“a sensação de identificação com um grupo social, ou seja, a percepção de pertença a um certo grupo é um determinante poderoso de atitudes e comportamentos. Os indivíduos identificam-se com os grupos com quem partilham características comuns”

“a sensação de identificação com um grupo social, ou seja, a percepção de pertença a um certo grupo é um determinante poderoso de atitudes e comportamentos. Os indivíduos identificam-se com os grupos com quem partilham características comuns. (…) A “teoria da identidade social” descreve como assim que uma pessoa se identifica com um certo grupo, essa identificação afeta significativamente nas suas atitudes e comportamentos. Desenvolve-se uma imagem cada vez mais positiva dos seus camaradas de grupo. Experienciam uma sensação de lealdade para com o grupo e exibir, de forma consciente ou inconsciente, uma muito maior inclinação para ajudar e cooperar com outros membros do grupo. Ao mesmo tempo, os membros do grupo começam a percepcionar os que não pertencem ao grupo como “os outros” e tornam-se incapazes de estabelecerem relações empáticas com eles.”
Rebooting Democracy, Manuel Arriaga

Por isto defendo uma total “amadorização” dos cargos políticos eletivos, internos aos Partidos e externos, na República (mas assistida por consultores e peritos remunerados).
Por isso defendo a instalação de uma câmara deliberativa, composta por cidadãos aleatoriamente escolhidos, com um mandato único de um ano e que pela auscultação de peritos contrários enviam recomendações revogatórias e propositivas à Assembleia da República.
Por isso defendo uma ainda maior limitação de mandatos (acompanhada de um quadro legal que puna severamente as empresas que não consintam no regresso dos eleitos às suas funções anteriores) e uma politica de quotas por idade, género e tipologias profissionais.
Por isso defendo que todas as negociações empreendidas em nome do Estado (República ou Autarquias) devem ser completamente transparentes, públicas, emitidas em streaming e que não pode haver cláusulas ou contratos secretos no Estado.

A politica não pode ser o quintal dos profissionais daqueles que sao treinados e condicionados (inconscientemente) nas praticas de ascensão e preservação do poder nas Jotas, mas dos que estão ativos na Sociedade Civil, nas associações e nos movimentos de causas nacionais e locais. A intervenção politica não deve ser o exclusivo dos profissionais, assistidos por batalhões de técnicos de marketing politico, mas o campo dos amadores, a regra de comportamento e atitude de todos os cidadãos. Se todos formos políticos, não haverá “classe politica”. Classe politica seremos todos nós, e assim deve ser para que seja instaurada uma verdadeira Democracia Participativa e Participada em Portugal.

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Categories: Democracia Participativa | Deixe um comentário

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