As sociedades modernas são sociedades não-participativas.

As sociedades modernas são sociedades não-participativas. E são-no porque nunca os níveis de associativismo, atividade cívica e militância política foram tão baixos. As razões para um fenómeno que – longe de ser exclusivo a Portugal – é, sobretudo, global são diversas. Mas todas, contudo, confluem num único ponto: o Medo.

De facto, a esmagadora maioria dos cidadãos vivem num permanente estado de medo. Esta condiçao opressora, leva os individuoos ao isolamento e a adquirirem a percepção de não existem ferramentas eficaz de participação, o que os leva a demitirem-se da mesma, criando a sua um efeito de duplo retorno que reforça o estado de meda e a consequente paralisia cívica.

Estas sociedades não-participativas existem em plena verborreia pública em prol da “participação dos cidadãos” por parte dos partidos e dos decisores politicos. É verdade que muitas sociedades modernas, na Europa e na América do Sul, sobretudo, são hoje mais participativas do que nunca, contudo, ainda falta trilhar muito caminho até uma democracia verdadeiramente participada e participativa nestes países…

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Categories: COTS: Corrente de Opinião Transparência Socialista, Democracia Participativa, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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