Daily Archives: 2015/05/15

Citações Amos Oz

“O fanático está mais interessado no outro do que em si mesmo, pela simples razão de que um “eu” bastante exíguo, ou mesmo nenhum mesmo”
Amos Oz, Contra o fanatismo
História contada por Amos Oz: num café, em Jerusalém, está sentado Deus e à sua frente um velho que lhe pergunta: “Querido Deus, por favor, diz-me qual é a fé verdadeira? A católica romana, a protestante, talvez a judaica, acaso a muçulmana? Qual fé é a verdadeira?” E, nesta historia, Deus responde: “para te dizer a verdade. Meu filho, não sou religioso, nunca o fui, nem sequer estou interessado na religião”
Amos Oz, Contra o Fanatismo
“O fanático tende a anular-se a si próprio para facilitar a realização do próximo ou o bem-estar da geração seguinte. O auto-sacrificio costuma infligir terríveis sentimentos de culpa ao seu beneficiário, manipulando-o ou mesmo controlando-o”
Amos Oz, Contra o Fanatismo
“O fanático morre de amores pelo outro. Das duas uma: ou nos deita os braços ao pescoço porque nos ama de verdade, ou se atira à nossa garganta em caso de sermos irrecuperáveis”
Amos Oz, Contra o fanatismo
“A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar”
Amos Oz, Contra o fanatismo
“Talvez o pior aspecto da globalização seja a infantilização do género humano, o “jardim de infância global”, cheio de brinquedos e adereços, rebuçados e chupas-chupas”
Amos Oz, Contra o fanatismo
Sobre o conflito israelo-palestiniano: “um choque entre quem tem razão e quem tem razão, um choque entre uma reivindicação muito convincente, muito profunda, muito poderosa, e outra reivindicação muito diferente mas não menos convincente, não menos poderosa, não menos humana”
Amos Oz, Contra o fanatismo
“O pacifista europeu normal insiste em que o Mal supremo do mundo é a guerra. No meu vocabulário, a guerra é terrível, se bem que o Mal supremo não seja a guerra, seja a agressão. Se, em 1939, toda a gente menos a Alemanha tivesse insistido em que a guerra era o pior de todos os males do mundo, Hitler seria agora o dono do Universo”
Amos, Contra o fanatismo
“Israel deve voltar à proposta inicial de 1948 e, inclusivamente, à anterior a essa data: reconhecimento por reconhecimento, condição de Estado por condição de Estado, independência por independência, segurança por segurança”
Amos Oz, Contra o fanatismo
“A minha história favorita do Talmude é a dos rabinos muito santos – Jeshua e Tafon – que, na sua qualidade de juízes, discordam sobre certa interpretação da Tora, a lei divina. E discutem, na mais venerável tradição judaica, dia e noite. Não comem nem dormem, apenas discutem. Após sete dias e sete noites, o próprio Deus apieda-se deles, pressente que vão morrer a discutir. Então, interfere e ouve-se uma voz do alto, uma voz celestial (Bat Kol) que diz: “o rabino Jeshua tem razão, o rabino Tafon está enganado, ide dormir”. (…) O perdedor, o rabino Tafon, dirige o olhar para o alto e diz: “Deus Todo-Poderoso, deste a Tora aos seres humanos; por favor, mantém-te ao largo desta discussão”.
Amos Oz, Contra o Fanatismo
“Jamais vi na minha vida um fanático com sentido de humor, nem nunca vi qualquer pessoa com sentido de humor converter-se num fanático”
Amos Oz, Contra o fanatismo
“Traidor é quem muda aos olhos daqueles que nao podem mudar e nunca mudarao, daqueles que detestam mudar e nao podem conceber a mudança, apesar de quererem sempre mudar os outros”
Amos Oz
“O fanatismo é mais velho do que o Islão, do que o Cristianismo, do que o Judaísmo. Mais velho do que qualquer Estado, governo ou sistema politico. Infelizmente, o fanatismo é um componente sempre presente na natureza humana, um gene do Mal, para apelidá-lo de algum modo”
Amos Oz
“O 11 de setembro não foi um ataque de pobres contra ricos. Se fosse assim tão simples, deveríamos esperar que o ataque viesse de África, onde estão os países mais pobres, e que talvez fosse lançado contra a Arábia Saudita” (…) “Não. É uma batalha entre fanáticos que crêem que o fim, qualquer fim, justifica os meios, e os restantes de nós, para quem a vida é um fim, não um meio.”
Amos Oz
“Traidor, aos olhos do fanático, é qualquer um que muda”
Amos Oz
“Ter sentido de humor implica a capacidade de se rir de si próprio. Humor é relativismo, humor é a habilidade de nos vermos como os outros nos vêem, humor é a capacidade de perceber que, por muito cheia de razão que uma pessoa se sinta e por mais tremendamente enganada que tenha estado, há um certo lado da vida que tem sempre a sua graça. Quanto mais razão se tem, mais divertida se torna a pessoa.”
Amos Os, Contra o fanatismo
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“Rebooting Democracy” de Manuel Arriaga – Rui Martins

“E se os políticos fôssemos nós? A ideia, apesar de inovadora, traduz uma espécie de regresso aos clássicos. Já na Antiguidade, os cidadãos de Atenas eram recrutados para exercerem os seus deveres políticos. Manuel Arriaga conta como o processo pode ser transposto para os dias de hoje através de um novo conceito a “deliberação cívica”.
“Não se trata apenas de um problema de casting. Se a peça é má, substituir os atores não a tornará melhor”. Manuel Arriaga viu com simpatia aparecerem movimentos como os Indignados, em Espanha, ou Occupy Wall Street, nos EUA. Achou-os muito mobilizadores mas, com exceção do Podemos, recém-criado em Espanha, “não parecem ter, até agora, deixado uma marca duradoura”. Esses movimentos de protesto, explica, têm habitualmente como lideres as “vozes mais radicais ” que surgem entre eles, mas acabam por esfumar-se, quando não conseguem articular uma lista de exigências concretas.
Formado em economia, Manuel Arriaga, 34 anos, é doutorado em gestão pela New York University (NYU). Hoje divide-se entre Lisboa, Cambridge e Nova Iorque, dando aulas de gestão, análise de dados e inovação tecnológica.”

Canal Youtube de Paulo Pereira

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