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não se pode dizer que quando #Trump proclama que a Europa não paga o que deve à NATO não tenha razão.

não se pode dizer que quando #Trump proclama que a Europa não paga o que deve à NATO não tenha razão.
Tem. E é incompreensível que países ricos e com grandes superávites comerciais e orçamentais não dêem o seu contributo para a defesa comum do continente.
Nem que os países bálticos prefiram não ter exércitos capazes e dependerem quase totalmente dos aliados (como Portugal que gastou aqui cem milhões de euros num destacamento de F-16).
Se a Europa precisa (e precisa) de sair debaixo do para-chuva americano precisa de tornar a investir na sua defesa e de expandir as estruturas comuns de defesa até à forma de um exército, marinha e força aérea comuns, sem prescindir dos exércitos nacionais mas complementando-os especialmente nos programas de armamento mais dispendiosos.
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a saída do Reino Unido e o afastamento dos EUA de #Trump deixam a Europa à mercê do único exército europeu de nível mundial (em força, diversidade e qualidade): França.

a saída do Reino Unido e o afastamento dos EUA de #Trump deixam a Europa à mercê do único exército europeu de nível mundial (em força, diversidade e qualidade): França.
Alemanha, Itália e Espanha seguem depois, mas muito a grande distância (especialmente no domínio nuclear e de poder aéreo).
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Numa guerra violenta e muito pouco falada no Ocidente, aquela que opõe o exercito egípcio ao grupo “Província Sinai” (afiliado ao Daesch) já morreram, desde 2013, mais de 600 agentes da policia e militares egípcios.

Numa guerra violenta e muito pouco falada no Ocidente, aquela que opõe o exercito egípcio ao grupo “Província Sinai” (afiliado ao Daesch) já morreram, desde 2013, mais de 600 agentes da policia e militares egípcios. Recentemente, morreram mais 50, em 15 ataques simultâneos.
A guerra ao Daesch está mais intensa e em mais frentes do que nunca… E já há cidadãos portugueses a morrerem (Sousse), contudo, do lado do nosso MNE e, sobretudo, da nossa Presidência da República, nada se diz ou faz, para além de um silencio ensurdecedor…

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O tempo das “guerras de intervenção” em que as grandes potencias derramavam torrentes esmagadoras de homens e material num dado pais para invadirem um território vizinho, já passou e não volta mais.

O tempo das “guerras de intervenção” em que as grandes potencias derramavam torrentes esmagadoras de homens e material num dado pais para invadirem um território vizinho, já passou e não volta mais.
As guerras do futuro serão guerras aéreas, navais ou económicas, nunca mais guerras de infantaria ou de ocupação.
Isto significa que, doravante, os conflitos regionais terão que ser resolvidos regionalmente, com ou sem apoio logístico, aéreo, naval ou económico externo.
Neste sentido, as notícias que dão conta da conjugação de esforços entre Niger, Nigéria (um dos maiores exército de África), Chade e Camarões (dois dos mais competentes exércitos africanos) sao boas. Sem esta conjugação o Boko Haram imporá dentro em breve um novo “Estado Islâmico” na região e a recuperação recente da cidade de Damask indicia que essa cooperação já está a dar frutos.

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A guerra no leste da Ucrânia é uma guerra pela sobrevivência deste pais,

A guerra no leste da Ucrânia é uma guerra pela sobrevivência deste pais, não é uma guerra por duas regiões de língua russa no leste deste país. E é assim porque num pais que já tinha graves problemas estruturais, corrupção endémica e uma economia de rastos está agora a perder o controlo da maior parte do carvão e do aço (16% do PIB) e o excelente porto de Mariupol.
Se esta guerra terminar com a perda do Leste, a Ucrânia será um pais mais pobre (a sua economia caiu 7.4% só em 2014) e cairá ainda mais 20% em 2015 com a perda do Leste.
Um pais que em dois anos deixa perder quase um terço da sua economia é viável?…

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Porque está Israel a atacar o Hezbollah?

A perda de Kobane pelo Daesh, com as mais de duas mil baixas dos seus melhores combatentes e de uma quantidade de equipamento que o Daesh não consegue facilmente substituir (pelo menos 70 peças de artilharia e 100 blindados) pode representar o principio da inversão do avanço do exercito de Abu Bakr al-Baghdadi.
Poderia, se Israel não o estivesse a ajudar.
Se Israel não tivesse agora começado a bombardear colunas do Hezbollah em território sírio que se posicionavam para atacar forças do Daesh. Estes ataques israelitas podem alterar o equilíbrio de forças na Síria, agora muito instável, com o recuo das forças governamentais no norte e com a presença das milícias do Jabhat al-Nusra e do “Exército do Islão” junto a Damasco.
Qual é a estratégia do Governo de Israel? Prefere ter a norte um Estado islâmico radical do que o brutal (mas previsível) regime de Assad? Está apenas preocupada com ganhos internos de popularidade?

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Não foi noticiado no Ocidente

Não foi noticiado no Ocidente, mas algures em Donbass existe um coluna militar com 68 veículos blindados ucranianos completamente destruída. Não foi noticiado, mas se o leste da Ucrânia não foi retomado pelo governo tal sucedeu por decisão estratégica de permanecer nos arredores das cidades e bombardeá-las, sem entrar e correr o risco de combates porta-a-porta.

O exército ucraniano é altamente corrupto (o seu oficialato nunca é visto na frente de combate) e ineficiente. Apesar de ter uma superioridade numérica e em termos de equipamento esmagadora não conseguiu (ou não quis) retomar o leste e a maior parte das suas ações ofensivas foram protagonizadas por milícias onde os elementos de extrema direita são muito influentes.

A prazo esta Ucrânia não tem futuro. A divisão do país em dois, um membros da NATO e da UE, o outro parte da Rússia (como deseja aliás, a maioria Sá população local) é cada vez mais a melhor opção para todas as partes envolvidas.

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Leste da Ucrânia: não creio que vá haver aqui uma integração “à crimeica”

Esta semana, uma coluna do exército ucraniano da “operação antiterrorista em larga escala” após uma escaramuça com civis armados, debandou e deixou seis BMP-2 que foram capturados pelos separatistas, ao mesmo tempo, várias deserções e “mudanças de lado” ocorreram um pouco por todo o leste do país. A Ucrânia não parece ter nem a força nem a organização capaz de restaurar a autoridade do governo interino no leste do país.

Apesar desta incapacidade, a Rússia não parece estar realmente interessada em anexar o leste da Ucrânia. Tal anexação seria um pesadelo diplomático (ao contrário da Crimeia) durante anos e, sobretudo, seria uma carga tremenda assumir as minas de carvão (cronicamente deficitárias) e toda a economia lenta e ineficiente do leste ucraniano.

A aposta russa parece ser a de manter a Ucrânia no limite da ingovernabilidade e, logo, longe da integração europeia… mantendo forças militares prontas a intervir caso existam sinais de perseguições à população russa deste território.

Ou seja: não creio que vá haver aqui uma integração “à crimeica”, mas um rastilho lento pela instabilidade do território e uma preparação para uma operação relâmpago em caso de emergência étnica.

É a minha aposta, pelo menos…

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A China vai comprar aviões Su-35 e 4 submarinos à Rússia

SU-35

SU-35

A China vai adquirir 24 aviões Su-35 e 4 submarinos Lada à Rússia, sendo 2 construídos na Rússia e os restantes sob licença em estaleiros chineses. A aquisição irá aumentar a capacidade aeronaval chinesa num momento de elevada tensão no Mar do Sul da China, com Pequim disparando sobre navios de pesca vietnamitas e repetidas violações do espaço aéreo nipónico por aviões de reconhecimento chineses. Para além deste negócio decorrem também negociações que envolvem mísseis anti-aéreos de última geração S-400, motores 117S, aviões de transporte IL-476 e aviões-tanque IL-78.

Estas aquisições confirmam a vontade chinesa de se assumir como uma grande potencia militar, com capacidade para reclamar todas as zonas territoriais e marítimas que disputa com os seus vizinhos e para se afirmar como uma potencia militar global. Para cumprir este objetivo, as despesas militares chineses têm subido de forma consistente todos os anos, tendo tido para 2013 um aumento de 10,7% e ascendendo já a mais de 116,3 mil milhões de euros anuais.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-to-buy-russian-fighters-subs-state-media-47271/#ixzz2OeXUIR1q

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A Dinamarca reabre o processo de compra de um novo caça: o Saab Gripen continua com vantagem

A Dinamarca reabriu o processo de seleção de um novo avião de combate para a sua força aérea: suspenso em 2010, o processo alinhava quatro opções, sendo o Saab Gripen a favorita e contando com o Super Hornet, o F-35 e o Typhoon como as restantes opções.

A tradicional preferência dinamarquesa por aviões do seu parceiro cultural, linguística e comercial, a Suécia, favorece a Saab, empresa que recentemente conseguiu uma encomenda de mais 60 Gripen para a força aérea sueca e que está bem encaminhada para vender 20 aparelhos à Suíça.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/gripen-one-of-four-alternatives-as-denmark-reopens-fighter-jet-procurement-47183/

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O exército sul-africano sofre na República Centro Africana as baixas mais pesadas das últimas décadas

O exército sul-africano registou as suas mais pesadas baixas desde os tempos das guerras do apartheid depois de 13 soldados da RAS terem sido mortos pelos rebeldes que tomaram o controlo da República Centro Africana neste fim-de-semana.

Os soldados terão falecido durante uma batalha que demorou mais de nove horas na base que ocupavam nos arredores de Bangui, a capital desse país da África central. Além destes mortos, outros 27 soldados terão ficado feridos. Estes militares faziam parte de um contingente de 200 homens enviados em dezembro do ano passado para apoiar o frágil exército governamental centro-africano.

Em resultado da ofensiva rebelde o presidente do país deixou a capital e o seu exército parece ter-se eclipsado. Apesar disso, a África do Sul não decidiu ainda retirar as suas forças que permanecerão neste país até decisão em contrário de Joanesburgo.

A batalha terá oposto 200 militares sulafricanos a mais de 3000 rebeldes bem armados e durou até que estes pediram cessar fogo, abrindo umas tréguas que persistem até hoje.

As elevadas baixas sulafricanas resultam assim da inferioridade numérica e da inexistência de equipamento pesado e apoio aéreo, uma vez que a sua missão era a de treino do exército local e de proteção da equipa de formadores no âmbito de acordo militar assinado em 2007.

Fonte:

http://www.spacewar.com/reports/SAfrica_sees_worst_troops_loss_in_years_in_CAfrica_battles_999.html

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A Embraer recupera o contrato de venda de 20 Super Tucanos aos EUA

Super Tucano

Super Tucano

Depois de ter ganho e suspenso a sua proposta para venda de aviões Super Tucano à USAF, a Embraer conseguiu finalmente desbloquear a venda e prepara-se assim para encaixar mais de 427 milhões de dólares.

Os aparelhos serão construidos em parceria com a construtora norte-americana Sierra Nevada Corporation.

O contrato prevê a venda de vinte aparelhos e havia sido violentamente contestado pela concorrente Hawker Beechcraft com o seu AT-G que o contestara alegando a perda de postos de trabalho nos EUA. A Hawker com efeito atravessou um período de grandes dificuldades financeira, saindo do “capitulo onze” (pedido de proteção contra falência) apenas em meio de 2013.

Este vinte Super Tucano vão assim cumprir a necessidade desenhada pelo programa “Light Air Support” que visa fornecer ao Afeganistão uma força de ataque ao solo, ligeira, fácil e barata de manter que permita suportar o seu exército depois da saída das forças da coligação.

Este desbloqueio vem aumentar as possibilidades de que o Boeing Super Hornet vença o concurso F-X2 de fornecimento de 36 aviões à Força Aérea Brasileira por 16 milhões de dólares e coloca dificuldades adicionais aos outros dois finalistas: Saab e Dassault.

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1238047-embraer-vence-licitacao-da-forca-aerea-dos-eua.shtml

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O Brasil vai comprar sistemas russos de Defesa Aérea Pantsir-S1 ou Tor-M2E

Pantsir-S1

Pantsir-S1

Depois de anos de longas e difíceis negociações, o Brasil está prestes a comprar sistemas de defesa aérea russos. Os modelos exatos ainda não são conhecidos, mas poderão ser os Pantsir-S1 ou os Tor-M2E. Ambos são considerados, na sua classe, como dos melhores sistemas anti-aéreos do mundo e representarão um notável incremento de capacidade para a defesa aérea brasileira.

O acordo que está agora perto da finalização, prevê a transferência de tecnologia e a possibilidade de construção local destes sistemas. As empresas brasileiras que poderão participar neste processo são a Odebrecht Defesa, a Embraer Defesa e a Avibras.

Entre os sistemas em negociação, o favorito dos militares parece ser o Tor. Mais caro, mas mais capaz que o Pantsir, o sistema inclui 4 lançadores,veículos de apoio e custa por sistema mais de 300 milhões de dólares… muito, num país que suspendeu io F-X2 por necessidades de contenção orçamental.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1224185-brasil-quer-comprar-defesa-antiaerea-russa.shtml

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O Qaher 313, o protótipo furtivo iraniano

Qaher 313

Qaher 313

Surpreendendo tudo e todos, o Irão mostrou ao mundo um protótipo de um novo caça, o “Qaher 313”. O aparelho foi apresentado no decurso da comemoração nacional da Revolução Islâmica de 1979.

O ministro da defesa iraniano, o Brigadeiro General Ahmad Vahidi declarou que “o avião será diferente de todos os outros aviões de combate já construiu”. As fotografias que foram divulgadas aparentam tratar-se de um avião furtivo, com ângulos e com uma cauda semelhante ao F-22 norte-americano. Exibe canards fixos e asas com uma pequena superfície alar. O cockpit é estranhamente simples, como se o modelo apresentado fosse apenas um “kit” à escala real ou um protótipo ainda numa fase muito inicial, talvez apenas ainda com a intenção de testar a airframe. As entradas de ar também são muito pequenas. Demasiado pequenas para um avião supersónico, de facto. O aparelho, se chegar mesmo à fase de produção em série, irá substituir a frota de pouco mais de dez F-14 Tomcat que o Irão preserva desde a queda do Regime do Xá.

Fonte:
http://www.businessinsider.com/irans-new-indigenous-fighter-qaher-313-david-cenciotti-2013-2#ixzz2Jruf2G2Q

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A subcomissão de “Segurança e Defesa” do Parlamento Europeu declarou que era “espantoso” que alguns Estados da União Europeia, tivessem sido surpreendidos com a ofensiva terrorista no Mali

Arnaud Danjean

Arnaud Danjean

A subcomissão de “Segurança e Defesa” do Parlamento Europeu declarou que era “espantoso” que alguns Estados da União Europeia, tivessem sido surpreendidos com a ofensiva terrorista no Mali. Segundo esta comissão, a União Europeia deveria ter estado melhor preparada para uma escalada do conflito no Mali e os Estados membros deveriam ter mostrado mais solidariedade com as forças francesas que enfrentam os islamitas radicais nesse Estado africano.

O presidente dessa comissão, o deputado Arnaud Danjean, confirmou que a missão de treino da União Europeia recentemente anunciada, já estava planeada há muito tempo e que a ofensiva rebelde sobre Bamako apenas acelerou a sua ativação.

A Comissão criticou os Estados-membros que limitaram o seu apoio à intervenção francesa ao envio de medicamentos e de aviões de transporte, criticando a falta de “unidades de combate”: “para que servem se não podem combater?”. No contexto da crise maliana, o presidente da comissão também criticou o silêncio da NATO a este propósito, entidade muito ativa na Somália e no Afeganistão, mas que agora no Mali parece ter-se eclipsado completamente.

Fonte:
http://www.europarl.europa.eu/news/pt

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A China compra 36 bombardeiros Tupolev Tu-22M3 à Rússia

A China vai adquirir 36 bombardeiros Tupolev Tu-22M3 à Rússia. Numa primeira fase serão entregues 12 aparelhos e numa segunda e última os remanescentes 36 aviões.

O Tu-22 é um bombardeiro estratégico de longa distância desenvolvido na era soviética para atacar os grandes porta-aviões norte-americanos. O modelo continua em uso na Rússia em grandes números (93 na força aérea e 58 na marinha) apesar de ser um projeto da década de 1980 e vai permitir a Pequim realizar um incremento notável das suas capacidades aeronavais.

Os aparelhos exportados para a China serão assim aviões usados e que ali receberão uma nova designação “H-10” e atualizações diversas, como sistemas eletrónicos e um aumento do seu raio de alcance. O aparelho irá permitir a saída do serviço ativo da frota de obsoletos bombardeiros H-6 (a versão chinesa do Tu-16) e servir a estratégia chinesa de aumento no nível de confronto aeronaval no Mar do Sul da China e contra o Japão.

Os primeiros H-10 deverão sair das fabricas chinesas em 2013 e entrar ao serviço ainda no ano seguinte.

Fonte:
http://www.spacemart.com/reports/China_buys_Russian_bombers_999.html

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O Japão e a China à beira de um confronto aéreo?

Durante o mês de janeiro, a tensão militar entre a China e o Japão a propósito de um grupo de ilhas cuja posse é disputada entre os dois países foi constante. O ministro da defesa de Pequim confirmou que a 11 de janeiro dois aviões Chengdu J-10 tinham sido colocados no ar em resposta à aproximação de dois F-15 japoneses que seguiam um avião chinês de reconhecimento Y-8.

Na altura não chegou a haver confronto, mas ambos os lados parecem dispostos a elevarem muito alto a fasquia a propósito da posse destas ilhas, o que poderá levar mais cedo ou mais tarde a um enfrentamento aéreo sobre as ilhas Diaoyu. É muito improvável que o conflito descambe numa guerra aberta ou total, mas um choque entre duas esquadrilhas ou mesmo numa sucessão de combates é muito mais provável.

A China opera atualmente cerca de 500 aviões de combate modernos de vários tipos, destacando-se aqui 200 J-10 e 270 J-11 e Sukhoi Su-27. Numa segunda linha, existem mais de 400 J-7, a versão local do MiG-21. Perante esta massa armada, o Japão dispõe de 153 F-15J, 63 Mitsubishi F-2A e cerca de 80 Phantoms F-4. Em tese, estes números dariam uma vantagem confortável a Pequim, mas os seus pilotos não estão tão bem treinados quanto os japoneses, a doutrina aérea chinesa ainda é obsoleta (as missões são sempre comandadas a partir de terra, p. Ex.) e toda a estrutura de apoio (reabastecimento, radares, técnicos de solo, etc) é muito inferior. Contando com todos estes fatores, estamos perante dois pares, não tendo nenhum uma nítida vantagem sobre o adversário.

Esta paridade é um factor de paz, ja que refreia militarismos estéreis de parte a parte… resta contudo muito alta a probabilidade uma escaramuça aérea, com a perda de alguns aviões e pilotos, com um desfecho impossível de antever.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/news/articles/in-focus-chinese-air-force-not-yet-a-match-for-japans-381453/

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Os Jihadistas do Mali não são nenhuns amadores e porque não há Drones dos EUA a apoiarem os franceses no Mali?

Os acontecimentos no Mali refletem a ascensão de uma nova ameaça: os combatentes internacionais da Al Qaeda, endurecidos pela experiência combatente em vários cenários (Líbia, Argélia, Síria, Somália, Iraque e Afeganistão) e que hoje convergem para o norte do Mali, eleito (juntamente com a Síria) com as duas prioridades globais da Al Qaeda.

Esta nova geração de combatentes islâmicos é ainda mais perigosa que aquela que as forças da Coligação enfrentaram no Afeganistão: está mais bem armada (graças ao arsenal sem Kadafi), tem experiência de combate e encontra nas muito permeáveis fronteiras malianas um fácil refúgio.

Se estes islamitas conseguirem segurança mínima no norte no Mali para fundarem um Estado Islâmico, é seguro que tentarão exportar a sua revolução para outros países da região e até mais para norte até à Europa…

E não se pense que trata de um grupo de maltrapilho desorganizados, mal armados, sem munições, inexperientes ou mal comandados. O ataque bem sucedido a um campo de gás argelino de Ain Amenas – protegido pelo exército e por seguranças armados – prova a sua capacidade. A necessidade de França reforçar os seus meios no Mali reconhecendo o erro da sua primeira avaliação da ameaça, produz a prova definitiva: os jihadistas do Mali não são uma força fácil de vencer.

França não pode travar esta guerra sozinha, contando apenas com o apoio pouco entusiástico de algumas poucas centenas de milhar de militares de países da ECOWAS (desmotivados e tudo fazendo para evitar a frente de batalha), mas precisa do apoio ativo dos seus aliados ocidentais e, sobretudo, dos drones dos EUA que a partir das bases no Marrocos, Burkina Faso, Mauritania e Niger poderiam compensar a débil cobertura aérea fornecida pela escassa dezena de Rafales que França e Mirage F1 opera a partir da suas bases no Chade.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/North_Africa_Is_this_al-Qaida_resurgent_999.html

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O que se passa no Mali já não é apenas a revolta dos tuaregues contra o corrupto Estado maliano sediado em Bamako

Dois APCs franceses no Mali (http://www.csmonitor.com)

Dois APCs franceses no Mali (http://www.csmonitor.com)

Quem segue o Quintus sabe que não tenho pudor em defender o uso da força armada sempre que entendo que esta moralmente se justifica. Ora, o que hoje se passa quer na Síria, quer no Mali, justifica o uso ético desta força. Na Síria, apenas a cumplicidade assassina da autocracia russa e da ditadura pequinesa permite que o regime persista no poder. No Mali, contudo, os islamitas radicais do norte não têm esse tipo de apoio… apesar disso, durante meses, nada se fez, e as grandes “potencias” mundiais deixaram que os radicais instalassem confortavelmente um Estado dentro do fraco, corrupto e ineficiente Estado maliano.

Não muito longe das suas fronteiras do sul, a União Europeia deixou que se instalasse no norte do Mali um regime medieval, retrógrado e profundamente violento: destruição de património histórico não-muçulmano ou não conforme à tendência islâmica dominante na coligação islamita, massacres de civis, prepotências várias, aplicação dos aspetos mais cruéis da Lei Islâmica (Sharia), com cortes de mãos e outras barbaridades medievais, tudo financiado com o dinheiro da droga que chega ao Mali pelas estradas que começam no narco-estado impune da Guiné-Bissau.

O que se passa no Mali já não é apenas a revolta dos tuaregues contra o corrupto Estado maliano sediado em Bamako. O ataque às instalações de extração de gás na Argélia mostrou combatentes islâmicos oriundos de todos os países que habitualmente fornecem recrutas à Al Qaeda e de outros que nem tanto (p. ex. O grupo que atacou o campo de gás argelino era chefiado por um canadiano). Com efeito, esta Coligação islamita já é muito mais que um “grupo tuaregue” e agrega militantes e combatentes de praticamente todo o mundo islâmico, com armas capturadas ao extenso arsenal de Kadafi e batidos dos conflitos líbio, iraquiano e afegão. Boa parte destes combatentes islâmicos no Mali, de facto, já tem mais experiência de combate que as forças terrestres francesas que os combatem hoje no norte do Mali…

O conflito do Mali, a incapacidade em devolver a Guiné-Bissau à “normalidade institucional e democrática e a atitude tíbia e inconstante da CPLP, da ONU e da CEDEAO em relação a estas duas crises expõe as fragilidades do atual sistema internacional de segurança e a necessidade imperativa da sua reforma: desde logo, o Conselho de Segurança tem que ser estendido além daqueles que hoje têm aí assento permanente e o direito de veto tem que ser revogado e substituído por um voto de maioria simples. E tem que haver forças semipermanentes prontas a intervir rápida e decididamente em situações de crise… se a crise no Mali é hoje tão grave isso deve-se precisamente ao tempo que os islamitas do norte tiveram para consolidar posições e preparar a atual marcha para sul.

Por outro lado, os islamitas do Mali tem duas fontes de rendimentos para sustentar as suas guerras: uma menos importante e que são os resgates cobrados a raptos de ocidentais. E outra, a maior, que são as comissões no tráfego de cocaína colombiana, e cujo circuito começa na Guiné-Bissau. Se a CPLP tivesse intervido atempadamente e deposto o narcoregime militar em Bissau talvez agora a comunidade internacional não tivesse em mãos a crise maliana. Talvez.

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A França está sozinha no Mali: Sinais de uma cada vez mais flagrante Desunião Europeia (e da cobardia alemã)

Corre em alguns círculos alguma indignação contra este “intervencionismo” ocidental a propósito da entrada no Mali de algumas forças combatentes francesas. Como sempre, há acusações de neocolonialismo mas França tem todas as razões (e mais algumas) para estar no Mali: desde logo, porque há milhares de seus cidadãos vivendo neste país. Depois, porque o governo local pediu a intervenção francesa. Sobretudo, França deveria intervir, procurando por todos os meios impedir que todo o Mali se transforme num Afeganistão, com muitas fronteiras com países da região (Argélia, Mauritânia, Guiné Conacri, Senegal, Costa do Marfim, Burkina Fasi e Níger) pode tornar-se num paraíso para novas radicalizações islâmicas na região, oferecendo bases e apoio logístico e financeiro para que esses países se tornem também eles Estados islâmicos. Se o Mali se tornar num “emirado islâmico”, é a “teoria do dominó” outra vez que volta: tendo em conta que existem fortes comunidades islâmicas nos países da região, nada obsta a que este exemplo fosse seguido por outros, desde logo porque os tuaregues (que formam o cerna da aliança islâmica do Mali) são um povo que cruza as permeáveis fronteiras do Saara com muita facilidade e rapidamente aparecem num ou noutro país, como o fizeram recentemente num ataque a um campo de gás argelino, tomando cerca de 40 reféns ocidentais (a maioria terá falecido a 17 de janeiro num raid da força aérea argelina)

Se o Mali se tornar num Emirado Islâmico radical teremos um exportador de terrorismo para a Europa não muito longe das suas fronteiras e um ponto de desestabilização para toda a região. A covardia alemã, italiana e inglesa num problema que também é seu ilustra o estado presente de Desunião Europeia e a distância que vai das palavras à ação quando se trata de agir. Hollande soube agir quando era necessário e a França vai acabar por inevitavelmente sair por cima desta situação, com ou sem o devido apoio dos seus pífios aliados europeus numa guerra que devia ser de todos. Portugal, inclusive, onde a proximidade da Guiné-Bissau (país cada vez mais islamizado) devia compelir a estar também presente, deslocando meios do distante e não-estratégico cenário afegão.

PS.: Especialmente notória é a ausência alemã nesta crise: como espera a alemanha vir a liderar esta europa, se nos momentos de crise, foge e prima pela ausência? Isto já aconteceu na Líbia e agora, torna a acontecer no Mali. Alemanha: um país cobarde que não está à altura das suas ambições hegemónicas sobre o continente europeu.

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O exército francês encontra obstáculos imprevistos na sua ofensiva contra os islamitas no Mali

Militares franceses em Bamako (Mali)

Militares franceses em Bamako (Mali)

Apenas alguns dias depois do arranque da ofensiva francesa no Mali os rebeldes islamitas dão provas de uma resiliência que não era esperada por todos. Bem treinados, equipados com armamentos capturados na Guerra Civil líbia e experimentados nessa guerra civil, os combatentes do MUJWA, a coligação islâmica que ocupa o norte do país e que ameaça agora o sul dessa nação africana, estão a resistir mais ativamente do que se esperava.

Respondendo ao avanço francês contra Konna, as forças do MUJWA avançaram para o flanco, invadindo a cidade de Diabaly, a 400 km de Bamako, a capital do Mali, numa operação bem planeada e melhor executada, com pequenos grupos de rebeldes passando o rio durante a noite e concentrando-se na manhã seguinte, tomando a cidade de assalto a um exército governamental muito desmoralizado e desorganizado.

Sem poder contar de forma efetiva com o exército governamental, os franceses esperam a chegada de uma força multinacional composta por países da região para receberem o tipo de apoio que localmente não conseguem obter. A operação está assim ameaçada pela ineficiência do exército local, pela lentidão e impreparação das forças africanas que deverão começar a chegar ao Mali nos próximos dias e, sobretudo, pela escassez de meios empenhados por França neste cenário: algumas centenas de soldados, cerca de dez Rafale e meia dezena de helicópteros de ataque ao solo Gazelle, dificilmente serão suficientes para inverter a vantagem islamita no território de um país tão extenso como o Mali.

Sem mais meios, a instalação do “O Estado Islâmico de Azawad”, dos rebeldes tuaregues que servem de cerne a essa aliança islamita que nas últimas semanas tem destruído o património cultural de Tumbuktu e que começou agora a conquistar cidades no sul e a avançar paulatinamente para o sul, até Bamako, parece impossível de impedir.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/contraataque-islamita-coloca-franca-em-dificuldades_160172.html

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Entrevista ao jornal “O Diabo” do atual primeiro ministro “de transição” da Guiné-Bissau

“Sabemos que é Portugal que está a fazer todo o trabalho de sapa. (…) quando suspenderam a aplicação do novo acordo de pesca sob pretexto de que não havia segurança na nossa ZE, os armadores espanhóis insurgiram-se em força em Bruxelas. (…) dei instruções para que nenhuma licença seja concedida a nenhum barco europeu. (…) neste momento, estamos na iminência de firmar um acordo de pescas com a China e a Coreia do Sul.”

– a desfaçatez destes personagens “de transição” que foram colocados de colo no governo guineense pelos narcomilitares deste país lusófono é espantosa: acusam Portugal de estar a fazer um “trabalho de sapa” contra o seu narcogoverno, eles que pela força das armas e contra todas as leis nacionais e internacionais tomaram o poder, apenas para protegerem os narcotraficantes do exército guineense de uma “reforma” que as forças angolanas da CPLP se preparavam para realizar. Portugal se faz “trabalho de sapa”, fá-lo no cumprimento da Lei e da normalidade democrática, mas não o faz (não tem meios nem vocação para tal) numa “guerra secreta” como sugerem estes farsantes guineenses.

“Ao nível da nossa sub-região temos tido algum apoio. Apoio financeiro da UEMOA e também da Nigéria. A CEDEAO vai-nos apoiar na tarefa visando a reforma dos setores de defesa e segurança. Para além disso, a China está disposta a apoiar a Guiné-Bissau. (…) já recebemos pedidos de empresas chinesas que querem vir investir na Guiné-Bissau em todos os setores: bauxite, Porto de Buba, estradas e infra-estruturas.”

– entreguem os recursos da Guiné aos chineses que eles ficarão em boas mãos, sendo explorados de forma sustentável e com amplos benefícios para sua preservação e para as populações locais. Exemplos desses aliás abundam por toda a África, onde os empresários e empresas chineses têm passado, aliás.

“Recentemente, o presidente interino visitou o Irão, com vista ao reforço da cooperação. O mundo árabe sempre apoio a Guiné-Bissau, especialmente em momentos de apuro.”

– o Irão dos radicais shiitas é outro ponto de apoio importante para um país que pretende reafirmar-se entre o quadro das nações sérias, bem governadas e democráticas, decerto. Aproximem-se da China e do Irão e vejam a credibilidade de um regime colocado no poder pela força das armas e financiado pelos barões da droga colombianos e nigerianos afundar-se ainda mais.

– urge limpar a Guiné-Bissau desta camarilha impune e criminosa, usando a mesma força das armas que a levou ao poder, mas com um mandato internacional – da CPLP e da ONU – com unidades africanas (da sub-região e da CPLP) com apoio logístico, aéreo e naval de Portugal e Brasil e desmantelando totalmente o exercito guineense, levando a tribunais internacionais os seus oficiais e reestruturando o seu exército, marinha e força aérea a partir do zero. E amanhã não será já cedo demais.

Entrevista publicada no Diabo de 13 de novembro de 2012 ao “primeiro-ministro” do governo guineense instalado no poder pelos militares

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O F-X2 foi adiado para enquanto a “economia brasileira não der sinais claros de recuperação”

Dassault Rafale

Dassault Rafale

Dilma Rousseff em meados de dezembro tornou a confirmar a decisão de adiar a compra de aviões de combate para a FAB enquanto a “economia brasileira não der sinais claros de recuperação”. Isso mesmo foi dito numa conferencia de imprensa tendo ao lado o seu homologo François Hollande.

A Presidente brasileira referia-se ao programa de aquisição de 36 aviões por um valor que oscilaria entre os 4 e os 7 mil milhões de dólares. Um concurso em que o aparelho francês Rafale competia (com aparente vantagem) com o Boeing F/A-18 Super Hornet e o Saab Gripen.

Com efeito, a economia brasileira cresceu apenas 2.7% no ano passado, contra 7.5% em 2010. Este ano, a economia do gigante lusófono praticamente estagnou, mas existem sinais recentes de que poderá brevemente recuperar.

O Rafale tem vantagem, do ponto de vista técnico e de contrapartidas, mas o preço elevado tem levado o Brasil a procurar junto dos franceses obter uma correção da proposta. Bem colocado está também o Super Hornet, mas os brasileiros não gostam das limitações de reexportação de tecnologia tradicionais nos aparelhos de origem norte-americana, um ponto onde a proposta francesa sempre foi a mais forte prometendo atualmente “uma total transferência de tecnologia”, nas palavras do presidente francês.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Brazils_Rousseff_grounds_fighter_choice_until_economy_takes_off_999.html

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Finalmente, a Coreia do Norte conseguiu lançar um satélite

Unha-3

Unha-3

É oficial: a Coreia do Norte, finalmente e depois de uma sucessão de fracassos mais ou menos clamorosos, conseguiu colocar um satélite em órbita. Isso mesmo foi confirmado pelo NORAD norte-americano, que detetou o lançamento e o seguiu, confirmando a queda do primeiro andar no Mar Amarelo e do segundo no Mar das Filipinas. Segundo o NORAD: “o míssil lançou um objeto que parece ter conseguido entrar em órbita”, o que confere com declarações oficiais do regime norte-coreano segundo as quais “a segunda versão do satélite Kwangmyongsong-3 foi colocado em órbita” por um foguetão Unha-3.

Nem tudo parece ter corrido bem, contudo… segundo fontes norte-americanas, o satélite estaria fora de controlo, pouco depois de entrar em órbita. Como propósitos deste satélite estaria a “observação da Terra” e… a emissão de hinos patrióticos. Propósitos falhados, já que segundo fontes dos EUA o satélite estaria “morto”, ainda que em órbita.

Fonte:
http://feedproxy.google.com/~r/nasawatch/Aekt/~3/M7pzkRxrzy4/did-north-korea.html

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O primeiro protótipo Neuron realizou o seu primeiro voo em França

Drone NEURON

Drone NEURON

O protótipo de um drone de combate Neuron voo pela primeira vez a um de dezembro de 2012 a partir de uma base do sul de França.

O aparelho não tem cauda vertical por forma a ser tão furtivo quanto o possível e voou durante vinte e cinco minutos sob o controlo de dois pilotos baseados no solo.

Este protótipo deverá preceder um drone que equipara várias forças aéreas europeias por volta de 2030. O programa arrancou em 2003, em França, a que se juntaram depois vários outros países europeus: Itália, Suécia, Espanha, Suíça e Grécia tendo já custado cerca de 406 milhões de euros, dos quais França pagou perto de metade. O problema é que não existem planos para começar a construir aparelhos Neuron: simplesmente, nenhum país europeu tem atualmente recursos financeiros. Com exceção de França, onde a Dassault tenta convencer o Governo a financiar um segundo protótipo, não existem movimentações semelhantes em mais nenhum dos países que financia o Neuron.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Prototype_of_European_combat_drone_makes_maiden_flight_999.html

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A Suíça conseguiu descer o preço dos 22 Saab Gripen que vai adquirir à Suécia

A Suíça conseguiu pagar menos pelos 22 Saab Gripen que a própria força aérea sueca: os aparelhos irão ficar em cerca de 83 milhões de euros, ou seja, 15 a 30% menos que vai pagar a própria Suécia na próxima aquisição de entre 40 a 60 aparelhos Gripen.

Os Saab Gripen suíços irão substituir a frota de aviões Northrop F-5E/F Tiger e as entregas vão começar em 2018.

A aquisição destes aparelhos foi muito polémica na Suíça, mas é um facto que os custos das opções concorrentes (Rafale ou Eurofighter) eram muito mais elevados… o negócio será agora submetido ao Parlamento e – muito possivelmente – a um Referendo Popular.

Fonte:

http://www.defencetalk.com/swiss-to-get-swedish-jets-cheaper-than-swedes-report-45924/

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Afinal, o J-15 chinês parece ser muito mais sofisticado que o Su-33 russo

J-15

O novo caça chinês embarcado, o J-15 conseguiu ultrapassar a fase de testes no primeiro porta-aviões chinês, o Liaoning.

Exteriormente, o aparelho é muito semelhante à versão embarcada do Sukhoi Su-33, mas a verdade é que a sua aviónica é mais avançada, o computador russo TS-100 é muito menos rápido que o aparelho chinês, o radar do J-15 é mais sofisticado e, sobretudo, enquanto que o aparelho russo (que de facto, é a sua base tecnológica) só pode funcionar como um intercetor, o avião chinês é mais flexível, podendo também cumprir missões de ataque ao solo de precisão. No total, o avião emprega também materiais compósitos mais avançados, tornando-o mais leve mas mais robusto.

Em termos de caraterísticas, o J-15 é nitidamente superior ao Su-33, estando mais ao nível de aparelhos mais sofisticados como o F-16 e o Rafale representando assim uma prova de que a China já conseguiu vencer grande parte do atraso tecnológico que a separava do Ocidente ainda há poucos anos e que em termos qualitativos puros, os seus aviões mais recentes começam a ter um nível muito semelhante ao que se fabrica nos EUA ou na Europa.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/chinas-j-15-fighter-superior-to-russian-su-33-45820/

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Sobre a “parceria de Defesa” que o governo de Passos cozinha com Espanha

https://i0.wp.com/4.bp.blogspot.com/_2N5PJD1SDwA/SlTRBIJRfMI/AAAAAAAAEcs/1bngqw8FrOA/s320/img729.jpg

Um governo que se pôs de joelhos perante o germânico império na europa não está obviamente qualificado para defender o supremo interesse nacional na defesa de Portugal nas múltiplas questões territoriais que mantemos com Espanha.

Resulta assim muito preocupante esta “aproximação” promovida pelo atual ministro da Defesa, Aguiar Branco, a Espanha e as suas declarações de “procurar sinergias” entre as forças armadas portuguesas e espanholas. Pior, Aguiar Branco (um ministro famoso entre os militares pelas suas “gaffes” e profundo desconhecimento sobre os temas da Defesa Nacional) levou estas palavras a caminho da concretização: promoveu um encontro, em Madrid (uma escolha que indica bem o que será na prática esta “sinergia”), com o seu homologo castelhano. A agenda foi o “estudo do desenvolvimento de capacidades militares em conjunto, tanto ao nível da UE como da NATO.”

O que está aqui em equação é claro: a entrega de missões de soberania que hoje competem às forças armadas portuguesas a unidades militares espanholas: levados ao extremo (que aparenta estar hoje em perspetiva) teremos navios de guerra e aviões espanhóis a patrulharem as nossas águas, afastando os numerosos arrastões espanhóis que a coberto de indignos “acordos europeus” saqueiam as nossas águas, cobiçam a nossa ZEE junto às Ilhas Desertas ou patrulham a fronteira comum, até na disputada região de Olivença.

Um país não pode entregar a defesa armada do seu território a um exército estrangeiro, especialmente a um com o qual existem tantas questões pendentes ou mal resolvidas: disputas em águas territoriais, extensão da ZEE, ocupação ilegítima dos Concelhos de Olivença, incumprimento grave dos tratados sobre os rios internacionais, genocídio linguístico na Galiza, desequilíbrios comerciais e dumpings diversos. Entregar a Defesa do nosso país é assim uma perfeita imbecilidade, possível apenas naquele que é um dos mais medíocres ministros de um dos governos mais medíocres dos últimos cem anos.

Fonte:
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2897305

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