Sobre o nervosismo dos Partidos convencionais de Esquerda e Direita a propósito do Cinco Estrelas e da Democracia Participativa

Direita e Esquerda em Portugal e no mundo estão muito preocupadas com a ascensão do movimento participativo italiano Cinco Estrelas… por essa razão, embarcaram ambas, via por interposição das suas redes globais de “opinadores com segways para os Media”, numa cruzada contra o M5E.

A partidocracia do Poder, o tripartido PS-PSD-PP e a partidocracia do Protesto PCP-BE estão incomodados com a ascensão de um movimento participativo que ameaça o monopólio dos partidos sobre o sistema político e que ameaça fazer inundar a democracia com cidadãos participativos e interessados expulsando os políticos profissionais dos cargos permanentes onde se foram aboletando.

A mensagem do M5E desorienta as cabeças formatadas dos políticos profissionais, de facto. Por um lado, tem um programa de inclinação ambientalista e prenhe de referências à democracia direta e participativa, sobretudo, a aproximação entre eleitos e eleitores, a transmutação da democracia representativa em democracia delegativa pela substituição da eleição de representantes pela eleição de delegados e o fim dos políticos profissionais colocam no setor que classicamente se entende como de “esquerda convencional”. O que desorienta os partidocratas mais ferrenhos (encerrados numa estéril dicotomia maniqueísta) é que o Cinco Estrelas defende que a prazo, não haverá partidos, num futuro em que todos os cidadãos poderão votar nos seus delegados e orientar o seu voto sem que tenha que existir uma intermediação entre eleitores e representantes eleitos exclusivamente em listas partidárias. Esta objetivo último do M5E permite dispensar a existência de partidos políticos, algo que nesta visão maniqueísta bruta dos partidocratas cola o Cinco Estrelas com os partidos únicos que existiram nos regimes de extrema direita e (não esquecer) nos regimes do antigo leste europeu.

Outro ponto que cria urticária dos polítucos da Situação sobre o Cinco Estrelas é a sua exigência interna: ninguém pode ter aspirações de especial protagonismo, sendo os eleitos sempre mais delegados do que reais autores de pensamento e ideias concretas. O Movimento exige também um severo regime de contenção nos contatos com os Media (altamente manietados em Itália) e expulsa quem não mantiver esse bloqueio. neste tipo de atitude, o Cinco Estrelas aproxima-se de alguma Direita, assim como no controlo centralizado, nos traços de controlo pessoal de Grillo sobre o movimento.

Na verdade, a Democracia Participativa e Direta é tanto de Esquerda, como de Direita. Tendo embutida de uma forma muito profunda e matricial essa lógica, o Cinco Estrelas é assim nem de Direita, nem de Esquerda: é Participativo e toma e tomará politicamente as posições que a tal levarem os seus ativistas e militantes. Se estes forem maioritariamente de Esquerda estas serão de Esquerda. Se estes forem maioritariamente de Direita, estas serão de Direita. Como sucede com o www.MaisDemocracia.org e com o www.MaisLisboa.org (que materializa uma candidatura autárquica do primeiros a Lisboa), estes movimentos são muito mais operativos que ideologicos.

Com a Democracia Participativa regressa o espaço do cidadão e da sua construção, informada e consciente, de opinião livre e independente. Com esta Democracia 2.0, não há um “colégio de sábios” que impõe o seu pensamento ou ideologia a uma boiada de seguidores dóceis ou acéfalos, com a Democracia Participativa, os cidadãos pensam, votam e são intermediados no Poder pelos seus delegados, sem semideuses da oratória ou do marketing político ou maquinas de venda mediática. Perante tal cenário, compreende-se bem o nervosismo dos partidocratas (de todas as cores do espectro) perante a ascensão do Cinco Estrelas e perante todas as manifestações desta vaga de Democracia DIRETA E participativa que agora começa a alastrar-se pela Europa.

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12 thoughts on “Sobre o nervosismo dos Partidos convencionais de Esquerda e Direita a propósito do Cinco Estrelas e da Democracia Participativa

  1. Lusitan

    Estás errado em relação a esse assunto. O que incomoda as partidocracias não são os “movimentos 5 estrelas”, que em termos programáticos são fraquíssimos. O que incomoda as partidocracias é o facto de que o Movimento 5 Estrelas é o menor dos males que podia ter acontecido. Um Movimento 5 Estrelas, tais como os movimentos islandeses, são movimentos com uma causa que rapidamente se esgotam (prova são as eleições islandesas mais recentes) depois de atendida essa causa ou não.
    A razão das preocupações dos partidos é que enquanto desta vez apareceu um palhaço para desafiar o status quo, para a próxima pode aparecer um lunático ou um extremista. O que lhes mete medo é que a situação pode descambar num novo Hitler, Mussolini, Franco, Salazar, etc. Quase todos chegaram ao poder graças às condições que se estabeleceram pós-Crash de 1929. Em alguns países, como é o caso da Hungria, já se notam algumas derivas autoritaristas. E é de esperar que com o andar da carruagem, em países como Portugal, Espanha e Itália venha a haver cada vez mais descontentamento social do qual resultará a ascenção dum qualquer “Grande Líder” autoritário.

  2. PORTUGAL CREDOR OU DEVEDOR?

    É caso para PS e PSD estarem preocupados pois a Democracia directa está eminente em Portugal por razões ligadas aos fundamentos e criação dos dois principais partidos políticos portugueses. A par deste factor o modo como os políticos se têm comportado em relação à Europa é revelador não apenas do estado de insanidade a que chegaram, mas também da postura anti-democrática que têm revelado.

    Existe uma relevante fraude que destruiu a economia de muitos países europeus. Estes danos económicos são tão graves que a industria destes países foi desmantelada, e a fraude criminosa deste facto deve, e tem de ser, ressarcida por parte destes criminosos que conceberam um plano maquiavélico para dominar económica e politicamente a Europa inteira.

    Entre os criminosos estão cidadãos de vinte e sete países que agem no interesse pessoal e que devem ser julgados mais tarde nos seus países pelos crimes de traição, associação criminosa, e uso dos poderes que o estado lhes conferiu para representar a nação no parlamento Europeu, sem que uma só voz se levantasse contra os criminosos, tornando-se omissos e coniventes com os actos que aqui têm sido expostos.

    Inicialmente no acordo de Lisboa a Europa mostrou a Portugal uma intenção que posteriormente não se revelou ser verdadeira. A gravidade deste facto pode tornar nulo este acordo pela violação da sua intencionalidade original; a ideia de uma Europa democrática, unida por um bem comum, nivelamento económico e social, coesão, entre inúmeras outras intenções que além de nunca terem sido colocadas em prática apenas destruíram os subscritores deste infame acordo.

    Não foi por acaso que os dois principais partidos portugueses PS e PSD foram financiados pela Alemanha de Willy Brandt, assim como não foi por acaso que a morte de Sá Carneiro ocorreu, pois hoje estou consciente de que Sá Carneiro era conhecedor desta Europa e ia contra os interesses de domínio que em breve tomariam conta de Portugal. A carta de Alfredo Farinha, um dos operacionais envolvidos no seu assassinato, o mostra claramente. Os políticos portugueses subscritores deste acordo eram homens que vinham da Europa financiados pela CDU alemã e traziam com um sorriso este rebuçado envenenado que lhes daria o poder.

    Hoje nenhum partido português que defenda esta Europa pode ser considerado democrático, nem nenhum partido que a apoie pode ser legitimado, pois o que está por trás da sua concepção além de profundamente envenenado, vai contra os interesses e soberania da nação portuguesa e dos cidadãos.

    O que a Europa fez posteriormente foi pagar para destruir a economia dos países e parar a sua estrutura produtiva, impor nestes países produtos e interesses industrias desta Alemanha cuja intenção primordial foi a mesma de Hitler e do regime Nazi. A Europa cometeu uma fraude grave, tão grave que se pegarmos em todos os factores económicos subjacentes a este crime hediondo verificamos que nenhum dos países devedores do Banco Central Europeu têm a obrigatoriedade de pagar uma falsa dívida criada com intenções maléficas e criminosas. Antes pelo contrário, deveríamos fazer contas e analisar os prejuízos económicos causados por este estado de depauperamento derivado do próprio acto de adesão europeu.

    Não apenas Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha – assim como outros países – não apenas não devem pagar a dívida, como a deveria contabilizar analisando o impacto deste acordo e mover uma acção formal nos tribunais europeus competentes (caso estes existam e os possamos considerar idoneidade ou legitimidade para que a sua actual estrutura e formação seja isenta, pois encontram-se ao serviço deste plano do Cartel Nazi que governa a Europa actual.

    Um outro dano causado deriva do facto da Europa ter utilizado em seu próprio benefício incalculáveis fluxos financeiros relativos a impostos e IVA sobre mercadorias provenientes de países terceiros, não apenas anteriores à própria adesão de países como Portugal, somo também posteriormente.

    O acordo de Shengen de livre circulação de pessoas e bens foi concebido de um modo deliberadamente maquiavélico, jamais esse acordo deveria ter permitido a nacionalização das mercadorias vindas de países terceiros como os originados da Ásia, África, América do Sul e América do Norte nos países de passagem das mercadorias, mas sim nos países do seu destino final.

    Este factor levou a que os países que possuíam o domínio dos transportes aéreos e marítimos, todos eles do atlântico Norte, nacionalizassem as mercadorias nos seus territórios, arrecadassem os impostos aduaneiros e IVA e posteriormente as mercadorias prosseguissem para o seu destino final nos países do sul, arrecadando deste modo valores incalculáveis que não apenas serviram para alimentar as economias destes países, como também atrair os centros de distribuição das grandes corporações multinacionais para o centro da Europa em detrimento dos países do Sul servindo deste modo o interesse corporativo deste Cartel Nazi e das economias do centro da Europa.

    Este facto, é por si próprio demonstrativo das desigualdades criadas por este falso acordo de livre circulação de mercadorias, contudo, o facto mais grave, reside na devolução destes dinheiros ao seu destinatário final. Existe um lapso de tempo nestas transferências financeiras geradores de uma depreciação dos valores transferidos. A deflação criada nestas transferências do “Cash Flow” de biliões de Euros prejudicou gravemente os estados lesados, acabando estes por receber menos do que lhes era devido.

    Este fenómeno financeiro começou muito antes da assinatura do acordo de Lisboa, e com mais gravidade ainda. Nesse época as pautas aduaneiras de Portugal e da Europa eram diferentes, os percentuais relativos à taxação de impostos dos países de destino eram superiores à taxação praticada pela pauta aduaneira comum, permitindo deste modo que as grandes corporações nacionalizassem as mercadorias fora dos países de destino durante o período de transição que decorria (cerca de dez anos), prejudicando dupla e gravemente os fluxos financeiros dos países de destino final devido ao processo de deflação destes valores no tempo já por si brutalmente diminuídos pelas discrepâncias das políticas aduaneiras. Não apenas existe aqui uma grave violação da soberania destes países, como também um maior prejuízo financeiro.

    Para terminar esta breve análise devo referir que não foram pagas quaisquer taxas de juro aos países destinatários destas mercadorias. As quantias envolvidas são de tal ordem que não apenas Portugal cobriria os valores em divida, como ainda muito possivelmente teria que receber muito dinheiro pelos danos causados. Portugal, assim como os outros países, não tem nenhuma obrigatoriedade de pagar aquilo que esta Europa nos roubou de uma forma arquitectada para lucrar com a utilização do que por direito estes países poderiam ter recebido.

    Vamos fazer as contas senhora Merckel, deixo aqui uma carta do Dr. Mattias Rath, traduzida por mim, mostrando o que está por trás desta Europa!

    Espantosamente o Prémio Nobel da Paz foi entregue à Europa pelo papel de Bruxelas (E.U.) na manutenção da paz na Europa nas últimas décadas. José Manuel Durão Barroso anuncia a criação do Exército Europeu com o provável interesse de defender os interesses e mercados do Cartel Nazi da IG. Farben.

    Sumário:
    _______

    1.1- Nenhum indivíduo ou partido que continue a suportar Bruxelas e esta Comunidade Europeia anti-democrática e construída por Ex-Nazispode ser considerado democrático e poderá jamais sobreviver politicamente!

    1.2- Se os Europeus desejarem sobreviver ao século XXI e à Comunidade Europeia (E.U.), a construção da Europa tem de ser desmantelada e reestruturada de forma democrática pelos povos e para s povos europeus.Os 27 membros desta União Europeia são meros executores dos interesses deste cartel industrial químico, petroquímico, petróleo e drogas, industria farmaceutica. Nenhum dos países Europeus tem o poder de legislar no parlamento Europeu, Estes Comissários Europeus governam a Europa com a ajuda de 50,000 burocratas pagos por este Cartel, nenhum deles legítimamente eleito democráticamente!

    1.3- O Parlamento Europeu, apontado como uma estrutura democrática, é mais pequeno comparado com a estrutura de burocratas que os comanda, e falta-lhes todas as marcas presentes em qualquer democracia como:o direito de íniciar uma nova legislação, mudar a actual legislação originada no tratado de Roma quando a maior parte dos países que o assinaram ignorava quem estava por trás!

    1.4- As impressões digitais desta anti-democrática Europa do pós guerra e o plano financeiro das corporações Nazis, o infame Cartel da IG – FARBEN INC (BAYER,BASF,HOECHST etc..) o mais gigantesco cartel jamais concebido no planeta (mais tarde irei mostrar a influência destruidora deste Cartel mo caso do BRASIL e do actual governo Brasieliro).(*)

    1.5- A peça central deste Cartel e deste plano, é a conquista do planeta através de um um comando central que irá ditar as regras para todos os sectores da vida humana; ecoómico, finanças e impostos, comércio internacional, patentes, aspectos da legislação sobre a vida civil e criminal, fora de um controle democrático! Vinte anos mais tarde um dos cérebros deste plano, Hallstein, primeiro presidente da Europa, copiou o sistema Nazi para a União Europeia (E.U.) afirmando: “Todas as acções devem ser iniciadas pela não eleita Comissão como o orgão executivo desta comunidade!”

    1.6- Com a ajuda de 10,000 burocratas na época, Hallstein construiu a União Europeia (E.U.) como uma réplica exacta do plano do Cartel Nazi. Espantosamente, nenhum dos políticos que apoiaram esta construção em todos os seus países membros na última década, jamais sentiu-se responsável por alertar a população e os cidadãos dos seus países acerca da estrutura anti-democrática montada e da natureza Nazi das suas raízes.

    1.7- Em 21 de Maio de 2010, a nossa fundação publicou os factos acima descritos e um substancial documento neste jornal, dez dias mais tarde, em 31 de Maio de 2010, o Presidente Alemão Horst Koehler – que nasceu na Polónia ocupada pelos Nazis em 1943 – pediu a resignação do seu cargo num acto surprendente e sem precedentes, até hoje ninguém sabe porque razão o decidiu fazer…

    1.8- A exposição da naureza Nazi desta Europa fez comq ue Bruxelas e a União Europeia (E.U.) tivessem perdido legítimidade democrática. Obviamente, nenhuma organização política que tenha origem na arquitectura do regime Nazi poderá jamais sobreviver num mundo democrático neste século XXI. Enquanto alguns políticos responsáveis distanciam-se, eles próprios, dos proprietários deste Cartel, estes começaram uma luta de relações públicas desesperada numa tentaiva fútil para travar e rapidamente a diminuição da credibilidade desta Europa de malfeitores e criminosos.

    1.9- Em 12 de Setembro de 2012, Presidente e Comissário Europeu José Manuel Barroso, surpreendeu o mundo com a sua proposta de criar os Estados Unidos da Europa, um plano que nem é novo nem democrático. Barroso apenas pediu este plano emprestado ao seu predecessor e planeador Nazi Hallstein. em 1969, no seu livro, ” A NÃO TERMINADA UNIÃO DOS ESTADOS UNIDOS DA EUROPA” Hallstein elogiou o seu enganoso plano de uma pseudo democrática Europa sob o estrito controle das regras do Cartel como “UM CONCEITO AUDACIOSO E SEM PRECEDENTES” (PALAVRAS DE HALLSTEIN).

    2.0- Em 12 de Outubro de 2012, o Comité Norueguês Nobel agraciou a Uniao Europeia (E.U.)/Bruxelas com o Prémio Nobel da Paz 2012. Poucos sabem que Thorbjorn Jagland, presidente do Comité Nobel é o SECRETÁRIO GERAL PARA O CONSELHO EUROPEU, um cargo que promove os plenos Nazis desta União Europeia (E.U.)- A atribuição d Prémio Nobel da Paz à Europa não passa de mais uma batalha para a sobrevivência política desta EUROPA NAZI (E.U.)/BRUXELAS.

    Espantosamente e ao mesmo tempo que o PRÉMIO NOBEL DA PAZ era atribuído à Europa Barroso anunciou o lançamento do Exército Europeu com o interesse óbvio de defender os interesses do Cartel e desta Europa Nazi.

    Dr. Mattias Rath /Cientista Alemão
    ( Movmento para a vida)

    Nota(*) Meu comentário.

  3. Caro Clavis Prophetarum,

    Envio-lhe este do Jornalista Paul Manning/New York, traduzido e interpretado por mim do livro ” Martin Bormann – Um Nazi No exiílio”, tal como Paul Manning eu também acredito que Martin Bormann falseou a sua morte ajudado pelo estado alemão. Não envio o texto para que o publique devido à sua extensão, mas se o desejar fazer deixo a escolha ao seu critério.
    Este texto explica como foi concebida a Europa!

    Abraço,
    Miguel Martins de Menezes

    No dia 10 de Agosto de 1944 Martin Bormann avisou os industriais alemães de que tinham de participar por sua ordem numa conferência em Estrasburgo onde não estaria presente. Todos os industriais foram avisados de que quem iria presidir a esta conferência representando Martin Bormann, seria o director da corporação Hermadorff & Schenburg e líder das SS Nazis (Obergruppenführer) Dr. Scheid.

    O encontro iria realizar-se no Hotel Maison Rouge em Estrasburgo (território da Alsácia conquistado aos franceses e que não foi devolvido após o final da guerra). Martin Bormann infrmou o Dr. Scheid do seguinte:

    “ Os passos que vão ser dados nesta conferência irão determinar o futuro da Alemanha depois da guerra. A industria alemã tem de perceber que a guerra não pode ser ganha, temos de tomar decisões para preprar a campanha e acção de marketing que atempadamente irá fazer ressurgir a Alemanha.”

    Foi na cidade de Estrasburgo que em 1792 o hino francês “Marselhesa/Marsellaise) foi composto ostensivamente por Rouget de Lisle para um banquete do Governador da cidade, os nomes das lojas nesta cidade são todos alemães, e os nomes das ruas estavam todos escritos em francês, bem característico desta Alsácia Bilingue cuja terra foi disputada por duas nações; Alemanha e França!

    Depois da primeira guerra mundial, o Tratado de Versalhes devolveu a Alsácia Lorena à França, mas depois da derrota francesa durante a segunda guerra mundial os alemães reanexaram 5,600 milhas quadradas deste território, e a vida decorreu normalmente excepto para os 18,000 Alsacianos que combateram na frente Alemã de Leste.

    Um Mercedez Benz com duas bandeiras Nazis na frente chegou à Rua France-Bourgeois, Dr. Scheid trazia uma mala de executivo da época e entrou no “Hall” da entrada subindo de elevador para a “suite” onde a conferência se iria dar. Tratava-se de uma sala circular, cuidadosamente escolhida e reservada para esta reunião.

    Doze pessoas encontravam-se dentro desta sala, tendo sido cumprimentados um a um pelo recém-chegado, após o que este assumiu a cabeceira da mesa sentando-se para presidir à reunião.

    Tudo havia sido meticulosamente verificado, desde os rectangulos de suporte à escrita, aos lápis e canetas na frente de cada um dos presentes, técnicos das Waffen SS Nazis haviam passado a sala a pente fino procurando microfones ou transmissores em miniatura escondidos, como precaução adicional todas as “suites” em volta foram completamente esvaziadas de mobiliário, o chão e os tectos analisados com detalhe e precisão de um cirurgião. O almoço também foi preparado por empregados de confiança das Waffen SS, aqueles que estiveram presentes a esta reunião, um total de treze pessoas, sabiam que todas as precauções para a sua segurança pessoal haviam sido tomadas, até a secretária que escrevia a acta da reunião que mais tarde seria levada a Martin Bormann por um dedicado “Courier” das Waffen SS.

    Uma transcrição do que se passou nesta reunião está na minha posse, trata-se de um documento que pertence ao Departamento do Tesouro Norte Americano e que menciona quem estava presente nessa reunião e o que foi dito, como a economia do terceiro Reich foi projectada para uma procura lucrativa de investimentos após a guerra. Presentes a esta reunião estavam:

    1- Dr. Kaspar representando o
    – Grupo Krupp

    2- Dr. Tolle representando o
    – Grupo Rochling

    3- Dr. Sinceren representando o
    – Grupo Messerschmitt

    4- Drs.Kopp, Vier, and Beerwanger representando o
    – grupo Rheinmetall

    5- Captain Haberkorn and Dr. Ruhe representando o
    – grupo Bussing

    6- Drs. Ellenmayer and Kardos representando o
    – grupo Wolkswagenwerk

    7- Engenheiros Drose, Yanchew, and Koppshem representando várias fábricas e grupos económicos de Posen/Polónia:

    – Grupo Drose
    – Grupo Yanchew, & Co.
    – Grupo Brown-Boveri
    – Grupo Herkuleswerke,
    – Grupo Buschwerke
    – Grupo Stadtwerke)
    – Dr. Meyer, Oficial Naval do Estado Alemão em Paris
    – Dr. Strossner Ministro do armamento em Paris

    A reunião começou, o Dr. Scheid olhou os papeis que previamente um Waffen SS havia retirado da sua mala e colocado ordenadamente na mesa em frente ao lugar que lhe estava destinado.

    Começou a reunião!

    Todo o material industrial que está em França tem de ser evacuado imediatamente para a Alemanha. Segundo o nosso Líder do “Reich” e minha autoridade directa Martin Bormann afirmou, a batalha está perdida, o nosso “Reichsleiter” Bormann afirmou perante mim, passo a citá-lo:

    “Agora a Alemanha é o problema número 1, a partir de agora a industria alemã e a defesa da Linha de Batalha Siegfried são a prioridade, a Alemanha é a prioridade, temos de perceber que a guerra não pode ser ganha, tomar decisões para preparar a nova campanha e acção de marketing que atempadamente irá fazer ressurgir a Alemanha. Temos de começar outra campanha, que temos de preparar individualmente para não atrair suspeitas sobre nós, cada um dos industriais dos grupos económicos presentes tem de efectuar contactos e alianças com corporações internacionais, o Partido Nacional Socialista Alemão e o Terceiro “Reich” estarão por trás de todas as corporações aqui presentes com apoio financeiro e permissão do Estado.”

    A seguir a esta declaração Dr. Scheid assegurou a todos os presentes que a LEI DA TRAIÇÃO CONTRA A NAÇÃO DE 1933 que atribuía a pena de morte por violação das regulamentações de trocas com os países estrangeiros respeitantes a moeda estrangeira, está anulada/ invalidada pelo “Reichsleiter” Martin Bormann!

    A reunião prosseguiu som o Dr. Scheid afrimando:

    “ O terreno a pisar agora deve ser o dos empréstimos de largas quantias de dinheiro de países estrangeiros, como exemplo deste apoio útil à Alemanha afirmo aqui que as patentes do aço que pertencem em conjunto à Chemical Foundation Inc. New York e à Krupp Company da Alemanha fazem com que as seguintes empresas tenham que seguir o interesse do grupo Krupp Company Inc. Alemanha:

    – United States SteelCorporation
    – Carnegie Illinois Inc
    – American Steel & Wire
    – National Tube

    Assim como todas as outras… etc..

    Também cito aqui o exemplo do grupo Zeiss Inc., Leica Inc., assim como a companhia de navegação Hamburg-Amerika Line, como típicas firmas que são um exemplo da protecção dos interesses alemães no estrangeiro!

    A seguir Dr. Scheid deu uma lista de endereços aos doze homens presentes na reunião, olhou para o relógio perguntou se havia comentários ou perguntas a cada uns dos doze participantes, e deste modo declarou encerrada para almoço a sessão da manhã. Após um sinal de Scheid soldados/ “garçons” serviram numa mesa lateral um típico almoço de Estrasburgo: patê de foie gras, matelote, macarrão, chucrute, juntas de presunto, salsichas,e tortas de cebola, garrafas de vinho de “Coq au Riesling” das melhores vinhas das redondezas foram servidas, brandy, charutos, também foram finalmente trazidos e os soldados retiraram-se da sala fechando com cuidado as portas sem ruído olhados pelos seguranças que os controlavam atentamente.

    Depois do almoço, abandonaram a sala e seguiram para o Reno e outras partes da Alemanha para espalhar a mensagem a industriais associados e outros pilares económicos da Alemanha mostrando assim os objectivos da Alemanha dos anos Pós-guerra.

    Uma conferência mais pequena foi dada nessa tarde, presidida pelo Dr. Bosse do Ministério de Armamento da Alemanha, nesta conferência estiveram:

    – Grupo Hecko
    – Grupo Krupp
    – Grupo Rochling

    O Dr, Bosse reapresentou a crença de Bormann dizendo que a guerra estava perdida mas que esta iria continuar de outro modo pela Alemanha até certos objectivos serem atingidos de modo a assegurar o ressurgimento económico da Alemanha depois da guerra tivesse sido assegurado. Os industriais alemães teriam que estar preparados para o financiamento do Partido Nazi que seria forçado a actuar na clandestinade assim como tinham actuado os “Maquis” em França.

    “ A partir de agora o Governo de Berlim vai alocar enormes somas em dinheiro aos industriais alemães, para que estes possam estabelecer a segurança das fundações alemãs nos países estrangeiros após a guerra. Havendo estas reservas financeiras em países estrangeiros à disposição do partido poderemos criar um Império Alemão muito mais forte após a derrota, é imediatamente necessário, que as grandes fábricas e industrias alemãs estabeleçam pequenos escritórios técnicos e de pesquisa absolutamente independentes de qualquer conecção com as fábricas ou industrias que os criaram. Estes escritórios vão receber planos e desenhos de novas armas, também documentos que terão como objectivo uma continuação da pesquisa. Estes escritórios especiais têm de estar em grandes cidades, onde a segurança é melhor, contudo alguns outros estarão em pequenas cidades, perto de fontes de energia hidroeléctrica, onde membros do partido fingirão estudar a evolução dos recursos aquíferos para benefício dos investigadores Aliados.

    O Dr. Bosse sublinhou que o conhecimento da existência destes escritórios estariam nas mãos de muito poucas pessoas em cada ramo de actividade industrial e chefes do partido Nazi. Cada um deles teria um agente representante do partido e do Líder do “Reich” Martin Bormann.

    “ Tão cedo quanto o partido ficar suficientemente forte para retomar o controle da Alemanha, os industriais serão pagos pelo seu esforço na cooperação com as instruções dadas pelo nosso “Reichleider”.

    Tal como na manhã desse dia, em ambas as conferências foi enfatizado o facto de que a LEI DA TRAIÇÃO CONTRA A NAÇÃO DE 1933 que atribuía a pena de morte por violação das regulamentações de trocas com os países estrangeiros respeitantes a moeda estrangeira, está anulada/ invalidada por Martin Bormann que seria o líder guia da nação Alemã. Esta nova política Nazi em que os industriais com o apoio do governo exportarão para países estrangeiros tanto capital financeiro quanto for possível, capital significa dinheiro, acções, patentes, cientistas, administradores!”

    Bosse exigiu rapidez de acção, deveriam colocar o capital fora da Alemanha quanto antes (1*), a liberdade dada aos grupos industriais e financeiros, serão o cimento das relações com o Partido Nazi que no futuro lhes irá assegurar protecção quer na Alemanha, quer no estrangeiro!

    Nota: recordo aqui que esta conferência foi dada em Dez de Agosto de 1944 e a Alemanha apenas perdeu a Guerra em 7 de Maio de 1945 (dez meses antes do final da guerra). Bormann já havia preparado tudo, este foi apenas o seu último passo, as medidas mais cruciais já haviam sido executadas, nomeadamente ao nível do poder financeiro internacional como o grupo Rockfeller e o Grupo Rotchild.

    Desde esse dia as corporações económicas alemãs de todos os níveis e diversidade de áreas económicas, começaram a operar transferências financeiras astronómicas, em todos os lugares onde estas eram possíveis, sempre que possível enviavam “Homens-Chave” para o estrangeiro, especialmente em países neutrais. O Dr. Bosse avisou “ Existem dois bancos que devemos usar sem necessidade de contactos ou medidas:

    – Basler Handelsbank na Suiça
    – Schweizerische Kreditanstalt of Zurich

    Depois Bosse frizou que na Suiça existia um número de agências que apenas com uma comissão de 5% compravam propriedades na Suiça para empresas alemãs usando cobertura Suiça para as operações financeiras, deste modo a identidade dos operadores ficaria protegida.

    O Dr. Bosse acabou a reunião observando que depois da derrota, sabiam que muitos dos seus melhores líderes seriam condenados como criminosos de guerra, contudo, esta cooperação com industriais se revelará menos suspeita, pois permitirá colocar as pessoas menos suspeitas mas também importantes, membros de fábricas, técnicos, pesquisadores, nos escritórios por nós concebidos.

    Esta reunião acabou tarde, mal os participantes se foram embora o Dr. Bosse fez uma chamada para Martin Bormann através das linhas de comunicação controladas pelas Waffen SS dizendo de forma críptica :

    “ A conferência de um dia em Estrasburgo foi bem sucedida, os industriais concordaram com a nova política de fuga de capitais”

    Logo de seguida Martin Bormann ligou para o Dr.Georg von Schnitzler membro do comité central e do quadro directivo da I.G. Farben. A I. G. Farben tinha sido a única corporação que ganhou com transferências internacionais durante os anos em que durou o “Terceiro Reich”. As suas operações na Alemanha controlam 380 empresas/fábricas, instalações de energia, minas, vastos produtos químicos. Esta corporação opera em 93 países e o Sol nunca chegou ao ocaso para a I.G. Farben que tem uma participação dupla, uma conhecida e outra oculta, em mais de 500 corporações internacionais que operam fora da Alemanha.

    A I.G. Farben cresceu como o “Terceiro Reich”, conforme a Alemanha ia ocupando países na Europa a I.G. Farben ia seguindo as ocupações alemãs, com técnicos que construíam novas fábricas e expandiam o investimento da I. G. Farben em “Reichmarks” / moeda/ Marcos alemães do “Terceiro Reich” estimados no final da guerra em 7 bilioes de Reichmarcs (valor surpreendentemente incalculável se fosse avaliado no presente momento). Os acordos do Cartel da I.G. Farben relacionado com as suas patentes calculadas em cerca de mais de 2000, envolve interesses de corporações como

    – Standard Oil of New Jersey (now Exxon)
    – Aluminum Company of America
    – E.I. du Font de Nemours
    – Ethyl Export Corporation
    – Imperial Chemical Industries (Great Britain)
    – Dow Chemical Company
    – Rohm & Haas
    – Establishments Kuhlman (France)
    – E os interesses da Mitsui Japan

    A I.G. Farben foi e é um aliado formidável de Martin Bormann e da Alemanha quer no seguimento dos planos de Bormann que são a causa do renascimento da Alemanha actual, quer do estado alemão actual. Numa conversa havida pelo telefone entre Martin Bormann e o Dr. von Schnitzler, o primeiro perguntou ao segundo: quais seriam as perdas para a Alemanha se perdessem as fábricas em frança e nos outros países ocupados? Schnitzler respondeu à questão dizendo:

    “ Acredito que a dependência técnica desses países na I.G. Farben é de tal ordem que apesar da derrota da Alemanha, de uma forma ou de outra, a I. G. Farben facilmente ganharia de novo o controle do negócio químico europeu”

    A história contiunua…

    Comentário de Miguel Martins de Menezes
    ___________________________________

    Contra as ordens de Hitler, Martins Bormann era o verdadeiro líder da Alemanha Nazi, Hitler no final queria a destruição de toda a estrutura produtiva alemã para que esta não caísse nas mãos dos aliados, mas Bormann contrariou Hitler que desconhecia o seu pensamento e os planos que estavam por trás da sua actuação. Todos os que desejavam falar com Hitler tinham que ter a aprovação de Bormann, desde Himmler, às mais altas chefias/generais alemães, Eva Braun odiava Martin Bormann de tal modo que Hitler uma vez gritou-lhe de forma colérica, quase histérica;

    Eu preciso de Martin Bormannn, sem ele nada fazemos!

  4. Lusitan

    Horst Koehler demitiu-se depois de declarações feitas a sugerir uma estratégia militar mais agressiva para proteger os interesses comerciais alemães. Isso provocou uma oposição grande na população alemã e ele acabou por se demitir. O resto são estórias da carochinha!

  5. Lusitan

    Sabem que em 1917 um inglês escreveu um livro sobre Portugal em que descreve como uma das grandes características dos portugueses era o seu humanismo e que por isso uma das questões que levantavam era a possibilidade de criar uma grande federação europeia de nações para garantir o domínio do Ocidente? Foi preciso mais uma guerra mundial para o resto da Europa seguir esse caminho. Mas não nos esqueçamos que a construção dessa federação depende do nosso esforço e não dum seguidismo acrítico e de bajulação bacoca. Também não nos esqueçamos que o progresso dos últimos 30 anos em Portugal se deveram ao que voçês chamam de máquina nazi.

  6. Caro Lusitan que nem Lusitano saberei se é pois o seu perfil não possui rosto ou nome próprioi (verdades devem ser ditas):

    O que está escrito foi extraído de documentos oficiais, é mais do que óbvia a intencionalidade desta Europa, também acredito que muita gente gosta dela, uns porque estão comprados, outros por ignorância, outros ainda por alheamento e outras razões obscuras…

    Um destes artigos prova o roubo de que Portugal foi alvo, todo o ladrão sabe que para levar o que roubou tem de ter estradas, boas vias de comunicação… Veja os seguintes factos quando se trata de tocar nos interesses desta Europa veja o que acontece:

    15 DE OUTUBRO DE 2011

    Repare bem que a Europa em Outubro de 2011 aprovou o TGV mercadorias (hoje infelizmente chamado de LTM), aplaudindo Portugal.

    FEVEREIRO DE 2013

    A Europa percebeu em 2012 que a ligação Sines/Europa iria desviar tráfego dos portos do norte da Europa e recua no investimento dando o dito por não dito

    MARÇO DE 2013 (1 MÊS DEPOIS)

    A Europa recua de novo, perceberam que precisavam de ganhar tempo para a criação dessa ideia cada vez mais isolada da criação dos Estados Unidos da Europa, a fuga à participação neste projecto levaria Portugal a procurar outras saídas levando mais um país à sua desintegração (já somos poucos), e por esse motivo recuaram, o estado de desagregação da Europa é de tal modo óbvio que a Inglaterra/ Cameron anunciou um referendo para a sua saída desta Europa dias atrás.

    TGV 2011- Aprovado
    TGV 2013- Fevevereiro. Reprovado
    TGV 2013- Março Aprovado

    os Holandeses estão contra, os ingleses (vivi lá 4 anos) nem a querem ver (falo do povo que conheci ao longo de 6 anos em Inglaterra), Os Franceses “adoram”, os Espanhois também, os Italianos batem palmas juntamente com os Gregos, e só há um Lusitan que me chama de bajulador bacoco (quando nada bajulei , apenas combato o que nos destrói, contrariamente ao senhor que abre a mão da nossa soberania. Depois me chama acrítico (quando tudo o que aqui expus foi baseado em documentos). Veja o vídeo em baixo e deixe de dizer coisas sem nexo, sobretudo seja coerente no uso e domínio do léxico linguístico e do seu significado.

    – Denúncia do Dr. Matthias Rath

    -Documentos que comprovam quem é acritico foi dito com base em documentos.

    http://www.profit-over-life.org/books/books.php?book=39

    – Alemanha Tenta comprar a reunificação
    – ttp://www.dw.de/documentos-revelam-que-alemanha-ocidental-tentou-comprar-reunificação/a-15432434

    – Fundação Movimento para a vida

    http://www.youtube.com/user/RathFoundation

  7. Esqueci mencionar um aspecto muito importante do seu argumento Sr. Lusitan, diz que não devemos esquecer que a máquina Nazi foi quem trouxe “Desenvolvimento” (eu diria falso desenvolvimento), a Portugal, o que me faz pensar que se amanhã nos trouxerem verdadeiro desenvolvimento e quem estiver por trás for um assassino, o devo apoiar?

    Valha-me Santa Engrácia!

  8. Lusitan

    Caro Miguel Martins de Menezes,
    O seu discurso populista e intriguista faz-me lembrar um tipo de discurso muito em voga no período pré-Segunda Grande Guerra, nomeadamente o discurso dos complôs. Na altura o discurso era de que os judeus queriam controlar o mundo e os recursos do mundo através dos seus planos sionistas. Foi discurso de nazis e de comunistas.
    O seu discurso tem muitas coisas que à primeira vista parecem fazer sentido, mas que não conseguem passar pelo crivo duma inspecção mais racional. Desde a sua conversa sobre a demissão Horst Koehler que toda a charada pode ser desmascarada. A sua teoria de roubo que precisa de boas vias de comunicação é só mais outra estória da carochinha.
    O seu problema é claramente uma questão de literacia. Basta ver que nem o meu comentário conseguiu perceber. A minha crítica da bajulação bacoca e pensamento acrítico não se dirigia a si. Dirigia-se à classe política nacional. O que eu disse é que a construção europeia se deve fazer batendo o pé quando necessário, mas como até hoje tivemos políticos acríticos e bajuladores, apenas nos debatemos para que a torneira dos fundos comunitários continuasse aberta para alimentar uma elite extractiva e corrupta. O nosso problema não está em Bruxelas! Está em Portugal!

  9. Lusitan

    Mais uma coisa:
    A construção duma federação europeia é um designio maçon/republicano e não nazi!

  10. Lusitan

    Não sei porquê, mas um dos meus posts não entrou…
    E não estou para perder mais tempo a desmentir loucos da teoria da conspiração.

  11. Sou um louco com consciência e o senhor Lusitan possui a sanidade da ignorância…

    Não vim aqui para ofender, mas sim para debater o que se passa com elevação, algo que V. senhoria precisa educar nos próximos anos se ainda lhe restar tempo e sabedoria para o levar a bom termo.

    Em breve lhe mostrarei o louco para que se possa olhar no espelho!

  12. veja quem são os 5 Homens que estão na foto em baixo Sr. Lusitan, se são Maçons ou do Benfica é uma questão que pode investigar, de uma coisa eu estou certo: são todos Nazis!

    – Maio de 1938
    Hitler encontrou-se com Mussolini em Roma para planear a conquista do mundo e o plano pós guerra sob o domínio Nazi e da industria química.

    – Junho de 1938 (1 mês mais tarde)

    O advogado alemão Walter Hallstein (Primeiro Presidente da União Europeia) fazia parte da delegação do Estado Nazi enviada a Roma para organizar o quadro legal da chamada “Nova Ordem Mundial”, esta deveria ser implantada após a vitória na 2ª querra do Cartel quimico-industrial/Nazi.

    – 25 de Março de 1939

    O mesmo Walter Hallstein enviado por Hitler a Roma revela publicamente na cidade de Rostock /Alemanha, os planos de Hitler para dominar o mundo.

    – 25 de Março de 1957

    Menos de 20 anos depois, Walter Hallstein estava de novo em Roma entre os 12 subscritores deste tratado que fundou esta infame União Europeia de que foi eleito 1º Presidente!

    – 24 de Abril de 1964

    Entre os cinco criadores da Europa na reunião da Comissão Europeia na Sede da (U.E./Bruxelas) estão as seguintes personalidades Nazis:

    1- Walter Hallstein
    2- Ludwig Erhard – Chanceler alemão
    3- Ludger Westrick, Chefe da Chancelaria alemã
    4- Karl Carstens, secretário de Estado alemão para o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Presidente Alemão.
    5- Karl-Günther von Hase, Chefe do Serviço de Imprensa e Informação do governo alemão.

    1- Walter Hallstein (já sabemos quem é)

    2- Ludger Westrick – presidente e administrador da central da estatal “Vereinigte Industrie-Unternehmen AG” (VIAG) durante a era nazi. Na Alemanha pós-guerra, Westrick juntou-se ao Partido Democrata Cristão (CDU).O antecessor de Westrick como chefe da chancelaria alemã – foi o homem que coordenou o apoio político e financeiro para Hallstein e a construção do “Brussels UE” da chancelaria alemã para os 6 primeiros anos do novo Politburo europeu do cartel em Bruxelas – Foi Hans Globke

    Globke foi uma figura-chave no Ministério da Administração Interna de Hitler; advogado responsável pela execução das leis e regulamentos nazis, sujeitou os países ocupados da Europa ao domínio da coligação IG Farben / Nazi. Além disso, Globke foi co-autor do código legal que fez a lei racial da Alemanha Nazi. Este código formou a base legal para a aniquilação dos judeus, eslavos e outros povos Europeus ocupados pelos Nazis. O segundo autor deste código foi Wilhelm Stuckart secretário de Estado no Ministério do Interior alemão e um dos poucos participantes selecionados para a infame “Conferência de Wannsee”, que decidiu o extermínio de mais de 10 milhões de pessoas judaicas. Ludger Westrick, além de ter trabalhado com Globke no seu escritório, foi quem lhe sucedeu!

    – Outubro de 1963

    Ludger Westrick, faz uma proposta ao embaixador norte-americano em Bonn, George McGhee, propunha o pagamento de “2,5 bilhões de dólares ao ano, durante dez anos” pela reunificação da antiga Alemanha. A proposta foi recusada, até hoje ninguém sabe o que levou a esta unificação gratuita da Alemanha, meditem!

    Vou dar aqui mais um curto traço biográfico de outro dos cinco homens citados acima, pois descrever todos tornaria esta postagem excessiva (ela já é excessiva por natureza):

    Karl-Günther von Hase ingressou na Wehrmacht, exército alemão, em 1936.Participou da invasão Nazi feita pela Alemanha à Polónia em 1939,na Batalha da França, em 1940 esteve na invasão da Russia, e em 1941-1945 casou-se com a filha de um general Nazi.Depois da guerra, Von Hase juntou-se a uma escola diplomática na República Federal da Alemanha e começou uma carreira relâmpago na política alemã. De 1962 a 1967 – Von Hase, foi chefe de gabinete do governo alemão e responsável pelas relações públicas e propaganda da imprensa enquanto preparava atempadamente a realização da reunião de Bruxelasacima citada.

    Os membros do CARTEL IG FARBEN estavam proibidos de usar uniformes militares pelos regulamentos internos, mostrar a ideologia Nazi, tinham de usar roupa cinzenta (ou negra) de executivos, assim como tosos os empreários e políticos associados ao Cartel.

    Aqui fica a famosa foto gentil e gratuitamente cedida pela Comissão Europeia para fins educativos. Esta foto está disponível a qualquer entusiasta da Europa com um pequeno senão. Não explica quem é quem na foto, é preciso um pouco de curiosidade, tempo e paciência para investigar, sobretudo não pensar que somos loucos quando percebemos que estamos perante um filme de horror!

    http://derhonigmannsagt.wordpress.com/2013/04/16/eu-superstaat-im-verfall-vii-rothschilds-4-reich-kriegserklarung-gegen-den-widerspenstigen-vasallenstaat-deutschland-fur-die-ubernahme-der-eu/

    com um abraço amistoso a todos os verdadeiros Lusitanos!

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