As Lides do Talaya, Paulo da Costa Ferreira

Propriedades que se atribuíam à placenta: “seria expelida sem hemorragia se se pusesse na cabeça da parturiente o chapéu de um marido enganado e não havia a temer nem dores nem más posições do feto se houvesse o cuidado de fazer bem direitas todas as bainhas das fraldas”
As Lides do Talaya, Paulo Costa Ferreira
Em meados do século XVIII, Luis Antonio Verney recomendava que a Universidade aplicasse “um rigoroso castigo, ainda de morte, aos que injustamente (na Praxe) acometem os novatos, e fazem outras insolências”
As Lides do Talaya, Paulo Costa Ferreira
Em 1755, ir de Coimbra a Lisboa, demorava mais de seis dias e custava 1500 reis, uma autêntica fortuna para a época.
As Lides do Talaya, Paulo Costa Ferreira
A 16 de junho de 1755, um exército mouro de 3000 homens ataca a praça de Mazagão. A guarnição, composta por 100 cavaleiros e 150 infantes repele o ataque deixando 400 mortos e muitos feridos do lado muçulmano contra seis mortos e sete feridos entre os portugueses.
As Lides do Talaya, Paulo Costa Ferreira
Na praça de Mazagão, a profissão mais perigosa era a dos “atalaias” e dos “atalhadores”, soldados (frequentemente degredados) que quando os locais saiam para irem buscar lenha ou pastorear o gado iam servir como sentinelas avançadas.
As Lides do Talaya, Paulo Costa Ferreira
Em 1756, Luis Félix Manuel de Mendonça e Almada é degredado para Mazagão como punição de ter tentado casas “com uma mulher de baixa esfera”.
As Lides do Talaya, Paulo da Costa Ferreira

Sabia que o atual Forte do Bugio foi conhecido, ao longo das épocas como Forte da Cabeça Seca, Forte de São Lourenço da Cabeça Seca ou Forte de São Lourenço da Barra. O forte foi mandado construir sob os filipes mas apenas foi terminado por Dom João IV. A sua construção foi possível através da construção de uma ilha artificial. Em termos de administração militar, o forte equivalia a uma “nau surta”, uma nau permanentemente ancorada, recebendo provisões como qualquer navio de guerra da época.
As Lides do Talaya, Paulo da Costa Ferreira

Segundo as Ordenações Filipinas: “achando o homem casado sua mulher em adultério, licitamente poderá matar assim a ela, como o adúltero, salvo se o marido for peão, e o adúltero Fidalgo ou nosso Desembargador, ou pessoa de maior qualidade.” Paralelamente, o marido adúltero apanhado em flagrante, não podia ser morto, apenas enviado em degredo para África durante três anos e, mesmo assim, apenas se o adultério não fosse continuado.
As Lides do Talaya, Paulo da Costa Ferreira
“Se das mulheres se aplicassem aos estudos tantas quantos entre os homens, então veríamos quem reinava”
Antonio Verney, citado em As Lides do Talaya, Paulo Jorge Costa Ferreira
No século XVIII, os pretendentes a casaram com jovens raparigas da nobreza recebiam dos pais da mesma uma fita que cortavam do vestido ou chapéu desta e que deviam prender na lapela do casaco, comprovando assim que estavam noivos.
As Lides do Talaya, Paulo Jorge Costa Ferreira
Em 13 de setembro de 172, 169 portugueses travaram com mais de 4 mil muçulmanos uma batalha nos arredores de Mazagão porque estes numa resposta a uma “corrida” (expedição armada) dos portugueses estavam a deitar fogo à Coutada de pasto do gado. Depois de quatro horas de luta, os portugueses levaram a melhor criando grandes baixas no lado muçulmano.
As Lides do Talaya, Paulo Jorge Costa Ferreira
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