Daily Archives: 2013/04/05

A China vai comprar aviões Su-35 e 4 submarinos à Rússia

SU-35

SU-35

A China vai adquirir 24 aviões Su-35 e 4 submarinos Lada à Rússia, sendo 2 construídos na Rússia e os restantes sob licença em estaleiros chineses. A aquisição irá aumentar a capacidade aeronaval chinesa num momento de elevada tensão no Mar do Sul da China, com Pequim disparando sobre navios de pesca vietnamitas e repetidas violações do espaço aéreo nipónico por aviões de reconhecimento chineses. Para além deste negócio decorrem também negociações que envolvem mísseis anti-aéreos de última geração S-400, motores 117S, aviões de transporte IL-476 e aviões-tanque IL-78.

Estas aquisições confirmam a vontade chinesa de se assumir como uma grande potencia militar, com capacidade para reclamar todas as zonas territoriais e marítimas que disputa com os seus vizinhos e para se afirmar como uma potencia militar global. Para cumprir este objetivo, as despesas militares chineses têm subido de forma consistente todos os anos, tendo tido para 2013 um aumento de 10,7% e ascendendo já a mais de 116,3 mil milhões de euros anuais.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-to-buy-russian-fighters-subs-state-media-47271/#ixzz2OeXUIR1q

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Categories: China, DefenseNewsPt | 1 Comentário

O projeto russo Kapkan para responder a ameaças asteróides


A Rússia está a planear utilizar mísseis intercontinentais para enviar veículos espaciais para corpos celestiais – como asteroides ou cometas – que ameacem a Terra. Esse projeto foi apresentado pelo Desenhador-Chefe do “Makeyev State Rocket Center” Sergei Molchanov numa conferência em Moscovo.

O projeto tem a designação de “Kapkan” e ambiciona destruir asteroides perigosos ou desvia-los a distâncias seguras da Terra. Os Kapkan seriam complementados por uma rede de pequenas sondas de reconhecimento com o objetivo de mapearem seguirem todos os asteroides potencialmente perigosos.

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/Russia_to_use_ballistic_missiles_to_fight_off_asteroid_threat_999.html

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As Conferências Nacionais no Brasil: um instrumento de regeneração participativa da democracia brasileira

Uma das ferramentas participativas mais interessantes do Brasil e adotada desde o último mandato do Presidente Lula consiste na entrega de parte do controlo democrático diretamente aos cidadãos na forma de “Conferencias Nacionais”.

As Conferencias Nacionais são encontros conjuntos entre representantes do Estado e a Sociedade Civil e procuram criar consensos sobre uma certa política. Na verdade, este formato não foi uma invenção de Lula da Silva mas uma reedição de um modelo usado no Brasil pela primeira vez na década de 1940, pelo Presidente Getúlio Vargas quando este inaugurou a primeira, dedicada então ao tema da Saúde Pública. Não sendo o seu “inventor”, Lula, teve certamente o grande mérito de desenvolver esta ferramenta de Democracia Participativa: das 115 Conferencias Nacionais nada mais, nada menos que 74 foram realizadas durante os oito anos de mandato de Lula da Silva.

O modelo atual implica a convocação por um dos ministros do Governo através de um “Ato Administrativo” e após uma série de reuniões e debates cruzados entre cidadãos e os seus representantes e representantes do Governo Federal e dos Estados são apresentadas recomendações ao Governo Federal. Se aprovadas, as deliberações das Conferencias Nacionais tornam-se decretos federais assinados pelo Presidente. Nos oito anos de Administração Lula mais de seis milhões de brasileiros participaram nas Conferencias Nacionais, dando um grande exemplo de cidadania ativa a todas as nações democráticas do mundo. Os temas foram tão abrangentes como a Igualdade de Género,os Abusos Domésticos ou a Violência nos meios rurais.

As Conferencias Nacionais representam hoje uma forma de Democracia Direta e trouxeram para a política os segmentos da população que tradicionalmente dela têm estado alheados, quer devido aos baixos níveis de instrução, quer pela tradicional baixa representação feminina no Congresso de Brasília.

As Conferencias Nacionais fazem parte daquilo a que hoje a Administração Dilma chama de “Sistema Nacional de Participação” e tem potencialidade para crescer, envolvendo cada vez mais os cidadãos nos processos políticos de decisão ao nível local, estadual e federal. Hoje em dia, no estado atual, já influenciam muita da legislação mais importante produzida neste grande país lusófono e como a aplicação modelar dos Orçamentos Participativos em Porto Alegre estão a colocar o país na vanguarda do desenvolvimento de formas participativas que contribuam para a regeneração da Democracia.

Fonte:

http://www.bostonreview.net/BR38.1/leonardo_avritzer_brazil_direct_democracy.php

Categories: Brasil, Democracia Participativa, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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