“O posicionamento dos militantes (nos congressos federativos) contra ou a favor de um dos candidatos para a presidência da federação tem, por vezes, a ver com a atitude do mesmo perante a ocupação de cargos públicos no governo, nas empresas publicas, nos organismos públicos locais e também nas listas autárquicas”

“O posicionamento dos militantes (nos congressos federativos) contra ou a favor de um dos candidatos para a presidência da federação tem, por vezes, a ver com a atitude do mesmo perante a ocupação de cargos públicos no governo, nas empresas publicas, nos organismos públicos locais e também nas listas autárquicas”
Alcidio Torres e Maria Amélia Antunes, O Regresso dos Partidos

Tendo em conta que os Partidos se fecharam aos cidadãos e aos seus próprios militantes e que se tornaram em autenticas escolas de más práticas e vícios políticos, onde as “juventudes” partidárias funcionam como autenticas “universidades da vida” a verdade é que se compreende como é que se chegou ao ponto em que os partidos são encarados como simples “agências de emprego”.

Conheço alguns que o assumem explicitamente, alegando que estão desempregados e que da politica esperam apenas emprego (não confundir com “trabalho”) e subsistência. Ora isso está profundamente errado. A politica devia ser o espaço da cidadania e do voluntariado. Da livre opinião (mesmo quando isso colide com a opinião “oficial” do Partido!), do pensamento divergente e da ruptura, dentro de certos limites e balizas. E esse clima criativo, de debate vivo e produtivo não pode hoje existir em partidos cristalizados, aparelhizados, profissionalizados e tornados em autenticas maquinas de conquista e preservação de poder.

Categories: Democracia Participativa | Deixe um comentário

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