Rui Martins e Renato Epifânio

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Sobre os problemas do duplo apoio partidário a Manuel Alegre

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Manuel Alegre tem dois partidos políticos a apoiá-lo. Isso poderia parecer positivo, mas, de facto não o é… Já que se terá que esforçar por encontrar dentro de si algo que sabemos que não lhe é abundante: paciência…

A candidatura de Alegre reúne de facto dois partidos que mantêm entre si um combate verbal constante e que disputam o mesmo espaço eleitoral. Fernando Nobre reconheceu esta fraqueza do seu adversário mais direto nas urnas ao afirmar que não saber “como é que ele vai saber gerir esta espécie de quadratura do círculo, mas isso é um problema que lhe cabe por inteiro a ele e só a ele” e a forma autoritária e de cima-para-baixo com que foi decidido o apoio do PS a Alegre terá também as suas consequências no entusiasmo com que muitos militantes do PS vão seguir a candidatura de um candidato que ainda há não muito tempo dizia raios e coriscos do seu próprio partido e do seu líder, José Sócrates.

Sobretudo, por ter ficado tão cumulado de apoios partidários, com os seus bem oleados aparelhos e finanças generosamente dotadas pela via dos nossos impostos, Alegre liga-se claramente ao sistema partidário português, enquanto Nobre sai reforçado na sua posição como independente: “A minha candidatura até sai fortalecida, porque agora fica claro para toda a população portuguesa quem é o candidato pela cidadania, quem é o candidato independente e quem é o candidato verdadeiramente suprapartidário”. E não nos esqueçamos… foi esta partidocracia que arrastou este país para um estado de quase bancarrota em que hoje nos encontramos, com estagnação económica há mais de dez anos, desindustrialização crónica, abates sucessivos da frota pesqueira e abandono do interior e da agricultura e um sentimento de desânimo generalizado a todas as camadas da população. É contra este estado de coisas que urge combater. E começar por substituir a figura mais grada da nação, que tem as mãos sujas pela sua inépcia governativa na década de 90, um percurso eticamente nebuloso enquanto professor de economia e como medíocre Presidente da República por alguém que pelo seu perfil humanista, força provada de caráter e capacidade de diálogo provou já ser mais capaz do que qualquer outro candidato de preencher a função.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=174372

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Fernando Nobre: Sobre a contestação social contra as restrições do PEC

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

Parece claro que dada a situação de endividamento galopante e de desequilíbrio orçamental crónico do nosso país, se chegou a um ponto em que se impõe estabelecer um sério e determinado pacote de medidas de austeridade. Simplesmente, todos nós, particulares, Estado, Empresas e Autarquias – tidos no seu todo – gastaram o que tinham e o que não tinham, escudados por uma convicção infundada de que o Euro impediria qualquer bancarrota e que o tempo do crédito barato era eterno.

O problema está em que esta contenção não está a ser para todos. A recente manifestação da CGTP – promovida contra as medidas de austeridade do Governo – foi “genuína”, como afirmou Fernando Nobre: “Compreendo a manifestação de hoje, inclusive alguns apelos do doutor Manuel Carvalho da Silva [líder da central sindical], porque se podem fazer poupanças noutros sectores que não penalizassem aqueles que já estão em situações fragilizadas e por isso o que hoje assistimos no país é uma manifestação genuína pela qual eu só posso demonstrar solidariedade e total compreensão”.

Num país onde existe um défice claro do terceiro pilar do Estado (a Cidadania) não pode deixar de haver abusos de autoridade e desequilíbrios na participação de todos para a a causa do Bem Comum. Se uns – como os Trabalhadores e Desempregados – vêm subir a sua fatura fiscal todos os meses, os ricos esses recuperam já das perdas de 2009 e vêm neste mesmo preciso ano de severa contenção orçamental aumentar ainda mais a sua riqueza. E demonstrar assim que importa elevar o pilar da Cidadania para que a República Portuguesa seja uma sociedade mais justa e equilibrada, porque não se compreende como é que os cidadãos aceitam de forma tão passiva tamanhas desigualdades… Urge assim dar um grito de revolta contra esta Indiferença instalada, instalar o equilíbrio e a Justiça e dar o primeiro grande abanão num sistema bloqueado e usurpado pelos poderes económicos e financeiros, que tornaram a partidocracia refém dos seus Favores e Prebendas, contra todos nós e contra Portugal. Apoiemos este sinal de revolução social e política que é a candidatura genuinamente suprapartidária (mas não apolítica) de Fernando Nobre, colaboremos na recolha de Assinaturas e votemos no candidato em janeiro de 2011!

Fonte:
http://noticias.pt.msn.com/Politica/article.aspx?cp-documentid=153579502

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Mário Soares, Fernando Nobre e as possibilidades (reais) desta candidatura presidencial

Jantar do 1 de maio com o Dr. Fernando Nobre

Jantar do 1 de maio com o Dr. Fernando Nobre

Mário Soares numa entrevista recente a Mário Crespo afirmou aquilo que fica evidente a quem quer que siga as notícias: os Media não dão à campanha presidencial de Fernando Nobre a mesma atenção que dedicam às demais candidaturas, especialmente à de Manuel Alegre. Soares referiu também algo que quem siga minimamente os Media não pode deixar de observar: há uma descarada falta de atenção mediática à candidatura de Fernando Nobre. Por exemplo, no jantar de 1 de maio, no Mercado da Ribeira (Lisboa) o candidato reuniu perto de 530 apoiantes naquele que foi maior encontro jamais organizado via facebook em Portugal mas um jantar de tal dimensão não mereceu das televisoes mais que um minuto e meio de atenção!  Em contraponto, o mais insignificante encontro de Alegre merece ampla cobertura mediática e o mais irrelevante arroto de Cavaco é imediatamente alvo de total cobertura televisiva.

Tenho que ser claro: não aprecio todo o percurso político de Soares e não lhe posso deixar de imputar uma importante parcela de responsabilidade no doentio Rotativismo com que os governos do bipartido PS-PSD nos brindaram nos últimos trinta anos e que respondem pelo essencial da responsabilidade da gravíssima crise financeira que atravessamos. Mas Soares – num quadro geral de incompetência e de tibieza gerais – é uma das maiores figuras políticas da nossa democracia. Por isso, aquilo que diz deve ser escutado e, no minimo, ponderado por todos. Sobretudo, aquilo que Mário Soares diz deve ser escutado com especial atenção no seu próprio Partido, o PS. Soares sempre teve algo que falta hoje a muitos políticos: instinto. E diz-lhe o instinto que não serve ao PS nem ao país o apoio a um candidato tão egótico e esvaziado de conteúdo ideológico como Alegre.

Assim que surgiu a notícia de que Fernando Nobre iria avançar como candidato presidencial, surgiram notícias que davam conta de que o estava a fazer sob “comando remoto” de Soares. Isso não corresponde à verdade, tendo tido eu próprio oportunidade de confirmar isso mesmo junto do próprio Fernando Nobre. O presidente da AMI, não é de resto do tipo de pessoa que deixe manipular como se de um simples e passivo peão num jogo de xadrez soarístico-vindicativo se tratasse.

Apesar de ser literalmente “levado em ombros” sendo cada uma das suas mais insignificantes ações de pré-campanha amplamente coberta pelos Media, Alegre já perdeu a primeira grande batalha: unir a Esquerda em torno da sua candidatura. A sua aproximação ao BE foi bem sucedida, mas custou-lhe a repulsa de grande parte do eleitorado do PS que Sócrates tantas vezes afrontou no Parlamento e que agora tem que engolir.

O grande problema de Alegre não é contudo Sócrates, mas Fernando Nobre. Existe uma possibilidade muito séria de que logre agregar mais votos do que o próprio Alegre, que pelas suas hesitações e oscilações diversas acabou por repelir boa parte dos votos que reuniu em 2006. Como o meu, por exemplo… É claro que Nobre não vai captar apenas votos à Esquerda, já que o seu percurso humanista, discurso patriótico e até simpatias pessoais irá provar-se como capaz de recolher alguns votos que Cavaco Silva, pelas suas múltiplas asneiras soube malbaratar. Só isso, pode alterar radicalmente o quadro eleitoral e impedir a eleição de Cavaco à primeira volta, que em 2006 apenas a impediu por escassos 0.6% dos votos. E sem dúvida que Nobre recolherá muitos votos no BE (que apoiou nas últimas eleições para o Parlamento Europeu), no PS (e nao somente entre soaristas, mas também entre socráticos) e até no PCP pelo seu percurso de vida e alinhamento político-ideológico à Esquerda.

Nobre beneficia contudo e sobretudo de um descontentamento generalizado do país para com uma classe política que não soube resolver os problemas da maioria da população e que nos levou à maior crise financeira das últimas décadas. Nobre tem assim o potencial para recuperar o milhao de “eleitores de protesto” que Alegre cativou em 2006.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/o-factor nobre=f582600

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Fernando Nobre: Devia haver “discriminação positiva” a favor “dos cidadãos que estejam social e economicamente mais fragilizados”

Recentemente, o Dr Fernando Nobre apelou à existência de uma “discriminação positiva” a favor daqueles cidad?os que estejam social e economicamente mais fragilizados. Esta “discriminação” deveria ser capaz de os proteger contra as medidas de austeridade que se abateram sobre todos, nas com especialmente incidência sobre aqueles que nada têm.

Não pode haver dúvidas de que a maioria das ditas “medidas de austeridade” recaíram sobre não quem as pode pagar, mas contra quem menos poder tem para se defender delas. Os desempregados, as famílias numerosas, os trabalhadores e assalariados foram assim rapidamente imolados num altar onde os impostos dos banqueiros, as transacções milionárias dos Especuladores e as grandes fortunas continuam virgens. Este governo – como tantos outros antes dele do bipartido ps-psd – optou por fazer assentar sobre os mais fracos o essencial do esforço de contenção orçamental.

Fernando Nobre sugere que todos os que recebem menos de 700 euros por mês deveriam ter ficado além deste denso aumento da carga fiscal. Tal sugestão implicava que o aumento do IVA – uma medida que se abate sobre todos, mas com especial incidência sobre os mais pobres – não devia ter sido decidido. Pelo contrário, teria feito muito mais sentido reforçar os impostos nos últimos escalões do IRS, nas transações financeiras (taxa tobim), na Banca (acabando com a imoral taxa máxima de 15%) e criando um imposto especial sobre as grandes fortunas e patrimónios.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1569432

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Fernando Nobre: “Nunca fiz parte do sistema”

Fernando Nobre (http://5dias.net)

Fernando Nobre (http://5dias.net)

Portugal vive atualmente a maior crise das últimas décadas e, provavelmente, dos últimos cem anos. Perante tal situação é imperativo que ocorra alguma renovação na classe política. Nobre, ao explicar porque é que se decidira a encetar uma intervenção política de primeira linha, precisamente nas Presidenciais de 2011 explicou que “neste momento da nossa crise nacional, eu tinha deveres para com Portugal”. Foi por um “imperativo de cidadania” (a expressão é sua) que decidiu avançar agora, porque a gravidade da situação do país é de tal modo grave que todos devemos dar o nosso melhor para a ultrapassar, de forma a que Portugal possa vencer estes ataques que os Especuladores lançam sobre si e que se possam corrigir os numerosos erros que a partidocracia cometeu nos últimos 20 anos.

E só Nobre pode realmente alegar não ter responsabilidades na situação atual. Quer Cavaco (Primeiro-ministro em vários governos e agora Presidente), quer Alegre (deputado e ex-vice presidente do Parlamento) são parte do Problema, não da solução. Enquanto um e outro, por ação ou por inação, arruinavam o país, Fernando Nobre fundava a AMI, salvava vidas um pouco por todo o mundo e servia de embaixador de uma forma muito mais eloquente do que qualquer burocracia diplomática

Como resume Nobre: se queremos continuar como estamos “vão ter com os candidatos do sistema: votem neles”, continuem a acreditar no mito da separacao Esquerda-Direita e escolham um dos candidatos promovidos e escudados pelos aparelhos partidários tradicionais. Só assim haverá a certeza que após estas eleições tudo fica fundamentalmente na mesma. Para grande gáudio dos Federalistas Europeus e dos Iberistas de Madrid e para grande risco de Portugal.

Fonte:
http://www.publico.pt/Pol%EDtica/fernando-nobre-salienta-que-se-distingue-por-nunca-ter-feito-parte-do-sistema_1440721

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Fernando Nobre: “Não estou minimamente preocupado com o apoio do PS ao doutor Manuel Alegre”

Fernando Nobre (http://estb.msn.com)

Fernando Nobre (http://estb.msn.com)

Quando o Dr. Fernando Nobre diz que “Não estou minimamente preocupado com o apoio do PS ao doutor Manuel Alegre” toca com o dedo na ferida: Este apoio que o PS socrático deu a Manuel Alegre não vai impedir que muitos militantes socialistas votem em Fernando Nobre, nem que a votação de Alegre seja pouco mais do que uma sombra daquilo que foi em 2006. Um pouco por todo o país, são vários os presidentes de câmara – eleitos nas listas do PS – que já expressaram o seu apoio a Fernando Nobre e o seu desagrado em relação à candidatura de Manuel Alegre. Idêntico exemplo foi seguido por muitas estruturas concelhias e “coordenadores de juventudes socialistas”, nas palavras do próprio Fernando Nobre.

Temos a certeza de que o descontentamento surdo que está hoje genericamente disseminado um pouco por toda a sociedade portuguesa e que se fazia já sentir em 2006 e que aliás explicou grande parte dos votos então reunidos por Alegre poderá hoje ser capitalizado pela candidatura de Fernando Nobre e que pela tripla via do seu ego inflacionado, retórica vazia e ziguezagues políticos, Alegre já malbaratou.

Alguns insistem contudo em ver na candidatura de Nobre um “sopro” de Mário Soares, tornando o presidente da AMI num mero joguete de uma vingançazinha soárica contra Alegre. No seu devido tempo, tive ocasiao de colocar esta mesma questão – pessoalmente e de viva voz – ao próprio Fernando Nobre. Nobre asseverou-me que não, que não avançou com a sua candidatura DEPOIS de Mário Soares o ter sugerido, mas ANTES de ter falado com Soares e falando com o antigo Presidente da República pouco depois de ter falado como outro (Ramalho Eanes) e de ter consultado outros seus amigos. Ou Nobre me mentiu descaradamente e de olhos nos olhos e, logo, é um grandíssimo mentiroso e um excelente ator ou é sincero e honesto. Como nada na sua relação passada (contactos no âmbito MIL-AMI) e no seu percurso de vida o dão como mentiroso, então sinto que devo acreditar em Nobre e não naqueles que dizem que ele é apenas uma marioneta de Soares.

Dito isto, nada há a admirar se Soares ficar contente ou se mesmo apoiar publicamente Fernando Nobre. Pelo que tenho ouvido na rua, nas Bancas de Recolha de Assinaturas onde tenho estado presente, tal apoio poderá até ser mais negativo para a campanha de Nobre, do que positivo, mas, como diz o próprio Fernando Nobre, Soares é “um dos poucos estadistas que Portugal teve no pós 25 de Abril” algo que é especial raro numa atualidade plena de líderes fracos, sem visão e imersos numa miríade de problemas éticos e judiciais.

Fontes:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=174254
http://www.fernandonobre.org/

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Resposta a um artigo de Camilo Mortágua sobre a candidatura de Fernando Nobre

Camilo Mortágua e Manuel Alegre (http://dn.sapo.pt)

Camilo Mortágua e Manuel Alegre (http://dn.sapo.pt)

Camilo Mortágua, fez publicar no site de apoio à candidatura presidencial de Manuel Alegre um texto sobre Fernando Nobre que iremos agora comentar.

“Apreciava o homem de sensibilidade solidária e vocação universalista. Sempre apreciei a sua capacidade para levar a solidariedade de Portugal aos mais longínquos e trágicos lugares do mundo, (hoje interrogo-me se este homem não está sendo obrigado a pagar a factura dos apoios concedidos para o seu protagonismo na execução de tão meritórias tarefas).”

Senhor Mortágua, se apreciava sinceramente Fernando Nobre pela sua “sensibilidade solidária e vocação universalista” não há razão para parar de o admirar, porque o passado do médico da AMI não se evaporou apenas porque decidiu apoiar um candidato diferente daquele que é – para o bem e para o mal – o seu.

“A surpresa do seu salto da causa humanitária para a disputa política, nas condições objectivas em que acontece, a isso me impelem.”

A sua surpresa é compreensível, caro Camilo Mortágua. Todos foram surpreendidos, a começar por mim próprio – antigo eleitor de Manuel Alegre – e entre todos, os partidos em especial e o próprio Alegre que julgava já seus todos os votos da Esquerda. Mas afinal os votos da tradicional “maioria de esquerda” portuguesa não eram propriedade de Alegre e assim se compreende melhor a frustração dos seus apoiantes… os votos dos portugueses não são de ninguém. São de quem souber provar os cidadãos que está em melhores condicões para os representar, independentemente do decreto de qualquer partidocracia ou de qualquer expressão de voto tida em 2006.

“Respeitando inteiramente o seu direito a tomar essa decisão, sinto a necessidade de dar voz ao meu lamento, repito, não porque não tenha ele o pleno direito a candidatar-se, mas porque o contexto em que o faz, em minha opinião, afecta irremediavelmente a dimensão ética da sua imagem.”

Em que é que a expressão livre, de cidadania e de cumprimento de um direito cívico aberto a qualquer português pode afectar a “dimensão ética” da imagem de Fernando Nobre? Perde-se a ética porque se avança para a política, Camilo? E se assim é, o que dizer então do seu alegre candidato, que nunca teve um emprego na vida que não fosse na política?

“Prestar-se a ser muleta dos falcões do PS.”

Uma coisa é descer baixo. Outra coisa é enterrar-se na lama. E esta última foi efetivamente a opção aqui seguida. Desde logo porque insulta uma das pessoas que pelo seu passado humanista e humanitário mais respeito merece em Portugal e depois, porque presume que os “falcões” do PS são os “soaristas”, quando na verdade estes são os “socráticos” como se viu pelo efeito de eco provocado pela ordem de apoio à candidatura de Alegre dada pelo primeiro-ministro.

“para potenciar a eleição de Cavaco Silva em”

já cá faltava o argumento do “divisionismo”… para recorrer ao mesmo é preciso ter mesmo muita desfaçatez ou uma memória muito curta ou seletiva. Nas últimas presidenciais, Alegre dividiu o voto do PS com Soares. Mas disto, Camilo Mortágua ja não se deve lembrar…

“detrimento de um candidato que no plano ético, moral e cívico, e como defensor dos valores fundamentais duma esquerda de princípios e não de negócios”

e de uma Esquerda que na vida, nunca trabalhou e que recebe uma reforma duvidosa da RDP. São estes os princípios de Esquerda a que aqui se aludem?

“confirmar a sua condição de cata-vento ideológico, namorador da direita à esquerda, tendo por única convicção coerente a de querer ser guindado ao poder”

um discurso tão rasteiro e ignóbil nunca devia ter sido permitido sobreviver mais do que alguns segundos no site oficial de Manuel Alegre. Mas foi, sinal que é nestas águas tortuosas que navega a campanha alegrista. Além do mais: “cata-vento”? E Alegre que ora chama Sócrates de “inquisidor”, ora o abraça e pede punjentemente pelo seuo apoiozinho? Pelo contrário, Nobre nunca saiu a favor ou contra o seu próprio partido (não o tem) e nunca assentou lugar no Parlamento durante décadas, entre colegas de um partido contra quem lançava cobras e lagartos.

“O Senhor Dr. Fernando, só tornará a ser NOBRE credível e digno de confiança política, quando assumir publica e frontalmente, que a sua acção é um acto (espero que mal sucedido) que visa impedir a eleição de um candidato de esquerda à Presidência da Republica”

Segundo este “brilhante” e sectário raciocínio, qualquer candidato que se atreva a violar o sacrossanto monopólio da vida política e cívica detido pelos partidos é maléfico e, provavelmente, satânico. Todos aqueles que vindos da Esquerda e que se identifiquem com os seus valores fazem-no não porque estejam de boa fé, mas apenas para seguir as ordens de um qualquer “Papa mítico” do PS, Fazem-no não porque queiram exercer um direito cívico que é seu, não porque acreditam que o sistema político-partidário está bloqueado, mas apenas para incomodar o “dono” de todos os votos da Esquerda: Manuel Alegre. Pois bem, senhor Camilo. Lamento, mas Alegre não é dono do meu voto. Ele é meu, e boto-o onde quiser. E eu quero deitá-lo em Fernando Nobre. Por muito que isso irrito o Senhor de todos os votos da Esquerda. Azar. Ainda sou livre de votar onde quiser, assim como NOBRE também é de se candidatar, por muito que isso machuque o grande ego de Manuel Alegre.

Fonte:
http://www.micportugal.org/index.htm?no=22001854

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Nilton: “Alegre é uma pessoa obcecada em ser presidente da República”

Segundo Nilton, o conhecido humorista que é o Mandatário para a Juventude da candidatura presidencial de Fernando Nobre: “Alegre é uma pessoa obcecada em ser presidente da República”.

Não é difícil reconhecer em Alegre um Ego do tamanho de Adamastor. A personagem parece embalada numa embriaguez narcisística que só terá – talvez – satisfeita quando alcançar a magistratura suprema da República: a Presidência da República. Além de palavraeado mais ou menos circunstancial, unanimista e palavrórico, Alegre não tem mais nada para oferecer. Se cativou em 2006 mais de um milhão de votos, não o fez por causa da originalidade ou empolgamento popular do seu discurso, fê-lo porque existia mais de um milhão de votos de protesto que buscavam uma forma de exprimir a sua discordância perante a forma “social-democrata” como Sócrates conduzia a governação. São estes votos que Alegre julga como “seus” mas que pertencem apenas ao “descontentamento”.

E estes descontentes são – não o duvidemos – hoje muito mais numerosos: desde logo porque há já mais 300 mil desempregados do que havia nas últimas presidenciais… A este “reservatório” de descontentes que nao existia em 2006 há que somar todos os desiludidos com a incapacidade de Alegre em formar um Partido, com a sua recente (e interesseira) reaproximação ao Socretismo e todo o descontentamento que a atual governação do PS está a criar em muitos eleitores.

Num momento em que o sistema partidocrático parece imobilizado pela falta de ambição, pela ausência de líderes carismáticos ou competentes, ou (pelo menos) dignos do cargo, urge renovar o nosso sistema democrático, sob pena deste vir a colapsar a curto prazo, entregando-se no regaço do primeiro ditador de pacotilha que seja mais credível do que aquele idiota do PNR ou uma uma vaga de revoltas (não confundir com Revolução) incontroláveis e destrutivas. Esta renovação tem que vir de fora do sistemka Rotativista do bipartido PS-PSD e neste contexto a eleição de alguém que, Fernando Nobre é verdadeiramente independente e apartidário, pode dar a indicação decisiva para que esta necessária renovação da democracia portuguesa comece a acontecer.

Como diz Nilton, nao esquecamos que Cavaco e Alegre fizeram todas as suas carreiras profissionais na política e sao tão independentes como um canibal é apreciador de bróculos… Nesse respeito o facto de termos Alegre como um candidato “supratidário” que tem o apoio de… dois partidos é particularmente patético. Nilton recorda também que somente Nobre – entre a lista de candidatos já conhecidos ou presumidos – não tem um passado maculado por cargos políticos de responsabilidade ou de pertença ativa, militante e participada nos partidos políticos que levaram a todos até esta situação. Precisamos de alguém capaz de representar com dignidade o país, sem medo ou timidez mórbida em enfrentar insultos e ataques ao país, de alguém que não seja corresponsável na situação presente e que como recorda o humorista “tenha noção do mundo. Tem andado sempre na estrada” e que ao contrário de muitos não encare Belém como uma agência de férias para casbahs obscuras ou países da Europa Central onde Portugal tem apenas interesses vestigiais.

Esse alguém, é naturalmente o Dr. Fernando Nobre.

Fonte:
http://diario.iol.pt/esta-e-boca/boca-nilton-alegre-manuel-alegre-presidenciais-tvi24/1165784-4087.html

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Respondendo a Carlos Marques de Almeida (Jornal Económico) sobre o Dr. Fernando Nobre

A maior motivação para que Cavaco Silva dê a máxima cobertura ao governo minoritário de José Sócrates está precisamente em que uma Crise Política – antes das Presidenciais – seria a negação suprema do eixo central de toda a sua candidatura: a promessa de Estabilidade e de “cooperação estratégica”. Assim, estamos vivendo com um Presidente condiciona a mais de 12 meses pelo seu desejo de reeleição a todo o custo e que arrisca até os votos da Direita Católica (casamento homosexual) em nome desse tabu certo que é o da sua recandidatura.

Correndo contra um presidente em exercício que não hesita em usar o escandalosamente amplo orçamento da Presidência para financiar os múltiplos eventos de pré-campanha que realiza todas as semanas temos Manuel Alegre e Fernando Nobre.

Em certos meios, não falta quem acuse Fernando Nobre de ser o “inocente útil que percorre a grande selva política que separa os dinossauros excelentíssimos, Alegre e Soares” como se Nobre não passasse de uma marioneta que se deixa manipular docilmente por uma qualquer agenda secreta e vindicatória de Soares. Admitir tal tese é esquecer o homem que soube – pela via da inteligência e sabedoria de vida – erguer aquela que é hoje a maior ONG portuguesa: a AMI e provavelmente a maior e melhor embaixadora de Portugal no mundo. Um dócil ingénuo seria capaz de cometer tal efeito?

Os críticos apontam a Nobre uma certa “arrogância de uma superioridade moral” e uma “cidadania chique cruzada com o folclore humanitário, tudo rematado pela sempre útil demagogia anti-sistema”. Ora essa dita “superioridade moral” advém a Nobre não de uma declaração verbal mas de um percurso de vida exemplar e onde não encontramos as mesmas incertezas ou manhas de um certo secretário-geral de um dos partidos que apoia Manuel Alegre, nem a tal “arrogância moral” que esse mesmo secretário-geral tanta vez apontou no Parlamento como sendo a do outro grande apoiante de Alegre: Francisco Louçã.

Fontes:
http://economico.sapo.pt/noticias/almanaque-presidencial_91750.html
http://www.fernandonobre.org/

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Sobre o eventual apoio de Mário Soares a Fernando Nobre

Muitos têm expressado reservas quanto ao possível apoio de Mário Soares à candidatura de Fernando Nobre. Alguns, receiam que os numerosos anticorpos que Mário Soares cria em muitas pessoas, da Esquerda (que não lhe perdoam, nem esquecem os governos do Bloco Central nem a intervenção do FMI), à Direita (que ainda menos lhe perdoam a viragem à Esquerda dos seus discursos mais recentes e a Descolonização) acreditam que o apoio do ex-Presidente da República pode afastar mais votos, do que atrair.

Não é isso que acredito. Confio que um eventual apoio de Mário Soares, trará mais votos, do que repelirá. Soares tem no PS qualquer coisa como entre 10 a 20% de votos “cativos”, isto é, perto de 10% de votos numa eleição presidencial. O seu apoio público e indubitável por assim fazer toda a diferença e – se houver a 2ª volta que é cada vez mais provável – e ser decisivo para ultrapassar Alegre e chegar à tal segunda volta, onde Fernando Nobre tem todas as condições para agregar mais votos do que Alegre e capitalizar assim a “maioria sociológica de Esquerda” da nossa sociedade.

Em suma, o apoio de Mário Soares a Fernando Nobre pode revelar-se decisivo para que o primeiro candidato presidencial “fora do Sistema da Partidocracia” seja eleito, dando sinal para uma renovação da participação cívica da sociedade civil na Política e para sacudir de vez a máfia parasitária que se instalou no Estado, no âmbito deste doentio e vampírico Rotativismo do Bi-Partido PS-PSD que se instalou na III República Portuguesa.

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Fernando Nobre: A “Banha da Cobra” dos Financeiros

Fernando Nobre

Fernando Nobre

“É de temer que, após uma ligeira cirurgia plástica, ou alguma banha da cobra, os mentores políticos e financeiros de todo esse descalabro, passado o susto que levou os ainda estados a socializar os prejuízos com milhões de milhões de euros, queiram recomeçar o mesmo jogo de casino, de derivados, de Offshores e de outros produtos tóxicos” Humanidade, p.22 Fernando Nobre

Não duvidemos. É isto mesmo que estão a preparar. Obama, nos EUA, bem que tem tentado criar uma nova dinâmica regulatório – se sucesso, apesar de todo o enfoque discursivo – e na Europa, apesar de múltiplas declarações neste sentido dos “líderes” europeus, tudo está basicamente na mesma, desde o short-selling aos Off-shores, passando pelo derivados e pelos produtos financeiros de elevada opacidade. Os Especuladores e os Mercados continuam a ditar o rumo das Economias e da vida dos cidadãos e dos Estados. Os seus caprichos e os seus desvairos irracionais arrasam economias e em escassos minutos conseguem evaporar dezenas de biliões de dólares em pânicos incompreensíveis (como aquele que afectou o NASDAQ em princípios de maio).

Urge impor mecanismos ágeis, eficazes e fortes de regulação. Inverter a orgia liberalizante que os teóricos do Pensamento Único neoliberal e globalizante impuseram a políticos fracos ou comprados. Urge fortalecer as polícias de investigação contra a corrupção e o branqueamento de capitais com os meios suficientes para poderem deter todos os criminosos de colarinho branco que prosperam impunemente desde à décadas.

Urge mudar. E como primeiro passo – em Portugal – é preciso apoiar a candidatura presidencial do Dr. Fernando Nobre, um homem de conduta ética e humanística exemplar e que diagnosticou corretamente a grave situação económica e social em que vivemos e que ao provir de fora do quadro político-partidário que nos arrastou a todos para o ponto onde estamos poderá agitar suficientemente as águas e introduzir um começo de mudança no sistema.

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Fernando Nobre: Parágrafos de Pensamento Político

Dr. Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Dr. Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Transladação dos militares portugueses mortos nas guerras coloniais
Conhecemo-lo por tratar dos vivos, mas o candidato a presidente de todos os portugueses não se esquece dos mortos. Nem do papel destes na defesa de Portugal. O médico prometeu que, se fosse Presidente da República, faria «todos os esforços» para que o Estado português transladasse os corpos dos militares que morreram em África, se as famílias assim o desejassem.
«Há muitos jovens que deixaram o território nacional. Em todas as aldeias do país temos pessoas que nunca mais voltaram e os seus parentes nunca fizeram o luto dos seus mortos. Por isso, eu sou a favor da transladação dos militares portugueses mortos nas guerras coloniais cujas famílias assim o solicitassem», conta o candidato, citado pela agência Lusa.
Foram poucos os militares mortos que regressaram a Portugal. Foram aqueles que as suas famílias que suportaram os custos da recolha e transladação. Fernando Nobre, acha que é uma questão de «dignidade do Estado» pagar essas despesas. «Acho que honraria o Estado português participar na transladação efectiva dos seus combatentes mortos em defesa da pátria. Era esse o lema e a mensagem que era dada aos jovens militares portugueses e a oficiais que morreram em combate». O médico não combateu na guerra do Ultramar, mas, nascido em Luanda, lembra-se de, em criança, «ter visto chegar os soldados portugueses com algum sentimento de paz e de segurança», o que o influenciou a ter esta posição.
http://www.tvi24.iol.pt/politica/fernando-nobre-presidencia-ultramar-mortos-tvi24pt/1149155-4072.html

Desenvolvimento do Interior
O médico Fernando Nobre prometeu este domingo que se for eleito Presidente da República exercerá a «magistratura de influência» no sentido do desenvolvimento do interior de Portugal.
Em declarações aos jornalistas em Viseu, onde teve um encontro com voluntários da sua candidatura, Fernando Nobre garantiu conhecer bem o «interior despovoado» e lamentou que «o reordenamento do território e o desenvolvimento integrado» estejam por fazer.
«Acho que caberá ao Presidente da República – e se eu for eleito terei uma preocupação muito centrada nessa temática – andar pelo interior e exercer a sua magistratura de influência, fazendo com que serviços essenciais no que diz respeito à saúde, à educação, à electricidade, aos correios, não abandonem certas partes do território nacional votando-as à desertificação», afirmou.
Disse também ser necessário «promover o desenvolvimento económico, tentar fixar empresas nessas áreas do país», para que não se agrave a tendência já verificada «há muitos anos», em que «as sedes dos concelhos aspiram de algum modo todo o concelho, as capitais de distrito aspiram depois os concelhos, depois nas capitais de distrito há uma tendência de corrida para o litoral».
«Acho que para o nosso desenvolvimento integrado do território enquanto um todo, enquanto nação, não é positivo. Caberá ao Presidente da República andar por essas regiões do país, sensibilizando, apelando e exercendo a sua magistratura de influência para que alguns sectores não abandonem o interior do território nacional», acrescentou.
O candidato à Presidência da República considerou ainda que «milhões de portugueses» ficarão prejudicados com o PEC, e exortou o Governo a escutar «os elementos do seu próprio partido» e a corrigir «alguns aspectos» do documento.
«O Governo tem toda a legitimidade para governar, mas sensibilidades que têm vindo a lume no quadro do próprio partido do Governo demonstram que não há unidade sobre temas sociais delicados», afirmou aos jornalistas em Viseu, no final de um encontro com voluntários da sua candidatura.

http://www.tvi24.iol.pt/politica/fernando-nobre-ultimas-pr-tvi24/1149074-4072.html

Contra o PEC
Viseu, 21 mar (Lusa) – O candidato à Presidência da República Fernando Nobre considerou hoje que “milhões de portugueses” ficarão prejudicados com o PEC, e exortou o Governo a escutar “os elementos do seu próprio partido” e a corrigir “alguns aspetos” do documento.
“O Governo tem toda a legitimidade para governar, mas sensibilidades que têm vindo a lume no quadro do próprio partido do Governo demonstram que não há unidade sobre temas sociais delicados”, afirmou aos jornalistas em Viseu, no final de um encontro com voluntários da sua candidatura.
Na sua opinião, “algumas medidas contidas no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) vão pôr em causa a classe média nacional” e, por isso, fez votos para que “o Governo escute os elementos do seu próprio partido e que possa, na medida do possível, corrigir alguns aspetos”.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10830197.html

Condomínios Fechados
O médico acredita que “ a solidariedade começa por nós” e, nesse seguimento, há uma série de “trabalhos” a vencer, sendo o maior de todos a pobreza e exclusão social. “Estamos numa nova fase de construção de fortalezas”, afirmou, numa alusão aos condomínios fechados. Nobre considera que essa necessidade de resguardo vem da consciência de que o mundo está menos seguro, o que, por sua vez, acontece “porque não entendemos que temos de distribuir melhor a nossa riqueza”. “Temos que apertar o cinto para que outros mundos possam desapertar o deles”, apelou.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Alterações Climáticas
Outro dos desafios a vencer é o das alterações climáticas. Fernando Nobre acredita na probabilidade da humanidade ter que abandonar este planeta, se não cuidar dele, e avisa que a evacuação só será possível para um milhão de pessoas, sendo que a população mundial é actualmente de 6.500 mil milhões. “É preciso bom senso e isso terá que ser impulsionado por nós, porque as lideranças ainda não compreenderam que é preciso olhar a médio prazo”, lamentou.
Fernando Nobre compara o planeta a uma “hérnia em vias de estrangulamento” e alerta para a necessidade de “tomar decisões difíceis e actuar”.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Imigração
No que respeita à imigração, o médico avisa que nunca foi possível parar este movimento e apela à tolerância das pessoas, com base sobretudo no facto do povo português ser ele próprio o resultado de várias culturas e na história de emigração portuguesa. “É natural que venham ter connosco”, disse, referindo-se aos imigrantes. “Para eles somos uma árvore de Natal. Além disso, nós também emigrámos em massa e continuamos a fazê-lo, por isso temos que aceitar que venham até nós”.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Os perigos sobre a Democracia
Nobre apelou ainda à consciencialização dos deveres de cidadania, nomeadamente o dever “supremo” de “preservar a liberdade e a democracia”. “O pilar da cidadania tem de ser forte para que os outros pilares – nomeadamente, o do Estado – sintam que estamos atentos”, defendeu. Para o presidente da AMI, a democracia é uma “flor frágil” que tem de ser cuidada. “Vocês nasceram em democracia (…) nada vos garante que venham a morrer em democracia”, alertou.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Lusofonia
Lusofonia, a importância do espaço da Lusofonia para a nossa afirmação no mundo e nos mercados internacionais.
Portugal com a dimensão do mundo.
O Passaporte Lusófono (de Agostinho da Silva)
Portugal é o mundo lusófono, mais todas as comunidades e todas as comunidadades lusodescendentes no mundo.
“Estar em Portugal é estar no mundo, não só o retângulo que temos com as ilhas dos Açores e a Madeira, mas também com os PALOPs e um mundo que corro há mais de 30 anos.”
http://movimentolusofono.wordpress.com/2010/03/25/breve-entrevista-de-renato-epifanio-mil-ao-dr-fernando-nobre/

Agência de notação financeira (“rating”) pública
O candidato à Presidência da República Fernando Nobre defende que a União Europeia (UE) deveria criar uma agência de notação financeira (“rating”) pública, com “critérios muito transparentes” e respeitados por todos os Estados-membros.
“A UE deveria ter uma agência de ‘rating’ pública, com critérios muito transparentes, aos quais todos os Estados se submeteriam e aceitariam as classificações assim definidas”, afirmou Fernando Nobre à agência Lusa.
Desta forma, os Estados-membros não estariam “permanentemente sujeitos a classificações de empresas que muitas vezes não se sabe quais são os interesses verdadeiros que têm para publicar certos dados”, como, na sua opinião, aconteceu com Portugal.
Na quarta feira, a agência de notação financeira Fitch desceu o “rating” de Portugal para AA-, apesar de considerar que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) é “globalmente credível” e apresenta um cenário macroeconómico sensato.
Fernando Nobre considera que “não seria exequível” o Estado português processar as agências de “rating”, como estão a fazer vários estados norte-americanos.
Na sua opinião, a UE é que “deveria demonstrar muito mais empatia e solidariedade para com os seus membros, nomeadamente a Grécia, do que aquilo que tem vindo a lume”.
“Acho que a UE deveria ter uma atitude muito diferente do que aquela que tem tido. As agências de ‘rating’ são privadas, a sua classificação faz com que os especuladores ataquem ou não ataquem um certo país, como está a acontecer com a Grécia”, explicou.
É por isso que entende que a UE deveria “ter uma agência de ‘rating’ pública, oficial e que também deveria publicar os seus resultados com toda a transparência, porque o que está subjacente a algumas classificações dessas empresas privadas pode não ser tão transparente assim”.
Fernando Nobre considera que Portugal ficou prejudicado quando foi associado à “palavra insultuosa” PIGS – nome dado ao grupo de Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha (iniciais em inglês desses países) – e “quando o comissário europeu (Joaquín) Almunia fez as declarações que fez extremamente infelizes e inoportunas”, ao comparar a situação económica de Portugal à da Grécia.
“É evidente que tudo isso atinge a dignidade e a credibilidade do Estado português”, frisou, congratulando-se por tanto o Governo, como o Presidente da República terem reagido para defender “o bom nome e a realidade da economia portuguesa”.
http://www.ionline.pt/conteudo/52780-uniao-europeia-deveria-ter-agencia-rating-publica-diz-fernando-nobre-

Partidocracia
Nada tenho contra os partidos ou a democracia partidária, porque não existe outra. Mas sou contra o sufoco partidário da vida pública. Acredito, sincera e profundamente que um homem livre, só e independente, pode servir melhor o país, nesta altura tão difícil e sensível para Portugal. A magistratura suprapartidária do Presidente da República deve ser exercida sem demagogias, sem populismos, sem anti-corpos contra os partidos e os políticos.
A minha candidatura é, também, a candidatura dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada. Não é uma candidatura neutral, é uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do país não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem, ainda, ser feitas dentro do quadro constitucional e institucional.
http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/?skip=10

Regeneração Ética da Vida Política do País
1 – Lutar, promover e incentivar a regeneração ética da vida política do país. Todos os eleitos, todos os nomeados politicamente, estão ao serviço do país e têm de prestar contas, honrar as suas propostas, assumir as responsabilidades e deveres do cargo e as consequências dos seus actos. Serei intransigente a exigir de cada um o cumprimento das suas obrigações. Portugal espera de cada um que cumpra o seu dever. A todos exigirei o mesmo que exigirei a mim próprio: trabalho, cidadania, solidariedade e ética.
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Justiça Social
2 – Apoiar e incentivar todos os esforços do governo e da sociedade civil no caminho da justiça social em todos os sectores da vida dos cidadãos: na educação, na saúde, nas oportunidades de emprego, na criação de riqueza, na justiça fiscal, na promoção de condições de vida dignas. Estarei particularmente atento à situação dos desempregados e dos trabalhadores precários assim como ao futuro dos nossos jovens, à dignidade do fim da vida dos nossos idosos, às comunidades emigrantes e imigrantes, porque entendo que todos eles são essenciais a uma equilibrada e saudável coesão social nacional.
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Soberania Nacional

3 – Defender a soberania nacional, tal como compete ao Presidente, entendida num sentido amplo e concreto: a defesa dos seus recursos e riquezas naturais, do seu património histórico e natural, da língua, da cultura e do prestígio do seu nome no concerto das nações.
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Crise da Justiça
4 – Não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal. É privilégio e função primeira do Estado a aplicação da justiça, e um Estado que o não faz é um Estado que não tem justificação moral. Defenderei, pois, intransigentemente, a independência da Justiça, mas não aceitarei que o corporativismo, a ineficácia, a irresponsabilidade ou as justificações de circunstância neguem o direito de todos, por igual, à Justiça. Também na Educação, na Saúde, na Economia e na Defesa, é a Justiça que deve estar ao serviço das pessoas e do Estado e não o contrário.
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Crise Financeira Portuguesa
Portugueses: Todos sabemos que Portugal não é um País rico e que a sua situação económica e financeira é hoje muito difícil. Não existem milagres nem soluções mágicas em tempo recorde. A minha tarefa será a de despertar, motivar e incentivar o espírito de cidadania em cada um dos portugueses: todos temos direitos, e todos temos deveres para com o país.
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Boa Governação Local
Ao fim e ao cabo, a liderança global já existe! Infelizmente, actualmente ela é secreta, feita de cima para baixo e nada democrática. Ela está inoperativa, descoordenada, cacofónica e descredibilizada com as guerras do Iraque e Afeganistão com as confusões do Kosovo (estendidas à Ossétia do Sul e à Abacásia), com a Crise Financeira e Económica sistémica, com as piratagens no mar da Somália e a desgovernação na República Democrática do Congo, no Zimbabué, na Somália, na Chechénia, Birmânia…Por tudo isso é que a nada clara governação global, não assumida, constituída pelas Nações Unidas, FMI, BM, OMC, Clube de Roma, o G8, o G20, G2+18, G2 e, menos globalmente, a OPEP, a ASEAN, a União Europeia, a OCDE, a OSCE… está caduca. A Governação Global tem que ser absoluta e urgentemente reformada, reenquadrada e democraticamente legalizada, tendo em conta a premência de Soluções Globais. Não há volta a dar!Exige-se a reforma das instituições e a renovação das lideranças comprometidas com desvarios passados, assim como sucedeu nos EUA com a substituição do senhor Bush filho pelo senhor Obama, a fim de que sejam tratadas com eficácia, humanismo e urgência a Crise financeira, económica, social e política presente, a Crise ambiental, a Crise da violação constante dos Direitos Humanos, a Crise da corrida armamentista, a Crise do Direito Internacional, a Crise da Insegurança e dos Terrorismos, a Crise dos Refugiados, a Crise dos já débeis Sistemas Democráticos, a Crise Cultural e Religiosa, a Crise do Desenvolvimento Global (implementem-se já os Objectivos do Milénio e um Comércio Justo!), a Crise da Confiança…
A Terra precisa de um Sistema de Governação Global (SGG) ético, credível, respeitado e operativo. É vital que se integrem nesse SGG personalidades de grande craveira moral, ética e sábios. Elas existem! Alguns, poucos, Prémios Nobel da Paz, da Economia, da Literatura… Bem peneirados, pois não há nenhum prémio, como não há nenhum grau ou qualidade científica e académica que garanta, de per si, aos seus titulares a integridade, seriedade e coragem necessárias. Precisamos de espíritos livres com coluna vertebral!
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Exploração do Espaço
Foi então que os nossos cientistas se puseram a estudar com afinco o nosso próprio sistema solar, uma vez descartadas as míticas aventuras dos marcianos e outros venusianos, para ver onde, ainda que com múltiplas adaptações (Gravidade, O2, Água, Temperatura, Luz…), as nossas espécies vivas, incluindo a humana, poderiam instalar-se e sobreviver caso a vida se tornasse impossível no nosso Planeta.
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Explosão Demográfica
Se em 1900, desde o início da humanidade com as cidades sumérias e mesopotâmicas há uns 10 mil anos, só éramos 1000 milhões de habitantes no planeta, em 1921, quando a minha Mãe nasceu, já éramos uns 2000 milhões e em 1951, quando eu nasci, passámos a ser 3000 milhões. Hoje, já ultrapassámos os 6000 milhões a consumir cada vez mais e a esgotar os recursos do planeta (fontes minerais, energéticas, mares, solos…) e a poluir o ar (atmosfera), os rios e oceanos (hidrosfera) a explorar a terra (fontes minerais, energéticas, solos…) e a arruinar a nossa biodiversidade.
Estes números querem dizer apenas isto: desde o ano em que a minha querida Mãe nasceu a população do Planeta mais do que triplicou e desde que eu nasci mais do que duplicou, com o consumo a disparar tanto na vertente alimentar – mais carne (o que consome muito mais energia para a sua produção: no mínimo 6 vezes mais do que os cereais para o mesmo número de calorias),
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Consumismo e CO2
Tornou-se então necessário, indispensável, calcular a pegada das pessoas, empresas e nações (consumo e subsequente produção do nocivo CO2) para chegar à impossível conclusão, a presente quadratura do círculo: o Planeta não aguenta mais! Tanto mais que os povos dos países emergentes e os outros prosseguirão as suas ambições, estão no seu mais estrito direito, de quererem adoptar o nosso modo de vida e consumo…
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Perdão da Dívida
o perdão da dívida e dos juros de dívida dos países mais pobres e endividados (alguns deles já pagaram várias vezes essas dívidas espúrias);
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Fundo de emergência e salvação para a África subsariana
a criação de um fundo de emergência e salvação para a África subsariana, constituído pelos fundos das contas dos corruptos, por uma taxa sobre as transacções financeiras (tipo Taxa Tobin), por uma taxa sobre as transacções de armamentos e por uma taxa sobre os voos aéreos;
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Comércio Justo
o desenvolvimento do comércio justo que incentive e proteja a sobrevivência dos pequenos agricultores do Sul;
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Israel e Palestina
A pacificação do conflito israelo-palestiniano, com a criação e reconhecimento de dois Estados economicamente viáveis e verdadeiramente soberanos, é a pedra basilar para a eventual resolução dessas tremendas conflituosidades que acabo de referir. Uma vez esse imbróglio histórico, político, territorial e militar ultrapassados, estarão criadas as condições favoráveis para se dar um passo na resolução das outras guerras vigentes na região se, também aí, as nossas democracias souberem fazer passar muito claramente a mensagem de que não serão nunca mais aceites e praticados por nós violações de todo inaceitáveis dos Direitos Humanos, do Direito Internacional e das Convenções de Genebra… Só assim poderemos invocar qualquer autoridade moral para podermos exigir em todo o Mundo o respeito desses direitos elementares.
Para mim, já o escrevi há anos, a resolução da tragédia que é o conflito israelo-palestiniano e que está a gangrenar o Mundo só poderá ter um fim se houver dois Estados, reconhecidos e resultando de uma partilha equitativa do território, com soberania plena dos seus governos, com uma utilização equilibrada dos recursos hídricos e um diálogo fraterno entre os dois governos semitas, oriundos de eleições reconhecidas como justas e livres, ficando Jerusalém exclusivamente como Cidade Santa, Património Mundial da Humanidade e sob gestão das Nações Unidas.
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Terrorismo
Esses grupos e movimentos terroristas, hoje espalhados no mundo e inter-relacionados, pugnam pela destruição da nossa sociedade e sonham tomar o poder, criando o caos se necessário. Para tal, estão prontos e dispostos a avançar, como já o fizeram, com massacres em massa de inocentes. É evidente que esses grupos têm de ser combatidos com determinação total, mas tal não nos dá o direito de utilizarmos também metodologias terroristas, como se tem verificado e é sobejamente conhecido da opinião pública mundial.Tal não é admissível, como muito justamente diz James Follows (excertos do The Atlantic Monthly de Boston referidos no nº75 do Courrier Internacional) citando David Kilcullen “ É a Al-Qaeda mais a nossa reacção que criam um perigo mortal”, e Sir Richard Dearlove “A causa da América está perdida se esta não conseguir restabelecer a sua estatura moral”.
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Comércio de Armamento
Eis um tema melindroso mas real. Os Estados e os movimentos que se guerreiam não o fazem à pedrada nem à flechada! Todos eles se abastecem, quase livremente e às claras, junto dos grandes produtores ou de empresas “particulares” ditas “independentes” mas que têm canais de ligação aos Estados e aos poderes. São muitas vezes empresas fictícias, de fachada, que permitem aos Estados produtores vender e evacuar os seus stocks, sobretudo de bombas, outros explosivos e equipamentos bélicos que tenham os seus prazos próximos da expiração. Muitas vezes é mais fácil enviar esses foguetes explodirem sobre pessoas do que pagar o custo da sua reciclagem. É, neste caso também, a lógica do mercado e da produtividade a funcionarem no seu melhor…
O busílis de toda a questão do armamento (produção e venda), que demonstra que o fenómeno da Paz é uma autêntica quadratura do círculo, é que os maiores produtores e vendedores de equipamentos bélicos no e para o Mundo são os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e que, absurda e cinicamente, são exactamente aqueles que têm como primeira missão zelar pela Paz no Mundo…O que dizer mais?
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Crise Financeira e Regulação dos Mercados
– Sem o restabelecimento da insubstituível CONFIANÇA entre os cidadãos, os governantes, os empresários e o sistema financeiro, vulgo banca, será de todo impossível sair-se da presente espiral negativa criada pela ganância e a irresponsabilidade de uma certa “liderança” enferma de egocentrismo e indiferença. Sem se tomarem as decisões imprescindíveis e urgentes na política e na justiça (regulamentações diversas, julgamento rápido dos prevaricadores e imediata confiscação de todos os seus bens, estejam onde eles estiverem, em seus nomes ou não…), decisões que devem ser vistas como essenciais par a salubridade ética e moral de uma sociedade e de um sistema financeiro completamente pervertidos porque engendrados por mentes enfermas de ganância, sem o mínimo bom senso, e desconectadas da realidade, a CONFIANÇA não regressará e então nada será possível. Nem em 2009, 2010, 2011, ou 2012…
– A derrocada em curso já provocou pelo menos o surgimento de mais duas centenas de milhões de pobres no Mundo: nos países mais pobres mas também no seio dos países até agora definidos como ricos ou desenvolvidos. A esse respeito a procissão só agora chegou ao adro e mais centenas de milhões de pobres e de miseráveis surgirão até que se consiga estancar a hemorragia do desemprego e da desesperança.
– Sem uma MUDANÇA RADICAL DO PARADIGMA sobre o qual se alicerçou a Sociedade Humana vigente, há décadas ou mesmo há séculos, não há saída sustentável para a actual crise sistémica. Se essa MUDANÇA PROFUNDA DE COMPORTAMENTOS não ocorrer, e quanto mais depressa melhor, podemos estar certos que a instabilidade financeira, económica, social e política irá agravar-se e desembocará numa crise de regime profunda em todo o Mundo que gerará conflitos globais, sociais e militares, tremendos.
Os “líderes actuais” responsáveis da “Ideologia Económica do Desastre”, por convicção ideológica ultraliberal, por subserviência ou demissão perante o desregulado poder financeiro ou por mera ganância ou incompetência, não pensem que bastará apenas fazer uma superficial cirurgia estética (para povo ver e ser ludibriado), para continuarem, ficando tudo na mesma, a actuar como fizeram até hoje!
– Os mercados terão que ser muito mais regulados, as Off Shores (paraísos das fraudes e outras evasões fiscais) terão que ser banidas, os Estados vão ter que controlar os pilares mestres do seu sistema bancário, segurador, energético e hídrico (e não abrir mão evidentemente dos seus sistemas de segurança interna e externa assim como das suas relações exteriores…), e será necessário regulamentar com um mínimo de ética e bom senso as obscenas disparidades actuais nos salários (e outros bónus) e nas reformas!
– É urgentíssima a estabilização do Mercado e o fim dos cortejos de despedimentos, dos layoff e dos trabalhos precários, causas, senão mesmo sinónimos, de maior pobreza e miséria. É agora porque em 2010, 2011 ou 2012 já será tarde demais porque com o rebentamento das Bombas Sociais o equilíbrio societário será rompido com consequências imprevisíveis!
“Os mercados terão que ser muito mais regulados, as Off Shores (paraísos das fraudes e outras evasões fiscais) terão que ser banidas, os Estados vão ter que controlar os pilares mestres do seu sistema bancário, segurador, energético e hídrico (e não abrir mão evidentemente dos seus sistemas de segurança interna e externa assim como das suas relações exteriores…), e será necessário regulamentar com um mínimo de ética e bom senso as obscenas disparidades actuais nos salários (e outros bónus) e nas reformas!”
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Funções do PR:
“O pilar do Estado a que me candidato tem funções importantíssimas e insubstituíveis.”
“Eu nunca vivi da política mas acredito que tenho os atributos necessárias e suficiente onde poderei criar os pontos de união.”

Sobre o apoio a Durão Barroso:
“Exige ainda que se consulte os povos quando a opção da guerra não consta de nenhum programa eleitoral ou de governo” (…)
“A boa governação não aceita que se façam guerras baseadas na trapaça e na mentira (como aconteceu com a guerra do Iraque) e que se encete, em período próximo de eleições, malabarismos de marketing, afirmando e prometendo tudo e o seu contrário ou pura e simplesmente que se fuja às suas responsabilidades, sobretudo se for para ocupar um lugar de maior destaque…”
“Esses espúrios comportamentos e atitudes vergonhosas contribuíram decisivamente para a descredibilização das classes políticas e dos governantes responsáveis pela actual desorientação e desmotivação dos povos.”

Sistema de Governação Global:
“Ao fim e ao cabo, a liderança global já existe! Infelizmente, actualmente ela é secreta, feita de cima para baixo e nada democrática. Ela está inoperativa, descoordenada, cacofónica e descredibilizada com as guerras do Iraque e Afeganistão com as confusões do Kosovo (estendidas à Ossétia do Sul e à Abacásia), com a Crise Financeira e Económica sistémica, com as piratagens no mar da Somália e a desgovernação na República Democrática do Congo, no Zimbabué, na Somália, na Chechénia, Birmânia…””A Terra precisa de um Sistema de Governação Global (SGG) ético, credível, respeitado e operativo. É vital que se integrem nesse SGG personalidades de grande craveira moral, ética e sábios. Elas existem! Alguns, poucos, Prémios Nobel da Paz, da Economia, da Literatura… Bem peneirados, pois não há nenhum prémio, como não há nenhum grau ou qualidade científica e académica que garanta, de per si, aos seus titulares a integridade, seriedade e coragem necessárias. Precisamos de espíritos livres com coluna vertebral!”
“Sabemos, sei, que a ideia e a concretização de um Sistema de Governação Global não vai ao encontro dos ideais sectários e nacionalistas daqueles que ainda sonham, querem e lutam, com todos os meios legítimos e ilegítimos ao seu alcance, pela constituição de governos imperialistas sustentados por determinadas ideologias, que sempre excluem o outro.”

A Explosão Demográfica:
“Estes números querem dizer apenas isto: desde o ano em que a minha querida Mãe nasceu a população do Planeta mais do que triplicou e desde que eu nasci mais do que duplicou, com o consumo a disparar tanto na vertente alimentar – mais carne (o que consome muito mais energia para a sua produção: no mínimo 6 vezes mais do que os cereais para o mesmo número de calorias), mais carros, mais televisões, mais computadores, mais telemóveis, mais i-pods…”

Pegada de Carbono:
“Tornou-se então necessário, indispensável, calcular a pegada das pessoas, empresas e nações (consumo e subsequente produção do nocivo CO2) para chegar à impossível conclusão, a presente quadratura do círculo: o Planeta não aguenta mais! Tanto mais que os povos dos países emergentes e os outros prosseguirão as suas ambições, estão no seu mais estrito direito, de quererem adoptar o nosso modo de vida e consumo…”

Sociedade Civil:
“De facto, a implicação sistemática da Sociedade Civil organizada nos processos de decisão de assuntos que dizem respeito à vida dos cidadãos, é decisiva, se quisermos um Portugal, uma Europa e um Mundo aberto e democrático que, efectivamente, pretenda, e talvez consiga, erradicar a pobreza e promover um desenvolvimento sustentado e durável para todos.”

O perdão da dívida:
“O perdão da dívida dos países em desenvolvimento e o congelamento das contas bancárias astronómicas dos seus corruptos e insensíveis governantes, a defesa das mulheres no mundo, a luta pela democracia participativa em todos os países, mesmo nos actualmente ditos democráticos, o fim dos regimes ditatoriais e corruptos, a luta pela salvaguarda do meio-ambiente, o fim do trabalho e da prostituição infantis”

Congelamento das contas bancárias dos corruptos:
“congelamento das contas bancárias astronómicas dos seus corruptos e insensíveis governantes”:

Emigração e Comércio Justo:
“Em Janeiro de 2007, escrevi este texto, hoje prefácio de um livro prestes a ser publicado: “Comércio Justo para Todos”
“o desenvolvimento do comércio justo que incentive e proteja a sobrevivência dos pequenos agricultores do Sul”

Micro-Crédito
o desenvolvimento do micro crédito (é essencial que os decisores globais e o sistema bancário tenham em atenção as pessoas e entendam, por isso mesmo, que a microeconomia é necessária e indissociável da macroeconomia);
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Fundo de Emergência para a África:
“a criação de um fundo de emergência e salvação para a África subsariana, constituído pelos fundos das contas dos corruptos, por uma taxa sobre as transacções financeiras (tipo Taxa Tobin), por uma taxa sobre as transacções de armamentos e por uma taxa sobre os voos aéreos”

Patentes:
“a moralização, nomeadamente da OMC e da sua nefasta política proteccionista de patentes de certos medicamentos e espécies agrícolas”

Produtividade:
“se sabemos ser eficazes e produtivos no Luxemburgo, na Bélgica, na Austrália ou nos Estados Unidos porque não em Portugal? Ousemos pois interrogar-nos!…)”

Corrupção:
“combate determinado à fraude e evasão fiscais (o que será facilitado se o Estado for visto como pessoa de bem!)”

Cidadania Empresarial:
“desenvolvimento do fundamental conceito de “Cidadania Empresarial”, valorização da competência profissional, do método e da organização em detrimento do laxismo, do amiguismo e do clientelismo político que já tanto prejudicaram o País.”

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10 de Junho: no dia de Camões, vamos celebrar a Comunidade Lusófona Com Fernando Nobre

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Fernando Nobre: “Um Presidente da República não pode ser um corta-fitas”

Vídeo: clicar AQUI

“Fernando Nobre diz que um Presidente da República não pode ser um corta-fitas
O candidato a Belém afirma que Cavaco Silva devia falar mais aos portugueses, e não aceita que o Presidente não tenha reagido ao que disse o homólogo Checo sobre a economia portuguesa. Fernando Nobre apresentou na última noite, num jantar com apoiantes, o programa de candidatura.”

http://www.fernandonobre.org

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Fernando Nobre, Acreditar em Portugal: Assinaturas Online

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Fernando Nobre: Sobre o TGV e o Novo Aeroporto

O candidato à Presidência da República, Fernando Nobre, exprimiu o seu criticismo perante a vontade do Governo em avançar com as “grandes obras do regime“, como o TGV e o novo aeroporto. Estas obras – na opinião do candidato apoiado pelo MIL – deviam ser adiadas porque devido à grave situação que o país hoje atravessa “com um défice já excessivo e um endividamento externo excessivo também, deveriam ser congeladas, suspensas por vários anos”.

O atual Presidente da República, Cavaco Silva, foi eleito com base de um discurso “economicista“, semelhante a um programa de governo, que induziu muitos eleitores no erro de que ele poderia “governar” e fazer com que o país vencesse a crise em que então já estava bem imerso. Fernando Nobre recordou que não cabe a um Presidente da República governar, nem ter um programa alternativo de Governo, mas nem por isso este se deve coibir a exprimir as suas opiniões sobre questões económicas ou de governação: “É evidente que um candidato a Presidente da República não tem de ter um programa governativo. Agora, é evidente que como cidadão que é e continua a ser, tem direito à sua opinião e é apenas isso que eu estou a dizer aqui”.

Fonte:

http://www.publico.pt/Pol%EDtica/fernando-nobre-espera-que-governo-escute-elementos-do-seu-proprio-partido_1428674

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Fernando Nobre: aos novos médicos “recusem a tentação de se tornarem simples técnicos de saúde”

No discurso enquanto convidado de honra no aniversário da Faculdade de Medicina, Fernando Nobre exortou os alunos ali presentes a praticarem medicina sem esquecerem a faceta mais humanista da profissão, recusando a tentação de se tornarem simples “técnicos de saúde”.

Respondendo aqueles que – como Marcelo de Sousa – o acusam de nunca ter “pensamento político que se conheça”, Nobre recordou que faz “política” há mais de 31 anos, mas “nunca partidária, nem nunca a farei” e que na sua longa carreira humanitária, à frente da AMI já presenciou as “piores catástrofes de guerra e calamidades naturais, amputado pernas e aberto crânios nas piores circunstâncias”, mas que nenhum destes horrores o marcou tanto com a presente crise de valores da sociedade atual, sobretudo a “falta de respeito, de cada um por si próprio e pelos outros”, que serviu também de impulso para o avanço para a candidatura presidencial que apresentou no Padrão dos Descobrimentos do passado mês de fevereiro.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/fernando-nobre-faco-politica-ha-31-anos=f567240

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