Daily Archives: 2012/12/29

O F-X2 foi adiado para enquanto a “economia brasileira não der sinais claros de recuperação”

Dassault Rafale

Dassault Rafale

Dilma Rousseff em meados de dezembro tornou a confirmar a decisão de adiar a compra de aviões de combate para a FAB enquanto a “economia brasileira não der sinais claros de recuperação”. Isso mesmo foi dito numa conferencia de imprensa tendo ao lado o seu homologo François Hollande.

A Presidente brasileira referia-se ao programa de aquisição de 36 aviões por um valor que oscilaria entre os 4 e os 7 mil milhões de dólares. Um concurso em que o aparelho francês Rafale competia (com aparente vantagem) com o Boeing F/A-18 Super Hornet e o Saab Gripen.

Com efeito, a economia brasileira cresceu apenas 2.7% no ano passado, contra 7.5% em 2010. Este ano, a economia do gigante lusófono praticamente estagnou, mas existem sinais recentes de que poderá brevemente recuperar.

O Rafale tem vantagem, do ponto de vista técnico e de contrapartidas, mas o preço elevado tem levado o Brasil a procurar junto dos franceses obter uma correção da proposta. Bem colocado está também o Super Hornet, mas os brasileiros não gostam das limitações de reexportação de tecnologia tradicionais nos aparelhos de origem norte-americana, um ponto onde a proposta francesa sempre foi a mais forte prometendo atualmente “uma total transferência de tecnologia”, nas palavras do presidente francês.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Brazils_Rousseff_grounds_fighter_choice_until_economy_takes_off_999.html

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Categories: Brasil, DefenseNewsPt | 5 comentários

Breve História das Bancarrotas de Estados

Portugal está em bancarrota efetiva. A situação não é nova… de facto muitos países têm entrado em bancarrota ao longo da História. Mais recentemente, a Argentina fe-lo em 2001 e a Grécia também – efetivamente – quando em 2011 reestruturou a sua dívida.

As bancarrotas apresentam alguns comportamentos recorrentes que agora que parecemos estar na antecâmara de uma nova onde bancarrotas poderão tornar a acontecer. Nas décadas de oitenta e noventa assistimos a uma dessas ondas na América Latina e a Europa só no século XX experimentou duas vagas: a da década de trinta e da década de quarenta/cinquenta (com dois perdoes de divida para a Alemanha). Aquela nova onda de bancarrotas europeias que agora se perfilha no horizonte parece vir a abranger essencialmente países do sul do continente: Grécia (de novo), Portugal, Hungria, Eslovénia, Espanha e Itália.

Na lista de bancarrotas desde 1800, Portugal declarou bancarrota seis vezes, muito, mas… menos duas vezes (no mesmo período) que a “garbosa” Germânia ou que a sua aliada França, com oito bancarrotas desde 1800. Mas estes três estão bem longe dos campos espanhóis: treze bancarrotas! Esse aliás, é outro padrão (alem do temporal e da proximidade geográfica), os países que entram uma vez tendem a tornar a entrar várias vezes e os que nunca entraram raramente entram nessa condição (por exemplo, EUA, Canadá, Reino Unido, Holanda ou Suécia nunca entraram em bancarrota).

Outro padrão recorrente advém do facto de que os países que entram em bancarrota várias vezes tendem a nunca saírem dessa situação (uma lição que deve ser aprendida por alemães e franceses), por exemplo, o campeão mundial de bancarrotas (não, não é Espanha), a Grécia, desde 1839 e até hoje, passou quase metade deste período em bancarrota.
As causas para todos estes incumprimentos são diversas, mas as mais recentes foram provocadas por quedas abruptas dos preços de matérias-primas exportadas por esses países, fugas massivas de capital ou crises de confiança bolsista.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=62152

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