Daily Archives: 2013/03/27

Estado-Ladrão: o IMI está sobreavaliado e as Finanças sabem (e a dormente Assembleia da República deixa passar)

Vivemos sob um autêntico Estado-Ladrão. Um Estado que merece cada vez mais, com mais justiça uma onda generalizada de desobediência civil, que passou todos os limites da razoabilidade e da decência no que concerne à cobrança de impostos e para com a sanha estimulada com que atira esses domini cani que são os seus cobradores de impostos e façanhudos corpos de intervenção contra os seus cidadãos.

Este Estado-Ladrão é contudo também um Estado-sem-Vergonha. Sem vergonha porque – entre tantas outras razões – sabe que a diferença entre o preço das casas em Portugal e o preço de mercado caiu 26% em 2012, mas que mantém o IMI a valores artificialmente altos, muito acima do valor real das casas, especialmente agora que a bolha imobiliária começou a estourar. Mas o IMI, esse ainda não estourou.

Este desfasamento entre o valor de mercado das casas e o valor pago em IMI já se tinha verificado em 2011, sendo então de 21%. Isto significa que hoje, o valor pago em IMI deverá ter uma sobrestimação de pelo menos 30% do valor real das casas, que assim reverte diretamente para o Estado e contribuindo para as dificuldades financeiras atuais de tantas famílias.

Fonte:
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO119803.html

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

MyFunCity: Uma aplicação de cidadania participativa usando tecnologias de m-government

Uma aplicação para facebook, iOS e Android, a MyFunCity, foi eleito no “World Summit Mobile Awards” uma das cinco melhores aplicações Mobile do mundo na categorias “m-government” & participation” da ONU. A aplicação foi criada para avaliar a administração pública em setores como segurança pública, trânsito, ambiente, educação, saúde e bem estar. O objetivo da My Fun City é aferir a Felicidade urbana e torná-la como uma política pública. A aplicação formou assim a primeira rede social privada de interesse público do Brasil e uma das primeiras desse tipo no mundo.

A aplicação foi lançada a 5 de outubro de 2011 sendo um produto da idealização do Movimento Mais Feliz, uma associação cívica não-partidária e assenta numa rede de parcerias com mais de mil entidades públicas e privadas, como extensões a redes sociais como a Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa.

Com a MyFunCity é possível usar as redes sociais avaliar atualmente 11 indicadores de serviços públicos e de qualidade de vida urbana num dado local (identificado no smartphone por GPS):

disponibilidade de transportes pública

variedade de lugares para sair à noite

disponibilidade de wifi gratuito

condições de acesso a deficientes nas ruas e calçadas do bairro

quantidade de vagas para estacionar no bairro

tratamento dado a dependentes químicos e alcoólicos no bairro

coleta seletiva de lixo no bairro

nível de barulho durante o dia no bairro

limpeza de muros e fachadas no bairro

acesso a medicamentos gratuitos no bairro

oportunidades de emprego para os jovens na região

estado de conservação de parques e jardins na área

Em função destas respostas, a aplicação calcula um nível de satisfação global (46,36% no caso do bairro onde trabalho) e permite que a autarquia veja quais são os maiores problemas de uma dada região ou bairro.

A aplicação alimenta assim uma base de dados relacional que permite a criação de mapas em tempo real ou históricos da evolução, por região, de um dado indicador, expondo o grau de satisfação da população em no indicador analisado e cruzando-o com outros indicadores. Com estes dados, as entidades públicas poderão compreender as maiores necessidades de intervenção e gerir mais eficazmente as suas prioridades.

 

Fontes:

http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/02/11/software-brasileiro-fica-entre-cinco-melhores-do-mundo-em-evento-da-onu/

http://www.myfuncity.org/quem-somos

Categories: Democracia Participativa, Informática, maisdemocracia.org | 3 comentários

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