Arquivos de sites

TCP/IP Addressing: Classes, Private Range Addresses, Conversão e Default subnet masks

Address Class Range Nº of Network IDs Number of Hosts IDs

Class A 1-126 126 16,77,214

Class B 128-191 16,834 65,534

Class C 192-223 2,097,152 254

Por exemplo 198.221.10.254 seria um endereço de classe C.

Private Range Addresses:

Class A 10.0.0.0-10.255.255.255

Class B 172.16.0.0-172.31.255.255

Class C 192.16.80.0-192.168.255.255

Conversão de decimal para binário e vice-versa:

1 1 1 1 1 1 1 1

128 64 32 16 8 4 2 1

Por exemplo, um IP Address de 131.107.2.10 pode ser convertido para o binário:

10000011 01101011 00000010 00000001

Default Subnet Masks

ClassA 255.0.0.0

ClassB 255.255.0.0.

ClassC 255.255.255.0

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A password do Governador do Nevada: “kennyc”


(o dito governador… Jim Gibbons)

Bem… Pelo menos durante alguns dias qualquer pessoa que tivesse querido podia ter sido… Governador do Nevada. Com efeito, por incúria, o site do Estado norte-americano do Nevada publicou o userid “governor” e a password “kennyc” do Outlook Web Access do governador do Estado. Agora a coisa já deve ter sido detectada e alterada… Mas durante algum tempo toda a gente pôde brincar ao jogo “Governador do Nevada”!…

O site oficial do governo do Nevada publicou um ficheiro Word contendo instruções sobre como os seus subordinados deveriam formatar o correio electrónico que lhe deviam enviar, uma lista que corresponderia a perto de 13000 indivíduos… Ora, por lapso aparente, foi aqui deixado o seguinte ficheiro:

1.jpg

Repare-se como está explicitamente indicado o username “governor” e a… password “kennyc”! Precisamente o mesmo nome do anterior governador em funções no cargo de nome Kenny Guinn, o que diz tudo sobre o tipo de regulamentos ou a sobre a aplicação dos ditos nos estados dos Estados Unidos e sobre a atitude perante a Segurança Informática de Jim Gibbons. É verdade que pode haver (deve!) uma firewall que limita o acesso ao Outlook interno do Estado a utilizadores no exterior, mas é curioso como o novo titular do cargo nem se deu ao trabalho de mudar a password obviamente escolhida pelo seu antecessor, mas esta não é a verdadeira questão.

A verdadeira questão está em que é possível ao responsável máximo de um governo estadual dos EUA manter uma password de baixa segurança (nada de 3 em 4, do género P@ssw0rd), não a mudar durante longos períodos de tempo (desde o seu antecessor, aparentemente) e… expôr a dita num site de acesso público! Onde estão e como foram aplicados os biliões de dólares da Homeland Security?Fonte:
News.com

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Como colocar o iTunes a funcionar sob um MS ISA Server 2004 ou 2006

Para conseguir colocar a trabalhar o iTunes com um Proxy Server Microsoft ISA 2004 ou ISA 2006 terá que lidar com o facto do iTunes responde com pacotes comprimidos mesmo quando o cliente não o requer. Os ISA 2004 e 2006 desconfiam desta atitude e por defeito bloqueiam todos os pacotes comprimidos que não tenham sido pedidos pelo cliente e por é essa razão que o iTunes com o ISA2004 ou 2006 não funciona.

Existe contudo uma forma de resolver o problema e esta passa por no ISA em General:HTTP Compression excluir os endereços de TCP/IP usados pelos servidores do iTunes dessa rejeição. Para tal devemos criar antes um “Computer Set” chamado “iTunes” com os endereços (à data):

  • 89.149.169.80-.89.149.169.97
  • 194.109.192.22
  • 194.109.192.7
  • 17.250.236.65
  • 69.44.123.19
  • 69.44.123.26

E depois, excluir este “iTunes” da “Request Compressed HTTP Content” deste grupo.

E pronto, a partir daqui já deve ser possível usar o iTunes com as mais recentes versões do Proxy Server da Microsoft.

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Hoax? “Paris, o Pirata”, o Windows Vista e… as ligações para o DoD dos EUA e para a Halliburton…


(Piratas escondendo o seu tesouro… Neste caso, o dito deve valer dois dobrões de… bronze)

(in http://www.eco-action.org/dod/no8/images/bleck_pirate.jpg)

Um tal de “Paris, The Pirate” declarou que depois de instalar um analisador de pacotes de rede no seu computador com Windows Vista (hum… com um nickname daqueles, vai uma aposta como não usa uma versão licenciada?…) identificou ligações que o Vista estaria a estabelecer com endereços TCP/IP do Departamento de Defesa dos EUA, com o “United Nations Development Program” e com a… nebulosa empresa Halliburton. “Paris”, garante que o computador corria apenas o Windows Vista e nada mais (ou pelo menos assim pensa o dito…). Em primeiro lugar é estranho que mais ninguém tenha reportado estes acessos, sobretudo ninguém da comunidade hacker ou de segurança informática, mas Paris, diz que só detectou esses pacotes depois de ter deixado a máquina correr durante alguns dias, e a partir do momento em que observou alguma lentidão no sistema.

E contudo… Este alerta não faz grande sentido… O peerguardian das imagens não é um sniffer: “PeerGuardian 2 is Phoenix Labs’ premier IP blocker for Windows. PeerGuardian 2 integrates support for multiple lists, list editing, automatic updates, and blocking all of IPv4 (TCP, UDP, ICMP, etc), making it the safest and easiest way to protect your privacy on P2P.” Por outro lado, os écrans capturados que acompanharam este alerta são de uma máquina correndo XP… Não Windows Vista! Por outro lado… Os écrans capturados desapareceram do site http://www.whitedust.net/?_Part_of_the_war_on_terror%3f…/ onde estavam alojados e encontramos agora a mensagem:

“14 August 2007 – 23:58 GMT
With the industry and those in it so seemingly hostile to Whitedust, and
pure apathy from anyone who thinks otherwise. Why bother. This site is
now closed permanently. It’s staff have abandoned the scene and the industry
for real world projects – for good, you won’t be seeing us again. You “Won”.
Good luck out there. You’ll need it.
-The Staff”

Fonte: Tech.Zicos.com

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Para ver filmes flash (.flv) num Windows Server 2003

O .FLV é um novo formato usado por ficheiros Adobe Flash. Permite colocar video num site, mas se este correr em Windows Server 2003 teremos que realizar a seguinte configuração:

1. Sob o Site do IIS, chamar “Properties”
2. Em Headers, seleccionar “File Types” e em MIME fazer “New Type” e introduzir
Associated Extension: .flv
MIME Type Box: flv-application/octet-stream (há também relatos de que é necessário usar aqui “video/x-flv”)
3. OK para sair da caixa de properties do IIS
4. Stop e Start do serviço de WWW

Mas atenção… Este procedimento apenas funciona sob Windows Server 2003 SP1, não sob o Windows Server 2003 sem o SP1 !

Fontes:
http://kb.adobe.com/selfservice/viewContent.do?externalId=tn_19439&sliceId=1
http://flv.brothersoft.com/news_windows-2003-server-does-not-stream-flv-videos.html
http://renaun.com/blog/2006/06/15/42/
http://blogs.ittoolbox.com/c/engineering/archives/adding-flv-mime-type-in-iis-4198
http://blogs.ugidotnet.org/kfra/archive/2006/10/04/50003.aspx

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Amie Street: Uma forma original de comprar (ou não…) música livre de DRM

Em pleno clima de desespero das produtores de música frente ao desabar das suas vendas e à evaporação crescente dos seus lucros encontramos aqui e além propostas interessantes que servem de alternativas viáveis para uma indústria que se sente encostada contra a parede e que multiplica em desespero políticas cada vez mais agressivas contra a pirataria recorrendo frequentemente ao uso de meios excessivos e que provocam danos de proporções “nucleares” na sua já muito corroída imagem…

Mas existem abordagens a este problema… Por exemplo, a Amie Street, apresenta uma proposta interessante para o problema da disseminação digital via Internet ou redes P2P de músicas protegidas com Direitos de Autor. Neste site é possível usar técnicas de “Redes Sociais” (Social networking) como aquelas que popularizaram o MySpace, o Facebook ou o Hi5, para destacar autores e bandas, para que possamos identificar novos autores de estilos que apreciamos e com preços distintos consoante a sua procura ou novidade. Isto é, não estamos já perante o modelo de preço único popularizado pela Apple no seu iTunes – em que cada tema custa sempre 1 dólar – mas perante preços variáveis, começando por 0 cêntimos (raras e difíceis de encontrar…) até aos 98 cêntimos de acordo com a sua popularidade e novidade. Os membros do serviço votam a sua preferência no site e por cada voto recebem créditos que faz reduzir o preço das músicas que aqui compram em valor proporcional à subida do tema que votaram, o que incentiva a votação em temas de qualidade…

O modelo da Amie Street também garante que uma parte substancial vai para quem deve efectivamente ir: para os artistas, ao contrário do que acontece frequentemente com alguns contratos draconianos impostos pelas grandes editoras… 70% das vendas vão directamente para os artistas… Estes fazem o upload gratuito dos seus temas e estes ficam de imediato disponíveis para compra.

As músicas aqui compradas estão livres daquele pesadelo engendrado pelas multinacionais do ramo chamado DRM que impede efectivamente que os comprados de música façam cópias para seu uso privado ou como backup para eventuais e comuns erros dos media (CD Audio, DVD, etc) e que copiemos a licença de audição (que de facto é isso que compramos) para outro Media, por exemplo, uma música comprada no iTunes não pode ser copiada para um leitor da CreativeLabs! Bem, aqui, pela Amie Street não é isso que passa. Todos os temas são MP3 normais, sem tecnologia DRM e podem ser livremente copiados (mas respeitando sempre as regras dos Direitos de Autor).

Fonte: Amie Street

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Como acelerar o seu Windows XP: Um pequeno truque

Para acelerar o andamento do seu Windows XP existe um truque que funciona, tem resultados apreciáveis mas que só pode ser executado se… O seu computador tiver pelo menos 256 Mb de memória RAM que habitualmente não estão ocupados…

Trata-se de um truque que permite a colocação de todo o Sistema na memória e que passa por:

1. Fazer Start:Run:Regedit
2. Localizar a entrada
HKEY LOCAL MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Session Manager\Memory Management
3. Fazer um backup desta com o File:Export
4. Em
DisablePagingExecutive passar de “0” para “1” e aceitar a alteração com “Ok”
5. Fazer um Restart ao computador e constatar logo de seguida que… todas as operações parecem sensívelmente mais rápidas.

Em alternativa… Podem formatar a máquina e instalar o Ubuntu. Que foi o que fiz no meu pc principal…

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Da “Crise de Competências” em IT no Reino Unido e no Ocidente em geral


(http://elec2.vvc.edu)

Embora na maioria das empresas lusitanas as pessoas ainda sejam encaradas como um “Custo” e não faltem oportunidades para efectuar falsas reestruturações que afinal apenas têm como objectivo renovar a frota de BMW ao serviço da Administração e reduzir o número de empregados e aumentar o número de pessoal em regime de Outsourcing, a verdade é que não é assim em todo o lado…

Nalguns países começa finalmente a haver uma preocupação com a crescente “fuga de cérebros” na área de IT e com a multiplicação da dependência das organizações de contratos de Outsourcing em que o pessoal deslocado para as empresas além de não receber a devida remuneração aufere níveis salarias baixos, desmotivantes e exibe uma elevada rotatividade. É certo que recrutar um bom técnico é algo difícil, especialmente quando se lhe querem pagar os 400 a 800 euros usuais nestas lusas paragens, mas não é assim em todo o lado…

Um estudo da silicon.com, feito este ano, indica que é cada vez mais dificil encontrar pessoal à altura das necessidades dos ITs das organizações britânicas. Quase metade dos 721 elementos participantes no estudo concordaram que existe uma “crise de competências” em IT (48%), e um valor espantosamente alto de 45% admitiu que havia postos por ocupar nas suas organizações precisamente por “falta de competencias” dos candidatos. O valor aumentou em relação ao ano anterior, em que era de 37% e em relação a 2005, onde era de 35%. O problema revela a sua verdadeira amplitude quando se conhece o valor registado em 2003: 14% !

O problema no reino Unido resulta de um abaixamento gradual dos níveis de vencimento no IT – um fenómeno também registado em Portugal em idêntico período – mas também de uma redução acentuada do prestígio social ligado às profissões de IT, que hoje nos RU são apenas a 20º escolha dos jovens que ingressam no mundo universitário, bem abaixo das escolhas ligadas ao mundo financeiro e clínico… A própria perda de interesse pela Ciência e Tecnologia (ainda recentemente um outro estudo descobria que os jovens americanos tinham apenas 20% do interesse por Ciência da geração dos seus pais) e as ideias Criacionistas que se expandem pelo interior rural dos EUA como fogo em palha, patrocinados pelos ultracristãos que enfiaram Bush na Casa Branca e pelos teleevangelistas cada vez mais ricos e influentes, são outro factor… No Reino Unido, com uma economia em crescente e quase absoluta tercialização e onde o sector financeiro assume um papel cada vez mais dominante será este o pólo que está a atrair os jovens, retirando potenciais candidatos a outras profissões, como as ligadas às IT.

Fonte: Silicon.com

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Um biquini com… painéis solares para iPod Shuffle!


(http://www.gizmodo.com)

Eis aqui um dos gadgets mais intrigantes deste Verão: Um biquini eléctrico com painéis solares que produz 5 Volts de corrente eléctrica, volts suficientes para alimentar um… iPod Shuffle pela porta USB que inclui embutida no dito biquini… Aparentemente a feliz proprietária do engenho pode ir a banhos em segurança sem apanhar nenhum choque eléctrico (diz o fabricante) mas – infelizmente – não pode levar o iPod para a água. Para isso, estamos ainda há espera de um gadget mais adequado… (não que o estejamos a pensar testar!)

Fonte: Gizmodo

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Sobre o “Voto Electrónico”: Um atentado à Democracia?


(Máquina de Voto da Diebold in http://www.truthdig.com)

Existe no mundo uma tendência para estabelecer sistemas de voto electrónico… Em Portugal o Projecto www.votoelectronico.pt produziu as primeiras experiências nas eleições para o Parlamento Europeu em 2004, repetidas nas Legislativas de 2005. Os organizadores do projecto tencionam levá-lo agora até um patamar mais elevado, estendendo o voto electrónico a todo o território nacional e a todas as diversas eleições que se realizam hoje em Portugal… As supostas vantagens do método têm a ver com a redução do tempo do apuramento dos resultados, a redução a zero dos votos nulos e até o combate à fraude eleitoral… Os testes foram supervisionados pela Comissão Nacional de Eleições e pela Comissão Nacional de Protecção de Dados sendo auditados e validados por várias (ver AQUI) Universidades portuguesas…

Tudo parece em marcha para estender o uso desta forma de escrutínio, em Portugal e nos EUA… Mas agora, um inquérito ordenado pela Secretária de Estado da Califórnia Debra Bowen (ver AQUI ) vem lançar sérias duvidas sobre esta tendência que empresas como a Indra, a Unisys, a PT Inovação e a Novabase estão tão ansiosas por vender ao Estado português… É que a Califórnia depois de uma auditoria aos sistemas de voto electrónico da Sequoia, Diebold, Hart InterCivic, e da ES&S, todas empresas desse ramo submetidas a estudos conduzidos por equipadas de cientistas informáticos da Universidade da Califórnia concluiram que todas, mas todas mesmas, as máquinas de votação que lhes foram submetidas podiam ser hacked e que os resultados nelas apurados podiam ser falsificados. Havia três equipas de peritos compostas por sete especialistas cada, alguns da própria Universidade, outros de outras universidades dos Estados Unidos e alguns ainda pertencentes a empresas de segurança informática norte americanas. Todas as equipas se queixaram do escasso tempo que lhe foi dado para produzirem o seu relatório, indicando que havia vulnerabilidades que não conseguiram explorar e que as suas conclusões são apenas parcelares…

Responsáveis das empresas visadas, como a Sequoia Voting Systems apressou-se a declarar que os testes se baseavam num “cenário irrealista”, já que foram conduzidos em laboratório por um grupo de especialistas com acesso ilimitado às máquinas e outros responsáveis, desta feita, da Diebold declararam que “em laboratório todos os sistemas de voto podiam ser hacked“. Outros ainda alegaram que os modelos testados “não eram os mais recentes”… Todas objecções válidas mas… Inadmissíveis! As condições de um laboratório e o acesso ilimitado ás máquinas são condições efectivamente difíceis de cumprir por um hacker, mas não se por detrás dele estiverem os imensos recursos de um grande lobby ou de uma grande multinacional interessada em fazer eleger alguém favorável ou um dos “seus” candidatos… E uma vez que o voto se torna puramente electrónico é mais fácil alterar os resultados do que se este se mantiver na sua forma convencional, muito diversas e em… papel. É que nenhum hacker conseguirá alterar milhões de votos em papel, por muitos recursos que quem o contratou consiga alinhar… E como garantir a absoluta segurança no acesso a milhares destas máquinas espalhadas por todo um Estado ou País? Com uma multidão de polícias e militares guardando as ditas, antes e depois das eleições? E durante quanto tempo antes?… Anos?

Na verdade, somos muito críticos destes sistemas… Por muito cuidado que se tenha na concepção e implementação de um sistema informático, quando o prémio é tão grande como a eleição de um Governo ou no caso dos EUA, do homem mais poderoso e com mais botões para premir do mundo, o risco é tão elevado que é quase certo que haverá intrusões e tentativas de manipulação de resultados pelos interesses mais obscuros… Desde gestores sem escrupúlos de poderosas multinacionais e lobbies até aos muito ricos cartéis da Droga que encontrarão aqui formas de virar os resultados eleitorais para direcções mais compatíveis com os seus próprios interesses…

Fonte: News Factor

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Enviar uma mensagem de mail em Outlook escrita com Tags HTML

Esta é uma forma (das várias) de enviar mensagens escritas com tags HTML directamente a partir do cliente Outlook:

1. Criar o conteúdo HTML no editor de HTML, gravar um ficheiro .HTM

2. No cliente Outlook confirmar se em Tools:Options:Mail Format de forma a colocar ou a confirmar de que o HTML é o default message format. No cliente Outlook confirmar que o Word não é o editor por default e usar a Web Toolbar do Outlook para abrir o ficheiro .HTM salvado no passo 1. Depois deste aberto (e de aparecer no cliente Outlook), ir até Actions:Send Web Page by E-Mail.

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As redes P2P e o “Traffic Shapping” dos ISPs… Alguns considerandos

Um pouco por todo o mundo, os fornecedores de acesso à Internet (ISP) estão a introduzir mecanismos de controlo e redução de tráfego Internet… Pelo menos desde 17 de Novembro de 2005 que a Netcabo usa mecanismos e ferramentas activas de “traffic shapping”. E como ela, assim faz o Sapo e, provavelmente, a maioria dos demais ISPs. O “Traffic Shapping” está particularmente orientado para penalizar o tráfego P2P, e favorece em situação de sobrecarga da Rede o tráfego HTTP (Browsers), FTP (Downloads “oficiais”) e SMTP e POP3 (Correio Electrónico). Segundo alguma fontes, o balanceamento seria de 50% em períodos diurnos e de 76% em períodos nocturnos. A proporção pode ser hoje bem diferente com toda a sanha que foi agora lançada contra as redes P2P (de que o encerramento de vários sites nacionais pela PJ foi bom exemplo).

O uso de tecnologias de “Traffic Shapping” enferma contudo de algumas ambivalências éticas… É certo que a esmagadora maioria do tráfego P2P existe para disseminar software ou ficheiros protegidos com direitos de autor e que é imoral que esse tráfego prejudique quem apenas navegue na Internet para… ler estas linhas. Mas também é certo que os ISPs portugueses e em todo o mundo não têm investido suficientemente nas suas redes, concentrando os seus esforços de investimento no Marketing e na Publicidade e não nas estruturas ou na qualificação do seu pessoal (cada vez mais ineficiente devido à disseminação de duplo e triplo outsourcing). E sobretudo… Quando uma campanha de um ISP promete “tráfego ilimitado”, não está implícito que estamos a prometer tráfego P2P? É que ninguém chega aos 2 Gb mensais de download só a navegar no Firefox e a ler email… Ou seja, os ISPs vendem tráfego nos seus pacotes, mas depois estrangulam-no porque não têm estruturas para o suportar e têm que recorrer ao “Traffic Shapping“… E os contratos de fornecimento de serviço omitem que algum do tráfego vendido e pago pode ser retirado sem aviso prévio… E as campanhas das “3 Meninas” repetem. “navegue na Internet sem limites de tráfego“:

Há porventura o argumento moral… É imoral usar ferramentas de P2P para fazer download de conteúdos protegidos por direitos de autor, mas não cabe ao ISP agir como uma Polícia ou um Tribunal. Existe o princípio que devia ser sacrossanto da “Net Neutrality” e que devia fazer com que todos os ISP fossem neutrais em relação ao tráfego que passa pelos seus circuitos… A REFER é responsável pelos assaltos aos comboios que correm pelas suas linhas? A Brisa por todos os acidentes que acontecem nas suas autoestradas? Os senhorios pelos assaltos às casas que alugam? Os ISP responsáveis criminalmente pelo tráfego com conteúdo pedófilo, terrorista ou mafioso que percorre as suas redes? Não… É claro que não!… Então porquê esta limitação aos utilizadores de redes P2P? Existem sites perfeitamente legais de Torrents como o legaltorrents.com, o creativecommons.org e o demoscene.tv. De qualquer forma, se os ISPs se preocupam assim tanto com o tipo de conteúdos que andam pelas suas redes porque incluem frases como “enviei e recebi videos e músicas” nas suas campanhas?:

Este não é um apelo claro à realização de downloads ilegais de videos e músicas pela Internet em redes P2P?

Ignoramos qual é o peso relativo por tipo de tráfego que a Netcabo e os outros ISPs nacionais aplicam… Mas é quase certamente mais agressivo que o de finais de 2005 que acima indicámos… No Reino Unido, o ISP Nildram (da Pipex) declarou estar a reduzir o tráfego disponível para redes P2P e tráfego “não interactivo“, declarando que este tráfego seria reduzido até aos 64 Kbits/segundo, mas apenas em horário diurno… Alguns utilizadores empresariais ficaram furiosos, porque a maioria do tráfego FTP (também considerado “não interactivo“) é geralmente legal. De facto, no Reino Unido e em Portugal ocorreu o mesmo fenómeno… Os ISPs não investiram suficientemente nas suas redes de forma a poderem acompanhar o aumento explosivo do seu número de clientes e das novas formas de usar a Internet, como o VoiP e a agora muito falada “Televisão sobre IP“.

Preferiram investir em campanhas como a das “Três Meninas”…

Fontes:
http://www.theregister.co.uk/2007/05/23/nildram_bandwidth_throttling/
http://foruns.netcabo.pt/lofiversion/index.php?t5426.html

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“O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h”

Help Desk (M/F)
A M* l selecciona para Instituição Bancária, um Técnico de Help Desk para integrar o departamento de Gestão Operacional da Rede.

Descrição da Função:
– No âmbito da redefinição das equipas de suporte, redimensionamento da equipa para atendimento, procuramos ser contactos por profissionais para efectuar o atendimento telefónico na primeira linha do HelpDesk técnico.

Requisitos:
– Bons conhecimentos informáticos ou seja conhecedor de Windows do ponto de vista utilizador;
– Facilidade de comunicação telefónica;
– Alto nível de customer satisfaction;
– Saber trabalhar bem em equipa;
– Auto iniciativa.O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h.

Este curioso anúncio apareceu num dos numerosos sites de procura de Emprego e expõe uma das situações mais curiosas do actual mercado de trabalho português, pelo menos no que concerne às actividades profissionais relacionadas com as Tecnologias de Informação… “O horário é de 7 horas por dia das 8h00 às 20h.” Ou seja, o horário remunerado é de 7 horas, mas espera-se que o técnico esteja sempre disponível para o estender até às 20:00, ou seja, para que trabalhe 10 horas por dia (presumindo uma hora de almoço)…

E depois admiram-se que neste mercado exista uma grande (e perniciosa) rotação de pessoal…

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O “CIPAV”: O Sypware do FBI… Na sua casa?

Já constava há algum tempo que o FBI tinha software que introduzia em computadores de suspeitos para aqui recolher provas… Mas agora é mais do que oficial que existe esse software… No começo de Julho chegou ao público conhecimento de que agentes do FBI teria usado Spyware (ou… FBIware…) para localizarem a fonte de ameaças bombas que estavam a multiplicar-se numa escola secundária de Washington.

O Tribunal do Estado autorizou o FBI a usar esse tipo de software – geralmente usado por hackers, spammers e por cibercriminosos – já que “os utilizadores da Internet” não podiam esperar que certo tipo de dados sobre a sua presença na Internet pudessem permanecer anónimos”. O FBI terá enviado o “FBIware” para uma conta anónima na popular rede social MySpace, a qual parecia ser as origens das ameaças de bomba e assim consguiu identificar um jovem americano de 15 anos, estudante nessa escola que foi dado como culpado do crime de “ameaça de bomba” e de furto de identidade.

O programa, descrito num tribunal de Washington por um agente do FBI descreve o produto como um “computer and internet address verifier” (CIPAV). Um artigo da Wired News (ver AQUI). As características do Spyware do FBI são confidenciais… Mas sabe-se que consegue recolher no computador infectado os seguintes dados:

1. O endereço TCP/IP

2. O MAC address de todas as placas de rede instaladas

3. Uma lista dos portos abertos TCP e UDP

4. Uma lista de todos os executáveis que estão a correr

5. A versão do sistema operativo, assim como o seu número de série

6. O Internet Browser e a sua versão

7. O nome do utilizador logado e a sua empresa registada

8. O último URL visitado

Todos estes dados são recolhidos pelo Spyware e enviados para um computador do FBI na Virginia.

O FBIware é perfeitamente legal (nos EUA) e está protegido por uma sentença do Tribunal de Apelos dos EUA segundo o qual este tipo de vigilância que não captura o conteúdo de comunicações pode ser usado sem mandato judicial, já que os utilizadores da Internet “não podem esperar razoávelmente manter secretos este tipo de dados”. O uso deste tipo de tecnologia furtiva por parte do FBI não é novidade… Em 1999, agentes da agência instalaram um “Keylogger” no computaro do mafioso Nicodemo Scarfo e usaram os dados recolhidos para construir um caso contra o dito…

Mas se conseguiram instalar este Spyware remotamente… Então será que o podem fazer num qualquer computador situado algures no planeta? Parece evidente que sim… E será que não passaram este CIPAV para outras polícias do mundo?… Será que em Portugal, a nossa PJ – que nestes e noutras coisas não costuma andar atrás das demais semelhantes – também já usa a sua variante do CIPAV e o usou…. No recente fecho de redes P2P portuguesas?…

Fonte: Wired

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MS Exchange 2003: Como fazer backups às Pastas Públicas

Os backups das Pastas Públicas de Exchange são dos aspectos mais difíceis de implementar, assim que a pasta ou item apagados saiam do Recover Deleted Items. De facto, repôr um backup, implicaria repôr todo o servidor de exchange, num domain Active Directory paralelo…

Para fazer backups de Pastas Públicas de Exchange, não há nada idêntico ao ExMerge (para mailboxes). Assim, a única opção passa por adicionar como Reviewer um dado utilizador a cada pasta presente em cada Public Folder (e assegurar que todas as subpastas ou novas pastas contêm esse utilizador) e depois criar um profile outlook para esse username e com o cliente outlook fazer vários PST (nenhum pode exceder os 1,9 gb caso em que dará um erro “falso” de permissões).

Para cada pasta na raíz da estrutura de Public Folders deve ser feito um PST diferente,

Usar o PFDAVAdmin (requer .net 1.1)
File:Connect:Public Folders
Logar como conta de administração do Exchange

Definir o exchange server e o global catalog
Seleccionar a pasta mãe:botão direito do rato
Folder Permissions
Add
<Username>:Search
Permissions:Reviewer
Commit changes
Propagate folders ACEs

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Elton John quer fechar a Internet durante 5 anos


(é um homem… é um pato… Não! É Elton John!)

(http://www.itrafik.net)

O conhecido (ok, hoje em dia não tão conhecido como isso…) cantor Elton John declarou recentemente ao jornal “The Sun” que “toda a Internet devia ser desligada porque estava a destruir a música”. Segundo Elton a Internet estaria a reduzir a criatividade e a baixar os padrões da música popular (como se os seus tivessem sido alguma vez particularmente altos, especialmente descontando a altura dos tacões)

E continuou… “Esperemos que o próximo movimento na música vá desfazer a Internet. Seria excelente ver a Internet desligada durante cinco anos e ver que tipo de Arte era produzida durante esse período. Tenho a certeza, da forma que a música agora caminha, que seria muito mais interessante do que a aquela que é hoje.”
Ele fala, fala, mas o seu concerto de aniversário (60 anos!) foi emitido em Streaming Video directamente para a Internet e todo o seu catálogo está disponível para quem o quiser comprar no iTunes “Na próxima semana ele disponibilizará todo o seu acervo, 40 anos de música, para download na internet pela primeira vez, na loja online iTunes.” (ver AQUI). Não espera lá. Será que Elton John se referia apenas aquela parte da Internet onde ele não vende os seus temas? Sim. Deve ser a essa.

Fonte: Hollywoodrag.com

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A cumplicidade do Yahoo na detenção e prisão do jornalista chinês Shi Tao


(O jornalista chinês Shi Tao in http://www.scriptor.org)

O Congresso dos EUA está a investigar as notícias segundo as quais a Yahoo teve parte activa na detenção de um jornalista chinês e na sua posterior condenação a dez anos de trabalhos forçados… Tom Lantos, o presidente da comissão dos Negócios Estrangeiros do Congresso lidera uma equipa que vai apurar a veracidade dos relatos que indicam que o popular motor de busca divulgou informação ao governo chinês sobre o jornalista Shi Tao depois de ter recebido um pedido do governo sobre um e-mail que este jornalista teria enviado da sua conta de mail no Yahoo e onde descrevia algumas das restrições que a censura governamental impunha aos jornalistas na China.

A Fundação Dui Hua que se dedica à defesa dos Direitos Humanos na China publicou um documento (ver AQUI) onde se revela que o Gabinete de Segurança de Pequim pediu à Yahoo o conteúdo do correio electrónico de Shi Tao, ao que esta cedeu a seguinte informação:
“The Yahoo! China web site (http://www.yahoo.com.cn) is owned by Yahoo! Holdings
(Hong Kong) Limited. Cn01edul@yahoo.com.cn is a registered user of Yahoo! China. Attached
are the following three sections of information:
1. The login IP addresses and corresponding times for that email account;
2. The registration information for that email account;
3. The emails from that email account.”
Como se pode ver AQUI

Porque é que a Yahoo e a Google estão a colaborar tão activamente com a supressão do Direito de Expressão na China? Será que a ânsia de entrarem e permaneceram numa das maiores comunidades de utilizadores da Internet do mundo, que em 2001 eram apenas 17 mihões (ver AQUI), e hoje são já 137 milhões, a segunda maior população na Internet e logo atrás dos 200 milhões dos EUA… (a população mundial total ligada à Internet era de 697 milhões em Maio de 2007) (ver AQUI). Sem dúvida que o apetite criado por estes largos milhões de consumidores parece ter feito esmorecer os pudores éticos e morais destas corporações como a Google e a Yahoo (esta num nível superior), e este grave episódio, grave porque correspondeu a uma pena de trabalhos forçados durante 10 anos para Shi Tao, representa que as grandes corporações não podem ser deixadas em livre curso, sem regulamentos nem leis a cumprir no seu país de origem. O pouco destaque dado pelos Media oficiais também é expressivo… Já que na sua maioria são propriedade de grupos económicos que ou já têm, ou esperam vir a ter negócios no “Império do Meio”

Fonte: MS NBC

Categories: China, Informática, Política Internacional, Sociedade, Wikipedia | 7 comentários

O Congresso dos EUA quer proibir as Redes P2P

Continuando a ceder às pressões das associações e dos poderosos lobbies das multinacionais de Media, o Congresso dos EUA prepara-se para emitir legislação que proíba as redes “peer to peer” (P2P) (como o eMule, o BitTorrent, etc.) por colocam um “risco para a Segurança Nacional” (!) ao permitirem que “empregados federais partilhem dados sensíveis ou documentos confidenciais acidentalmente a partir dos seus computadores“.

A iniciativa parece estar a ser liderada pelo congressista Henry Waxman (“homem de cera”!), que declarou recentemente e a este propósito que “governos estrangeiros” (como o Lichenstein), “terroristas” (como o puto da cave esquerda que tem sempre o eMule a correr), ou o “Crime Organizado” (um grupo de amigos do Messenger) poderiam usar as redes P2P para revelar “segredos de Estado” (tais como o número de congressistas dos EUA que efectivamente se preocupam com coisas importantes).

Neste contexto, o Congresso chamou o presidente da LimeWire, que fabrica software P2P e interrogou-o sobre a possibilidade de distribuir “dados confidenciais” usando a sua rede P2P, indicando que algo se prepara para daqui em breve… Um indício reforçado com a declaração conjunta de Waxman e do congressista republicano Paul Hodes: “Temos que fazer alguma coisa muito rapidamente.“, disse, mas pensando :”para tornar a encher dos lobbies que nos financiam as campanhas”.

Se o objectivo fosse mesmo a “Segurança Nacional” bem que podiam tomar medidas contra os empregados federais que instalam programas P2P nos seus computadores e contra a desleixadas políticas de Segurança informática que os deixam instalar e utilizar, não usar este laxismo como pretexto contra as redes P2P! Não é a tecnologia em si que é perigosa (aliás, a Microsoft está a ponderar criar uma rede P2P para distribuir os seus Windows Updates, como se vê AQUI), mas o seu uso ilegítimo para trocar software e conteúdos protegidos por Direitos de Autor.

Fonte: News.com

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Até no “World of Warcraft” eles fazem Dumping…

Na China, nos arredores de Pequim, um empresário alugou um pequeno cubículo, com 5 computadores ligados à Internet e com o jogo onlineWorld of Warcraft”… Todas as noites – quando é dia nos EUA – cinco jovens chineses recebendo 30 cêntimos por hora jogam Warcraft e ganham as “moedas de ouro” virtuais no jogo que depois o seu patrão vende a… 3 dólares cada no eBay, sendo compradas pelos jogadores americanas por dinheiro real que cai assim, com um lucro babilónico, directamente nos bolsos deste inovador “empresário”…

Fonte: China Digital Times

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O Google Earth Sky em Ubuntu… Algumas voltas até chegar lá…

O Google disponibiliza já desde há alguns dias um novo serviço ao seu “Google Earth“: trata-se “Sky Mode” que permite ver o céu com fotografias de alta resolução do Telescório Hubble e obtidas noutros telescópios do mundo (americanos, britânicos e australianos, até agora). Cada fotografia inclui informação sobre a estrela, constelação ou galáxia. Infelizmente, ainda não pudemos testar pessoalmente esta nova versão, já que a versão para Linux (desde há semanas que só uso este pc com Ubuntu) parece meio críptica, no que concerne à sua instalação. O GoogleEarthLinux.bin é carregado… O Ubuntu e os demais requisitos são cumpridos, deve ser possível… Não descobri ainda é como…. Adiante!

Não espera! Parece que o “.bin” é um formato de compressão, talvez o MacBinary dos MacOS8… Abrindo a Consola e escrevendo:
rmartins@Quintus:~$ chmod 755 GoogleEarthLinux.bin
rmartins@Quintus:~$ ./GoogleEarthLinux.bin
Verifying archive integrity… All good.
Uncompressing Google Earth for GNU/Linux 4.2.180.1134……………………………………………………..

Aparece um guia assistido de instalação…
Mas depois dou com algo que deve ser necessáriamente um erro do Instalador… Diz que preciso de 60 Mb de espaço livre e que só tenho 0 Mb, o que é manifestamente falso!…

Seguindo este documento da Google:
http://earth.google.com/support/bin/answer.py?answer=44713&topic=1135 dei com o problema… Estava a dar a mais o chmod… Devía-me ter ficado pela simples execução via sh GoogleEarthLinux.bin

O directório de default de instalação é o “/usr/local/google/google-earth.” e depois de instalado aparece em Aplicações:Internet:Google Earth

Embora o Google Earth seja algo manhoso nos refersh após zoom e durante a visualização de fotografias, a função Sky trabalha bem… Para a usar temos um ícone “Sky” ou no menu Visualizar “Mudar para Céu”. Podemos pesquisar por objectos celestes, por exemplo “Mars” para saber onde está Marte no firmamento neste momento, no local onde estamos. Infelizmente, aqui, também somos massacrados pelos problemas de refresh que impedem a visualização das magníficas fotografias do Hubble… Mas a função de Zoom é espantosa e permite observer o firmamento, as suas galáxias, planetas, estrelas com um nível de detalhe verdadeiramente… astronómico!

Fonte: News.com

Categories: Informática, SpaceNewsPt, Ubuntu | 11 comentários

Detida por… causa de 10 segundos do filme Transformers…


(http://img207.imageshack.us/img207/4397/movieposterqm1.jpg)

Por cá, com a celeuma e o encerramento do BTuga e no resto do mundo a pressão das associações dos editores de música e cinema está a alcançar um novo paroxismo, só comparável à crise que assola esta ainda muito lucrativa indústria, mas que deverá reduzir as vendas de CDs a zero nos próximos cinco anos… Assim, os lobbies Motion Picture Association of America, a associação do género mais poderosa e influente do mundo conseguiram levar a polícia a aplicar nesta área uma política de “Tolerância Zero”.

Como em todos os radicalismos, a aplicação cega desta medida está a produzir alguns extremos que seriam ridículos se não fossem tão trágicos… Nos EUA, uma jovem de 19 de anos que assistia ao filme Transformers num cinema da Virgínia com a sua namorada arrisca-se a cumprir um ano de prisão e a ter de pagar uma multa de 2500 dólares depois de ter gravado dez segundos do final do filme. Aparentemente, alguém a viu a usar a câmara digital e chamou a polícia (que teve que abandonar uma muito mais perigosa perseguição a um gang juvenil e a retirada de um gato assassino do alto de uma árvore em troca desta perigosa missão). A jovem alega que filmara apenas estes 10 segundos para os mostrar ao seu irmão mais novo, e de facto, parece que não filmou o filme completo, como sucede com tantos screeners que se especializaram nesta actividade ao ponto de o próprio Seinfled lhes dedicar um episódio inteiro…

Sem dúvida que as autoridades devem perseguir a indústria paralela da pirataria, com ramificação e autênticas linhas de montagem estabelecidas a Oriente e sobretudo na China – autêntica capital mundial da contrafacção – e entre ela, os indivíduos que profissionalmente usam câmaras de vídeo para gravarem filmes inteiros nos primeiros dias da sua estreia para depois os colocarem nessas nebulosas redes (este fenómeno acontece a cerca de 90% de todos os filmes), mas este não é o caso! Está estabelecido que a rapariga não pertence a nenhuma “rede” e que gravou apenas 10 segundos do filme, o que lhe retira toda a possibilidade de uso comercial do extracto… Sem dúvida que não foi acto inteligente, mas possui o devido Dolo (intenção) criminosa merecedora de tal pena? Não me parece…

Para combater a pirataria no mundo do audio e do video o que é preciso é imaginação. Imaginação para encontrar novas formas de vender música e cinema que sejam justas, nos preços propostos, sabendo-se que os níveis babilónicos de preços cobrados por cada album ou em cada bilhete ou DVD originais estão na raíz directa do fenómeno da pirataria e, sobretudo, importa focar esforços e energias sobre as redes para-industrias de fabricação de pirataria e de distribuição que com sede no Oriente contaminam todo o planeta… Se a Arte deve sobreviver e ser remunerada de forma a que possa fazer mais é preciso pagar pelo justo valor e castigar os criminosos. Mas daí a ir atrás de estudantes de 19 anos ou de cada um dos 200 mil utilizadores portugueses da rede P2P Btuga… É comprometer ainda mais a imagem já muito má de uma indústria moribunda e entrar em pleno regime autofágico.

Fonte: Plastic.com

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O “grande” crash da Internet de… São Francisco


(http://www.titanicsite.kit.net)

Alguns dos mais populares sites da Internet foram recentemente afectados por um problema que os colocou fora de serviço durante algumas horas… Sites como o Technorati, o USA Today, o TypePad, ou parte do Second Life foram abaixo, assim como um número que se estima ser superior a várias centenas de outras empresas…. Na verdade, na base do acontecimento esteve uma falha de corrente na zona de São Francisco. Todos estes sites estavam alojados num “Colo” (centro de dados especializado em hosting de web sites), onde deviam de estar em funcionamento sistemas de UPS e geradores suficientes para suportar qualquer falha de corrente… Mas algo correu mal. Muito mal mesmo. Durante horas, residentes na cidade, viram longas filas de administradores de sistema aguardando impacientemente a sua vez para entrarem no edíficio e recuperarem os seus sistemas.

O problema foi causado pela explosão de um cabo subterrâneo na cidade. O Centro de Dados é operado pela empresa “365 Main” que pelo nome promete… 365 dias de disponibilidade por ano… E que num texto ainda hoje presente no seu site alardeia: “365 Main Inc. develops and operates the world’s finest data centers. Each facility is optimized for modern data center requirements, featuring 24/7/365 power, cooling, connectivity and security capabilities to ensure mission-critical operations and business continuity for tenants.” Ou seja, mesmo depois do fiasco que foi terem aterrado com boa parte da Internet durante hora ainda prometem uptimes de 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano! Alguém devia processar esta gente por publicidade enganosa… De facto, quase ninguém promete uptimes de 100%, sendo um 99,9% um valor excelente para a maioria dos administradores de sistemas (isto embora o dogma dos 99,99% já se esteja a introduzir, pouco a pouco…), mas prometer 100% de Uptime é como conjurar Satanaz e toda a sua hoste de demónios para cairem sobre o nosso pobre Data Center e lançarem sobre o dito toda a torrente de fogo e maldição do Inferno. Foi isso que aconteceu, aliás à 365 Main… Chamou o Demo e este… Respondeu ao chamamento!

É claro que o Data Center da 365 tinha os devidos sistemas de protecção eléctricos… Tinha os UPSs normais e os geradores para alimentarem a rede interna, no caso de falha dos primeiros, mas Murphy estava atento, como sempre… E tratou de fazer falhar os UPSs… Depois tentaram entrar em acção os geradores a diesel, mas o primeiro da linha não arrancou automaticamente… E o segundo, em backup, falhou igualmente… Só horas depois é que a empresa conseguiu arrancar manualmente estes geradores… Só às duas e meia da manhã é que toda a turbulência tinha cessado e todos os clientes da Colo (de “Colocation”) tinham os seus sistemas no ar…

Moral da história: Não prometam uptimes de 365 dias por ano… E as empresas que estão a fazer outsourcing massivo dos seus centros de dados talvez devam reavaliar esta sua política… Murphy há-de inevitavelmente acabar por lhes ensinar o preço da sua arrogância… Como ensinou aos proprietários de certa companhia de transporte marítimo…

Fonte: LaughingSquid

Categories: Informática | 3 comentários

O Motor de Busca www.chacha.com: Uma alternativa assistida ao Google

As notícias que ligam a Google à prática de censura na China e a Yahoo a penas de jornalistas de dez anos de trabalhos forçados fizeram-me procurar alternativas ao motor de busca da Google… Uma das mais interessantes é o “ChaCha“… Este novo motor de busca possui os mecanismos de busca e indexação automáticos (robots) que nos habituamos a usar e que indexam a Internet por nós, mas possui uma nova abordagem que pode melhorar radicalmente a qualidade dos resultados apresentados… Com efeito, o ChaCha possui “guias”, pessoas como nós que colaboram com as buscas e que usando técnicas de “redes sociais” como o Facebook ou o Hi5 enriquecem os resultados das buscas oferencendo buscas personalizadas e assistidas por operador…

O ChaCha está baseado nos EUA (em Carmel, Indiana) como o Google, mas se o conceito vingar poderá tornar-se rapidamente num dos maiores jogadores neste tabuleiro… Está activo desde Setembro de 2006, em Beta e tem actualmente perto de 20 mil “guias” (eu ofereci-me para ser um deles…) e é um projecto financeiramente sustentado, dependendo em grande medida do investimento de Jeff Bezos, um dos fundadores da Amazon.

Podemos usar o ChaCha como um motor de busca normal, mas se não ficarmos satisfeitos com os resultados, registamo-nos no sistema (o que é gratuito) e clicamos na opção “Chat with a Guide” (o meu último chamava-se Tiffany… 😉 ), depois, este – supostamente um perito – procura por nós e apresenta alguns resultados. Se estes forem satisfatórios, classificamos o seu serviço como “OK” ou “Great”, se não, como “Bad”. Estes guias são pagos… e como disse qualquer um de nós pode ser um precisando para inscrever-se ou ser convidado por um guia sendo remunerado pelo seu desempenho enquanto tal recebendo entre 5 a 10 dólares por hora, dependendo das classificações recebidas pelos utilizadores. Se “alistar” outros guias, o primeiro guia recebe 10% do que eles ganharem…

Fonte: ChaCha

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Categories: Informática | 3 comentários

Última Hora! Toda a Internet acaba de parar!


(http://www.farces.com/images/uploads/announcements/404sign.jpg)

Segundo esta notícia – oriunda de uma das fontes noticiosas mais credíveis da Internet (SIC) – todos os dados disponíveis na Internet acabam de ser destruídos. O incidente aconteceu depois de um utilizador ter exagerado no número de aplicações que executava no seu pc (para cima de 35 janelas estariam aberta no seu computador Windows). A dado momento, toda a Internet entrou em Crash, fez um imenso Reset e desde então nunca mais veio acima. Se o seu computador ainda consegue disponibilizar-lhe esta página é porque deve estar algures em Cache, já que não temos mais Internet.

Veja a notícia clicando AQUI (vale a pena! especialmente pela cara de sério do locutor!)

Fonte:
The Onion

Categories: Humor, Informática | 14 comentários

A Microsoft vai lançar um… Computador?

A Microsoft está a dar alguns sinais de que poderá estar a preparar-se para lançar-se mundialmente como… fabricante de PCs.

Na Índia, existe já um “MicrosoftPC” concebido para ser comercializado junto de estudante pelo preço de 500 dólares. O projecto resulta de uma parceria com a AMD e com o assemblador indiano de PCs “Zenith Computers” (um nome que trás alguns ecos a quem como eu já anda nisto há uns valentes anos…) e deverá correr a versão mais básica do Windows Vista e vai trazer pré-instalado o Microsoft Office.

É certo que na Índia um computador pessoal pode ser adquirido por menos de 300 dólares, e logo, este preço de 500 continua a ser muito alto para os padrões indianos, e aliás, para os padrões da maior parte do mundo em desenvolvimento… E especialmente algo se o compararmos com o OPC (do projecto “One Laptop Per Child“) de que já falámos por estas bandas, um portátil de muito baixo custo que deverá custar 175 dólares…

O computador da Microsoft (designado por “IQ PC”) inclui 1 Gb de RAM, um disco de 80 Gb e um CPU Dual Core da AMD Athlon e poderá ser um ensaio para o lançamento mundial de um modelo idêntico por parte da empresa de Redmond… Uma empresa como a Microsoft precisa de encontrar novos meios de satisfazer os seus accionistas (aliás, as suas acções estão estagnadas já há bastante tempo…), e sobretudo de alimentar o crescimento dos lucros dos últimos anos introduzindo-se num novo mercado: o da fabricação e comercialização de computadores pessoais. Na verdade, não seria algo de radicalmente novo já que a Microsoft concebe e fabrica Teclados e Ratos de excelente qualidade há muito tempo, o conceito Tablet PC foi criado nos laboratórios da Microsoft em Cambridge e a própria XBox não é mais do que um… PC “comprimido”. Seria apenas uma evolução natural, e nem sequer poderiam acusar a Microsoft de violar as regras da concorrência, desde que o “MicrosoftPC” suportasse outros OS como o Linux e porque aliás a Apple… Fabrica simultâneamente Sistemas Operativos e Computadores desde o primeiro dia… De permeio, os utilizadores poderiam ficar a ganhar, já que se os MacOSX são mais estáveis que as máquinas Windows equivalentes isso deve-se em grande medida ao simples facto de quem concebe o hardware ser o mesmo que concebe o software, isto é, a integração produz um maior grau de fiabilidade e robustez… E aqui para nós, o Windows bem que está a precisar… Especialmente o Vista…

Fonte: Ritla.net

Categories: Informática | 17 comentários

O Google, a Censura e a China


(http://www.danieltercero.net)

Como sabemos, “Google” é hoje particularmente sinónimo de “Internet”… A empresa tem assim imensas responsabilidades que advêm directamente dos seus imensos lucros e da sua posição central naquilo que é hoje a experiência de navegação para a maioria doscibernautas de todo o mundo. Este papel imenso, acarreta igualmente responsabilidades imensas… Por isso é muito chocante a ainda mais revoltante que a a versão chinesa do popular motor de Busca (www.google.cn ) continue a praticar censura e a comungar com o regime chinês na repressão aos direitos humanos do seu povo e do Tibete ocupado… A censura aplicada pela Google ma China pode ser facilmente testada através de buscas sobre palavras “proibidas” indicadas pelo governo e implementadas pela Google, como “Falun Dafa” (a seita proibida Falungong), “independência” e “tibete“, “democracia” e outras são alvo de filtros de conteúdo que alteram os resultados obtidos na versão chinesa do Google…

Um caso em especial é particularmente flagrante e recomendo vivamente que o testem vocês próprios:
Experimentem aceder ao www.google.cn e escrever “tank tiananmen” e clicar na segunda palavra acima da caixa de texto (que activa a busca por imagens). Observem as imagens encontradas.

Agora acedam à versão portuguesa (www.google.pt ) ou inglesa (www.google.com) e procurem pelas mesmíssimas palavras “tank tiananmen” e reparem se agora os resultados não completamente diferentes… Onde está está imagem, por exemplo?

Censura! E admitida oficialmente pela própria Google quando insere na versão chinesa do seu motor de busca o disclaimerIn order to comply with local laws and regulations, some of your search results will not be shown”, frase que aparece sempre que se procura por um conteúdo censurado. Não acreditam? Regressem à tal página de busca por “tank tianamen“, façam copy da frase em footer 据当地法律法规和政策,部分搜索结果未予显示。e traduzam-na no próprio tradutor do Google (http://www.google.pt/language_tools?hl=pt-PT)

Porque é que uma das empresas mais importantes na Internet cedeu a colaborar com a censura de um dos governos mais ditatoriais e repressivos do mundo? Não tinha a corporação autoridade e força suficiente para fazer vencer a liberdade dos seus resultados? De que serve o acesso à Internet se a Google (com 27% do share de motores de busca na China) se junta aos outros motores de busca chineses, também eles violentamente censurados e se proíbem efectivamente o acesso a sites com conteúdo censurado?

Não dá vontade de… Começar a procurar alternativas a uma empresa que alinha tão fácilmente com a censura do regime chinês?

Fonte: RFA.org

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Categories: Informática, Política Internacional, Sociedade, Wikipedia | 41 comentários

Afinal os videos da Al Qaeda parecem ter sido digitalmente manipulados… Por quem e com que fim?

Um consultor em Segurança Informática de nome Neal Krawetz apresentou na última conferência BlackHat em Las Vegas um interessante estudo sobre os filmes que a Al Qaeda tem feito divulgar nos últimos anos. Segundo um programa concebido por si (código fonte AQUI ) e que analiza a compressão JPEG de cada fotograma dos videos e que identifica se houve alterações a cada imagem e se estas foram posteriores ou não à filmagem original. E no caso destes filmes parecem ter existido várias camadas de montagem…

Neal Krawtez conseguiu recolher os metadados das imagens sobrepostas às originais e classificando as sobreposições por taxas de correcção de erros (diferentes em cada conjunto) identificou num video de 2006 onde aparece Ayman Al-Zawahiri sentado num escritório com mesa e livros… Só que todo o cenário foi acrescentado digitalmente, tendo sido a filmagem realizada muito provávelmente sobre uma tela azul… Noutro video, também de 2006 de Azzam a-Amriki (estes nomes devem ligar uns alarmes lá na rede Echelon… (ver AQUI)). Neste filme, al-Amriki aparece numa sala branca, com uma secretária e um écran de computador e alguns livros, ora a análise indica que os livros foram acrescentados digitalmente…

(O filme de Ayman Al-Zawahiri)

(o filme de Azzam a-Amriki)

Estaremos perante que tipo de manipulação, feita por quem e para cumprir que objectivos? Tratar-se-ão de alterações meramente “cosméticas” ou propagandisticas feitas para dar mais credibilidade aos oradores dos videos? Tipo: “Vamos colocar aqui uns corões para dar um aspecto respeitoso” e “aqui ficava bem um computador”? Ou será que… São formas pré-combinadas da Al Qaeda transmitir ordens aos seus operacionais? Do género: se virem um video nosso com um monitor à esquerda e sete livros à direita, ataquem o alvo nº 7 com o método “monitor”?

Ou será que… foram fabricados algures na Virginia?…

Fonte: Wired

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Categories: Informática, Política Internacional, Sociedade | 9 comentários

O “Mário” da Nintendo e a Metáfora Colonial Subconsciente…


(http://www.smashbros.com)

Embora nem todos o saibam: os jogos de video não estão completamente isentos de ideologia e os seus autores não pode criá-los de forma a abstrairem totalmente todo o contexto cultural e civilizacional que os forjou a eles próprios… Neste contexto surge particulamente interessante a leitura que Mary Fuller e Henry Jenkins fizeram ao popular jogo da Nintendo de nome “Mário”… Nesta série de jogos, o herói, um improvável canalizador progride num cenário de obstáculos que deve vencer, eliminando os adversários (cogumelos ou tartarugas) e vencendo barreiras arquitectónicas e geográficas… De permeio, o personagem vai reconhecendo o território a “conquistar” e recolhendo os recursos (moedas) aqui dispersos e – aparentemente – guardados pelos autóctones…

E assim chegamos à mesma conclusão dos dois autores, limando os anexos e conservando as essências, verdadeira operação mental de decantação alquímica… E assim “Mário, o canalizador”, se torna no “conquistador” que desbrava novas terras, elimina os nativos e recolhe os recursos naturais e eis como removida esta ganga imagética se chega à essência oculta e porventura subreptícia e inconsciente gisada pelos criadores da Nintendo: Mário como metáfora da aventura colonial europeia dos séculos XVII a XIX…

Fonte: www.stanford..edu/class/history34q/readings/cyberspace/fullerjenkins_nintendo.html

 

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Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional, Informática | 10 comentários

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