Daily Archives: 2015/06/18

“Podemos do dia para a noite fazer uma revolução, chamar a troika para mandar em nos, mudar de moeda; não podemos, pelos vistos, é discutir de uma vez por todas e passar à prática uma reforma tão comezinha e simples como a que consistiria em criar, no sistema politico e eleitoral, formas e mecanismos que permitam aos eleitores ter uma voz mais activa na escolha dos deputados à Assembleia da República”

“Podemos do dia para a noite fazer uma revolução, chamar a troika para mandar em nos, mudar de moeda; não podemos, pelos vistos, é discutir de uma vez por todas e passar à prática uma reforma tão comezinha e simples como a que consistiria em criar, no sistema politico e eleitoral, formas e mecanismos que permitam aos eleitores ter uma voz mais activa na escolha dos deputados à Assembleia da República” (…) “A única coisa que a nossa Constituição não permite é o surgimento de candidatos independentes que se possam candidatar sem o beneplácito dos directórios partidários.
De resto, tudo é possível, incluindo a criação de círculos uninominais.
Uma reforma sensata e bem feita deste sistema será um enorme balão de oxigénio para a democracia.”
João Luis Mota Campos, Por uma Democracia de Qualidade

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“Se o governo adotar medidas que o sector dos negócios julgar menos desejáveis, então as corporações irão simplesmente transferir a sua atividade para outra parte do mundo”

“Se o governo adotar medidas que o sector dos negócios julgar menos desejáveis, então as corporações irão simplesmente transferir a sua atividade para outra parte do mundo, deixando para trás desemprego e oportunidades perdidas de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, os mercados financeiros podem “punir” o país exigindo taxas de juro mais altas.”
Rebooting Democracy
Manuel Arriaga

Esta é, muito sumariamente, a situação de autêntico sequestro em que as democracias liberais se deixaram encurralar, depois das vagas de liberalização dos Mercados e do sector financeiro da década de 1990. As grandes corporações mundiais (densamente interligadas com os grandes grupos financeiros) controlam hoje a economia e, diretamente, as sociedades.

Quando – através da Globalização comercial e financeira – se simplificou para além de todos os limites a circulação de capitais e mercadorias, permitiu-se que os países entrassem numa desenfreada competição fiscal que haveria de erodir severamente a capacidade financeira dos Estados para intervirem nas suas economias. Se os investidores podiam agora migrar as suas empresas para outros países se estes oferecessem melhores condições fiscais, então como poderiam os governos sustentar os Estados Sociais sem estes impostos que fugiam a um ritmo crescente para países com menores fiscalidades ou para offshores?

Na verdade, existe uma incompatibilidade flagrante entre Estado Social, a sua sustentabilidade e a Globalização. Sem regras na segunda, não poderá haver recursos captados para suportar o Estado Social (Saúde, Educação Pública e funções de soberania). Importa reverter assim esta globalização neoliberal, selvagem e desregrada e repor algum controlo democrático sobre as economias e as grandes empresas. Mas atenção, a força e o poder que agora o sector económico e financeiro acumula faz com que esse processo de reversão só possa acontecer a uma escala global ou, no mínimo, regional…

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