Daily Archives: 2015/10/25

“Os partidos vêem reduzir o número dos seus filiados, inclusive nos países com mais longa e profunda tradição partidária; a sua militância activa diminui paralelamente ao crescimento do abstencionismo eleitoral”

“Os partidos vêem reduzir o número dos seus filiados, inclusive nos países com mais longa e profunda tradição partidária; a sua militância activa diminui paralelamente ao crescimento do abstencionismo eleitoral. As funções “tradicionais” enfraquecem. Os partidos deixaram de ser ferramentas exclusivas e insubstituíveis para a integração e mobilização da cidadania. A expressão de interesses tem nas democracias actuais múltiplos canais, como sejam movimentos independentes e diversos meios de comunicação de massas.”
Alcidio Torres e Maria Amélia Antunes, O Regresso dos Partidos

Talvez tenha chegado o momento de começar a desenvolver outras formas de organização e de expressão organizada do imperativo cívico de cidadania que estejam além dos partidos.

De facto, elas já existem, mas têm uma existência condicionada e uma eficácia muito limitada: são as associações cívicas e os movimentos sociais. Para além desta organizações (formais ou informais) os próprios cidadãos, individualmente considerados podem e dever assumir uma presença e uma participação nas decisões e temas das suas comunidades numa nova escala, exigindo-se para isso o desenvolvimento das ferramentas democráticas já existentes (referendos, primárias, listas abertas, petições, iniciativas legislativas, orçamentos participativos, etc) e de novas (revogação de mandatos, orçamentos participativos nacionais, assembleias deliberativas, parlamentos virtuais, etc)

Existe todo um espaço para a intervenção politica não partidária que não colide com o espaço tradicionalmente preenchido pelos partidos e que, pelo contrario, os enriquece com novas ideias, propostas e, até, sangue novo. Ele está aí fora e, onde ainda não estiver, pode ser inventado.

Assim o queiramos. Todos. Políticos e cidadãos.

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Segredos por detrás do sucesso do modelo de Educação finlandês

Segredos por detrás do sucesso do modelo de Educação finlandês:
1. Quase todas as Escolas são públicas
2. Todas as escolas públicas têm equipas de assistência ao estudante
3. O numero médio de estudantes por estabelecimento de ensino é de 250
4. Só há exames no fim do secundário
5. Os estudantes passam menos tempo nas aulas que os portugueses
6. Todo o Ensino, desde o pré-escolar ao universitário, é gratuito
7. A escolaridade obrigatória é de apenas 9 anos (não 12, como em Portugal)
8. Eficácia na despesa: a Finlândia está nas médias da OCDE
9. Em muitas escolas, não há toques de entrada, nem livros de ponto, nem manuais, apenas laptops nas mãos de professores e alunos
10. O último período de aulas no Secundário é dedicado a trabalhos de grupo, conjuntos, de varias disciplinas. Uma vez por semana, apenas, há uma “aula tradicional”.
11. Os trabalhos (e a sua evolução) são partilhados com professores e alunos no Google Drive
11. Os professores são socialmente prestigiados, tem boas condições, mais férias e muita autonomia na forma como fazem o seu trabalho
12. Não há um sistema nacional de colocações. São os directores das escolas que anunciam as vagas e escolhem os novos docentes
12. A educação está completamente municipalizada
13. O Estado define uma lista (metas curriculares sintéticas) com tudo o que os alunos têm de saber no final dos diferentes níveis do ensino

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A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

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