9/11 Denial

Anomalia 11: Porque estavam intactos os vidros das janelas do 2º andar após o embate do Boeing no Pentágono?

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Facto:

Os vidros e as janelas do 2º andar do Pentágono, sitas imediatamente sobre o local onde o Boeing teria embatido (no 1º andar, por paradoxal que isso possa parecer…) estão intactas. Os vidros, cobertos pela espuma retardante dos bombeiros revelam-se intactos, e isto quando estão no local onde a cauda do aparelho devia ter colidido com eles, se houve mesmo um Boeing 757-200 a embater no andar de baixo…

Hipótese:

Nada com a altura de 42 metros que dá ao Boeing 757-200 a sua cauda poderia ter embatido no andar embaixo destas janelas… Só algo sem cauda, ou com uma cauda muito menor… Como um foguete, um míssil de cruzeiro ou um jacto mais pequeno que um Boeing 757.

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Anomalia 10: Onde estão os destroços do Boeing 757 que embateu no Pentágono?

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Imagem extraída do documentário “911 in Plane Site” de William Levis

 

Facto:

 

Nas fotografias do incidente no Pentágono não se observam destroços do avião. Nem segmentos de asas, nem da carlinga, nenhuma parte significativa dos motores de tungsténio Rolls Royce, nenhuma roda, assentos, bagagens, etc… Se não houve um incêndio (como demonstram as fotografias de livros abertos e de bancos e secretárias de madeira no interior da zona destruída no Pentágono) porque desapareceram todos estes vestígios, tão comuns em acidentes de aviação?

Hipótese:

Estas vestígios não foram encontrados no local, porque não houve nada que os contivesse a despenhar-se no local…

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Anomalia 9: Onde estão os vestígios dos 86 mil galões de Querosene do avião que embateu no Pentágono?

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Facto:

 

Se o avião quando embateu no Pentágono ainda carregava nos seus depósitos mais de 86 mil litros de Querosone porque não foi esta recolhida do local, porque não se observam manchas de combustível no relvado, porque é que os bombeiros não reportaram a sua presença no interior, porque é que não houve nenhuma operação de recolha de combustível foi levada a cabo? Porque não ardeu o relvado? Finalmente… Porque não houve um incêndio devastador, capaz de derreter o ferro das estrutura, como nos dizem que aconteceu nas Torres Gémeas?

Hipótese:

Porque aquilo que embateu no Pentágono não transportava uma quantidade significativa de combustível de avião… Isto é… Porque não era uma avião comercial das dimensões de um Boeing 757-200…

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Anomalia 8: Se houve fogo dentro do Pentágono, porque existem livros e móveis de madeira intactos no seu interior?

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Imagens do documentário “911 in Plane Site”

Facto:

Existem imagens posteriores à derrocada da fachada do Pentágono (ocorrida 20 minutos depois do embate) que mostram livros abertos (papel!) sobre bancos de madeira, secretárias de madeira, monitores(de plástico!) de computador, tudo materiais que deveriam ter sido consumidos pela combustão dos 89.000 litros de querosene que o Boeing carregava ainda nos seus depósitos quando embateu no Pentágono?

 

Explicação Oficial:

Desconhecida.

 

Explicação Alternativa:

Aquilo que embateu no Pentágono não carregava um combustível, passível de desencadear um incêndio violento… Talvez levasse apenas uma carga explosiva (o cheiro a cordite que algumas testemunhas reportaram?) e nenhum combustível, ou nenhuma carga de combustível significativa… Isto é compatível com… a tese do míssil de cruzeiro. Onde a maioria da actividade calórica resulta da combustão explosiva e quase nenhuma da destruição do seu propulsante…

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Anomalia 7: O Boeing 757-200 que foi capaz de abater uma torre do WTC só derrubou um dos 3 anéis do Pentágono

Facto:

 

Embora pesasse mais de 100 toneladas, estivesse carregado de querosene e se deslocasse a uma velocidade superior a 700 Km/h, o Boeing 757 que se abateu sobre o Pentágono apenas destruiu o primeiro dos três anéis concêntricos que compõem o edifício do Pentágono.

 

Interpretação Oficial:
Desconhecida

 

Interpretação:
Quando se compara a capacidade de penetração dos Boeing que se abateram contra as Torres Gémeas e a consequência destrutiva destes embates, espanta-se como é que um aparelho idêntico provocou danos tão limitados num edifício de dimensões muito mais modestas como o Pentágono. Dos três anéis concêntricos que compõem o Pentágono apenas o primeiro foi destruído pelo violento embate do Boeing e nenhuns danos foram reportados nos dois anéis interiores. Ou seja, um avião pesando mais de 100 toneladas, deslocando-se a cerca de 700 Km/h não conseguiu mais do que penetrar no anel exterior do Pentágono.

 

Fonte: www.defenselink.mil/photos/sep2001/010914-f-8006r-002.html

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Anomalia 6: Apesar dos seus 13 metros de altura, o Boeing 757 que embateu no Pentágono não danificou nenhuma das construções que rodeiam o Pentágono e nem sequer manchou o relvado situado mesmo em frente à parede lateral onde se deu o embate

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Facto:
Os Boeing 757-200 estão equipados de série com um dispositivo automático de segurança que faz com que o trem de aterragem desça automaticamente quando a altitude é muito baixa. O dispositivo existe para colmatar alguma falha do piloto. Com o trem de aterragem descido, o Boeing 757-200 fica com 13 metros de altura, apesar disso o avião embateu (supostamente) na fachada lateral do Pentágono à altura do rés-do-chão, isto é, a apenas dois metros de altitude… E isto sem macular uma única vezes o relvado situado em frente do edifício, nem o muro que rodeia, nem sequer o heliporto que está colocado muito perto do lugar do embate, como provam abundantemente as evidências fotográficas…

Interpretação:
Isso só seria possível se a aeronave que embateu na parede lateral do Pentágono fosse muito menos alta do que os 13 metros do Boeing 757-200…

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Anomalia 5: Porque é que o Boeing 757-200 não abateu nenhum poste de iluminação ao atravessar a autoestrada a caminho do Pentágono?

Quando o Boeing que se teria abatido sobre o Pentágono iniciou a sua aproximação a este edifício federal, fé-lo a muito baixa altitude, atravessando a autoestrada que contorna o parque de estacionamento do Pentágono, sem tocar em nenhum dos vários postes de iluminação da autoestrada. Estes, apenas foram derrubados pela força da explosão, e ficaram, no essencial, intactos.

Interpretação Oficial:
Desconhecida

 

Interpretação:
Um avião com 38,05 metros de envergadura dificilmente poderia voar a baixa altitude e nunca embater em nenhum poste de iluminação ao passar sobre a autoestrada. Se tal acontecesse, o avião poderia continuar o seu vôo sem danos significativos, mas estes postes teriam marcas claras de terem sido cortados ou danificados e isto não foi registado num único deles. Esta anomalia aponta para que aquilo que embateu no Pentágono não foi um Boeing 757-200, mas uma aeronave de envergadura muito inferiores, e mais passíveis de passarem entre vários postes de iluminação sem embater em nenhum deles… Um pequeno avião ou jacto ou um… Míssil.

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Anomalia 4: Porquê a parede do Pentágono com os seus 24 metros em vez do tecto com os seus… 29 acres?

Facto:
Para que provocasse no edifício do Pentágono os maiores danos possíveis, o Boeing 757-200 deveria ter-se abatido sobre este apontando para os telhados do Pentágono. Pelo contrário, o piloto suicida teria optado por picar sobre uma das fachadas, um alvo de apenas 24 metros, muito menor que os 29 acres que o Pentágono ocupa quando visto do ar.

Explicação Oficial:
Desconhecida

 

Interpretação:

É muito difícil, e praticamente impossível a piloto inexperiente como seria o suposto piloto deste Boeing realizar uma aproximação a baixíssima altitude (na fase final, a menos de 2 metros de altitude!), sem nunca tocar o solo (a relva estava intacta!), e apontar para o primeiro andar do Pentágono. Um piloto inexperiente, escolheria certamente o alvo mais fácil: o tecto do gigantesco edifiício, e não uma das suas paredes laterais… Um piloto suicida, escolheria também o alvo que maximizasse o número de vítimas, e nesse contexto, o tecto edifício seria o alvo ideal.

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A “Contra-Informação” em torno da “Tese da Conspiração Interna do 11 de Setembro”

Recentemente sintonizei a SIC Notícias e apanhei o final do programa britânico “Panorama”. Ao que parece emitiam na altura um documentário britânico cujo tema era… Rebater as teorias que afirmam que o 11 de Setembro não foi aquilo que o governo americano diz ter sido.

Como sabem, tenho escrito alguns Posts sobre o tema e hei-de prosseguir, apesar de todas as críticas, mas quando vi aquela coisa que a SIC apresentou como “documentário”, ganhei uma vontade renovada de dar o meu contributo, ainda que minúsculo, para o esclarecimento da Verdade.

Infelizmente, só pude ver os últimos dez minutos da coisa, precisamente na fase das conclusões finais. Mas o que vi, pareceu-me saído dos manuais mais básicos de Contra Informação escritos e aplicados pelos Serviços Secretos americanos no Chile e, actualmente, na imprensa americana “pró-americana”… Logo na primeira cena que vi, apareciam os três rostos de críticos à versão oficial, juntos, a trés, no centro do écran, a falarem e a mexer a boca, mas sem som, rodeados de um tom negro. A intenção era óbvia: não importava o que eles diziam… E se mexiam a boca no vazio sonoro, era para diminuir a importância do que diziam e para lhes os descredibilizar, pelo ridículo… A acompanhar estas imagens estava a voz do “comentador” que dizia que as opiniões destes críticos eram “alegações absurdas”… Ou seja, os “jornalistas” que fizeram este ‘documentário” em lugar de apresentar ao tele-espectador os seus factos, ou no máximo, a sua versão dos mesmos, optaram por presenteá-lo com… Conclusões. Recorrendo ainda por cima a adjectivos fortes (“absurdas”) e em flagrante violação da Carta Deontológica da Profissão de Jornalista, que impõe a esta o dever da Imparcialidade.

Não satisfeitos, terminaram o “documentário” com uma entrevista à mãe inglesa de um dos mortos do 9/11… Óbviamente, a senhora misturou tudo e revelou estar muito ofendida (depois de lhe terem perguntado) com aqueles que não acreditavam na versão oficial dos factos. Como se a dor dessa mãe tivesse algo a ver com a falsificação grosseira que nos tentam vender! Recorrer e manipular a dor de uma mãe foi um dos momentos televisivos mais baixos de sempre e a SIC pactuou com o dito…

Algures… no mundo, um cheque de uma certa quantia foi entregue nas mãos de certo “documentarista” britânico… Duvidam?

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Anomalia 3: A Inexistente Defesa Aérea do Pentágono

Facto:

Quando o Boeing supostamente desviado se aproximou do Pentágono não foi tentado qualquer disparo por parte dos sistemas de mísseis anti-aéreos que defendem este edifício, sede da administração militar dos EUA. O sistema sempre existiu – embora seja Classificado – mas sabe-se que foi reforçado depois de em 1994 um pequeno avião de turismo (Cessna 150L) ter aterrado no relvado da Casa Branca.

Existem informações que referem a existência de 5 baterias de mísseis camuflados nos arredores do Pentágono, para além de duas esquadrilhas de caças F-16 e F/A-18 estacionados permanentemente na base aérea de Saint Andrew.

Anomalia A:
O Boeing teria começado a sua aproximação a alta altitude, devendo ter sido detectado pelos próprios radares das baterias – já que misteriosamente permaneceu indetactado aos radares do NORAD – contudo não o foi… Nem em alta altitude, onde os mísseis seriam mais eficazes, nem a baixa, onde a ameaça já seria evidente, mesmo a olho nú… Ou as baterias estavam desligadas (prova de uma incompetência monumental) ou não deviam estar ligadas, por ordem superior…

Anomalia B:
Porque só havia 2 caças F-16 disponíveis para lidar com esta ameaça? Porque é que os radares destes aparelhos também nâo detectaram o Boeing 757-200?

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Anomalia 2: O NORAD ignora a posição do Boeing desviado que iria chocar contra o Pentágono

Facto: O NORAD (“North American Aerospace Defense Command”) publicou a 14 de Setembro de 2001 um comunicado onde reportava ter sido avisado da existência do primeiro desvio de aviões apenas às 9:24. Seria depois dessa hora – apenas – que daria ordem de descolagem a dois caças F-16 da base aérea de Langley. Contudo, o comunicado afirma que desconhecendo a Força Aérea a posição do Boeing desviado que iria no Pentágono, julgou tratar-se de mais um avião dirigindo-se para as torres do World Trade Center e enviou os 2 caças para Nova Iorque. Só quando um avião de transporte militar se cruzou com o Boeing e comunicou a sua presença perto da base aérea de Saint Andrew é que o NORAD – segundo o comunicado – se apercebeu do erro.

Anomalia A:
O sistema americano de radares de defesa aérea é um dos mais eficientes do mundo. Como é possível acreditar que o NORAD desconhece-se a posição exacta do Boeing 757/200 com 47,32 metros de comprimento e 38,05 metros de envergadura?

Anomalia B:
A zona onde voava o 757-200 tem apenas umas dezenas de quilómetros de raio e está numa das regiões mais vigiadas dos EUA: Washington. Como é possível que numa região tão diminuta e com tanta vigilância o aparelho tivesse que ser detectado por contacto visual de um avião de transporte militar?

Fontes:
www.peterson.af.mil/norad/presrelNORADTimelines.htm
http://www.washingtonpost.com (15 de Setembro)
http://www.news.independent.co.uk (20 de Setembro)

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A “Conspiração” do 11 de Setembro: Introdução e Anomalia 1 (Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?)

A emissão na RTP2 do documentário “Loose Change” sobre a tese da “Conspiração Interna” na raíz dos atentados do dia 11 de Setembro de 2001 relançou a polémica sobre os ditos… Pela primeira vez, as dúvidas que alguns alimentam sobre os acontecimentos deixaram o restrito nicho dos adoradores das teses conspirativas e chegou ao público em geral (pelo menos aquele que ainda sintoniza a RTP2…).

Polémico, este documento, disponível em inglês AQUI levanta várias questões e aborda algumas estranhas inconsistências ocorridas nesse dia. Assim, passaremos a listar sob esta nova Category “9/11 Conspiracy” uma série de Posts dedicados às anomalias que rodeiam os acontecimentos deste dia. Procuraremos desmontar uma por uma todas as anomalias, identificando as falsas anomalias (que existem em grande número) e identificando aquelas outras que não são compatíveis com a teoria oficial.

Vamos começar com a “Anomalia 1”: Porque é que as testemunhas do “avião” que se abateu sobre o Pentágono não são unânimes na sua identificação?

“Sendo a primeira a chegar ao local, a agência Reuters anuncia que o Pentágono foi atingido pela explosão de um helicóptero. Esta notícia é confirmada telefonicamente à Associated Press por um consultor democrata, Paul Begala. Alguns minutos mais tarde, o Departamento de Defesa corrige a informação: tratava-se de um avião. Novos testemunhos vêm contradizer os primeiros a dar crédito à versão das autoridades: Fred Hey, assistente parlamentar do senador Bob Ney, viu cair um Boeing enquanto seguia de automóvel pela autoestrada que passa junto ao Pentágono.”

p.10

Fonte:

“11 de Setembro de 2001, A Terrível Impostura (Nenhum avião caiu sobre o Pentágono?)”; Thierry Meyssan; Frenesi.

Explicação Oficial:

Desconhecida.

Explicações Possíveis:

a) O Boeing 757 ter-se-ia aproximado do Pentágono a mais de 800 Km/h (tese oficial) a esta velocidade poucos observadores seriam capazes de identificar claramente um aparelho que em vôo rasante (entre 10 a 2 metros de altitude) atravessava o céu a alta velocidade… Isso pode explicar as referências multiplas a um “pequeno jacto de 10 a 20 passageiros”, a helicópteros ou a mísseis de cruzeiros de várias testemunhas. Seria mais dificil confundir um destes com um avião com as dimensões de um Boeing 757…

b) Algumas destas observações podem ser fabricadas… Isto é, provenientes de pessoas com relações ou mesmo pertencentes aos Serviços de Informação, assim se poderiam explicar as referências a “Boeings” (com o detalhe do fabricante…)

c) Muito perto da zona de impacto no Pentágono existe um heliporto… Será que um helicóptero com os códigos de autorização correctos (que alguém usou numa chamada não identificada de alerta ao Pentágono antes do primeiro ataque) se aproximou com a suposta intenção de aterrar nele e depois, subitamente, intencional se atirou contra o edifício? Isso explicaria o relato do avistamento de “helicópteros” (os primeiros relatos, aliás) e também a reduzida dimensão (5 metros) do buraco no Pentágono… Seria um piloto suicida ou helicóptero telecomandado (com uma implementação da tecnologia Global Hawk)?

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial, História, Política Internacional | 36 comentários

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