Um partido estratificado que urge curar. A Bem de uma Democracia Participativa interna no Partido Socialista

Os militantes de base, especialmente os mais ativos ao nível local das secções do Partido Socialista, sentem a presença de uma separação em relação à direcção partidária, que se assume como um estrato com poucas ou francamente eficazes vias de comunicação e feedback. De facto, os dirigentes acima do nível regional são escolhidos de uma forma que não incorpora a sensibilidade dos militantes de base sendo esta “doença participativa” uma maleita comum a todos os outros partidos políticos com vocação de poder e o fruto de um processo de profissionalização e especialização funcional que se intensificou no PS, nas últimas duas décadas. Esta separação mina o partido, em eficácia, em ligação com a sociedade civil (que os militantes representam) e com a vida real e quotidiana dos interesses e aspirações que o Partido deve defender. Esta estratificação pode ser, contudo, quebrada. As ferramentas e os mecanismos existem e estão ao dispôr de todos. Tratam-se das Listas Abertas com Voto Preferencial… da Revogação de Mandatos e de normas e estatutos, da redução dos limites burocráticos à aparição e desenvolvimento de novas candidaturas. Sobretudo, esta quebra pode ser feita com a adopção convicta e sincera de uma lógica de abertura e diálogo entre dirigentes nacionais e locais e os militantes de base que não só não existe atualmente, como se tem vindo a decompor ainda mais nos últimos anos estando hoje em níveis mínimos especialmente no que concerne às relações entre deputados e militantes e cidadãos.
Todas estas propostas constam da Declaração de Princípios da www.cots-ps.org
Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista | Deixe um comentário

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