China

A China vai comprar aviões Su-35 e 4 submarinos à Rússia

SU-35

SU-35

A China vai adquirir 24 aviões Su-35 e 4 submarinos Lada à Rússia, sendo 2 construídos na Rússia e os restantes sob licença em estaleiros chineses. A aquisição irá aumentar a capacidade aeronaval chinesa num momento de elevada tensão no Mar do Sul da China, com Pequim disparando sobre navios de pesca vietnamitas e repetidas violações do espaço aéreo nipónico por aviões de reconhecimento chineses. Para além deste negócio decorrem também negociações que envolvem mísseis anti-aéreos de última geração S-400, motores 117S, aviões de transporte IL-476 e aviões-tanque IL-78.

Estas aquisições confirmam a vontade chinesa de se assumir como uma grande potencia militar, com capacidade para reclamar todas as zonas territoriais e marítimas que disputa com os seus vizinhos e para se afirmar como uma potencia militar global. Para cumprir este objetivo, as despesas militares chineses têm subido de forma consistente todos os anos, tendo tido para 2013 um aumento de 10,7% e ascendendo já a mais de 116,3 mil milhões de euros anuais.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-to-buy-russian-fighters-subs-state-media-47271/#ixzz2OeXUIR1q

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Miguel Monjardino: “A China está a envelhecer depressa, os salários no setor exportados têm subido”

Miguel Monjardino

Miguel Monjardino

“A China está a envelhecer depressa, os salários no setor exportador têm subido bastante, a moeda valorizou-se, o preço do enorme estímulo governamental à economia é cada vez mais claro, o investimento é insustentável, o crescimento económico é bastante mais baixo e a desigualdade entre as famílias da elite política e a classe média é cada vez mais visível e chocante. (…) o ano passado o consumo representou apenas 34% do PIB chinês. Ao contrário do que pensamos a China não é estável do ponto de vista político e económico.
(…)
Manter o modelo económico satisfaz a elite, a burocracia e as grandes empresas públicas mas terá consequências negativas no crescimento e distribuição dos rendimentos. Reformar no sentido de incentivar o consumo e criar mais espaço político para uma classe média cada vez mais determinada a defender os seus interesses é arriscado mas, a prazo, melhoraria a situação.”

Miguel Monjardino
Expresso 3 novembro 2012

A prazo, o dito “modelo chinês” de desenvolvimento está condenado. O crescimento de uma classe média cada vez mais informada e com acesso à cultura e aos métodos democráticos aplicados na maior parte do globo, vai colocar uma pressão crescente e – a prazo – impossível de deter. Os chineses vão exigir mais democracia, ao mesmo ritmo a que hoje exigem melhores salários e melhores condições de vida. E quando isso acontecer um “modelo de desenvolvimento” alicerçado nos baixos salários, e numa série de dumpings laborais e ambientais estará condenado a desaparecer e com a China tal qual a conhecemos hoje.

Provavelmente, uma China cujo centralismo depende muito da garantia por parte do regime de um continuo melhoramento de vida, em troca de baixos direitos cívicos e políticos, irá colapsar e fragmentar-se numa serie de Estados menores. A superpotencia que será, irá assim colapsar mesmo antes de o chegar a ser.

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Está tudo ligado: salários chineses, docilidade politica e sociedade civil condicionada

“O que a Europa pede a Portugal, para ser competitivo, é uma quadratura do círculo: que tenha os salários chineses e a qualidade alemã, a segurança social mexicana e a flexibilidade laboral holandesa, o Estado social marroquino e a qualificação finlandesa, a competitividade asiática e as leis ambientais europeias. Não é possível. Se a competitividade portuguesa, integrada num mercado europeu completamente aberto, se basear na redução drástica de custos, isso terá um preço. Não se pode pedir as condições de produção competitivas do terceiro mundo e, simultaneamente, preocupações ecológicas do primeiro mundo.
(…)
“Uma Europa a duas velocidades, que desistiu da coesão social, política e fiscal, não pode defender que todos cumpram as mesmas regras.”

Daniel Oliveira
Expresso 15 dezembro 2013

O que a Europa pede (AKA exige) é que percamos todos os ganhos sociais económicos conquistados desde abril de 1975. Que regridamos em qualidade de vida até aos meados da década sessenta e que aceitemos viver em democracia limitada por forma a que os credores e os seus agentes do norte da europa melhor possam exercer o seu império.

Esta europa estará feliz se nos mantivermos dóceis e passivos perante estas camadas sucessivas de austeridade e de sacrifícios sem fim à vista. E para cujo sucesso uma Sociedade Civil passiva é crucial… a questão é será possível manter esta passividade num contexto de redução dramática de direitos e em que 1.4 milhões de portugueses estão no desemprego, sendo que destes pelo menos 40% são desempregados crónicos, de longa duração e com filhos a cargo? Esta massa crescente de cidadãos cada vez mais desesperados manter-se-á inane e passiva durante muito mais tempo?

Até quando durara a paciência dos portugueses? Quando começarão a atirar iogurtes aos políticos na rua, como já fazem os gregos?

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A sonda chinesa Chang’2 aproxima-se a 3.2 km do asteroide Toutatis

 Chang'e 2

Chang’e 2

A China é cada vez mais um ator espacial de primeiro plano: o recente feito de conseguir levar a sonda Chang’e 2 até um encontro com o asteroide Toutatis revelou uma capacidade técnica notável: não deve ter sido fácil conduzir remotamente e a centenas de milhares de quilómetros de distancia um veículo que se move a mais de dez mil metros por segundo (!) E fazê-lo aproximar de um asteroide com 3 km de diâmetro a uma distância de apenas 3.2 km.

Os dados científicos de uma tal aproximação deverão ser conhecidos nas próximas semanas, dando elementos novos sobre a massa e órbita de Toutatis que previamente não eram conhecidos e revelando simultaneamente uma China cuja maturidade no campo da tecnologia espacial parece bem mais avançada do que muitos acreditavam.

Fonte:
http://rss.slashdot.org/~r/Slashdot/slashdot/~3/JiOpP-8Bze4/story01.htm

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A China compra 36 bombardeiros Tupolev Tu-22M3 à Rússia

A China vai adquirir 36 bombardeiros Tupolev Tu-22M3 à Rússia. Numa primeira fase serão entregues 12 aparelhos e numa segunda e última os remanescentes 36 aviões.

O Tu-22 é um bombardeiro estratégico de longa distância desenvolvido na era soviética para atacar os grandes porta-aviões norte-americanos. O modelo continua em uso na Rússia em grandes números (93 na força aérea e 58 na marinha) apesar de ser um projeto da década de 1980 e vai permitir a Pequim realizar um incremento notável das suas capacidades aeronavais.

Os aparelhos exportados para a China serão assim aviões usados e que ali receberão uma nova designação “H-10” e atualizações diversas, como sistemas eletrónicos e um aumento do seu raio de alcance. O aparelho irá permitir a saída do serviço ativo da frota de obsoletos bombardeiros H-6 (a versão chinesa do Tu-16) e servir a estratégia chinesa de aumento no nível de confronto aeronaval no Mar do Sul da China e contra o Japão.

Os primeiros H-10 deverão sair das fabricas chinesas em 2013 e entrar ao serviço ainda no ano seguinte.

Fonte:
http://www.spacemart.com/reports/China_buys_Russian_bombers_999.html

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A Índia reage aos dumpings chineses no setor das telecomunicações. A Europa, não

O governo indiano decidiu que vai deixar de utilizar equipamentos de comunicações de “fornecedores internacionais”. A decisão ocorre no contexto de um concurso de quase quatro mil milhões de euros para fornecimento de equipamento para uma rede nacional de fibra ótica onde agora, apenas fabricantes indianos poderão concorrer…

A decisão protecionista indiana retira aos grandes fabricantes internacionais (a europeia Ericson, a norte-americana Cisco e as chinesas ZTE e Huawei) toda a possibilidade de ganhar o concurso. A decisão resulta em primeira instância de uma recomendação do ministério das comunicações para barrar o acesso ao concurso das empresas chinesas ZTE (curiosamente o fabricante do Android com que escrevo estas linhas) e Huawei. Uma recomendação que foi também dada e seguida nos EUA e que levou, por exemplo, o laboratório nuclear de Los Alamos a substituir todos os seus switches de marcas chinesas.

A Europa, contudo, é muito mais lenta a reagir… os dumpings chineses neste setor (e em outros) são cada vez mais flagrantes, mas aos Grandes Interesses multinacionais e financeiros continua a interessar a destruição dos setores industriais de ponta europeus e a sua deslocalização para a China, razão pela qual estas movimentações norte-americanas e indianas não são seguidas na União Europeia. Simultaneamente, estes movimentos protecionistas ao serem cegos, afetam não só os desonestos fabricantes chineses como também aqueles que seguem as regras comerciais: os EUA excluem assim os fabricantes europeus e os indianos os fabricantes europeus e norte-americanos: o mundo ainda não percebeu que contra a tremenda escala do jogo sujo executado por Pequim há apenas uma resposta possível: e esta passa pela criação de uma grande zona de comércio – justo, paritário e ambientalmente sustentável – que exclua a China.

Fonte:
http://paritynews.com/government/item/571-india-bars-zte-huawei-others-from-sensitive-government-projects

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O Japão e a China à beira de um confronto aéreo?

Durante o mês de janeiro, a tensão militar entre a China e o Japão a propósito de um grupo de ilhas cuja posse é disputada entre os dois países foi constante. O ministro da defesa de Pequim confirmou que a 11 de janeiro dois aviões Chengdu J-10 tinham sido colocados no ar em resposta à aproximação de dois F-15 japoneses que seguiam um avião chinês de reconhecimento Y-8.

Na altura não chegou a haver confronto, mas ambos os lados parecem dispostos a elevarem muito alto a fasquia a propósito da posse destas ilhas, o que poderá levar mais cedo ou mais tarde a um enfrentamento aéreo sobre as ilhas Diaoyu. É muito improvável que o conflito descambe numa guerra aberta ou total, mas um choque entre duas esquadrilhas ou mesmo numa sucessão de combates é muito mais provável.

A China opera atualmente cerca de 500 aviões de combate modernos de vários tipos, destacando-se aqui 200 J-10 e 270 J-11 e Sukhoi Su-27. Numa segunda linha, existem mais de 400 J-7, a versão local do MiG-21. Perante esta massa armada, o Japão dispõe de 153 F-15J, 63 Mitsubishi F-2A e cerca de 80 Phantoms F-4. Em tese, estes números dariam uma vantagem confortável a Pequim, mas os seus pilotos não estão tão bem treinados quanto os japoneses, a doutrina aérea chinesa ainda é obsoleta (as missões são sempre comandadas a partir de terra, p. Ex.) e toda a estrutura de apoio (reabastecimento, radares, técnicos de solo, etc) é muito inferior. Contando com todos estes fatores, estamos perante dois pares, não tendo nenhum uma nítida vantagem sobre o adversário.

Esta paridade é um factor de paz, ja que refreia militarismos estéreis de parte a parte… resta contudo muito alta a probabilidade uma escaramuça aérea, com a perda de alguns aviões e pilotos, com um desfecho impossível de antever.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/news/articles/in-focus-chinese-air-force-not-yet-a-match-for-japans-381453/

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A Chang’e 3 coloca em risco 5 milhões do Google Lunar X Prize

Há riscos de que uma improvável regra no prémio “Google Lunar X Prize” reduza de vinte para quinze milhões de dólares o prémio para o primeiro grupo privado a conseguir alunar um rover no nosso satélite natural: uma cláusula no concurso determina que o prémio será reduzido em cinco milhões caso um governo alune primeiro o seu próprio rover. E isso pode acontecer à medida que se aproxima o lançamento do rover lunar chinês Chang’e 3 em 2013…

A competição da Google procura estimular a que um grupo privado leve um rover até à Lua, o faça evoluir pelo menos 500 metros, enviando imagens e vídeo em alta definição de volta para Terra. O primeiro a consegui-lo ganha 20 (ou 15…) milhões de dólares e o segundo  5 milhões. Há também uma série de prémios adicionais de 4 milhões para quem consiga outras realizações menores como navegar mais que cinco kms na Lua, deteção de agua, alunar perto de um site Apollo ou de outro engenho deixado pelo Homem.

Fonte:
http://www.examiner.com/article/google-lunar-x-prize-teams-now-a-race-with-china-as-well-as-each-other?cid=db_articles

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Francis Fukuyama: “o sistema político chinês está sob severa pressão de uma classe média crescente e das redes sociais e a dado momento pode estourar”

Segundo o conhecido académico Francis Fukuyama, o sistema político chinês está sob severa pressão de uma classe media crescente e das redes sociais e “a dado momento pode estourar”.

Existe uma distância cada vez maior entre as cúpulas políticas em Pequim e a sua população, potenciada pela inexistência de imprensa livre e de eleições. O regime conta, contudo, com uma extensiva censura (em todos os meios) e com vigilância nas comunicações eletrónicas para manter a população sob controlo, mas não está a conseguir travar o crescimento de uma consciência nacional que não conseguia sobreviver no tempo em que toda a informação era disseminada através dos órgãos de comunicação diretamente controlados pelo Partido, diz Fukuyama.

Sinais do começo dessa perda de controlo encontrou-os já Fukuyama no desastre com um comboio de alta velocidade em julho de 2011 e que vitimou 40 chineses. Na altura, alguns altos representantes do governo mandaram enterrar no local algumas peças do comboio acidentado por forma a impedirem uma investigação completa, mas uma avalanche de fotografias e protestos espalhados pelas redes sociais chinesas fê-los abortar o processo de ocultação de provas e obrigou-os a conduzir um inquérito mais credível sobre as causas do acidente.

Outro sinal de que alto vai mal no poder em Pequim surgiu quando o antigo potencial delfim Bo Xilai foi afastado num obscuro processo que parece ter tido por demolir as possibilidade deste líder carismático conseguir alcançar os mais altos patamares do poder.

O regime parece estar a ser corroído em vários dos seus mais fortes pilares: a contestação surda da população aumenta em crescendo, ano após ano, assim como o nível de vida e o conhecimento de que na maioria do mundo existem eleições, controlo democrático e liberdade de imprensa e navegação na Internet. O monolito que é o regime ditatorial do partido comunista chinês abre pequenas fissuras por todo o lado e, brevemente (como ilustram as greves recentes nas fábricas da Foxconn) estas serão incontroláveis. A Democracia pode então instalar-se na China, não sem que este país atravesse um período de grande instabilidade social e política. A opção do PCC responder a estas múltiplas pressões tornando o regime ainda mais ditatorial e fechado também existe, mas como demonstra o fenómeno (imparável) da Perestroika, uma vez aberto o dique, é impossível travar o processo. E o dique foi aberto através do processo de desenvolvimento económico na China.

Fonte:
http://blogs.afp.com/geopolitics.

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Afinal, o J-15 chinês parece ser muito mais sofisticado que o Su-33 russo

J-15

O novo caça chinês embarcado, o J-15 conseguiu ultrapassar a fase de testes no primeiro porta-aviões chinês, o Liaoning.

Exteriormente, o aparelho é muito semelhante à versão embarcada do Sukhoi Su-33, mas a verdade é que a sua aviónica é mais avançada, o computador russo TS-100 é muito menos rápido que o aparelho chinês, o radar do J-15 é mais sofisticado e, sobretudo, enquanto que o aparelho russo (que de facto, é a sua base tecnológica) só pode funcionar como um intercetor, o avião chinês é mais flexível, podendo também cumprir missões de ataque ao solo de precisão. No total, o avião emprega também materiais compósitos mais avançados, tornando-o mais leve mas mais robusto.

Em termos de caraterísticas, o J-15 é nitidamente superior ao Su-33, estando mais ao nível de aparelhos mais sofisticados como o F-16 e o Rafale representando assim uma prova de que a China já conseguiu vencer grande parte do atraso tecnológico que a separava do Ocidente ainda há poucos anos e que em termos qualitativos puros, os seus aviões mais recentes começam a ter um nível muito semelhante ao que se fabrica nos EUA ou na Europa.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/chinas-j-15-fighter-superior-to-russian-su-33-45820/

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A China está a desenvolver uma nova classe de Contra-torpedeiros lança-mísseis

A China está a desenvolver uma nova classe de Contra-torpedeiros lança-mísseis. Estes navios estarão equipados com dois lançadores verticais de 32 unidades de mísseis anti-aéreos HQ-9B, além de outros mísseis anti-navio e anti-submarino, como o DF-41 com um alcance máximo de 14 mil Kms.

O novo tipo de navio pretende ser equivalente em capacidade e caraterísticas aos conhecidos cruzadores “Aegis” da US Navy e terá mais de 160 metros de comprimento recebendo a designação “Tipo 052C”. Os contra-torpedeiros Tipo 052C terão um radar Tipo 346 Active Phased Array e um radar Tipo 518 de longo alcance.

Um navio deste tipo, construido em grandes números representara uma importante adição à capacidade chinesa de projeção de poder a grandes distancias e juntamente com a frota de porta-aviões que Pequim está também a planear para as próximas décadas tornarão a China numa potencia naval capaz de rivalizar com qualquer das grandes potencias navais da atualidade.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-developing-new-class-of-guided-missile-destroyer-44394/

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O Shenyang J-31: um dos novos aviões furtivos chineses

Chegaram à Internet chinesa (muito censurada, logo, com aval governamental) várias imagens do mais recente avião furtivo chinês, o J-31. Os primeiros relatos da existência deste aparelho chegaram em começos de outubro. Mas só em meados de novembro é que o aparelho (construido pela Shenyang) terá realizado o seu primeiro voo de teste.

As fotografias revelam um avião muito menor que o outro avião furtivo em fase de desenvolvimento, o J-20, pelo que poderá ser usado a partir de porta-aviões ou como um intercetor puro (enquanto o J-20 seria mais polivalente). De facto, o J-31 parece muito mais inspirado no F-22 ou no F-35 do que o J-20.

Fonte:
http://defensetech.org/2012/11/01/china-flies-newest-stealth-fighter/#ixzz2BFfGglU1

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O helicóptero chinês de ataque Z-10 terá tecnologia pirateada nos EUA

A China refutou as acusações de que o seu novo helicóptero de ataque Z-10 esteja a ser desenvolvido a partir de tecnologia pirateada a partir dos EUA. A negação vem no contexto do pagamento de uma multa de 75 milhões de dólares ao governo norte-americano por parte da “United Technologies Corp.” (UTC), empresa que admitiu ter vendido software que a China usou para o seu projeto de criar o primeiro helicóptero moderno de ataque do seu inventário.

Pequim alega que “quer os motores, quer toda a sua tecnologia foram desenvolvidos localmente” mas se a UTC admitiu o crime e aceitou pagar a multa por violação explícita dos leis que impedem a exportação de material militar sensível e tendo em conta o historial chinês neste campo parece altamente improvavel que o Z-10 não seja mais um episódio de pirataria tecnologica protagonizada por Pequim.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/37973/

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A China está a desenvolver um segundo avião furtivo: o Shenyang J-21

Em finais de 2010, a China dava a saber ao mundo que estava a desenvolver um avião furtivo, o J-20. O avião (considerado demasiado grande para ser alguma vez um bom avião furtivo) tem agora um rival. A segunda maior empresa aeronáutica chinesa, a Shenyang, deixou transparecer que está também ela a trabalhar num avião furtivo.

O avião terá sido exposto em fotografias que apareceram na muito controlada Internet chinesa e que mostram um avião de um novo modelo, pintado de negro e com a morfologia típica de um avião furtivo. Duas caudas, dois motores e formas angulares tornam este avião muito parecido com o já conhecido J-20.

Obviamente, trata-se de uma “fuga” intencional por parte do governo de Pequim… demonstrando ao mundo (e em particular aos EUA) que a China está a trabalhar no sentido de colmatar a distância que a separa ainda do tecnologia ocidental.

Não há indícios de que um destes dois aviões furtivos chineses esteja pronto a ser construido em grandes números… e que, aliás, as suas caraterísticas furtivas (que resultam do cruzamento de várias tecnologias bem diversas) estão suficientemente amadurecidas para poderem ser replicadas em larga escala.

Fonte:
http://www.wired.com/dangerroom/2012/09/questions-abound-as-china-unveils-another-stealth-jet/

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A ditadura de Pequim reclama contra “críticas sem fundamento” dos políticos norte-americanos…

Não deixa de me provocar um certo nervoso miudinho ver os líderes ditatoriais do regime comunista chinês protestarem contra os “políticos americanos” (Romney) que atiram “críticas sem fundamento” sobre a China. Alegam estas damas ofendidas que os EUA não devem interferir nos assuntos internos do regime de Pequim.

Obviamente, o regime ditatorial, imperial (Tibete e Sinquião), censório e persecutório que o partido comunista exerce a partir de Pequim não gosta que cada vez mais americanos protestem contra a política chinesa de dumping monetária (mantendo o Yuan artificialmente baixo) e todos os demais dumpings que a China lança mão (laborais, direitos humanos, ambiente, emissões de CO2). Pequim também não gosta que critiquem a falta de democracia interna, nem as suas recentes pretensões expansionistas no Mar do Sul da China e muito menos o continuado genocídio étnico e cultural no Tibete.

Azar. Se o regime de Pequim não quer ser incomodado tem boa solução: democratize-se, adira aos princípios que regem a comunidade internacional, os Direitos Humanos e o respeito pelo Clima e pelo Ambiente e aí, ninguém terá o direito de o criticar.

Fonte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2746573

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A China vai lançar um rover nuclear para a Lua em 2013

A China declarou o envio de um Rover lunar alimentado a energia nuclear já em 2013. O Rover manterá a designacao das anteriores missões lunares chinesas e intitular-se-á Chang’e 3.

Esta terceira missão assume-se como mais um passo para preparar uma missão tripulada à Lua e a tecnologia usada será de resto semelhante à dessa primeira missão tripulada com retrofoguetes de alunagem.

A Chang’e 3 será assim em 2013 o primeiro engenho enviado pelo Homem para a Lua, numa descida controlada desde que a soviética Luna 24 realizou tal feito em 1976, o que dá uma boa medida da confiança e ambição do programa espacial português.

Fonte:
http://news.discovery.com/space/china-to-launch-nuclear-moon-rover-dnews-nuggets-120726.html#mkcpgn=rssnws1

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A China está a desenvolver o CZ9

O desenvolvimento de um foguetão super pesado prossegue na China. O veículo tem a designacao de CZ9 ou “Longa Marcha 9” e será capaz de levar taikonautas chineses até à Lua e mais além…

O foguetão vai combinar elementos e tecnologias já em utilização ou em desenvolvimentos na família de lançadores “Longa Marcha”. O novo foguetão terá o dobro do impulso à descolagem do Saturno V do programa Apollo e será a pedra basilar de todo o programa espacial tripulado chinês das próximas décadas.

Fonte:
http://rss.slashdot.org/~r/Slashdot/slashdot/~3/Vm6iDkXh5c0/details-of-chinese-moon-rocket-emerge

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Porque é que o governo não age para fazer que as “lojas” e restaurantes chineses paguem IRC como todas as empresas portuguesas?

Não percebo porque é que de permeio com tanta sanha fiscal o governo (nem os anteriores) se dedicaram ainda a anular a absurda convenção bilateral entre Portugal e a China que garante aos cidadãos chineses a total isenção de IRC durante cinco anos (e não, não se trata de um “mito urbano”).

A convenção até tinha objetivos meritórios que passavam pela facilitação a cidadãos dos dois países para abrirem novas empresas nos dois países, gerando assim riqueza e emprego. Mas a China neste (e em muitos outros campos) nunca jogou limpo e ergueu uma altíssima muralha burocrática que dificulta ao máximo o estabelecimento de empresas ocidentais na China,  preferindo sempre o modelo da “parceria” ou da subcontratação. Pelo contrário, Portugal cumpriu à letra o Acordo e ao seu abrigo já se instalaram múltiplas empresas chinesas em Portugal.

O problema está em que todas as “empresas” chinesas que se estabeleceram em Portugal não trouxeram qualquer aumento à capacidade produtiva nacional,  pelo contrário, tornaram-se em polos de ainda mais importações, de produtos manufaturados chineses ou alimentares (para os milhares de restaurantes chineses que prosperam entre nós). Estas empresas também não geram qualquer emprego ou descontos para a Segurança Social, já que fundamentalmente empregam familiares ou parentes em regime de rotação de vistos turísticos. E para se furtarem ao pagamento de IRC,  antes que se esgote o prazo de cinco anos de isenção do IRC consagrado no acordo, transferem a propriedade para outro familiar e o período de contagem é assim reinicializado.

Enquanto os empreendedores portugueses se vêm esmagados por uma carga fiscal cada vez mais opressiva, os empresários chineses prosperam, quase livres de impostos e aumentando sempre e mais o défice da nossa balança comercial. A situação é insustentável e exige ação corajosa. Para quando?

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A China está ser cada vez mais agressiva quanto às suas reinvindicações no Mar do Sul da China

O Mar do Sul da China (http://www.pmel.noaa.gov)

O Mar do Sul da China (http://www.pmel.noaa.gov)

A China está a assumir uma postura internacional cada vez mais agressiva… em conflito diplomático com praticamente todos os países que com ela têm a infelicidade de partilhar águas territoriais no Mar do Sul da China, Pequim também reclama a soberania de algumas ilhas que o Japão acredita serem seu território. E agora realiza essa reivindicação com tom mais agressivo do que nunca alegando “uma soberania indisputável” sobre essas ilhas.

A disputa tem a ver com a posse das ilhas do arquipélago Senkau e a China está a elevar a tensão entre os dois países não somente no campo das palavras, mas também no das ações, tendo enviado recentemente três navios patrulha para esse arquipélago, desafiando um arquipélago que hoje é povoado por cidadãos nipónicos. Como resposta, Tóquio chamou o seu embaixador em Pequim.

O apetite chinês por estas águas não tem parado de aumentar desde que se soube que esta região era rica em petróleo, sendo este episódio apenas o mais recente de uma série de casos semelhantes com as Filipinas, a Malásia e o Vietname.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/China_Japan_in_new_spat_over_disputed_islands_999.html

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A China, na primeira metade de 2012, foi a potencia espacial a realizar mais lançamentos, batendo os EUA e a Rússia

Pela primeira vez na História, a China realizou mais lançamentos espaciais do que a Rússia durante um período de seis anos. Na prática, isso significa que entre janeiro e junho de 2012, a China realizou dez dos trinta e cinco lançamentos do ano, mais um que a Rússia, com os seus nove lançamentos e… mais dois que os EUA, com os seus oito lançamentos. Bem atrás, está a europeia Arianespace com três lançamentos e uma série de países, como a Índia, o Irão, o Japão e a Coreia do Norte, todos com um lançamento bem sucedido, ou uma tentativa falhada (caso da Coreia do Norte).

Esta indicação – assim como o recente sucesso chinês com a visita do seu primeiro laboratório espacial por uma cápsula Shenzhou – indica que a China é atualmente a potencia espacial que mais investe nesse setor. Não domina a tecnologia como dominam europeus, norte-americanos e russos, dependendo muito da tecnologia russa para alavancar o seu programa espacial e assim recuperar o atraso de décadas. Mas está determinada a recuperar muito rapidamente esse atraso e tem o capital suficiente para o fazer num prazo muito curto, progredindo décadas ao ritmo de anos, enquanto que os outros agentes parecem mais ou menos congelados no estado em que se encontravam no começo deste século.

Fonte:

http://www.spacedaily.com/reports/China_Beats_Russia_on_Space_Launches_999.html

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Mais um sucesso espacial chinês

A China acaba de registar com a missão Shenzhou 9 mais um sucesso: não só a missão foi de uma grande extensão (treze dias), como incluía a primeira astronauta chinesa e a primeira atracagem manual de uma cápsula Shenzhou com um módulo orbital Tiangong-1… este sucesso é apenas o último de uma sucessão de realizações de um programa espacial de seis mil milhões de dólares e

Espera-se que daqui a alguns anos a China lance um laboratório espacial de maiores dimensões, o Tiangong-2, maior e mais sofisticado que o atual e que, com duas docas de atracagem, irá permitir reabastecimentos regulares, permitindo assim missões com a duração de meses e não de dias, como acontece atualmente com a Tiangong-1.

Mas lançar a nova estação vai depender do sucesso do novo lançador pesado, o Longa Marcha 5, veículo que deverá estar pronto antes de 2020. Este veículo será também a base da primeira missão lunar chinesa que Pequim deverá realizar ainda antes do final dessa década, a manterem-se os planos (e sucessos) atuais.

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/China_set_to_launch_bigger_space_programme_999.html

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A Corrida Armamentista Aeronaval em curso no Mar do Sul da China

Saab gripen tailandês (http://img108.mytextgraphics.com)

Saab gripen tailandês (http://img108.mytextgraphics.com)

Atualmente um dos pontos mais “quentes” da cena política internacional é o Mar do Sul da China. Isto implica que decorre nos países com águas territoriais nesta região ou que as disputam uma autêntica corrida armamentista especialmente intensa em equipamentos navais e aéreos. O grande fator de desestabilização tem sido a China que mantém permanentemente aviões e submarinos aqui em patrulha apoiados por uma base naval recentemente construida.

A resposta regional a este incremento da presença aeronaval chinesa (que assim defende os seus interesses na exploração petrolífera na região) tem sido uma vaga de aquisições de aviões de combate. Singapura,  com o maior orçamento de defesa da região apostou em aviões AEW Gulfstream G550 ligados em rede com aparelhos F-15 e F-16. Brevemente,  irá atualizar os segundos para o padrão “V”.  Tailândia opera um único AEW,  um Saab Erieye e encomendou mais um que fornecem dados a seis Saab Gripen (com mais seis encomendados e outros seis em estudo). Simultaneamente,  prepara também um upgrade para os seus 18 F-16A/Bs. A Malásia tenciona comprar aviões AEW (sendo uma das hipóteses o brasileiro Embraer EMB-145s). Em termos de aviões de combate os atuais MiG-29 serão substituídos pelo vencedor de um concurso que conta hoje com adversários como o Saab Gripen JAS 39C/D, o Gripen NG, o F/A-18E/F Super Hornet, o Eurofighter’s Typhoon e o Dassault Rafale. De todos,  é provável que vença o Super Hornet, dado que o país já opera alguns Hornet. A Indonésia está a receber 24 F-16C/D  e vai atualiza-los brevemente para o padrão Block 52. O país muçulmano está também empenhado em adquirir brevemente capacidade AEW.

Todos estes países estão assim seriamente empenhados em corresponder ao aumento de poder e de presença chinesa na região e a força aérea parece ter sido o campo de eleição para fazerem afirmar esse contrapoder, aproveitando a distância das bases aéreas chinesas e a atual inexistência de uma frota de porta-aviões chinesa.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_channel.jsp?channel=defense&id=news/awst/2012/03/19/AW_03_19_2012_p67-430839.xml

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A China já tem a capacidade para travar qualquer ação aeronaval nas suas águas territoriais

Navios de guerra chineses (http://patdollard.s3.amazonaws.com)

As últimas décadas de investimento naval da China deram já os seus primeiros frutos: segundo alguns peritos norte-americanos,  Pequim tem agora a capacidade para travar qualquer ação naval que os EUA queiram lançar na imediação das suas águas territoriais. A China ainda não tem meios para projetar globalmente o poder aeronaval, mas já consegue exercer o conceito regional de bloqueio.

O progresso naval chinês é muito assimétrico: por um lado,  existe uma grande aposta em sistemas de misseis, defesa aérea e em submarinos. Por outro lado,  a aposta em meios navais convencionais ou “pesados” (como em grandes vasos de guerra) tem sido muito mais moderada e lenta. A leitura é clara: a China ainda vai demorar muitos anos a ser poder naval global significativo,  mas regionalmente nas suas duas potenciais áreas de conflito: Mar do Sul da China e Formosa, já tem a capacidade suficiente para anular a capacidade naval de projeção de poder da maior marinha de guerra do mundo: a US Navy.

Fonte:
http://defensetech.org/2012/03/27/chinas-anti-access-future-is-here/#ixzz1qV75HfYJ

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Chang’e 4 e Chang’e 5: As duas próximas sondas lunares chinesas

A China começou a construir o seu primeiro Lander lunar,  o Chang’e 3. o lander será lançado em 2013 e transportara um rover que irá percorrer a superficie lunar. A missao seguinte,  a Chang’e 4 será essencialmente uma repetição destaz,  aplicando os mesmos conceitos e tecnologias.

Uma das hipóteses para a Chang'e 5 (http://www.dailygalaxy.com)

Uma das hipóteses para a Chang'e 5 (http://www.dailygalaxy.com)

A missão seguinte poderá ser um envio de uma missão de recolha de amostras do solo e envio de volta para a Terra. Esta poderá ser a missão Chang’e 4 a lançar em 2017. Ainda não existem muitas indicações de como poderão ser esta missões com regresso à Terra, mas tendo em conta a filosofia espacial chinesa (que favorece a prudência,  o gradualismo e a simplicidade) é de esperar um veiculo simples, robusto e tecnologicamente muito básico. Não se sabe ainda se esta missão de regresso será direta ou se o veiculo entra em órbita,  sendo depois recolhida por uma nave espacial tripulada.  Mas tendo em conta o maior impacto mediático da segunda opção e o forte pendor propagandístico de todo o programa espacial chinês esta será de longe a opção mais provável… Ainda que tecnologicamente seja de facto muito mais difícil. Mas provara que as ja provadas capacidades de atracar veículos em orbita provadas pela missão Shenzhou 8 e, sobretudo, a capacidade de dominar todas as tecnologias para colocar (e trazer de volta!) um astronauta na Lua…

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/Chinas_Lunar_Docking_999.html

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Hollande: “Há momentos em que é necessário nomear o inimigo. Fi-lo com a Finanças e será necessário fazê-lo com os chineses. Eles são o problema. Fazem batota em tudo. Na moeda, com a investigação. A dificuldade é que muitas empresas europeias vivem dos negócios na China”

François Hollande (http://diariodigital.sapo.pt)

François Hollande (http://diariodigital.sapo.pt)

“Há momentos em que é necessário nomear o inimigo. Fi-lo com a Finanças e será necessário fazê-lo com os chineses. Eles são o problema. Fazem batota em tudo. Na moeda, com a investigação. A dificuldade é que muitas empresas europeias vivem dos negócios na China.”
Correio da Manhã, 17.5.2012
Citando o livro de François Hollande “A Vitória Envenenada”

Como com Obama, espero agora que Hollande passe das palavras ao atos. Obama era pelo menos tão bem intencionado como agora Hollande parece ser, mas perante o imenso monstro dos “altos interesses” que cresceu nos anos da globalização neoliberal, cedeu… e cedeu. E tornou a ceder, desvirtuando praticamente todas as suas melhores medidas (regulação do setor financeiro, saúde pública, saneamento das finanças: etc).

Hollande vai agora enfrentar as mesmas inércias e o mesmo Monstro, mas desta vez apoiado numa “união” europeia cada vez mais imperial e germânica e mais desconforme aos princípios da solidariedade e do desenvolvimento comum. Veremos se será capaz de cumprir o que escreveu e de enfrentar as grandes multinacionais e a grande responsável pela destruição do setor produtivo europeu (a China) e, logo, dos impossíveis défices comerciais crescentes que estão na base da dívida pública europeia. Veremos.

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A China está a planear a construção de uma estação espacial de 60 toneladas a lançar em 2020

A nova estação espacial chinesa (http://news.xinhuanet.com)

A nova estação espacial chinesa (http://news.xinhuanet.com)

A China está a planear a construção de uma estação espacial de 60 toneladas a lançar em 2020 e o desenvolvimento de um novo lançador pesado para enviar mantimentos e combustível para essa estação orbital. Os planos desta estação foram apresentados à imprensa em meados de maio de 2012 e revelam uma instalação orbital com um núcleo central de 18,1 metros de comprimentos, tendo nos extremos dois módulos-laboratório de 14,4 metros cada.

A estação chinesa será pequena por comparação com a Estação Espacial Internacional (ISS) não tendo mais que 60 toneladas comparando com as 419 toneladas da ISS e até com as 137 da antiga Mir soviética.

De qualquer modo, será uma instalação espacial muito ambiciosa, com três módulos distintos, uma complexidade técnica muito elevada e mais um passo para a afirmação do estatuto de Pequim enquanto potencia espacial de primeiro plano. Atualmente, a China está a construir conhecimento para construir esta estação, trabalhando no laboratório espacial (de um só módulo) Tiangong-1, ao qual deverão atracar as Shenzhou 9 e Shenzhou 10 durante o corrente ano de 2012.

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/China_confirms_plans_to_build_own_orbital_station_999.html

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A China prepara-se para construir um novo lançador pesado de satélites

A China terminou a primeira fase de desenvolvimento de um novo lançador pesado de satélites. Se o governo de Pequim decidir construir o foguetão, a China será capaz de lançar até cem toneladas de carga útil para órbitas baixas.

Este possível lançador chinês é quatro vezes mais potente que o mais poderoso lançador chinês, o Longa Marcha 5 e será crucial para o sucesso das ambições chinesas de colocar na Lua um astronauta nas próximas décadas…

Fonte:
http://usa.chinadaily.com.cn/china/2012-03/05/content_14752371.htm

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O orçamento de defesa chinês vai duplicar entre 2011 e 2015

O orçamento de defesa chinês vai duplicar entre 2011 e 2015 tornando-se assim equivalente ao de todas as outras potencias regionais combinadas. Esta duplicação significa que a China vai passar dos 119 mil milhões de dólares gastos em 2011 para mais de 238 mil milhões, já em 2015, num ritmo de crescimento anual que ronda os 19%. Em 2015, o orçamento militar de Pequim será quatro vezes maior que o segundo maior orçamento regional, o do Japão, o que dá uma boa medida da quantidade de recursos financeiros ao dispor do regime de Pequim na atualidade e da vontade da China em se assumir como uma potencia regional dominante e uma potencial mundial muito significativa.

Nos próximos dez anos, segundo os analistas norte-americanos da IHS, a China vai reduzir a dimensão numérica do seu exército e modernizar o equipamento disponível, especialmente no Mar e em Terra (por esta ordem). Este aumento de despesa militar vai levar a uma resposta correspondente por parte das outras potencias regionais, com especial incidência naquelas que têm pendências territoriais com Pequim, como a Índia, as Filipinas, o Vietname, Indonésia ou Taiwan. Vietname e Indonésia irão aumentar as suas despesas militares acima do crescimento do PIB, confirmando que estamos hoje perante uma autentica “corrida armamentista” desencadeada pela explosão continua e crescente do orçamento militar de Pequim.

A China continua assim a assumir-se como um elemento de desestabilização regional, mantendo uma autentica guerra surda pelo controlo do Mar do Sul da China e dos seus recursos, enquanto mantém Taiwan debaixo de mira e intensifica a repressão e o genocídio no Tibete ocupado. Mostra também onde está a gastar os triliões de Euros que ganha ao Ocidente com as suas exportações e constrói um poder militar com que brevemente vai poder contar para poder impor o seu modelo de vida e de governo a mais países no mundo.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-defence-budget-to-double-over-5-years-40502/#ixzz1mioPKg1b

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