Daily Archives: 2012/12/26

Dia 9 de dezembro poderia ter sido, não o Fim do Mundo, mas o dia de uma grande catástrofe meteórica

Não seria o fim do mundo, não apareceu em nenhum canal de televisão (ao contrário de Ronaldo e Pinto da Costa que aparecem todos os dias) mas se no passado dia nove de dezembro um asteroide descoberto In Extremis por um grupo de astrónomos tivesse caído na Terra faria um grande estrago. E foi mesmo In Extremis já que o objeto passou a menos de metade da distância Terra-Lua. O asteroide – de nome 2012 XE54 – foi descoberto apenas dois dias antes da passagem de raspão, ou seja, se fosse mesmo para colidir não haveria tempo para fazer nada…

O 2012 XE54 tem apenas trinta metros de diâmetro, mas o seu impacto equivaleria a 13 Bombas de Hiroshima, ou seja, suficiente para provocar uma grande catástrofe se caísse perto de uma grande cidade como Paris ou Roma.

Com perigos destes é incompreensível porque não existe ainda um verdadeiro sistema de aviso e rastreamento de riscos globais e um sistema de resposta a estas ameaças já em órbita e pronto para ser usado quando necessário. Infelizmente, contudo e tendo em conta aquilo que é o espírito humano um tal sistema dual (deteção-reação) só será muito provavelmente instalado depois do primeiro grande desastre provocado por um destes meteoritos..

Fonte:
http://meiobit.com.feedsportal.com/c/33490/f/584803/s/26a46989/l/0Lmeiobit0N0C112920A0Ccomo0Equase0Emorremos0Edia0E110Ede0Edezembro0E20C/story01.htm

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A Constituição Liberal de 1822 e o regime federal Portugal-Brasil

As Cortes Constituintes de 1822 (http://www.arqnet.pt)

As Cortes Constituintes de 1822 (http://www.arqnet.pt)

“A Constituição Liberal de 1822 adotou uma espécie de regime federal para com o Brasil criando uma regência de cinco membros e um governo de três que residiriam no Rio de Janeiro. Haveria ainda um um Conselho de Estado composto de treze conselheiros, escolhidos pelo rei ante proposta das Cortes, dos quais seis de Portugal, seis do Ultramar (Brasil) e um tirado à sorte.”

A. H. Oliveira Marques
História de Portugal, vol. III

Infelizmente, pouco tempo haveria de vigorar esta Constituição da Monarquia Constitucional portuguesa: pouco menos de três anos, e, mesmo esses divididos por dois períodos de tempo distintos. E ainda menos no Brasil já que nesse mesmo ano, 1822, seria dado o “Grito do Ipiranga”…

A constituição tinha em si as sementes para garantir um verdadeiro “reino dual” entre Portugal e Brasil e – sendo aplicada durante o tempo suficiente – poderia ter resolvido as questões de desigualdade no tratamento entre cidadãos de ambos os lados do Atlântico que, meses depois levariam à separação entre Portugal e Brasil.

Categories: Brasil, História, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | 10 comentários

As lições da História não devem ser esquecidas e a reindustrialização de Portugal

“Em 1836, na necessidade imperativa de desenvolver a indústria nacional, num país que dependia então quase totalmente da indústria inglesa, promulgou-se uma pauta aduaneira que veio proteger a indústria nacional e dar origem a um desenvolvimento industrial sem precedentes em Portugal. Em 1835 não existiam maquinas a vapor com fins industriais, em 1840, já existiam quatro, em 1850, o dobro, em 1881 já existia um total de mais de nove mil cavalos-vapor quando em 1840 eram apenas 79.”

História de Portugal
António de Oliveira Marques

As lições da História não devem ser esquecidas, sob pena de cometermos – sempre – os mesmos erros… imerso num profundo processo de tercialização da sua economia (subsidiado por dinheiros europeus e contando com cúmplices internos, como Cavaco) Portugal está hoje na mesma situação que ao virar do século XIX: quase não tem indústria. Como então, a solução só pode passar por um programa de fomento industrial, com capitais europeus (que é onde eles abundam) e pela instauração (ainda que temporária) de proteções aduaneiras que protejam essa indústria incipiente das agressões dos grandes gigantes multinacionais e do norte da Europa.

A competição e concorrência são sempre os ambientes ideais, para produtores e consumidores, mas a desregulação comercial, os sucessivos e desumanos dumpings (sociais, laborais, ambientais e climáticos) que a China exerce sobre nós não tornam o ambiente económico favorável a uma regeneração do tecido produtivo luso e a restauração dos perdidos mecanismos aduaneiros é assim, imperativa. Provisória (porque a prazo seria perniciosa), mas imperativa.

Categories: Economia, História, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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