Fernando Nobre

Concorda com a presença de Fernando Nobre como cabeça de lista pelo PSD por Lisboa?

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Lançamento de livro sobre a Campanha do Dr. Fernando Nobre

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Fernando Nobre: “Em breve, e 2030 está à porta, o Mundo poderá ter de enfrentar uma profunda crise alimentar global”

“Em breve, e 2030 está à porta, o Mundo poderá ter de enfrentar uma profunda crise alimentar global. (…) calcula-se que terá que se produzir mais de 50% de alimentos do que agora! Actualmente, as reservas alimentares no Mundo já estão num mínimo histórico de 30 dias, quando há uns anos era de 90, e mesmo os países ricos já não são auto-suficientes do ponto de vista alimentar, devendo importar 30 a 70% das suas necessidades alimentares.”
Fernando Nobre, Humanidade

Um pouco por todo o mundo, a escassez de alimentos, conjugada com a constante e imparável explosão demográfica, estão a criar condições para uma situação potencial tão explosiva como o aumento radical do preço do petróleo que se sucederá ao Pico Petrolífero que estamos hoje a viver.

A tomada de uma percentagem crescente das terras aráveis por culturas industriais de produção de biocombustíveis – motivada pela alta de preços do petróleo – tem com o Pico condições acrescidas para se desenvolver, impondo assim uma tensão ainda maior na produção alimentar num globo onde a explosão demográfica continua a ser um fenómeno imparável na maioria dos países em desenvolvimento.

A saída – a prazo – parece ser dupla: redução da explosão demográfica e aumento da produção agrícola de alimentos. Mas esta solução dupla é também uma dificuldade dupla: nem mesmo a autoritária China conseguiu reverter (ou mesmo travar) o crescimento da sua população. E o aumento da produção está bloqueado pela exaustão das terras aráveis no globo, pela escassez de água utilizável e pelas alterações climática. A curto prazo apenas a massificação da culturas transgénicas pode responder a este incremento das necessidades globais de alimentos. Mas a que preço? Com que impactos no Homem e no Meio Ambiente? E tornando os agricultores dependentes de que corporações agro-industriais para a obtenção de sementes? Ou seja, a alternativa tem tudo para ser tão indesejável como de… incontornável.

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Fernando Nobre: “Um terço da população do planeta vive em situação de pobreza”

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre

“Um terço da população do planeta vive em situação de pobreza, a saber, vive com menos de 2 dólares por dia e que um quinto do planeta vive em situação de miséria absoluta, isto é, com menos de um dólar por dia por pessoa. Falar de pobreza é automaticamente falar de violação de Direitos Humanos.”
Fernando Nobre
Gritos contra a Indiferença

Não há Direitos Humanos, sem libertar o Homem dessa condição desumana que é aquela imposta pela Fome e pela Miséria. Como dizia Agostinho da Silva só um “para pensar é preciso não ter a barriga vazia”. Este trágico número demonstra de forma cabal e terminalmente eloquente o fracasso do neoliberalismo e, sobretudo, de uma globalização radical e de um funesto favorecimento crónico do setor financeiro sobre as restantes atividades económicas. Apesar da existência de melhorias concretas em alguns países do Oriente e da América do Sul, há ainda continentes inteiros onde essas melhorias nao foram ainda registadas… e mesmo onde elas tiveram lugar, há severos problemas de desequilíbrios de distribuição de rendimentos por resolver.

www.fernandonobre.org

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Fernando Nobre: a maior força da candidatura de Fernando Nobre é o facto de o candidato, ao contrário de todos os outros, não ter nunca feito parte do sistema partidocrata

Sejamos claros: a maior força da candidatura de Fernando Nobre é o facto de o candidato, ao contrário de todos os outros, não ter nunca feito parte do sistema partidocrata que tem hoje as maos tão sujas por nos ter arrastado a todos para a presente situação.

Ao contrário dos candidatos apoiados pelos partidos políticos, o candidato e fundador da AMI, decidiu avançar porque “neste momento da nossa crise nacional, eu tinha deveres para com Portugal” e porque ouviu o “apelo da cidadania”, sentido-se particularmente compelido a lançar uma candidatura presidencial porque “Nunca vivi do sistema e tenho tantas culpas na situação do país como os meus caros amigos. Acho que eles têm muito mais do que eu”, referindo-se a Manuel Alegre (que nunca fez vida fora da política) e Cavaco Silva que foi Primeiro-ministro várias vezes e que é especialmente responsável pelo desperdício de tantos fundos europeus e pela desindustrialização massiva do nosso país desde a década de 90.

E Nobre tem razão, obviamente. Se queremos manter tudo como está, nas mesmas mãos que se governaram a si próprias e nos desgovernaram a nós, então como diz o candidato devemos “continuar com o sistema tal qual vigorou até hoje, vão ter candidatos do sistema, votem neles”. Quem quiser começar a mudar algo de significativo, então

Ainda que por algumas das suas posições, o candidato possa ser associado aos temas geralmente defendidos pela Esquerda, de facto não é possível enclausurar de uma forma tão absoluta ou redutora o posicionamento político de Fernando Nobre. Como recorda: “mais do que palavras – acho que as palavras estão gastas e esgotadas – são as acções. De palavreado é muito fácil dar-se um carimbo de esquerda ou de direita. Eu demonstrei na prática o que sou, e não foi em seis meses ou num ano – levo 31 anos de intervenção social”. E de facto, a realidade dos factos dá-lhe razão… é difícil descortinar no Socretismo uma verdadeira “política de Esquerda” além do vão e infundado palavreado e as políticas – quando governo – do bi-partido PS-PSD são virtualmente idênticas. Para quebrar esta cristalização imobilizadora da politica nacional e um descrédito radical na autoridade do Estado e no próprio futuro do país que se instalou numa grande maioria dos cidadãos há que ter “forças anímicas para mobilizar um povo que está numa descrença total, que já não acredita, que está de novo a emigrar” não sendo nem úteis nem positivas as declarações irresponsáveis do atual Presidente da República com o seu reiterado discurso da “tanga” e do depressivo “estamos à beira do colapso”. É verdade que estamos mas tal tipo de discurso negativista, sem solucoes ou alternativas deprime não mobiliza nem polariza as energias tradicionais que Portugal sempre soube ter nos (vários) momentos de grande crise da sua História. Como afirma Nobre “o povo português é ímpar desde que devidamente dirigido por lideranças que dão exemplo de esforço, que tenha desígnios, estratégias”. E é precisamente isso que tem faltado à nossa classe política: a definição de uma estratégia que seja capaz de agregar em torno de si todo o país, de despertá-lo desta apatia suicidária que ora nos carateriza e orientar o país para um novo rumo polarizador e capitalizar de energias. E que rumo pode ser esse? A Europa não, certamente, já que a União Europeia parece sem rumo nem capacidade para vencer a crise do endividamento que a assola e que resulta de decadas de globalizacao e desindustrialização massivas. Então qual pode ser esse grande desígnio nacional? A Lusofonia global e dinâmica que é precisamente o sexto dos 15 desígnios nacionais do candidato Fernando Nobre.

Fonte:
http://www.publico.pt/Política/fernando-nobre-salienta-que-se-distingue-por-nunca-ter-feito-parte-do-sistema_1440721

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Fernando Nobre: “A Europa envelhecida, sem verdadeiras e eficazes políticas demográficas, precisa de sangue novo e de força laboral”

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

“A Europa envelhecida, sem verdadeiras e eficazes políticas demográficas (salvo a França talvez e, mesmo assim, insuficientes), precisa de sangue novo e de força laboral.
Com o subdesenvolvimento crónico da África subsariana, com elevadas taxas de desemprego (de 50% no Senegal a 90% no Zimbabué). (…) Por volta de 2025-2030 a África Negra colocará mais jovens no mercado de trabalho que os EUA, Canada, Japão, Rússia e Europa em grupo!”
Fernando Nobre
Humanidade

De um lado, temos uma Europa envelhecida e onde políticos sem visão estratégica ou de futuro, nada fizeram durante décadas para resolver um problema que esvazia a Europa das suas gentes. Do outro temos, uma África que se enche de gente cada vez mais miserável e esfomeada e com menos e menos perspetivas de futuro. De um lado, o vazio demográfico, do outro, o transbordo… O que se irá passar nos próximos anos na região Europa-África é idêntico ao fenómeno Sibéria Russa-China: e só pode resultar na deslocação massiva de populações de uma banda para a outra banda da fronteira.

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Fernando Nobre: “No lapso de uma ou duas gerações temo que alguns países europeus, se vejam a braços com um problema cultural e religioso gravíssimo”

 

Fernando Nobre

Fernando Nobre

 

“No lapso de uma ou duas gerações temo que alguns países europeus, nomeadamente Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Áustria, Dinamarca, Suécia e Itália, se vejam a braços com um problema cultural e religioso gravíssimo, relacionado com o crescimento demográfico acelerado da sua população islâmica. População essa que, se não travarmos a política do ódio e da exclusão (nutrida pelo que se passa na Palestina, no Iraque e no Afeganistão) e se não soubermos investir seriamente na educação, no diálogo intercultural e ecuménico, poderá ser sensível a apelos extremistas, provocando reações racistas e xenófobas violentas? favorecendo por sua vez o surgimento entre nós de partidos fascistas de triste memória.”
Fernando Nobre
Humanidade

Esta guerra – mais ou menos surda – entre religiões ainda não alcançou o seu apogeu. As guerras no Iraque e no Afeganistão nada são quando comparadas com aquilo que se perfila no horizonte: a erupção de grandes comunidades islâmicas em países como França, Alemanha e Reino Unido e a capacidade que então terão para influenciar a governação ou de – até – assumirem.

Perante a estagnação demográfica da maioria dos países ocidentais, a crescente população islâmica (crescente, mais pela via da reprodução do que imigração) irá criar uma inevitável tensão social nas nossas sociedades: a cultura islâmica não contempla a integração com as sociedades ocidentais (de matriz judaico-cristã) e perante toda a torrente de ódio gerada pelo apoio ocidental a Israel (motivado por uma pesada dor de consciência) a eclosão de terríveis confrontos no interior da Europa entre estas cada vez maiores comunidades islâmicas desintegradas e as demais populações são inevitáveis e de alcance e consequências absolutamente imprevisíveis.

A solução para esta tragédia de proporções cataclismicas antevistas pelo Dr. Fernando Nobre só pode ser dupla, na nossa :
1. Reforçar o esforço de integração das comunidades europeias de religião islâmica, sem as descaraterizar nem oprimir
2. Combater por todas as formas legais e legítimas as derivas radicalizantes que surgem nestas comunidades.

Às quais há que somar o verdadeiro Nó Górdio da radicalização do Islamismo no mundo: a Questão Palestiniana… Sem ela, sem o pleno e livre acesso dos muçulmanos aos seus lugares sagrados em Jerusalém e, sem que cessem todos os abusos israelitas e expansão territorial de Israel, há de sempre haver o gérmen da dissensão onde quer que viva um muçulmano.

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Réplica a Paulo Guinote: “Balanço Da Mini-Entrevista De Bloggers Com Fernando Nobre”

Vídeos do Encontro AQUI

Respondo por três segmentos:
“Estrutura amadora, eventualmente voluntarista, mas sem traquejo para estas andanças.”
> E ainda bem. Ou é preferível pagarmos – com os nossos impostos – os exércitos de mercenários que hoje constituem o essencial das candidaturas partidárias que se apresentarão a votos em janeiro? Se existem voluntários nesta campanha (onde estão os voluntários das outras campanhas?), é porque acreditam na importância da Candidatura e não porque esperam qualquer tipo de benefício palpável desse voluntarismo cidadão e espontâneo. Esta é aliás a grande força desta Candidatura e a maior fraqueza das demais…

“O cenário que envolve o auditório não pode continuar a ter, por exemplo, um endereço na net que já não corresponde ao site oficial da candidatura.”
> Trata-se do URL www.fernandonobre.org. Aceda ao dito e verifique que será feito um redireccionamento automático para o endereço actual http://www.fernandonobre2011.com. O novo site está online apenas desde 26 de setembro. O URL ainda no vidro exterior da sede nacional será brevemente actualizado, ao que me disseram.

“Candidato empático, simpático e excelente conversador, mas claramente uma boa pessoa metida numa grande alhada ou, como o próprio disse com a gravação a correr, alguém que lançou um pequeno barco ao oceano e que agora ou se afoga ou nada até atingir uma ilha.”
> É verdade. O Candidato esteve particularmente inspirado nesta entrevista com vários bloggers. O desafio – e a escala aparentemente esmagadora do mesmo – dissuadiriam muitos a enfrentá-la, mas não dissuadiu Fernando Nobre a atirar-se ao Mar Tenebroso em que se tornou a nossa Política e a desafiar o único cargo uninominal a que um cidadão português ainda pode concorrer sem ter que seguir lógicas feudais para qualquer partidocracia.

Fonte:
http://educar.wordpress.com/2010/10/04/balanco-da-mini-entrevista-de-bloggers-com-fernando-nobre/

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Fernando Nobre: “Não sou monárquico, sou republicano”

 

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

 

Um dos pontos a que os adversário da candidatura de Fernando Nobre inevitavelmente recorrem é a sua suposta pertença a grupos que defendem o regresso da monarquia e o seu estatuto de “monárquico”. Respondendo diretamente a esses críticos – numa entrevista ao Diário de Notícias – o candidato presidencial esclareceria que:

“Não sou monárquico, sou republicano. É uma inverdade, acho isso espantoso. Pelo que me foi dito, ainda na última entrevista, o dr. Manuel Alegre salientou que até tinha apoios de monárquicos. Ninguém se lembra de perguntar ao dr. Manuel Alegre se ele é monárquico ou republicano. Eu sou português, sou respeitador de nove séculos, quase, da História de Portugal. Estou nesta candidatura para unir todos os portugueses, o que passa por unir os republicanos, os monárquicos, os imigrantes naturalizados, todos. Porque acredito que na fase em que o nosso país está não é o momento de ostracizar seja quem for. Nós precisamos de nos unir. Eu estou aqui enquanto candidato à chefia da Nação portuguesa. Posso dizer que não sou monárquico mas que respeito integralmente nove séculos da História de Portugal e que sou amigo do senhor D. Duarte, como sou amigo do Adriano Moreira”.

Ou seja, tendo amigos e apoiantes monárquicos (como Alegre, recorda Nobre) nem por isso concorda com eles sob todos os aspectos: Fernando Nobre assume-se como Republicano, mas sem rejeitar os valores da monarquia, regime que – não o esqueçamos – foi responsável por alguns dos momentos mais brilhantes da nossa História. Podemos admirar um regime, sem defender o regresso a ele ou sem o rejeitar totalmente, como é a opinião pessoal do autor destas linhas que segue a este respeito o pensamento de Agostinho da Silva, que defendia a este respeito uma monarquia eletiva “de tipo visigótico” como a forma ideal de regime governativo.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/discursodirecto.aspx?content_id=1586651

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Fernando Nobre: “A crise social que se vive em certos bairros degradados (onde o desemprego pode atingir 30% ou mais dos seus habitantes) pode ser propícia a ações de violência e à eclosão da mais nefasta criminalidade”

 

Fernando Nobre (http://www.oribatejo.pt)

Fernando Nobre (http://www.oribatejo.pt)

 

“A crise social que se vive em certos bairros degradados (onde o desemprego pode atingir 30% ou mais dos seus habitantes) pode ser propícia a ações de violência e à eclosão da mais nefasta criminalidade.
As explosões de violência a que já se assistiu em bairros periféricos de Paris e outras cidades francesas, Atenas ou até entre nós, em Portugal, felizmente em grau bem menor, são sintomas febris que importa seguir e debelar, com ações sociais, educativas, laborais e urbanísticas, antes que tomem proporções mais alarmantes.”

Fernando Nobre
Humanidade

Sejamos claros: os países desenvolvidos estão no limiar de uma crise social sem precedentes: o Desemprego galopante e a incapacidade crónica das economias em absorver as camadas mais jovens da população estão a criar um caldeirão de agitação social que tem o seu estouro iminente agendado para o momento em que os níveis de desemprego atingirem o seu limite de sustentação e não falta já muito tempo para que ecludam protestos mais ou menos violentos nas cidades cada vez mais povoadas de gente desesperada e sem futuro.

Caminhamos a passos largos para um autêntico degelo social que inflamará até as sociedades mais pacíficas e (supostamente) mais civilizadas. Em nome dos mitos do “mercado livre” e da “globalização do comércio mundial” criaram-se imensas e crescentes moles de descontentes que irão abalar a estabilidade de um sistema que cada vez os excluí mais.

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Fernando Nobre: “a partir da década de 80 do século XX (…) o fosso entre os países mais pobres e mais ricos alargou-se de uma escala de 1 para 14 para a de 1 para 60 ou 70”

“…a partir da década de 80 do século XX (…) o fosso entre os países mais pobres e mais ricos alargou-se de uma escala de 1 para 14 para a de 1 para 60 ou 70. Atualmente, não se equaciona qualquer hipótese de inversão dessa tendência. Os proteccionismos dos países mais ricos acentuaram-se ainda mais, tendo já como resultados a diminuição da ajuda ao desenvolvimento e o adiamento sine die em 2008, dos Acordos de Doha.”
Gritos contra a Indiferença
Fernando Nobre

Recentemente, um especialista africano quando interrogado sobre o que pensava sobre o falhanço dos Acordos de Doha respondeu que mais valeria que o Ocidente parasse com a hipocrisia sobre quantidades de dinheiro de “ajuda” que nunca se acabam por materializar e que quando o fazem acabam por beneficiar sempre empresas dos países doadores e bem menos os países “ajudados”. E de facto, algo tem que estar muito errado neste modelo quando se constata que os níveis de desenvolvimento humano do continente praticamente não melhoraram desde o fim do período colonial. Ao contrário do Ocidente, países emergentes como a China e o Brasil têm optado por outra abordagem. Em vez de enviarem excedentes agrícolas ou industriais, estes países têm oferecido obras públicas em troca de direitos de exploração do subsolo e fazendo nenhumas exigências quanto à regras de boa governança ou à qualidade das instituições democráticas.

Entre os dois modelos: o das “ajudas” que promove a exportação de excedentes enquanto destrói com produtos gratuitos a agricultura local e impõe barreiras alfandegárias e o modelo chinês de celebrar contratos éticamente neutros que trocam recursos naturais (de que a China precisa desesperdamente) por obras públicas, tem que haver um meio termo… Entre o negro e o branco há espaço para o cinzento. Para uma política de ajuda ao desenvolvimento que promova aquilo que ainda não aconteceu que foi a integração de África no comércio global, que baixe barreiras alfandegárias injustas contra os produtos agrícolas africanos, que enviei mais conhecimentos, adubos e ferramentas do que sacas de trigo ou litros de leite e que não se preocupe tanto com a transplantação cega de modelos políticos centralistas de “estados-nação” que numa África descentralizada, tribalista e civicamente e academicamente imatura são inadequados e promovem a aparição de elevados níveis de corrupção. Este seria – nesta visão inspirada pelas palavras de Fernando Nobre – esta alternativa entre o 8 e o 80.

www.fernandonobre.org

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Fernando Nobre: “A União Europeia publicou há pouco tempo uma inaceitável legislação para a captação da massa cinzenta de quadros: médicos, enfermeiros, informáticos, engenheiros… Essa política terá como consequência imediata uma sangria em quadros em países muito depauperados em recursos humanos

Fernando Nobre (http://aeiou.expresso.pt)

Fernando Nobre (http://aeiou.expresso.pt)

“A União Europeia publicou há pouco tempo uma inaceitável legislação, porque demasiado seletiva, para a captação da massa cinzenta de quadros: médicos, enfermeiros, informáticos, engenheiros… Essa política terá como consequência imediata uma sangria em quadros em países muito depauperados em recursos humanos formados, o que evidentemente acentuará a sua já hipotecada hipótese de desenvolvimento.”
Fernando Nobre
Humanidade

Sem quadros não há Desenvolvimento. A Europa (e o Mundo Desenvolvido, aliás) têm que alterar radicalmente o paradigma das “ajudas ao Desenvolvimento” que assentam quase exclusivamente em “ajudas de emergência”, essencialmente em bens alimentares provenientes dos excessos de produção (subsidiados) europeus. Em vez de persistir neste estéril rumo do envio de “peixe”, devemos inverter rumo e passar a enviar “manuais de pesca” e “canas”. Não alberguemos estudantes africanos nas nossas universidades, para depois os “passar administrativamente” e para ver a sua esmagadora maioria a ficar entre nós, nunca regressando aos países de origem. Sejamos frontais e usemos os recursos que assim se malbaratam para fundar Universidades nos países de origem, com qualidade e professores pagos por Portugal e Brasil. Municiemos os níveis básicos de Ensino neste países de bons professores e de meios físicos adequados. Por esta via – pela Educação – criar-se-á assim uma camada civicamente ativa e economicamente útil que poderá contribuir efetivamente para o desenvolvimento dos seus países. Sendo que depois não podemos desperdiçar todo este investimento desviando depois estes preciosos recursos humanos para a Europa, como querem fazer estes “lideres europeus” de tão curta visão…

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Fernando Nobre: “o Brasil e a Índia deveriam ter direito a um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas”

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

“Ouse-se fazer a reforma que se impõe nas Nações Unidas e nas instituições de Bretton Woods (FMI, Banco Mundial), no sentido da sua mais ampla democraticidade e representatividade, exigidas com razão pelos países emergentes: no grupo dos BRIC, o Brasil e a Índia deveriam ter direito a um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas (a Rússia e a China já têm), mas também assim deveria ser para a Alemanha, o Canadá, o México, a Nigéria, o Egipto, a África do Sul, o Japão, o Paquistão e a Indonésia”
Fernando Nobre, Humanidade

A presente composição do Conselho de Segurança é obsoleta. Saída diretamente do fim da Segunda Grande Guerra, refletia a preocupação em conceder aos vencedores desse conflito mundial um lugar preponderante, a partir do qual pudessem fazer aplicar a sua influência.

Urge reestruturar a composição do Conselho de Segurança, adequando-o ao papel económico crescente das potenciais emergentes e fazendo representar nesta mesa os países de maior peso demográfico no globo. Não faz sentido, nem credibiliza a instituição, manter como membros permanentes no Conselho de Segurança unicamente os vencedores de uma “Guerra Mundial” que já terminou há bem mais do que meio século e excluir deste países tão influentes e representativos como a Índia (que pagou o “pecado” de não existir em 1945) ou o Brasil, apenas para citar os dois exemplos mais chocantes.

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MAIS RECENTES POSIÇÕES DO MIL

Declaração MIL de Homenagem de António Telmo

Membro do MIL desde a primeira hora, António Telmo foi um dos autores maiores da Filosofia Lusófona. Discípulo de Álvaro Ribeiro, José Marinho e Agostinho da Silva, defendeu sempre o princípio de que “sem autonomia cultural não pode haver autonomia política”. Foi, por isso, de forma coerente e consequente, ainda que de modo muito singular, um patriota. Tal como nós, ele sabia que a autonomia política de todos os países de língua portuguesa só se manterá enquanto se mantiver essa autonomia cultural lusófona. Manter-nos-emos fiéis a esse princípio, assim honrando a memória de António Telmo.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org

Declaração MIL sobre a situação de Moçambique

O MIL segue com preocupação os últimos acontecimentos na capital de Moçambique, Maputo, que já causaram a morte de mais de uma dezena de pessoas e o ferimento de quase meio milhar.

Repudiando os actos de vandalismo registados, o MIL apela à moderação das forças policiais moçambicanas. Na sua maioria, as pessoas que protestaram fizeram-no pelo incomportável aumento dos preços dos bens essenciais.

Todos sabemos que Moçambique, 35 anos após a sua independência, ainda é um Estado com graves carências sócio-económicas. Mas, por isso mesmo, importa promover ainda mais a solidariedade – entre todos os moçambicanos, por extensão, entre todos os lusófonos.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org

Declaração enviada às Autoridades de Moçambique e dos demais países da CPLP.

Proposta MIL: Fundo Monetário Lusófono

Face à admissão expressa das Autoridades Moçambicanas de que o aumento dos preços dos bens essenciais, que tanta justa revolta causaram, foi imposto pelo FMI: Fundo Monetário Internacional, o MIL reitera o seu apelo à constituição de um Fundo Monetário Lusófono, a ser gerido pelo “Banco de Desenvolvimento Lusófono”, conforme proposta já por nós apresentada:
http://movimentolusofono.wordpress.com/2009/12/06/proposta-mil-banco-de-desenvolvimento-lusofono/

Decerto, uma entidade como essa, a ser gerida por todos os países da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, teria outra sensibilidade para casos como o de Moçambique, não fazendo imposições de consequências sociais catastróficas, antes promovendo a solidariedade lusófona.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org

Declaração enviada às Autoridades de Moçambique e dos demais países da CPLP.

CONVITE MIL
Convenção da Cidadania e da Esperança

Convenção Nacional de apoiantes de Fernando Nobre reunindo Delegados provindos de todo o País. Intervenções de João Ermida (mandatário nacional), um responsável da Juventude, a Direcção de Campanha e Fernando Nobre!
Cada delegado pagará uma inscrição no valor de 20 euros, que servirá também para comparticipação do jantar que se seguirá à Convenção (tudo a decorrer no dia 25 de Setembro).
Local: Lisboa, no Auditório 1 da AIP na Expo (em frente ao Pavilhão Atlântico)
Pagamentos para o NIB 0007.0000.0086.2776.7832.3
Após o pagamento, deverá enviar um email a confirmar a sua inscrição para o email convencaofn@gmail.com indicando
Nome
Morada
Telefone
Núcleo de Apoiantes
Menú simples ou vegetariano

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Fernando Nobre: “A implementação dogmática do “quanto menos Estado melhor Estado” e do “mercado auto-regulador por excelência” levou à derrocada do sistema ultraliberal tóxico”

Fernando Nobre

Fernando Nobre

“A implementação dogmática do “quanto menos Estado melhor Estado” e do “mercado auto-regulador por excelência” levou à derrocada do sistema ultraliberal tóxico. (…) os estados, tão vilipendiados e sob permanente suspeita (…) socializaram as colossais perdas, injectando doses maciças de dinheiro tanto em avales como a fundo perdido.”
Fernando Nobre, Humanidade

Paradoxalmente, são os mesmos especuladores e Bancos que agora por via da sua reação emotiva e irracional arrastaram até à beira da bancarrota muitos Estados europeus. Em 2008 foram os traseiros destes mesmos banqueiros e especuladores que foram salvos pela injeção massiva de dinheiro dos contribuintes. Agora, ingratos e irracionais são novamente estas aventesmas a serem responsáveis por mais uma machadada (decisiva?) no Estado Social e por medidas draconianas de contenção de custos que trarão de volta a recessão que agora – apenas debilmente – se começava a atenuar.

Esta movimentação pendular em que o pêndulo são os Estados e os extremos são os ávidos e insaciáveis banqueiros e especuladores é impossível de sustentar a prazo. Simplesmente é impossível continuar a imprimir mais papel moeda para lhes atafulhar os bolsos enquanto tudo em torno deles se desmorona, sob o peso de um Estado Social cada vez mais anémico, de uma democracia cada vez mais formal e abstencionista diminuída sob doses massivas de ópio (Desporto de Massas e Televisão) e manietada por poderosos lobbies financeiros que fazem eleger os “seus” mandados e lacaios.

A Prazo tudo vai estourar. A menos que os cidadãos despertem da sua marcha lenta, cega e escrava, recuperem para si a expressão da sua vontade cidadã e a capacidade para saírem deste torpor e participarem na democracia através de formas renovadas de auto-governo e de democracia direta, ponteadas por ações cívicas em várias vertentes e por uma conduta moral e socialmente exemplar com um poder contagiante e renovador.

Comecemos esta era de renovação social e cívica, recuperando para nós as rédeas perdias do nosso destino, rejeitemos esta partidocracia de lacaios do poder económico que nos rege e aceitemos dar o primeiro passo para a renovação da nossa moribunda democracia: elegendo Presidente da República um candidato realmente independente e sem as mãos sujas por erros governativos passados, nem por servilismos ou cobardias constantes.

Elegendo em janeiro de 2011 o Dr. Fernando Nobre.

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Fernando Nobre: “A gravíssima e profunda crise financeira (com tremendo impacto na economia global e efeitos ainda por avaliar no campo laboral, social e político) tem a sua génese numa aguda alteração negativa do padrão ético dos gestores financeiros e da demissão irresponsável dos reguladores dos bancos centrais”

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

“A gravíssima e profunda crise financeira (com tremendo impacto na economia global e efeitos ainda por avaliar no campo laboral, social e político) tem a sua génese numa aguda alteração negativa do padrão ético dos gestores financeiros e da demissão irresponsável (ou da incompetência ou da falta de meios técnicos e humanos) dos reguladores dos bancos centrais e de certos governantes subservientes aos interesses da alta finança, anónima e vampírica, por vezes organizada à semelhança dos cartéis mafiosos.”
Fernando Nobre, Humanidade

Com efeito, mais do que um problema de Leis ou da pífia e incompetente sua aplicação, a presente (e agora, renovada) recessão global radica antes do mais numa erosão dos valores morais que deveriam reger os empresários e homens mais ricos do globo e que, pelo contrário, pela sua omissão, os transformou em monstros egóticos e centrípetos. De onde vem esta falta de valores? Da multiplicação de filhos de pais solteiros que hoje ascendem a posições de mando, sem terem conhecido contextos familiares emocionalmente equilibrados? Da falência das Escolas enquanto formadoras para a Cidadania e não somente para transitórias e eternamente desatualizadas competências técnicas? Esta imoralidade será fruto do cúmplice papel dos Media que propagam exemplos de consumismo estéril e do “sucesso” destes novos ricos? Como quebrar este círculo vicioso de falta de virtude cívica e social? Pela via do exemplo moral e frutificando como aquele que pela sua própria vida nos deu o Dr. Fernando Nobre, elegendo-o Presidente da República em janeiro de 2011 e não mais um dos dóceis e servis “candidatos do sistema”, de Cavaco a Alegre, passando por outros com que a partidocracia reinante nos tenta aliciar.

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Fernando Nobre: “É bom e urgente que se estabeleça um diálogo intercultural e religioso eficaz”

Fernando Nobre (http://www.oribatejo.pt)

Fernando Nobre (http://www.oribatejo.pt)

“É bom e urgente que se estabeleça um diálogo intercultural e religioso eficaz, que se criem pontes de diálogo que levem ao conhecimento e à aceitação do “outro” na sua legitima diversidade.”
Fernando Nobre, Humanidade

A maior razão para a autêntica “guerra religiosa” que hoje separa o Islão proselitista do resto do mundo é, de facto, a incapacidade demonstrada por todos os fanatismos religiosos (muçulmanos ou cristãos) em compreender que possam existir outros pontos de vista, outras opiniões e formas de estar na vida diversas daquelas que adotámos como nossas.

É certo que a simplicidade ritual que distingue o Islão das outras “religiões do Livro” (Judaísmo e Cristianismo) pode levar – numa leitura mais rápida e menos profunda – a uma adesão a uma forma de religião mais literal e particularmente intolerante, que em muitos aspectos faz lembrar o radicalismo cristão que caracterizou o cristianismo católico na Idade Média europeia. O Islão assim, hoje, aparece como uma religião mais intolerante e menos respeitadora dos direitos e simples existência do Outro, do que qualquer uma das outras grandes religiões do mundo. Mas atenção… o extremismo não é exclusivo de nenhuma religião e quer torná-lo em tal, é em si mesmo, uma forma de exclusão do Outro, assumindo assim no processo a mesma atitude intolerante que se quer reconhecer no Islão.

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Fernando Nobre: “A democratização é um acontecimento progressivo que nasce da aspiração dos próprios povos e que tem de ser implementada por eles”

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

Fernando Nobre (http://ma-schamba.com)

“A democratização é um acontecimento progressivo que nasce da aspiração dos próprios povos e que tem de ser implementada por eles; não pode ser imposta à força, à custa de bombas e de metralha, pelo exterior, nem por pretensa superioridade dos falsos civilizados.”
Fernando Nobre, Humanidade

Uma frase escrita por Fernando Nobre a pensar especialmente na presença de Fujão Barroso na fatídica “Cimeira dos Açores”. Com efeito, esta Cimeira não teve outro propósito que não o de servir para aparentar um pretenso “apoio internacional” (neste caso do Reino Unido, Portugal e Espanha) a uma operação que tinha – entre outros – objetivos a instauração pela via da força militar de um regime democrático no Iraque de Saddam Hussein.

Mas como bem declara o Dr. Fernando Nobre, a democracia não pode ser imposta a partir de fora… para que ela possa implantar-se e enraizar-se numa sociedade é preciso que ela brote da própria vontade de expressão democrática da população e não da vontade exógena de qualquer exército de ocupação. Sem bases populares, sem liberdade plena de expressão, Justiça célere e equitativa, paz social e sem elevados níveis de Educação cívica não pode haver verdadeira democracia. E nenhuma destas condições pode ser criada por nenhum exército de ocupação… algo que os neoconservadores e ultra cristãos de Bush nunca conseguiram compreender.

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Convenção da Cidadania e da Esperança

Dia: 25/9 (Setembro) Hora: 15:00 – 20:00 Local: Lisboa, no Auditorio 1 da AIP na Expo

Convenção Nacional de apoiantes de Fernando Nobre reunindo 500 Delegados provindos de todo o País. Intervenções de João Ermida (mandatário nacional), Nilton (mandatário para a juventude) e Fernando Nobre.

Cada delegado pagará uma inscrição no valor de 20 euros, que servirá também para comparticipação do jantar que se seguirá à Convenção (tudo a decorrer no dia 25 de Setembro). Pagamentos para o NIB 0007.0000.0086.2776.7832.3 Após o pagamento, deverá enviar um email a confirmar a sua inscrição para o email: convencaofn@gmail.com

COMPARECE! PRECISAMOS DE TODOS!

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Fernando Nobre: “Há uma justiça célere, eficaz e dura para o roubo de tostões e outra justiça lentíssima e ineficaz”

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)
Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

“Há uma justiça célere, eficaz e dura para o roubo de tostões e outra justiça lentíssima e ineficaz, até à prescrição, para a engenharia financeira, com peritos fiscais dos encobrimentos labirínticos das offshores e paraísos fiscais, e o “desvio” de dezenas ou centenas de milhões…”
Fernando Nobre, Humanidade

No debate realizado a 28 de agosto na sede nacional da candidatura presidencial do Dr. Fernando Nobre sobre um dos seus mais importantes desígnios nacionais, precisamente “Uma Justiça Célere e Equitativa” foram colocados vários dedos sobre as múltiplas feridas de que padece atualmente o moribundo sistema de Justiça português. Desde a juventude e imaturidade de muitos juízes, um incompleto quadro nacional do sistema de Mediação nos Julgados de Paz, a um subdesenvolvimento ético por parte de muitos cidadãos, passando pela excessiva complexidade das Leis e dos abusos processuais cometidos por muitos advogados, as intervenções dos oradores Maria Alice Vieira Santos, Mário Ferraz e Francisco Brás Seara apresentaram uma visão contundente sobre o trágico panorama da Justiça nacional, deixando contudo uma série de soluções práticas e de curto prazo sobre a mesa que faremos chegar ao nosso Candidato.: a transformação dos advogados em assessores, a refocagem na Justiça Preventiva, a necessidade imperativa da simplificação das leis e da complexidade processual e a necessidade da extensão a todo o território nacional dos Julgados de Paz e do sistema de Mediação, deste debate saíram uma serie de propostas e medidas concretas que não deixarão certamente de enriquecer o património inteletual de uma candidatura que além de prometer, está já a revolucionar o panorama político nacional, pela sua própria e simples existência num cenário dominado pelo império da partidocracia e dos interesses económicos por ela representados e por ela defendidos.

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Fernando Nobre: “No Mundo, no último ano, dezoito milhões de milhões de dólares foram utilizados para financiar os avalizar bancos e outras instituições financeiras, enquanto em quarenta e nove anos foram apenas disponibilizados dois milhões de milhões de dólares pelos países doadores para a ajuda ao desenvolvimento dos países mais pobres”

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)
Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

“No Mundo, no último ano, dezoito milhões de milhões de dólares foram utilizados para financiar os avalizar bancos e outras instituições financeiras, enquanto em quarenta e nove anos foram apenas disponibilizados dois milhões de milhões de dólares pelos países doadores para a ajuda ao desenvolvimento dos países mais pobres.”
Fernando Nobre, Humanidade

Trata-se aqui de pura e simples estupidez estratégica. A aplicação inteligente de uma parcela de recursos que – afinal sempre existiam – permitiria fazer sair muitos países mais pobres do subdesenvolvimento crónico e torná-los em verdadeiros pólos regionais de crescimento que depois, arrastariam para a mesma via outros países seus vizinhos. Este efeito cascata poderia ter feito ingressar nos ciclos comerciais mundiais países que deles estão efetivamente excluídos e onde todas as ajudas ao desenvolvimento mais não fazem do que alimentar cleptocracias cada vez mais ávidas e que nunca criam condições reais de desenvolvimento, apenas condições para que nações inteiras se tornem em nações de pedintes crónicos.

As ajudas ao desenvolvimento enquanto forem apenas bastantes para acolher a emergências humanitárias nunca serão suficientes para alavancar o desenvolvimento de países desesperadamente carentes delas. Têm assim que aumentar de escala, para não serem crónicas e, sobretudo, têm que ser prestadas localmente, sem intermediação nos corruptos e ineptos governos locais, para que possam criar condições de longo prazo que libertem esses países da miséria e subdesenvolvimento crónicos…

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Fernando Nobre: “Eu acho que votarão em mim, porque eu não faço parte de um sistema que conduziu o país ao ponto em que ele está”

O país está estagnado. E não somente no campo económico. Todo o sistema democrático foi tomado refém por uma reduzida clique famílias endogâmicas que controlam em exclusividade a Economia e a Partidocracia e que partilham ou alternam o poder entre si.

O Sistema levou Portugal à situação onde o país hoje se encontra tem um nome: chama-se Partidocracia é o estrangulamento maior que tem impedido o saudável desenvolvimento do país e o achamento de verdadeiras estratégias de futuro para Portugal. Falha de representatividade (fruto de grandes taxas de abstencionismo e descrédito crónico) esta classe política tem que ser urgentemente vassourada sob pena de tudo deitar a perder, nomeadamente o esforço, empenho e sangue que no passado morreram por Portugal e que hoje dão voltas no túmulo.

Esta candidatura presidencial nada tem a ver com essas águas turvas que se apossaram da democracia de Abril, não depende de qualquer aparelho partidário nem de um grupo ávido de financiadores e lobbistas. Emana diretamente do chão térreo da Cidadania e do Voluntariado. Focada, recebendo um mínimo eco mediático e vencendo a torpe rede de silenciamento que hoje os Media já lhe dedicam não tem como não vencer!

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O Presidente da República tem que ser – acima de tudo – um garante dos princípios éticos e morais em nome dos quais foi eleito

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

O Presidente da República tem que ser – acima de tudo – um garante dos princípios éticos e morais em nome dos quais foi eleito. Quando Cavaco Silva decidiu colocar à frente destes princípios aquilo que interpretou pessoalmente como o “interesse económico” do país aquando da promulgação do “casamento gay” (com o qual incidentemente, até concordo) demonstrou que está tão obcecado com a sua reeleição que coloca acima dos seus princípios a sua sede de poder – numa hipótese – ou que, noutra, que acha que o economicismo está acima de qualquer coerência.

Contra este Presidente teremos em janeiro de 2011 um candidato como Fernando Nobre que tem pergaminhos éticos e morais que ninguém se atreve a atacar e que nunca colocou nem colocará esses princípios atrás de qualquer interesse conjuntural. Porque se um Presidente não pode exercer a sua função em coerência com os seus princípios, então não deve ser presidente.

www.fernandonobre.org

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Fernando Nobre: “O Homem é mais importante do que os números dos parâmetros económicos”

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

“O Homem é mais importante do que os números dos parâmetros económicos. É mais importante saber se os homens vivem melhor e são mais felizes do que estarmos sempre preocupados com o lucro, a competitividade e a produtividade. Reparem, meus queridos amigos, nunca se acumulou tanta riqueza, nunca se produziu tanto como hoje na História da Humanidade, mas também é verdade que nunca como hoje as disparidades foram tão brutais.”
Fernando Nobre
Gritos contra a Indiferença

A Globalização neoliberal produziu melhorias substanciais nas métricas estatísticas de muitos países no mundo, mas muito particularmente na China e na Índia mas não é líquido que tenha havido uma melhoria na qualidade de vida da maioria dos seus cidadaos. Bem pelo contrário, há indicadores de que ainda que a média de rendimentos tenha subido, a disparidade e o fosso entre as camadas mais ricas e as mais pobres se agravou… é esta realidade que se impôs como “única” e sem alternativas que importa atacar e substituir. Buscar formas de organização económica e social mais justas e equilibradas, mais locais e menos globais, mais reais e produtivas do que virtuais e estéreis. Precisamos de uma revolução económica que humanize as relações entre os Homens e que devolva ao espaço da cidadania tudo o que as multinacionais e os interesses financeiros lhe furtaram nos últimos anos. E comecemos por um passo decisivo para retomar a democracia aos grupos que a raptaram e que a detêm hoje refém elegendo um candidato verdadeiramente independente e livre das pressões a que a partidocracia se verga tão facilmente: elegendo Fernando Nobre.

www.fernandonobre.org

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Encontro de Bloggers com Fernando Nobre:

“O Blog “Reflexões de um cão com pulgas” foi convidado a participar no encontro com bloggers que a candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República vai levar a efeito no dia 4 de Outubro. O autor deste blog decidiu participar e questionar o candidato Fernando Nobre e vai permitir aos seus leitores envolverem-se neste processo, levando uma das questões que for levantada. Das perguntas que optarem por deixar na caixa de comentários deste artigo, escolherei uma (reservando-me o direito de optar por não escolher nenhuma se a qualidade das mesmas for considerada insuficiente) e será colocada no encontro promovido pelo candidato Fernando Nobre. Podem endereçar perguntas até ao dia 20 de Setembro.”

http://caoepulgas.blogspot.com/2010/08/encontro-de-bloggers-com-fernando-nobre.html

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Fernando Nobre pronuncia-se sobre a actual Crise na Justiça

Fernando Nobre expressou a sua estranheza pela ausência de uma intervenção do Presidente da República a propósito do caso criado pela guerrilha intestina entre o Procurador Geral da República e os seus Procuradores e o seu sindicato.

Com efeito – e como defendem Paulo Pedroso e Ana Gomes – Cavaco Silva já deveria ter-se pronunciado claramente sobre esta grave crise no seio da Justiça portuguesa e na opinão de Fernando Nobre “tem o dever e a obrigação de ser um dos mobilizadores das reformas necessárias para o país”.  Com efeito, não se compreende porque é que Cavaco Silva só tenha enviado algumas raras e pífias notas a propósito que é – a par da crise financeira – o maior problema do Portugal contemporâneo: a Justiça.

O desfecho confuso mas profundamente perturbador do Processo Freeport e o lentíssimo andamento do processo mais mediático de sempre: o Caso Casa Pia refletem uma Justiça que caminha de desastre em desastre, sempre com total impunidade para todos estes incompetentes agentes. Como diz Nobre “é urgente reformarmos a nossa justiça como pilar essencial de uma democracia transparente e para que tenhamos um sistema eficaz no qual os portugueses acreditem e confiem”. Com efeito, se o pilar mais importante e vital de toda a democracia se continuar a esboroar desta forma é o próprio Portugal que está ameaçado.

Curiosamente, o outro candidato presidencial, Manuel Alegre não só não se pronunciou ainda sobre este caso – o que é comum – como não tem estado contactável… provavelmente porque sendo apoiado pelo PS está comprometido com um PGR escolhido por Sócrates e um processo Freeport onde estão envolvidas as mais altas figuras do Socretismo…

Fonte:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1634940

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Fernando Nobre: “os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”

28 de Julho de 2010 - Apresentação de João Ermida como Mandatário Nacional de Fernando Nobre.

28 de Julho de 2010 - Apresentação de João Ermida como Mandatário Nacional de Fernando Nobre

Embora as televisões tenham aplicado um Silenciamento criminoso a praticamente todos os mais importantes atos da Campanha Presidencial do Dr. Fernando Nobre, a verdade é que a Imprensa tem cumprido de forma muito mais imparcial a sua missão de informar o público. Isto mesmo aconteceu com o jantar no Mercado da Ribeira que reuniu mais de 500 apoiantes (Alegre ainda não logrou reunir mais que 120) e, mais recentemente, com o anúncio do seu mandatário nacional, João Ermida: nenhuma reportagem televisiva cobriu este importante evento da campanha presidencial… o Sistema (e os seus candidatos) estão claramente a jogar à defesa.

O economista João Ermida é, nas palavras de Nobre “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”, um “profundo conhecedor do mundo financeiro” e um “homem solidário” capaz de fazer “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”.

No discurso de apresentação do seu mandatário nacional, Fernando Nobre reforçou a ideia central da sua campanha de que a sua candidatura era isenta, da cidadania e desligada da influência dos partidos.

Este mandatário nacional é uma escolha muito judiciosa porque sendo um economista de renome nacional e internacional indiscutível traz à campanha um contributo fundamental para enriquecer e fortalecer a vertente económica do discurso do candidato.

Abordando precisamente essa temática de natureza económica, Fernando Nobre citou o romano Marcus Tullius Cícero: “o orçamento nacional deve ser equilibrado, as dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada” e acrescentando que “os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”.

Este discurso de Nobre distancia-o em certa medida de um tipo de discurso que é comum encontrar mais à Esquerda e (paradoxalmente) no… nazismo. Segundo este o desequilíbrio orçamental era um mero artificialismo virtual, sem reflexo no mundo real e que para controlar, bastaria imprimir mais “papel-moeda”. Nobre alinha aqui com aqueles que (como eu e Marco Túlio…) acreditam que o orçamento de um Estado deve ser equilibrado, em que as despesas acompanham as receitas e ataca a “voracidade fiscal” que explicou em grande medida o suposto equilíbrio das contas públicas dos primeiros anos do Socretismo e que agora, com o PEC, regressou em força, ameaçando a própria retoma e criando mais milhares de desempregados. Ao afirmar que a via Fiscal não é a solução para o desequilíbrio orçamental, Nobre sugere que a única solução é então a mais racional: a redução da Despesa… algo que o atual governo nunca fez, aumentando-a até este ano. O candidato sugere até como reduzir essa despesa… atacando na subsídiodependencia de muitos, algo que conhece bem em muitos grupos sociais, em função do seu trabalho como presidente da AMI.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=180178

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Fernando Nobre: Sobre as dificuldades do Voluntariado em Portugal

“O voluntariado autêntico no nosso país é escasso, mal formado e mal informado porque, historicamente, por razões políticas, nunca foi civicamente incentivado e porque a situação económica ainda vigente no nosso país não permite que a maioria dos espíritos se liberte da preocupação com a satisfação das suas necessidades básicas.”

As décadas de regime salazarista cobram ainda hoje o seu preço… depois de uma pesada marca que tornou os portugueses em escravos de um governo paternalista as cicatrizes assim deixadas na alma coletiva não se poderao evaporar facilmente. Esta longamente ensinada passividade e dormência cívica persistiu mesmo já sob o regime democrático e produziu os elevados níveis de abstenção que caraterizam a nossa democracia. Séculos de repressao produziram cidadaos odedientes, mas pouco participativos e criativos. É este círculo pernicioso que importa agora quebrar, resgatando a República das cliques que dela se apossaram.

“Não nos esqueçamos de que, para a União Europeia, cerca de um terço da população portuguesa viva na pobreza. Isso reflete-se nas grandes dificuldades actuais da gestão do voluntariado autêntico no nosso país, em geral, os voluntários não compreendem que ser voluntário é não só ter direitos mas também deveres.”

A persistência de uma grande camada de população que vive no limiar da pobreza ou mesmo abaixo desta linha de água determina que está pouco motivada para realizar intervenções de natureza cívica ou política porque o seu dia a dia está imerso em dificuldades das mais básicas e não lhe sobra nem tempo nem paciencia para voos mais altos. Sobretudo, grandes camadas da população não têm acesso à cultura nem à literatura, armas essenciais para o sadio despertar da consciência cívica. Os povos pobres são sempre povos pacíficos e dóceis para com os seus tiranos, não somente porque a fome lhe sorve a energia para se revoltarem, mas porque a iliteracia e a ignorância (tornadas assim em armas do Estado) lhes escondem as reais possibilidades de forjarem para si alternativa mais humana e uma sociedade mais justa.

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