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Amie Street: Uma forma original de comprar (ou não…) música livre de DRM

Em pleno clima de desespero das produtores de música frente ao desabar das suas vendas e à evaporação crescente dos seus lucros encontramos aqui e além propostas interessantes que servem de alternativas viáveis para uma indústria que se sente encostada contra a parede e que multiplica em desespero políticas cada vez mais agressivas contra a pirataria recorrendo frequentemente ao uso de meios excessivos e que provocam danos de proporções “nucleares” na sua já muito corroída imagem…

Mas existem abordagens a este problema… Por exemplo, a Amie Street, apresenta uma proposta interessante para o problema da disseminação digital via Internet ou redes P2P de músicas protegidas com Direitos de Autor. Neste site é possível usar técnicas de “Redes Sociais” (Social networking) como aquelas que popularizaram o MySpace, o Facebook ou o Hi5, para destacar autores e bandas, para que possamos identificar novos autores de estilos que apreciamos e com preços distintos consoante a sua procura ou novidade. Isto é, não estamos já perante o modelo de preço único popularizado pela Apple no seu iTunes – em que cada tema custa sempre 1 dólar – mas perante preços variáveis, começando por 0 cêntimos (raras e difíceis de encontrar…) até aos 98 cêntimos de acordo com a sua popularidade e novidade. Os membros do serviço votam a sua preferência no site e por cada voto recebem créditos que faz reduzir o preço das músicas que aqui compram em valor proporcional à subida do tema que votaram, o que incentiva a votação em temas de qualidade…

O modelo da Amie Street também garante que uma parte substancial vai para quem deve efectivamente ir: para os artistas, ao contrário do que acontece frequentemente com alguns contratos draconianos impostos pelas grandes editoras… 70% das vendas vão directamente para os artistas… Estes fazem o upload gratuito dos seus temas e estes ficam de imediato disponíveis para compra.

As músicas aqui compradas estão livres daquele pesadelo engendrado pelas multinacionais do ramo chamado DRM que impede efectivamente que os comprados de música façam cópias para seu uso privado ou como backup para eventuais e comuns erros dos media (CD Audio, DVD, etc) e que copiemos a licença de audição (que de facto é isso que compramos) para outro Media, por exemplo, uma música comprada no iTunes não pode ser copiada para um leitor da CreativeLabs! Bem, aqui, pela Amie Street não é isso que passa. Todos os temas são MP3 normais, sem tecnologia DRM e podem ser livremente copiados (mas respeitando sempre as regras dos Direitos de Autor).

Fonte: Amie Street

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Dicas para melhor promover o livro “Goor – A Crónica de Feaglar” do nosso amigo Pedro Ventura

A propósito da recente publicação do livro “Goor – A Crónica de Feaglar” do nosso amigo Pedro Ventura listo aqui alguns processos que poderão usar para ajudar na venda e distribuição do livro:

1. Se planeiam comprar livros este ano… Comprem várias cópias do “Goor – A Crónica de Feaglar”, mas não na mesma livraria! Comprem cada cópia em cada livraria diferente, de modo a induzir o livreiro a pedir mais exemplares. Se comprarem todos os 3 ou 4 de uma vez, apenas um livreiro pedirá novos exemplares ao editor e não 3 ou 4 livreiros… E cada um não se limitará apenas a pedir ao editor o vosso exemplar… Pedirá sempre 2 ou 3…

2. Se não encontrarem nenhuma cópia numa livraria, não se limitem a ir embora sem dizer nada. Dirijam-se ao livreiro e perguntem-lhe: “Tem a Goor – A Crónica de Feaglar da Papiro Editora”? Se ele responder: “Não, posso mandar vir”. Aceitem e vão depois buscar o vosso precioso exemplar. E nunca peçam mais do que um de cada vez… Façam isto por cada exemplar que esperam adquirir.

3. Se encontrarem os “Goor – A Crónica de Feaglar” numa livraria numa prateleira afastada ou perto do chão, peguem num exemplar e discretamente coloquem-no na prateleira que está ao nível dos olhos da maioria das pessoas (no meu caso isso será pelos 1,89 m…)

4. Se a livraria tem uma secção de lançamentos ou de destaques (como a Barata) peguem num exemplar, folheiem-no e “esqueçam-no” sobre essa prateleira ou mesa…

5. Se encontraram o vosso exemplar de “Goor – A Crónica de Feaglar” no meio de vários livros de outros temas que não os ligados à literatura fantástica, movam-no discretamente (por telequinésia) para junto de obras do mesmo género, tipo Tolkien ou Watership Down.

 

 

E aqui ficam, por fim, uns sites com dicas para escritores como o Sá Morais seguirem e promoveram o seu próprio livro:

http://www.articlecodex.com/Articles/Arts/Writing/How-To-Promote-A-Book-10687.htm
http://www.writing-world.com/promotion/index.shtml
http://www.writing-world.com/promotion/promo03.shtml
http://www.adlerbooks.com/promguid.html
http://www.sandralamb.com/freelance.html

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Guantánamo, outra vez…

Segundo o “The New York Times” – em notícia publicada no Público – os serviços de segurança na prisão de Guatanámo estão a usar métodos mais radicais para combater a greve de fome de alguns dos detidos nesta prisão americana em Cuba…

Segundo o advogado de um dos detidos: os guardas americanos “estão a atar os presos a cadeiras especiais, durante várias horas, forçando-lhes a alimentação através de tubos inseridos brutalmente pelo nariz até ao estômago e impedindo-os depois de vomitar”.

Obviamente, os EUA negam estas afirmações… Mas quem acredita na mesma Nação que negou a existência dos vôos secretos da CIA, na existência de prisões secretas na Roménia e na Polónia, naqueles que diziam que Saddam tinha armas de destruição em massa, etc, etc…

Será que estes tipos não compreendem que estas atitudes são precisamente aquelas que mais argumentos dão aos individuos que se imolam em nome de Allah?! São precisamente estes comportamentos que reforçam o radicalismo islâmico e empurram o Mundo para uma Guerra Religiosa de desfecho imprevisível…

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Adiado o lançamento do Falcon1 da SpaceX


A empresa privada californiana Space Exploration Technologies (SpaceX) adiou pela terceira vez o lançamento do seu primeiro lançador orbital “Falcon 1” depois da aparição de problemas durante testes realizados antes do lançamento.

O Falcon 1 devia ter sido lançado no dia 10 de Fevereiro da ilha Kwajalein Atoll no Pacífico.

Os dois lançamentos anteriores (ainda em 2005) foram abortados primeiro devido a uma falha de computador e na segunda vez devido a uma avaria numa válvula no primeiro estágio do foguetão.

O Falcon 1 será o primeiro de uma série de lançadores que a SpaceX espera colocar no concorrido e muito lucrativo mercado mundial de lançamento de satélites. Com apenas 21 metros de altura, o lançador será capaz de colocar cargas de até 570 kg em órbitas baixas. O primeiro estágio está equipado com um paraquedas para permitir a sua reutilização

Cada lançamento deverá custar cerca de 6.7 milhões de dólares.

A SpaceX espera realizar três lançamentos do Falcon 1 em 2006, sendo o segundo a partir de Vandenberg (California) e o terceiro a partir do mesmo Atoll onde será feito este primeiro lançamento.

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A Minoria que se vai tornando em Maioria e as Caricaturas

A contestação pela publicação das famosas caricaturas a Maomé revela uma crescente populariedade dos movimentos islâmicos radicais no mundo islâmico e até entre as comunidades islâmicas do Ocidente que tem muito a ver com a Globalização, com a crescente redução do papel do Homem na Economia, com a redução do Mundo Árabe na economia global (reduzido a mero produto de petróleo, enriquecendo apenas uma reduzida clique governante).

O problema está em que esta interpretação radical do Islão, de minoritária e contracorrente ameaça tornar-se sistemética e generalizada… Usada por alguns governos mais radicais e ameaçados como o do Irão e da Arábia Saudita, reforçada pela hesitações do Processo de Paz israelo-palestiniano e pelas posições americanas no Iraque e Afeganistão, os radicais e extremistas ameaçam tornar-se maioritários…

Quanto menos importância tem o Homem, mais importância ganha a Transcêndia e o Além. Num mundo onde as perspectivas são piores para todos (ou quase), o refúgio na transcêndia religiosa é uma das derradeiras salvaguardas contra a Loucura.

Compreendo estes fanáticos e o processo que os leva até este ponto. Incompreendo o sistema de “Pensamento Único” neoliberal e imperial que os levou aqui.

Compreendo o processo, mas também o uso do mesmo que as “élites” islâmicas radicais (os ulemas e os imãs que acicatam ao ódio e ao racismo) fazem do mesmo para expandir o seu poder e influência.

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A próxima missão do Shuttle (STS121) deverá ser lançada entre 3 a 22 de Maio

O próximo lançamento do vetusto e obsoleto vaivém americano deverá ocorrer entre 3 a 22 de Maio de 2006 no Kennedy Space Centre, Florida. Assim se confirma a insistência da NASA em concentrar os seus cada vez mais escassos recursos num vaivém que de orgulho nacional em tempos se tornou em verdadeiro “engulho” nacional e que obrigou a NASA a pagar passagens para os seus astronautas nas cápsulas russas Soyuz… Somente razões de ordem política podem explicar a continuada aposta numa plataforma de lançamento que já provou ser obsoleta e possuir perigosos erros de concepção. Em vez que continuar a usar os fiáveis meios russos enquanto a prometida nova CEV (Crew Exploration Vehicle) não entra em funcionamento, os EUA insistem em usar o perigoso Shuttle…

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A missão europeia ExoMars a Marte entra na fase de desenho


No âmbito de um contrato com a ESA a Alcatel Alenia Space arrancou com a fase de desenho da missão ExoMars.

Esta missão pretende colocar em Marte um Rover com o principal objectivo de encontrar vestígios de vida presente ou passada no planeta vermelho. A ExoMars é a primeira missão do programa de exploração europeu Aurora, que tem como objectivo dar à Europa uma presença europeia (humana e robótica) no Sistema Solar.

Para cumprir esta fase, a Alenia receberá 13 milhões de euros, sendo o custo total da missão orçamentado em cerca de 600 milhões de euros. O ExoMars deverá ser lançado de Kourou (Guiana Francesa) em 2011.

Segundo Vincenzo Giorgio, Director for Optical Observation & Science programs from Alcatel Alenia Space in Italy said: “We are pleased that ESA Council has decided to go ahead with the Aurora program and its first mission ExoMars. This mission, like Huygens, represents a great challenge to both the space industry and Alcatel Alenia Space, paving the way for future Mars missions.”

Publicado também em DoMelhor

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Alternativas ao Google: Dogpile

Depois do estourar das suspeitas de que a Google manipulava os resultados das suas buscas, e sobretudo depois da cedência da companhia frente às pressões ditatorias da China, em que acedeu a criar uma versão censurada do Google.cn em que palavras como “Tibete” são tidas como censuráveis, comecei a procurar alternativas ao Google… O Yahoo está fora de questão e MSN do Bill Gate$ também… Como transição, encontrei o Dogpile. Que não sendo exactamente um motor de busca próprio já que usa os motores Google, MSNsearch, Yahoo e AskJeeves, pelo menos nos afasta da homepage desses motores e da publicidade que estes nos impingem e de que depois serve para financiar censuras.

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Os bichos já são mais que o correio normal…

Dou suporte a uma grande rede informática e nomeadamente aos seus sistemas de Mail e já à coisa de uns dois ou três meses que tinha observado uma tendência: a do correio electrónico ilegítimo estar a aproximar-se do volume do correio legítimo… Isto é, todo o correio utilizado por spammers
ou enviado automáticamente por virus que se procuravam espalhar estava a subir todos os dias e parecia que um dia havia de ser maior do que todo o correio electrónico real.

Essa barreira foi ultrapassada no mês passado…

A partir de então e hoje inclusivé recebemos mais virus e spam do que correio normal, e isto numa proporção de 60% de Lixo para 40% de Correio… A que se deve tamanho balançp? Aos utilizadores da Internet, receio bem… Muitas pessoas têm hoje computadores ligados à Net com Banda Larga, mas ignoram por completo as mais básicas regras de segurança… Uns não têm um antivirus actualizado, pensando que “aquela coisa do Norton” que vinha quando compraram o pc continua activa e actualizada (duvido…), outros nem sabem o que é uma firewall e ignoram que existem várias gratuitas… Quase todos, infelizmente, abrem todas as mensagens que recebem, mais os anexos que lhes aparecem nas caixas de correio sejam eles .exe, .com, .vbs, o que fôr, na simples ânsia de ver novas imagens da Paris Hilton, da Kournikova, da Pamela Anderson, etc, etc… Quando os abrem… Zás. Ficam infectados e passam a infectar outros incautos que por sua vezes espalham a bicheza a outros, e assim por diante, tornando a Net aquilo que ela é hoje: Um verdadeiro caldo viral, pronto a infectar qualquer incauto… Quantos aos spammers… Eles continuarão a existir enquanto houver uma pessoa que abra um e-mail de origem desconhecida que lhe tenta vender uma coisa qualquer. Um conselho: nunca abra e-mails de quem não conhece, e sobretudo, nunca os abra se lhe parecerem que estão a tentar vender-lhe uma coisa qualquer!

Deixo aqui uma pequena lista de programas essenciais e gratuitos para quem navega na Internet:
1. Firewalls (recomendo a ZoneAlarm, agora que a Kerio Personal Firewall está a desaparecer)
2. Antivirus, onde destaco o Avert (que uso agora neste momento) ou o MS Windows Live Safety Center beta da M$ um anti-virus gratuito (estranhamente Microsoft e Gratuito soam mal… Mas já pagamos tanto pelas licenças de Office e Windows, que bem que podem dar qualquer coisinha de vez em quando).
3. Spyware que é aqueles programinhas que se alojam nos nossos computadores e que enviam dados para spammers sobre os nossos hábitos de navegação. Deste classe, prefiro o PestPatrol ou o Ad-Aware da Lavasoft.
4. Anti-Spam, pagando nós o tráfego da Internet, importa limitar aquele que nos é roubado pela recepção de spams… Por isso devemos instalar uma destas ferramentas se queremos limitar a nossa exposição a este lixo incómodo.
5. Mantenha sempre o seu computador Windows actualizado activando o Windows Update, de modo a tapar os numerosos buracos de segurança que o Windows deixa no seu computador…

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Comentário a Cadilhe: Parte 1

Quando Cadilhe diz “Não devíamos era ter entrado precocemente.” afirma aquilo que é um dos aspectos mais nocivos da personalidade lusitana: a infinda capacidade de menorização frente ao “estranja” que faz de nós um dos povos mais hospitaleiros do mundo, não porque gostemos verdadeiramente dessa “gente loira” do norte da Europa, mas porque no nosso íntimo nos achamos piores do que eles. Fruto de 50 anos de salazarismo debilitante e que fazia do “Portugal dos Pequeninos” um orgulho nacional, essa mentalidade ainda hoje é parte essencial da maneira portuguesa de estar no Mundo e explica a obsessão pelo “melhor aluno da CEE”, pela adesão precoce, falsificada e impreparada ao Euro formado conforme aos interesses alemães e não portugueses e até esta renovada obsessão parareligiosa pelo cumprimento do PEC mais a sua “sacrossanta” meta orçamental (que a “gente loira” viola sempre que lhes apetece, diga-se).

Agora, com as notícias que fazem como certo o aumento da taxa de juro na zona Euro, para controlar a inflação no Norte, Portugal com a sua já longa recessão vai pagar o preço de ter aderido ao Euro. Em vez de uma moeda capaz de competir com o Dólar e com a falsa moeda chinesa, Portugal usa o Euro (caro) nas suas exportações…

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Estado de Sítio III

Algumas vozes em França têm-se levantado clamando pela chamada das Forças Armadas para resolver a corrente “Intifada dos Bairros Sociais”. Contudo, este recurso seria um erro:

a) As Forças Armadas não estão treinadas, nem equipadas para missões de polícia. Falta-lhes organização, treinamento e equipamento anti-motim. Moralmente, também não preparadas para agirem contra civis, que podem inclusivé ter relações de parentesco ou de amizade com os próprios militares;

b) As Forças Armadas são o último recurso para manter a Paz Interna de uma Nação. O recurso a este último meio significa o reconhecimento dos meios normais de manutenção da Ordem e representa De Per Si uma derrota para o Estado Civil.

c) O uso das Forças Armadas em operações civis compromete a rígida fronteira que deve sempre existir entre Política e Exército. Fazer intervir as Forças Armadas num problema que é de raíz Social, Económica e Política é inserir as Forças Armadas na área Social, Económica e Política, sendo que estas áreas devem estar vedadas ao Exército, sob pena de se passar a considerar as Forças Armadas como um agente político activo (ainda que de recurso) e abrir a porta para a participação dos militares na vida política, sob a forma de golpes de Estado militares.

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Tarzan

Num filme do Tarzan (penso que fosse o primeiro com o Weissmuller) surgiam algumas cenas curiosas. Perfeitamente “normais” para o público da época (penso que fosse a década de 40) mas chocantes para a actualidade…

Numa, víamos a expedição que tentava atravessar um precipício. A cena de si, já era curiosa… Jane não trazia absolutamente nada nas mãos, nem nenhuma carga, os restantes europeus transportavam apenas as suas espingardas e respectivas munições enquanto a numerosa equipa de carregadores africanos ía carregadíssima de fardos e mais fardos. Quando um destes escorre e desaparece abismo abaixo a primeira expressão do chefe da expedição é: “O que ía naquele fardo?”. Noutra cena – mais adiante – perante o primeiro grito de Tarzan vindo do interior da selva, os carregadores africanos juntassem uns aos outros e começam a prepararem-se para se pôr em fuga sendo detidos pelo chefe da expedição: “Salim, distrai-os com o chicote” (!!!).

Estas cenas muito racistas continuam hoje neste filme e em muitos outros da época e seria impensável retirá-los destas obras de arte porque desde logo testemunham uma época passada e como tal devem permanecer intocados. Contudo, apresentá-los assim – em bruto – sem preparação, numa tarde de domingo e para um público infantil não introduzirá neste público uma série de ideias e conceitos racistas?

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O “Milagre” Britânico

Parece que Portugal entrou numa vaga imparável de despedimentos… As empresas privadas despendem todo o pessoal que podem, o próprio Estado com o seu espantoso número de 5 milhões de dependentes directos (Medina Carreira) está a preparar-se para despedir pessoal e todos estes despedimentos são feitos sempre tendo em vista o suposto “aumento da competitividade da nossa Economia”, como se a desregulamentação do mercado laboral pudesse ser directamente ligada ao crescimento económico…

Porque não pode! Durante décadas o fundamento do espantoso crescimento japonês esteve na extrema segurança e rigidez laboral japonesa que garantia o mesmo emprego até ao fim da vida laboral do funcionário e que criava uma relação semi-familiar entre a empresa e o empregado.

Até o mais propalado exemplo de sucesso, o Britânico, está inquinado. Dizem frequentemente que a baixa taxa de desemprego britânica (4%) se deve à desregulamentação do seu mercado de trabalho, mas isso não é verdade! Se a taxa de desemprego britânica é baixa isso deve-se a um conjunto de factores:
a) A taxa de emprego temporário é de mais de 20% (em França é 8%)
b) Desde que Blair tomou o poder, o Estado admitiu perto de 1 milhão de novos funcionários
c) A categoria de “Deficiente” foi alargada desde a chegada de Blair, permitindo um salto de 400.000 para perto de 2.5 milhões, e estas pessoas foram assim excluídas do Mercado de Emprego.

E eis desvendado o tal “Milagre Inglês”.

Fonte: Edição de Outubro do “Le Monde Diplomatique”

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A FlameWar do Blasfémias

Depois de um meu comentário colocado no Blasfémias foi alegremente insultado por alguns ultraliberais, buxófilos e fundamentalistas-cristãos (para mim, as três palavras valem como insultos) porque escrevi:

Embora na Rússia soviética houvesse pobreza não havia a miséria absoluta que assola mais 17 milhões de americanos e os tais 150 milhões de pobres chineses. O sistema estava longe de ser perfeito, mas produzia um maior nivelamento social e económico do que o presente “pensamento único”.

Pergunte-se aos pobres russos se hoje estão melhor que em 1960…

“O sistema estava longe de ser perfeito”. E não era! Havia miséria, mas a fome que hoje assola milhões de russos não existia e a habitação, a Saúde, a Educação e os transportes públicos eram assegurados e todos tinham emprego e a velhice tranquilos (no primeiro caso, até demais).

O sistema soviético não funcionava. Ponto. Somente as enormes exportações de produtos petrolíferos e a repressão severa e frequentemente assassina permitiram manter o regime à tona de água! Mas o sistema nivelava – ainda que por baixo – as desigualdades sociais, económicas e sexuais! Havia mais igualdade do que em qualquer outro regime, mas a custo da liberdade de expressão e da eficiência económica, e estes são preços muito altos a pagar..

Tão altos que o regime soviético perdeu a Guerra Fria.

Agora não reconhecer que a pobreza na Rússia Soviética é aderir ao mais bacoco e cego fundamentalismo buxófilo. O sistema não prestava, mas não produzia mais pobreza que o chamado “Capitalismo Ocidental”.

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A confusão na tola de Sócrates entre Tamiflu e “Vacina”

Parece que José Sócrates teria declarado que “Portugal estava preparado para enfrentar uma eventual epidemia da Gripe das Aves porque tinha adquirido uma dose considerável de vacinas”.

Alguém faz o favor de explicar a esse viciado em fatos Armani que não existe ainda vacina para o H5N1 e que o Tamiflu da Roche não é uma vacina?

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A “municipalização” das eleições autárquicas

A “crescente municipalização” das eleições autárquicas é um fenómeno positivo e bem vindo. De facto, julgar os governos nas autárquicas é um erro.

Julgar os autarcas pelo seu desempenho e não pelo desempenho dos seus partidos é positivo e revela maturidade democrática (casos de Lisboa, Sintra e Porto). A derrota de Avelino também é um sinal de maturidade.

Os epifenómenos de Gondomar, Felgueiras e Oeiras indicam outro fenómeno, menos positivo e que é uma reedição do “caciquismo” que esteve muito em moda no Portugal do século XIX e que se baseia na criação de redes de interesse e emprego que com a estagnação e evaporação económicas no Interior têm assumido cada vez mais importância.

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O gelado de Luís Amado

Estamos sempre a dizer mal de Portugal. Mas existem algumas vantagens de viver neste país… Ontem vi, descendo a avenida de Roma, em Lisboa, o Ministro da Defesa, Luís Amado de jeans e t-shirt descendo a avenida de Roma sorvendo o seu gelado e nem sombra de seguranças ou polícias, nem a montante, nem a jusante da Avenida…

 

Não existem muitos países do mundo onde um Ministro da Defesa se sinta seguro o suficiente para passear com o seu sorvete numa das avenidas mais movimentadas da Capital. No nosso infeliz gémeo atlântico de nome Brasil, o Ministro seria repetidamente assaltado, violado e assassinado (não necessariamente por esta ordem), em países “civilizados” como o Reino Unido, a Itália, a Espanha ou os EUA a Segurança nunca o deixaria andar com essa liberdade: “Guerra ao Terrorismo” oblige… No Iraque seria imeditamente eliminado, logo que pusesse os pés na rua.

 

Vantagens de ser um pequeno e ignorado país na Finisterra da Peninsula Ibérica…

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O cúmulo do auto-hipocrisia

Qual é o cúmulo do auto-hipocrisia? Exactamente, não sei qual será, mas não andará longe daquilo que ouvi no outro dia numa pastelaria onde uma cliente pedia no balcão: “dê-me uma tijelada, mas a mais pequena por favor”. Qual será a diferença calórica entre uma queijada grande e uma pequena? A capacidade do ser humano para se enganar a si próprio é imensa…

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A Candidata Sem Topo de Cabeça de Silves

Estive ontem no concelho de Silves e vi por aqui a curiosa campanha que o PSD apresenta para manter a Câmara de Silves… Desde logo, a imagem da candidata infectou o concelho com fotografias da sua candidata, mas em todas (autocolantes, cartazes de parede e outdoors gigantes) a candidata aparece com a parte superior da cabeça cortada… Será que ninguém estranha a coisa? Que imagem querem fazer passar da candidata?… De que não tem a parte superior da tola? Ou seja, que está “aberta” a ideias exteriores? 😉

 

Alguém está a precisar desesperadamente de um novo consultor de Marketing Político…

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Portugal na Lua: A Cratera “Vasco da Gama”

E não é que existe uma cratera na Lua com o nome do navegador português?…

A cratera encontra-se em 13.9º N de Latitude e 83.9 W e tem um diâmetro de 83 quilómetros.

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A Candidatura de José Maria Martins

A candidatura de José Maria Martins à Presidência da República já tem site.A construção do mesmo é patética, com erros diversos (links mortos, texto não centrado, caracteres > perdidos, etc…) mas revela algo sobre o perfil deste candidato, nomedamente a existência de um foco sobre a:

1. Critica à corrupção, cleptocracia e plutocracia do sistema actual;
2. Critica ao “centrão político” que se alterna no poder, década após década.

Defende uma mudança de regime, com “novos processos e novos agentes”, mas não explicita que processos serão esses, nem de agentes fala…

É impossível não concordar com a crítica à sociedade portuguesa de JMM, mas esperava-se mais alguma substância na crítica e nas soluções propostas… Candidato apartidário, JMM, tem aqui a sua maior virtude, mas comunga com Alegre essa virtude, não comungando infelizmente com o poeta de Coimbra a facilidade do verbo…

Que sirva de abanão a esta sociedade empodrecida, pelo menos!

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Embuste!

Parece que Santanaz Lopes vai receber uma pensão de reforma após ter cumprido uma vida inteira de trabalho (seis anos). E contudo, trata-se de uma falsa notícia… Santanaz não vai receber 3000 e tal euros por causa dos seus esforçados (SIC) seis anos de trabalho, mas sim um euro por cada trapalhada que cometeu durante os seus 4 meses de governo.Desfeito este embuste, podemos dormir descansados. Como seria possível conviver com a noção de que Santanaz se conseguiu reformar ao fim de uns curtos seis anos de “trabalho” quando a nós nos vão obrigar a cavar batatas e a alombar com monitores até aos 65?

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O Paradigma “Estado”

Poder e Instituições na Europa do Antigo Regime
Colectânea de textos
(organizada por António Manuel Hespanha)
P.26 e seguintes

O conceito contemporâneo de “Estado”, enquanto entidade que possui o exclusivo do poder de “coação legítima” (imperium) sendo este o Meio para alcançar o Fim que é o “interesse público” contraposto à “Sociedade Civil”, destituída de “Imperium” é uma novidade, alheia ao modo de governo medieval e do mundo moderno.

O conceito contemporâneo de ‘Estado” nasceu da movimentação aglutinante do poder real no final da Idade Média e da captura bem sucedida que esta fez dos poderes supranacionais (Império e Igreja) e dos poderes subnacionais (Senhores, Conselhos e Corporações). O processo de concentração é conhecido por “centralização do poder real” e haveria de produzir as anomalias extremas conhecidas como “monarquias absolutistas”.

Segundo esta leitura (a actual, recorde-se), “o Estado deve estar separado da sociedade civil”. Segundo ela, somente o Estado permitiria a “plena realização do interesse público”. Nada mais falso… O professor Hespanha responde a esta tese o reconhecimento de que na Idade Média e na Idade Moderna todos os interesses dos vários membros da Sociedade confluiam para um todo harmónico que se enquadrava numa unidade mais vasta, designada por “Bem Comum”.

Hespanha contrapõe assim ao dualismo Estado/Sociedade Civil o dualismo Bem Comum(“Bonun Commune”)/Interesse Público.

Na visão Medieval e Moderna, ao poder não competiria sacrificar os interesses dos privados (Senhores, Conselhos e Corporações) em prol de um suposto superior “Interesse Público”, mas concorrer para a sua interharmonização mantendo-os e salvaguardando os seus direitos.

É no conceito de “Estado Centralizador” detentor exclusivo da aplicação do “Interesse Público” que nasce o conceito de “polícia”, desconhecido até então e que se traduz como o objecto usado pelo Poder para forçar os membros da Sociedade a sacrificarem os seus particularismos, num reconhecimento implícito da absoluta e insanável contradição entre os interesses particulares e o “Interesse Público”, uma contradição que era estranha às mentes medievais, diga-se em abono da verdade.

Hoje em dia, nos meios de comunicação portugueses assistimos frequentemente ao uso e abuso da expressão “forças de bloqueio” entendidas como expressão dos Lobbies e Corporações que recorrem à sua influência na sociedade para bloquearem leis que visam o “interesse público” contraposto às suas perrogativas e privilégios grupais. Entrou assim na consciência colectiva a noção de que as Corporações são algo negativo e corrosivo para o “Bem Comum”, o que não corresponde em absoluto à interpretação medieval do conceito e que é preciso fazer renascer para que o Quinto Império seja cumprido.

O original deste Post foi colocado em Movimento Quintano

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Alquimia I – quadro de Heerschepps

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Uma maneira gratuita de fazer Backups ao Blogue



Já gastou inúmeras horas a escrever Posts para o seu Blogue e gostaria de ter um backup dos mesmos? Se sabe alguma coisa de informática conhece a importância de manter uma cópia de segurança dos dados.

A solução existe e é gratuita. Trata-se do WinHTTrack Website Copier. Com esta simples aplicação pode criar um projecto com o nome do seu Blogue:

Depois, clique em “Seguinte” e seleccione a opção por defeito, que será “Update Existing Download” se já tiver antes feito uma cópia de segurança do Blogue ou “Download Web Site(s)” se este fôr a primeira cópia criada.

E pronto! Já pode dormir descansado!

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A Frota

Segundo notícia do Público: “A comissão para o estudo dos meios aéreos para o combate a incêndios florestais propôs ao Governo a constituição, por aluguer e/ou aquisição, de uma frota de 48 aeronaves, sendo 30 helicópteros e 18 aviões”.Portugal tem nos últimos anos pago várias frotas de 48 aparelhos às empresas que nos alugam essas aeronaves em regime de outsourcing.

Existem três opções para a gestão desta frota:
a) É entregue à Força Aérea e forma nela um novo ramo autónomo
b) É entregue ao Serviço Nacional de Bombeiros
c) É formada uma Empresa Pública para gerir estes meios

De todas a 1ª e a 3ª parecem-me mais razoáveis, a 1ª porque a FA tem a vocação para este tipo de missões, e a 3ª porque essa empresa poderia alugar esses meios a Marrocos e a Espanha quando estes necessitassem destes meios. Além de que a gestão seria financeiramente mais eficiente do que pelo SNB ou pela FA… Os quais, especialmente o primeiro, têm demonstrado uma muito discutível capacidade para gerir os meios de combate a incêndios (porque é que nos dias em que lavravam 74 incêndios em Portugal só estavam em actividade 4000 dos 30 mil bombeiros portugueses?).

Manter tudo como está, só serve para esvaziar os cofres do Estado e para encher o de umas dezenas de empresas parasitas. Em tempos de “vacas magras” todas as despesas devem ser reavaliadas e já não é sem tempo que se repensa a política de combate a incêndios a Portugal.

Esperemos que Sócrates não desapareça novamente no Quénia antes de aplicar esta recomendação…

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Parte 5: Os Descobrimentos Portugueses: Teses sobre a Conquista de Ceuta

Tese Tradicional sobre a Conquista de CeutaDesde Zurara e até à “Monarquia Lusitana” que se defendia que a ida a Ceuta resultara da necessidade de armar cavaleiros os filhos de Dom João I. Era a chamada Tese da Cavalaria.

Esta tese, conhecida como “tradicional”, sobreviveu até aos nossos dias na versão melhorada de Oliveira Martins, descrita no seu livro: “Os Filhos de Dom João I”.

Tese de António Sérgio sobre a Conquista de Ceuta

No “Ensaio de Interpretação Não-romântica do Texto de Azurara”.
O ensaio é antes do mais uma reacção à obra “Os Filhos de Dom João I”. Este enaltecimento da História leva ao engrandecimento da figura do Infante Dom Henrique, de “sangue celta” (Oliveira Martins julga ter encontrado no Infante o autor do projecto).

Embora António Sérgio se oponha a Oliveira Martins no tocante à sua visão romântica, admite contudo que Ceuta marca o começo do processo de Expansão. António Sérgio defende uma tese económica e burguesa, uma posição que pretendeu esvaziar a ida a Ceuta de todo o seu pendor nacionalista. Para o autor, a viagem a Ceuta resulta do projecto de um grupo social, a Burguesia, representada por João Afonso, o intermediário entre os Infantes e os Burgueses. A Burguesia pretenderia alcançar as rotas comerciais do Oriente. António Sérgio diz que não precisou de ler a Crónica de Zurara, visto que nela não encontraria as informações de ordem económica que julgava determinarem a conquista da cidade.

O autor julgava que Ceuta era o ponto de chegada a Marrocos da rota que levava, desde o Oriente, o ouro e as especiarias ao norte de África. Escreveria igualmente que Ceuta se encontrava numa zona rica em cereais.

Continuando o seu raciocínio, encontra em Dom João I, o monarca de:
uma Revolução, de uma Revolução Burguesa. A mesma burguesia que financiaria a expedição…

Tese de David Lopes sobre a Conquista de Ceuta

A tese de David Lopes surgiu essencialmente como uma resposta à posição manifestada por António Sérgio. Apesar disso, começa por criticar Oliveira Martins:
No prefácio do “Que Fomos Nós Fazer a Marrocos?” (1924): David Lopes defende que Ceuta não sendo um centro cerealífero, deveria ter sido preterida por uma cidade inserida numa das regiões cerealíferas marroquinas, se essa fosse a principal motivação da conquista.
A tese deste autor é principalmente, uma Tese Política:
A conquista de Ceuta dificultaria a actividade do corso muçulmano nas nossas costas.

É também uma Tese Religiosa: Uma vez que se tratava de um ataque aos muçulmanos, inimigos da Fé Cristã. E, finalmente, é igualmente uma Tese Geo-estratégica: Porque a sua conquista enfraqueceria o Reino muçulmano peninsular de Granada.

Tese de António Borges Coelho sobre a Conquista de Ceuta

António Borges Coelho baseia a sua tese na chamada “Carta do Pão” de 1414, nesta se diz que “Ceuta era um sorvedouro de homens e dinheiro”. Alguns historiadores contrapõe que Pedro de Menezes teria regressado de Ceuta rico, mas a verdade é que esta riqueza se devia não ao comércio mas ao resultado da pilhagem nos arredores da praça forte.

Em suma, A. Borges Coelho diz que a Burguesia foi o primeiro motor da conquista, mas seria a Nobreza a recolher os únicos lucros.

Por fim, para o historiador a conquista de Ceuta não teria resultado num desastre económico. Essa noção teria sido induzida pela Nobreza para impedir o crescimento e implantação da burguesia na praça marroquina.

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O Proteccionismo está de volta e cada vez com maior vigor à medida que as fragilidades e desigualdades da Globalização se forem impondo.

Visite o site do http://560.adamastor.org/informacoes.html”

No nosso lado, a adesão é total: sempre que compramos algo procuramos sempre produtos nacionais, ainda que mais caros ou que não tenham exactamente as características que procurávamos.

Lembrem-se: Comprar produtos portugueses é dar emprego a portugueses, e um desses portugueses pode ser voçê!

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