Daily Archives: 2013/01/09

Angola vai ter um satélite em órbita em 2015, o Angosat

O primeiro satélite angolano, o Angosat, construído por um consórcio russo liderado pela RSC vai ser lançado para o Espaço em 2015. O anúncio coube ao secretário de Estado das Telecomunicações e Tecnologias de Informação angolano, Alcides Safeca. O Angosat irá custar cerca de 40 mil milhões de kwanzas (315 milhões de euros) e será financiado por bancos russos.

O Angosat deverá estar operacional durante 15 anos possuindo 22 transponders oferecendo serviços de suporte a telecomunicações, banda larga e de televisão a este país africano de expressão oficial portuguesa.

O governo angolano pretende lançar mais satélites do mesmo tipo nos próximos anos.

Fonte:

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2959609&seccao=CPLP&page=2

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Sobre o drama das “casas vazias” em Portugal e proposta de resolução para a cidade de Lisboa: “Mercado Social de Arrendamento”

http://images.dinheirovivo.pt/ECO/File?dDocName=CIECO026014&fileName=lisboa8138914223074743822.jpg&rendition=extra_wide&SID=219562

Depois de décadas de especulativo crescimento imobiliário, Portugal vive hoje uma situação de excesso de oferta imobiliária: no total, entre casas novas e usadas, existem em Portugal mais de 735 mil casas vazias. Compreensivelmente, num contexto de grave crise demográfica e de continuada (e insustentável) construção imobiliária (um milhão de casas novas!), o número de casas vazias aumentou 35% em dez anos.

Perante esta situação de termos um país na bancarrota, asfixiado por um governo inepto e por uma carga fiscal opressiva, uma população condicionada pelo desemprego descontrolado, redução radical dos rendimentos (devido à sanha fiscal gaspariana) importaria estabelecer uma estratégia nacional para reocupar este quase um milhão de casas vazias. Numa época em que um número crescente de famílias perde a sua casa (por desemprego de um ou dos dois membros do casal) e se vê forcado a regressar a casa dos país, é chegado o momento de as entidades públicas (autárquicas e nacionais) encararem este problema com coragem e frontalidade.

Se existem em Lisboa algo como 150 mil casas vazias, porque não assume a desertificação crónica da sua malha urbana como uma das suas prioridades? O confisco destas casas está obviamente fora de equação, mas resulta imoral saber que um dado proprietário tem em suas mãos mais do que uma (às vezes dezenas) de casas vazias, enquanto centenas de milhar de portugueses desesperam para conseguirem pagar a renda ou o empréstimo bancário. A solução para este dilema imoral tem que passar pela inventariação de todas as casas que estejam nesta situação e por uma forma de aluguer da Câmara a estes proprietários que proteja a sua propriedade e lhe garanta um rendimento mínimo pelo mesmo (onde ele é agora nulo) enquanto se colocam simultaneamente no mercado de arrendamento casas a preços sociais e que possam – pela Lei da Oferta e Procura – empurrar para baixo os preços especulativos atualmente praticados no mercado.

As casas colocadas assim neste mercado camarário de arrendamento seriam assim uma peça essencial no repovoamento da cidade de Lisboa, de regresso à cidade de centenas de milhar de lisboetas expulsos da capital por décadas de especulação imobiliária, com uma elevada fatura paga em transportes, emissões de CO2, importações de combustíveis, perda de qualidade de vida e de milhões de horas em transportes. Repovoar Lisboa devolveria vida a muitos bairros moribundos e reanimaria uma Capital que demograficamente parece pouco menos que moribunda.

Seria expectável que uma tal iniciativa de fundação de um “mercado social do arrendamento” originasse uma intensa procura. Para a resolver propomos um mecanismo Participativo (oriundo da matriz Participativa do +D): cada família candidata a uma casa do “mercado social de arrendamento” deixaria a sua inscrição num Portal público na Internet (se não tivesse acesso, essa função seria cumprida pelo seu assistente social), expondo num texto com um tamanho máximo as razões pelas quais procura alugar essa casa. Então, lendo-as e avaliando-as e votando-as. As propostas das famílias mais votadas seriam as ganhadoras a essas habitações de renda social.

Fonte:

http://expresso.sapo.pt/ha-mais-de-735-mil-casas-vazias-em-portugal=f769205#ixzz2DAtkGh8W

Categories: maisdemocracia.org, Municipalismo, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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