Monthly Archives: Fevereiro 2017

Brasil

#SabiaQue o Brasil é o segundo maior consumidor mundial de cocaína?
#SabiaQue 80% da cocaína que entra na Europa vem do porto brasileiro de Santos?
#SabiaQue a fronteira do estado do Mato Grosso com o Paraguai não é controlada pelo Brasil mas pela máfia do Primeiro Comando Vermelho (disputado pelo Primeiro Comando da Capital)?
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Frederick Pohl, JEM A Construção duma Utopia

“os seres humanos deixam de ter um papel na evolução antes mesmo de cumprirem metade das suas vidas. A sabedoria não vem aos 25 anos. Quando chega a haver uma diferença significa entre um Da Vinci e um tolo qualquer, os dias da fertilidade já passaram. Tal como acontece no que diz respeito às doenças degenerativas dos velhos, sendo está a razão porque em dois milhões de anos a raça humana ainda não fez uma seleção contra o cancro, a artrite ou a arteriosclerose”
Frederick Pohl, JEM A Construção duma Utopia
“os franceses eram aliados inconstantes e súbditos que não mereciam confiança e os poucos que demonstravam algum sentido de determinação acabavam geralmente com as cabeças rapadas ou cortadas por aqueles que não sabiam o que isso era”
Frederick Pohl, JEM A Construção duma Utopia
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Woody Allen em “Scoop”

“estava no salão, ouvi-te a afogares. Terminei o chá e os cones e vim imediatamente”
Woody Allen em “Scoop”
“nasci na religião hebraica mas quando cresci converti-me ao narcisismo”
Woody Allen em “Scoop”
“não engordo um quilo. A minha ansiedade funciona como aeróbica”
Woody Allen em “Scoop”
“o homem é um assassino e um aldrabão. E digo-o com todo o respeito”
Woody Allen em “Scoop”
“você é um angustiado compulsivo que vê sempre o copo meio vazio.
Não. Engana-se. Vejo o copo meio cheio, mas de veneno”
Woody Allen em “Scoop”
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António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016

“em 1979 quando a lei do Serviço Nacional de Saúde foi votada, o PSD e o CDS votaram contra. Foi votada com os votos do PS e do PCP”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“o SNS perdeu três mil camas e dizem que se calhar estavam a mais. Não estavam a mais. Nós temos trezentas e tal camas por cem mil habitantes. A média europeia é de 500 e tal camas. Nós precisamos de mais camas”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“a ideia de Passos Coelho era fazer um SNS só para os mais pobres, porque os pobres não podem ser clientes do sector privado. Ao setor privado só interessa da classe média para cima. Eles dizem que o setor privado fica mais barato. Fica mais barato porque não tem as despesas inerentes ao funcionamento do SNS. As urgências permanentes, o ensino, as vacinas, a medicina preventiva…”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“a ADSE é uma fonte de rendimento do setor privado. O setor privado sem a ADSE defina. Vivia do quê? Vivia dos seguros? Os seguros não funcionam”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“há falta de eficiência no SNS pela saída de muitos profissionais para o privado. Há muitos anos que defendo a criação de uma carreira pública equiparada à dos magistrados para aqueles profissionais que aceitassem a dedicação exclusiva”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“há certos sectores em que para conseguir uma consulta está um ano, porque não há especialistas. Saíram do público e foram para o privado e o privado ganhou com a incorporação desses profissionais e ao mesmo tempo ganhou com a retirada deles do setor público”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“eu deixei a política em 83 porque o poder econômico começou, nessa altura, a querer mandar – eu digo querer mandar que é um ecletismo – no poder político e começou a subsidiar as campanhas. Até aí, os candidatos pagavam do seu bolso. Pagavamos as campanhas e colavamos os cartazes. Eu era um perito a colar cartazes. Havia uns sujeitos que traziam a cola e nós íamos pelo distrito a colar cartazes. Era engraçado porque às vezes encontravamos a malta do PC ou do PSD e acabava-se a cola e pedaços cola emprestada”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“a corrupção tinha começado (década de 1980) e quando começa é como uma epidemia e não há propriamente vacina. Só a denúncia pública. Hoje está tudo comprado ou vendido. Quase tudo. Eu tenho a minha alma limpa e se tivesse ficado na política eu conservava a minha alma limpa mas podia ter alguns salpicos, porque estava limitado pela camarada e pela solidariedade que devia aos meus correligionários. Eu não podia estar a acusar o partido. Mas eu digo aí (aponta para o romance “O rio das Sombras” o caso de um sujeito que quis ser deputado dois ou três meses para ficar no currículo e pagou cem contos ao PS”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
“em 1975 quando foram as eleições para a Assembleia Constituinte todos os políticos tinham uma carreira profissional. Eram professores, empresários, vinham de profissões liberais. Todos tinha uç sítio de refúgio. Aborreciam-se com a política e voltavam ao seu posto de trabalho. Depois as coisas mudaram e hoje alguns que estão na política nunca fizeram outra coisa. É por isso que precisam dela e fazem tudo para se manterem”
António Arnaud, entrevista ao i de 2 dezembro 2016
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#PerguntaSingela: Se a Alemanha tem superavit orçamental e se isso viola o Tratado Orçamental porque não é multada e esse excesso (desviado dos países do Sul) reverte para um “Plano Marshall” europeu?…
(Porque Sim e porque falamos da Alemanha)
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A Máquina Assassina, Jack Vance

“quando entra a erudição desaparece a poesia. Que vulgar é o homem de intelecto que não sabe sentir”
A Máquina Assassina, Jack Vance
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Uma Junta de Freguesia para a Lisboa do Século XXI

Embora nada, em lado nenhum, seja igual ao que era há apenas um par de anos, existe algo que resiste – ainda e sempre – à mudança. Trata-se das Juntas de Freguesia de Lisboa: tudo à sua volta mudou: mudou a escala do orçamento que têm ao seu dispor (hoje de vários milhões), mudou a escala das suas competências (funcionam, hoje, como mini-câmaras) e mudaram os tempos. Mas não mudaram as Juntas.
No século XXI os cidadãos tem o dever de escrutinar o exercício dos seus eleitos e estes tem a obrigação de atender a este escrutínio com rapidez, eficiência e num espírito de permanente disponibilidade.
O poder local é, por definição, a verdadeira democracia de proximidade procurada por teóricos e práticos desde os alvores da democracia na Antiguidade Clássica. Se os cidadãos estão, geralmente (e infelizmente) alheados da realidade nacional e internacional, sentem-se envolvidos e em muito primeira pessoa por todas as problemáticas locais e quanto mais próximas estas são, maior envolvimento sentem: a sua prioridade está para com a sua casa, depois para a sua rua, bairro, freguesia, município, região e só depois, muito depois, para com o pais e continente (ou União Europeia). Por isso resulta particularmente estranho saber que os eleitos locais (nos municípios e nas freguesias) se lamuriam da falta de participação dos cidadãos nos fóruns que criaram para esse efeito: reuniões descentralizadas, assembleias de freguesia, reuniões públicas do executivo autárquico. Nem por um minuto passa pela cabeça destes eleitos que esta ausência não se deva ao desinteresse dos cidadãos mas à incapacidade dos eleitos em adequarem esses espaços de participação às necessidades dos cidadãos.
Não faz sentido que estas assembleias ou reuniões ocorram apenas uma vez de três em três meses, não faz sentido que as reuniões de executivo ocorram de tarde (a Assembleia Municipal de Lisboa reúne-se no começo da tarde dos dias úteis) ou a horas (18:00) em que muitos cidadãos ainda estão nos seus postos de trabalho. Não faz sentido que os presidentes de câmara e de junta sejam pessoas inacessíveis, que não podem ser contactadas por mail ou por telefone, que recusem reuniões com associações ou grupos de cidadãos ou que não criem sistemas eficazes e mensuráveis de pedidos e contactos dos cidadãos.
O tempo novo em que vivemos é um tempo cheio de novas exigências. Isto é ainda mais verdade para todos aqueles que têm obrigações públicas. O antigo “presidente” que vivia no alto de uma torre de marfim, que cruzava a sua freguesia ou município de carro e que não a cruzava a pé, todos os dias, está a dar os últimos sopros e não tem mais cabimento num mundo em que os cidadãos exigem responsividade, participação e proximidade constante e permanente com os seus eleitos.
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António Arnaud

“a política devia ser um dever de exercício de cidadania. Servir o país devia ser uma honra. Hoje as coisas sao diferentes”
António Arnaud
“a Europa está vendida aos grandes grupos econômicos. Eu não cometerei nenhuma injustiça se disser que a maioria daqueles comissários, que eu não conheço, foi indicada pelas grandes companhias majestaticas européias ou mundiais”
António Arnaud
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TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

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O blog retrata os meus pensamentos do dia a dia e as minhas paixões, o FLOSS, a política especialmente a dos EUA, casos mal explicados, a fotografia e a cultura Japonesa e leitura, muita leitura sobre tudo um pouco, mas a maior paixão é mesmo divulgação científica, textos antigos e os tais casos ;)