Existem três níveis de participação nos partidos políticos

Existem três níveis de participação nos partidos políticos:
1. Eleitores: embora não tenham nenhum tipo de vínculos com o partido, é preciso criar formas de ligação e de feedback fácil e rápido que permita facilitar a passagem da condição de Eleitor à de Simpatizante. Os eleitores devem ser integrados nos processos de decisão do partido, nomeadamente nas várias Primárias que devem existir em vários níveis locais e nacionais. 
2. Simpatizantes: entre eleitores e militantes, os simpatizantes estão na antecâmara da militância e é lamentável que o regulamento das Primárias de 2014 não preveja a criação de uma a base de dados de simpatizantes que, depois, poderiam tornar a participar noutros processos democracia internos no PS. Algo a corrigir brevemente, em próximas edições destas eleições. 
3. Militantes: tradicionalmente, o ponto fulcral dos partidos, os militantes tem vindo a perder influência e número (em quantidades proporcionais) nos últimos anos para os aparelhos semi-profissionais e para os simpatizantes (através de processos contra o das Primárias). Base de onde provinham os quadros locais e nacionais do partido, com a crescente apararelhizacao, perderam a capacidade para incluírem na condução política do partido. Esta perda está diretamente relacionada com a desmobilização dos militantes nas atividades partidárias e nas campanhas eleitorais. Fazê-los regressar deve ser assim uma prioridade absoluta… E esse regresso só pode ser feito introduzindo mais capacidade de influência e mais democracia participativa interna no partido. Só pode haver mais participação se esta for eficiente.
Categories: Democracia Participativa, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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