Daily Archives: 2013/02/20

Contra os sete Dinossauros Autárquicos do PSD

“Apesar de Telmo Correia não ter referido em concreto qualquer desconforto dos centristas perante o facto de Seara ter atingido o limite de três mandatos autárquicos, o deputado do CDS Hélder Amaral afirmava ontem, citado pela Lusa, que “o partido devia clarificar a questão”, que pode ser “jurídica”, mas que também deve ser “cívica, ética e moral”.
“É possível que no mesmo distrito o candidato passe para o concelho do lado, levando consigo essa teia de interesses que se tentou evitar? É possível que que um candidato passe para o município do lado, com quem conflituava e tinha interesses conflituantes?”, inquiriu o deputado do CDS. E de seguida, respondeu: “isso ajuda à transparência, à clareza e ao sentido ético que deve ter o serviço do poder local? Não me parece.”

Público, 2 fevereiro 2013

Estamos perante um nítido caso de abuso e deturpação do espírito de uma lei por forma a servir interesses partidocratas ou lobbies económicos instalados. Todos os cidadãos conscientes devem tudo fazer para impedir que estes dinossauros paraquedistas usem a sua projeção e cumplicidade mediática para assegurarem a sua transição para um novo município.

Se os tribunais e a CNE se revelarem incapazes de fazer aplicar a Lei de Limitação de mandatos e travarem assim as eleições dos SETE dinossauros que o PSD decidiu mandar para outros municípios (sendo o mais flagrante o caso desse acumulador de tachos que é Seara em Lisboa), então resta apenas aos cidadãos a mais derradeira (mas decisiva) forma de protesto: o Voto. Não votar nesses dinossauros paraquedistas ensinara à partidocracia a não incorrer novamente nessas manobras e teremos então o quadro autárquico finalmente renovado.

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Da Paralisia autárquica dos Partidos Políticos

Searossaus Bolicus

A presença de – nada mais, nada menos – SETE dinossauros laranjas nas listas autárquicas do PSD revela a Grande Doença de que padece o sistema democrático português: a sua incapacidade para se regenerar, para – pelo afluxo de novos militantes e simpatizantes – permitir o alargamento dos partidos à sociedade e a forma asfixiante como os “aparelhos” partidários sequestraram a vida interna dos partidos.

Em vez de serem máquinas de emprego para boys, boyas, caciques e dinossauros autárquicos os partidos e as suas candidaturas autárquicas deviam abrir as suas portas à sociedade civil, buscando cidadãos com vontade e disponibilidade para intervirem social, cívica e politicamente a partir das suas próprias fileiras. Mas não o fazem (exceto quando vão buscar algum VIP mediático) e insistem numa via solipsista e estéril, virados para dentro de si mesmo num onanismo insaciável que transforma a democracia autárquica cada vez numa aparência e menos numa realidade concreta, operativa e realmente próxima dos cidadãos.

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Democracia Participativa em curso no Brasil: Uma petição na Internet exige a destituição do presidente do Senado brasileiro Renan Calheiros

Brasil

Brasil

O Brasil tem nos orçamento participativos de Porto Alegre um dos melhores exemplos mundiais de Democracia Participativa. Mas a forma juridicamente aceite de petições online adotada no Brasil já deixa, contudo, muito a desejar.

Em primeiro lugar, no Brasil, uma petição pode ser apresentada na Internet, o que pode também suceder em Portugal e é uma forma correta de simplificar o acesso a esta forma de cidadania ativa. Mas depois, a lei brasileira exige a reunião de mais de 1.3 milhões de assinaturas, um valor demasiado alto para permitir o recurso frequente a esta ferramenta básica de cidadania… apesar desta exigência, corre na Internet brasileira uma petição que reclama a destituição do presidente do Senado brasileiro, Renan Calheiros, e que já conta com mais de um milhão de subscritores.

A petição pela destituição de Renan Calheiros resulta de um processo que corre agora nos tribunais brasileiros sobre o uso de faturas falsas para mascarar pagamentos ilícitos de um empresário que lhe pagava o arrendamento de um apartamento e a pensão de uma filha, nascida de uma relação extra-conjugal secreta do senador brasileiro.

Calheiros é membro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, da coligação que apoia atualmente o Governo Dilma Rousseff.

Fonte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3044012

Categories: Brasil, Democracia Participativa, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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