Economia

a dívida financeira global ascende a 25 mil euros por pessoa

a dívida financeira global ascende a 25 mil euros por pessoa
isto não é pagável
e cedo ou tarde terá que haver uma reestruturação global da dívida
e ontem não será cedo demais
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Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:

Qualquer (eventual) folga orçamental futura deve ser gasta:
1. Em amortizações da dívida
2. Na redução da carga fiscal sobre as empresas que contratem sem precariedade
3. Na redução dos prazos (95 dias) que o Estado demora a fazer os seus pagamentos às empresas (pelo efeito cascata que isso provoca na economia e pelo bom exemplo de Lisboa onde os pagamentos se fazem, praticamente, a zero dias)
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O modelo actual em que alguns países (China e Alemanha, p.ex.) vivem de grandes excedentes comerciais e à custa do alto nível de endividamento externo de todos os outros não é a prazo sustentável e vai acabar por ditar o fim do actual modelo de globalização.

O modelo actual em que alguns países (China e Alemanha, p.ex.) vivem de grandes excedentes comerciais e à custa do alto nível de endividamento externo de todos os outros não é a prazo sustentável e vai acabar por ditar o fim do actual modelo de globalização.

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o crescimento do PIB está demasiado dependente do turismo e da conjuntura internacional

o crescimento do PIB está demasiado dependente do turismo e da conjuntura internacional para embandeirarmos em arco
e começar a aumentar salários no Estado e Empresas Públicas
use-se qualquer folga naquilo que é duradouro
a redução da carga fiscal sobre TODOS
não apenas no aumento de rendimentos de ALGUNS
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Não há Soberania com Dívida Externa e sem a consequente submissão aos interesses – legítimos! – dos Credores.

Não há Soberania com Dívida Externa e sem a consequente submissão aos interesses – legítimos! – dos Credores.
Logo: para recuperar a Soberania há que resolver o problema da Dívida quer através de pagamentos antecipados, haircuts negociados e reduções da despesa pública (que libertem recursos para o investimento público – mínimo – e, sobretudo, para a manutenção de serviços públicos)

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#SabiaQue

#SabiaQue a maior parte da dívida pública externa tem juros de 2,5% e tem prazos de 15 anos ?

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Portugal tem – descontando os juros da dívida – superávit orçamental.

Portugal tem – descontando os juros da dívida – superávit orçamental.
Mas continua a acumular défice devido a esses juros.
Ou seja: vivemos no absurdo de ter que criar mais dívida para pagar a dívida existente.
É absurdo
e insustentável
a prazo
(e tem que ser aprovado a nível europeu numa caminhada concertação com outros países)

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o problema da dívida

o problema da dívida tem que ser resolvido na Europa e em concertação com os nossos parceiros europeus
e no contexto de uma revisão total do
absurdo
Tratado Orçamental !
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#SabiaQue Portugal é o país da União Europeia em que maior percentagem do PIB vai para o pagamento de juros?…

#SabiaQue Portugal é o país da União Europeia em que maior percentagem do PIB vai para o pagamento de juros?…

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Em breve irá realizar-se a “Portugal Real Estate Summit”

Em breve irá realizar-se a “Portugal Real Estate Summit” que irá consagrar o poder do império da especulação imobiliária sobre a cidade Lisboa à custa da imolação dos seus habitantes.
O evento está a cargo do economista João Duque e vai focar-se em coisas tão boas como a “otimização fiscal para o investimento imobiliário em Portugal”: ou seja explicar aos muito ricos deste mundo como podem pagar (ainda) menos impostos enquanto especulam, tornam as nossas cidades impossíveis para viver e nos expulsam para as periferias enquanto continuamos a pagar impostos para suportar os serviços públicos de que eles também usufruem

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na década de 2000 a inércia cúmplice ou incompetente do Bando de Portugal de Constâncio não alertou nem os governos nem os cidadãos para a loucura do endividamento crescente nem determinou limites ao crédito.

na década de 2000 a inércia cúmplice ou incompetente do Bando de Portugal de Constâncio não alertou nem os governos nem os cidadãos para a loucura do endividamento crescente nem determinou limites ao crédito.
Isto está a acontecer novamente com os bancos a relaxarem para além do absurdo a concessão de crédito o que, digo-se, da um bom contributo para o aumento especulativo dos preços do imobiliário.
Parece que o BdP não aprendeu nada.
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Deixemo-nos de demagogia

Deixemo-nos de demagogia: não há soberania com dívida externa: por isso ou resolvemos este problema ou abandonamos de vez qualquer ilusão de independência ou soberania nacional

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#PerguntaSingela: Se a Alemanha tem superavit orçamental e se isso viola o Tratado Orçamental porque não é multada e esse excesso (desviado dos países do Sul) reverte para um “Plano Marshall” europeu?…
(Porque Sim e porque falamos da Alemanha)
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Sabia Que… Turismo

#SabiaQue o sector do Turismo vai crescer 10% este ano em dormidas e hospedes e os proveitos hoteleiros em 17%?
#SabiaQue, em 2016, o sector do Turismo gerou mais de 42 mil novos postos de trabalho?
#SabiaQue o crescimento do turismo em Portugal se deve muito, de facto, a desvios da procura da Turquia, França e Medio Oriente, mas isso nao explica tudo uma vez que estamos a crescer mais que Espanha e Italia? (Grecia e França também crescem, mas menos, a primeira por causa da imagem pública do afluxo de refugiados a segunda por causa do terrorismo).
#SabiaQue o Turismo contribui com 15.3% para as exportacoes nacionais mas que esse valor ainda está longe do de alguns paises europeus?
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Sobre a quebra do investimento estrangeiro sob o XXI Governo

Fala-se muito (e bem) da quebra do investimento estrangeiro sob o XXI Governo e do quanto este é preciso para que o PIB retome um rumo de crescimento acima de 2.5% (o tal numero magico para recuperar desemprego)
Mas fala-se nada de que mais de 80% desse investimento estrangeiro no governo PSD-CDS era de facto capital que advinha da privatizacao de empresas: ou seja “capital” seco que não trazia (e nao trouxe) nenhuma eficiencia, rentabilidade ou riqueza acrescida a Portugal.
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Fundos Abutres

#SabiaQue a Argentina se colocou se joelhos perante os “fundos abutre” que recompraram 4.65 mil milhões de divida argentina e se comprometeu a pagar esse dinheiro em troca do regresso aos mercados financeiros?

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O BE não percebeu que o problema não está na EDP Renováveis conseguir 74 euros de lucro por MW.

O BE não percebeu que o problema não está na EDP Renováveis conseguir 74 euros de lucro por MW.
O problema está em ainda haver outra EDP a fazer lucros e que uma politica fiscal racional deve conduzir a empresa a encerrar uma e a reforçar a outra.
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Citações de Quando a desigualdade põe em risco o futuro, Yanis Varoufakis

“O homem, como todos os animais caçadores, tem desde sempre a tendência para fazer desaparecer a fauna e a flora de que necessita. Hoje em dia, na ilha da Páscoa, só “prosperam” as estátuas enormes que os habitantes deixaram para trás, antes de terem desaparecido por culpa do abate irracional de árvores”
Quando a desigualdade põe em risco o futuro, Yanis Varoufakis
“Na Grécia Antiga aqueles que se negavam a pensar em função do bem comum, do “público”, chamavam-se “idiotes” (indivíduos, particulares). Os antigos gregos pensavam que os idiotas agiam sem mesura, sem pensar no bem dos outros. No século XVIII, os eruditos ingleses, admiradores dos antigos gregos, atribuíram à palavra “idiotis” (indivíduo) o significado de “idiota” ou “tonto” (idiot em inglês).”
Quando a desigualdade põe em risco o futuro, Yanis Varoufakis
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Citações de A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo

“quando alguém é muito pobre, toda a comida que consegue obter mal chega para permitir que prossiga os movimentos da vida diária e talvez para conseguir o escasso rendimento que o indivíduo originalmente usava para comprar comida” (…) “Uma vez satisfeitas as necessidades metabólicas básicas do corpo, toda a comida a mais é empregue para ganhar forças, permitindo às pessoas que produzam muito mais do que aquilo de que precisam meramente para se manterem vivas” (…) “Isto cria uma armadilha de pobreza: os pobres tornam-se mais pobres e os ricos tornam-se mais ricos e comem ainda melhor e tornam-se mais fortes e ainda mais ricos e o fosso vai sempre aumentando”
A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo
Segundo um estudo realizado nos EUA e no Reino Unido, “os adultos que foram bem alimentados quando crianças são, simultaneamente mais altos e inteligentes. E por serem mais inteligentes ganham mais dinheiro” (e, como indicam outros estudos, têm também mais parceiros sexuais).
A conclusão é simples: a altura de um indivíduo está diretamente ligada à sua capacidade para concretizar a sua potencialidade enquanto adulto.
A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo
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Citações de A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado John Micklethwait e Adrian Woolddridge

“A observação central da Teoria Geral (de Keynes) era a de que não há uma tendência natural para o pleno emprego, ao contrario do que argumentara a economia clássica. Pelo contrário, as economias capitalistas podiam ser destruídas por altos níveis de desemprego, que reduziam a procura e ameaçavam criar agitação social.
Em tempos de abrandamento económico, o papel dos governos centrais era estimular a procura gastando dinheiro em obras públicas e subsídios de desemprego”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Keynes defendia que o Estado nunca devia gastar mais do que cerca de um quarto do PIB. (…) Acreditava que firmemente que a mão oculta do mercado precisava da ajuda da mão visível do governo”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“A fortuna conhecida dos 50 membros mais ricos do Congresso Nacional do Povo chinês é de 95 mil milhões de dólares – 60 vezes a riqueza combinada dos 50 membros mais ricos de um Congresso americano escrutinado com muito maior severidade.”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas. Esta Quarta Revolução em matéria de governo mudará o mundo”
“Na América, a despesa do governo subiu de 7.5% do PIB em 1913 para 19.7% em 1937, para 27% em 1960, para 34% em 2000 e para 41% em 2011. Na Grã-Bretanha, subiu de 13% em 1913 para 48% em 2011, e a percentagem média em 13 países ricos trepou de 10% para cerca de 47%.”
“Em 1914, um inglês sensato, cumpridor da lei, podia passar a vida inteira sem quase dar pela existência do Estado, para além da estação de correios e do policia”
Historiador britânico A. J. P. Taylor
“Na América, o Governo Federal tem menos apoio que Jorge III à época da Revolução Americana: apenas 17% dos americanos dizem que confiam no Governo Federal, menos de metade dos 36% verificados em 1990 e um quarto dos 70% registados nos anos 1960. O Congresso recebe regularmente uma taxa de aprovação de 10%”
“A militância nos partidos políticos desmorona-se. Na Grã-Bretanha, menos de 1% da população está filiada num partido politico. O número de Tories declinou de 3 milhões nos anos 50 do século XX para 134000 hoje, um desempenho que teria posto qualquer empresa privada nas mãos de um administrador de falências”
“Ninguém acusa Ângela Merkel de farsante, mas até a sua fácil vitória na Alemanha em 2013 foi uma recusa nacional de enfrentar a realidade, pensando que a eurocrise era um problema do sul da Europa com os aforradores alemães a terem de apagar o fogo. Ninguém discutiu o facto de os bancos alemães ainda estarem de pé apenas porque os seus devedores do sul tinham sido resgatados”
“O governo dos EUA teve saldos positivos apenas cinco vezes desde 1960; a França não tem nenhum desde 1974-1975. A crise só fez aumentar a divida, pois os governos endividaram-se, com toda a razão. Em março de 2012 havia uns 43 mil milhões de dólares de obrigações do Estado em circulação, comparados com apenas 11 mil milhões em fins de 2001”
Categories: Democracia Participativa, Demografia, Economia | Deixe um comentário

Citações de A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo

#SabiaQue apesar da fama internacional das suas “universidades técnicas”, “na Índia, há mais de 50 milhões de crianças em idade escolar que não conseguem ler um texto muito simples”?
A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo
“A entrega de ajuda alimentar numa escala maciça é um pesadelo logístico. Na Índia, calcula-se que mais de metade do trigo e para cima de um terço do arroz se “perdem” pelo caminho, incluindo uma importante facção que é comida pelos ratos”
A Economia dos Pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo
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Citações de A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo

“Uma criança que cresceu livre da malária ganha mais 50% por ano, durante toda a sua vida adulta, em comparação com uma criança que tenha contraído a doença. (…) Este resultado sugere que o retorno financeiro do investimento na prevenção da malária pode ser fantasticamente elevado”
A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo
#SabiaQue 42% da população mundial vive sem uma retrete em casa?
A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo
#SabiaQue a agua canalizada, a melhoria no saneamento e a cloração das fontes de água foram responsáveis por 3/4 da redução da mortalidade infantil entre 1900 e 1946?
A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo
#Sabia que, na Índia, uma interacção média entre médico e paciente demora três minutos e que, em média, o médico faz apenas três perguntas?
(e em Portugal?…)
A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo
“Entre 2002 e 2003, o Inquérito ao Absentismo Mundial, conduzido pelo Banco Mundial, enviou inspetores inesperados a uma amostra nacionalmente representativa de escolas em seis países. A sua conclusão básica foi a de que os professores no Bangladesh, no Equador, na Índia, na Indonésia, no Peru e no Uganda faltavam às aulas um em cada cinco dias”
A economia dos pobres, Abhijit V. Banerjee e Esther Dufllo
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Citações de A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado John Micklethwait e Adrian Woolddridge

“O Departamento de Agricultura dos EUA todos os anos distribui entre 10 e 30 milhares de milhões de dólares em subsídios a agricultores. Os pagamentos estão fortemente enviesados em favor dos grandes produtores: em 2010, os 10% dos maiores agricultores receberam 68% de todos os subsídios agrícolas”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Os subsídios agrícolas transferem dinheiro do contribuinte médio para os ricos. Distorcem a economia ao encorajarem o sobrecultivo dos campos. Dão cabo do ambiente. Prejudicam os pobres do mundo emergente cujos produtos ficam fora do mercado”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“A Nova Zelândia acabou completamente com os subsídios à agricultura em 1984, a despeito do facto de ser quatro vezes mais dependente da agricultura do que os EUA. A mudança suscitou a principio uma feroz resistência, mas os agricultores depressa se adaptaram e prosperaram. Os agricultores aumentaram a produtividade, desenvolveram nichos de mercado como os kiwis e diversificaram as suas fontes de receita para áreas não agrícolas”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Se o governo dos EUA deixasse de subsidiar a produção de combustíveis fósseis, podia poupar 40 mil milhões de dólares ao longo de dez anos”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“As instituições locais estão para a liberdade como as escolas primárias para a ciência; poem-na ao alcance do povo, ensinam as pessoas a apreciar o seu pacífico disfrute… São alistados sentimentos e opiniões, é dilatado o coração e é desenvolvida a mente humana por nenhum outro meio que não seja a influencia recíproca dos homens uns nos outros”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Se o Estado promete de mais, cria mal-estar e dependência entre os cidadãos. Só reduzindo o que promete é que a democracia será capaz de dar expressão aos seus melhores instintos, de flexibilidade, inovação e resolução de problemas. (…) Sem reformas, o Estado-providencia moderno estagnará sob o seu próprio peso: já está a deixar de ajudar aqueles que mais precisam do seu apoio, prodigalizando a sua liberalidade a privilegiados e interesses constituídos. E a democracia definhará, tal como John Adams previu”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
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Citações de A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado John Micklethwait e Adrian Woolddridge

“O Gabinete de Auditoria Nacional britânico sustenta, que o SNS podia economizar 500 milhões de libras por ano, ou muito mais de 800, se concentrasse o seu poder de compra: não é preciso que as administrações dos hospitais compre 21 espécies diferentes de papel A4 e 652 espécies diferentes de luvas cirúrgicas”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Cerca de metade dos americanos adultos tem já uma doença crónica, como diabetes ou hipertensão, e à medida que o mundo vai enriquecendo mais se espalham as doenças dos ricos. Mas os cuidados de saúde mudam devagar. Enquanto a produtividade geral do trabalho na América aumentou 1.8% por ano ao longo das duas últimas décadas, o número para os cuidados de saúde tem descido 0.6% todos os anos, segundo Robert Kocher, da Brookings Institution”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O hospital Narayana Hrudayalaya, de Bangalore, capital tecnológica da Índia, tem 1000 camas em comparação com uma média de 160 camas nos hospitais do coração americanos. (…) 40 cardiologistas executam cerca de 600 operações por semana numa verdadeira linha de produção clínica: nenhum hospital ocidental se aproxima disto” (…) Economias de escala e especialização podem reduzir radicalmente custos e melhorar a qualidade. O simples número de pacientes permite aos seus cirurgiões adquirir uma perícia de categoria mundial em determinadas operações, enquanto os generosos serviços de apoio lhes permitem concentrar-se na sua especialidade em vez de perderem tempo com questões administrativas. Os cirurgiões realizam uma média de 400 a 600 operações por ano em comparação com 100 a 200 nos EUA” (…) “O hospital pode realizar operações a coração aberto por 2000 dólares, em comparação com os 100000 dólares dos EUA. No entanto, a taxa de êxito é tão boa como as dos melhores hospitais americanos”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Ao longo do último século, os cuidados de saúde têm estado centrados nos médicos – nenhuma operação pode ser executada e nenhuma receita passada sem eles. Dirigem a profissão médica e têm-se dado muito bem com isso: na América, quase metade dos que pertencem ao 1% dos mais ricos são médicos especialistas, um facto que escapou ao movimento Occupy Wall Street. Para obterem esse respeitável papel na sociedade, os médicos submetem-se a uma longa preparação: um mínimo de sete anos, sem contar os quatro anos passados na universidade”.
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
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Saque Fiscal

#SaqueFiscal:
Precisamos de simplificação fiscal, com menos deduções, mais simplicidade, menos engenharia fiscal (só ao alcance dos mais ricos) e maior transparência e equidade
#SaqueFiscal:
Existe uma assimetria entre uma máquina fiscal cada vez mais desumanizada, mais automática e voraz e os cidadãos cada vez mais indefesos, mais expostos a uma fome kafquiana por cada vez maior cobrança, sem olha e eito nem jeito
#SaqueFiscal: vivemos sob um estado de “opressão fiscal” em que cada vez que abrimos a caixa do correio e vemos uma carta do fisco pensamos sempre que são más notícias. E o pior é que temos sempre razão. E que não temos como nem quem a quem protestar ou reclamar. E mesmo se reclamarmos, primeiro tiram-nos, depois reclamamos e podem devolver-nos o que nos tiraram, ou não. E sem juros.
#SaqueFiscal:  não se pode aumentar – em crescendo – os impostos porque não se conseguiu reformar o Estado. Reformar o Estado, não é manter tudo na mesma e para que assim seja aumentar a carga fiscal para conservar interesses e ganhar eleições.
#SaqueFiscal: sob o governo PSD-PP deixamos de ser cidadãos e contribuintes para passarmos a ser máquinas de produção de impostos
Deve ser fácil  ver de onde vinha o dinheiro e para onde ele vai. A transparência é guardiã da frugalidade, tal como a confusão tinha é a escrava da despesa insensata.
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Citações de A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado John Micklethwait e Adrian Woolddridge

“A observação central da Teoria Geral (de Keynes) era a de que não há uma tendência natural para o pleno emprego, ao contrario do que argumentara a economia clássica. Pelo contrário, as economias capitalistas podiam ser destruídas por altos níveis de desemprego, que reduziam a procura e ameaçavam criar agitação social.
Em tempos de abrandamento económico, o papel dos governos centrais era estimular a procura gastando dinheiro em obras públicas e subsídios de desemprego”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Keynes defendia que o Estado nunca devia gastar mais do que cerca de um quarto do PIB. (…) Acreditava que firmemente que a mão oculta do mercado precisava da ajuda da mão visível do governo”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“A fortuna conhecida dos 50 membros mais ricos do Congresso Nacional do Povo chinês é de 95 mil milhões de dólares – 60 vezes a riqueza combinada dos 50 membros mais ricos de um Congresso americano escrutinado com muito maior severidade.”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas. Esta Quarta Revolução em matéria de governo mudará o mundo”
“Na América, a despesa do governo subiu de 7.5% do PIB em 1913 para 19.7% em 1937, para 27% em 1960, para 34% em 2000 e para 41% em 2011. Na Grã-Bretanha, subiu de 13% em 1913 para 48% em 2011, e a percentagem média em 13 países ricos trepou de 10% para cerca de 47%.”
“Em 1914, um inglês sensato, cumpridor da lei, podia passar a vida inteira sem quase dar pela existência do Estado, para além da estação de correios e do policia”
Historiador britânico A. J. P. Taylor
“Na América, o Governo Federal tem menos apoio que Jorge III à época da Revolução Americana: apenas 17% dos americanos dizem que confiam no Governo Federal, menos de metade dos 36% verificados em 1990 e um quarto dos 70% registados nos anos 1960. O Congresso recebe regularmente uma taxa de aprovação de 10%”
“A militância nos partidos políticos desmorona-se. Na Grã-Bretanha, menos de 1% da população está filiada num partido politico. O número de Tories declinou de 3 milhões nos anos 50 do século XX para 134000 hoje, um desempenho que teria posto qualquer empresa privada nas mãos de um administrador de falências”
“Ninguém acusa Ângela Merkel de farsante, mas até a sua fácil vitória na Alemanha em 2013 foi uma recusa nacional de enfrentar a realidade, pensando que a eurocrise era um problema do sul da Europa com os aforradores alemães a terem de apagar o fogo. Ninguém discutiu o facto de os bancos alemães ainda estarem de pé apenas porque os seus devedores do sul tinham sido resgatados”
“O governo dos EUA teve saldos positivos apenas cinco vezes desde 1960; a França não tem nenhum desde 1974-1975. A crise só fez aumentar a divida, pois os governos endividaram-se, com toda a razão. Em março de 2012 havia uns 43 mil milhões de dólares de obrigações do Estado em circulação, comparados com apenas 11 mil milhões em fins de 2001”
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Citações de A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado John Micklethwait e Adrian Woolddridge

“O rácio de dependência da velhice (o número de pessoas com mais de 65 anos em relação ao número de pessoas entre os 20 e os 64 subirá de 28% para 58% e isto assumindo que a União Europeia deixa entrar um milhão de jovens imigrantes por ano”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Em San Bernardino (Califórnia) o advogado da cidade aconselhou as pessoas a trancarem as portas e a carregarem as suas armas porque a cidade já não se podia permitir ter policia”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O Estado ainda está preso na era da integração vertical, quando Henry Ford pensava que fazia sentido ser dono das ovelhas cuja lã era usada no estofo dos assentos dos seus carros”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O Gabinete Nacional de Estatística da Grã-Bretanha calculou que a produtividade no setor privado de serviços aumentou 14% entre 1999 e 2013. Em contraste, a produtividade do setor público caiu 1% entre 1999 e 2000. Os governos precisam de aprender com as melhores práticas muito da mesma maneira que nos anos 80 do século XX as empresas que se iam alargando aprenderam com o método de produção da Toyota”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“A revolução das Tecnologias de Informação está a roubar ao Estado aquilo que era uma das suas grandes fontes de poder – o facto de possuir mais informação do que quem quer que fosse. Esta revolução é também parte de uma possível cura da “doença dos custos de Baumol”. William Baumol, um economista americano, defendeu que era impossível reduzir o tamanho do Estado porque estava concentrado em áreas de trabalho intensivo, tais como os cuidados de saúde e a educação, onde a despesa continuará a subir mais depressa que a inflação. A produtividade no setor público tem sido, de facto, miserável. Mas os computadores e a Internet estão a começar a fazer pelos serviços o que as máquinas fizeram pela agricultura e pela indústria. Podemos ver hoje de borla no nosso iPad os melhores professores do mundo em vez de termos de pagar bem para ouvir gente medíocre em salas de aula malcheirosas”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“é preciso ser doido para preferir viver num Estado falhado como o Congo, onde a ausência do Leviathan torna a vida verdadeiramente repugnante, animalesca e curta, do que num Estado grande e bem governado como a Dinamarca. Ao pagar bens públicos como a educação e os cuidados de saúde, os governos podem aumentar a sua eficiência, assim como o nosso bem-estar. O sistema de saúde supostamente privado dos EUA custa mais em impostos aos seus habitantes e fornece pior saúde do que o sistema público sueco. Uma das razões pelas quais a Alemanha é muito mais bem-sucedida que a Grécia é que tem um Estado bem-sucedido que é capaz de recolher impostos, fornecer serviços e granjear respeito. O mesmo se poderia dizer de Singapura comparada com a Malásia, da China com a Rússia ou do Chile com a Argentina”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“William Gladstone (ministro das finanças e primeiro ministro britânico de meados do século XIX) usou a Transparência – uma contabilidade cristalina e uma oratória brilhante na tribuna – como uma das mais importantes armas contra o desperdício: enquanto as finanças do século XVIII tinham sido basicamente incompreensiveis, Gladstone e os contemporâneos asseguraram-se de que era tao fácil quanto possível ver de onde vinha o dinheiro e para onde ele ia. A transparência era guardiã da frugalidade, tal como a confusão tinha sido a serva da prodigalidade”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“William Gladstone (ministro das finanças e primeiro ministro britânico de meados do século XIX) escreveu que todas as responsabilidades podiam ser transferidas para a administração local com o fundamento de que era mais provável que o governo local detectasse o desperdício e menos provável que o tolerasse”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
No relatório de Sir Stafford Northcote e Sir Charles Trevelyan de 1854, dizia-se que “o velho sistema britânico do patrocínio tinha permitido à aristocracia usar os serviços públicos como deposito dos seus membros menos talentosos, para os ociosos e inúteis, o tonto da família, o tuberculoso, o hipocondríaco, aqueles que têm tendência para a loucura. Em profissões bem administradas, os que são capazes e enérgicos sobem até ao topo e os medíocres e ineficientes permanecem no fundo. Nas entidades públicas, pelo contrário, a regra geral E que todos ascendem juntos”. A solução proposta pelos redatores era recrutar candidatos na base do seu desempenho em exames abertos e depois promovê-los na base das suas realizações. O exame aberto testaria a inteligência geral dos candidatos em vez da sua mera classificação académica. A mensagem era tanto de reforma moral como de eficiência administrativa”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Alexis de Tocqueville, em 1830, concluiu que a democracia constitucional da América estava a funcionar tão bem que o pais podia gerir-se sem qualquer governo a não ser o das assembleias locais”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge”
“Em 1838, Andrew Jackson escrevia que “o melhor dos governos é aquele que menos governa” e indicada a administração dos correios, os asilos de alienados e a inspecção de padarias (!) como sendo funções que os governos nunca poderiam acometer.”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
Teddy Roosevelt, presidente dos EUA de 1901 a 1909 escreveu que “a empresa é uma criatura do povo, não se lhe pode consentir que se torne senhora do povo. Roosevelt via o capitalismo como uma máquina sem rival de criação de riqueza; queria apenas usar o poder do Estado para garantir que o capitalismo funcionava melhor. Queria desmantelar os trusts gigantes que ameaçavam esmagar a concorrência. Reconhecia que era a concorrência mais do que os negócios per se que criava a prosperidade em massa. (…) Declarou guerra ao “capitalismo do compadrio” – ou seja, a aliança sacrilega entre “politica corrupta” e “negócios corruptos”, como disse no seu programa de 1912 para o seu partido independente, o Partido do Progresso.”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Os cidadãos adquiriram direitos civis no século XVIII, direitos políticos no século XIX e direitos sociais (tais como o direito à educação e aos cuidados de saúde) no século XX”
T. H. Marshall, da London School of Economics
“Os EUA estão presos numa armadilha fiscal, tributando-se como um paIs de Estado pequeno, gastando como se fosse um Estado grande e pedindo empréstimos maciços aos aforradores privados para colmatar a diferença”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“O Serviço Nacional de Saúde britânico continua a honrar a noção de um fim de semana de descanso: 129 das suas 149 organizações hospitalares têm taxas de mortalidade mais altas aos fins de semana – 27% mais altas no caso de uma delas, em Hillington – porque há menos médicos a trabalhar aos sábados e aos domingos”
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Em 1966, “William Baumol argumentou que a produtividade cresce muito mais lentamente em industriais de trabalho intensivo do que nas industrias em que o capital sob a forma de maquinaria pode substituir o trabalho. (…) Os governos tornam-se inevitavelmente maiores porque ocupam áreas da economia que são de trabalho intensivo. A indústria está sempre a tornar-se mais eficiente, mas o mesmo não acontece com sectores dos serviços como a educação e os cuidados de saúde (que tendem a ser providenciados total ou parcialmente pelo Estado). O professor universitário médio não pode dar aulas mais depressa do que o fazia há uma década, nem o cirurgião médio pode efectuar operações mais depressa.”
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“O salário médio americano aumentou dez vezes desde os finais dos anos 70, quando medido pelo preço de uma televisão, mas caiu se o medirmos pelo custo dos cuidados de saúde. O mesmo se verifica quanto ao salário médio europeu”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
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“A Califórnia gasta hoje aproximadamente o mesmo em prisões (para a sua população prisional de 130 mil elementos) que no ensino superior, e isto apesar de alguns cortes recentes”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
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Citações de “A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado”

“A taxa de criminalidade no mundo desenvolvido caiu dramaticamente desde meados dos anos 1990” (…) Uma razão está no declínio da oferta de criminosos. A maior parte dos crimes são cometidos por gente nova e o número de jovens tem diminuído. A principal razão, contudo, parece ser uma melhoria da nossa aptidão para prevenir o crime. Isto tem muito pouco que ver com policias nas ruas e muito que ver com tecnologia mais inteligente.
Parte desta tecnologia está a ser usada pela policia. Pode servir-se de computadores para descobrir “locais propensos” à criminalidade e distribuir as suas forças em conformidade: nalgumas áreas de Manhattan isto tem ajudado a reduzir a taxa de roubos em mais de 95%.
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
John Micklethwait e Adrian Woolddridge
“Há cada vez mais provas de que os trabalhadores mais velhos podem ser úteis, com estudos que mostram que a atividade empresarial atinge o seu pico entre as idades dos 55 aos 64 anos. Ray Kroc estava nos 50 quando começou a edificar o sistema de franchising da McDonalds, enquanto o coronel Harland Sanders já estava nos 60 quando iniciou a cadeia da Kentucky Fried Chicken”
A Quarta Revolução, a Corrida Global para reinventar o Estado
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