Daily Archives: 2013/01/27

Dividir para Reinar: ou a passista forma de governar em nome do Protetorado europeu (troika) que hoje nos rege

Pedro Adão e Silva

Pedro Adão e Silva

“Este Governo apostou em ser uma versão extrema de uma tradição arreigada – pôr os portugueses uns contra os outros para governar. Depois de opor trabalhadores privados a funcionários públicos; agora, não ocorreu nada melhor ao executivo do que pôr trabalhadores contra pensionistas.”

Pedro Adão e Silva
Expresso
22 dezembro 2012

O certo é que a estratégia de colocar portugueses contra portugueses para melhor implementar o mandato dos credores (disfarçados de troika) tem funcionado: demasiado ocupados a invejarem-se mutuamente: desempregados de empregos, trabalhadores de pensionistas, trabalhadores do privado de funcionários públicos e jovens de seniores, o Governo de permeio e entre todos esses ódios que vai cuidadosamente semeando vai governando calmamente e sem grande contestação em nome dos seus Herrenvolk europeus.

Não é do interesse dos portugueses deixarem-se dividir por um governo pífio, fraco para com os seus senhores do norte da europa e forte para com os seus cidadãos. Interessara aos nossos credores que nos dividamos e que aceitemos bovinamente o seu jugo, pagando sempre os juros imorais de uma dívida impagável e empobrecendo sempre e cada vez mais. Será do seu interesse, mas não será do nosso. Levantemos o rabo do sofá, juntemo-nos a quem já protesta, dentro e fora dos partidos e façamos algo para dizer a quem nos quer divididos e desorganizados que não somos tão Parvos e Bovinos como querem fazer ser.

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Categories: Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Portugal, para sobreviver, tem de olhar muito além da Europa, através do Atlântico e mirando o mundo lusófono e ir ainda mais além

“O agravar da crise na zona euro e a greve nos portos estão a provocar uma forte desaceleração no ritmo das exportações. As vendas para os principais parceiros europeus já estão em queda há dois meses consecutivos. É o mercado extra-comunitário que está a puxar pelas exportações portuguesas.
(…)
Os quatro maiores parceiros comerciais na Europa: Espanha, Alemanha, França e Reino Unido estão todos a cortar nas importações à economia nacional.
(…)
Em outubro, as exportações para fora da Europa aumentaram 24.7%. As exportações para Angola, o quarto maior parceiro comercial de Portugal nesta altura, aumentaram 33.3% entre janeiro e outubro.”

Diário Económico
10 dezembro 2012

Em termos estratégicos é cada vez mais claro que Portugal, se quer sobreviver enquanto país minimamente solúvel e financeiramente sustentável tem que olhar sempre e cada vez mais para fora do continente europeu e procurar consolidar a sua posição no mundo de expressão lusófona e procurar novos mercados em regiões onde tradicionalmente presente.

O percurso corrido nas ultimas décadas e que tornou o país numa dependência doentia das exportações para a Europa e, sobretudo, para Espanha, é para ser infletido e com elevada prioridade. A Europa está numa situação de elevada insustentabilidade, sem indústria (que deixou fugir para a China), hiperdependente do crédito (e endividada até ao tutano) e num processo imparável de declínio e decadência. Portugal ao longo da sua História só foi “europeu”, no sentido em que teve uma História integrada na do continente europeu em momentos muito específicos da sua História e quase sempre de forma involuntária (Invasões Napoleónicas, Primeira Guerra, etc). Portugal é muito mais um pais atlântico do que um país europeu. Essa é a vocação e identidade, marítima e transcontinental que urge recuperar como matriz identitária e fundacional de um país que neste cenário de erosão da credibilidade e funcionalidade da Europa se arrisca a desaparecer.

Categories: Economia, Lusofonia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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