Daily Archives: 2013/03/24

A EMEL: um dos cancros partidocratas de Lisboa

Funcionários da EMAL fazendo o seu

Funcionários da EMAL fazendo o seu “trabalho”

A insatisfação dos lisboetas para com a empresa municipal EMEL não pára de crescer: Um inquérito organizado por esta própria entidade municipal revela um alto grau de insatisfação para com a EMEL, sobretudo entre os comerciantes (dos quais 71% estão insatisfeitos). Quanto aos residentes, os números são quase tão maus – e isto apesar destes, teoricamente, estarem isentos das taxas da EMEL!  – já que mais de 60% dos inquiridos responderam estarem insatisfeitos! As críticas são mais intensas no que concerne ao tempo máximo de estacionamento (sobretudo entre os comerciantes, estudantes e residentes). Outros índices com maus resultados foram a qualidade da informação prestadas pelos agentes da EMEL, a proximidade e funcionamento dos parquímetros.

O grupo de cidadãos que mais apresenta reclamações à EMEL é o dos residentes que atribuem 65% de insatisfação nos capítulos de qualidade, clareza e rapidez na resposta às mesmas. Aliás, o mesmo grupo de inquiridos acha (40%) que a EMEL não sabe comunicar e que acreditam (38%) que a empresa municipal não é uma “empresa transparente e séria”. Muitos acreditam também que na EMEL é uma “empresa oportunista, opaca e com uma forte imagem de caça à multa”.

Perante um tão demolidor inquérito, seria de esperar uma ação rápida e decisiva. Contudo, por parte do pífio e indeciso executivo camarário o máximo que se ouviu foram umas declarações verbais, sem ação e onde o vereador da Mobilidade, o partidocrata Nunes da Silva pedia “mais transparência” à EMEL. Obviamente, não leu tudo o resto. E sobretudo, não fez nada nos já mais  de três anos que leva em funções. Talvez por ser um partidocrata. Talvez pelos diretores e administradores da EMEL serem também partidocratas. Não sei.

Mas sei que uma empresa que usurpou o espaço publico da cidade, sequestrando arbitrariamente para si, espaços de estacionamento, que cobra preços absurdos para estacionamento (sobretudo no contexto da grave crise que atravessamos), que alimenta tantas sanguessugas partidocratas do bipartido nos seus quadros dirigentes, que induz nos seus funcionários e agentes uma atitude de sistemático desprezo e antagonismo perante os lisboetas, não tem razão para existir e deve ser dissolvida.

Lisboa precisa de gerir o estacionamento, decerto, mas não precisa de uma “empresa” municipal que não traz valor acrescentado, a não ser o emprego de algumas centenas de boys e boyas e mais uma carga fiscal a abater sobre os cidadãos. E nada disso tem sido feito pela EMEL.

Fonte:
http://www.publico.pt/local/noticia/maioria-dos-residentes-estudantes-e-comerciantes-de-lisboa-insatisfeitos-com-a-emel-1587772

Categories: Lisboa, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

Pingo Doce: o maior importador nacional da área do retalho e da necessidade de ser Consumidor Consciente

“A cadeia de discount Lidl caiu de 9a maior importadora para 43a em 2012, abandonando no top 10 o Pingo Doce (em 4o) o Modelo Continente (em 6o). Estes dois operadores que, juntos, dominam quase metade do mercado”
(…)
“A descida de 31 posições é justificada pelo Lidl com o aumento de compras feitas a produtores nacionais. “Na sequência do desenvolvimento da produção nacional e da evolução de parcerias entre o Lidl e diversos fornecedores nacionais, que também fornecem 50% dos produtos de marca própria.
O Pingo Doce mantém-se como o maior importador nacional do retalho”.(…) “à semelhança de 2011, o Modelo Continente, do grupo Sonae, ocupa a 6a posição.”

Público, 9 fevereiro 2013

Continua a comprar no Pingo Doce? Pense melhor. Esta empresa poderia compreender que se construiu em Portugal a partir do trabalho e da escolha de portugueses. O Pingo Doce continua a contribuir para o enriquecimento de potencias estrangeiras enquanto coloca Portugal e os produtores nacionais sob sequestro, impondo condições draconianas, compras abaixo do preço de custo e aplicando todo o tipo de deslealdades concebiveis. Mas fá-lo porque pode. Porque os portugueses continuam a frequentar essa empresa malévola e profundamente prejudicial a Portugal, pelo dumping destrutivo em tantas empresas de pequeno comércio, pelo sequestro assassino imposto a tantos produtores nacionais, pelo desemprego criado pelo rolo compressor dos seus dumpings sucessivos e pelo seu papel muito negativo na balança comercial portuguesa.

Pingo Doce: não compre. Não visite. Não compactue. Seja cidadão. Seja consumidor consciente.

Categories: Política Nacional, Portugal | 5 comentários

o Falhanço

Os indicadores anunciados por Vítor Gaspar para o desempenho da economia e do emprego neste ano expõe um “colossal” ou “enorme” (como preferirem) fracasso não somente do Governo, mas sobretudo do batalhão de peritos e economistas do BCE e da Comissão Barroso que ainda que sejam pagos a peso de ouro, fracassaram de forma rotunda nos efeitos da aplicação da receita austeritária sobre Portugal.

Apesar de uma sucessão aparentemente infinita de fracassos e de erros colossais de previsão, não se antevê em Gaspar qualquer sombra de arrependimento ou de vontade de infletir o rumo. Cego com as mordomias que lhe prometeram no BCE quando se “reformar”, Gaspar está apenas preocupado em assegurar esse seu futurozinho pessoal e tem as malas feitas já lá na Rua Morais Soares para partir de helicóptero (como Ceasescu) para Bruxelas caso as coisas realmente comecem a azedar por cá.

Quando a estes “peritos” do FMI, da CE e do BCE que deram ordens a este sabujo, deviam ser – obviamente – demitidos em massa e arrastados para um calvário humilhante nas barras dos tribunais: as suas instruções colocaram um país inteiro de joelho e empurraram centenas de milhar de famílias para o desespero do subemprego e do desemprego crónico. Incompetentes e aparentemente, sem controlo superior, agiram de forma displicente ou dolosa, tendo em conta apenas os interesses dos credores, da Banca e dos Especuladores e não dos povos da europa, a quem, supostamente, deveriam prestar contas. Tribunais com eles!

Fonte:
http://feedproxy.google.com/~r/PublicoRSS/~3/_ldIWrFfOr4/o-dobro-da-austeridade-resultou-em-quase-o-dobro-dos-defices-previstos-1588009

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | Deixe um comentário

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